Gazeta do Povo

Blogs

Quinta-feira, 23/02/2012

Blogs > Esportes > Arquibancada Virtual

Arquibancada Virtual

Quem faz o blog
Enviado por Cícero Bittencourt, especial para a Gazeta do Povo, 13/02/2012 às 00:26


Antonio Costa/Gazeta do Povo

Antonio Costa/Gazeta do Povo / Lincoln concentrou as jogadas na área, para tentar a virada, mas o jogo acabou no empateLincoln concentrou as jogadas na área, para tentar a virada, mas o jogo acabou no empate
Pouco inspirado e sem conseguir furar o bloqueio do Rio Branco, o Coritiba apelou para as jogadas áreas. Apesar da insistência nas bolas alçadas, o Coxa sofreu com as más atuações de seus laterais – que deveriam ser os responsáveis pelos cruzamentos – e, principalmente, de Marcel, que pouco apareceu e não foi a referência que o time precisava.

Com a ausência de um bom futebol do camisa 9, coube a Lincoln fazer a função de centroavante e ter as melhores oportunidades de cabeça. No entanto, sem o cacoete de atacante, o meia desperdiçou três boas oportunidades.

A apatia e a falta de criatividade pela segunda partida consecutiva começam a preocupar o torcedor coxa-branca. A equipe precisa encontrar alternativas de jogo para não depender exclusivamente do faro e dos gols de Marcel.

Enviado por Marcio Reinecken, 13/02/2012 às 00:24


Walter Alves/Gazeta do Povo

Walter Alves/Gazeta do Povo / Coração a mil: a sequência de jogos – e os gols – fazem de Ricardinho um dos principais destaques do Furacão 2012Coração a mil: a sequência de jogos – e os gols – fazem de Ricardinho um dos principais destaques do Furacão 2012
Entre erros e acertos, o Atlético continua firme. Me surpreende e deve surpreender boa parte dos torcedores.

Time limitado, sem estrelas e de futebol modesto, mas de resultado. É a melhor definição até agora do Furacão.

O campeonato não é lá essas coisas, mas não importa, pois a grande virtude da equipe de Juan Ramón Carrasco é saber de suas limitações. Assim, se vê um time que tenta, a todo momento, mostrar mais do que é. Tem vontade, e o grupo parece unido. Olha, devidas às proporções, foi o que se viu naquele desacreditado Atlético que acabou vice-campeão da Libertadores.

É o que me vem à cabeça agora – eu cobria aquele time na época. Óbvio que tudo está no começo, e o importante de verdade ainda nem começou. Mas, contra tudo e todos, o Rubro-Negro segue firme e forte.

Enviado por Marcos Xavier Vicente, 07/02/2012 às 15:52


Divulgação Coritiba

Divulgação Coritiba / Campanha promovida pelo Coritiba para aumentar o número de torcedoresCampanha promovida pelo Coritiba para aumentar o número de torcedores
Não há segredo. A receita para que um clube conquiste mais torcedores é montar equipes competitivas, que disputem títulos. E títulos não geram impactos so­­mente na administração do clube que os conquista. Também faz com que os concorrentes se atualizem, organizem-se para alcançar os mesmos feitos. Afinal, ne­­nhum clube quer ficar atrás dos adversários.

Se em 2005 o Atlético tivesse conquistado a Libertadores na final contra o São Paulo, o Cori­­tiba, quem sabe, ao invés de amar­­gar os rebaixamentos de 2005 e 2009, não teria se estruturado logo na sequência para também tentar o título continental e não ficar atrás do rival. Em 2011, se o Coritiba tivesse conquistado a Copa do Brasil frente o Vasco, provavelmente o Atlético, ao invés de passar o Campeonato Brasileiro lutando contra o rebaixamento que veio, não teria se visto obrigado a reforçar o time para o Nacional e atenuar um pouco a conquista do adversário.

