Quinta-feira, 09/02/2012
Este blog mal engrenou e venho aqui me despedir. Estou de mudança para Belo Horizonte na próxima semana. Vou continuar a trabalhar com jornalismo cultural por lá e interessada na cena teatral curitibana, mas já não tão próxima. O Palco ficará fora do ar.
Não queria me perder em memórias aqui, mas ao menos dizer que foram quatro anos muito intensos e proveitosos trabalhando no Caderno G. Há pelo menos três, como setorista de teatro. Tive bons embates, alguns "violentos", outros renderam diálogos transformadores para mim. Sobretudo, aprendi um bocado sobre essa arte, vi algumas montagens inesquecíveis e conheci artistas dos mais interessantes. Mencionar alguns seria esquecer outros.
Em janeiro, começo a escrever no caderno Magazine, do jornal mineiro O Tempo. Criei um blog pessoal também, o Travessias Culturais. Até lá, quem quiser fazer contato pode escrever para sobreteatro@gmail.com.
Um abraço a todos, vou sentir saudades.
A gente se esbarra novamente a qualquer hora.
Luciana
Bruno Tetto/Divulgação
Ranieri Gonzalez e Rodrigo Ferrarini em Vida: “Gente é pra brilhar”O 31º Troféu Gralha Azul foi entregue na noite de ontem. A Companhia Brasileira de Teatro saiu consagrada com cinco estatuetas, nas principais categorias. Lendas Japonesas, do Grupo Camelo, foi o destaque infantil. Confira os premiados:
Vida
Melhor espetáculo;
Direção: Marcio Abreu;
Texto original: Marcio Abreu;
Ator: Ranieri Gonzalez;
Ator Coadjuvante: Rodrigo Ferrarini;
Troféu Epidauro, concedido pelo Consulado da Grécia entre os espetáculos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Daniel Sorentino/Divulgação
Lendas Japonesas, campeã de indicações do 31º Gralha Azul.Coração de Congelador
Atriz: Juliana Adur.
Os Invisíveis
Atriz coadjuvante: Maureen Miranda.
Metaformose – Reflexões de Um Herói Que Não Quer Virar Pedra
Iluminação: Beto Bruel.
M.M.M. – A Montanha do Meio do Mundo
Sonoplastia: Edith Camargo.
Mentira
Figurino: Paulo Vinícius.
Sobrevoar
Cenário: Marcelo Scalzo e Blas Torres.
Habituè
Revelação: ao diretor Alexandre França.
Prêmio Especial
Manoel Kobachuk Filho.
Daniel Sorentino/Divulgação
Lendas Japonesas, campeã de indicações do 31º Gralha Azul.A melhor espetáculo adulto, concorrem apenas dois: Vida, da Cia. Brasileira de Teatro; e Metaformose, do Grupo Delírio. Na categoria infantil, são quatro competidores: Na Fazenda das Meias, da Cia. Ânima; Alice no País das Maravilhas, de Maurício Vogue; Sobrevoar, da Cia. Abração; e Lendas Japonesas, do Grupo Camelo. Esta última é a campeã disparada de indicações, concorrendo em sete categorias.
