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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 22/05/2013 às 11:18


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A Baden Baden, cervejaria de Campos de Jordão (SP) que hoje faz parte da Brasil Kirin, lançou nas últimas semanas em vários eventos a sua nova queridinha: Baden Baden Chocolate Beer. Trata-se de uma cerveja tipo Ale com 6% ABV de teor alcoólico e sem estilo definido, segundo bate-papo que tive com os mestres cervejeiros Edilson Tonon e o lendário Peter Bruno Ehrhardt, gerente de inovação do grupo, no evento realizado no Empório Alto de Pinheiros, aqui em São Paulo, na segunda-feira (20).

É interessante avisar aqui, antes de mais nada, que há sim cervejas que levam chocolate na receita, mas não é o caso dessa nova Baden Baden. Há uma série de complicações em aprovar perante o Ministério da Agricultura brasileiro cervejas assim. Portanto, esses normalmente são rótulos importados.

No entanto, é possível reproduzir a sensação no aroma e sabor, principalmente em razão da adição correta de maltes torrados. Assim foi feita essa Chocolate Beer, que recebeu também um blend de cacau da Amazônia e Bahia além de baunilha, adicionada na maturação, para acentuar ainda mais a experiência.

O resultado é uma cerveja que surpreende. De cor marrom escuro, com media turbidez e espuma boa formação e permanência de espuma, essa Baden Baden tem aroma adocicado, lembrando baunilha e cacau. Você chega a esperar uma cerveja doce, no entanto, na boca, o gosto passa a ser torrado, evidenciando o cacau e de final seco. É possível também sentir a leve lupulagem e o amargor agradável dos maltes torrados, com pouca presença do álcool. A carbonatação é alta e o corpo médio a baixo, o que a torna uma cerveja leve e até refrescante. Uma boa cerveja, de bom drinkability, com os componentes extras bem inseridos.

Com temperatura de serviço entre 6ºC e 8ºC, ela harmoniza bem com sobremesas a base de chocolate, sobremesas de frutas, sorvete de creme, tiramisù, mas pode cair bem com algumas de notas cítricas e até carnes grelhadas.

A Baden Baden Chocolate Beer deve chegar aos pontos de venda das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste ainda este mês e, segundo o fabricante, é uma edição especial e limitada. Portanto, corra para garantir a sua.

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 09/05/2013 às 18:06

[Texto originalmente publicado na coluna Bar do Celso na revista Bom Gourmet da Gazeta do Povo desta quinta-feira (9)]


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Diversos estilos de cerveja vêm sendo desenvolvidos ao longo dos séculos, apesar de a classificação como se usa hoje ser bastante recente. Portanto, quando falamos de tipos de cerveja, não é algo rígido e inalterável. Ao contrário. Os guias de estilo sofrem adaptações periódicas para dar conta dos novos produtos. Um desses estilos novos é o American Brett Ale, que pela primeira vez chega ao Brasil por meio de três rótulos.

Brett é uma “forma carinhosa” de se chamar a Brettanomyces, um tipo de levedura selvagem bastante específica que confere acidez em diferentes graus e sabores complexos e rústicos à cerveja – normalmente associados com couro, caprílico e de estrebaria. Ela não é novidade. Pode ser encontrada em cervejas de fermentação espontânea e em Old Ales mais tradicionais, produzidas já há muito tempo. O diferencial das American Brett Ales é o fato de terem essa levedura inserida de forma moderna, proposital e controlada em cervejas de estilos diversos. Portanto, nesse caso, o estilo base é variado, gerando cores e perfis aromáticos distintos, mudando o sabor da cerveja, que deve ter as notas selvagens presentes. Uma boa Brett Ale deve ter equilíbrio entre esses elementos.

Leia a íntegra da coluna Bar do Celso.

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 08/05/2013 às 14:36


Reprodução/ Hotsite do concurso da Bier Hoff

Reprodução/ Hotsite do concurso da Bier Hoff /
A cervejaria curitibana Bier Hoff lançou um concurso para escolher o nome da sua nova cerveja, uma Pumpkin Ale premiada com medalha de bronze no concurso realizado no Festival Brasileiro da Cerveja em março deste ano. E você pode participar! Até domingo (12) é possível se inscrever e enviar sugestões no hot site do concurso. O material será avaliado por uma comissão de especialistas do mundo cervejeiro e do design: Amanda Reitenbach, Daniel Wolff, Edu Passarelli, e Marcos Minini.

Para quem não sabe, trata-se de uma cerveja feita com abóbora, estilo já tradicional nos Estados Unidos, onde nasceu. Ela aparece muito na época de Halloween, que coincide com a colheita.