Títulos trazem concorrência. E concorrência obriga as equipes a se reforçarem de verdade, não somente para o Paranaense, mas para conquistas maiores, conquistas de fato. Foi assim com os times gaúchos, que todos adoram dizer que são unidos em prol do futebol do Rio Grande do Sul. Perdoem-me, meus caros, mas as torcidas de Grêmio e In­­­ter­­na­­cio­­nal crescem porque es­­tão sempre disputando títulos de relevância, não porque te­­nham um acordo tácito para se unirem quando a coisa aperta.

Ou seja, lá acontece exata­­men­­te o que não temos visto no futebol paranaense.

Com todo o respeito que o pre­­sidente alviverde Vilson Ribeiro de Andrade merece, mas essa campanha Amo minha terra, torço pelo meu estado, que pretende fa­­zer com que mais torcedores pa­­ranaenses torçam pelos times daqui, tende a não dar em nada.

Torcedor não se emociona com campanha publicitária pe­­dindo para exaltar as coisas do estado. Torcedor se emociona com títulos, conquistas. E pelo que vimos no último Atletiba, aquele que teria tudo para ser o maior da história pelas circunstâncias e que no fim se tornou um confronto de duas equipes me­­drosas, estamos bem longe de ver os clubes paranaenses fomentarem suas torcidas.

Polícia

Quem frequenta estádios de futebol sabe bem que na hora da confusão a Polícia Militar não distingue se você é uma pessoa do bem ou do mal. Senta a borracha em quem estiver na frente, tenha você participação na encrenca ou não.

Não acredito que a Polícia Mi­­litar não tenha tido motivo para interceder em algo errado que acontecia no bloco carnavalesco Garibaldis e Sacis, no Largo da Or­­dem, no último do­­mingo.

Assim como também não acredito que todos os ma­­chu­­cados na ocasião mereciam realmente tal tratamento. Há de se ter mais pre­­paro.

Enviado por gazeta do povo, 04/02/2012 às 19:30

O Super Bowl deste domingo (5) significa muito mais do que a decisão da temporada de futebol americano. É praticamente um ritual de celebração do estilo de vida da América.

E como não poderia faltar por lá, os intervalos do jogo são recheados de comerciais. Os publiciatários pagam milhões para mostrar suas marcas para literalmente metade do país. Só para se ter uma ideia, cada segundo equivale a R$ 200 mil.

Assista às principais campanhas da edição de 2012 e veja se o dinheiro foi bem investido.

Honda curtindo a vida adoiadado

Chevy e o melhor presente do mundo

Seinfeld quer um Acura

Pepsi trollando a Coca-cola

Volkswagen e seu cachorro de dieta

Audi e a festa de vampiros

Enviado por Gustavo Ribeiro, 29/01/2012 às 23:30

Ainda é cedo para dizer que o Atlético tem condições de brigar de igual para igual com o Coritiba no Estadual. Seria temeroso fazer tal afirmação, ainda mais tratando-se de um time em formação, que vive à mercê de insights de Juan Ramón Carrasco. O treinador, aliás, tem cumprido o time ofensivo que prometeu, só que está longe de encontrar equilíbrio na defesa.

E é exatamente o setor defensivo que pode pesar contra o Rubro-Negro na esperança de chegar empatado com o rival no Atletiba da 10ª rodada. Muito permissivo, contou com a sorte e com a deficiência ofensiva de Londrina, Operário e Rio Branco. Carrasco precisa olhar para trás da mesma forma que pensa o ataque. Caso contrário, pode ser tarde.

Apesar disso, o técnico uruguaio tem surpreendido. Era difícil imaginar, mesmo em um campeonato tecnicamente ruim, que o combalido Furacão largaria com três vitórias. Carrasco ganhou crédito.

O desafio dele é manter essa confiança, inclusive da torcida, impondo limites. Nele mesmo.

