Terça-feira, 09/02/2010
Divulgação/Bakanas Pub
Um dos destaques do Bakanas Pub é oferecer a cerveja artesanal da Klein Bier, de Campo Largo. E a carta da bebida deve aumentar num futuro próximoA casa não se parece com um pub tracidional, estilo londrino - todo arquitetado em madeira, quente e até meio depressivo - nem tem nada daqueles porões escuros e esfumaçados. O ambiente é gostoso, arejado, com mobilha bem cuidada e música ambiente. Tem até wi-fi, para quem não larga da internet. Aliás, foi pelo twitter do bar que soube que ele existia.
O cardápio também sai daquele comum de praia. "Nosso carro chefe é o Bakana's Beef, preparado com mignon e os temperos secretos de nossa chef Eliza. Também o acompanha nossa batata suiça, entre outras as recheadas com camarão e catupity ou mignon com cheddar", conta o proprietário Marcelo Meoqui.
Isso para não falar das cervejas artesanais da Klein, que são das poucas opções aqui no litoral para quem aprecia cervejas especiais. Elas só são vendidas em mais dois pontos do Litoral do Paraná: no Quiosque do Beto, em Guaratuba; e no Restaurante e Pousada Paraíso, na Praia de Encantadas, na Ilha do Mel. E, segundo Meoqui, num futuro próximo mais cervejas devem entrar na carta, que também tem bebidas da Femsa.
E não deve ser só um bar de temporada, não. O Bakana's deve ficar aberto o ano todo. E em breve, pelo que conta Meoqui, o empreendimento também deve subir a serra até Curitiba. E pela longa experiência com bares desse uruguaio - são mais de 20 anos em bares de várias partes do mundo como Panamá, Costa Rica, Caribe e Espanha - acho que deve dar muito certo.
Serviço: Bakana's Pub. Rua Rio Branco, 240 - Praia de Caiobá, Matinhos - PR. Telefone (41) 3473-4481. Site http://www.bakanaspub.com.br.
E qual a sua dica de bar no Litoral do Paraná? Escreva abaixo
Divulgação/Heineken
Seria tão bom pegar uma praia com a sua cerveja preferida, não? Mas no litoral paranaense falta uma maior variedade de marcas da bebida no comércioGirei pelos mercados de Matinhos e tudo que achei de mais elaborado foi a holandesa Heineken, a mexicana Dos Equis e as Bohemias Weiss, Confraria e Escura. Apesar da carta de cervejas da Ambev e Femsa incluírem outras marcas importadas, essas passam longe das praias. E nos bares e restaurantes a dificuldade é a mesma, com raras exceções que vou comentar em outros posts.
Não sei qual é o problema exatamente. Se as distribuidoras não mandam para cá outros rótulos ou se os mercados não tem interesse em trazer. Sabe-se que perto do volume de vendas das marcas comerciais, as especiais têm um fluxo pequeno. Mas podem dar mais lucro, pelos preços mais altos.
A justificativa da falta de procura também não "cola" muito, não. Falei com o produtor de cervejas artesanais Heraldo Gillung, de Palmeira, na Região dos Campos Gerais, que faz as cervejas Nat Bier. Ele está na Feira de Sabores - que trouxe pequenos produtores agrícolas do estado para o Litoral e fez uma parada aqui em Matinhos - e diz que grande parte do seu estoque acabou nos primeiros dias. Principalmente as rauchbiers (cervejas de malte defumado) e as weissbier (de malte de trigo). Agora só sobraram pilseners. Prova da procura principalmente por cervejas diferenciadas.
Já o proprietário do Bakana's Pub, Marcelo Meoqui, um dos três bares do Litoral que trabalha com chopes da Klein Bier - microcervejaria de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba - afirma que as cervejas tem boa saída. "Quando vem alguém que gosta do estilo stout, por exemplo, só toma dele. Aí vão uns 10 copos", conta. Ele tem, inclusive, planos para trazer mais cervejas especiais para o bar. Vamos fazer figa!
Enfim, esse post é só para enfatizar o problema. Não pretendo resolver. Mas falando por e-mail com o pessoal da Associação de Cervejeiros Artesanais do Paraná (Acerva-PR), que agradeço aqui publicamente, vi que há duas soluções mais usadas. Uma é comprar a cerveja na sua cidade e trazer para a praia. Outra é debandar para Santa Catarina. Joinville já tem outras opções e Camboriú muitas mais.
E você, leitor, conhece algum lugar (mercado, loja, restaurante, bar) que tenha cervejas especiais no Litoral paranaense? E onde você gosta de tomar a sua bera? Indique um local.
Divulgação

