Domingo, 14/03/2010
Podem me criticar à vontade, mas mantenho a minha opinião: não tenho saco pra teatro. Meu, até tento, mas não vai.
Hoje fui lá dar uma espiada na matéria da Gazetinha sobre o Festival de Curitiba. O lance do humor até me chama mais a atenção, só que quando abro o dito livro de programação, de boa, fico todo perdido (tem sinopse que precisa de tradução, pois os caras viajam e não dizem nada).
Benett

Isso sem falar nas sinopses "medo", o famoso "pague para entrar e reze para sair". Concordo com o que o Thiago Banik falou na entrevista: assista a algum espetáculo que te deixe à vontade.
Mas de boa, acredito que alguém tinha que filtrar melhor algumas coisas da grade. Sério, tem coisa ali que nem no teatro da minha escola entrava.
Bom, eu vou esperar pelo FC meio desconfiado. Vou começar pelo stand-up e improvisações pra garantir. O resto é loteria!!
E você, qual é a sua opinião? Vai para o Festival de Curitiba? Comenta aí!!!
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Sem Glauco, quadrinhos perdem a cor
Por: João Rodrigo Maroni
Os quadrinhos brasileiros perderam um pouquinho de sua ironia, bom humor e sarcasmo com a morte do cartunista paranaense Glauco Villas Boas [http://www2.uol.com.br/glauco/], de 53 anos, brutalmente assassinado por bandidos em sua casa em Osasco (SP) na madrugada desta sexta-feira (12). O filho do artista, Raoni Villas Boas, 25, também foi morto pelos criminosos, que estariam aparentemente drogados.
Famoso por criar tipos engraçados como Geraldão, Geraldinho, Casal Neuras e Zé do Apocalipse, entre tantos outros, o artista – que nasceu em Jandaia do Sul (a 390 quilômetros de Curitiba) – tinha 53 anos e foi morto em circunstâncias ainda suspeitas, que estão sendo investigadas pela polícia.
Reprodução
Homenagem a Glauco.A ironia da história é que Glauco chegou a criar um personagem para criticar a extrema violência urbana que impera no Brasil e que, de certa forma, acabou vitimando-o. Faquinha, um adolescente criado na favela e acostumado a levar safanões de policiais truculentos e também a viver a rotina do tráfico de drogas, era a resposta do artista para a indignação de todos nós brasileiros diante da insegurança generalizada em nossas grandes cidades.
Sempre munido daquela acidez que lhe era característica, Glauco era um grande cronista da sociedade, sobretudo ao abordar temas com os quais ainda nos sentimos desconfortáveis: taras sexuais, trabalho excessivo, violência urbana, entre tantos outros. Nas tiras do Faquinha, por exemplo, ele criticava o abismo social existente no país, que é capaz de gerar – todos os dias – novos soldados do tráfico a partir de meninos e meninas sem nenhuma perspectiva.
** Por acaso
A carreira de Glauco nos quadrinhos começou meio que por acaso. Durante o ensino médio, ele já gostava de desenhar, mas foi no início dos anos 70, quano foi prestar vestibular para Engenharia na cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, que o artista foi convidado pelo jornalista José Hamilton Ribeiro, que dirigia o jornal local Diário da Manhã, para desenhar no periódico. Criou então a tirinha Rei Magro e Dragolino.
Benett
A homenagem do Punkadinha.Em 1976, o cartunista foi premiado no renomado Salão de Humor de Piracicaba. Um ano depois, ingressou no time de quadrinistas do jornal Folha de S. Paulo, publicando esporadicamente suas tiras. Já na metade da década de 80, passou a publicar seus trabalhos diariamente.
“A primeira pessoa que recebeu ele em São Paulo fui eu. Ele dormiu na minha casa, comeu da minha comida, paquerou a minha mulher (risos), ele teve uma participação intensa na minha vida. Perdi uma boa parte da minha história com a morte do Glauco”, lamentou o cartunista Angeli, em entrevista à Folha Online.
No Blog do Universo HQ http://universohq.blogspot.com/) você confere uma série de homenagens a Glauco feita por artistas de todo o Brasil. Aliás, uma justa homenagem, diga-se de passagem!