Os três melhores nomes serão premiados, e a pessoa que enviar a sugestão escolhida terá seu nome estampado no rótulo da cerveja. A cerimônia de lançamento será realizada em Julho, no Restaurante Bier Hoff do Shopping Estação. Gostou?!

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 25/04/2013 às 14:44

Este mês tive o prazer de participar de alguns eventos da rede Mr. Beer aqui em São Paulo. Muitas novidades foram anunciadas. Entre elas uma redução geral de preços dos produtos que devem cair até 35%. Também foram apresentadas em duas degustações cervejas importadas exclusivas, com as norte-americanas da Epic, de Utah, e alguns rótulos da “cigana” Mikkeller. São boas notícias ninguém botar defeito!

A queda nos preços, que já está sendo praticada nas lojas da franquia mas muda de percentual em cada estado em razão dos diferentes tipos de imposto, foi realizada por meio de ações estratégicas da empresa que tiveram início ainda no ano passado. Segundo Fabiano Wohlers, diretor geral da rede, a importação própria, os rótulos exclusivos, além de uma melhoria no sistema logístico e o aumento no número de lojas possibilitaram a redução. “Dessa forma, conseguimos melhores negociações e acordos de exclusividades junto aos fornecedores”, diz.

Epic


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São 10 rótulos diferentes para os amantes das cervejas americanas. Entre as opções, estão cervejas da linha Classic Series e Elevated Series. São elas: Intermountain Wheat Beer, Capt´n Crompton´s, Cross Fever Amber Ale, Galloway Porter, Pfeifferhorn Lager, Spiral Jetty IPA, 825 State Stout, Copper Cone Pale Ale, Hopulent IPA e Brainless Belgian Style Golden Ale.

Destas, destaco a Capt´n Crompton´s, que é uma típica APA com dry-hopping, bastante aromática em razão dos lúpulos críticos, lembrando principalmente maracujá, com amargor agradável e persistente. Parar quem quer mais equilíbrio, a Copper Cone Pale Ale, que com mais corpo e amargor chega quase a ser uma IPA. Sem dúvida, está no limiar superior do estilo, como foi dito na degustação. Por fim, para os fanáticos por lúpulo, existe a Hopulent IPA, uma Imperial IPA tão amarga que chega a ser resinosa no sabor.

Mikkeller


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Divulgação / Wild Winter Ale é uma das cervejas novas exclusivas do Mr. Beer. O design da garrafa é inovador, e simula o cair de folhas de uma árvore com tintas termosensíveisWild Winter Ale é uma das cervejas novas exclusivas do Mr. Beer. O design da garrafa é inovador, e simula o cair de folhas de uma árvore com tintas termosensíveis

Muito interessante também foi a degustação dos rótulos exclusivos da marca dinamarquesa Mikkeller, importados por meio de uma parceria com a Tarantino. São nove rótulos, todos bastante diferenciados. São eles: Kihoskh Døszt?, Rauchpils, Saison Sally, Wild Winter Ale, Mikkeller 10, Crooked Moon Tattoo Double IPA, Grassroots – Wheat is the new hops, Milk Stout e To Øl Walk on Water.

Seria possível escrever alguns parágrafos sobre cada uma delas. No entanto, gostaria de destacar as cervejas do estilo American Brett Ale, que pela primeira vez “dão as caras” no Brasil. São feitas com a levedura Brettanomyces, que conferem aromas rústicos - como caprílico, couro e de estábulo -, além de acidez em diferentes graus. Tanto a Wild Winter Ale quanto a Grassroots – Wheat is the new hops, que tem como cerveja base uma IPA, são ótimos exemplares.

Outros destaques são a surpreendente Rauchpils, que é Bohemian Pilsener feita com maltes defumados, e a Mikkeller 10, produzida com uma dezena de tipos diferentes de lúpulo.

Para quem não conhece bem, a Mikkeller é chamada de cervejaria cigana, pois não existe uma fábrica. Todas as receitas são produzidas em cervejarias parceiras de vários países , como Noruega, Bélgica, Reino Unido e Estados Unidos.

