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Conversa Temperada

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Enviado por Nádia Schiavinatto@gazetadopovo.com.br, 09/05/2013 às 21:00

Muitos puderam provar, durante a 7.ª edição do Gastronomix, que ocorreu dias 6 e 7 de abril em Curiti­ba, o cassoulet com salmão cru marinado preparado por uma das estrelas do evento, o chef Erick Jacquin. Conhecido por sua franqueza e rigor profissional, confesso que esperava encontrar uma pessoa sisuda, mas Jacquin surpreendeu. E quem foi até a barraquinha do chef pôde conferir que, na verdade, o francês é simpático, e fez questão de servir ele mesmo seu prato.


Brunno Covello/Gazeta do Povo

Brunno Covello/Gazeta do Povo / Erick Jacquin participou da a 7.ª edição do Gastronomix, em CuritibaErick Jacquin participou da a 7.ª edição do Gastronomix, em Curitiba

Co-proprietário do La Brasserie – considerado nos últimos três anos o melhor francês de São Paulo – Jacquin há pouco mais de três meses abriu o Tartar & Co., especializado na iguaria francesa – o tartare, servido em diversas versões com carne de boi, salmão e atum. “O Tartar tem um estilo mais moderno e informal, temos um DJ à noite e a intenção é mostrar que o conceito francês poder ser bom, divertido, criativo e barato”, explica. E, Jacquin tem conseguido. O tartar caiu no gosto do paulistano!

Jacquin chegou ao Brasil em 1995, a convite do restaurateur Vincenzo Ondei, para comandar a cozinha do Le Coq, em São Paulo. Em Paris, deixou o cargo de chef de cuisine do Au Comte de Gascogne, quando acabara de ganhar sua primeira estrela do Michelin. O chef veio com passagens de ida e volta no bolso. Veio para passar apenas três anos, mas foi ficando, ficando... E Jacquin virou referência por fazer sua cozinha francesa aqui. Foi o primeiro cozinheiro da América Latina a receber o título de Maître Cuisinier de France, uma alta honraria da gastronomia.

Questionado sobre o que o fez permanecer no Brasil, ele responde: “Não sei. Às vezes eu me pergunto por que estou aqui. Quando estou na França, quero estar aqui. Quando estou aqui, quero estar lá. Até hoje não sei se fiz a coisa certa”. A certeza mesmo foi a da profissão que seguiria. Nascido na pequena cidade Dun Sur Auron, perto do Vale do Loire, Jacquin conta que desde criança queria ser cozinheiro. “Minha mãe cozinha muito bem. Acho que decidi ser cozinheiro por causa do aroma da comida dela. No domingo era uma festa. A família toda passava à tarde em volta da mesa. Acho que isso me fez ser o que eu sou. Hoje ela está com 84 anos e quando vou para casa na França, faço a comida dela.”

Se não fosse chef de cuisine, Jacquin surpreende mais uma vez e revela que queria ser dono de circo. “É igual a ter um restaurante, todo dia é um show diferente, um desafio. Adoro circo. Se puder, um dia compro um.”

Sobre a gastronomia brasileira, Jacquin afirma que hoje o brasileiro está mais focado em conceito. “Existem muitos restaurantes lindos, decorados, mas a comida e o serviço deixam a desejar. Antigamente não tinha isso. Íamos ao restaurante para comer!”

Serviço

La Brasserie. Rua Pedroso Alvarenga, 1.088, Itaim Bibi (SP) – (11) 3826 5409. Tartar & Co. Av. Pedroso de Morais, 1.003, Pinheiros (SP) – (11) 3031-1020.

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 22/04/2013 às 16:36


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As ervas e as especiarias sempre foram a grande paixão da família Linguanotto. São elas que dão sabor à comida, tratam doenças e confortam as dores da alma. São preciosidades capazes de transformar simples pratos em finas iguarias. Hoje, a paixão familiar é o objeto de estudo do empresário paulista Nelusko Linguanotto Neto, ou Nelo, um grande especialista em ervas, especiarias e pimentas.