Enviado por Equipe de Esportes - esportes@gazetadopovo.com.br, 27/01/2012 às 19:37

Sabidamente, os norte-americanos não são muito chegados ao “soccer”, o nosso futebol. Mesmo assim, a revista Sports Illustrated


AFP

AFP / Messi melhor do que Pelé segundo draft da Sports IllustratedMessi melhor do que Pelé segundo draft da Sports Illustrated
resolveu criar uma competição entre jornalistas para se montar um time dos sonhos e, por consequência, eleger o melhor atleta de todos os tempos na modalidade.

O resultado? Polêmica. Isso porque o argentino Lionel Messi ficou em primeiro na lista da publicação. O Rei Pelé ficou apenas em quarto na eleição, atrás ainda de Diego Maradona e Johan Cruyff. Zico e Ronaldo foram os outros dois brasileiros mais bem colocados, na 18ª e 19ª colocação, respectivamente.

A “brincadeira” da revista funcionou da seguinte forma. Foi organizado um “draft”, como ocorre na NBA e na NFL, a liga de futebol americano. Após um sorteio entre 10 jornalistas, o primeiro sorteado ganhou o direito de escolher “em teoria” o melhor de todos os tempos. A opção foi Messi.

“Será que eu preciso explicar o porquê? O júri pode questionar se ele é o melhor de todos os tempos, mas já houve um ‘melhor jogador’ quando se fala em atitude, altruísmo e ritmo de trabalho?”, declarou Raphael Honigstein, o responsável pela escolha polêmica.

Melhor os norte-americanos não se arriscarem muito em opiniões sobre futebol...


Confira os 20 primeiros da lista da Sports Illustrated e os brasileiros escolhidos pelos jornalistas:

1º - Messi
2º - Diego Maradona
3º - Johan Cruyff
4º - Pelé
5º - Franz Beckenbauer
6º - Lev Yashin
7º - Michel Platini
8º - Bobby Moore
9º - Zinedine Zidane
10º - Ferenc Puskas
11º - Gerd Müller
12º - Marco Van Basten
13º - Nandor Hidegkuti
14º - Franco Baresi
15º - Paolo Maldini
16º - Alfredo Di Stéfano
17º - Xavi
18º - Zico
19º - Ronaldo
20º - Karl Heinz Rummenigge
22º - Roberto Carlos
24º - Ronaldinho Gaúcho
28º - Garrincha
29º - Carlos Alberto
34º - Falcão
40º - Romário
45º - Nilton Santos
57º - Cafu
78º - Toninho Cerezo
85º - Didi
91º - Djalma Santos
100º - Daniel Alves
114º - Maicon
127º - Junior
130º - Domingos da Guia
131º - Rivaldo
136º - José Altafini Mazola
141º - Marcos Senna

Enviado por Fernando Rudnick, 23/01/2012 às 16:15

Ontem à tarde, enquanto zapeava pelos canais da televisão, vi, de relance, o goleiro Márcio, ex-Atlético, fazer uma bela defesa de mão trocada no jogo contra o São Paulo.

Presumi que o inferno astral do arqueiro, reserva de Renan Rocha na maior parte de 2011, havia passado. Errei feio. Quatro gols - um deles literalmente bizarro - foram pra conta do jogador revelado pelo Paulista de Jundiaí.

Depois da cabeçada do atacante Luís Fabiano, Márcio, que estava no chão, tenta afastar com o pé e acaba mandando a bola pra dentro da própria meta (veja o vídeo acima). Um lance de azar, um momento de distração, uma jogada de improvável repetição?

Pode ser, mas parece que os bons fluidos não acompanharam os filhos pródigos do Trio de Ferro no início de 2012. Além do goleiro artilheiro, dois ex-jogadores do Coxa não estrearam bem no campeonato Gaúcho.

O volante Léo Gago foi titular na derrota do Grêmio para o Lajeadense e começou com o pé esquerdo. Na verdade, a canhota do garoto do trio boladão não surtiu efeito. Com vários "balões" de fora da área, a atuação fez com que alguns torcedores gremistas já pedissem que o jogador fosse trocado por Tcheco.

Marcos Aurélio, que deixou o Coxa pelo Inter, também não teve sorte com a nova camisa. Titular do time reserva do Colorado, foi substituído no segundo tempo da derrota para o Avenida.

