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Terça-feira, 09/02/2010

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Bar do Celso

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Enviado por Luís Celso Jr., 04/02/2010 às 16:33


Divulgação/Bakanas Pub

Divulgação/Bakanas Pub / Um dos destaques do Bakanas Pub é oferecer a cerveja artesanal da Klein Bier, de Campo Largo. E a carta da bebida deve aumentar num futuro próximoUm dos destaques do Bakanas Pub é oferecer a cerveja artesanal da Klein Bier, de Campo Largo. E a carta da bebida deve aumentar num futuro próximo
Quando a gente fica um bom tempo na praia, começa a enjoar um pouco do mesmo estilo de bar. Felizmente há boas opções para "mudar de ares", mesmo que poucas. Uma delas é o Bakana's Pub. E, pasmem, a casa tem cerveja artesanal da Klein Bier, fabricada em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. É a salvação da lavoura cervejeira no Litoral e em um dos pontos mais nobres de Caiobá - perto do Morro do Boi, entre as praias Brava e Mansa.

A casa não se parece com um pub tracidional, estilo londrino - todo arquitetado em madeira, quente e até meio depressivo - nem tem nada daqueles porões escuros e esfumaçados. O ambiente é gostoso, arejado, com mobilha bem cuidada e música ambiente. Tem até wi-fi, para quem não larga da internet. Aliás, foi pelo twitter do bar que soube que ele existia.

O cardápio também sai daquele comum de praia. "Nosso carro chefe é o Bakana's Beef, preparado com mignon e os temperos secretos de nossa chef Eliza. Também o acompanha nossa batata suiça, entre outras as recheadas com camarão e catupity ou mignon com cheddar", conta o proprietário Marcelo Meoqui.

Isso para não falar das cervejas artesanais da Klein, que são das poucas opções aqui no litoral para quem aprecia cervejas especiais. Elas só são vendidas em mais dois pontos do Litoral do Paraná: no Quiosque do Beto, em Guaratuba; e no Restaurante e Pousada Paraíso, na Praia de Encantadas, na Ilha do Mel. E, segundo Meoqui, num futuro próximo mais cervejas devem entrar na carta, que também tem bebidas da Femsa.

E não deve ser só um bar de temporada, não. O Bakana's deve ficar aberto o ano todo. E em breve, pelo que conta Meoqui, o empreendimento também deve subir a serra até Curitiba. E pela longa experiência com bares desse uruguaio - são mais de 20 anos em bares de várias partes do mundo como Panamá, Costa Rica, Caribe e Espanha - acho que deve dar muito certo.

Serviço: Bakana's Pub. Rua Rio Branco, 240 - Praia de Caiobá, Matinhos - PR. Telefone (41) 3473-4481. Site http://www.bakanaspub.com.br.

E qual a sua dica de bar no Litoral do Paraná? Escreva abaixo

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 26/01/2010 às 16:31


Divulgação/Heineken

Divulgação/Heineken / Seria tão bom pegar uma praia com a sua cerveja preferida, não? Mas no litoral paranaense falta uma maior variedade de marcas da bebida no comércioSeria tão bom pegar uma praia com a sua cerveja preferida, não? Mas no litoral paranaense falta uma maior variedade de marcas da bebida no comércio
Você gosta de cerveja? Qual delas? Se fizéssemos essa pergunta em uma mesa de bar, meia dúzia de marcas seriam citadas, conforme o gosto do freguês. As comerciais apareceriam com mais frequência. No entanto, hoje especiais e artesanais também estariam representadas. Em um grande centro é possível achar essa variedade de marcas. Já aqui no Litoral do Paraná está difícil. Falta opção no comércio local.

Girei pelos mercados de Matinhos e tudo que achei de mais elaborado foi a holandesa Heineken, a mexicana Dos Equis e as Bohemias Weiss, Confraria e Escura. Apesar da carta de cervejas da Ambev e Femsa incluírem outras marcas importadas, essas passam longe das praias. E nos bares e restaurantes a dificuldade é a mesma, com raras exceções que vou comentar em outros posts.

Não sei qual é o problema exatamente. Se as distribuidoras não mandam para cá outros rótulos ou se os mercados não tem interesse em trazer. Sabe-se que perto do volume de vendas das marcas comerciais, as especiais têm um fluxo pequeno. Mas podem dar mais lucro, pelos preços mais altos.