Assim com a Schincariol, que comprou as cervejarias Devassa, Baden Baden e Eisenbahn, a Heineken pensa no futuro. Com a aquisição, somente no Brasil, a empresa deve abocanhar uma participação de 8% no mercado. Não muito se pensarmos no 70% que pertence a AmBev, mas o bastante para brigar pelo terceiro lugar com a cervejaria Petrópolis, que tem 9,6%, e até incomodar com a Schin, que tem 11,6%.
Segundo matéria publicada no site do O Estado de São Paulo, analistas de mercado elogiaram a iniciativa. Somente pela manhã, na bolsa holandesa, as ações da Heineken subiram 5%.
Aí aplica-se a lógica. Quanto maior a participação aqui e no México, mais dinheiro. E se os mercados crescem, mais dinheiro ainda. Isso é bom para eles.
E você com isso?
Hoje o mercado brasileiro tem um volume de consumo de cerveja per capita de cinquenta litros por ano, enquanto na República Checa o consumo é de aproximadamente 150 litros per capita. No nosso país, esse número só aumenta, enquanto lá fora há uma certa saturação, segundo matéria do O Globo.
E os dos nichos que mais devem crescer percentualmente são os segmento Premium e das cervejas especiais. Isso demonstra um certo apuramento do paladar do brasileiro, que está buscando novidades. E isso é bom para nós.
Um mercado que pede, é um mercado que ganha. Há, portando, o reconhecimento por parte das empresas do brasileiro como bom consumidor de cervejas. Esse é o grande mérito, na minha opinião.
Isso deve gerar maior facilidade de distribuição deve trazer mais marcas importadas a preços atraentes, assim como aconteceu com a AmBev na época da fusão com a Interbrew. Uma certa concorrência deve animar o mercado de cervejas, que deve se tornar também mais criativo para conquistar o cliente. Ou seja, teremos, aos poucos, mais acesso à qualidade.
A parte ruim, que consigo ver no calor do momento, é um tendência a termos cada vez mais gigantes cervejeiras. É notória a preocupação dessas empresas com o consumo em volume, contra a preocupação com a qualidade, comum nas pequenas.
E você, caro leitor, o que achou de tudo isso? Da compra, de mais cervejas?
[Update 12/01/2010] Pessoal, como alertou o Alessando, os dados de consumo per capita de cerveja estão errados na matéria do O Globo. No Brasil e no México, esse números giram em torno de 50 litros por pessoa por ano, segundo dados do Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústri da Cerveja). Na República Checa, esse número chega a cerca de 150 litros por ano.
Daniel Castellano / Gazeta do Povo

Quando a sede aperta, cerveja gelada se torna artigo de luxo. Ainda mais na praia, quando os ambulantes custam a passar e a cerveja que rola nos isopores nem sempre está estupidamente fria. Uma solução é trazer a bebida de casa, devidamente acondicionada em recipientes especiais que prometem não só manter a temperatura baixa por horas, quanto refrigerar alimentos para o lanche rápido à beira do mar.
Isopor
Fotos: Divulgação

