Sábado, 04/02/2012
Ainda é cedo para dizer que o Atlético tem condições de brigar de igual para igual com o Coritiba no Estadual. Seria temeroso fazer tal afirmação, ainda mais tratando-se de um time em formação, que vive à mercê de insights de Juan Ramón Carrasco. O treinador, aliás, tem cumprido o time ofensivo que prometeu, só que está longe de encontrar equilíbrio na defesa.
E é exatamente o setor defensivo que pode pesar contra o Rubro-Negro na esperança de chegar empatado com o rival no Atletiba da 10ª rodada. Muito permissivo, contou com a sorte e com a deficiência ofensiva de Londrina, Operário e Rio Branco. Carrasco precisa olhar para trás da mesma forma que pensa o ataque. Caso contrário, pode ser tarde.
Apesar disso, o técnico uruguaio tem surpreendido. Era difícil imaginar, mesmo em um campeonato tecnicamente ruim, que o combalido Furacão largaria com três vitórias. Carrasco ganhou crédito.
O desafio dele é manter essa confiança, inclusive da torcida, impondo limites. Nele mesmo.
Sabidamente, os norte-americanos não são muito chegados ao “soccer”, o nosso futebol. Mesmo assim, a revista Sports Illustrated AFP
Messi melhor do que Pelé segundo draft da Sports Illustrated
O resultado? Polêmica. Isso porque o argentino Lionel Messi ficou em primeiro na lista da publicação. O Rei Pelé ficou apenas em quarto na eleição, atrás ainda de Diego Maradona e Johan Cruyff. Zico e Ronaldo foram os outros dois brasileiros mais bem colocados, na 18ª e 19ª colocação, respectivamente.
A “brincadeira” da revista funcionou da seguinte forma. Foi organizado um “draft”, como ocorre na NBA e na NFL, a liga de futebol americano. Após um sorteio entre 10 jornalistas, o primeiro sorteado ganhou o direito de escolher “em teoria” o melhor de todos os tempos. A opção foi Messi.
“Será que eu preciso explicar o porquê? O júri pode questionar se ele é o melhor de todos os tempos, mas já houve um ‘melhor jogador’ quando se fala em atitude, altruísmo e ritmo de trabalho?”, declarou Raphael Honigstein, o responsável pela escolha polêmica.
Melhor os norte-americanos não se arriscarem muito em opiniões sobre futebol...
Confira os 20 primeiros da lista da Sports Illustrated e os brasileiros escolhidos pelos jornalistas:
1º - Messi
2º - Diego Maradona
3º - Johan Cruyff
4º - Pelé
5º - Franz Beckenbauer
6º - Lev Yashin
7º - Michel Platini
8º - Bobby Moore
9º - Zinedine Zidane
10º - Ferenc Puskas
11º - Gerd Müller
12º - Marco Van Basten
13º - Nandor Hidegkuti
14º - Franco Baresi
15º - Paolo Maldini
16º - Alfredo Di Stéfano
17º - Xavi
18º - Zico
19º - Ronaldo
20º - Karl Heinz Rummenigge
22º - Roberto Carlos
24º - Ronaldinho Gaúcho
28º - Garrincha
29º - Carlos Alberto
34º - Falcão
40º - Romário
45º - Nilton Santos
57º - Cafu
78º - Toninho Cerezo
85º - Didi
91º - Djalma Santos
100º - Daniel Alves
114º - Maicon
127º - Junior
130º - Domingos da Guia
131º - Rivaldo
136º - José Altafini Mazola
141º - Marcos Senna
Ontem à tarde, enquanto zapeava pelos canais da televisão, vi, de relance, o goleiro Márcio, ex-Atlético, fazer uma bela defesa de mão trocada no jogo contra o São Paulo.
Presumi que o inferno astral do arqueiro, reserva de Renan Rocha na maior parte de 2011, havia passado. Errei feio. Quatro gols - um deles literalmente bizarro - foram pra conta do jogador revelado pelo Paulista de Jundiaí.