O trio paranista que hoje defende o Bragantino (Giancarlo, Wellington e Serginho) também não largou com vitória. O time de Bragança Paulista perdeu para o Palmeiras por 2 a 1, mas pelo menos Wellington deixou sua marca, de pênalti.

O goleiro Zé Carlos e o zagueiro Cris não tiveram a mesma sorte do ex-companheiro. Foram titulares na derrota do Oeste-SP para o Guarani.

Quem se salvou foi o atacante Hernane, autor dos dois gols do Mogi-Mirim contra a Catanduvense.

Mas mesmo como o grande nome do jogo, o herói da partida, o ex-centroavante do Paraná não chamou tanta atenção quanto o goleiro Márcio, que nesse momento certamente não gostaria de estar no centro dos holofotes.

Mais sorte na próxima.

Faltou alguém? Comente sobre a atuação - bizarras ou não - de ex-jogadores de Atlético, Coritiba e Paraná!

Enviado por gazeta do povo, 22/01/2012 às 21:34


Christian Rizzi e Jonathan Campos / Gazeta do Povo

Christian Rizzi e Jonathan Campos / Gazeta do Povo /
Os repórteres Márcio Reinecken e Robson Martins analisaram as estreias de Atlético e de Coritiba no Campeonato Paranaense. O Furacão venceu o Londrina por 2 a 0 e o Coxa aplicou o mesmo placar sobre o Toledo.

Leite de pedra

O resultado de 2 a 0 é o que menos importa. O importante ao torcedor do Atlético era ver o desempenho do time. E quem assistiu à partida de domingo, mesmo o mais otimista, saiu ainda mais preocupado. O Rubro-Negro começou 2012 da mesma forma como terminou 2011: com pouquíssimo a oferecer.

Quem prefere culpar o técnico Juan Ramón Carrasco por suas improvisações contra o Londrina não deve ter visto a escalação e o banco de reservas do Furacão. São os mesmos, com ainda menos opções técnicas. Treinar o Atlético, já há algum tempo, é tirar leite de pedra.

Até consigo entender o raciocínio do comandante uruguaio. Afinal, se com todos jogando em suas posições, no ano passado, o time caiu para a Segunda Divisão, então o improviso era sim uma solução. O problema é que também não surtiu o efeito desejado.

É, de certa forma, um bom exemplo para a diretoria: no futebol não adianta inventar muito. Por isso mesmo, o Atlético necessita de reforços urgentes.

Márcio Reinecken, repórter

Olho nos volantes

Lógico que ainda é cedo para fazer uma análise do que vai ser o Coritiba em 2012. O primeiro jogo envolve problemas físicos e a ansiedade da estreia - fatores que valorizam ainda mais a vitória de ontem. Mas creio que o técnico Marcelo Oliveira tem de ter um olhar especial para a dupla de volantes Willian e Junior Urso.

No jogo contra o Toledo, foi muito perceptível para quem estava no estádio a dificuldade que o Coxa teve na saída de bola. Por mais que o adversário tivesse bons marcadores, os chutões da defesa para o ataque foram uma constante inadmissível para um time que se destacou no ano passado pelo toque de bola.

Talvez Junior Urso e Willian ocupem a mesma posição, não podendo jogar juntos. E o pior é que o Coxa não tem hoje no elenco um segundo volante com a mesma qualidade de Léo Gago, que foi para o Grêmio.

Resumindo: se os dirigentes do Coritiba quiserem ser precavidos, valia a pena procurar no mercado alguém para esta posição. Se a dupla atual não der certo, existirá esta solução. Se funcionarem, melhor ainda para os alviverdes.

Robson Martins, repórter


Enviado por Rodrigo Fernandes, 18/01/2012 às 15:38


Gazeta do Povo/Arquivo

Gazeta do Povo/Arquivo / Revelado no clube, Ricardinho jogou 81 vezes e marcou 13 gols com a camisa do Paraná, de 94 a 97Revelado no clube, Ricardinho jogou 81 vezes e marcou 13 gols com a camisa do Paraná, de 94 a 97

Essa história pode ser igual a de muitos tricolores. Então vai lá...

