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Blog Vida e Cidadania

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Enviado por Rafaela Bortolin, 08/01/2013 às 15:49


Marcos Borges/Gazeta do Povo

Marcos Borges/Gazeta do Povo /
Essa é para quem quer comer com qualidade, mas não abre mão de fazer economia e pagar pouco pelos produtos.

Na próxima sexta-feira (11), a página Vida Prática, no caderno Vida e Cidadania, vai trazer um guia com os melhores meses para comprar alguns tipos de frutas, verduras, legumes e pescados.

A ideia é levar em conta a sazonalidade na produção desses alimentos para descobrir a época em que a oferta é maior e, consequentemente, os preços estão mais baixos.

Por isso, o blog Vida e Cidadania quer saber: você se preocupa em comprar frutas, verduras e legumes da “época”? É possível mesmo fazer economia ao optar por produtos que estão com a produção em alta?

Conte para nós! Quem sabe sua história não é publicada na versão impressa da Gazeta do Povo.

Enviado por Rafaela Bortolin, 03/12/2012 às 17:38


Antonio Costa/Arquivo/Gazeta do Povo

Antonio Costa/Arquivo/Gazeta do Povo /
Se esse não é o seu caso, com certeza você conhece alguém parecido: nessa época do ano, o que não faltam são “eletricistas de fim de semana” que se aventuram na hora de montar a árvore de Natal ou de colocar as luzes no jardim de casa.

O problema é que, facilmente, instalações mal feitas se tornam um perigo para a casa e seus moradores, já que podem render choques, curtos-circuitos e até incêndios.

Para ajudar na hora de montar a decoração da sua casa ou apartamento para esse Natal, a equipe da Gazeta do Povo está preparando um guia, que será publicado nesta sexta-feira (7) na página Vida Prática, no caderno de Vida e Cidadania, para mostrar a forma correta de fazer essas instalações e como é possível incrementar a iluminação sem gastar muito.

Por isso, o blog Vida e Cidadania quer saber: quais são as suas dúvidas sobre esse assunto? Você também costuma montar a decoração de sua casa ou apartamento para o Natal sozinho? Como é possível tornar essas instalações menos perigosas?

Conte para nós! Quem sabe sua história não aparece na versão impressa da Gazeta do Povo.

Enviado por Gazeta do Povo, 29/11/2012 às 19:33


Pedro Serápio/Agência de Notícias Gazeta do Povo

Pedro Serápio/Agência de Notícias Gazeta do Povo / Repórter irá contar o que acontece dentro do Palácio Avenida durante uma apresentação do Coral de Natal.Repórter irá contar o que acontece dentro do Palácio Avenida durante uma apresentação do Coral de Natal.
Nesta sexta-feira, dia 30, o Natal começa a dar as caras oficialmente em Curitiba com uma das principais atrações da cidade: as apresentações do Coral de Natal do HSBC. Com o tema “Vem Sonhar com a Gente”, 120 crianças irão resgatar a tradição das cartas escritas ao Bom Velhinho em um espetáculo que dura aproximadamente 45 minutos. Serão 16 canções, muita luz, projeções na fachada, adereços e fogos de artifício anunciando a boa nova do Natal.

E a Gazeta do Povo estará lá para desvendar o que acontece nos bastidores das apresentações. Na pele de “anjo”, voluntário responsável por uma criança desde o momento em que ela chega à sede do banco até a hora em que vai embora, uma repórter irá acompanhar cada detalhe do que acontece lá onde o público não consegue ver.

Para isso, contamos com sua ajuda. Quem nunca ficou se perguntando quem são as pessoas que aparecem abraçadas às crianças no fim, ou onde ficam os adereços que não estão sendo usados? Essas e outras perguntas serão respondidas na matéria que será publicada no dia 9 de dezembro no caderno Vida e Cidadania.

Mande sua dúvida sobre os bastidores do Natal do Palácio Avenida para leitor@gazetadopovo.com.br ou deixe em formato de comentário nos campos abaixo.

