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Exportação

Sob alta pressão, Porto de Paranaguá bate recorde e carrega navio em um dia

País tenta embarcar o máximo possível de milho neste ano para liberar estruturas para carregamento de soja a partir de janeiro

Divulgação/Appa Envio de soja à China ainda movimenta o Porto de Paranaguá, apesar de o milho ser o principal produto de exportação neste momento. | Divulgação/Appa

Envio de soja à China ainda movimenta o Porto de Paranaguá, apesar de o milho ser o principal produto de exportação neste momento.

Todo o tempo disponível sem chuva pode ser pouco para o Brasil atingir sua meta de exportar 30 milhões de toneladas do milho colhido em 2015 até o fim de janeiro. Esse volume é recorde e se acumulou por causa das chuvas e do embarque elevado de soja, que foi sete vezes maior em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2014. Sob alta pressão, o Porto de Paranaguá bateu novo recorde diário de carregamento de grãos por um só berço na quarta-feira (9).

Segundo a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), ao longo de 24 horas, o berço 213 do Corredor de Exportação carregou 51,68 mil toneladas de soja no navio Okinawa, que segue para a China. Um navio pode carregar até 60 mil toneladas, mas nem sempre viaja com capacidade máxima lotada. Assim, com esse feito, o berço 213 conseguiu praticamente carregar um navio inteiro num mesmo dia. O serviço muitas vezes demora dois a três dias.

Investimentos que passam de R$ 5 milhões tornaram o carregamento mais ágil, conforme a Appa. O recorde anterior é recente, de 9 de junho, quando o berço 214 carregou 50,5 mil toneladas em um graneleiro. A nova marca supera esse patamar em 2,3%.

“Tivemos muitos dias de chuva neste último trimestre. Bastou que tivéssemos uma janela de tempo bom para que voltássemos a carregar com agilidade máxima, resultado do pacote de investimentos que fizemos nos últimos anos no Corredor de Exportação”, afirma o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Para cada dois dias de chuva em 2014, o porto registra três dias chuvosos neste ano. Os projetos de construir uma cobertura nos três berços do Corredor de Exportação foram adiados.

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