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Segunda-feira, 21/05/2012

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Noivas Nervosas

Quem faz o blog
Enviado por Helena, 18/05/2012 às 18:11


jilly~bean/Creative Commons

jilly~bean/Creative Commons /

Olá, noivas e noivos (percebo que temos leitores do sexo masculino também, o que acho ótimo).

Proponho discutir nas próximas semanas uma série de temas surgidos numa conversa com a psicóloga Tayana Passos sobre que fatores e situações mais causam ansiedade aos noivos.

O primeiro dos itens citados por ela é o equilíbrio financeiro, tanto em relação à festa quanto à vida a dois.

Uma das situações que causam dúvidas é o quanto o casal pode fazer do seu jeito quando os pais estão pagando pela festa.

Claro que isso depende do estilo de cada família. Há pais que não impõem sua vontade, outros, sim, e como!. “Aí, vai do jogo de cintura da noiva, em agradecer a gentileza e negociar um meio termo”, explica Tayana.

Segundo ela, não é indelicado argumentar que a festa é da dupla e que seus pais já tiveram sua “vez” de se casar.

Aqui alguém poderá lembrar as mães que dizem: “No meu tempo fiz o casamento que a sua avó queria, e agora vamos fazer do meu jeito”.

E você, como lida com as vontades dos seus pais para sua festa?

Mais dicas você pode consultar no site
www.tayanapassos.com.br.

14/05/2012 às 17:07


Elenize Dezgeniski/Divulgação

Elenize Dezgeniski/Divulgação /

Vou dividir com vocês minha resenha sobre a peça de teatro "Curitiba Vestida de Noiva", que está em cartaz no Barracão EnCena até dia 20 de maio. É um para a série "leia quem tem estômago", já que fala de uma garota deixada no altar -- história real ocorrida na porta da igreja Santa Teresinha nos idos dos anos 1970.


Quando as pesadas cortinas de veludo azul do Barracão EnCena se abrem, o espectador de Curitiba Vestida de Noiva vê um cenário branco que sugere claustrofobia. E no meio está realmente uma alma apertada, daquelas que, recebida a devida deixa, desfia uma trama intrincada sem parar.

A monocromia dá lugar, a seu tempo, a um festival de imagens em preto e branco projetadas sobre todo o cenário. Começa quando a protagonista, Amanda, narra seu 17 de julho de 1975, dia em que nevou em Curitiba. Ao contrário de todo o resto da cidade, ela fica irritada com a diversão que embala o município, atrasando seu percurso. Para ela, o importante era cumprir o roteiro de noiva, passando pelo salão Marly e pela casa da costureira Cotinha, desembocando na porta da Igreja Santa Teresinha. Ali, em vez de relaxar, ela é abandonada, uma decepção que a marcaria para sempre.
Agenda

Quem lhe dá vida é Claudia Minini, que passeia por toda a história da personagem. São tantos acontecimentos que fica impossível não se identificar com algum.

Há o tratamento pós-traumático, quando ela é isolada numa chácara. Ali, recebe e tritura uma carta do noivo. Depois, se muda para Porto Alegre, onde dá aulas de dança incansavelmente; instala um estúdio na antiga casa da infância; vai viver nos EUA; conhece dezenas de imigrantes latinos, se junta com um homem com quem decide não ter filhos; e se depara com a necessidade de perdoar, muitos anos depois.

O texto é de Enéas Lour, que pela primeira vez dirige um monólogo. Um dos elementos que apoiam a cena é o vinho, associado à rememoração de Amanda, agora com 57 anos de puro sarcasmo.

Outra escolha interessante é um pequeno refrigerador no fundo do cenário. Além de proporcionar uma luz interessante quando aberto, ele funciona como um túnel da imaginação, entregando objetos diferentes a cada vez que é aberto. Dali saem auxílios para a memória, como sapatilhas de dança, ou frutos da idealização, como roupinhas de bebê.