Enviado por Gazeta do Povo, 31/10/2012 às 16:51

Quando você pede um táxi, ele costuma chegar rapidamente ao local? E o atendimento das centrais, é ágil? Nos dias de chuva e em horários de pico, é comum ouvir reclamações de usuários que não conseguem achar um carro livre em um tempo razoável. Há relatos de pessoas que esperaram mais de uma hora por um carro!

Curitiba tem 2.252 táxis, a mesma frota da década de 1970. Segundo a Urbs, novas licenças para aumentar a frota só devem ser concedidas no ano que vem.

Você usa os serviços de táxis com frequência? Solicita o carro por telefone ou recorre aos pontos espalhados pela cidade? Conte a sua história e deixe um telefone ou e-mail de contato. Você pode participar de uma reportagem da Gazeta do Povo.


Felipe Rosa / Gazeta do Povo

Felipe Rosa / Gazeta do Povo / Em dias de chuva, achar um táxi é uma missão difícil: até os pontos ficam vaziosEm dias de chuva, achar um táxi é uma missão difícil: até os pontos ficam vazios

Enviado por Rafaela Bortolin, 16/10/2012 às 16:36


Hugo Harada/Gazeta do Povo

Hugo Harada/Gazeta do Povo /
Você costuma almoçar ou jantar em restaurantes durante a semana? Pois não pode perder a matéria que a equipe da Gazeta do Povo está preparando a página Vida Prática do dia 26 de outubro. O texto pretende ser um guia para quem come fora de casa com frequência.

A página vai mostrar as regras sanitárias que os restaurantes devem seguir, no que os consumidores devem ficar de olho no bufê, quais as dicas dos nutricionistas para saber se a comida está em condições corretas para consumo e, caso descubra alguma irregularidade, como você pode denunciar o estabelecimento.

Por isso, o blog Vida e Cidadania quer saber: o que você leva em conta na hora de escolher um restaurante? Você fica de olho nas condições de higiene do local? E você tem alguma dúvida sobre esse assunto e gostaria que os especialistas respondessem? Conte para nós! Quem sabe sua história não é publicada na edição impressa da Gazeta do Povo!

Enviado por Rafaela Bortolin, 25/09/2012 às 16:28


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As pesquisas mostram: o brasileiro está sofrendo cada vez mais – e mais cedo – com uma série de problemas de saúde ligados ao excesso de peso e à alimentação desequilibrada e um dos vilões é o sódio, elemento químico que forma o sal de cozinha e é usado em quase todos os produtos industrializados para ajudar na conservação do alimento por mais tempo.

Fundamental para a regulação das funções básicas do organismo, como ritmo cardíaco e pressão arterial, o sódio é muito benéfico na quantidade certa. O problema é que o excesso é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de hipertensão, problemas cardiovasculares e doenças renais.

De olho nisso, no ano passado, o Ministério da Saúde (MS) fechou um acordo com associações que representam as empresas produtoras de alimentos para, aos poucos, reduzir o volume de sódio nas composições de 16 tipos de produtos, como bisnaguinhas, pães, salgadinhos e embutidos, até 2014.

O objetivo é fazer com que o Brasil alcance a meta de consumo de sódio recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – 5 gramas de sal ou 2 gramas de sódio – até 2020. Hoje, pesquisas mostram que os brasileiros facilmente comem mais que o dobro desses índices.

Por isso, o blog Vida e Cidadania quer saber: você fica de olho nas taxas de sódio que consome todos os dias? Seu médico já pediu que você reduzisse a ingestão de sal? Conte para nós! Quem sabe seu depoimento não é publicado na edição impressa da Gazeta do Povo.

Enviado por Rafaela Bortolin, 19/09/2012 às 10:01


Gilberto Abelha/Jornal de Londrina

Gilberto Abelha/Jornal de Londrina /
É comum os pais reclamarem: para muitos, sair com crianças para almoçar ou jantar em um restaurante é garantia de dor-de-cabeça, preocupação com a bagunça dos pequenos e pouco tempo para comer e se divertir.