Fundada pelo bisavô, em 1913, a Linguanotto se destacou com o Feijolina, feijão desidratado em pó para sopas e caldos – produto inovador na época. Foram, porém, as especiarias que consagraram a marca no mercado. Nos anos 1950, o pai de Nelo, também inovou ao adotar embalagens de vidro e lançar o primeiro tempero completo brasileiro – o Tempero da Vovó. Em 1987, a marca surpreendeu novamente com misturas de especiarias, desidratados e embalagens com moedores.

Foi nesse universo de sabores e aromas que Nelo cresceu e, aos 14 anos, começou a trabalhar na empresa. A paixão familiar ganhou ali mais um aliado. Formado em engenharia química e administração de empresas, Nelo viajou o mundo para conhecer plantações de especiarias e ampliar seus conhecimentos técnicos. Já escreveu dois livros: Dicionário gastronômico de ervas & especiarias e Dicionário gastronômico – pimentas e suas receitas. E revela que pretende lançar um próximo, sobre chás.

Após a venda em 2001 da Lin­­guanotto para a Masterfood, Nelo criou a Bombay Food Service, a primeira loja de ervas, especiarias e pimentas do Brasil, e passou a distribuir a linha Bombay Herbs & Spices. “Era apenas um escritório, que com o tempo se transformou em uma loja”, conta o empresário, que montou o primeiro quiosque no Shopping Morumbi. O negócio deu tão certo que Nelo abriu franquias. Hoje são 12 quiosques que comercializam cerca de 360 itens, espalhados em shoppings de várias cidades brasileiras. A meta é atingir pelo menos 60.

A Bombay montou um quiosque em Curitiba, em outubro de 2012, no Mueller. Nestes meses, Nelo percebeu que o curitibano é ávido por novos sabores e gosta de experimentar novidades. “As preferências aqui têm sido pelo chimichurri, lemon & pepper, geleias de abacaxi com pimenta, shoyo com gengibre e azeites com ervas.”

Para quem está iniciando no mundo dos temperos, ele aconselha não colocar várias ervas num mesmo prato. “É preciso provar uma de cada vez. Tenha paciência e vá agregando aos poucos. Pratique até esgotar todas as potencialidades”, diz.

Se a manjerona era a erva preferida de Afrodite, a de Nelo é o alecrim. “O sabor é muito agradável e valoriza batatas, pães, frangos e azeites. É simples, versátil e saboroso.”

* * * * * *

Serviço:

Bombay Herbs & Spices (www.bombayherbsspices.com.br). Shopping Mueller, 1º Piso, Curitiba – (41) 3011-3111.

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 07/04/2013 às 17:54


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Depois das iguarias oferecidas neste fim de semana no Empório Soho e no Gastronomix, mais uma boa oportunidade de provar alguns delícias - entrada, prato principal e sobremesa - dos chefs curitibanos com preços mais acessíveis. Começa nesta segunda-feira (8) e vai até o dia 21 de abril, a 7.ª edição do Restaurant Week.

No total, 57 restaurantes estarão com menu completo a preço fixo. No almoço, o custo sai por R$ 31,90; no jantar, R$ 49,90.

O Bom Gourmet da Gazeta do Povo está com um aplicativo bem bacana. Acesse o link e veja todos os pratos que podem ser saboreados. Vai ser difícil resistir!

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 06/04/2013 às 16:27

Para quem não foi ainda, aqui está uma pequena amostra de deixar qualquer um com água na boca dos pratos que estão sendo oferecidos na 7ª edição do Gastronomix, a feira de alta gastronomia do Festival de Teatro de Curitiba. O sábado ensolarado colaborou para levar muita gente até o Museu Oscar Niemeyer.

Além deste sábado, o Gastronomix será realizado também neste domingo, das 11h às 16h. Aproveite!