Com a porta fechada, o eletrodoméstico também serve de suporte para projeções, em um momento em que a atriz contracena com Luiz Carlos Pazello em vídeo. Silvia Monteiro também está presente virtualmente.

No fim, o branco já está sujo de tanta vida, assim como a neve virou lama de tarde naquele dia de julho de 1975.

Serviço

Curitiba Vestida de Noiva
Teatro Barracão EnCena (R. Treze de Maio, 160), (41) 3223-5517. Quarta a domingo, às 20 horas. R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Até 20 de maio.

04/05/2012 às 17:12


Daniel Castellano/Gazeta do Povo

Daniel Castellano/Gazeta do Povo /

Alerta! Spoiler, spoiler! Se você está de casamento marcado e é ultrassensível, evite ler este post, que pode deixá-la com uma tensão desnecessária. Todos nós conhecemos a instável alma da noiva... O fato é que em algum momento precisávamos explicar o sumiço da Noiva Prática, atual ex-Noiva Prática... pois é, infelizmente o casamento marcado para este mês não aconteceu. Se tiver estômago, acompanhe abaixo a garra com que ela passou por esse dia tão esperado. E bom fim de semana!

"Eram 17 horas e eu estava aguardando por ele com aquele friozinho na barriga... há três meses, eu havia programado para esta data, 1º de maio, o meu casamento. Neste horário, o plano era que os amigos, parentes e o noivo estivessem me esperando, mas agora eu estava na fila do cinema que, devido ao feriado, era enorme. Havia marcado um encontro às escuras com alguém que conheci pelo Facebook e estava esperando pelo moço desconhecido.

Ele apareceu. Pessoa interessante, não era um garoto malhado de rostinho bonito. Era simplesmente um homem, de barba, jeans, camiseta preta com jaqueta de couro e tênis. Look perfeito para a ocasião e compatível com a idade dele: excelente primeira impressão. Conversamos um pouco e eu, que estava receosa por este encontro, me senti à vontade. Um perfeito cavalheiro que comprou os ingressos do cinema 3D. Uau... não me lembro há quanto tempo não recebia uma gentileza dessas!

Não cabe aqui contar o fim do meu relacionamento com o meu ex-noivo, que é história antiga, mas sim como conheci o Carlos e recebi o convite para o cinema. Então, melhor retornar a história para a sua ordem cronológica, desde o início do feriado.

Eu estava superpreocupada com o feriado de 1º de maio. Um mês antes, estava verificando com todas as minhas amigas quem iria viajar; até procurei uns pacotes em agência. Mas percebi que viajar sozinha ia ser deprimente e, diante ao fato de eu estar comprando um novo imóvel e começando uma nova vida, não poderia me dar ao luxo de gastar com uma viagem cara. Então resolvi esperar.

Também fazia algumas semanas que alguém, não lembro quem, me sugeriu um aplicativo do Facebook para conhecer pessoas. Odeio esses aplicativos, mas resolvi me arriscar. Resultado: odiei! Tentei até conversar com algumas pessoas, mas não deu certo. Porém, encontrei quatro rapazes que insistiram em conversar comigo e para quem passei o meu MSN. Desses, três me adicionaram.

Então, há algumas semanas, duas amigas com quem fiz pós-graduação há muito tempo me convidaram para ir a Tibagi, uma cidade com muitos atrativos de ecoturismo. Um programa perfeito: turma animada, cidade a 200 km para encarar numa viagem de carro sem muito gasto, rafting + trilhas + rapel acompanhados de uma linda paisagem. Programa perfeito que em nada lembraria o meu ex, já que ele não era o tipo “aventureiro”. O detalhe é que voltaríamos na segunda-feira, dia 30 de abril. Ou seja... ainda precisaria de um programa para o dia seguinte.

Já havia conversado com umas amigas e com a família antes da viagem e todos se comprometeram em planejar algum churrasco, almoço ou qualquer coisa animada para eu não ficar em casa no dia 1.º de maio, então não me preocupei e fui viajar.