Importações

A política de importações exclusivas do Mr. Beer começou em 2012 e já trouxe mais de 50 rótulos que só são encontrados na rede. Entre eles, de cervejarias como Joseph Holt, Bath Ale, Adnams, Brouwerij Bockor, Regent, Riegele e Pinkus Miller. Mais 70 variedades outros rótulos de 10 micro cervejarias devem chegar ainda em 2013. A rede conta hoje com quase 70 pontos de venda espalhados por 14 estados brasileiros. O mix de cervejas de cervejas conta com aproximadamente 250 rótulos, 70% deles importados. No Paraná, são quatro lojas, segundo o site oficial da marca: Shopping Curitiba, Shopping Cidade, Avenida Maringá (Pinhais) e no Mercado Municipal de Maringá. Mais informações em: http://www.mrbeercervejas.com.br

Update 08/05/2013: por meio dos comentários aqui do blog, fui informado que não há Mr. Beer em Pinhais. Vou verificar a informação, mas já deixo o aviso aqui ;)

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 24/04/2013 às 18:04

Quando me perguntam o que é necessário para apreciar boas cervejas, sempre digo que é informação. Conhecimento. Só sabendo o que está dentro do seu copo, quais as diferenças, origens, sabores do que está bebendo, você terá a liberdade de realmente escolher uma cerveja boa para você naquele momento. E felizmente as pessoas tem se informado mais, lendo, participando de aulas-show, harmonizações e fazendo até cursos.


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Uma nova opção aparece agora, disponível online para apreciadores e curiosos sobre a cerveja no Brasil. A Sociedade da Cerveja - movimento feito por e para os apaixonados pela cerveja, que tem como principal objetivo difundir a cultura, a história e o conhecimento cervejeiros -, lançou na semana passada o primeiro curso online do país sobre a bebida, a Academia da Cerveja.

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O curso é gratuito e dividido em sete módulos - história da cerveja, ingredientes, produção, famílias e estilos, sentidos, dicas de consumo a armazenamento e copos. Ao fim de cada módulo, todos interativos, o participante deve fazer uma avaliação sobre os temas abordados e, ao completar 100% do curso, estará apto a receber um certificado de conhecedor cervejeiro.

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Nos perfis pessoais, os participantes ainda poderão ainda postar vídeos amadores sobre degustação, harmonização e outros materiais sobre os temas estudados. Para participar do curso, basta acessar o site da Sociedade da Cerveja e se inscrever na aba Academia da Cerveja.

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 11/04/2013 às 14:33


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Divulgação / Bodebrown/Stone Cacau IPA; Bierland Bruxa; Way Beer Avelã Porter; Bamberg Raimundos HellesBodebrown/Stone Cacau IPA; Bierland Bruxa; Way Beer Avelã Porter; Bamberg Raimundos Helles
[Texto originalmente publicado na revista Bom Gourmet, suplemento de gastronomia da Gazeta do Povo, nesta quinta-feira (11)].

A 5.ª edição do Festival Brasileiro da Cerveja, considerado um dos maiores do país, se encerrou no mês passado em Blumenau (SC). No entanto, é a partir de agora que muitas novidades lançadas no evento começam a chegar ao mercado nacional. Confira alguns dos lançamentos (foram muitos!) que vale a pena provar assim que você os encontrar por aí.

Bodebrown/Stone Cacau IPA -(300 ml – R$ 20)

Com 11 cervejas premiadas no 1.º Concurso Brasileiro da Cerveja, que faz parte da programação oficial do evento, a Cervejaria Escola Bode­brown, de Curitiba, foi eleita a melhor do ano. É dela, em parceria com o americano Greg Koch, da famosa cervejaria americana Stone Brewing, um dos rótulos mais comentados do festival: a Cacau IPA. Medalha de ouro no concurso, é uma India Pale Ale de 6,5% de teor alcoólico com amargor acentuado e aromas cítricos de lúpulos americanos, além, claro, do toque brasileiro do cacau de Ilhéus (BA). Aprecie em temperaturas mais elevadas (acima de 7 graus C), pois o frescor do lúpulo e o aroma do cacau ficam mais evidentes.

Way Beer Avelã Porter - (310 ml – entre R$ 9 e R$ 12)

As cervejas, cervejarias e cervejeiros paranaenses realmente fizeram barulho no festival. A Way Beer lançou oficialmente a Avelã Porter, cerveja que tem como base a sua já consagrada Cream Porter adicionada de avelãs, o que confere um sabor mais doce e amen­­doado, com final seco, lembrando chocolate meio-amargo. No aroma, notas de café e chocolate estão evidentes, com avelã em segundo plano.

Bierland Bruxa - (600 ml – R$ 16)

Edição limitada, a Bruxa foi medalha de prata no concurso. E vem ainda de outra eleição. Sua receita foi escolhida no 1.º Concurso Cervejeiro Caseiro Bierland, realizado em agosto de 2012, cujo vencedor foi o cervejeiro Ronal­­do Dutra Ferreira, de Floria­­nópolis (SC). Trata-se de uma Blond Ale dourada e com 7,5% ABV. No sabor, suave frutado, com amargor médio, além de final seco e condimentado.

