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Sexta-feira, 12/03/2010

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Blog do Caderno G

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Enviado por Cristiano Castilho, 11/03/2010 às 16:53

A palavra “anacrônico” passa bem longe do vocabulário de João Barone. O baterista da banda Paralamas do Sucesso, em conversa por telefone com este jornalista, diz que a trajetória de duas das maiores bandas do rock brasileiro se afastam cada vez mais dos anos 1980, musicalmente falando. “Paramos de usar bermudinhas justas há muito tempo”, brinca o músico. Os Titãs e Paralamas do Sucesso sobem, juntos, ao palco do Teatro Guaíra sexta-feira (12) – ingressos esgotados -- e domingo (14) para realizar o show 25 anos Rock.


Confira a entrevista
Em termos práticos, o que será o encontro de duas das maiores bandas do rock nacional?
Nossa história já está escrita no livro do rock brasileiro. Mas o que ocorreu foi uma demanda muito grande para novas edições deste show desde que o realizamos pela primeira vez [no Hollywood Rock, em 1992]. Acho que é pelo que as bandas representam, tudo que nos envolve. As pessoas cobravam por mais encontros desses. Então nós ficamos dando linha na medida da conveniência.

Por quê dessa demanda por parte do público?
Acho que é uma coisa que vai além das obviedades. O fato de as duas bandas terem uma afinidade musical muito grande colabora. Significamos alguma coisa para a geração que cresceu nos anos 1980, do rock dos anos 1980. Nós, talvez, não proporcionaremos uma nostalgia, mas um revisionismo do que a banda significou em seu tempo. E elas não pararam, continuam na estrada. Talvez seja isso que traga essa curiosidade. Mas acima de tudo nós gostamos de fazer shows e temos uma afinidade muito grande, há um astral legal. O show vai além do que foram os encontros anteriores.

São muitos músicos, como evitar uma possível bagunça na hora do show?
Pensamos em tudo, tudo é bastante dimensionado. Começamos o show juntos com um set do Paralamas, meia dúzia de músicas. Depois entra o bloco coletivo. Há também o momento “banquinho e violão” [risos]. Algumas músicas com arranjos mais discretos, mas sem perder a vigorosidade.

A saída do Charles Gavin dos Titãs abalou as bandas de alguma forma?
Sentimos um misto de emoções. Mas o importante é que ele foi corajoso o suficiente e foi buscar sua felicidade pessoal. E isso faz parte do lendários das bandas de rock, onde elementos entram e saem. Ainda mais em se tratando de Titãs, que é uma entidade.


Caroline Bittencourt

Caroline Bittencourt / Titãs e Paralamas do Sucesso. Bandas se apresentam juntas amanhã (sexta) e domingo no Teatro Guaíra.Titãs e Paralamas do Sucesso. Bandas se apresentam juntas amanhã (sexta) e domingo no Teatro Guaíra.

No repertório, haverá novas músicas ou novas versões para as músicas?
Não. O repertório está bem costurado. Não haverá nada de muito além do que está no script. Vamos fazer uma leitura dele, mas uma bela leitura...

Vocês já tocaram em grandes palcos, em shows imensos. Como se sentem se apresentando em um Teatro?

Em nós existe uma expectativa muito boa. O Guaíra é um dos palcos mais nobres do Brasil. As condições serão as melhores possíveis: o som é ótimo, a cenografia e luz estão perfeitas. Vai ser um prato ótimo para quem for até lá.

O Paralamas carrega muita história. Então como vê o público de vocês hoje? Há novos fãs ou é mais aquela geração da década de 80?
Existe sim uma renovação, nós percebemos isso. Há uma curiosidade de quem não conheceu a banda no começo e passamos a eles essa herança. E da mesma forma o material novo que fazemos ganha atenção. Isso é um atestado de que estamos em pleno vigor criativo e operacional. Poderíamos fácil viver da nostalgia dos anos 1980, mas ninguém precisa fazer isso. Não nos encaixamos nessa coisa de reviver os anos 1980. Fomos seguindo nosso rumo e traçando nossa trajetória. Paramos de usar bermudinhas justas há muito tempo.