Para resolver o problema e deixar os adultos mais tranquilos, está cada vez maior o número de restaurantes que optam por oferecer espaços e atividades especialmente voltados para entreter os pequenos com segurança enquanto os pais aproveitam o descanso e colocam a conversa em dia.

Para mostrar algumas opções que valem a pena, a equipe da Gazeta do Povo está montando um guia com restaurantes que oferecem opções de diversão para os pequenos para mostrar quais as características de cada local, se o serviço é cobrado e quais as atividades disponíveis.

Por isso, o blog Vida e Cidadania quer saber: você conhece algum restaurante com essa característica? E, para você, qual a importância desses espaços oferecerem brincadeiras e atividades para entreter os pequenos? Conte para nós! Quem sabe seu depoimento não aparece na versão impressa da Gazeta do Povo.

Enviado por Marcela Campos, 18/09/2012 às 15:45


Reprodução/Internet

Reprodução/Internet /
O relator do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, se transformou em herói nas redes sociais e exemplo de conduta para quem luta pela punição dos políticos envolvidos no esquema de corrupção. Desde que o caso começou a ser discutido no STF, circulam no Facebook mensagens de apoio ao ministro em forma de “memes”, imagens compartilhadas pelos internautas que sintetizam uma ideia de modo rápido e sintético.

As razões que levam as pessoas a distribuir essas imagens variam: em uma delas, Barbosa aparece de costas, com a toga usada pelos ministros do Supremo, e uma legenda que o compara a um super-herói. Outra traz uma montagem da foto do relator com uma faixa presidencial e pede apoio para uma campanha pela candidatura dele ao Palácio do Planalto. E há ainda quem exalte a origem humilde do ministro e o fato de ele ter chegado ao posto atual sem a ajuda de cotas sociais ou raciais.

Alguns opositores da reserva de vagas em universidades aproveitam o exemplo de Joaquim Barbosa (uma exceção) para combater esse método de seleção. Mas ignoram que o próprio ministro, justamente por ter vivenciado as dificuldades de ser pobre e negro no Brasil, declara-se a favor das cotas. Em seu parecer no julgamento do STF sobre a constitucionalidade das cotas, afirmou ele: “É natural, portanto, que as ações afirmativas sofram o influxo dessas forças contrapostas e atraiam considerável resistência, sobretudo, é claro, da parte daqueles que historicamente se beneficiam ou se beneficiaram da discriminação de que são vítimas os grupos minoritários.”

Histórico

Os negros passaram por um processo histórico que os colocou à margem da sociedade. Um retrato terrível das crueldades cometidas contra eles é mostrado por Laurentino Gomes no livro 1808. O pesquisador conta que, pelas leis inglesas, se o escravo morresse a bordo do navio negreiro por maus-tratos, fome ou sede, a responsabilidade seria do capitão do navio. Caso caísse no mar, o seguro cobria o “prejuízo”. Por causa disso, em 1781, uma embarcação inglesa que já havia perdido 60 negros por doenças e falta de água e comida decidiu lançar ao mar todos os escravos doentes ou desnutridos. Em três dias, mais de 100 negros foram atirados vivos.

Com a abolição da escravatura, a população negra foi colocada nas ruas sem casa, dinheiro, estudo ou trabalho, com “uma mão na frente e outra atrás”. Tornaram-se iguais no papel, mas desiguais na prática -- assim como ocorre hoje com a população branca e pobre. Embora o ministro Joaquim Barbosa tenha conseguido sair da condição de marginalização imposta aos negros e pobres, ele representa uma clara exceção; foge à regra geral.

Levantamento feito pelo professor de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB) José Jorge de Carvalho revela que o universo acadêmico é profundamente desigual do ponto de vista racial. Ele constatou que, dos 1,5 mil professores que trabalhavam na UnB na época da pesquisa (1999), apenas 15 eram negros (1%). Em nenhuma das outras seis universidades públicas analisadas a porcentagem se mostrou maior. Na USP, por exemplo, o índice não passava de 0,2%.

