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Quinta-feira, 09/02/2012

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Giro Sustentável

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08/02/2012 às 11:21

O papagaio-de-cara-roxa, espécie encontrada no litoral do Paraná e que está sob risco de extinção, vai ganhar ainda neste semestre uma publicação especial denominada “Vida Livre - A história do papagaio-de-cara-roxa”, da escritora Adélia Woellner , com ilustração da artista plástica norte-americana radicada no Brasil, Kitty Harvill.

Desenvolvido em parceria com a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) - que realiza Projeto de Conservação do Papagaio-de-cara-roxa há 14 anos - a obra promete encantar crianças e adultos com um misto de fantasia e realidade.

“Dona Caroxa, como personagem principal, não só apresenta um mundo onírico para o leitor poder soltar sua imaginação, acompanhando viagens pela floresta, em busca de alimento e de ninho para reprodução, mas, também, torna-se aquela que revela e detalha o real trabalho das pessoas envolvidas na preservação da espécie, unindo, assim, o lúdico ao utilitário, divertindo e instruindo”, conta Adélia.

De acordo com a coordenadora do projeto de conservação do papagaio-de-cara-roxa da SPVS, Elenise Sipinski, o livro é, acima de tudo, um instrumento de educação ambiental que será em parte distribuído para instituições educacionais do litoral norte do Estado, vizinhas do habitat natural do papagaio-de-cara-roxa. “Estou ansiosa para entregar o livro nas escolas e conversar com os alunos sobre ele. Tenho certeza que essa obra, com sua linguagem simples e acessível, vai informar e sensibilizar crianças e adultos para à extrema importância da conservação dessa ave e do seu habitat, a floresta atlântica”, ressalta.

Com ilustrações belíssimas da artista plástica Kitty Harvill, que reside em Curitiba e há anos se dedica à representação da Mata Atlântica e de suas espécies, o livro deve ser lançado ainda neste semestre e terá parte do valor das vendas revertida para o projeto de conservação da espécie.


Kitty Harvill/Divulgação

Kitty Harvill/Divulgação /

*Este artigo foi escrito pela equipe da ONG Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS).

**Quer saber mais sobre cidadania, responsabilidade social, sustentabilidade e terceiro setor? Acesse nosso site! Siga o Instituto GRPCOM também no twitter: @institutogrpcom.

06/02/2012 às 12:18

Comprar um apartamento na planta geralmente é um bom negócio, mais barato e com melhores condições de financiamento do que adquirir um imóvel novo depois de pronto. Para quem tem a necessidade de se mudar logo, no entanto, tal opção passa a não ser interessante, já que o tempo médio de construção de um edifício entre 20 e 30 andares costuma ser de um ano e meio a dois anos, pelo menos.

Não na China. Por lá, as condições para o comércio de imóveis deverão sofrer mudanças revolucionárias a partir de uma inovação apresentada recentemente por uma empresa do país. Afinal... qual será a diferença de preço entre comprar na planta ou depois de pronto um apartamento em um prédio de 30 andares que leve apenas 15 dias (360 horas!) para ser construído?

Parece mentira, mas não é. O vídeo abaixo comprova:

As imagens – e o contador de tempo, que aparece ao longo do vídeo – valem mais do que muitas palavras. Mas há outros detalhes igualmente interessantes sobre esse prédio, entregue no último dia 31 de dezembro pela China Broad Group e que será utilizado como um hotel cinco estrelas da província de Hunan (sudeste chinês).


www.broad.com

www.broad.com / Na maquete, o prédio de 30 andares, que virou realidade em apenas 15 dias na China.Na maquete, o prédio de 30 andares, que virou realidade em apenas 15 dias na China.
O principal aspecto é a sustentabilidade: são 17.000 m² de construção, a partir de 333 estruturas pré-fabricadas que, além de reduzir o tempo da obra, ajudam a diminuir em seis vezes o uso de cimento (vilão das emissões de CO2 na atmosfera) e a produção de entulho (apenas 0,5% do total de resíduos criados pelos métodos convencionais).