Caixas térmicas

Baldes e caixas de gelo

Bolsas térmicas

Coolers

Tudo limpo
Antes de beber direto da embalagem, certifique-se de que latas e garrafas estão limpas
A parte externa das embalagens de cerveja está exposta à sujeira e às bactérias presentes no ambiente. Por isso, não devem ser abertas sem a devida higienização. “Latas contaminhadas podem causar infecções bacterianas, infecções intestinais e outras doenças”, explica o médico José Luiz Andrade Neto, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Para a limpeza, basta lavar bem a superfície com água e detergente.Preste atenção também à água com que é feito o gelo. “Ele tem de ser feito com água potável, pois estará em contato direto com as embalagens”, explica Andrade.
Se for dirigir
Para quem vai pegar a estrada ou mesmo passear de carro na praia, cuidado com as cervejas sem álcool
As cervejas ditas sem álcool podem ser consumidas “quase” sem restrições. Antes de beber e correr para o volante dê uma olhada no que dizem os rótulos. Algumas marcas têm uma pequena concentração de álcool – cerca de 12 vezes menor do que a de uma cerveja normal – e se consumidas em grande volume podem ser detectadas pelo bafômetro.
A explicação para isso é de que a legislação brasileira considera que bebidas com concentração inferior a 0,5% isentas de álcool. No entanto, apenas duas marcas nacionais estão absolutamente livres de álcool: a Liber e a Nova Schin Zero.
Qual a temperatura certa?
Cerveja gelada é preferência nacional. E o mercado está lançando marcas para serem consumidas em temperaturas ainda mais baixas e que aumentam a sensação de refrescância.
Mas, afinal, qual a temperatura certa para beber a cerveja? Segundo o sommelier de cervejas Daniel Wolff, o que vale mesmo é o gosto pessoal. Se você prefere cerveja mais gelada, aprecie desta forma. “No entanto, há cervejas especiais que podem ser degustadas em temperaturas um pouco superiores (não tão frias ou em temperatura ambiente), para que se possa perceber toda a riqueza de aromas e paladares da bebida”, explica. As temperaturas muito baixas, de acordo com o sommelier, interferem na capacidade de sentir sabores e impedem a liberação dos aromas da bebida.
Luís Celso Jr./Gazeta do Povo
Minha praia: muito trabalho até fevereiroDivulgação/Aos Democratas
O primeiro dos novos ambientes é uma uma rua cenográfica que reproduz as típicas vielas da Lapa, no Rio de Janeiro, com direito a calçadas com pedrinhas portuguesas, moveis e postes de luz de época. O segundo é um mezanino que homenageia as escolas de samba, tanto do Rio quanto de Curitiba, decorado com adereços e outros itens. O terceiro é o primeiro Camarote Brahma permanente do país, segundo informações do estabelecimento.
Vou conferir como ficou e depois coloco aqui mais comentários.
Serviço: Bar Aos Democratas. Rua Dr. Pedrosa, 485 – Batel. Telefone: (41) 3024-4496. www.aosdemocratas.com.br.
Divulgação/Matriz e Filial
Os três estão entre os 29 do país que receberam o título “Grande Mestre Apreciador”, o mais alto reconhecimento do clube. Os critérios avaliados vão desde a forma de se tirar o chope, com grau de cremosidade adequado e colarinho ideal, até higiene, temperatura dos copos, condições certas de estocagem, visibilidade da marca, uso de instalações que valorizem a limpeza e o bom atendimento ao público (confira como tirar um bom chope em casa).
O programa contou com o treinamento dos estabelecimentos para atingir a excelência no serviço, segundo os critérios da cervejaria. Após isso, os estabelecimentos passaram por duas avaliações durante o período de um ano. Os melhores colocados foram os vencedores regionais e, posteriormente, no âmbito nacional. A premiação ocorreu no dia 2 de dezembro – Dia Nacional do Samba - no Espaço Gourmet Siquini, em São Paulo.
Matriz e Filial
Divulgação/Matriz e Filial
Matriz e Filial tem um espaço dos mais agradáveis, com música boa, ótimos petiscos e, sim, um chope fresco e bem tiradoInaugurado há pouco mais de um ano, o bar é do melhor estilo boemia carioca. A música segue a linha samba e MPB, com destaque para segunda-feira: é a “Noite da Gafieira”. O projeto chama-se Gafieira de Primeira, e agita o local a partir das 19h, com a música do grupo Samba na Surdina e um grande espaço para dançar. Há até instrutores contratados pela casa para ajudar os interessados a dar os primeiros passos.