A viagem foi incrível, em alguns momentos pensei em como o meu ex-noivo curtiria ver aquelas paisagens, mas em outras lembrei do quanto ele ia reclamar dos probleminhas. A saudade bateu... mas junto com ela veio uma certeza: a companhia das meninas era mais divertida!

Na segunda, cheguei exausta e fui dar uma volta. No trajeto, uma ou duas lágrimas podem ter escorrido por baixo dos óculos de sol... À noite, algumas amigas haviam programado um jantar justamente para eu “esquecer” o dia seguinte. Outras amigas também me convidaram para a balada, para eu aproveitar o feriado, “encher a cara” na segunda e ficar na cama dormindo e de ressaca na terça, mas o frio me impediu e contentei-me com o jantar.

Acordei super tarde na terça-feira, dia 1º de maio, e olhei para o céu: azul! Lindo! Sim, isso me deu raiva. Eu pedi a Deus para que esse dia fosse cinza de raios e trovões, para que eu ficasse em casa debaixo das cobertas chorando à vontade e grata por não me casar neste dia, mas Ele quis me dar este dia lindo, apesar de frio, eu não consegui ficar na cama... despertei e fui para o computador atualizar umas fotos da viagem e ler os e-mails e posts do facebook do final de semana.

Liguei para as minhas amigas e todas estavam com preguiça, mas com carinho sempre me respondiam coisas como: “Estou super cansada, bebi demais ontem, mas posso ir ao cinema se você quiser”. “Amiga, não estou a fim de sair para almoçar, mas sei que este dia é difícil para você, se quiser pode vir aqui em casa almoçar comigo”. “Tenho um compromisso agora, mas podemos marcar uma janta hoje para você não ficar em casa”. Sei que, se eu chorasse um pouquinho, todas elas ficariam comigo no dia do meu não-casamento, mas não quis abusar, até porque sair com apenas uma amiga me faria falar e falar do ex. Não... eu queria fugir exatamente disso!

Almocei com a minha mãe, mas a tarde começou e eu estava inquieta novamente: sem compromissos, um frio e um céu que me dizia “NÃO FIQUE EM CASA”. Voltei ao velho computador, nenhuma novidade até que o Carlos, o tal desconhecido adicionado no meu MSN estava on-line e resolvi perguntar o que ele estava fazendo. Ele disse que ainda estava embaixo dos cobertores e eu respondi que não conseguia ficar dormindo até aquela hora, que até tinha pensado num cinema, mas que provavelmente todos estariam lotados. Ele respondeu “que pena!” e eu perguntei porque, e ele disse que queria me convidar para o cinema. Bom, nesse ponto eu respondi que topava encarar uma fila se tivesse companhia. Assim marcamos de nos encontrarmos às 17h para conversarmos e assistirmos uma sessão às 19:10! Perfeito... posso dizer que Deus colocou mais um dos seus anjos em meu caminho para ocupar a minha tarde. E lá fui eu.

O encontro com o Carlos já mencionei no inicio deste texto. Depois de mais de uma hora de fila e ingressos comprados fomos tomar uma cerveja e petiscar alguma coisa aguardando a sessão. Gostei do papo, do fato de ele ter bom gosto musical e curtir cinema e seriado. Não gostei de ele fumar muito e não entender nada sobre vinhos. Como eu gosto de um bom vinho, descobri que será melhor pedir uma Coca-cola se um dia sairmos para jantar!

A noite foi ótima, terminei o dia bem, acordei na quarta feira um pouco mais animada. Encerrou-se um ciclo e começa um novo dia, que com certeza não está sendo fácil, mas me orgulho da minha resiliência e das pessoas que Deus tem colocado no meu caminho durante este percurso de pedras. Abro um sorriso maior quando recebo uma mensagem na hora do almoço informando que o Carlos gostou da minha companhia! Assim... a minha vida continua.