O hotel tem também diversos mecanismos de maximização da economia de energia. Os blocos externos, de vidro, possuem 15 cm de espessura e persianas embutidas, com um sistema de isolamento térmico que também serve como painel solar, ajudando a poupar energia luminosa e reduzindo o uso de ar refrigerado no verão. O ar-condicionado, inclusive, possui processo de filtragem de três estágios, o que garante um ar interno 20 vezes mais puro que o externo – sem contar com um sistema de monitoramento de qualidade do ar em todo os cômodos.

E para quem duvida da segurança do prédio, ele está preparado para resistir a terremotos de magnitude nove na escala Richter – suficiente para não cair de jeito nenhum, praticamente...

Apesar das inovações e do potencial sustentável do prédio, uma pergunta fica no ar: a que custo esse hotel foi construído? A empresa diz ter gasto 17 milhões de dólares, mas a indagação principal é em relação aos 200 operários que trabalharam em três turnos diários na construção. Será que eles foram remunerados de maneira justa? Ou será que, tal como acontece em outras indústrias chinesas, esses funcionários foram explorados, com salários baixíssimos?
- Quando se trata de China, tudo é possível...

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03/02/2012 às 11:51


Pedro Serápio/Gazeta do Povo

Pedro Serápio/Gazeta do Povo /
Uma professora iniciante falava com seus alunos de 1º ano sobre a preservação da água do planeta. A única criança que parecia não interessar-se pela aula finalmente levantou a mão e prontamente a professora deu-lhe a oportunidade de falar. Atônica, descobriu que o aluno não estava preocupado se a água acabasse, porque ele preferia tomar refrigerante.

Fato ou lenda, a história simplista demonstra o desconhecimento da importância da água para a vida na terra e sua utilização, e lembra a criança que pensa que o leite que ele bebe vem da caixa, e não da vaca.

A visão fragmentada da qualidade da nossa água, alimento ou ar, faz com que muitos indivíduos, depois de adultos, ajam de maneira irresponsável, sem dar conta que suas ações refletem, cedo ou tarde, no que estará disponível à sua mesa.

Recentemente, tive uma experiência muito positiva com crianças, em substituir o refrigerante e sucos industrializados, em função da sustentabilidade ambiental e financeira. Quase de brincadeira, falei para o meu caçula, de seis anos: se você passar um dia inteiro tomando água ao invés de beber refrigerante ou suco, ao final do dia, dou a você R$ 2.

Para minha surpresa, ele agarrou-se a chance de ganhar os dois merecidos reais e venceu o primeiro dia. No outro dia, a irmã quis o direito de participar do desafio.

As crianças resolveram continuar com o desafio, em casa, já são 40 dias sem refrigerante. O organismo, a conta bancária e o meio ambiente agradecem, já que o líquido não tem conservantes, corantes ou açúcar, é mais barato e as garrafinhas podem ser recarregadas inúmeras vezes.

Fazer as próprias escolhas é o que faz a diferença!

*Artigo escrito por Raquel Momm, Conselheira do Sinepe/PR, instituição parceira do Instituto GRPCOM.

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01/02/2012 às 11:50


Alex Kalina/Stock.xchng

Alex Kalina/Stock.xchng /
Muito tem se falado em corrupção na política brasileira. Mais recentemente, casos na administração federal, Congresso Nacional e até Poder Judiciário, que pareciam imunes a esse tipo de problema. Apesar de não haver a justiça tão desejada, esses escândalos têm tido grande repercussão na mídia e também suscitado debates, indignação e manifestos por parte da população.

E não é por menos. Em 2011, o Transparency International divulgou o ranking mundial de corrupção de 183 países. O Brasil ocupa a vergonhosa posição de 73º com uma pontuação preocupante de 3,8 - a pontuação varia de 0 (extremamente corrupto), a 10 (plenamente transparente).

Claro, cidadania, sustentabilidade e sociedade sã não combinam com esse cenário. Mas afinal, onde nasce a corrupção? Por que achamos que “a maioria dos políticos brasileiros são corruptos”? Se você questiona isso, provavelmente não se considera corrupto.

Certo. Mas o ato ou conivência em subornar uma ou mais pessoas em causa própria ou alheia não é dádiva exclusiva de governantes. A corrupção é aspecto cultural; ela nasce de um conjunto de comportamentos individuais, formando uma sociedade que reflete esse tipo de atitude.