Bamberg Raimundos Helles - (600 ml – R$ 16) e Thunder­­struck - (600 ml – R$ 16)

Feita para ser a cerveja da banda Raimundos, a nova Helles da Bamberg fez sucesso no festival. Uma cerveja clara, de amargor nítido, mas não exagerado, com final seco e amargo e aroma herbal e floral do lúpulo. Já a Thunderstruck é uma Kölsh turbinada ou Doppelkölsch como o pessoal da cervejaria vem chamando. Também é clara, e segue o estilo típico de Colônia, com adição de lúpulo na técnica do dry-hopping, o que confere aromas e sabores críticos à cerveja sem aumentar o amargor.

Mais lançamentos em breve, aqui no Bar do Celso ;)

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 21/03/2013 às 18:33


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Divulgação / Alguns dos premiados no concurso e juízes. Cervejeiros de vários cantos do paísAlguns dos premiados no concurso e juízes. Cervejeiros de vários cantos do país
Na quarta-feira (21), teve início a 5ª edição do Festival Brasileiro da Cerveja, realizado no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC). O primeiro dia contou com a premiação do 1º Concurso Brasileiro da Cerveja, que faz parte da programação oficial do evento. Foram 215 amostras avaliadas de cervejarias de vários cantos do país, sendo premiadas em 68 diferentes categorias com ouro, prata ou bronze.

Com 11 prêmios, a grande vencedora foi a paranaense Cervejaria Escola Bodebrown, localizada em Curitiba. Foram 5 de ouro (Black Rye IPA, Blanche de Curitiba, Cacau IPA, Cara Preta e Perigosa) 2 de prata (Wee Weavy e Hop-Weiss) e 4 de bronze (Cerveja do Amor, Tripel Hop Montfort, De Bora Poderosa IPA e De Bora Robust Porter).

Outras cervejarias paranaenses premiadas são: Bier Hoff (prata na Pilsner e bronze na Premium Lager, Witbier e Punpinkin Ale), Way Beer (ouro na American Pale Ale e prata na Double APA e Cream Porter), Gauden Bier (ouro na Pagan India Pale Ale, prata na The Beers Chicago Blues Robust Smoked Porter e bronze na The Beers Underground Rock Pale Ale), Morada Cia Etílica (ouro na Double Vienna e prata na Kölsh), Insana (ouro na Chocolat Porter e prata na Weizen) e Cruz De Malta Cervejas Especiais (bronze na Stolz Belgium Dubbel).

O Paraná também foi destaque nas premiações por estado, sendo o segundo lugar, com 26 medalhas, atrás apenas de São Paulo (33). O terceiro estado mais premiado foi Santa Catariana (16), seguido por Minas Gerais (14), Rio Grande do Sul (9), Rio de Janeiro (7) e Pará (4).

Com a maior nota entre todas as avaliadas, a melhor cerveja do ano foi a Wäls Pilsen, Bohemian Pilsener da Cervejaria mineira Wäls.

A grande maioria das cervejarias premiadas está participando como expositora no Festival Brasileiro da Cerveja. O evento vai até dia 23 e reúne mais de 500 rótulos de cerveja, área de gastronomia, shows, palestras e muito mais para fazer cervejeiro feliz!

Em tempo: logo depois de publicar esse texto, descobri que o pessoal do Bom Gourmet está cobrindo o evento e fez matéria sobre o assunto também. Vejam lá.

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 14/03/2013 às 13:24

[Texto extraído da Coluna Bar do Celso, publicada hoje na revista Bom Gourmet, da Gazeta do Povo. Para ler o material completo, acesse aqui]


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A combinação de cerveja e música já foi coisa só do momento do consumo. Você estava num bar, ouvindo um som, e abria a sua bebida favorita para acompanhar. Hoje, não é mais. A “breja nossa de cada dia” está cada vez mais por dentro do universo musical. Principalmente do rock’n roll. Várias bandas vinculam suas marcas a produtos, assim como fábricas criam e lançam cervejas homenageando grupos, estilos ou canções. Com certeza cada fã gostaria de degustar e ter uma na prateleira.

Anunciada agora em fevereiro, a Bamberg Raimundos Helles (600 ml – sem preço definido) é o mais recente produto da cervejaria de Votorantim (SP), e deve ser lançado no final de março, durante o Festival Brasileiro da Cerveja, em Blumenau (SC). Trata-se de uma Munich Helles. A cervejaria já tem tradição em bebidas com marca de bandas. É a responsável pela Sepultura Weizen (600 ml – entre R$ 16 e R$ 20) e Camila, Camila (600 ml – entre R$ 14 e R$ 18), que homenageia a banda Nenhum de Nós.