Abaixo alguns dos pratos servidos:


Nádia Schiavinatto

Nádia Schiavinatto / Sakana on the rocks, prato servido pelo chef peruano Hajime KasugaSakana on the rocks, prato servido pelo chef peruano Hajime Kasuga


Nádia Schiavinatto

Nádia Schiavinatto / Cassoulet de salmão cru marinado, do chef francês Erick JacquinCassoulet de salmão cru marinado, do chef francês Erick Jacquin


Nádia Schiavinatto

Nádia Schiavinatto / A chef Manu Buffara preparou um biju de mandioca com porco, raiz forte, queijo colonial e tomates verdesA chef Manu Buffara preparou um biju de mandioca com porco, raiz forte, queijo colonial e tomates verdes


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Nádia Schiavinatto / A chef Daniela Caldeira trouxe um siri crocante, com farofa de bananaA chef Daniela Caldeira trouxe um siri crocante, com farofa de banana


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Nádia Schiavinatto / Os chefs Adriana de Nadai e Giuliano Hahn prepararam uma sardinha do litoral com crostiniOs chefs Adriana de Nadai e Giuliano Hahn prepararam uma sardinha do litoral com crostini


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Nádia Schiavinatto / Marília Culpi, do Azuki, levou um arroz com filé de salmão queimado no maçaricoMarília Culpi, do Azuki, levou um arroz com filé de salmão queimado no maçarico


Nádia Schiavinatto

Nádia Schiavinatto / O chef Zé Maria, de Fernando de Noronha, preparou um peixe com legumes e castanha na folha de bananeira, com couscous temperado, com abóbora e queijo coalhoO chef Zé Maria, de Fernando de Noronha, preparou um peixe com legumes e castanha na folha de bananeira, com couscous temperado, com abóbora e queijo coalho


Nádia Schiavinatto

Nádia Schiavinatto / O chef Fabiano Marcolini fez pão no vaso com calabresa e cebolaO chef Fabiano Marcolini fez pão no vaso com calabresa e cebola

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 05/04/2013 às 12:20


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Neste fim de semana estamos fadados a comer bem. Não vai dar para escapar. Além do Gastronomix, que falei no post anterior, começa hoje a 7.ª edição do Empório Soho, Gastronomia na Palma da Mão, na Praça da Espanha.

No total, são 28 barraquinhas, que vão oferecer, nesta sexta-feira, das 18h às 22 horas, e no sábado, das 12h às 22 horas, comidinhas, que incluem massas, carnes, risotos, pizzas, sanduíches, crepes, doces e sorvetes.

Os preços dos pratos variam de R$ 3 a R$ 16. Para a venda de tíquetes, haverá 12 caixas - duas delas vão abrir duas horas antes do início do evento.

Como a expectativa é que pelo menos 20 mil pessoas, segundo os organizadores, passem pela Praça nestes dois dias, é bom ficar atento ao trânsito. As ruas que contornam a Praça da Espanha – Saldanha Marinho, Coronel Dulcídio e Fernando Simas - estarão fechadas para a circulação de veículos.

Confira tudo o que você pode degustar por lá:

Salgados - R$16,00

- Babilônia - risoto de carne seca com abóbora, escarola e açafrão, aromatizado com leite de coco

- Bella Birra - nachos acompanhado de Chilli Picante, feijão carioca, pimenta dedo de moça, carne moída, pimentões amarelo, verde e vermelho, cebola, alho e molho de tomate e geléia de frutas vermelhas

- Bistrozinho - ragu de pato com polentinha brustolada

- Caffé Millano -risoto de Ragu de cordeiro e shitake

- La Pasta Gialla - penne com iscas de filet mignon, brócolis, azeitonas, tomate fresco e pimenta dedo de moça ao molho pomodoro basílico ou mollho branco ou Penne ao ragu de cordeiro

- Edvino - brandade de bacalhau, creme de bacalhau gratinado e servido com redução de vinho do porto

- Empório Rosmarino - ravioli de queijo Reblochon e avelãs ao molho de cogumelos porcini ou ragu de vitelo

- Gepetto - polenta cremosa com ragú de costela

- Tartine -beef Stroganov Tartine, mignon flambado e cogumelos em molho cremoso

- Yokatta -teppan de frango, cubos de frango salteados na chapa com vegetais. Acompanha porção de gohan (arroz)

Lanches R$ 12,00

- Aos Democratas Pub - porção de carne de onça ou bolinho de feijoada

- Au Au - combo: prensado AuAu duplo com queijo e fritas

- Carolla -focaccia Carolla com muzzarella, provolone, parmesão e cubinhos de tomate