Que tal fazer um teste? Você já furou fila, no supermercado, na loja, no trânsito? Recebeu um “troquinho” a mais e não devolveu? Quando viaja, se a estrada está congestionada, alguma vez já pegou o acostamento? Já subornou guarda no trânsito em uma blitz? Acredita que sempre há um jeitinho para resolver aquele problema de maneira mais fácil e rápida?

Os políticos são representantes dessa sociedade. Eles são reflexo de você mesmo. Por isso, essas pequenas atitudes em nada diferem de atitudes vergonhosas dos governantes corruptos desse país. Infelizmente, em nossa cultura, muitas vezes somos corruptos na medida de nossas possibilidades. Pense nas pequenas ações do seu dia a dia. Reflita sobre isso: o combate à corrupção começa com cada cidadão e nas ações do cotidiano.

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30/01/2012 às 12:31


Divulgação

Divulgação /
Em meio ao caos do trânsito das grandes cidades, ou mesmo nas regiões menos populosas, a bicicleta é o primeiro veículo que vem à mente quando falamos em transporte ecologicamente correto. E graças à invenção do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, já é possível contribuir ainda mais para a preservação do meio ambiente.

Com a bicicleta feita de garrafas PET, cerca de 200 unidades deixam de ir para aterros sanitários e se transformam no “quadro” da bike. A grande vantagem é que ela traz todos os benefícios dos modelos convencionais, com a diferença de ser mais barata e resistente, não enferrujar, ser mais leve, ter amortecimento natural e ainda ser completamente reciclável.

Além das garrafas, em breve outros materiais à base de resinas plásticas, como para-choques de carros e embalagens de xampu poderão ser utilizados na fabricação. A meta do inventor é produzir 132 mil unidades por ano, reciclando assim 15,8 milhões de garrafas.

Por enquanto, a Muzzicycle, como a bicicleta é chamada, está sendo confeccionada por encomendas em São Paulo e já há 2,5 mil pessoas na fila de espera. Ao todo, são três modelos diferentes e os preços variam de R$ 250 a R$ 3 mil. E o preço ficar menor se o interessado levar suas próprias garrafas!

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27/01/2012 às 13:35


Lar Pequeno Peregrino/Divulgação

Lar Pequeno Peregrino/Divulgação /
Segundo uma reportagem do jornal Gazeta do Povo, o Paraná é segundo estado brasileiro em candidatos à pais adotivos. Ao pensar em adoção, podemos dizer que este ato vai além das necessidades de ter um filho, vai além das questões de raça, cor, idade, sexo e condições de saúde. E, que uma das questões principais é que os futuros pais precisam estar aptos a aceitar e amar uma criança marcada por uma história desconhecida, dedicando-se a ela a cada dia.

Considerando que o amor será construído diariamente, e a cada gesto, os pais adotantes devem estar dispostos a tudo isso e, principalmente aos contratempos. Afinal, os filhos de coração podem não dar o orgulho esperado e nem ter os tais comportamentos ideais - apesar de que isso pode acontecer com qualquer filho biológico.

Outro fator importante é a aceitação da criança para com esses pais. A empatia, a afinidade, carinho, afeto, convivência e, principalmente o amor, que definirão como será o vínculo dessa criança e o seu desenvolvimento da criança. A adoção é estar disposto a viver por outrem, deixando de lado apenas a vontade de ser ter um filho. É doar-se para alguém, é um gesto de amor...

E você, já pensou em adotar uma criança? Já adotou? Compartilhe conosco a sua experiência.

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25/01/2012 às 14:45


Divulgação/Non Violence United Org.

Divulgação/Non Violence United Org. /
A todo momento fazemos escolhas. Escolhemos a roupa que vamos vestir, a comida que vamos comer, o filme que queremos assistir. Escolhemos reciclar o lixo, racionar água, economizar energia, usar transportes alternativos e sustentáveis.

A maioria de nós escolheu fazer do mundo um lugar melhor para as futuras gerações, mas ainda não se deu conta que é preciso fazer muito mais do que economizar energia, racionar água, usar energias renováveis... o que realmente precisamos é mudar o nosso estilo de consumir o planeta, afinal, o planeta fornece o suficiente para a sobrevivência de todos e não para a ganância de todos!

