Terça-feira, 22/05/2012
Divulgação

Quem gosta de animais e de batata suíça tem hoje , dia 15, uma grande chance de unir as duas coisas. O Beto Batata do Park Shopping Barigüi vai destinar 20% da venda das batatas para ajudar o grupo de protetoras independentes Tomba Latas. Vale a partir das 19h.
Quem quiser saber um pouco mais sobre o trabalho do Tomba Latas pode visitar o perfil no facebook.

Ontem um caso de agressão a animais virou polêmica: um policial militar jogou spray de pimenta no olho de uma cachorra durante uma operação na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. O animal estava latindo durante o tiroteio e por isso o policial agiu dessa forma. A população que estava no local protestou e agora o ele pode ser punido.
Eu acho justa a punição, pois o animal não agrediu ninguém, estava apenas latindo, coisa que, para um cão, é completamente comum, ainda mais em meio a barulho de tiro. Se não há punição, o abuso de poder – que já existe com as pessoas – pode ficar ainda pior com os animais.
Leia abaixo a matéria completa.
Policial pode ser punido por lançar spray pimenta em cão
Folhapress
A Corregedoria da Polícia Militar do Rio abriu inquérito para analisar a conduta do policial, que usou spray pimenta contra a cadela Pantera, ontem na Rocinha, zona sul do Rio.
Na manhã de ontem, o policial, que não foi identificado, lançou o spray contra o animal, que não parava de latir. A ação provocou protestos de pedestres que passavam pela Via Ápia e de seu dono.
"Fiquei indignado. A Pantera é tão mansa que vive solta. Todo mundo aqui a conhece. Ela chegou em casa quase sufocada", afirmou José Luiz Francisco, dono do animal.
Horas antes, policiais e traficantes trocaram tiros na comunidade. Um rapaz de 22 anos levou um tiro no braço esquerdo e está no Hospital Miguel Couto. Policiais passaram o domingo procurando outros dois homens que teriam sido baleados, mas nenhum ferido foi encontrado nas buscas.
O policial prestou depoimento ontem ao major Edson Santos, responsável pelo patrulhamento na Rocinha. O teor do depoimento não foi revelado.
José Luiz Francisco, dono do animal, foi procurado por policiais, mas não quis prestar depoimento sobre o caso.
Você concorda com a punição do policial?
Valterci Santos
De uns dois ou três anos para cá a quantidade de pessoas que têm coelho em casa aumentou. Embora não existam números, a percepção veio de conversas com pet shops, criadores e veterinários. Só no condomínio onde moro, por exemplo, pelo menos umas três famílias têm.
Para quem quer ter um pet mas se preocupa em deixá-lo sozinho em casa e não tem muito tempo para dar atenção, os coelhos são ideais. Além de não precisar passear, também não tomam banho. Quando estão soltos costumam andar pela casa, mas não são barulhentos nem bagunceiros.
Só que quem imagina que vai poder brincar com ele, está enganado. O coelho não interage como um cão ou gato, embora deixe ser agradado algumas vezes. Umas das poucas preocupações do dono é com comida e água, pois eles são comilões e precisam ser alimentados várias vezes ao dia.
Hoje os mais procurados são os minicoelhos, por serem menores e terem várias raças diferentes e bonitas, o que encanta as crianças. O peso fica em torno de 2,5 quilos, enquanto o coelho normal pesa entre 6 e 8 quilos. Existem nove tipos mais comuns, e alguns são tão peludos quanto cães e gatos. Um dos que vi pessoalmente, o Leopoldo – que é de uma amiga – tem o pelo tão longo e macio que dá até para fazer um penteado. Segundo ela, ultimamente ele está com o cabelo do jogador Neymar.
Ana Carolina Nery/ Arquivo Pessoal
Leopoldo com seu penteado de Neymar.Você tem um coelho em casa? Como ele se comporta?
Anderson Tozato /Tribuna do Paraná
O animal, que está cego, chegou a tomar chuva e aguentou dias de muito solEscrevo para o Blog Animal há pelos menos dois anos e fiz matérias para o Caderno Animal – que hoje virou uma página semanal no Viver Bem – por um ano. Durante esse tempo vi muitas histórias de cavalos abandonados e maltratados. Hoje, por meio de um colega de trabalho, soube de mais uma e resolvi fazer um post expondo minha opinião sobre o assunto.