Na época em que Paralamas e Titãs surgiram, algumas bandas eram movidas por algum tipo de atitude, muito por conta das amarras da ditadura. Era como um caminho, um meio, fazer da música algo combativo, seja em relação à política ou ao próprio ser humano [Legião Urbana]. E hoje, o que motiva jovens a formarem bandas?
Acho que muita gente tem essa ilusão de ficar famoso, de ficar rico. Mas hoje algumas coisas não colam. Essas coisas impostas, fabricadas, tendências, estilos, que algumas bandas procuram. Mas digo que nada substitui a espontaneidade e a originalidade. São essas as bandas que chegam à ribalta. Hoje é difícil comparar porque na nossa época o funil era muito estreito. Hoje é óbvio: a internet está aí. Todos têm ferramenta fácil à disposição. A internet democratizou a distribuição e provocou essa reengenharia pela qual as gravadoras passam hoje. É um marco sendo escrito, não podemos ignorar isso.

E como você vê o rock nacional hoje, em termos de qualidade?

Acho que há boas coisas por aí. Posso citar a Pitty, por exemplo. A história dela é bacana. Essas novas bandas aí.. como é mesmo? Fresno, NX Zero, elas têm sim o seu valor pois refletem um momento, embora o tempo é quem prova até onde elas podem ir. Esses caras são muito novos, é todo mundo meio precoce. Mas sou otimista, acho que quem começa cedo vai longe.

Enviado por Marcio Renato dos Santos, 05/03/2010 às 16:54


 / O craque de humor e do traço.O craque de humor e do traço.

Solda é um craque que gosta de correr o risco e dá-lhe um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, ops. Dia 9, próxima terça-feira, essa vale anotar na agenda, no dia 9 de março será aberta uma exposição no Café Parangolé, bem no centro de Curitiba, com desenhos que o Solda fez há algumas décadas.

Solda, o craque, o mestre do humor, me contou que teve um tempo em que ele não fazia nada, e naquela temporada em que ele não fazia nada ele via tevê, e quando ele não fazia nada e via tevê ele desenhou mais de 186 desenhos em um mês, freneticamente.

Solda olhava e via esse eletrodoméstico que costuma ser colocado em salas nas casas e apartamentos em todo o mundo, a tevê. E de tanto olhar para a tevê que surgiu a série de desenhos Solda vê TV, traços e riscos em preto e branco. O que o público poderá ver no Parangolé já ficou em exibição no Solar do Barão, em um passado recente, e em maio estará nas ruas de Teresina, em plenos 40 graus ou mais, durante o Salão Internacional do Piauí.

Solda tem o mais do que famoso blog do Solda, que vale conferir. Já viu? Caso não, basta clicar aqui. A exposição será, repetindo, no Café Parangolé, Rua Benjamin Constant, 400. Reservas pelo (41) 3092-1171.

Eu vou lá? E você? (Propositalmente, não será postada aqui nenhuma das imagens de Solda vê TV, até para que você vá, pessoalmente, no Parangolé, óquei?)

Enviado por Cristiano Castilho, 03/03/2010 às 11:35

Arre! Depois de dez anos, Mark Ibold, Scott 'Spiral Stairs' Kannberg, Stephen Malkmus, Bob Nastanovich e Steve West voltaram a se apresentar ao vivo.

O show aconteceu na Nova Zelândia, na madrugada de segunda para terça-feira (1º/2 de março).

Abaixo você confere o set list e um video da catarse que o Pavement proporcionou aos seus fãs, sedentos por uma década.


Divulgação

Divulgação / Eles voltaram. Eles voltaram.


O grupo norte-americano, dos mais importantes na década de 1990, continua a turnê tocando na Austrália, Japão, Estados Unidos e em diversos países da Europa. E no Brasil hein? Já imaginou assistir Pavement na Pedreira?

Confira o set list do show:

'In The Mouth A Desert'
'Trigger Cut'
'Elevate Me Later'
'Shady Lane'
'Father To A Sister Of Thought'
'Rattled By The Rush'
'Perfume-V'
'Summer Babe'
'Kennel District'
'Silence Kid'
'Range Life'
'Unfair'
'Stop Breathin''
'No Life Singed Her'/'442'
'Fight This Generation'
'Date W/IKEA'
'Box Elder'
'Grounded'
'Gold Soundz'
'Here'
'Give It A Day'
'Cut Your Hair'
'Stereo'
'Spit On A Stranger'
'Conduit For Sale!'

Veja parte da apresentação. O grupo não tocava ao vivo desde 1999.