Depois da cabeçada do atacante Luís Fabiano, Márcio, que estava no chão, tenta afastar com o pé e acaba mandando a bola pra dentro da própria meta (veja o vídeo acima). Um lance de azar, um momento de distração, uma jogada de improvável repetição?
Pode ser, mas parece que os bons fluidos não acompanharam os filhos pródigos do Trio de Ferro no início de 2012. Além do goleiro artilheiro, dois ex-jogadores do Coxa não estrearam bem no campeonato Gaúcho.
O volante Léo Gago foi titular na derrota do Grêmio para o Lajeadense e começou com o pé esquerdo. Na verdade, a canhota do garoto do trio boladão não surtiu efeito. Com vários "balões" de fora da área, a atuação fez com que alguns torcedores gremistas já pedissem que o jogador fosse trocado por Tcheco.
Marcos Aurélio, que deixou o Coxa pelo Inter, também não teve sorte com a nova camisa. Titular do time reserva do Colorado, foi substituído no segundo tempo da derrota para o Avenida.
O trio paranista que hoje defende o Bragantino (Giancarlo, Wellington e Serginho) também não largou com vitória. O time de Bragança Paulista perdeu para o Palmeiras por 2 a 1, mas pelo menos Wellington deixou sua marca, de pênalti.
O goleiro Zé Carlos e o zagueiro Cris não tiveram a mesma sorte do ex-companheiro. Foram titulares na derrota do Oeste-SP para o Guarani.
Quem se salvou foi o atacante Hernane, autor dos dois gols do Mogi-Mirim contra a Catanduvense.
Mas mesmo como o grande nome do jogo, o herói da partida, o ex-centroavante do Paraná não chamou tanta atenção quanto o goleiro Márcio, que nesse momento certamente não gostaria de estar no centro dos holofotes.
Mais sorte na próxima.
Faltou alguém? Comente sobre a atuação - bizarras ou não - de ex-jogadores de Atlético, Coritiba e Paraná!
Christian Rizzi e Jonathan Campos / Gazeta do Povo

Leite de pedra
O resultado de 2 a 0 é o que menos importa. O importante ao torcedor do Atlético era ver o desempenho do time. E quem assistiu à partida de domingo, mesmo o mais otimista, saiu ainda mais preocupado. O Rubro-Negro começou 2012 da mesma forma como terminou 2011: com pouquíssimo a oferecer.
Quem prefere culpar o técnico Juan Ramón Carrasco por suas improvisações contra o Londrina não deve ter visto a escalação e o banco de reservas do Furacão. São os mesmos, com ainda menos opções técnicas. Treinar o Atlético, já há algum tempo, é tirar leite de pedra.
Até consigo entender o raciocínio do comandante uruguaio. Afinal, se com todos jogando em suas posições, no ano passado, o time caiu para a Segunda Divisão, então o improviso era sim uma solução. O problema é que também não surtiu o efeito desejado.
É, de certa forma, um bom exemplo para a diretoria: no futebol não adianta inventar muito. Por isso mesmo, o Atlético necessita de reforços urgentes.
Márcio Reinecken, repórter
Olho nos volantes
Lógico que ainda é cedo para fazer uma análise do que vai ser o Coritiba em 2012. O primeiro jogo envolve problemas físicos e a ansiedade da estreia - fatores que valorizam ainda mais a vitória de ontem. Mas creio que o técnico Marcelo Oliveira tem de ter um olhar especial para a dupla de volantes Willian e Junior Urso.
No jogo contra o Toledo, foi muito perceptível para quem estava no estádio a dificuldade que o Coxa teve na saída de bola. Por mais que o adversário tivesse bons marcadores, os chutões da defesa para o ataque foram uma constante inadmissível para um time que se destacou no ano passado pelo toque de bola.
Talvez Junior Urso e Willian ocupem a mesma posição, não podendo jogar juntos. E o pior é que o Coxa não tem hoje no elenco um segundo volante com a mesma qualidade de Léo Gago, que foi para o Grêmio.