A justificativa da falta de procura também não "cola" muito, não. Falei com o produtor de cervejas artesanais Heraldo Gillung, de Palmeira, na Região dos Campos Gerais, que faz as cervejas Nat Bier. Ele está na Feira de Sabores - que trouxe pequenos produtores agrícolas do estado para o Litoral e fez uma parada aqui em Matinhos - e diz que grande parte do seu estoque acabou nos primeiros dias. Principalmente as rauchbiers (cervejas de malte defumado) e as weissbier (de malte de trigo). Agora só sobraram pilseners. Prova da procura principalmente por cervejas diferenciadas.

Já o proprietário do Bakana's Pub, Marcelo Meoqui, um dos três bares do Litoral que trabalha com chopes da Klein Bier - microcervejaria de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba - afirma que as cervejas tem boa saída. "Quando vem alguém que gosta do estilo stout, por exemplo, só toma dele. Aí vão uns 10 copos", conta. Ele tem, inclusive, planos para trazer mais cervejas especiais para o bar. Vamos fazer figa!

Enfim, esse post é só para enfatizar o problema. Não pretendo resolver. Mas falando por e-mail com o pessoal da Associação de Cervejeiros Artesanais do Paraná (Acerva-PR), que agradeço aqui publicamente, vi que há duas soluções mais usadas. Uma é comprar a cerveja na sua cidade e trazer para a praia. Outra é debandar para Santa Catarina. Joinville já tem outras opções e Camboriú muitas mais.

E você, leitor, conhece algum lugar (mercado, loja, restaurante, bar) que tenha cervejas especiais no Litoral paranaense? E onde você gosta de tomar a sua bera? Indique um local.

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 11/01/2010 às 14:56


Divulgação

Divulgação /
É a notícia cervejeira do dia. A holandesa Heineken comprou a mexicana Femsa por 7,6 bilhões de dólares. Com isso, a Heineken assume as operações da companhia no México e um fatia maior das operações no Brasil, dois dos mercados que mais crescem em volume no mundo. E é esse o pulo do gato!

Assim com a Schincariol, que comprou as cervejarias Devassa, Baden Baden e Eisenbahn, a Heineken pensa no futuro. Com a aquisição, somente no Brasil, a empresa deve abocanhar uma participação de 8% no mercado. Não muito se pensarmos no 70% que pertence a AmBev, mas o bastante para brigar pelo terceiro lugar com a cervejaria Petrópolis, que tem 9,6%, e até incomodar com a Schin, que tem 11,6%.

Segundo matéria publicada no site do O Estado de São Paulo, analistas de mercado elogiaram a iniciativa. Somente pela manhã, na bolsa holandesa, as ações da Heineken subiram 5%.

Aí aplica-se a lógica. Quanto maior a participação aqui e no México, mais dinheiro. E se os mercados crescem, mais dinheiro ainda. Isso é bom para eles.

E você com isso?

Hoje o mercado brasileiro tem um volume de consumo de cerveja per capita de cinquenta litros por ano, enquanto na República Checa o consumo é de aproximadamente 150 litros per capita. No nosso país, esse número só aumenta, enquanto lá fora há uma certa saturação, segundo matéria do O Globo.

E os dos nichos que mais devem crescer percentualmente são os segmento Premium e das cervejas especiais. Isso demonstra um certo apuramento do paladar do brasileiro, que está buscando novidades. E isso é bom para nós.

Um mercado que pede, é um mercado que ganha. Há, portando, o reconhecimento por parte das empresas do brasileiro como bom consumidor de cervejas. Esse é o grande mérito, na minha opinião.

Isso deve gerar maior facilidade de distribuição deve trazer mais marcas importadas a preços atraentes, assim como aconteceu com a AmBev na época da fusão com a Interbrew. Uma certa concorrência deve animar o mercado de cervejas, que deve se tornar também mais criativo para conquistar o cliente. Ou seja, teremos, aos poucos, mais acesso à qualidade.

A parte ruim, que consigo ver no calor do momento, é um tendência a termos cada vez mais gigantes cervejeiras. É notória a preocupação dessas empresas com o consumo em volume, contra a preocupação com a qualidade, comum nas pequenas.