Enviado por Marcio Renato dos Santos, 03/03/2010 às 11:11


Lucia Loeb/Divulgação

Lucia Loeb/Divulgação / Detalhe da biblioteca situada na residência de José Mindlin, onde estão sendo digitalizados os livros da coleção Brasiliana.Detalhe da biblioteca situada na residência de José Mindlin, onde estão sendo digitalizados os livros da coleção Brasiliana.

José Mindlin se foi, mas permanece, permanecerá. A ação mais do que afirmativa que ele realizou durante a sua passagem pela Terra gerou e deve gerar ainda mais efeitos os mais incríveis possíveis.

Sabe do que estou falando?

Bom, para aprofundar ou mesmo clarer o assunto, foi publicada uma matéria hoje, quarta-feira 3 de março, na capa da edição impressa do Caderno G, que é possível ler na íntegra clicando aqui.

Se quiser opinar, discordar, sugerir, por favor, fique à vontade. Bons dias.

Enviado por Marcio Renato dos Santos, 02/03/2010 às 14:10


Elenize Dezgeniski/Divulgação

Elenize Dezgeniski/Divulgação / Em primeiro plano, Renato Borghetti, ao lado de Luciano Maia: músicos que transcenderam no palco do Teatro da Caixa, em Curitiba, no último final de semana.Em primeiro plano, Renato Borghetti, ao lado de Luciano Maia: músicos que transcenderam no palco do Teatro da Caixa, em Curitiba, no último final de semana.

A memória é um mistério, e esse mistério se faz por meio de muitas camadas, soma de experiências ditas reais, outras sensoriais, sonhos, delírios, a vida, ora direis, ouvir Bilac, a vida ninguém sabe direito o que é.

Um som, basta soar e estamos voando, acordados, um segundo depois, quilômetros adiante e, veja bem, ninguém tem certeza de nada, eis a única coisa certa nesta vida.

Certeza ou dúvida, acho que estive (será mesmo?) dentro do Teatro da Caixa, em Curitiba, entre as 19h e as 21h do último domingo, dia 28, último dia de fevereiro de 2010. E, ali, em uma cadeira da fila I, quase no fundo, bem no final do teatro, presenciei um milagre.

Um não. Muitos milagres. Conto um pouco do que vi em um texto que a Gazeta do Povo publicou hoje, terça-feira 2 de março, no Caderno G. Não leu? Ficou curioso? Se quiser, pode conferir.

Se você, internauta, esteve lá, no Teatro da Caixa, ou não, e quiser enviar um comentário, por favor, fique à vontade. Se quiser comentar qualquer outro assunto, sugerir uma matéria, uma pauta, suas sugestões são sempre bem-vindas. Boas tardes, boas noites.

Enviado por Marcio Renato dos Santos, 01/03/2010 às 16:30


Valterci Santos/Gazeta do Povo

Valterci Santos/Gazeta do Povo / O baterista Endrigo Bettega: presença em 415 CDs. O baterista Endrigo Bettega: presença em 415 CDs.

Já escutou ou presenciou Endrigo Bettega em cena? Ele é um fenômeno. Um dos bateristas mais completos em atividade no Brasil. O parnanguara de 39 anos já participou de 415 gravações. Está envolvido em 17 projetos neste momento. É requisitado em todo o mundo. Sabia?

Conversei com ele e escrevi uma matéria, publicada hoje, segunda-feira, primeiro dia de março de 2010, no Caderno G. Se você ainda não leu, pode conferir clicando aqui.

Se quiser comentar, aguardo o seu comentário. Boa tarde, e obrigado pela interlocução.

Enviado por Marcio Renato dos Santos, 28/02/2010 às 11:17


Claudio Wakahara/Divulgação

Claudio Wakahara/Divulgação / Pedro Herz, 69 anos: o diretor-presidente da Livraria Cultura conta que basta um convite para abrir uma loja em Curitiba. Convite, no caso, de um shopping center, como o Pátio Batel, por exemplo.Pedro Herz, 69 anos: o diretor-presidente da Livraria Cultura conta que basta um convite para abrir uma loja em Curitiba. Convite, no caso, de um shopping center, como o Pátio Batel, por exemplo.

Tudo está conectado neste mundo, Planeta Terra, Via Láctea etc, não é mesmo? Há uma máxima que diz: quando se mata uma borboleta no Tibet, pode haver um terromoto na América etc. Será que isso realmente é sério?

A tragédia no Chile, de 8,8 graus na escala Richter, que ocorreu na madrugada do último sábado, pode ser um ponto para reflexão: qual a origem, real, fato comprovado, desses acontecimentos?