- Clube do Malte -carne farcita com chip de papate

- Don Kebab -kebab de carne ou kebab de frango, pão pita, carne em tiras, pasta de hummus, tomate em tiras, cebola roxa, batata frita e salsinha

- Giotto -pizza Parmíssima, molho de tomate italiano, muzzarella, presunto di Parma ou Margherita, molho de tomate, mozzarella, toamte italiano, manjericão fresco

- JPL Burguer -sanduíche Rocketeer, hambúrguer grelhado, mozzarela, molho barbecue

- Madero -cheeseburger estilo New York, carne grelhada, queijo cheddar, alface, tiras de tomate e cebola envolvidos num pão macio

- Pier do Victor - bolinho de bacalhau - porção com seis mini bolinhos preparados à base de bacalhau, batata e especiarias

- Tienda Café Design -crepes parisienses, de queijos especiais, Emmental, Appenzeller e Raclette ou Margherita, mozzarella, tomate pomodoro e jericão fresco

Doce - R$ 8,00

- Bella Brigadeiro -quatro unidades de Brigadeiros Gourmet

- Cuore Di Cacao -delícia aos dois chocolates com calda quente, fina camada de pão-de-ló coberta com recheio trufado aos dois

- Cupcake Company -cupcakes, salaminho de brigadeiro ou cakepops

- Diletto -chocolate Crocante, gelato de chocolate granizado com granella diamaretto e chocolate

- Fabiano Marcolini Alimentari -cannoli siciliano ou Verrines de mousse com biscoitos úmidos e crocantes

- Crepe Show -crepe doce no palito, recheado com goiabada e catupiry ou gianduia cremosa

- Bacio Gelato - Dopocena, gelato gourmet no copinho e decorado com caldas ou Kubetto, mousse com praline de gelato por dentro

- Escola Especial Nilza Tartuce - porção de queijadinha ou pacote de cookies ou dois copinhos com strogonoff e dois amores.

Bebidas

- Água e chá: R$ 3,00 cada
- Refrigerantes: $ 4,00 cada
- Cerveja lata Heineken, suco lata: R$ 5,00 cada
- Chope Heineken 300ml ou chope Kaiser 500ml : R$6,00
- Chope Heineken 500ml ou energético Burn : R$8,00
- Vinho em taça Porto a Porto padrão : R$8,00
- Vinho em taça Porto a Porto Premium : R$12,00

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 02/04/2013 às 20:06


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Divulgação / Chef peruano Hajime  Kasuga é uma das atrações do eventoChef peruano Hajime Kasuga é uma das atrações do evento

Para quem já está pensando no fim de semana, um bom programa é dar uma passada na 5.ª edição do Gastronomix,a feira de alta gastronomia do Festival de Curitiba, que acontece dias 6 e 7 de abril, no Museu Oscar Niemeyer.

Chefs locais, nacionais e internacionais estarão preparando suas especialidades como pratos degustação ao preço de apenas R$10. Este ano, o Gastronomix traz o chef peruano Hajime Kasuga, o francês Erick Jacquin, além dos chefs André Generoso (Maceió), Zé Maria (Fernando de Noronha) e Fred Trindade (Belo Horizonte).

No elenco dos chefs paranaenses estão Manu Buffara (restaurante Manu), Marília Culpi (Azuki), Daniela Caldeira (La Table Gastronomie), Fábio Mattos (Poco Tapas), Fabiano Marcolini (Marcolini Pães e Doces), Eduardo Sperandio (Ernesto Ristorante), Renata Ferian e Délio Canabrava (Cantina do Délio e Bella Banoffi), Giuliano Hahn e Adriana de Nadai (Vindouro). A curadoria é do chef Celso Freire.

As barraquinhas montadas ao ar livre vão oferecer pratos preparados na hora. A entrada custa R$10 e R$1 de cada ingresso vendido será doado para a Santa Casa de Misericórdia.

Chefs e menus

O chef peruano Hajime Kasuga, estrela da culinária Nikkei (nome dado à fusão das cozinhas peruana e japonesa), é uma das atrações do evento. Em 2007, Kasuga venceu o prêmio Girotonno, na Itália, e seu restaurante foi escolhido por dois anos seguidos como o melhor restaurante de comida Nikkei do Peru. No Gastronomix, Kasuga vai preparar o prato degustação ´Sakana on the rocks´, uma espécie de ceviche “quente” ou “suado”, que é sua especialidade.