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O encontro dos Titãs e dos Paralamas
Por: João Rodrigo Maroni
Amanhã (12) e no domingo (14) – sessão extra –, Curitiba recebe duas das maiores bandas brasileiras de todos os tempos: Titãs (formado por Sérgio Britto, Tony Bellotto, Mário Fabre, Branco Mello e Paulo Miklos) e Os Paralamas do Sucesso (de Bi Ribeiro, João Barone e Herbert Vianna). Os ingressos para a primeira apresentação já estão esgotados.
A turnê é uma comemoração pelos 25 anos de carreira dos dois grupos – originários dos anos 1980 e que vêm influenciando toda a cena roqueira desde então. Por isso mesmo, os integrantes das duas bandas sobem juntos ao palco do Guairão para tocar algumas das canções mais marcantes de seus respectivos repertórios, como “Flores”, dos Titãs, e “Meu Erro”, dos Paralamas – para ficar em apenas dois exemplos. Mas são vários.
Divulgação
Paralamas e Titãs: encontro histórico.
Em entrevista por telefone à Gazetinha, o baixista dos Paralamas, Bi Ribeiro, explica como serão os shows. O músico também fala sobre a afinidade – que vem de longa data – entre as duas bandas e também sobre a cena pop-rock atual. Confira.
– Como serão exatamente estes shows?
Bi Ribeiro – Esse projeto com os Titãs é a terceira edição dessa brincadeira (as outras duas foram no festival Hollywood Rock, em 1992, e numa turnê conjunta de 2008). Nessas vezes anteriores tínhamos poucas músicas em comum. Desta vez, a gente se juntou no estúdio e ensaiou umas 20 músicas. Então, as duas bandas estão juntas no palco a maior parte do tempo. Como se fosse o repertório de uma só banda. A gente escolheu as canções dos Titãs que queríamos tocar e eles fizeram o mesmo com as nossas. A escolha das músicas foi de coração.
–Vocês mudam muito o repertório, improvisam?
– Às vezes a gente brinca, sim, mas não acontece muito, não. Até porque, já temos um repertório ensaiado.
–Vocês esperavam que os shows em Curitiba lotassem dessa maneira?
– A gente até queria um lugar maior, mas não havia. Em todos as cidades que a gente tocou foram em lugares grandes e sempre encheu. Mas aí vendeu tudo muito rápido! A gente gosta muito de Curitiba e contamos com a presença do público paranaense. Curitiba é a cidade onde nós, Paralamas, sempre começamos as turnês e, dessa vez, estávamos devendo.
– Por que rola tanta afinidade entre Titãs e Paralamas?
– Desde o começo a gente teve uma admiração mútua, apesar do aspecto de sonoridade ser diferente, bebemos nas mesmas fontes: o pós-punk, o ska, o reggae... E somos da mesma geração, convivemos há 30 anos e ficamos amigos uns dos outros.
– O Mario Fabre, que entrou no lugar do Charles Gavin (baterista dos Titãs que saiu no final de 2009 da banda) vai tocar nestes shows, não? Vocês já tocaram com ele? Detalhe: são duas baterias no palco!
– A gente ainda não conheceu ele. Essa semana que a gente vai ter o primeiro ensaio. O último show que fizemos em conjunto (Paralamas + Titãs) foi no final do ano passado, quando ainda era o Charles.
– E os Paralamas estão em turnê também, não? Como vocês têm conciliado as agendas?
– Fizemos 2009 inteiro de shows (só Paralamas) e este ano vamos continuar. Agora shows com os Titãs são poucos, de dois em dois meses. Com os Paralamas estamos rodando aí pelo Brasil afora, literalmente (o nome do último CD do grupo é justamente Brasil Afora). A gente tá se juntado também para pensar em músicas novas, mas sem pressa.
– Vocês percebem que o público de vocês tem se renovado?
– Percebemos sim. Não é brincadeira dizer que o pai leva o filho nos shows – ainda mais nesse Paralamas e Titãs. Se não fosse essa renovação, a gente nem estaria tocando. O que empolga mesmo, o que gera a animação do show, é a geração mais jovem. E outra coisa também é que a gente nunca parou de tocar, de lançar discos. Muitas vezes as pessoas que vão ao show só nos conhecem a partir de um determinado momento da carreira, e nem tanto pelas músicas mais antigas.
– Vendo hoje tantas bandas novas no cenário nacional, que retrospecto você faz do legado que a geração de vocês deixou?
– A gente é da geração que conseguiu fazer esse negócio ter uma continuidade. Sabemos que somos referência para essa galera que tá começando, se não musicalmente, ao menos por causa da nossa carreira. A gente provou que dá pra fazer música jovem no Brasil.
