Sábado, 04/02/2012
Divulgação
Hi 5 Black IPA, da 2Cabeças Cervejas, será lançada em Curitiba ainda em fevereiroBlack IPA é uma cerveja diferente. Na verdade, em guias como o BJCP, ela não existe enquanto estilo. Mas já há um clamor nos Estados Unidos, onde o a invenção nasceu, pela sua institucionalização. É fruto de experiências com cervejas extremas, com alto teor de amargor em razão da grande quantidade de lúpulo. Sua principal diferença em relação as Indian Pale Ale é a adição de maltes torrados no processo, que a deixam mais escura e com sabor mais tostado.
Ainda não experimentei a HI 5, mas a descrição da cerveja que veio no release é: “no aroma, o torrado e o caramelo do malte se misturam ao cítrico do lúpulo Simcoe, que remete a maracujá e manga. Na boca, trata-se de uma cerveja com corpo leve a médio e notado amargor. O sabor acompanha o aroma, deixando no fundo da garganta um leve sabor de lúpulo”. Parece boa, hem?
O design do rótulo foi feito por Armando Fontes, também cervejeiro e produtor da Cerveja Vilã, em Belo Horizonte. A ideia é fugir do tradicional. Aliás, toda a concepção da 2Cabeças é desse tipo, com muito humor, claro. O nome HI 5, por exemplo, vem do cumprimento, onde se batem as mãos espalmadas com os dedos para cima. Já 2Cabeças, garante Bernardo, não é por conta dos dois sócios, mas porque "duas cabeças pensam melhor do que uma".
Estamos esperando para conferir.
Quem já conferiu foi James Watt, da cervejaria escocesa Brew Dog. Olha o que ele disse:
Esse vídeo é para quem quer entender o que é HI 5:
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Divulgação/Hop and Roll
O bar fica na Mateus Leme, no bairro São Francisco, perto do Shopping MuellerEsse conceito de estabelecimento leva o nome de Brew on Premises (BOP) e não é novo nos EUA, mas por aqui é recente. A ideia surgiu, conta o sócio-proprietário Denis Galvão, de um conversa com Jon "maddog" Hall, um guru da área de TI, diretor executivo da Linux International, há uns 4 anos atrás. Nesse período, a cultura cervejeira por aqui estava bem no início. O tempo passou e a ideia criou corpo, até que Denis e três irmãos decidiram empreender.
“O BOP é um estabelecimento onde o cliente agenda um horário e tem a sua disposição um equipamento semiprofissional para produção de sua cerveja. Em linhas gerais o cliente aluga uma panela, tem a sua disposição todos os ingredientes (malte, lúpulo, fermento, etc.) para a brassagem e um técnico acompanhando o processo”, explica o sócio. Fica a cargo do cliente escolher o estilo e a receita a ser feita, dentre as vários opções oferecidas pela casa. É o cliente também que faz “tudo”, moendo o grão, regulando temperatura e todo o processo. Mas rola uma ajuda do técnico, claro.
Divulgação/Hop and Roll
As panelas para fazer as cervejas tem capacidade de 100 litros cada. Acredite, já dá para fazer um bom "estrago"“Curitiba respira. Ou melhor, bebe, cervejas artesanais”, diz Denis. “Sempre, desde que começamos a tomar os primeiros goles, dissemos que gostaríamos de montar um bar, mas um bar diferente”. Acho que eles conseguiram, não?
Bar
Além de fazer a cerveja do seus sonhos, você pode ir no Hop’n Roll para degustar ótimos produtos. Nesse caso, o chope merece destaque. São 12 torneiras numa “trave” única, com linhas que buscam o chope numa câmara fria embaixo do bar, acondicionando da melhor forma possível o produto e garantindo que ele não deteriore tão rápido. A ideia é servir diversos rótulos, variando entre produtos locais, nacionais e importados.
Divulgação/Hop and Roll
Bar conta com uma trave com 12 torneiras de chope, além de câmara fria para manter tudo bem conservadoPara comer, petiscos. Eu me deliciei com uma Pirâmide de Fritas, uma verdadeira montanha de batatas fritas com queijo ralado e salsinha. Há também outros quitutes, com carnes, aves e saladas para harmonizar com as cervejas. A gosto do freguês.
E para melhorar, muito Rock'n Roll no som ambiente. Ou você acha que o nome veio de onde?
ENQUETE: Você já foi no Hop’n Roll? O que achou? Deixe seus comentários abaixo.
Serviço: Hop’n Roll. Rua Mateus Leme, 950 – São Francisco. Aberto de segunda-feira a sábado, das 17h30 até 2 horas. Aceita Visa e Master. Estacionamento próprio. Telefone: 41 3408 4486. Site: www.hopnroll.com.br. Facebook: http://facebook.com/hopnroll. Twitter: http://twitter.com/hopnroll.