Outra estrela é Erick Jacquin, é um dos principais chefs franceses em atividade no Brasil. Jacquin comanda o La Brasserie, em São Paulo. Ele vai oferecer um cassoulet de salmão cru marinado.

Já o chef André Generoso, do restaurante Divina Gula, de Maceió, fará o prato degustação `Tropeiro da Serra do Mar´: feijão manteiga refogado com temperos caseiros, enriquecido com linguiça caseira, anéis de lula e camarão. Acompanhado com farofa de pão e alho e couve crispi.

O chef Zé Maria, da Pousada Zé Maria, de Fernando de Noronha, prepara o ´Mix Nordestino´: peixe com legumes e castanha na folha de bananeira, acompanhado de couscous temperado, com abóbora e queijo coalho.

O mineiro Fred Trindade, do restaurante Trindade, de Belo Horizonte, traz um copa lombo com araticum e angú de Moeda - nome da cidade onde é produzido o fubá.

Delícias da capital

Manu Buffara (Manu) prepara um bijú de mandioca com porco de leite da Região de Castro, e sanduíche de porco com raiz forte, queijo colonial e tomates verdes.

Fabiano Marcolini (Marcolini Pães e Doces) fará a focaccia com caponata Marcolini, e pão no vaso com calabresa e cebola.

Daniela Caldeira (La Table Gastronomie) apresenta o prato degustação ´Siri crocante´: siri com farofa crocante de banana.

Adriana de Nadai e Giuliano Hahn (Vindouro) farão um crostini de sardinha do litoral.

Fábio Mattos (Poco Tapas) prepara ´Pipoca Bafo do Dragão´ e pudim Jackie Daniels.

Marília Culpi (Azuki) vai servir ´Aburi Salmon´: arroz com filé de salmão queimado no maçarico, finalizado com toque de maionese e molho de pimenta shihashi, cebolinha e gergelim.

Délio Canabrava e Renata Ferian (Bella Banoffi) servirão pavê de figo ao creme zabaione.

Além da alta gastronomia, há ainda outras atividades programadas. No dia 6: 11h Abertura - 12h Palestra e degustação de cervejas - 12h30 Apresentação musical - 13h30 Aula Show com chef convidado - 14h30 Apresentação musical - 16h Encerramento

No dia 7: 11h Abertura - 12h Palestra e degustação de cervejas - 12h30 Apresentação musical - 13h30 Aula Show com chef convidado - 14h30 Apresentação musical - 16h Encerramento.

Serviço: Gastronomix - dias 6 e 7 de abril, das 11h00 às 16h00, Museu Oscar Niemeyer. Entrada: R$10. Pratos degustação: R$10 por prato.

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 25/03/2013 às 15:05


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Divulgação / O paulista Marcos Bassi faleceu na tarde deste domingo (24). O churrasqueiro lutava contra um câncerO paulista Marcos Bassi faleceu na tarde deste domingo (24). O churrasqueiro lutava contra um câncer
Recebi com tristeza a notícia da morte de Marcos Bassi, o mestre das carnes. Bassi morreu no Hospital Sírio-Libanês, onde estava internado para se tratar de um câncer no pulmão. O chef era proprietário do restaurante Templo da Carne, no Bixiga, em São Paulo.

Lembrei do dia que o conheci. Quando chegou ao restaurante, o clima mudou. Sua alegria era radiante e todos os clientes faziam questão de cumprimentá-lo. Bassi era um cara querido e vai fazer muita falta.

Abaixo reproduzo a coluna que fiz com ele em agosto de 2011.

O nome não poderia ser mais apropriado. No Templo da Carne, existe um mestre. Não é à toa que Marcos Bassi é reconhecido não só no Brasil. É exímio no preparo, nos cortes e na arte de servir. O açougueiro, como ele se intitula, transformou seu nome em sinônimo de qualidade.

Bassi trabalha desde criança e a experiência ao longo dos anos fez dele um artesão das carnes. Nasceu na capital paulista e desde menino já era determinado.