O documentário “Uma vida interligada” (produzido pela Non Violence United em 2008) propõe uma reflexão sobre o consumo exagerado de produtos de origem animal e suas consequências no nosso organismo, no meio ambiente e para os animais. Só para termos uma ideia, para um pedaço de bife de 500g estar no seu prato, é preciso em média 9,5 mil litros de água; para produzir 3,5 litros de leite, são necessários 2,8 mil litros de água. É tanta água, que uma pessoa que não consome esses alimentos pode ficar com seu chuveiro ligado 24 horas por dia, por 365 dias, que ainda assim não irá consumir toda essa quantia de água.

Vale a pena assistir (abaixo) o documentário e repensar nosso papel na reconstrução do planeta. E, principalmente, repensarmos em nossas atitudes, que muitas vezes podem estar divergentes do nosso discurso!

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23/01/2012 às 17:27


Marcelo Elias/ Gazeta do Povo

Marcelo Elias/ Gazeta do Povo / Uma das funções do Estado assumidas por instituições filantrópicas são as instituições de longa permanência para idosos, ou ILPI, como são chamados os antigos asilos. No Brasil, 65% dessas instituições são ONGs, que, quando não são autossustentáveis, recebem do governo, em média, apenas 20% da verba necessária para sua manutenção.Uma das funções do Estado assumidas por instituições filantrópicas são as instituições de longa permanência para idosos, ou ILPI, como são chamados os antigos asilos. No Brasil, 65% dessas instituições são ONGs, que, quando não são autossustentáveis, recebem do governo, em média, apenas 20% da verba necessária para sua manutenção.
Não se pode amar ou odiar quem não se conhece ainda". Esta frase, dita por Leonardo da Vinci, resume o quanto a maioria dos brasileiros sabe sobre o Terceiro Setor. Poucos são os que se arriscam a conhecer a fundo esta importante força que nasceu com nosso país e que contribui, diariamente, na recuperação e melhoria da qualidade de vida dos necessitados.

Ao olhar de fora, a sociedade classifica o Terceiro Setor, ou melhor, as “ONGs", como instrumentos utilizados para malversação do dinheiro público. Infelizmente, essa ideia transita no pensamento da população, e por isso é preciso separar o joio do trigo e deixar claro à sociedade que as verdadeiras entidades do Terceiro Setor foram criadas com o objetivo de proporcionar aos cidadãos o exercício dos direitos sociais previstos no artigo 6º da Constituição Federal.

No que diz respeito ao financiamento do Terceiro Setor no Brasil, apenas 15,5% de toda a sua fonte de receita é proveniente do Estado e as doações privadas representam 10,7% da receita. A principal fonte de receita de tais entidades são os recebimentos pelos serviços prestados, chegando a 73,8% dos recursos, provenientes principalmente do pagamento de taxas por serviços prestados por hospitais e instituições de educação.

Percebe-se, portanto, que além de preencher lacunas deixadas pelo Poder Público, as entidades do Terceiro Setor no Brasil são autossustentáveis.

Segundo o Observatório das Metrópoles (ligado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia), dados extraídos de estudos realizados pela Universidade Johns Hopkins (EUA), mostram que a estrutura de renda do Terceiro Setor no Brasil e na América Latina se baseia prioritariamente na autorreceita ou autofinanciamento, diferentemente do padrão verificado para os países desenvolvidos.

Conforme as informações da universidade americana, nos países ricos a média de autofinanciamento do Terceiro Setor é de 44,6%, isso porque o Estado aparece igualmente como um importante financiador do Terceiro Setor, com média de investimento na ordem de 48,2%.

Entretanto, salienta-se que não existe um padrão para o bloco dos países desenvolvidos, existindo tanto países que têm o Terceiro Setor financiado prioritariamente pelo Estado, como Áustria (50,4%), França (57,8%), Alemanha (64,3%) Irlanda (77,2%), Países Baixos (59%) e Reino Unido (46,7%), como países que, apesar de apresentarem alto índice de investimento estatal, ainda têm como fonte principal de receita o autofinanciamento, como por exemplo os EUA, que apresentam 30,5% de financiamento estatal, 12,9% de filantropia privada e 56,6% de recursos próprios do Terceiro Setor.