A primeira vez que vi Ricardinho jogar foi em 1995. Não lembro exatamente que partida era. Estava na Vila Capanema e o técnico Otacílio Gonçalves, com o time jogando muito mal, colocou o meia franzino para resolver o problema. Não deu certo. Por algum motivo, talvez pela impaciência da torcida com seus dribles miúdos, fiquei com aquela impressão ruim do então garoto.

No fim de 96, Ricardinho deu uma entrevista ao repórter Osmar Antônio na Rádio Paraná. Era período de férias e o Tricolor já passava por perrengues financeiros. Durante a conversa, o jogador disse que 1997 seria o seu ano. Destacou ainda que estava assumindo a responsabilidade de manter a hegemonia paranista no estado. Era um prognóstico petulante, pois o time vitorioso vinha se desmantelando. Mas ele acertou em cheio.

Com o pentacampeonato regional daquela temporada, o camisa 10 se tornava símbolo de uma das gerações mais vitoriosas do estado. Com um futebol de passes certeiros, senso de organização tática e uma canhota calibrada, o hoje ex-atleta foi até quando resistiu (importante dizer isso) um dos jogadores mais eficientes que acompanhei.

Longe da Vila, um sucesso ainda mais imponente – defendendo o país em duas Copas. Foi campeão pela seleção brasileira, Santos, Besiktas (Turquia), Atlético-MG e multicampeão no Corinthians.

Ele entra agora em uma nova fase na carreira. Curiosamente, assim como naquele jogo perdido de 17 anos atrás, quando me frustrei com a promessa paranista, a sensação inicial neste momento é de incerteza. A diferença, pelo menos para mim, é que não duvido mais de Ricardinho.


# # #
Ricardinho, sem dúvida, é uma notícia que orgulha a torcida paranista. Mas não se pode falar dessa surpreendente contratação sem mencionar a frustração que vem embutida neste ousado acerto: ele não tem futebol para jogar a Série B?

Enviado por Rodrigo Fernandes, 17/01/2012 às 19:16


Antonio More / Gazeta do Povo

Antonio More / Gazeta do Povo / Presidente do Paraná, Rubens BohlenPresidente do Paraná, Rubens Bohlen
A reação paranista a oferta do Atlético para usar a Vila Capanema foi surpreendente e faz a gestão do clube ganhar pontos com a torcida tricolor. Se antes os dirigentes não perdiam a oportunidade para colocar o estádio à disposição do Rubro-Negro, agora se sentem donos da situação.

Para começo de conversa, diz a turma tricolor, o adversário precisa desembolsar por jogo “n” vezes mais do que a produção do Pearl Jam bancou em novembro do ano passado para usar a praça esportiva.

E tem mais: a quantia só vale para o Paranaense. Para duelos da Copa do Brasil seria outra negociação. Ainda pela contraproposta do Paraná, o Furacão pode usar o campo para um treino na véspera das partidas.

É pegar ou largar. Uma postura que pode render R$ 1,5 milhão (11 jogos) ao combalido cofre do clube.

Os tricolores alegam que pagaram R$ 50 mil para usar a Arena, em 2003, em um jogo com o Corinthians, pelo Brasileiro. Diante disso, com valores corrigidos, dizem estar estipulando um valor justo de mercado.

A figura de Mario Celso Petraglia, pelo burburinho na Vila Guaíra, é o estopim para essa posição mais ostensiva. O atleticano ofereceu 10% da renda das partidas para pagar o uso Vila. Depois disse que o Paraná poderia usar jogadores sem perspectivas no CT do Caju. A proposta foi considerada “uma esmola” na cúpula paranista.

Além disso, MCP deixou uma impressão não muito agradável. Com um discurso tido “pretensioso”.