Confira os indicados:
Bruno Tetto
Nadja Naira, Ranieri Gonzalez, Rodrigo Ferrarini (na foto) e Giovana Soar atuam em Vida. Cenário
Chico Nogueira/Divulgação
O elenco do Grupo Delírio em cena da montagem Metaformose Leminski: polifonia e experimentalismoFigurino
Divulgação
Sobrevoar, da Cia. do Abração, concorre a melhor infantil.Sonoplastia
Vadeco por Lendas Japonesas
Edith de Camargo por M.M.M. - A Montanha do Meio do Mundo
Karla Izidro por Sobrevoar
Iluminação
Anry Aider por Lendas Japonesas
Beto Bruel por Metaformose
Wagner Corrêa por Obsceno Eu Público
Revelação
Alexandre França, diretor, por Habituè
Maíra Lour, diretora, por Coração de Congelador
Uyara Torrente, atriz, por Elizaveta Bam
João Petry, diretor, por O Visitante
Ator Coadjuvante
Joel Vieira por Um Chifre Nasceu em Mim
Rodrigo Ferrarini por Vida
Tiago Luz por Lendas Japonesas
Divulgação
Habitué discute confronto de um homem (Otávio Linhares) com sua consciência, vivida por Maia PivaAtor
Mauro Zanatta por Obsceno Eu Público
Luiz Bertazzo por O Homem Piano
Tiago Luz por Metaformose
Ranieri Gonzalez por Vida
Otavio Linhares por Habituè
Atriz
Claudete Pereira Jorge por Medéia
Talita Dallmann por Engarrafados
Juliana Adur por Coração de Congelador”
Direção Espetáculo para Crianças
Preto por Lendas Japonesas
Letícia Guimarães por Sobrevoar
Olga Nenevê por M.M.M. - A Montanha Do Meio Do Mundo
Maurício Vogue por Alice No País Das Maravilhas
Direção
Edson Bueno por Metaformose
Marcio Abreu por Vida
Diego Fortes por Os Invisíveis
Espetáculo para Crianças
Sobrevoar, da Cia. do Abração
Lendas Japonesas, do Grupo Camelo
Alice no País das Maravilhas, da Messe Produções
Na Fazenda das Meias, da Cia Ânima Teatro de Bonecos
Espetáculo
Metaformose - Reflexões De Um Herói Que Não Quer Virar Pedra, do Grupo Delírio
Vida, da Companhia Brasileira de Teatro
Comente: Na sua opinião, qual foi o melhor espetáculo do ano em Curitiba?
Termina no dia 15, quarta-feira que vem, o prazo para cadastrar os espetáculos que queiram participar do Fringe 2011. Segundo a assessoria de imprensa, mais de 300 montagens de 22 estados brasileiros já se inscreveram. Atrás do Paraná,São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia são os estados mais participativos.
Enquanto o Festival de Curitiba completa duas décadas, o Fringe chega à 14ª edição, e será realizado entre 29 de março e 10 de abril de 2011.
O cadastro deve ser feito pelo site www.fringe.com.br.
Elenize Dezgeniski/ Divulgação
Os atores Rodrigo Bolzan e Patrícia Kamis narram a história de um crime passional cometido por um casal russo. Desse mote, porém, surge uma série de questões éticas que discutem a democracia, a vodka e a maconha, os árabes e os judeus, a Jihad e o amor. Os argumentos são polêmicos e contundentes. Sobretudo, extremamente vinculados à realidade mundial atual e à maneira como a ela reagimos.
Ontem publiquei matéria sobre a peça, mas deixei de fora uma boa parte da conversa com o diretor Márcio Abreu e os atores Patrícia Kamis e Rodrigo Bolzan. Tá aqui:
Narrativas
Márcio Abreu comenta o que o atraiu a encenar a peça do dramaturgo russo contemporâneo Ivan Viripaev: "Tinha muita relação, na dramaturgia, com a inquietação em que estamos metidos. Tomar a palavra e criar a ponte (com o público). A arquitetura de Oxigênio tem uma reflexão radical sobre isso. É radicalmente narativa. A história caba sendo um pretexto pra rever o lugar do teatro e como se estabelece a presença diante do público."
Em algumas cenas, o diretor e os atores ainda discutem o como dizer: não necessariamente qual inflexão, mas o posicionamento artístico. “Como compartilhar, sem julgamento, com o público para pensar junto?”, pergunta Márcio.
Uma cena emblemática leva Patrícia junto à platéia para reclamar por nada mais ter a dizer, pois o autor, ocupado em defender as ideias dele, não escreveu para a atriz contra-argumentos.
Elenize Dezgeniski/ Divulgação
Em Vida, a companhia fugiu de se aproximar de Leminski pelo seu lado polêmico. Oxigênio comporta a polêmica, mas em outra chave.”O Leminski, como figura, é afogado pelas polêmicas ao redor dele e da obra dele, que é muito mais interessante. Aqui a polêmica constrói o texto, está na estrutura.”