– E o que você vê hoje no cenário do rock nacional te agrada?
– Eu acho legal sim, que continue tendo o rock falado em português. Gosto da Pitty e dessa turma do emo, por exemplo. Pelo menos é melhor que sertanejo e axé. E os caras vêm falar com a gente sempre, dizem ‘Pô, crescemos ouvindo vocês!’ Isso é muito legal.
** Você confere AMANHÃ na Gazetinha um Fique de Olho especial sobre Paralamas e Titãs. Entenda porque essas duas bandas são tão importantes para o rock nacional.
** VÍDEO
Encontro histórico: Titãs e Paralamas tocam juntos “Diversão”, dos Titãs, no festival Hollywood Rock, em 1992, no Rio de Janeiro.
* Assista aos videos do DVD Paralamas e Titãs: Juntos e Ao Vivo, de 2008, clicando no link http://www.youtube.com/view_play_list?p=8AFC48AC897FF697
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Amanhã tem Gazetinha. Confira no @gazetinhanews todos os destaques da edição de 13 de março.
Reprodução
A capa da edição impressa da Gazetinha do dia 13 de março.Foi uma correria. No backstage do Monange Dream Fashion Tour, Thiago Banik acompanhou os preparativos para a grande festa, que agitou o Curitiba Master Hall no dia 6 de março.
Angela Antunes
Antes do evento começar, ele bateu um papo com as supergatas Isabeli Fontana, Renata Kuerten e Raica de Oliveira. As tops, em meio à preparação de cabelos e maquiagem, foram atenciosas com nosso jovem repórter. Thiago também falou com Daniel Ueda, um dos responsáveis pelos looks criados para o festerê (a apresentadora Xuxa também esteve no evento).
Aliás, Banik também esteve com Rogério Flausino. A turma do Jota Quest adorou o show, ainda mais com as beldades passando bem do ladinho deles. Era sorriso que não acabava mais...
** Confira o vídeo:
**FIQUE LIGADO
* O carisma é a marca registrada de Thiago Banik. O jovem curitibano, que atualmente se dedica às aulas de teatro no Cena Hum, foi protagonista da ação de lançamento de High School Musical: O Desafio em Curitiba. O projeto, uma parceria da Gazetinha com a Disney, virou videoclipe e movimentou a cidade com um flash mob - que reuniu mais de 400 pessoas no Jardim Botânico (24 de janeiro).
Angela Antunes
Modelo e ator, Thiago tem quase 80 mil seguidores no Twitter. Apaixonado por literatura, cinema e séries de tevê, ele compartilha muitas ideias com as fãs e admiradores através do seu blog.
Atualmente, ele se dedica, além das aulas de teatro, a eventos e em breve terá muitas novidades para contar...
Aliás, aguardem a edição de sábado da Gazetinha e confiram as "novas" do Banik.
** Siga o Thiago no Twitter: @ThiagoBanik.
** Confira uma reportagem bacana com Thiago Banik.
A Summit Entertainment divulgou hoje o trailer de A Saga Crepúsculo: Eclipse. Olha só:
O filme estreia apenas em junho, mas a Summit Entertainment liberou hoje os primeiros 10 segundo do trailer de Eclipse.
Outra curiosidade: ao que tudo indica, Robert Pattinson e Kristen Stewart chegam, em breve, ao Brasil para as filmagens de Amanhecer. Será mesmo?
Enquanto isso, espia o preview do trailer (o teaser oficial de 30 segundos sai amanhã!!):
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AMANHÃ: os bastidores do Monange Dream Fashion Tour
Confira amanhã, aqui no Blog da Gazetinha, um vídeo exclusivo com Thiago Banik nos bastidores da festa – que agitou o Curitiba Master Hall no dia 6 de março. Ele bateu um papo com Isabeli Fontana, Renata Kuerten e Rogério Flausino (Jota Quest). Tem ainda cenas inéditas da festa. Aguarde.
Angela Antunes
O Copacabana Club se prepara para voos maiores - a começar pelo lançamento mundial do single "Just Do It", com direito a turnê nos Estados Unidos.
Em maio, a canção será lançada pelo selo Bulldozer/3Plus Music, via PIAS, a maior distribuidora independente da Europa, que trabalha com artistas como Placebo, Faithless, Tiesto, Paul Weller, entre outros.