Aos 9 anos, vendia miúdos nas ruas do Brás com a mãe. Pouco tempo depois arrendou a menor banca no Mercado Municipal. Os dois começaram a vender seus produtos para os imigrantes mais ricos da cidade. Eram ingleses, franceses, suíços e italianos. Eram exigentes e queriam cortes diferenciados e, assim, o jovem foi se aprimorando. “Eles pediam cortes de acordo com a cultura alimentar deles. Para os ingleses, eu vendia tenderloin e não filet mignon”, conta Bassi, entre um aperto de mão e outro.

Difícil um cliente que chega ao Templo sem ir até ele para cumprimentá-lo e trocar uma palavrinha. “E aí, Belo?”, diz sorrindo com seu jeitão paulistano.

O jovem, então, sentiu a necessidade de criar novos cortes e foi estudar anatomia animal. Estudou muito para desenvolver cortes exclusivos e artesanais como o bom-bom e a fraldinha. “É preciso conhecer cada parte do animal, suas características quanto ao sabor e à textura, quais podem ser cozidas, grelhadas ou assadas”, explica.

Assim, há mais de quatro décadas, o empresário surpreende com suas criações.

Hoje o Templo da Carne é um dos restaurantes mais respeitados de São Paulo. A decoração nos remete às vilas europeias. Ao entrar na casa, você se depara com uma enorme cesta de maçãs vermelhas e cheirosas. “Traz boas energias e simboliza a fartura”, diz Bassi.

E é ali que os carnívoros vão comer a melhor das carnes. Bisteca do contra-filet, bife ancho, filet mignon, steak de tira, bom-bom, picanha em posta grelhada, bisteca fiorentina, bife de chorizo, T-bone, entre outras delícias. Não, não é rodízio! Você escolhe o corte que quer comer. E é aí que começa todo um ritual.

O couvert é leve e caprichado na medida certa. Nada de frituras. Berinjela caponata, abobrinha recheada com tomate seco, pimentão com azeite, abobrinha grelhada, cenoura stick, patê de cenoura, torradas de alho, manteiga e pão italiano.

A vedete ali é a carne. E no ponto certo! Para acompanhá-la, palmito assado e uma farofinha. Os vinhos servidos na casa têm preços honestos. Um lugar na Bela Vista que precisa ser conhecido!


Neste vídeo, Bassi ensina como preparar uma deliciosa picanha:


* * *

Serviço:

Templo da Carne – Rua Treze de Maio, 668, Bela Vista, São Paulo -- (11) 3288-7045 e (11) 3289-6701.

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 17/03/2013 às 14:22


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Não há como negar que fazer risoto tem seu charme! Adicionar concha por concha para que os grãos absorvam o caldo, mexer até que o arroz ganhe cremosidade, aveludá-lo, e depois surpreender o paladar do convidado! É prazeroso! No entanto, para os mais tecnológicos, equipamentos modernos estão cada vez mais presentes na cozinha.

Há tempos a cozinha de Alex Atala ganhou uma ajudinha extra: a Thermomix Bimby, um equipamento multifuncional, que tem se tornado objeto de desejo de gourmets e donas de casa que querem praticidade. Aqui em Curitiba, as chefs Manu Buffara e Eva dos Santos também contam com o apoio deste “robô de cozinha”.


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Divulgação / Bianca Folla, representante da Bimby em São PauloBianca Folla, representante da Bimby em São Paulo
Recentemente, assisti a uma aula da chef Bianca Folla, que é representante há dois anos em São Paulo, da Thermomix. Para quem não conhece a Bimby, ela substitui pelo menos 24 utensílios da cozinha. Bianca conta que é possível picar, ralar, bater, amassar, moer, triturar, pesar, emulsionar, cozinhar a vapor e ainda tem a função de autolavagem. Pelo jeito, ela só falta falar. Outro detalhe: o robozinho não frita!