Resumindo: se os dirigentes do Coritiba quiserem ser precavidos, valia a pena procurar no mercado alguém para esta posição. Se a dupla atual não der certo, existirá esta solução. Se funcionarem, melhor ainda para os alviverdes.
Robson Martins, repórter
Gazeta do Povo/Arquivo
Revelado no clube, Ricardinho jogou 81 vezes e marcou 13 gols com a camisa do Paraná, de 94 a 97A primeira vez que vi Ricardinho jogar foi em 1995. Não lembro exatamente que partida era. Estava na Vila Capanema e o técnico Otacílio Gonçalves, com o time jogando muito mal, colocou o meia franzino para resolver o problema. Não deu certo. Por algum motivo, talvez pela impaciência da torcida com seus dribles miúdos, fiquei com aquela impressão ruim do então garoto.
No fim de 96, Ricardinho deu uma entrevista ao repórter Osmar Antônio na Rádio Paraná. Era período de férias e o Tricolor já passava por perrengues financeiros. Durante a conversa, o jogador disse que 1997 seria o seu ano. Destacou ainda que estava assumindo a responsabilidade de manter a hegemonia paranista no estado. Era um prognóstico petulante, pois o time vitorioso vinha se desmantelando. Mas ele acertou em cheio.
Com o pentacampeonato regional daquela temporada, o camisa 10 se tornava símbolo de uma das gerações mais vitoriosas do estado. Com um futebol de passes certeiros, senso de organização tática e uma canhota calibrada, o hoje ex-atleta foi até quando resistiu (importante dizer isso) um dos jogadores mais eficientes que acompanhei.
Longe da Vila, um sucesso ainda mais imponente – defendendo o país em duas Copas. Foi campeão pela seleção brasileira, Santos, Besiktas (Turquia), Atlético-MG e multicampeão no Corinthians.
Ele entra agora em uma nova fase na carreira. Curiosamente, assim como naquele jogo perdido de 17 anos atrás, quando me frustrei com a promessa paranista, a sensação inicial neste momento é de incerteza. A diferença, pelo menos para mim, é que não duvido mais de Ricardinho.
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Ricardinho, sem dúvida, é uma notícia que orgulha a torcida paranista. Mas não se pode falar dessa surpreendente contratação sem mencionar a frustração que vem embutida neste ousado acerto: ele não tem futebol para jogar a Série B?
Antonio More / Gazeta do Povo
Presidente do Paraná, Rubens BohlenPara começo de conversa, diz a turma tricolor, o adversário precisa desembolsar por jogo “n” vezes mais do que a produção do Pearl Jam bancou em novembro do ano passado para usar a praça esportiva.
E tem mais: a quantia só vale para o Paranaense. Para duelos da Copa do Brasil seria outra negociação. Ainda pela contraproposta do Paraná, o Furacão pode usar o campo para um treino na véspera das partidas.
É pegar ou largar. Uma postura que pode render R$ 1,5 milhão (11 jogos) ao combalido cofre do clube.
Os tricolores alegam que pagaram R$ 50 mil para usar a Arena, em 2003, em um jogo com o Corinthians, pelo Brasileiro. Diante disso, com valores corrigidos, dizem estar estipulando um valor justo de mercado.
A figura de Mario Celso Petraglia, pelo burburinho na Vila Guaíra, é o estopim para essa posição mais ostensiva. O atleticano ofereceu 10% da renda das partidas para pagar o uso Vila. Depois disse que o Paraná poderia usar jogadores sem perspectivas no CT do Caju. A proposta foi considerada “uma esmola” na cúpula paranista.
Além disso, MCP deixou uma impressão não muito agradável. Com um discurso tido “pretensioso”.
Com rispidez na negociação, os dirigentes do Paraná atenuam a imagem ruim deixada durante o período em que o Atlético nem cogitava usar a Vila -- apesar de enfraquecer a suposta harmonia entre os clubes. À época, para quem não tem memória curta, foi um festival de declarações se oferecendo para “ajudar o coirmão”. Futebol tem isso.