Renata Chebel
Copacabana Club: de Curitiba para o mundo.26/03 - Lit Lounge Lounge/ New York.
29/03 - Kung Fu Necktie / Philadelphia (com Garotas Suecas).
31/03 - Middlesex Lounge / Boston.
** Entre no clima:
À espera de Eclipse e morrendo de saudade de ver Rob Pattinson na tela grande? Bom, como hoje é o Dia Internacional da Mulher, uma boa notícia para as meninas: o ator volta à tela grande com Lembranças.
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Uma paixão arrebatadora vai derreter o coração do rebelde Tyler: suspiros garantidos na tela grande.
O filme, que estreia na sexta (12), é um drama repleto de romances. O intérprete de Edward Cullen é Tyler Roth, um cara rebelde e que tem uma relação pra lá de tensa com o pai – interpretado por Pierce Brosnan.
Na verdade, Tyler tem dificuldades de lidar com uma tragédia que separou a sua família. Apesar da rotina conturbada em Nova York, eis o dia que o moço encontra Ally (Emilie de Ravin, de Inimigos Públicos). É claro que ela provoca uma mudança e tanto no seu destino...
Divulgação
O galã invade a tela grande no dia 12.
Viver essa paixão não será moleza. Tyler terá que lidar com verdades e segredos que virão à tona. Mas ao que tudo indica, o final feliz está garantido. Promessa de muitos gritos e suspiros no escurinho do cinema...
** Veja o trailer:
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E aí, o que você acha do Marcelo Adnet?
Visite o @gazetinhanews e mande o seu recado. As melhores respostas aparecem na edição impressa do dia 13 de março. Melhor: o humorista vai dar uma espiada em todas elas. Imperdível!!
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Marcelo Adnet: o que você acha do cara?
Por: Angela Antunes
A 4.ª edição do Garagem de Talentos Fnac/Gazetinha chegou ao fim – mas não pense que você vai perder qualquer detalhe do que rolou na festa de premiação.
Na última quarta-feira (3), Gustavo Magalhães e Thiago Banik compareceram ao fórum de eventos da Fnac (ParkShoppingBarigüi) para mostrar tudo que aconteceu nos bastidores do evento.
Angela Antunes
Gus, Andreas e Thiago na final do Garagem de Talentos Fnac/Gazetinha.
A dupla conversou com as bandas vencedoras – Cinema Mudo, Manawaii e The
Klackers –, que apresentaram um pocket-show especial para o público.
E mais – eles tiveram a oportunidade de bater um papo com Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura e padrinho do evento, que dividiu o palco com a turma do Cinema Mudo, primeiríssimo lugar no concurso.
Confira!
* Veja mais detalhes da final do Garagem.
**FIQUE LIGADO
* Thiago Banik foi protagonista da ação de lançamento de High School Musical: O Desafio em Curitiba. O projeto, uma parceria da Gazetinha com a Disney, foi transformado em videoclipe e movimentou a cidade com um flash mob - que reuniu mais de 400 pessoas no Jardim Botânico (24 de janeiro).
Modelo e ator, Thiago tem quase 80 mil seguidores no Twitter. Apaixonado por literatura, cinema e séries de tevê, ele compartilha muitas ideias com as fãs e admiradores através do seu blog.
Atualmente, ele se dedica às aulas de teatro, eventos e em breve terá muitas novidades para contar...
** Siga o Thiago no Twitter: @ThiagoBanik.
** Confira uma reportagem bacana com Thiago Banik.
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* Gustavo Magalhães, ou simplesmente Gus, foi repórter-mirim da Gazetinha e integrante do Projeto Master. Calouro do primeiro ano de Jornalismo na PUCPR, o cara entra com a gente na contagem regressiva para muitas novidades que vêm aí. Aguarde.
* Siga o Guss no Twitter: @gus_magalhaes.
* Clique aqui e veja a entrevista de Gus com o NX Zero.
Por: Angela Antunes
Vale a pena conferir neste fim de semana o espetáculo Nós na Fita, estrelado pela dupla Marcius Melhem e Leandro Hassum. Mesmo com seus seis anos de história – a peça estreou originalmente em 2004 -, o roteiro atualizado e as improvisações fazem com que cada apresentação seja sempre diferente.