Bastante utilizada na Europa, a Bimby possibilita o cozimento em baixas temperaturas, preservando o sabor dos alimentos. “Você sabe exatamente o que está comendo, sem conservante algum. Come uma refeição saudável, preparada em temperatura estável e máxima de 100 graus C”, explica Bianca ao fazer, em 4 minutos, um creme de avelãs, que levou apenas açúcar, avelã, chocolate, manteiga e leite. “Além dos ingredientes, precisamos saber o tempo, a velocidade e a temperatura de cada preparo. São três cliques”. A “panela” vem com um manual e, sem ele, é praticamente impossível utilizá-la.

Experimentei ainda um creme de palmito pupunha, que levou 20 minutos para ficar pronto; risoto de cogumelos, 21 minutos; uma espuma de frutas vermelhas, 4 minutos; e, ao mesmo tempo, peixe no vapor, aspargos e purê de mandioquinha, 21 minutos. Não é preciso ficar na cozinha: é só programar e ela desliga automaticamente.


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Divulgação / Letícia Krause, representante da Bimby em CuritibaLetícia Krause, representante da Bimby em Curitiba
Em Curitiba, a representante da Bimby é a chef Letícia Krause. Para quem quiser adquirir uma, ela vai até a casa do cliente e dá aula de demonstração. “O interessado providencia os ingredientes e eu faço pão, lasanha, sorbet de frutas e limonada. Deixo a refeição pronta em uma hora. É tudo muito prático e gostoso”, conta.

Infelizmente, a praticidade na cozinha tem um preço salgado (R$ 4.199 à vista), mas só de pensar que com ela tudo pode ser feito sem sujar o fogão e panelas, a tentação aumenta.

Confira uma receita para preparar com o equipamento:

Receita de creme de avelãs

Ingredientes

•90 g açúcar
•130 g avelãs
•60 g de chocolate em barra meio amargo
•70 g manteiga
•100 g de leite

Modo de Preparo

Coloque o açúcar no copo e pulverize 20 Seg / Vel 9. Acrescente as avelãs e pulverize 25 Seg / Vel 9. Adicione o chocolate e rale 20 Seg / Vel 9. Adicione o restante dos ingredientes e programe 3 Min / 50°C / Vel 2. No fim 5 Seg / Vel 9 para a pasta ficar homogênea.
Mantenha o creme em geladeira

* * *

Para saber mais sobre a Bimby acesse o site da fabricante.

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 15/02/2013 às 18:01


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Cansada de trabalhar como produtora de cinema, aos 40 anos, a paulistana Cris Lefèvre resolveu trocar de profissão. Arrumou as malas e partiu para a Espanha para estudar gastronomia na Escuela de Hostelería Hofmann Barcelona. O resultado desta guinada na vida de Cris, que hoje é consultora gastronômica, pode ser deliciosamente apreciado no El Born, gastrobar recém-inaugurado na Rua Bolívar, no Rio de Janeiro.

Tive a oportunidade de conhecer esse cantinho da Espanha em Copacabana que caiu rapidamente no gosto dos cariocas e turistas. O El Born traz os ares da Catalunha e leva o nome de um dos mais badalados e boêmios bairros de Barcelona. Na decoração, tudo no ambiente faz referência ao lugar, com uma galeria de fotos de museus, bares e restaurantes entre as ruas estreitas com construções antigas e paredes de pedras.

O menu espanhol – mas com muita brasilidade – foi idealizado por Cris. “Nosso cardápio se inspira nas coisas de lá, mas ousamos fazer releituras com ingredientes daqui e, por isso, nossa carta se denomina como ‘de autor’. Estamos num momento da gastronomia onde precisamos valorizar nossos ingredientes”, conta a consultora. As tapas acompanhadas das sangrias são o carro-chefe da casa. Há ainda várias opções de petiscos como bolinhos de bacalhau, bolinhas de queijo e coca – prato típico barcelonês, que é uma tostada aberta, com massa crocante coberta de recheios frescos. Outro petisco que tem agradado muito é o “buraco-quente” – pequeno san­duíche de pão fresco, aquecido e crocante, com recheios de camarões ou frango ou pernil desfiado e calabresa ou carne-seca.