E você, caro leitor, o que achou de tudo isso? Da compra, de mais cervejas?

[Update 12/01/2010] Pessoal, como alertou o Alessando, os dados de consumo per capita de cerveja estão errados na matéria do O Globo. No Brasil e no México, esse números giram em torno de 50 litros por pessoa por ano, segundo dados do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústri da Cerveja). Na República Checa, esse número chega a cerca de 150 litros por ano.

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 07/01/2010 às 17:21


Daniel Castellano / Gazeta do Povo

Daniel Castellano / Gazeta do Povo /
[Olá, pessoal. Tenho trabalhado bastante, mas ainda não morri. Estou pesquisando coisas interessantes do Litoral para fazer alguns posts aqui no Bar do Celso. Logo, logo sai. Por enquanto, fiquem com uma matéria que escrevi para o caderno Verão, para quem não viu. São dicas de produtos para manter sua cerveja na temperatura certa na praia. Espero que gostem]

Quando a sede aperta, cerveja gelada se torna artigo de luxo. Ainda mais na praia, quando os ambulantes custam a passar e a cerveja que rola nos isopores nem sempre está estupidamente fria. Uma solução é trazer a bebida de casa, devidamente acondicionada em recipientes especiais que prometem não só manter a temperatura baixa por horas, quanto refrigerar alimentos para o lanche rápido à beira do mar.

Isopor


Fotos: Divulgação

Fotos: Divulgação /

É um dos isolantes térmicos mais populares e baratos do mercado. As embalagens são leves, fáceis de encontrar e estão disponíveis em formatos variados. As caixas maiores, por exemplo, podem ficar em casa, para os dias de festa e churrasco. As menores – principalmente as que têm alças – podem ir à praia. Caixas de isopor são capazes de manter a bebida gelada por até três horas, em média. Os preços variam entre R$ 1 (250ml) e R$ 80 (70 litros).

Caixas térmicas


 /

São fabricadas normalmente com os mesmos materiais dos coolers e tem igual resistência térmica. Mas há modelos especiais, como os usados na pesca esportiva, que contam com maior desenvolvimento tecnológico e mantêm o gelo por até cinco dias. O formato quadrado facilita o transporte no porta-malas do carro. Com alça para transporte. Preços entre R$ 60 e R$ 700.

Baldes e caixas de gelo


 /

São recepientes simples, sem isolamento térmico. Por isso, precisam de uma grande quantidade de gelo para manter as bebidas frias. São mais difíceis de carregar. Preços entre R$ 25 e R$ 200.

Bolsas térmicas


 /

A flexibilidade é a maior vantagem das bolsas térmicas. Depois de usar, é só limpar, dobrar e guardar. Dependendo da composição, elas podem manter a temperatura por até quatro horas. Em geral, são mais baratas que os coolers e caixas térmicas. Custam entre R$ 20 e R$ 200.

Coolers


 /

São os campeões da cerveja gelada e com estilo. Fabricados com isopor ou poliuretano expandido e revestidos por lâminas de plástico, podem segurar a temperatura por até seis horas, segundo os fabricantes. Estão disponíveis em modelos com estampa, alças de tecido ou plástico e até rodinhas – nos coolers maiores. Preços entre R$ 30 (8 latas) e R$ 590 (80 latas).

Tudo limpo
Antes de beber direto da embalagem, certifique-se de que latas e garrafas estão limpas

A parte externa das embalagens de cerveja está exposta à sujeira e às bactérias presentes no ambiente. Por isso, não devem ser abertas sem a devida higienização. “Latas contaminhadas podem causar infecções bacterianas, infecções intestinais e outras doenças”, explica o médico José Luiz Andrade Neto, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Para a limpeza, basta lavar bem a superfície com água e detergente.Preste atenção também à água com que é feito o gelo. “Ele tem de ser feito com água potável, pois estará em contato direto com as embalagens”, explica Andrade.

Se for dirigir
Para quem vai pegar a estrada ou mesmo passear de carro na praia, cuidado com as cervejas sem álcool

As cervejas ditas sem álcool podem ser consumidas “quase” sem restrições. Antes de beber e correr para o volante dê uma olhada no que dizem os rótulos. Algumas marcas têm uma pequena concentração de álcool – cerca de 12 vezes menor do que a de uma cerveja normal – e se consumidas em grande volume podem ser detectadas pelo bafômetro.