Como em outras montagens da companhia (a banda em Vida ou a musicalidade nas falas de Suíte 1), Márcio aproveitou para usar a música dramaturgicamente. “O sentido nasce não só dos conteúdos, mas de sonoridades autônomas.” Patrícia toca bateria e Rodrigo Bolzan canta, acompanhados por Gabriel Schwartz, autor da trilha sonora que a executa ao vivo, ou Vadeco, com quem o músico reveza quando tem outros compromissos.
Tradução
Ivan Viripaev nasceu na Sibéria, extremo oriente da Rússia e berço do movimento do "novo drama russo", como os irmãos Presniakov - de quem se encenou a peça Terrorismo, em São Paulo, há alguns anos. "Esse novo drama russo é das coisas mais interessantes com que tenho tido contato de tentativa de escrita para o teatro em relação com o próprio ambiente", diz Márcio.
Elenize Dezgeniski
Rodrigo Bozan atua em OxigênioO universo de referências russas se mantém, atualizado por comparações à realidade brasileira e curitibana, trazendo a cena para o aqui e agora.
Atores
O paulista Rodrigo Bolzan, há quatro anos integrante da Cia. do Latão, já havia trabalhado com a Cia. Brasileira em Apenas o Fim do Mundo, substituindo Rodrigo Ferrarini nas temporadas de São Paulo e Rio de Janeiro. A curitibana Patrícia Kamis, por sua vez, se junta ao grupo pela primeira vez. “Queríamos atores que pensam, discutem, são maleáveis”, diz o diretor.
“O Márcio desde o começo sabia muito bem o que queria. Ele deixa um espaço aberto para a gente propor e criar, e se não está bom, sugere", diz Patrícia. "Somos atores jovens, presos a padrões de um teatro antigo. Se a gente se descuida, volta à quarta-parede, à bobagem de interpretar e representar.”
Bolzan, acostumado ao teatro épico brechtiano, que trata de outra maneira da narrativa e da interlocução com o público, completa: “O Márcio tem essa obsessão de pegar os textos e assuntos que o interessam e elevar a palavra ao primeiro plano. É incansável.”
Elenize Dezgeniski
Elenize Dezgeniski
Os relatos percorrem o tênue limiar entre a relação afetuosa de parte dos atores com aqueles que atenderam ao anúncio e a situação de expô-los a um público elitizado, que rirá do comportamento popular. Ironia maior: o último pedido de “ação, música ou aconselhamento” acontece no teatro. A plateia não se move, mas aplaude.
Elenize Dezgeniski
Para encerrar a noite de domingo, o ator Gabriel Gorosito encarou solitário uma suposta coletiva de imprensa, como o treinador de um time convocado a falar de um ano profissional ruim – mas também negativo no âmbito pessoal, pela perda de um amor. O texto de Will Eno se mostrou catártico ao depurar complicações experimentadas pela Pausa Companhia nos últimos tempos. Espera-se que demarque uma nova fase do grupo curitibano.
Elenize Dezgeniski
Elenize Dezgeniski
Elenize Dezgeniski
Gustavo Bitencourt, do Coletivo Couve-Flor, em Pig Lalangue. Entre todas, a Cia. Subjétil foi a responsável por expandir a mostra para além das paredes do casarão, tomando o estacionamento e a rua com uma cena livremente inspirada em Édipo.
Divulgação
Projeção da infãncia dos personagens em "Com Amor", do Teatro de Breque.A noite começou pelo Teatro de Breque -- e para mim começou bem. "Com Amor" me pareceu a encenação ao mesmo tempo mais organizada e criativa entre os trabalhos que tive a oportunidade de ver a Nina Rosa Sá dirigir. Música pop, luz de boate, projeções da infância, falas ditas à plateia por atores sentados que mal se olham, a sedução encarnada por Uyara: escolhas que se ajustam para dar significado ao todo.
