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Fotos: Divulgação/Júnior Réplicas

Fotos: Divulgação/Júnior Réplicas / A coleção de Gabriel Sgrillo, filho do proprietário da Júnior Réplicas. Entre os modelos, um Corvette 1956 (em que o jovem  aparece ao volante) A coleção de Gabriel Sgrillo, filho do proprietário da Júnior Réplicas. Entre os modelos, um Corvette 1956 (em que o jovem aparece ao volante)
Brinquedo

Carro de verdade em versão reduzida

Fábrica paranaense produz réplicas fiéis em escala 2/3 de modelos clássicos, equipadas com motor a gasolina e câmbio semi-automático. Minicarros podem ser dirigidos por crianças a partir de 6 anos e somente em locais fechados

Publicado em 01/04/2009
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Quase toda a criança não vê a hora de um dia dirigir um carro de verdade. Os primeiros contatos começam ainda na garagem de casa, girando o volante e simulando a troca de marchas no automóvel do pai. Há quatro anos uma empresa de Pinhais, na Grande Curitiba, tratou de antecipar esse sonho. A Júnior Réplicas começou a reproduzir modelos clássicos da indústria automotiva em escala 2/3, com direito a motor a gasolina de 6,9 HP, emprestado de motocicleta, e câmbio semi-automático de quatro marchas (com ré). A ideia tornou-se pioneira no Brasil e hoje é o brinquedo que mais se aproxima de um veículo real.

Feitas a partir de chassi reforçado com tubos em aço e carroceria em fibra de vidro, as cópias impressionam pela fidelização à versão original, dos pneus aos instrumentos no painel. “Se você colocar a réplica ao lado do original terá dificuldades para fazer o jogo dos sete erros”, garante Pablo Sgrillo, proprietário da empresa.

 / Aparador com base de Corvette 1956 Ampliar imagem

Aparador com base de Corvette 1956

Da rua para casa

Além de garantir a diversão das crianças, a Júnior Réplicas também desenvolve objetos que podem agradar os adultos. São peças para decorar a casa ou escritório chamadas de automobília, por reproduzirem componentes ou parte de um veículo. Destaque para os aparadores em formato de dianteira de três modelos clássicos que marcaram época na indústria automotiva. O VW Fusca 1953 (1,05m de largura por 0,50 m de altura), que vem nas cores branca, verde e azul, vermelho e preta; o Corvette Classic 1956 (1,14 m x 0,60 m), na cor vermelha; e o Jeep MB 1942 (0,95 m x 0,85 m), em verde. Os aparadores são feitos de plástico industrial e metal na escala 2/3 e custam R$ 889, valor que pode ser parcelado em até 18 vezes.

Atualmente, a fábrica trabalha com quatro diferentes modelos: Jeep, Hummer, Land Rover e Corvette. Quase toda a produção é destinada ao mercado externo, especialmente Estados Unidos e Europa. Os preços variam de R$ 9,4 mil a R$ 18 mil (confira tabela ao lado).

O Jeep MB 1942 está entre os modelos mais requisitados. A versão reduzida do veículo usado pelo exército dos EUA na Segunda Guerra Mundial possui tração traseira, freio hidráulico, santantônio, estepe e indicador digital de marchas. Leva crianças desde 6 anos até adultos com 1,80 metro de altura.

A estrela é o Corvette Classic 1956, primeiro esportivo norte-americano. De acordo com Sgrillo, a réplica é considerada lá fora como a cópia motorizada em escala mais fiel até hoje construída de um veículo clássico. Alguns componentes exigem uma produção artesanal bastante complexa, como a cromagem plástica, espalhada por todo o carro. O estofamento é feito por um profissional de Curitiba especializado em veículos antigos. O “Vette”, como é conhecido, pode chegar a 60 km/h.

No condomínio do empresário Fabrício de Macedo, na capital paranaense, um dos carros que mais chamam a atenção é um Hummer, jipão desenvolvido para o exército norte-americano. Detalhe: quem dirige é o filho dele, Fabrício Mattos de Macedo, de 11 anos. O modelo é um dos exemplares produzidos em Pinhais. “Quando criança, sempre quis ter um carrinho assim. Mas não existia nada parecido. Agora, pude realizar não só o desejo do meu filho como também um sonho de infância”, revela.

A Júnior Réplicas surgiu em 2005 depois que o pai de Pablo, o designer Fernando Sgrillo, fez um Jeep Willys M38 1951 para o neto Gabriel, na época com 5 anos. O assédio de amigos e interessados em ter um modelo igual foi tanto que a família, ainda residente em Porto Alegre (RS), decidiu iniciar uma pequena produção sob encomenda. Logo a empresa ganharia corpo e mudaria para Curitiba em busca de uma melhor logística para a exportação. Hoje produz de 10 a 15 carros por mês. Quem comemora é Gabriel, que a partir do Jeep iniciou a sua coleção, atualmente formada por todas as versões confeccionadas na fábrica em Pinhais.

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