A explicação para isso é de que a legislação brasileira considera que bebidas com concentração inferior a 0,5% isentas de álcool. No entanto, apenas duas marcas nacionais estão absolu­tamente livres de álcool: a Liber e a Nova Schin Zero.

Qual a temperatura certa?

Cerveja gelada é preferência nacional. E o mercado está lançando marcas para serem consumidas em temperaturas ainda mais baixas e que aumentam a sensação de refrescância.

Mas, afinal, qual a temperatura certa para beber a cerveja? Segundo o sommelier de cervejas Daniel Wolff, o que vale mesmo é o gosto pessoal. Se você prefere cerveja mais gelada, aprecie desta forma. “No entanto, há cervejas especiais que podem ser degustadas em temperaturas um pouco superiores (não tão frias ou em temperatura ambiente), para que se possa perceber toda a riqueza de aromas e paladares da bebida”, explica. As temperaturas muito baixas, de acordo com o sommelier, interferem na capacidade de sentir sabores e impedem a liberação dos aromas da bebida.

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 23/12/2009 às 21:53


Luís Celso Jr./Gazeta do Povo

Luís Celso Jr./Gazeta do Povo / Minha praia: muito trabalho até fevereiroMinha praia: muito trabalho até fevereiro
Olá, pessoal. Depois de um longo tempo sem postar, cá estou. Peço desculpas pela ausência, mas foi necessária para dar conta de um novo projeto. Estou hoje no Litoral paranaense, mais especificamente em Matinhos, editando o site do Verão da Gazeta do Povo. E não é moleza, não! Estou de chinelos, mas fazendo calos nos dedos de tanto trabalhar. Praia, só pela janela. Mas vou tentar ser mais assíduo, na proporção que as coisas se organizarem. E vou falar um pouco sobre os bares daqui. Alguns tem cada história...

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 11/12/2009 às 14:47


Divulgação/Aos Democratas

Divulgação/Aos Democratas / Aos Democratas dobra de tamanho e ganha três novos ambientesAos Democratas dobra de tamanho e ganha três novos ambientes
Nesta sexta-feira (11) o Aos Democratas, aqui de Curitiba, inaugura seu novo espaço. Trata-se de uma grande ampliação da casa, que dobrou de tamanho e ganhou três novos ambientes. Cada um com um tema diferente, sempre ligado à brasilidade e ao samba. As novidades também incluem mais pontos para assistir aos jogos de futebol, que já são tradição no estabelecimento, e uma mini-orquestra de samba, com músicos fixos contratados pelo bar.

O primeiro dos novos ambientes é uma uma rua cenográfica que reproduz as típicas vielas da Lapa, no Rio de Janeiro, com direito a calçadas com pedrinhas portuguesas, moveis e postes de luz de época. O segundo é um mezanino que homenageia as escolas de samba, tanto do Rio quanto de Curitiba, decorado com adereços e outros itens. O terceiro é o primeiro Camarote Brahma permanente do país, segundo informações do estabelecimento.

Vou conferir como ficou e depois coloco aqui mais comentários.

Serviço: Bar Aos Democratas. Rua Dr. Pedrosa, 485 – Batel. Telefone: (41) 3024-4496. www.aosdemocratas.com.br.

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 10/12/2009 às 19:24


Divulgação/Matriz e Filial

Divulgação/Matriz e Filial / O bar Matriz e Filial, de Curitiba, foi um dos premiados pelo Clube Apreciadores do Chopp 2009, da FemsaO bar Matriz e Filial, de Curitiba, foi um dos premiados pelo Clube Apreciadores do Chopp 2009, da Femsa
Já não é a primeira vez. No final de setembro o Paraná teve um de seus representantes – o André Ramos, gerente do bar Aos Democratas – eleito pela Ambev o melhor tirador de chope Brahma do país. Agora três estabelecimentos do estado estão entre os que melhor servem a bebida, segundo a premiação nacional Clube Apreciadores do Chopp 2009, da Femsa. Os eleitos foram os bares Matriz e Filial, de Curitiba, Empório Guimarães, de Londrina, e a lanchonete Habib's do Hauer, também na capital.