Com rispidez na negociação, os dirigentes do Paraná atenuam a imagem ruim deixada durante o período em que o Atlético nem cogitava usar a Vila -- apesar de enfraquecer a suposta harmonia entre os clubes. À época, para quem não tem memória curta, foi um festival de declarações se oferecendo para “ajudar o coirmão”. Futebol tem isso.

Agora é esperar.


PS: Diante da revolta de alguns leitores do blog, muitos sem educação e alguns poucos incorrendo em ações covardes previstas no Código Penal, uma explicação.

1) No comentário anterior não houve nenhuma exaltação a Mario Celso Petraglia. Isso ficou claro, logo no primeiro parágrafo, ao tratar sua estratégia como “uma ação digna das manobras mais edificantes da cartolagem”.

2) Não era a intenção gerar mal entendidos sobre a instituição Paraná Clube. Muito menos sobre Vila Capanema. Ao tratar a ação dos dirigentes do clube como de “damas da noite”, fez-se uma referência a posição de pouca firmeza, à disposição, para ceder o estádio. Só isso.

Este é um espaço público de debate de idéias. O Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM) não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
Classificados mais anúncios
Imóveis
5680 ofertas
Veículos
966 ofertas
Empregos
274 ofertas
Multi
530 ofertas
Shopping RPC

Os melhores preços estão aqui, clique e compare!


Powered by: Buscapé

LeaderTV Sony Bravia LED 32 Polegadas 12 x R$134,99
Saraiva.com.brPC DexPC Intel Atom D425 2048 MB 9 x R$77,67
Fast Shop.com.brMicroondas Brastemp Ative! BMS45 6 x R$66,50
Wal-MartParlux 3800 12 x R$43,43
PontoFrio.comCâmera NewLink CD109 15.2 Megapixels à vista R$152,10
SEÇÕES
Vida e Cidadania
Retratos Paraná
Paz tem voz
Litoral
Vida Pública
Diários Secretos
Mundo
Economia
20 Melhores Empresas
Esportes
Copa 2014
F1
Caderno G
Últimas Notícias
Edição do Dia
Vida na Universidade
Ensino
Pós & Carreira
Especiais
Especial 90 anos
Opinião
Charges
Colunistas
Cinema
Viver Bem
Caminhos do Campo
Expedição Safra
Saúde
Gente
GAZ+
Animal
Tecnologia
Turismo
Automóveis
Imóveis
Casa & Decoração
Bom Gourmet
Dados
Expediente
Edições Anteriores
Perfil
BLOGS
A Noite Toda
Arquibancada Virtual
A Todo Gaz+
Bar do Celso
Blog Animal
Blog da Redação Gaz+
Blog Vida e Cidadania
Blog do Caderno G
Blog do Guia
Blog Turismo
Bola no Corpo
Buzz
Caixa Zero
Central de Cinema
Conexão Brasília
Conversa Temperada
Cozinha, Mesa e Companhia
Descontrole
Dia de Clássico
Dias da Vida
Espaço do Banik
Fôlego
Foto-síntese
Geração Gaz+
Giro Sustentável
História Cultural
Inclusilhado
Ir e Vir de Bike
Língua Solta
Livros
Lixeira do Punkada
Los 3 Inimigos
Luta Livre
Muito Trabalho, Pouco Stress
Noivas Nervosas
O saboroso mundo de Manu
Panela do Anacreon
Pista 1
Planeta Web
Plantão de Estilo
Populares
Quanto Vale o Show
Rádio Música Curitibana
Rolmops & Catchup
Salmonelas
Sobre Nada
Sobretudo
Tubo de Ensaio
Turistando
ENTRETENIMENTO
Guia Gazeta do Povo
Cinema
Restaurantes
Bares
Cafés
Exposições
Passeios
Teatros
Shows
Guia Cultural
Compras
Quem é você?
Delivery
Revele o Paraná
SERVIÇOS
Boletim Inteligente
Classificados
Contatos
Horóscopo
Tempo
Assinaturas
Clube do Assinante
Anuncie no Jornal
Agência de Notícias