Nádia Schiavinatto

Nádia Schiavinatto / Sangrias acompanham as tapasSangrias acompanham as tapas

Para harmonizar, há ainda uma extensa carta de drinques exclusivos do mixólogo Gustavo Stemler, que reinventa sabores da tradicional sangria à base de vinhos brancos, tintos ou cavas com frutas brasileiras. Vale a pena provar também o shot bloody born, feito com suco de tomate temperado, azeite, sal de maldom e vodca. Este drinque deve ser provado com tapas de fatias de pão com jamón, alcachofra e tomate. “Gosto de aproximar o bar da gastronomia e misturar frutas frescas com especiarias”, diz Stemler.


Nádia Schiavinatto

Nádia Schiavinatto / Tapas com jamón, alcachofra e tomatesTapas com jamón, alcachofra e tomates

Quando for ao Rio, vale a pena um happy hour por lá!

Serviço: El Born. Rua Bolívar, 17, Copacabana, RJ – (21) 3496-1781. De segunda a sexta, das 17 às 2 horas. Sábado e domingo, a partir das 15 horas.

Enviado por Nádia Schiavinatto - nadias@gazetadopovo.com.br, 10/01/2013 às 12:11


Gilberto Oliveira Jr

Gilberto Oliveira Jr / Rita Lobo criou o site PanelinhaRita Lobo criou o site Panelinha
A beleza de Rita Lobo a levou para as passarelas, mas a modelo decidiu trocar a moda pelo fogão. Viajava mundo afora e adorava provar comidas. Formou-se em gastronomia nos EUA e chegou ter um restaurante, o Oriental, de comida tailandesa, em São Paulo. Em 1995, a chef começou a escrever sobre comida e, em 2000, criou o site Panelinha. Rita, que também apresenta o Cozinha Prá­­tica, na GNT, acaba de lançar o livro Cozinha de Estar: receitas práticas para receber. Consegui um rápido bate-papo com a chef:

Como foi trocar a profissão de modelo pela gastronomia?

Isso faz tanto tempo... Gosto de dizer que troquei as passarelas pelas caçarolas porque não aguentava mais comer alface; mas é uma brincadeira. Quando completei 18 anos decidi escolher uma profissão pra vida toda. Não sabia muito bem o que iria fazer, mas sabia que gostava de comida, por isso, decidi aprender a cozinhar. Meus pais acharam esquisitíssimo.

Como e quando surgiu esse interesse pela culinária?

Desde muito cedo, vendo pessoas cozinhando: minhas avós, a cozinheira de casa. Depois, quando trabalhei como modelo, viajei pra tudo quanto era canto e descobri nas culturas gastronômicas uma fonte inesgotável de interesse pessoal.

Onde aprendeu a cozinhar?

Basicamente, na escola. E muito, muito mesmo, com os livros.

Como surgiu o Panelinha?

O Panelinha foi uma encomenda de um portal que precisava de um site de gastronomia. Eu propus fazer um site só de receitas e eles toparam. Meu público é bem variado, mas a maioria é de mulheres entre 18 e 45 anos. Temos uma comunidade bem ativa!

Como tem sido a experiência no programa Cozinha Prática?

Fiz duas temporadas: a primeira lançada em março e a segunda em outubro. Meu trabalho ganhou outro tipo de visibilidade. E isso é bom. O lado ruim é que, como tudo o que faço é bem artesanal, consome muito do meu tempo e acabo tendo que abrir mão de outros projetos.

Como é essa história de cozinhar com a caneta na mão?

Hábito. Não cozinho sem anotar medidas e modo de preparo. Tudo pode ser fonte para a criação de novas receitas.

Depois do livro Panelinha, o que podemos encontrar no novo?

Um livro é bem diferente do outro. O Panelinha é ótimo para o dia a dia. O Cozinha de Estar é específico para quem gosta de cozinhar e receber. São receitas para anfitriões-cozinheiros. Todas pensadas para cozinhar e ao mesmo tempo aproveitar o jantar!

O que é comida boa?

É comida natural, com ingredientes de qualidade feita com técnica. Mesmo que a pessoa não perceba, nossas receitas têm muita técnica de cozimento. Não é à toa que elas funcionam!

O que podemos esperar de Rita para 2013?

Por hora, só consigo pensar nas férias. Foi um ano muito produtivo, mas o preço disso é que estou realmente cansada.

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