Leia mais na coluna Bar do Celso

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 27/02/2013 às 10:39


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Recentemente tomei contato com um projeto diferente. Sem saber de onde vinha, uma caixa desenhada como amplificador de guitarra chegou pelos Correios. Ao abrir, duas cervejas, bolachas e material explicativo de um novo projeto: The Beers. Um conceito muito bem bolado, juntando música e cerveja, aparência bem cuidada, rótulos produzidos, etc. Mas não foi só isso. Quando degustei as cervejas, senti acima de tudo um cuidado com a qualidade da bebida, equilíbrio e proposta. Sem dúvida, uma ótima surpresa. Uma experiência de consumo completa.

Fui então me informar melhor sobre o projeto, afinal se tratava de um material caprichado e de qualidade. Podia jurar que já havia experimentado cervejas semelhantes, mas não me recordava onde. Sabia que já tinha visto produção parecida, mas a referência se perdeu na minha cabeça. Abri o site e vi a confirmação: um projeto curitibano, com bebidas elaboradas pelo cervejeiro Thiago Silva, da Gauden Bier, e com a assinatura empreendedora e criativa do Douglas Salvador, proprietário do Clube do Malte.


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Sei que não é usual eu começar um texto aqui por uma narrativa dessas, mas tinha que contar para vocês, queridos leitores boêmios, como essa descoberta aconteceu. Antes mesmo de ter qualquer referência, o capricho do projeto The Beers e a qualidade dos produtos já havia me chamado a atenção.

The Beer é um projeto colaborativo que, além do pessoal que mencionei acima, conta com a parceria do Ronaldo Flor, proprietário da Gauden Bier, as agências Heads e Wow, além de Rodrigo Poersh e Gean Santos. Todo o material é baseado na união de cerveja e música, gerando produtos gráficos super interessantes, como a caixa na qual chegou o pack, e cervejas de qualidade.


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São quatro cervejas ao todo: Chicago Blues Robust Smoked Porter, Underground Rock Pale Ale, Partido Alto Brazilian Samba Pils e Sierra Maestra Latin Smoked Ale. Degustei as duas primeiras, e as duas últimas em fase de produção, devendo chegar em breve ao mercado.

Ambas tem no equilíbrio o seu ponto forte, uma assinatura do cervejeiro Thiago. Nada sobra nem falta. Os estilos são respeitados, assim como a composição da cerveja como um todo. Na primeira, o toque defumado é sutil, sem exageros, deixando com que o estilo Porter apareça sem interferências. A segunda é uma American Pale Ale na medida, que se vê pouco no mercado hoje em dia com a tendência de grandes volumes de lúpulo.

Meus parabéns aos participantes do projeto. Espero que mais venha por aí!

As cervejas do The Beers são distribuídas pela Via Gourmet na região Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, podendo ser encontradas em lojas especializadas e lojas virtuais de cerveja. Para se ter uma ideia de preço, no site do Clube do Malte cada garrafa sai por R$ 11,90.

Você já experimentou? O que achou? Conte para a gente nos comentários!

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Enviado por Luís Celso Jr. - bardocelso@gmail.com, 26/02/2013 às 07:41


Beer Monks

Beer Monks /

Uma boa e recente novidade em termos de negócio da cerveja são os clubes de assinaturas. Você faz sua inscrição como se fosse uma revista e recebe na periodicidade escolhida uma seleção especial de cervejas, feita por especialistas, no conforto da sua casa. Agora mais um clube se instala em Curitiba, o Beer Monks, e vem trazer ainda mais qualidade para esse mercado.

Obviamente, é possível assinar de qualquer parte do país. O Victor Silva, fundador do clube, explica que a opção de focar nesse primeiro momento na capital paranaense é também para valorizar a terra natal. Um negócio assim não poderia ignorar de onde vem. Outro diferencial do Beer Monks é o fato de contar com um curador cervejeiro belga, nativo e residente lá, que fica em contato com o clube e seleciona as cervejas.

Com seleção feita de cervejas importadas, são três opções de assinaturas mensais, com 2, 4 ou 6 garrafas. Além das cervejas, você leva um revistinha mensal com conteúdos cervejeiros das mais diferentes ordens. Nesse primeiro volume, eu mesmo assinei uma coluna por lá. Informação, para aprender a bem beber, é parte essencial dos clubes de cerveja.

Veja o vídeo de estreia do Beer Monks abaixo e não deixe de visitar o site.


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