Também o texto de Luiz Felipe Leprevost está mais certeiro, alcançando aquela beleza ferida (e cortante) ao falar do amor desmedido que balança entre contentamento e fúria, pois é afeto e desejo sexual, e não sabe lidar com as duas facetas.
O romantismo se insinua nas trocas de cartas do primeiro momento, entre o rapaz (Pablito Kucarz) e a moça (Uyara Torrente), obrigados a enfrentar a decepção amorosa: "as palavras deviam recusar a semântica numa hora dessas", diz ele, se recusando a ouvir de um amigo os detalhes da transa que teve com ela. O sexo corrompe o amor?
A cena se altera para uma situação de cabaré, na qual Uyara personifica (e desconstrói) a mulher-musa, acusada de vagabunda, no fundo angustiada. "Dormiu nas camas erradas", ouve-se.
A fúria (sexual também) vem como resposta à dificuldade de amar harmonicamente.
Por tudo isso, é a minha eleita da noite. E a sua?
*
Sem tempo de me alongar sobre as outras duas cenas, adianto algumas impressões, mais breves ainda:
Não conhecia o trabalho da Companhia de Bife Seco. "Laranja Mecânica" me surpreendeu visualmente. Suspende objetos, deslocados de sua origem, do mesmo modo que a maquiagem subverte as cores do rosto de Alex (Renato Sbardelotto). Diante desse estranhamento no primeiro contato com a cena, esperei que a sensação se traduzisse na interpretação. Não aconteceu. A imobilidade de Alex, por si só, pouco significa, e o tom adotado para seu monólogo soou como algo que já ouvi antes, para o qual não se renova a atenção.
Por fim, a Cia. dos Palhaços não apresentou cena inédita, o que acho sempre uma pena. Mas não fica dúvida da competência da dupla Wilson e Sarrafo no que se propõe, o diálogo cômico envolvendo completamente o público, verdadeiro "regido" neste trecho do Concerto em Ri Maior.
Marco Aurelio Prates / Divulgação
CURADORIA
A curadoria foi feita por uma comissão formada por dois integrantes da CiaSenhas, a diretora Suely Araújo e o ator Neto Machado, e dois convidados, a atriz e dramaturga paulista Luciene Guedes, dos Argonautas, e a professora e figurinista Amábilis de Jesus. Os quatro escolheram, entre 84 inscritos (no ano passado, eram 67), os 12 grupos que se apresentariam nesta 6ª edição.
Divulgação
O Papo Aberto (na sede da CiaSenhas,de sexta a segunda, às 11 horas) se reestrutura. "É um mote da mostra sempre estar repensando o que faz, a constante autocrítica em relação ao formato", diz a produtora Márcia Moraes. Sentindo um esgotamento na estrutura dos debates, optaram por abri-los a mais opiniões e mais provocação. A cada dia, uma pessoa ligada ao teatro será convidada a assistir às cenas e levantar uma questão a partir delas.
Daniel Schenker é o crítico convidado a esta edição. Ele escreverá no blog da mostra. Daniele Ávila exerceu o papel no ano passado e Valmir Santos, na edição de 2008. "É importante essa figura do crítico que não tem envolvimento com a mostra, mas vai propor um ponto de vista dele", diz Marcia. "Foi super legal tanto a experiência do Valmir quanto da Daniele. As coisas foram um pouco tumultuadas no ano passado [algumas críticas provocaram comentários exaltados dos artistas], mas a gente analisou que é normal: artista leva meio para o lado pessoal, não sabe bem como dialogar com aquilo e acaba tendo atitudes agressivas", pondera.
Leco de Souza
Pig Lalangue, de Gustavo Bitencourt, do Coletivo Couve-Flor.Apesar de atrair cada vez mais interessados e de se consolidar como lugar privilegiado de experimentação para os grupos, a mostra padece de falta de dinheiro. Passou no edital municipal do Mecenato, mas não teve tempo hábil de aproveitá-lo. A Caixa Econômica bancou 1/3 do recurso solicitado.