Agora é esperar.
PS: Diante da revolta de alguns leitores do blog, muitos sem educação e alguns poucos incorrendo em ações covardes previstas no Código Penal, uma explicação.
1) No comentário anterior não houve nenhuma exaltação a Mario Celso Petraglia. Isso ficou claro, logo no primeiro parágrafo, ao tratar sua estratégia como “uma ação digna das manobras mais edificantes da cartolagem”.
2) Não era a intenção gerar mal entendidos sobre a instituição Paraná Clube. Muito menos sobre Vila Capanema. Ao tratar a ação dos dirigentes do clube como de “damas da noite”, fez-se uma referência a posição de pouca firmeza, à disposição, para ceder o estádio. Só isso.
Walter Alves/Gazeta do Povo
Vila CapanemaO clube, através de Mario Celso Petraglia, abateu numa paulada só a estabilidade e paciência de Vilson Ribeiro de Andrade, presidente do Coritiba; a retórica de “grande mediador” de Hélio Cury, mandatário da Federação, além de jogar dois degraus abaixo do meio fio a estima paranista.
Nos casos do Coxa e da Federação há pouco a acrescentar. O assunto ainda rende, mas basicamente – como a Justiça Desportiva determinou – houve "abuso de poder" da entidade sobre o patrimônio do clube. E ponto final. Sem o blá-blá-blá de Copa.
Mas a situação tricolor ficou à margem, apesar de ser a mais humilhante.
A Vila Capanema chegou a ser vistoriada como “reserva técnica” do Campeonato Estadual. Tudo indicava que os rubro-negros iriam jogar lá durante o exílio forçado para as obras na Arena. Mas o Furacão, com alguns motivos questionáveis, rejeitou a tradicional praça esportiva.
A principal alegação dos atleticanos – avalizada por Cury – é a incapacidade do Durival Brito para alojar os sócios-torcedores do Furacão. É verdade, porém... No ano passado, durante 11 jogos como mandante no Joaquim Américo, a equipe levou uma média de público de 10.587 torcedores – número que, com jeitinho, ficaria acomodado no acanhado estádio da Engenheiros Rebouças.
A situação do Paraná fica ainda pior por um motivo banal: sua diretoria age como uma dama da noite nas esquinas, oferecendo seu patrimônio. É um ato dramático para conseguir algum dinheiro enquanto amarga o ostracismo do calendário.
No fim das contas, tudo indica, por enquanto, a Vila será o destino do Atlético. Usará o imóvel com aquele olhar “é o que temos”. Aos paranistas sobrou mais essa vergonha. Não pelo possível empréstimo, algo digno e civilizado, mas pela forma como os pinos caíram.
Jornal Pravda, o órgão oficial do governo soviético durante o comunismoDesde o início da gestão de Mario Celso Petraglia, o clube parece apostar no seu departamento de comunicação. Basta ver o site oficial rubro-negro. São notícias diárias sobre o time, com o deleite de áudio e vídeo em alguns casos.
A ideia, ninguém duvida, é transformar o canal virtual em uma ferramenta importante para o Furacão informar seu ávido público. Em um curto prazo, com otimismo, pode-se dizer que a página será até uma fonte de renda.
Nem mesmo o fato de a administração MCP transformar o veículo em um Pravda – periódico russo que nos tempos de comunismo servia como órgão do poder soviético – é atenuante para essa análise otimista sobre a ajuda imensurável trazida pelo atleticoparanaense.com.
A queda de braço entre o relato oficial, como indica ser o trabalho no Atlético, e o jornalismo sempre teve o mesmo vencedor. E olha que a batalha já foi travada com monarquias, ditadores, tiranos... Em todos os casos as limitações para trabalhar serviram de combustível à sagacidade.
E a comparação com o diário moscovita não é exagerada. Basicamente, a reportagem do clube tem o domínio das informações. Filtra os fatos e oferece o que lhe é conveniente – sem compromisso editorial ou análise crítica. Alguém viu, por exemplo, a notícia sobre o atraso de Guerrón e Manoel na reapresentação do elenco?