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Olá, pessoal. Uma passagem rápida para dar uma notícia. A cervejaria Klein Bier, de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, está lançando um novo produto: a Klein Bier ESB Pale Ale. Trata-se de um Extra Special Bitter, mais encorpado que as Pale Ale comuns, com características maltadas e lúpulo Golding, típico para esse estilo, além de com teor alcoólico de 6,9% ABV. Segundo o material da cervejaria, já está disponível nos melhores bares da região de Curitiba em chope. Ainda não é possível encontrar em garrafa.
Ainda não experimentei, mas fora o teor alcoólico, mais elevado, parece uma clássica representante do estilo. Pelas informações que coletei, vai haver um pequeno lançamento no Brooklyn Coffee Shop, aqui em Curitiba, neste sábado (28). Será doble chope da novidade durante todo o dia por R$ 6,50. O Brooklyn fica na Rua Trajano Reis, 389, no São Francisco, e estará aberto das 11 às 24 horas. Confira mais informações sobre o local no Guia Gazeta do Povo.
O cartaz abaixo foi feito pelo amigo publicitário Sulivan Cruz, do blog Clubier.
Você já experimentou as cervejas da Klein Bier? O que achou? Comente
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Divulgação/Cervejaria Wäls
Os sócios da Wäls (de camisetas brancas), Tiago e José Felipe Carneiro, e a equipe da Dum Cervejaria, Luiz Felipe Araújo, Murilo Foltran e Júlio MoutinhoÉ realmente uma bera para se tirar o chapéu. No entanto, a pequena produção da equipe fazia com que essa beleza estivesse acessível para os poucos que costumavam chegar cedo nos festivais de cerveja. Mas uma novidade veio para mudar tudo.
Divulgação/ Dum Cervejaria
Será que a Petroleum vai ficar com a mesma "cara" de antes?Eu estava lá no dia em que o pessoal da Wäls provou a cerveja no Saaz Bier Bar, aqui em Curitiba, um dia antes do Beer Day 2011. Mal sabia que esse encontro seria a origem do projeto Wäls Petroleum, nome pelo qual deve atender a nossa produção.
Como o pessoal da Dum sempre dizia: aqueles que tiveram paciência serão recompensados. Parece que o dia está próximo.
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Fotos: Divulgação
Importadas: Erdinger Weissbier (500 ml – R$ 15); Paulaner Hefe-Weissbier (500 ml – R$ 15); Schneider Weisse TAP 7 (500 ml – R$ 15); Franziskaner Hefe-Weissbier Hell (500 ml – R$ 12); Weihenstephaner Hefe Weissbier (500 ml - R$ 20). Nacionais: Bamberg Weizen (355 ml – R$ 9,50); Coruja Alba Hefeweizen (600 ml – R$ 15); Estrada Real Weiss Bier (600 ml – R$ 18); Eisenbahn Weizenbier (355 ml – R$ 7); Bier Hoff Weizen (600 ml – R$ 12)Leia mais na coluna Bar do Celso, no site da revista Bom Gourmet.
* Os preços são aproximados, a partir das sugestões das importadoras, distribuidoras e cervejarias, servindo apenas para referência.
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O Saaz Bier Bar fica na Al. Presidente Taunay, no Batel, em CuritibaTudo isso para contar a vocês uma notícia nada agradável. O Saaz Bier Bar, um dos principais estabelecimentos dedicados totalmente às cervejas especiais em Curitiba, está fechando as portas de maneira definitiva. Ao longo desses quase dois anos de existência, foi um dos locais mais frequentados pelos cervejeiros de carterinha, apreciadores e interessados em geral. Tanto quanto o saudoso Carocha, empreendimento anterior dos amigos e proprietários Luiz Pacheco e Juliana Stavnetchei. Curitiba, e em especial a cena cervejeira, sentem muito por isso, eu sei.
Com essa decisão, sobre aos amigos se despedirem do bar. Durante a semana, quem for lá poderá tomar os últimos goles de chope, as últimas cervejas das geladeiras – que estavam entre as mais recheadas da cidade – e se quiser, levar um souvenir para casa: todo o material e decoração do bar estará à venda, como em um bazar. Apesar do sentimento de perda, fica aqui os mais sinceros desejos do Bar do Celso pelo sucesso do Pacheco e da Juliana em suas novas empreitadas.
Serviço: Saaz Bier Bar. Al. Presidente Taunay, 434, Batel, Curitiba. (41) 3029-3689. www.saaz.com.br. Confira mais informações no Guia Gazeta do Povo.
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O objetivo é capacitar pessoas para atuar em empreendimentos gastronômicos unindo, num mesmo curso, formação de sommelier, cervejeiro artesanal, barista e bartender, segundo o material de divulgação. Há foco também na área administrativa, com aulas para gerenciamento, finanças, marketing e recursos humanos.
Entre outros nomes da gastronomia e bebidas, o curso deve contar com aulas com Daniel Wolff (Mestre-Cervejeiro.com), Samuel Cavalcanti (Bode Brown Cervejaria), Alexandre Willerding (Cerveja Diabólica e Universidade Positivo), Junior Durski (Restaurantes Madero e Durski) e Luiz Groff (In Vino Veritas).