Divulgação
Leandro Hassum e Marcius Melhem estrelam o espetáculo "Nós na Fita"É o que garante Hassum, que conversou por telefone com a Gazetinha na noite desta sexta-feira. Olha, foi difícil achar uma brecha na agenda do comediante. Ele está praticamente o tempo todo no estúdio, por conta das gravações do programa Zorra Total, exibido pela Rede Globo (RPC –TV).
Para você ter ideia do sucesso do espetáculo, foram mais de 900 apresentações realizadas. “Vem dando muito certo”, conta Hassum. De acordo com ele, as piadas novas sempre têm espaço, pois por se tratar de stand-up comedy, “tem que ter muitas coisas atuais”. “Uma coisa que faz o espetáculo viver tantos anos é que a gente gosta de improvisar. Você sempre vai ter cenas diferentes, brincadeiras novas”, explica o comediante.
E não precisa ficar com medo das improvisações. “Tivemos sempre uma relação boa com a plateia. A gente não brinca às custas do público, mas sim junto com ele”, garante Hassum. O dia-a-dia, sem dúvida, é assunto constante. “O stand-up tem muito disso. Você coloca uma lente de aumento em algo com o que você se identifica, e trabalha com humor”, aponta.
Famoso por conta de seu trabalho no humorístico Zorra Total, Hassum garante que, mesmo com as críticas, o programa existe porque “tem gente que gosta de assistir. “A gente tenta fazer o engraçado, mas nem todo mundo vai achar”, explica. Além disso, o espaço abre portas para novos comediantes, que sempre renovam a cena de humor brasileira. “Ele tem uma função muito boa que é lançar novos talentos”, garante.
Mas Hassum não para por aí. Em seu currículo, ele já fez até mesmo a dublagem de um personagem no filme Bolt – O Supercão. “Acho importantíssima essa versatilidade. Você ter uma coisa heterogênea é muito bom. Não adianta ficar fazendo só televisão, é muito gostoso sair da rotina”, aponta o humorista.
E se prepare: com a previsão de ter um papel na atual temporada da novela Malhação, Hassum optou por deixar de lado este trabalho por conta do programa Os Caras de Pau, que deve entrar no ar na Rede Globo a partir de abril. “A princípio é até o meio do ano, mas se for bem, logicamente deve ficar”, diz. Nos palcos, a peça Nós na Fita deve ter muito chão pela frente. “Se não acontecer nenhum imprevisto no meio do caminho, como eu e o Marcius brigarmos (risos), a gente vai continuar com o espetáculo pelo resto da vida”, conta.
Por conta do sucesso de público, a peça ganhou uma sessão extra neste domingo (7), às 21 horas. E você, vai perder essa?
Confira o serviço completo da peça no Guias e Roteiros RPC.
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Santo vício!
Por: Punkadinha
Levei uma bronca da nutróloga ontem, sério. Vejam: fui lá, tal, minha mãe acha que eu estou comendo muito errado, isso e aquilo, e comecei a narrar minhas experiências gastronômicas.
Levei um corte daqueles quando disse a ela que me dou de presente uma barra de chocolate à tarde. Ôrra, pensei que ela ia pular no meu pescoço, disse que é um absurdo esse lance de compensar o cansaço e uma tarefa se afundando em porcaria.
Benett

De boa, não fico sem chocolate e Bono todo dia. Tenho que matar um pacotinho, véio. Pô, que mal há nisso?
Não tem gente que precisa todo dia marcar presença no salão para fazer um make-up? Então me deixem no meu cantinho com minhas delícias.
Tipo, esses vícios, acho essa palavra exagerada, sendo bem sincero, podem ser equilibrados. Afinal de contas, quem não tem o seu ponto fraco que atire a primeira pedra.
Por: João Rodrigo Maroni
Foi uma verdadeira maratona. Enfim, a 4.ª edição do concurso Garagem de Talentos Fnac/Gazetinha terminou com a sensação de dever cumprido, revelando novas e talentosas bandas da cena curitibana. Destaque especial para as três primeiras colocadas: Cinema Mudo (www.myspace.com/alocinemamudo), Manawaii (www.myspace.com/manawaii) e The Klackers (www.myspace.com/theklackers), pela ordem.
Pedro Serápio
Cinema Mudo e Andreas Kisser na festa de premiação do Garagem de Talentos, realizada no dia 3 de março no fórum de eventos da Fnac.