Enviado por Helena, 27/04/2012 às 16:40


peagreengirl/Creative Commons

peagreengirl/Creative Commons /


Pois bem, entramos semana que vem no "mês das noivas". Será que alguém ainda leva a tradição de que é bacana se casar em maio na hora de marcar a data?

O que percebo é um grande número de celebrações no fim ou começo do ano, quando os noivos aproveitam a chegada de familiares para as festas.

Mas o canal pago GNT aproveita o frisson em torno de maio para lançar a série “Chuva de Arroz”, no dia 7 de maio, com exibições toda segunda-feira, às 21 horas.

O objetivo é mostrar toda a alegria mesclada à ansiedade do momento.

**

Desculpem pela demora em liberar vários comentários, agora já estão todos devidamente postados.

Foram levantadas questões importantes, como a saia-justa de ter a festa paga pela família e querer fazer as coisas do seu jeito... pode? Quem sabe a gente fala disso numa próxima. Bom fim de semana e para quem for casar... aproveite!

17/04/2012 às 13:51


Caro_Carlow/Creative Commons

Caro_Carlow/Creative Commons / A cantora Beyoncé fez sucesso com seu hit A cantora Beyoncé fez sucesso com seu hit "Single Ladies".

Pois é, o trecho em que Carlos Ramalhete fala, no texto do post anterior, que solteiros não têm responsabilidades, despertou indignação entre algumas pessoas.

Divido então o comentário da Noiva Prática, que tem pensado muito sobre esse assunto de vida a dois e vida "a um":

"O autor diz que acha a grandiosidade das festas de casamento proporcional aos divórcios... eu concordo em partes. Não porque os casamentos luxuosos tendam ao divórcio... mas porque quando o casal resolve casar e comemorar com biscoito e guaraná, é por que querem casar de verdade, e as uniões a guaraná e biscoito são legítimas provas de amor, enquanto as das grandes festas fica difícil mensurar ... depende de cada casal e da condição financeira de cada um.

O que muitos homens não entendem é o valor que uma festa de casamento tem para a mulher! E aí eu sugiro o filme Casamento Grego aos homens que acham que a proporção da festa de casamento é proporcional à chance de divórcio... porque às vezes a falta de comprometimento com uma festa de casamento é que pode acabar realmente em divórcio!

Na última linha do texto, fala-se que festa é bom, mas não é casamento... eu digo que casamento é bom, mas não é casamento sem festa, mesmo que ela seja simples... morar junto é outra coisa!

Outra coisa que detesto é quando as pessoas falam sobre a NECESSIDADE de uma mulher ter filhos e que “príncipe encantado” não existe e a mulher tem que casar e ter filho para ser “mulher”...

Pergunto: os solteiros não têm responsabilidades? Parece que aí os casados esquecem da pressão que os solteiros sofrem... sofrem porque não têm ninguém, e se não têm ninguém são julgados dizendo-se que é porque eles não devem ser boa pessoa ou são muito exigentes!

Sofrem porque eles não têm sua família e filhos, e se não têm, então profissionalmente eles deveriam estar muito além, ser mais eficazes etc...

Porque se não tem escola de filhos para pagar, deveriam fazer um MBA enquanto não cuidam de criança ou fazem jantar para a família!

Sofrem porque gostariam de ter a responsabilidade de casados, gostariam de cuidar do futuro da sociedade (aqui acredito que estejam falando de filhos) e por isso os solteiros não são ricos e não cuidam só do presente como diz o texto.

Porque muito mais que os casados, os solteiros têm a responsabilidade de gastar com a aparência, com os amigos, com o planejamento do futuro... porque diferentemente dos casados, que têm um companheiro(a) e filhos para que no futuro possam lhe dar um apoio... o solteiro tem que fazer tudo sozinho, ter a garantia do seu pé de meia, cuidar melhor da sua saúde etc...

Porque o que será do futuro do solteiro se ele pensar somente no presente?"