Tem mais: sabe quem são os reforços de 2012? Quem será dispensado? Onde o clube vai jogar? É a doutrina do “eu sei o que você deve ler”. Algo surpreendente na teoria da gestão Petraglia. Seus fãs, certa vez, fizeram uma cartilha citando ideias de Fernando Pessoa, Mahatma Ghandi, Goethe, George Orwell e Friedrich Nietzsche. Nada mais contraditório.
Desde o início da temporada, não houve uma abertura para as empresas tradicionais de mídia entrevistarem atletas e acompanharem os treinos. Porém, no espaço do Atlético, por exemplo, há alguns relatos do dia a dia dos atletas.
Em um deles, ainda só para ilustrar, conta-se que o técnico Carrasco fez um trabalho coletivo com bola. Basta acessar o registro para o espanto: nenhuma mísera linha sobre o esboço de time titular montando pelo treinador uruguaio.
Nota-se existir um trabalho sem independência, algo que não vai satisfazer plenamente seu público – por maior ou, quem sabe, menos escolarizado que esse seja. E quem ganhará com isso? Justamente aqueles que o Atlético parece tratar como indesejáveis ou, por mais ridículo que possa parecer, adversários comerciais.
Sim, claro, haverá quem esbraveje: “É uma forma de combater a impressa corruptível, mentirosa, suja”. O discurso generalista está pronto. Basta então fazer algo melhor. Você escolhe enquanto isso.
As habilidades de Joel Santana com a língua estrangeira ganharam repercussão após o treinador brasileiro conceder entrevistas em inglês quando dirigiu a África do Sul. A mais famosa ocorreu durante a Copa das Confederações, em 2009, após uma partida dos africanos contra o Iraque.
Joel deixou os “bafana bafana”, mas as lembranças sobre o seu inglês ficaram marcadas. Tanto que continuam repercutindo. Nesta semana, a Pepsi divulgou um novo comercial em que a estrela é Joel Santana. Qual o papel dele? Tradutor, é lógico.
Durante pouco mais de 30 segundos, Joel esbanja seu inglês com algumas pérolas como: “Ele quer saber se ió dog have a fone”. E por aí vai.
Confira o comercial abaixo:
E agora relembre a famosa entrevista de Joel ainda como técnico da África do Sul:
O novo técnico do Atlético, Juan Ramón Carrasco, já dirigiu a seleção do Uruguai, foi campeão pelo Nacional, levou o Fênix à Copa Libertadores, no entanto, um dos feitos relacionados a ele com maior repercussão foi uma preleção dada aos jogadores do River Plate, durante sua passagem pelo clube uruguaio.
A conversa ocorreu dentro de campo. Basicamente, Carrasco pergunta o que está na mão dele. No caso, uma bola. E segue: a bola é feita de couro; o couro vem da vaca; a vaca come a grama. Então, deixem a bola rolar na grama.
A metáfora continua. Carrasco pede uma chuteira a um atleta. Outra vez: a chuteira vem do couro. Desta vez, o couro vem do touro. E aí começa o “jogo de sedução”. O touro tem que conquistar a vaca, ou seja, as chuteiras devem tratar com carinho a bola para conseguirem levá-la para a “cama”, ou seja, para as redes.
Confira o vídeo abaixo e tire suas conclusões:
Outra curiosidade sobre o novo comandante atleticano. Foi ele o técnico que dirigiu o Uruguai diante do Brasil em partida disputa no Pinheirão, em Curitiba, em novembro de 2003. A Celeste, que chegou a estar perdendo por 2 a 0, conseguiu virar o placar, mas um gol de Ronaldo impediu a derrota brasileira na ocasião. Final de jogo: 3 a 3. Relembre os gols no vídeo abaixo:
Qual a sua opinião: Carrasco é o nome certo para dirigir o Atlético em 2012? Comente!
O Baixo São Francisco (parte 3) – Eloi Zanetti
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