Os três estão entre os 29 do país que receberam o título “Grande Mestre Apreciador”, o mais alto reconhecimento do clube. Os critérios avaliados vão desde a forma de se tirar o chope, com grau de cremosidade adequado e colarinho ideal, até higiene, temperatura dos copos, condições certas de estocagem, visibilidade da marca, uso de instalações que valorizem a limpeza e o bom atendimento ao público (confira como tirar um bom chope em casa).

O programa contou com o treinamento dos estabelecimentos para atingir a excelência no serviço, segundo os critérios da cervejaria. Após isso, os estabelecimentos passaram por duas avaliações durante o período de um ano. Os melhores colocados foram os vencedores regionais e, posteriormente, no âmbito nacional. A premiação ocorreu no dia 2 de dezembro – Dia Nacional do Samba - no Espaço Gourmet Siquini, em São Paulo.

Matriz e Filial


Divulgação/Matriz e Filial

Divulgação/Matriz e Filial / Matriz e Filial tem um espaço dos mais agradáveis, com música boa, ótimos petiscos e, sim, um chope fresco e bem tiradoMatriz e Filial tem um espaço dos mais agradáveis, com música boa, ótimos petiscos e, sim, um chope fresco e bem tirado
Apesar de já conhecer de fama, não posso falar do Empório Guimarães pois ainda não conheço. Quem sabe um dia... Mas recentemente fui ao Matriz e Filial, aqui em Curitiba. Um espaço dos mais agradáveis, com música boa, ótimos petiscos e, sim, um chope fresco e bem tirado.

Inaugurado há pouco mais de um ano, o bar é do melhor estilo boemia carioca. A música segue a linha samba e MPB, com destaque para segunda-feira: é a “Noite da Gafieira”. O projeto chama-se Gafieira de Primeira, e agita o local a partir das 19h, com a música do grupo Samba na Surdina e um grande espaço para dançar. Há até instrutores contratados pela casa para ajudar os interessados a dar os primeiros passos.

Além do chope, a carta de bebidas conta com cerca de 20 cachaças de boa qualidade. Para quem gosta de bebidas doces, uma das sugestões é a caipirinha Matriz e Filial, feita com seis frutas diferentes. Entre os petiscos, há desde os mais exóticos, como "Coelho a Passarinho", até os mais simples, como a velha batata frita. Também há um chapa de carnes com legumes que é de encher os olhos. Todas as porções são grandes, servindo bem até três pessoas. Eu, que não sou pequeno, não dei conta de uma porção de isca de peixe, que estava muito boa...

Serviço: Matriz e Filial. Avenida Iguaçu, 2.300 - Água Verde – Curitiba. Fone: (41) 3343-3063
www.matrizefilial.com.br.

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 07/12/2009 às 11:43

Após terem lançado até vídeos, o orgulho de ser um cervejeiro agora está sendo estampado no peito dos cervejófilos. Produtor ou consumidor de cerveja, todos estão literalmente vestindo a camisa. E assim como na bebida, a criatividade é o cuidado com as produções são o ponto alto. Pode ser um bom presente de Natal, hem?!


Divulgação/Clubier

Divulgação/Clubier / Camiseta Eu Amo Cerveja Artesanal nasceu da ideia já usada em um papel de parede de computadorCamiseta Eu Amo Cerveja Artesanal nasceu da ideia já usada em um papel de parede de computador

O pessoal do Clubier lançou esses tempos dois modelos bacanas. Uma comemorativa de Ano Novo, como “Happy New Bier”, em edição limitada. A outra é a “Eu Amo Cerveja Artesanal”, ideia que nasceu em um papel de parede de computador e fez sucesso. Essa última pode ser encontrada na loja do Mestre-Cervejeiro.com, no Armazém da Serra (que fica num box no Mercado Municipal) e direto com os rapazes, que também enviam pelos Correios. Os tamanhos vão do P ao GG e ela sai por R$35,00.

Aliás, o Mestre-Cervejeiro.com também tem camisetas próprias para vender. Mas não tenho aqui os dados e os preços. Mas basta entrar em contato ou dar uma passadinha na loja, que fica na Rua Coronel Dulcídio, 775, bloco 2, loja 3, Shopping Hauer.