Na edição de amanhã da Gazetinha você confere a cobertura completa sobre tudo que rolou ao longo do festival, com direito aos bastidores da festa no Yankee American Bar (www.yankeebar.com.br), onde rolou a final do evento no dia 27 de março. Na ocasião, as dez bandas finalistas tocaram diante dos jurados e, ao final das apresentações, ficamos conhecendo o nome das três ganhadoras.
Hedeson Alves
A banda Fuja Lurdes se apresenta no Yankee: show de encerramento do festival e despedida da cidade.Também vamos dar um destaque para a cerimônia de premiação, que aconteceu na última quarta (3) no fórum de eventos da Fnac. Além de um pocket-show com cada uma das bandas ganhadoras, o evento teve ainda a participação especialíssima do guitarrista Andreas Kisser, do Sepultura. O músico chegou a dar uma canja com a galera do Cinema Mudo.
** A premiação
Além de poder mostrar um pouco do trabalho para o público presente na Fnac, as três bandas ganhadoras fizeram um balanço do festival e aproveitaram para falar sobre seus projetos futuros, que não são poucos. “Foi legal ter participado do concurso. Nos inscrevemos dois dias antes do fim do prazo e gravamos as músicas na correria”, conta o baixista da Klackers, Pedro Almeida Neto. O grupo planeja lançar um EP ainda este ano e levar seu rock cheio de energia para além dos limites de Curitiba.
Hedeson Alves
A banda The Klackers no Yankee.Já a Manawaii, saiu na frente e lançou faz pouco tempo o CD independente Ao Seu Lado, com 9 faixas. “A gente está divulgando o material em barzinhos daqui e no litoral”, explica o vocalista Allan Furtado. A ideia do quarteto de pop-reggae agora é expandir horizontes, já que tem gente do Brasil todo curtindo os caras pela internet, conforme explica o guitarrista Fabio Augusto. “Aqui em Curitiba já é um pouco mais difícil para bandas independentes”, compara.
Pedro Serápio
A banda Manawaii no palco da Fnac.Outra que também planeja soltar um EP em breve é a Cinema Mudo. “Queremos lançar em agosto e tocar bastante, fazer shows em Curitiba e fora também”, revela o vocalista e trompetista JP Branco. Curiosamente, desta vez a banda pode contar com o vocalista e guitarrista Fernando Moreira, que não participou da final no Yankee, pois estava fora do país.
“Quando a gente se inscreveu, eu até falei: ‘Tomara que (a final) não seja quando eu estiver viajando’”, diverte-se Fernando. E não deu outra. O músico acabou sendo substituído pelo colega Tanaka, guitarrista do Monaco Beach. Os companheiros de banda ainda brincaram com o amigo quando este retornou. “Eles mentiram pra mim, disseram que a gente tinha ficado em terceiro”, diverte-se.
Pedro Serápio
A banda Cinema Mudo, vencedora da quarta edição, no pocket de premiação na Fnac.** Parceiros
E por falar no Monaco Beach (www.myspace.com/monacobeachmusic), a banda curitibana marcou presença na festa de premiação dos parceiros do Cinema Mudo. “Tava ansioso. Como toquei com eles me sinto um pouco parte da banda. Mas eles mandaram bem”, diz Tanaka, 20 anos. Ele e o baterista Andie revelam que o som do grupo tem as mesmas influências do Cinema Mudo, mas soa diferente.
A banda, aliás, ficou em 3.º lugar no festival Kaiser Sound no ano passado. “Até maio a gente quer lançar nosso EP com 5 músicas chamado Drowning In My Dreams”, informa Tanaka. Na agenda de shows do quinteto estão marcadas apresentações em Florianópolis, no próximo dia 13, e no Sláinte Irish Pub, em Curitiba, no dia 16.
Reforçando: não perca na edição de amanhã da Gazetinha mais informações sobre o que rolou nas finais do Garagem de Talentos e um perfil bacana com o guitarrista Andreas Kisser.
** CONFIRA OS VÍDEOS DAS VENCEDORAS DO 4.º GARAGEM DE TALENTOS FNAC/GAZETINHA:
* Cinema Mudo
* Manawaii
* The Klackers
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A Gazetinha do dia 6 de março tem outras novidades. Visite o Twitter (@gazetinhanews) e confira!
Reprodução
A capa da edição impressa do dia 6 de março.
Scorsese faz de Ilha do Medo mais do que uma boa trama policial
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