Além do chope, a carta de bebidas conta com cerca de 20 cachaças de boa qualidade. Para quem gosta de bebidas doces, uma das sugestões é a caipirinha Matriz e Filial, feita com seis frutas diferentes. Entre os petiscos, há desde os mais exóticos, como "Coelho a Passarinho", até os mais simples, como a velha batata frita. Também há um chapa de carnes com legumes que é de encher os olhos. Todas as porções são grandes, servindo bem até três pessoas. Eu, que não sou pequeno, não dei conta de uma porção de isca de peixe, que estava muito boa...
Serviço: Matriz e Filial. Avenida Iguaçu, 2.300 - Água Verde – Curitiba. Fone: (41) 3343-3063
www.matrizefilial.com.br.
Após terem lançado até vídeos, o orgulho de ser um cervejeiro agora está sendo estampado no peito dos cervejófilos. Produtor ou consumidor de cerveja, todos estão literalmente vestindo a camisa. E assim como na bebida, a criatividade é o cuidado com as produções são o ponto alto. Pode ser um bom presente de Natal, hem?!
Divulgação/Clubier
Camiseta Eu Amo Cerveja Artesanal nasceu da ideia já usada em um papel de parede de computadorAliás, o Mestre-Cervejeiro.com também tem camisetas próprias para vender. Mas não tenho aqui os dados e os preços. Mas basta entrar em contato ou dar uma passadinha na loja, que fica na Rua Coronel Dulcídio, 775, bloco 2, loja 3, Shopping Hauer.
Divulgação/Acerva-PR
Pessoal da Acerva-PR também lançou camiseta: "Se quer algo bem feito, faça você mesmo. Fabrique sua própria cerveja. Pergunte-me como"Divulgação/Kaiser Sound Festival
Cinco bandas disputam a final do Kaiser Sound Festival neste sábadoA primeiro é passar um tarde sossegada e despretensiosa na Praça da Espanha. Os shows que estão sendo apresentados, uma parceria do Acústico Mundo Livre e Batel Soho, são muito bons. Às 16h está deve começar a apresentação de Mônica Bezerra e às 17h é a vez do Zazueira, banda de MPB da minha querida amiga Janaina Fellini. Isso caso a chuva deixar, claro.
Ah, e se você gosta de promoção, lá vai uma boa. Trata-se da Sohos Hermanos. Quem comprar em uma das lojas do Batel Soho e der a melhor resposta para a pergunta: “Por que você valoriza um circuito de compras a céu aberto como o Batel Soho?” ganha uma viagem para conhecer o circuito “irmão” do Batel Soho, o Palermo Soho, em Buenos Aires. É possível participar até 31 de dezembro.
Bandas novas
De noite, a boa é conferir a final do Kaiser Sound Festival, no Yankee American Bar. Foram inscritas mais de 280 bandas de Curitiba e agora os jurados vão escolher a melhor entre as cinco finalistas: Trapobanda - A Misteriosa Trupe da Trapolândia, Radiophonics, Mônaco Beach, Macumbaria e Babies.
O evento, que começa às 21h, será apresentado por Edgard Piccoli, ex-MTV e atualmente no canal Multishow, e ainda terá um show com a banda Copacabana Club. Para as primeiras 400 pessoas, os ingressos saem por R$ 15,00 o masculino e R$ 8,00 feminino. Depois, R$ 20,00 masculino e R$ 10,00 feminino.
Veteranos
Claro, isso tudo para não falar no show do Zeca Baleiro, no Moinho, e do O Teatro Mágico, no Curitiba Master Hall. Se eu estivesse podendo, eu ia...
Divulgação/Prefeitura de Ponta Grossa
Cerca de 20 mil pessoas compareceram na Munchen Fest no primeiro fim de semanaO evento, que já foi conhecido como a festa do chope escuro, também tem cerveja clara. As bebidas são da Femsa, que traz chope Kaiser e Xingu. A previsão é que sejam consumidos quase 100 mil litros da bebida nos 10 dias de festa. Uma das novidades é o Beer Station, um caminhão adaptado especialmente para servir chope. A capacidade é de 10 mil litros.
Nesta sexta-feira (4), quem sobe ao palco é a dupla Maria Cecília e Rodolfo. No sábado (5) é a vez de Hugo Pena e Gabriel. Já para o encarramento, no domingo (6), a festa é com a banda Inimigos da HP.
Mais informações no site da Prefeitura de Ponta Grossa.
ATUALIZADOhá 58min
Presentes de casamento: em que situações devem ser devolvidos?
ATUALIZADOhá 3h
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