Divulgação/Acerva-PR

Divulgação/Acerva-PR / Pessoal da Acerva-PR também lançou camiseta: Pessoal da Acerva-PR também lançou camiseta: "Se quer algo bem feito, faça você mesmo. Fabrique sua própria cerveja. Pergunte-me como"

O pessoal da Associação dos Cervejeiros Artesanais Paranaenses (Acerva-PR) também lançou uma camiseta bacana, no melhor estilo “pergunte-me como”. Infelizmente também foi “edição limitada”, mas se pedir com jeitinho para eles quem sabe não aparece uma ou outra?

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 04/12/2009 às 18:43


Divulgação/Kaiser Sound Festival

Divulgação/Kaiser Sound Festival / Cinco bandas disputam a final do Kaiser Sound Festival neste sábadoCinco bandas disputam a final do Kaiser Sound Festival neste sábado
Salve, pessoal. Se essa semana foi tão corrida para vocês quanto foi para mim, a hora de curtir mesmo vai ficar para o sábado (5). Tenho aqui duas dicas que podem ajudar a tornar seu dia mais completo.

A primeiro é passar um tarde sossegada e despretensiosa na Praça da Espanha. Os shows que estão sendo apresentados, uma parceria do Acústico Mundo Livre e Batel Soho, são muito bons. Às 16h está deve começar a apresentação de Mônica Bezerra e às 17h é a vez do Zazueira, banda de MPB da minha querida amiga Janaina Fellini. Isso caso a chuva deixar, claro.

Ah, e se você gosta de promoção, lá vai uma boa. Trata-se da Sohos Hermanos. Quem comprar em uma das lojas do Batel Soho e der a melhor resposta para a pergunta: “Por que você valoriza um circuito de compras a céu aberto como o Batel Soho?” ganha uma viagem para conhecer o circuito “irmão” do Batel Soho, o Palermo Soho, em Buenos Aires. É possível participar até 31 de dezembro.

Bandas novas

De noite, a boa é conferir a final do Kaiser Sound Festival, no Yankee American Bar. Foram inscritas mais de 280 bandas de Curitiba e agora os jurados vão escolher a melhor entre as cinco finalistas: Trapobanda - A Misteriosa Trupe da Trapolândia, Radiophonics, Mônaco Beach, Macumbaria e Babies.

O evento, que começa às 21h, será apresentado por Edgard Piccoli, ex-MTV e atualmente no canal Multishow, e ainda terá um show com a banda Copacabana Club. Para as primeiras 400 pessoas, os ingressos saem por R$ 15,00 o masculino e R$ 8,00 feminino. Depois, R$ 20,00 masculino e R$ 10,00 feminino.

Veteranos

Claro, isso tudo para não falar no show do Zeca Baleiro, no Moinho, e do O Teatro Mágico, no Curitiba Master Hall. Se eu estivesse podendo, eu ia...

Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 04/12/2009 às 11:15


Divulgação/Prefeitura de Ponta Grossa

Divulgação/Prefeitura de Ponta Grossa / Cerca de 20 mil pessoas compareceram na Munchen Fest no primeiro fim de semanaCerca de 20 mil pessoas compareceram na Munchen Fest no primeiro fim de semana
Olá, pessoal. A 20ª Munchen Fest chega ao último fim de semana com sucesso de público. Somente entre sexta (27) e domingo (29) passados, quase 20 mil pessoas passaram pelo Centro de Eventos, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. E durante a semana os festejos continuaram, inclusive com show do grupo Titãs na quinta (3) e diversas outras atrações. A festa segue até domingo (6).

O evento, que já foi conhecido como a festa do chope escuro, também tem cerveja clara. As bebidas são da Femsa, que traz chope Kaiser e Xingu. A previsão é que sejam consumidos quase 100 mil litros da bebida nos 10 dias de festa. Uma das novidades é o Beer Station, um caminhão adaptado especialmente para servir chope. A capacidade é de 10 mil litros.

Nesta sexta-feira (4), quem sobe ao palco é a dupla Maria Cecília e Rodolfo. No sábado (5) é a vez de Hugo Pena e Gabriel. Já para o encarramento, no domingo (6), a festa é com a banda Inimigos da HP.

Mais informações no site da Prefeitura de Ponta Grossa.

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