A história de hoje foi a de um cavalo abandonado na Vila das Torres, que além de machucado estava com uma infecção na região genital que a deixou inchada, arrastando no chão. Segundo me contaram, algumas crianças jogaram pedra no animal. Então antes de fazer este post entrei em contato com a Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC)e pedi que checassem o caso, já que é a única ONG de Curitiba que recolhe cavalos.
Felizmente soube que o animal foi retirado da rua e encaminhado ao Hospital Veterinário da Universidade Federal do Paraná (UFPR) para tratamento. Ele teve sorte, só que infelizmente não é isso que acontece com a maioria. Por se tratar de um animal de grande porte e não ter para onde levar, muita gente costuma não se importar. Então o bicho fica jogado no mato, doente, magro e muitas vezes ainda apanha ou é apedrejado pelas pessoas que moram no entorno.
Confesso que isso é uma das situações que mais me afetam em relação à proteção animal. Fico realmente muito triste e indignada não só por se tratar de uma situação de violência, mas porque no caso do cavalo, as pessoas têm a coragem de usar a força dele para carregar carrinho de papel e outros trabalhos pesados e depois abandoná-lo doente, sem cuidado, comida e água.
Na minha concepção de bondade, amor ao próximo e respeito aos animais isso é inconcebível. Entendo que nem todos têm informação e condições sociais suficientes socorrer um cavalo abandonado, mas acho que acima de tudo é uma questão de humanidade. Usar um animal até seu esgotamento físico e depois jogá-lo na rua é, para mim, pura crueldade.
Tão triste quanto é que os órgãos competentes, como a Secretaria de Meio Ambiente, por exemplo, não dão conta do recado. Se alguém achar um cavalo maltratado e entrar em contato com ela vai ser transferido exaustivamente para vários setores e até outros órgãos, que no final vão alegar que não têm lugar para abrigar um animal de grande porte. Nem mesmo a eutanásia, que deve ser feita caso o cavalo esteja agonizando e não exista tratamento, é feita rapidamente pelo poder público. Antes que um veterinário vá até lá, ele vai sofrer por dias e dias.
Aniele Nascimento
O deficiente visual Luciano Sentoni anda com seu cão-guia, a labradora Palu. Dia 25 de abril é o dia internacional do cão-guia, que é um animal adestrado para guiar pessoas com deficiência visual. Geralmente é da raça labrador, por ter tamanho, força e outras características que o qualificam para a tarefa.
Infelizmente por aqui faltam animais treinados. Segundo o Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), de São Paulo, o Brasil tem cerca de 70 cães-guia para 1,2 milhão de pessoas com deficiência visual. Só no instituto a fila de espera é de 3 mil.
Aqui em Curitiba eu nunca cruzei com um. Os que eu vi até hoje foram apenas em filmes e novelas. Mas imagino como é fundamental para um deficiente visual a presença de um. Além de todo carinho que um pet pode dar, ele ainda auxilia nas tarefas mais básicas que muitas vezes a falta de visão incapacita a pessoa de fazer.
O mais próximo que vi até hoje foi no Parcão, que fica atrás do Museu Oscar Niemeyer . Uma senhora estava com três cães sem raça definida e me contou que eles “trabalhavam” em uma associação que cuidava de crianças com todo tipo de deficiência. Todos eram bem dóceis, alegres e brincalhões. É uma pena que ainda poucos brasileiros tenham acesso a animais como esses.
Divulgação Cetas/PUCPR
Hedgehog tomando remédio.Essa coisinha peluda e espetada que você está vendo aí chama-se hedgehog. Não tem tradução para o português e nem deveria ter por aqui, já que é proibido pelo Ibama. Embora ele se pareça com o porco espinho e o ouriço ( que é um roedor), é uma espécie diferente que come insetos.
O hedgehog é natural da Europa mas existe em outros lugares, como Estados Unidos , Ásia, África e Nova Zelândia. Eles são criados como pet, só que ao invés de ficarem dentro de casa vivem em jardins. “Se ficarem dentro não conseguirão comer insetos e serão alimentados com ração de gato ou cão, o que os tornaria muito obesos”, explica e professora de Medicina Veterinária da Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Valéria Teixeira.
Divulgação Cetas/PUCPR
Hedgehog filhote.Segundo Valéria eles cabem na palma da mão e interagem com as pessoas. Seus espinhos não chegam a machucar como os do ouriço e porco espinho.
Reprodução