É por isso que se criou o sistema de cotas. O objetivo dessa política é concretizar o princípio da igualdade previsto na Constituição Federal, já que o nosso país mantém mecanismos dissimulados de exclusão. Para explicar melhor, tomo emprestado o exemplo que li em artigo do advogado Túlio Vianna: podemos comparar os vestibulandos que estudaram em escolas particulares e pagaram cursinhos renomados a pilotos que largam na pole position, com os melhores carros. Enquanto isso, os alunos de baixa renda partem na última fila, em calhambeques.

Quem tem mais mérito? Quem vence a corrida partindo da melhor posição e com o melhor carro ou quem também chega ao fim da competição, mesmo que em último lugar, em condições nada competitivas? Não estou dizendo que o aluno de escola privada conquistou essa vantagem sem esforços, mas sem dúvidas ele teve oportunidades que outros não tiveram.

Para quem se beneficia do sistema da “meritocracia”, é confortável manter a situação como ela está. Mas a igualdade não pode estar só no papel; deve ser colocada em prática a partir de vantagens àqueles que se encontram em situação desvantajosa.

Embora a melhor forma de combater essa situação seja melhorar a educação básica pública, essa é uma medida a longo prazo. De minha parte, considero que o mais adequado seria adotar o sistema de cotas pelo critério socioeconômico – os negros em desvantagem estariam aí incluídos. Só não acho justo que utilizem o exemplo de Joaquim Barbosa para negar a necessidade de uma intervenção no atual modelo.


Reprodução/Internet

Reprodução/Internet /

Enviado por Rafaela Bortolin, 17/09/2012 às 19:39


Walter Alves/Gazeta do Povo

Walter Alves/Gazeta do Povo /
Se você se interessa em se tornar um doador de órgãos, sangue ou medula óssea, mas tem algumas dúvidas sobre o assunto, é bom não perder a próxima página Vida Prática, publicada nesta sexta-feira (21) no caderno Vida e Cidadania da Gazeta do Povo.

Essa semana, a página vai mostrar quais as exigências para que a pessoa possa ser um doador, como cada um pode expressar essa vontade, o que acontece com os órgãos ou o sangue depois que são doados e se há ou não implicações para a saúde de quem faz a doação.

A matéria ainda vai esclarecer o que é verdade e o que não passa de lenda sobre esse assunto e mostrar os endereços e telefones dos locais onde podem ser feitas as doações em Curitiba.

E você, quais as suas dúvidas sobre o assunto? Você já é doador de sangue, medula ou órgãos ou conhece alguém que foi beneficiado com um transplante ou uma doação? Conte para nós! Quem sabe sua história não aparece na versão impressa da Gazeta do Povo.

Enviado por Rafaela Bortolin, 10/09/2012 às 18:56


Sionelly Leite / Gazeta do Povo

Sionelly Leite / Gazeta do Povo /
O assunto deixa muitos pais preocupados, mas você sabe em que situações vale a pena considerar a ideia de emancipar seu filho?

Pois é para mostrar o passo a passo desse processo, os locais onde pode ser feito e responder as dúvidas mais frequentes dos pais que a Gazeta do Povo vai publicar sua próxima página Vida Prática sobre o assunto nesta sexta-feira (14).

O texto ainda vai mostrar o que é verdade e o que não passa de mito quando o assunto é a emancipação: será que adolescentes emancipados podem tirar a carteira de motorista ou comprar bebidas alcoólicas antes dos 18 anos? E viajar para o exterior, eles podem sem autorização dos pais?

Isso – e muito mais – na próxima sexta-feira (14), na página Vida Prática.

E você, quais as suas dúvidas sobre o assunto? Você já emancipou seu filho? Como foi a experiência? Conte para nós! Quem sabe sua história não é publicada na versão impressa da Gazeta do Povo!

Este é um espaço público de debate de idéias. A Gazeta do Povo não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
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