Enviado por Helena, 13/04/2012 às 17:50


epSos.de/Creative Commons

epSos.de/Creative Commons /

Divido com vocês a coluna de quinta-feira do colunista da Gazeta do Povo Carlos Ramalhete. Talvez algumas de vocês discordem da ênfase negativa que ele coloca em festas grandes e luxuosas. Mas é inegável que o "marriage" é mais importante do que o "wedding". Qual a sua opinião?


Tem gente que faz uma festa de casamento tão complicada, que se esquece de casar.

Casamento deve ser comemorado. Sempre, nem que seja – como foi o meu, mas é uma longa história – com guaraná e biscoitos comprados na padaria ao sair da igreja. Isso porque é o casamento que encerra a primeira parte da vida. Nesta primeira etapa, somos dependentes; ainda estamos construindo as capacidades que nos tornarão membros produtivos da sociedade, sem responsabilidades que não para com nós mesmos.

A partir do momento em que nos casamos, mudamos de time na pelada e na sociedade: passamos a fazer parte daqueles de quem outros são dependentes, daqueles que têm responsabilidades para com outros e, por extensão, para com toda a sociedade. Eu, que sou casado, não posso nem me dar ao luxo de viver com a frugalidade de um monge nem gastar o dinheiro que ganhe em besteiras e prazeres. Não posso dar a louca, fazer o que me dê na telha, sair pra viajar ou passar oito horas por dia tocando saxofone.

Tenho que estar presente, nos bons e nos maus momentos. Trabalhar dobrado quando os maus momentos são da patroa, tranquilo por saber que ela estará comigo quando forem os meus. Tenho de ajudar as pessoas que surgiram desta união – meus filhos – a crescer, a ganhar essas autonomias todas que a gente precisa ter para poder um dia ser membro cotista da sociedade. A responsabilidade de ajudá-los a crescer, física, psicológica e intelectualmente, é minha e da mulher que um dia cometeu a loucura de se unir a mim.

É por isso que eu digo a meus amigos solteiros que eles são ricos: são ricos, porque o que é deles é só deles. Eles não estão, como os casados, cuidando do futuro da sociedade, e podem aproveitar bem mais o presente. Não têm responsabilidades.

É comum, no entanto, que as pessoas percam isso de vista. Que o casamento passe a ser uma festa, em vez de haver uma festa que marque algo muitíssimo maior. E como esta festa é só o que há, ela tem de ser grande, luxuosa, majestosa, mesmo. Com essa festa toda diante dos olhos, perde-se a visão do que seja o casamento. Perde-se a noção do valor dele, do compromisso que ele implica. Nunca vi estatísticas, mas, pela minha experiência, eu diria que o luxo da festa é diretamente proporcional à chance de separação. Dos votos matrimoniais – um detalhe, naquela pompa toda – serem em breve esquecidos, pisados, levados ao lixo junto com os papéis dos presentes.

Festa é bom, mas não é o casamento. O casamento é esta união de vidas, que ali só faz começar.

03/04/2012 às 12:11


cheriejoyful/Creative Commons

cheriejoyful/Creative Commons /

Calma, gente, o título não é nenhuma incitação à promiscuidade. A nossa Noiva Despreocupada é quem escreve, abaixo, sobre a importância de agendar (e pagar) prévias de cabelo e maquiagem.
Ouvi um caso de uma menina que fez provas em três salões diferentes e só fechou com o último. Para ela, foi a garantia de que iria se gostar no grande dia.

Leia, então, e aproveite!

Como uma boa noiva despreocupada que sou, e hoje, a 10 dias do casamento, começo a lembrar de muitos detalhes faltantes, devo contar a vocês uma etapa nada corriqueira desta complicadíssima saga que é casar.

Vejam bem: noiva despreocupada, que até agora há pouco não tinha docinhos e bolos pro seu casamento, achava que a última necessidade era fazer provas de cabelo e maquiagem. Que engano!