O Terceiro Setor brasileiro é mais uma prova de que mesmo em um país com tantas desigualdades, o povo brasileiro, por suas próprias forças, é capaz de depender cada vez menos do Estado. E esta mesma sociedade civil organizada, refletida nas entidades do Terceiro Setor, é responsável por mais de 5% do PIB e consegue oferecer aos cidadãos os serviços sociais básicos garantidos pela Constituição Federal.

*Artigo escrito por Roberto Siquinel, advogado membro da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/PR e colaborador do Núcleo Interdisciplinar do Terceiro Setor (NITS) da Universidade Federal do Paraná, parceira do Instituto GRPCOM.

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20/01/2012 às 12:03


 / "Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimento já são o suficiente. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Entregue o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas nos fazem sentir extraordinários?". Trecho do livro “Marley e Eu” (Editora Prestígio).
O mês de janeiro é conhecido pelas típicas chuvas de verão, que em muitos casos ocasionam desastres catastróficos. Desde que o ano começou, a mídia tem divulgado o caos em muitas cidades do país, principalmente no Rio de Janeiro e Minas Gerais.

No intuito de salvar vidas em meio às enchentes e soterramentos, os cachorros são uma ajuda valiosa. No Rio de Janeiro, por exemplo, o cão Spot, de cinco anos, foi um ajudante importante nas buscas pelos corpos das vítimas.

Muito bonita a atitude de preparar animais para ajudarem as pessoas nestas situações! Mas, e o contrário?

Temos acompanhado também, que nestes locais afetados pelas chuvas, há cães e gatos para todos os lados. Na pressa de sair de casa, e na ânsia de salvar a própria pele, muitas pessoas acabam deixando para trás os animais, que ficam presos entre os muros dos quintais alagados, ou nadam desesperados em busca de um local seco, como mostra a reportagem exibida no Fantástico.

Não se sabe ao certo quantos animais foram abandonados e quantos foram resgatados. Mas, o que se sabe é que nem todos os bichos esperam ou aguentam esperar pelo socorro.

Na hora do desespero e da correria é complicado pensar em muitas coisas, mas os animais devem e precisam ser lembrados. Afinal, nenhuma vida tem mais importância ou valor do que outra! Não se trata de defender humanos ou animais, e sim um belo exemplo de que o mais forte deve defender o mais fraco!

Então, que tal sermos treinados para darmos mais valor à vida? E termos ânsia de salvar não só a própria, a do familiar, ou só a dos animais, mas a de todos. E assim, nos sentirmos extraordinários!!

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18/01/2012 às 10:40


metamorambulante.blogspot.com

metamorambulante.blogspot.com / E então... o que você vê quando se olha no espelho?E então... o que você vê quando se olha no espelho?
Um dia desses, numa sala de aula comum, alguém falava sobre cidadania – aquela coisa sobre a qual ouvimos falar muito, em vários lugares, em diversos textos e até mesmo em discussões em espaços como o deste blog. Então a fala em sala de aula foi interrompida com uma pergunta audaciosa: “Você já viu a cidadania?”.

“Eu realmente nunca vi a cidadania”, respondeu o outro. “Pelo menos, não como se imagina”, continuou. “Mas já vi gente que separa o seu lixo e se preocupa em produzir cada vez menos resíduos descartáveis; já vi gente que sabe que não está sozinha no mundo, por isso usa do mundo somente o necessário; e gente que sabe que educação e respeito não são troféus para se deixar na estante, mas sim, como roupas que se usa sempre. Nisso, eu vejo a cidadania”.

A resposta gerou silêncio na sala. Para finalizar, ele disse que tenta ver esse cidadão cada vez que olha no espelho, mas que isso não é fácil, pois às vezes o cidadão se esconde e é suprimido pela falta de respeito, intolerância e agressividade nas menores atitudes.

Quanto a nós... Será que vemos cidadania ao olhar no espelho? Será que mostramos cidadania quando realizamos as nossas ações comuns do dia a dia?

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