E as ameaças de tsunami? De repente, e foi devido a essa reação em cadeia, que a ilha Robinson Crusoé, onde cinco pessoas morreram, foi parar em manchetes e chamadas na imprensa, em todo mundo.

Mas a chamada deste post não é para tragédias, e sim para uma possibilidade muito interessante. Na semana que passou, tive a oportunidade, prazer e privilégio de conversar, por telefone, com Pedro Herz, o diretor-presidente da Livraria Cultura.

O resultado?

Uma matéria, publicada hoje, último dia de fevereiro, na página 3 do Caderno G. Já leu? Que tal?

Herz é um sujeito bastante civilizado. É empresário do setor que mais diz respeito a minha vida: ele vende livros. Muitos como eu, e não somos poucos, temos na Livraria Cultura, mais do que uma loja, uma espécie de templo. Ou refúgio. Conheço mais de 30 pessoas que, toda vez que viajam para São Paulo, passam obrigatoriamente pela loja da Cultura que fica na Avenida Paulista.

Eu sou um desses.

Na minha última estada em Porto Alegre, fiz questão de passar pela loja da Cultura que funciona por lá.

É um outro planeta.

Não é apenas uma livraria.

Mas o papo com Herz, mais do que apenas mencionar a loja, apontou para temas bacanas. Ele não acredita que o livro digital pega no Brasil: para ele, vai demorar umas duas décadas. Eu, sinceramente, não acredito no livro digital. Duvido. Creio que será mais um modismo, algo passageiro (da mesma forma que considero o audiolivro uma balela). E você, o que acha?

O livro de papel é a maior invenção, a mais brilhante, duradoura, e genial do ser humano. Somos civilizados porque lemos. O que você pensa disso?

Mas o melhor da conversa com Herz foi a explicação de por que a Cultura ainda não está em Curitiba: falta um convite.

Veja, isso é sério. Somente um convite e pronto, a Livraria Cultura pode abrir uma filial por aqui.

Interessante é que um novo shopping center está em andamento, construção. É o Pátio Batel.

Basta, agora, de repente, e por que não?, uma ponte entre o dono do empreendimento e Pedro Herz. Se houvesse esse encontro, e uma boa conversa, numa dessas, quem sabe?, Curitiba ganharia uma Cultura.

É preciso, necessário, salientar um fato: este post não é propaganda da Livraria Cultura. Não. A empresa é mais do que uma mera vendedora de livros. É um espaço onde se fomenta cultura e se disponibiliza cultura. É diferente.

Herz falou que os vendedores de livro da Cultura são leitores e, em alguns casos, escritores. Isso não é diferente?

Bom, de minha parte, dispenso vendedores de livros. Vou direto ao livro ou obra. Creio que o comércio de livros é outro mundo, diferente de tudo. O que mais me incomoda em qualquer livraria é um sujeito que chega, se apresenta e procura me vender algo. No meu caso, o efeito é a saída imediata da loja. Mas talvez muita gente goste de ser recebida por um bom vendedor, ainda mais se for um leitor e, veja isso, um escritor.

O que um sismo tem a ver com um tsunami e com a Livraria Cultura? (Pergunta que poderia ser o título deste post) Não sei. Aguardo o seu retorno, sobretudo, porque hoje não é sábado.

Enviado por Marcio Renato dos Santos, 27/02/2010 às 11:39


Waldo Leon/Divulgação

Waldo Leon/Divulgação / Um dos maiores fenômenos da cultura paranaense em tempos recentes: Denorex 80.Um dos maiores fenômenos da cultura paranaense em tempos recentes: Denorex 80.

Abra a sua mente, ei: responda, se puder: o que o Denorex 80 representa em seu imaginário?

Precisava não, acenar, nem fazer aquelas promessas demais. Mas os anos 1980 foram demais. Quem fala mal, e o esquadrão é imenso, muitos falam mal dos anos 1980. Quem fala mal dos anos 80 é mala.

Há quem diga que os anos 1980 foram a década perdida, tempo perdido, temos muito tempo, ou não?

Conhece um chato?

O chato em geral é o sujeito que diz que o passado era melhor (do que o presente). Isso é balela, todos sabemos.

O passado nunca foi melhor. Em hipótese nenhuma.

O carrancudo e a maleta sem alça acham que o passado foi melhor porque tanto ele como ela eram jovens. As pessoas que reclamam do presente sentem falta é da juventude.