Lembram do Sonic?
Quem foi criança nas décadas de 80 e 90 deve ter notado a semelhança dele com um personagem do videogame. Sim, o Sonic é um hedgehog! Imagino que a maioria, assim como eu, passou a vida toda pensando que o bichinho azul fosse um porco espinho. Ledo engano.
Hedgehog com roupinha
Essa semana um colega aqui do jornal me mandou o vídeo de um hedgehog vestido com uma roupa rosa. Nós dois pensamos que fosse um porco espinho. Fui atrás de um especialista e foi aí que nasceu a ideia do post.
Confira:
Divulgação

Serviço:
Au. Pet Place
Shopping Crystal – Piso G3
Rua Comendador Araújo, 731 – Batel
Telefone: 41 3026-1885
Anna Simas
Caco, um sem raça definida, de 7 anosBasta conviver algum tempo com um animal de estimação para perceber que cada um tem suas particularidades. Quanto mais velho, mais manias. Meu cachorro , o Caco, tem 7 anos. Ao longo desse tempo passou a fazer várias coisas engraçadas e curiosas. Uma delas – a que considero mais legal – é que ele rola em cima da pipoca. É só dar uma que ele deita e esfrega todos os pelos nela. Depois faz uma cara de quem não gosta daquilo e deixa de lado.
Mas as esquisitices não param por aí. Então, resolvi fazer uma lista de particularidades do meu pet para compartilhar com os leitores do blog. Confira:
1 – Come ração ordenadamente, fileira por fileira, sempre de um canto do pote para o outro;
2 – Quando coloco qualquer tipo de roupa nele – própria para cães, claro – simplesmente fica imóvel. Não se mexe para nada, nem para tomar água ou fazer xixi;
3- Na hora do passeio, nada pode encostar nele, nem uma pequena folha de árvore, que ele para de caminhar, fica parado até que eu retire;
4 – Não pode ver uma roupa minha em cima da cama que corre deitar em cima;
5 – Não pode me ver tomar leite com achocolatado que chora e roda em volta tentando tomar;
6 – Detesta pisar na grama. Quando vai a algum parque, faz de tudo para andar na calçada ou asfalto. Se tiver que obrigatoriamente andar nela, pisa com cuidado, como se tivesse nojo;
7 – Adora carinho, mas não deixa encostar na pata de forma alguma;
8 – Depois que faz uma refeição pula em cima do sofá para esfregar o bigode;
9 – Fica bem quietinho durante o banho – que dou em casa -, mas na hora de secar faz manha e geme como se fosse um pobre coitado.
O seu pet tem alguma mania engraçada? Conte para a gente.
Reprodução/umetaturou

Quem adora ver fotos engraçadas e fofas de animais vai se deliciar com este site: statigr.am/umetaturou. As imagens são do Instagram - um aplicativo de compartilhamento de fotos – e mostram um cão da raça border collie equilibrando vários objetos e fazendo muitas poses diferentes. São mais de mil fotos.
Depois de conferir, conte para nós o que você achou.
Arquivo pessoal
O Bolinha – que também atende pelo nome de Chongo – sumiu de casa, no bairro Vila Izabel, perto da Avenida Presidente Arthur Bernardes, no dia 18 de março. Ele é um lhasa apso branco com manchas pretas e beges e usava uma coleira preta com ossinhos brilhantes.
Desde esse dia foi visto na rua no colo de um morador de rua que tentava vendê-lo, depois no colo de outro que estava no bairro Batel e dois dias depois andava sozinho no bairro Seminário.
Os donos querem muito encontrá-lo e oferecem recompensa. Quem tiver notícia pode entrar em contato pelos (41) 8862-0311, (41) 8862-0869 ou (41) 3092-9494, com Péricles, Janaína ou Jonny.
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