Fiz a prova do penteado e da maquiagem no último sábado. Como marquei tudo de última hora (adoro essa emoção, o deadline), tanto a maquiadora quanto a cabeleireira só podiam me atender super cedo! No belo sábado, às 7h da manhã, lá estava eu no salão.

Fiz primeiro a maquiagem: testamos cores, começamos pelas mais bobinhas (ou fraquinhas) e fomos passando para makes mais escuros. Por fim, a última tentativa foi usar mais cores, que era justamente o que eu queria. Mas a profissional insistiu e teve bom senso de fazer várias opções, me fazer observar e tirar fotos de todas para decidir depois. Agora vejo que isso é essencial, porque na minha cabeça, a maquiagem coloridérrima era o que queria, mas foi bom ver outras opções para ter certeza disso.

Foi bom também porque a maquiadora queria que eu usasse cílios postiços e eu nunca tinha usado esse item! Resultado: coloquei, achei lindo, mas fiquei muito incomodada com o tamanho, os tufinhos, a colinha e agoniada para tirar. Aliás, tirar foi um caso à parte. Como usei os tufinhos, tinha de tirar um por um e isso levou bem uma meia hora e muito demaquilante.

Com o cabelo, foi a mesma coisa. A cabeleireira pediu que eu levasse umas fotos do que eu queria e, super atenciosa, fez todos os penteados que eu imaginava que poderiam ficar bons. Também fotografei todos e minha surpresa: aquele que eu queria e tinha certeza que seria o escolhido não ficou tão bem na foto... Agora estou em dúvida de novo, mas isso é outra história.

Ou seja, por mais inútil que pareça, é bom mesmo testar tudo antes do dia D. Porque antes do casório não dá ficar em dúvida com relação ao tamanho do topete ou cor da sombra. Para não se arrepender depois, faça um test-make-hair antes!

Enviado por Taiana Bubniak, repórter do caderno de Imóveis, 23/03/2012 às 14:35

Nossa Noiva Despreocupada conta ao blog sua experiência de namoro, noivado e preparativos para o casamento, que será daqui a três semanas! Leia abaixo:


Nós estamos juntos há muito tempo. Tanto tempo que a gente nunca consegue lembrar se as coisas que aconteceram nas nossas vidas foram antes ou depois de estarmos juntos. Ele às vezes comenta: “lembra aquela vez, quando eu morava em Floripa?”, e eu tenho de explicar que não, que nós não estávamos juntos quando ele morava em Floripa. Mas nós já sabemos tanto um das histórias do outro que é como se tivéssemos vivido juntos mesmo.

Construímos uma relação sólida, pautada na confiança e numa amizade sem limites, que permite que ambos possamos dizer sem pestanejar que um é o melhor amigo e companheiro do outro, que a gente pode comentar o que quiser, desabafar, rir das coisas, comprar roupa juntos ( e como isso é chato), ver jogos de futebol (ai ai) e até mesmo estudar administração pública e comunicação política um com o outro em fins de semana ensolarados.

Nunca, nesse tempo todo, tínhamos pensando em casar. Casar assim, de branco, na igreja, com todo o ritual? Nunquinha. Pensávamos num churrasco com costela de chão, numa cerimônia à beira-mar, ou em uma festa junina. Mas uma série de fatores nos levou a escolher por tudo que há de mais tradicional: igreja, padre, vestido branco, damas de honra e pajens, marcha nupcial, roupa de noivo, festa, janta, docinho, bolo, lembrancinha e decoração.

No começo, estranhamos. Agora, estranhamos mais ainda: é tudo caro, confuso, complicado e são muitos compromissos para a organização da festa. Mas toda a trabalheira se recompensa com o sorriso dos nossos pais, a alegria da família em nos ver selando a nossa união do jeito mais clássico possível. Os irmãos se emocionam, estão animados. Os amigos vêm de longe e estão fazendo todos os esforços possíveis para estar do nosso lado naquele momento.