O curso tem duração de 420 horas, divididas em 12 meses. São duas opções de turma: uma às segundas-feiras, tarde e noite, e outra às segundas e quartas à noite. As inscrições vão até 1º de março. O valor é de 24 parcelas de R$ 389,00. Mais informações, no site da UP.
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Fotos: Divulgação
Entre as Pils, dois bons rótulos são a alemã Wernesgrüner (330 ml – R$ 8,50, em média) e a americana Brooklyn Pilsner (355 ml – entre R$ 9,90, em média). Entre as Bohemian Pilseners disponíveis, há a clássica Pilsener Urquell (500ml – R$ 15), a Wäls Pilsen (355ml – R$ 11) e a Bamberg Camila, Camila (600ml – entre R$ 15 e R$ 18)Há muita confusão quando se fala de cervejas Pilseners. Leves, loiras e refrescantes, elas são muito agradáveis e ideais para dias quentes, como os do verão. Mas suas qualidades vão além disso.
Historicamente, esse estilo é um divisor de águas no mundo da bebida, dando origem a uma nova forma de se fazer e apreciar cerveja. Mesmo assim, hoje elas sofrem até um certo preconceito, já que muitas vezes são erroneamente confundidas com as cervejas comerciais, ou seja, as American Lagers.
O estilo Pilsener leva esse nome porque surgiu na cidade de Pilsen, na região da Boêmia, na República Checa, pelas mãos do mestre cervejeiro alemão Josef Groll em 1842. De baixa fermentação, foi a primeira cerveja clara e translúcida – dentro do possível para a época –, o que a tornou um grande sucesso.
Continue lendo a coluna Bar do Celso no site da revista Bom Gourmet.
* Os preços são apenas para referência e são baseados nas indicações das cervejarias, distribuidoras e importadoras.
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Olá, pessoal. Estavam com saudades do CervejaCast? Ele voltou, mas é só para se despedir de 2011. Eu devia para vocês um encerramento digno. E nada melhor que terminar o ano em clima de festa. Fui até a Bodebrown Way Fest, realizada no sábado (10) em Curitiba e falei com alguns dos representantes do movimento cervejeiro artesanal da cidade sobre um balanço de 2011 e as perspectivas e planos para 2012.
Minhas vítmas foram: Samuel Cavalcantti, proprietário da Bodebrown, André Junqueira; presidente da Associação dos Cervejeiros Artesanais do Paraná; e Alessando de Oliveira, mestre cervejeiro e sócio-proprietário da Way Beer. Claro que queria ter falado com muito mais gente e até degustado algumas cervejas - o que não foi possível nesse episódio -, mas acho que eles falam, em grande parte, todo um movimento que inclui desde os apreciadores mais leigos aos cervejeiros mais avançados.
Por fim, queria enfatizar que 2011 foi ótimo principalmente pela participação de vocês, leitores, amigos, cervejeiros e boêmios. Agradeço a todos por estarem com o Bar do Celso todo esse tempo.
O CervejaCast retorna em 2012, com muitas novidades, eu espero. O Bar do Celso continua, com uma pequena pausa entre Natal e Ano Novo. Afinal, ninguém é de ferro.
Assistam e comentem. Espero que gostem ;)
Cervejacast | 10:50
Durante a Bodebrown Way Fest, festa dos cervejeiros artesanais de Curitiba, representantes do movimento cervejeiro falam sobre como foi o ano de 2011 e o que esperam para 2012
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Priscilla Fiedler/Divulgação
O novo Beto Batata fica numa simpática e acolhedora casa de madeira na Avenida Batel, tradicional ponto da vida noturna da capitalO novo Beto Batata foi instalado numa acolhedora casa de madeira, e vai se juntar com outros três restaurantes da marca: Beto Batata Barigui, A Batataria e ZéPelin. O local procura reunir em um só lugar aconchego, descontração e boa gastronomia. Vai abrir de segunda à sexta-feira, a partir das 18 horas, e sábados, a partir das 12 horas. O endereço certinho é: Rua Bispo Dom José, 2481. Informações pelo telefone (41) 3088 6969.
Já a nova Casa do Zé Bar e Espetinhos quer fazer de todo o dia um domingo, dia de relaxar e curtir com a família e amigos. Ideal para um happy hour. Entre os quitutes, destaque para os espetinhos gourmet, que vão dos mais tradicionais, como alcatra e coração de frango, até os de carnes nobres, como carneiro, picanha e salmão com algas. Isso para não falar dos doces, como damasco com cobertura de chocolate e morango com chocolate. Diferente do que acontece na Casa do Zé do Batel, onde é servido rodízio, o novo endereço traz diversas opções a la carte. O nova Casa do Zé fica na Rua Chile, 2067, e funciona de segunda a sexta-feira, das 18 à 1 hora. Sábados e domingos, das 14 à 1 hora. Mais informações pelo telefone: 3029-1717.
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O Baixo São Francisco (parte 3) – Eloi Zanetti
ATUALIZADOhá 5h
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