Outras tentativas de financiamento também não deram certo. Infelizmente, essa situação limita o campo de atuação dos organizadores, e os força a abdicar de ideias como a apresentação de uma montagem da Cia. do Feijão na abertura (não haverá cerimônia) e uma palestra com Antônio Araújo, do Teatro da Vertigem, por exemplo. Nem mesmo será possível realizar a segunda semana de evento, quando voltariam ao palco apenas as cenas escolhidas pelo público.
Algumas parcerias com pessoas físicas salvaram outros planos. Para que três das quatro companhias de fora viessem, artistas curitibanos cederam hospedagem em suas casas.
Para o ano que vem, a Mostra já fechou acordo com o Sesc da Esquina, onde será realizada.
CIRCUITO
Márcia conta também que estão propondo um circuito de festivais de cenas curtas, que incluiria os de Belo Horizonte, Manaus e Brasília.
Bruno Tetto/Clix/Divulgação

Grande feito para o teatro paranaense! A Companhia Brasileira de Teatro, dirigida por Márcio Abreu, ganhou ontem à noite o 6.° Prêmio Bravo! Bradesco Prime de Cultura, na categoria melhor espetáculo de 2010, por Vida. A montagem estreou em março, no Festival de Curitiba, após dois anos de pesquisas sobre o universo criativo de Paulo Leminski.
Escrevi sobre o espetáculo aqui.
Vida passou por outros festivais, como o Filo, em Londrina, e o FIT Belo Horizonte, com ótima recepção de público e crítica. Na semana passada, voltou à capital mineira para participar do Acto 2, com os grupos Espanca! e XIX de Teatro. Nos próximos meses, vai ao FIAC (em Salvador) e fará nova temporada em São Paulo entre os dias 12 e 21 de novembro, no Teatro Cacilda Becker.
A Companhia Brasileira também já trabalha numa nova produção, Oxigênio, que deverá estrear em Curitiba, em dezembro, com texto do dramaturgo russo contemporâneo Ivan Viripaev, inédito no país.
Confira mais fotos do espetáculo e seus atores Nadja Naira, Giovana Soar, Ranieri Gonzalez e Rodrigo Ferrarini.
Bruno Tetto/Clix/Divulgação

Bruno Tetto/Clix/Divulgação

Bruno Tetto/Clix/Divulgação

Bruno Tetto/Clix/Divulgação

Esta edição reserva duas novidades: Serão feitas duas sessões por dia -- uma às 19 horas e a outra às 21 horas. Nas manhãs seguintes, o Papo Aberto conduzido por Amábilis de Jesus e Francisco Gaspar dará voz aos artistas e ao público para debater o que foi visto.
Quem assume o blog da Mostra, este ano, é o crítico carioca Daniel Schenker, que escreve para veículos como o Jornal do Brasil e a revista eletrônica Questão de Crítica.
A Companhia do Feijão, de São Paulom também participa, realizando a Oficina de Criação Teatral e uma palestra, seguida de debate, sobre Ética e Prática de Gestão Coletiva.
Dia 29
Lua de Mel – Cia. Da Casa – PR
Pig Lalangue – Couve-Flor - PR
Fabrica de Nuvens – TAZ – MG
Dia 30
1999=10 – Quem Somos Nós? – MG
Calçolas – Núcleo VAGAPARA – BA
Οἰδίπους: Prólogos – Companhia Subjétil – PR
Divulgação
Programação Paralela
Dias 23 a 26 - Oficina de Criação Teatral com a Companhia do Feijão-SP.
Dia 26, das 17h às 20h – Palestra Ética e Prática de Gestão Coletiva, com a Companhia do Feijão-SP, na sede da CiaSenhas de Teatro.
Dias 29 a 1º às 11h – Papo Aberto com Amábilis de Jesus e Francisco Gaspar, na sede da CiaSenhas de Teatro.
ATUALIZADOhá 58min
ATUALIZADOhá 2h
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