E a gente? Ah, a gente tá a cada dia mais sensível. Até em casamento de fim de novela a gente se emociona e com o olhar diz um pro outro: “tá chegando a nossa hora!”.

E nessas três semanas que antecedem o enlace, nem os muitos compromissos para finalizar todos os detalhes da celebração e da festa nos impedem dizer que passamos de “noivos despreocupados” para “noivos super animados e que não veem a hora de chegar o grande dia”.

Temos feitos mais planos, mais juras de amizade e companheirismo eternos, pensamos na educação dos filhos e na decoração da nossa futura casa... O casamento é complicado, mas a certeza que nos ronda – de que escolhemos a pessoa certa e que por ela nada será em vão – nos faz pensar que toda a complicação vale a pena!

Mas os preços dos serviços poderiam ser mais amigáveis...

16/03/2012 às 15:54


Elisa Velasco

Elisa Velasco /

Queridas leitoras, demorou, mas finalmente temos notícias da Noiva Simples, uma de nossas personagens, que se casou no começo do mês. Ela está muito feliz com o resultado de sua "festa no jardim", regada a bolo e espumante e com poucos convidados.

Ela promete dar mais informações em breve. Por enquanto, avisa o seguinte:


"É engraçado que, apesar do longo tempo de preparo da cerimônia, algumas coisas a noiva só descobre na última hora. A poucos minutos de entrar no carro, emocionada, vi a maquiadora e cabeleireira cortarem a alcinhas internas do vestido - aquelas que vêm em roupas tomara-que-caia, feitas para pendurar a peça em cabide. (Aliás, continua a cruzada em busca de modelos bonitos que não sejam tomara-que-caia, alguém tem sugestões?)

As mulheres garantiram que aquele é o procedimento padrão e que fazem isso todo sábado, arrumando noivas... mesmo assim, durante a festa e depois durante dois ou três dias da lua de mel, fiquei com aquilo encasquetado na cabeça. 'Será que podia ter cortado? A loja onde aluguei não vai me cobrar mais?'

No fim, a entrega do vestido correu na maior tranquilidade e aquilo se mostrou mais um "problema inventado", desses com que a gente se preocupa à toa."

Então, meninas, lembrem disso quando alguma coisa começar a incomodar! Provavelmente o problema nem existe.

Enviado por Helena, 20/02/2012 às 17:47


Victor Bezrukov/Creative Commons

Victor Bezrukov/Creative Commons /

Difícil se cuidar com esse sol né... ou você fica reclusa em casa e permanece branco-leite (para quem tem pele dessa tonalidade) ou só usa tomara que caia, mesmo com aquele ventinho gelado de Curitiba, para evitar as marcas vermelhas desiguais pelo corpo.

Então vamos acompanhar algumas lições do Superbonita para cuidar da pele e das unhas, seguindo com nossa série carnavalesca de dicas de beleza:

**Nem precisaria falar, mas, em todo caso: protetor solar nunca é demais, e evita queimaduras, manchas, sardas e pintas.

**Lavar muito a pele e os cabelos oleosos tem efeito contrário: o organismo repõe a oleosidade em dobro.

**Use o secador de cabelos para eliminar toda a umidade entre os dedos. Pés úmidos estão sujeitos a micoses.

**Açúcar cristal misturado a óleo de amêndoas resulta em um excelente exfoliante.

**Evite usar sutiã tomara-que-caia, que achata os seios e predispõe à flacidez.

**Inclua na dieta alimentos ricos em proteínas e vitaminas A e B para dar mais força às unhas.

**Passe hidratante no corpo ainda úmido para uma melhor absorção.

**Antes de se depilar, passe um cubo de gelo envolvido em gaze na pele para diminuir a sensibilidade à dor.

**Para a ginástica, prefira roupas de algodão, que absorvem o suor e permitem que a pele respire.

Este é um espaço público de debate de idéias. O Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM) não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
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