Como tem chato no planeta Terra, já percebeu, hein?

Em relação ao jornalismo, ora direis, ouvir Bilac, Gay Talese e outros gênios, então, nem se fala. Aqui no Paraná, tem uma gangue que fala que tudo era melhor no passado, o que é uma mentira, um blefe, truco, seis, nove doze. Hoje se faz o melhor jornalismo da História do Paraná.

Bom é o Adriano Suassuna: "Há dois tipos de pessoas. Os que concordam comigo e os equivocados".

Salve Suassuana.

Mas tudo hoje são palmas para o Denorex 80. Já viu a banda? Mais do que ouvir, é preciso ver e sentir. Escrevi uma matéria que a Gazeta do Povo publicou hoje, sábado cinza mas incrível, salve, salve todo mundo, inclusive quem ainda não conhece o Denorex 80. O texto você, meu leitor, minha leitora, vocês todos podem ler aqui.

Gostaria de saber a opinião de todos. Podem enviar o comentário. Vamos promover um debate? Vamos abrir o espaço-tempo para a interlocução? Salve, bom sábado a todos vocês, e agradeço a cada dia pela atenção.

Tenho e sinto o maior orgulho e a maior honra do mundo em atuar no jornalismo pela Gazeta do Povo. Abraço e beijo a todos.

20/02/2010 às 10:42


Divulgação

Divulgação / Antigo quartel do Exército na Rua riachuelo.Antigo quartel do Exército na Rua riachuelo.

Amanhã (domingo) o Caderno G publica reportagem exclusiva de Fernanda Trisotto sobre o espaço cultural com cinemas, auditórios e até salas de edição, que será inaugurado no antigo prédio do Exército na Rua Riachuelo.

Será nessa construção antiga, na esquina das ruas Riachuelo e Carlos Cavalcanti, a nova casa de duas tradicionais salas de exibição de Curitiba: o Cine Ritz, que deixou de exibir filmes em 2005, e o Luz, fechado no último ano. A reforma deve começar apenas no próximo ano, mas já tem projeto arquitetônico pronto e deverá ser licitado até o fim deste ano.

Enviado por Marcio Renato dos Santos, 18/02/2010 às 10:34


Antônio Costa/Gazeta do Povo

Antônio Costa/Gazeta do Povo / O encontro de Victor Sálvaro com Maureen Miranda: projetos em série para agitar Curitiba.O encontro de Victor Sálvaro com Maureen Miranda: projetos em série para agitar Curitiba.

Se existe destino, costura escrita nas estrelas há tempos, o encontro entre Maureen Miranda e Victor Sálvaro prova, comprova, a ideia. Os dois artistas se esbarraram, de fato, ano passado. Desde então, já fizeram algumas ações e esboçam muitos planos.

"Nossos planos são muito bons", dizem, os dois, cantando o refrão de "Doces Bárbaros". Por falar em baianos, o namorado de Maureen, Glauco Sölter, parece que vai fazer uma canção para ela. Mais ou menos nos moldes de "Rapte-me Camaleola", que Caetano Veloso fez para Regina Casé. Maureen é camaleoa, até demais. Não se contentou em ser apenas atriz, mesmo da Sutil de Felipe Hirsch. Sonhou mais. Assumiu-se diretora de teatro, e já levou um Gralha Azul pela sua estréia à frente de uma trupe. Mas, acima de tudo, Maureen é artista plástica; ela sempre desenhou.

E se no início era o desenho, foi a partir de uma série de traços e cores que nasceu Mulheres Suspensas, um dos projetos conjuntos da dupla Maureen-Sálvaro. Semana passada, conversei com os dois no Paço, no Centro, e hoje a Gazeta do Povo publica a matéria. Já leu?

Há muitos projetos que eles anunciaram, e também outros, ainda não revelados, mas que cito a seguir: a dupla vai montar um novo bloco para o carnaval de Curitiba: estreia em 2011. O show solo de Maurício Vogue, batizado provisoriamente de "Um Puta Show", vai ser dirigido por Maureen e terá a produção e toques de Sálvaro. Que tal?

Como eles dizem, é realmente um "bafo".


Reprodução

Reprodução / Um dos desenhos da série Um dos desenhos da série "Mulheres Suspensas", de Maureen Miranda.

Este é um espaço público de debate de idéias. A Rede Paranaense de Comunicação (RPC) não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
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