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Sábado, 04/02/2012

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Relacionamentos

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31/12/2010 às 11:15

A vida é cheia de surpresas quando a gente se abre para dar e receber o melhor. Vamos aproveitar o clima de festas para ser instrumento de paz e de amor. É hora de perdoar, sonhar e de continuar aprendendo. Aproveito esta oportunidade para dividir com você, caro leitor, uma bela mensagem de um autor desconhecido:

Aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída.

Aprendemos que é bobagem fugir das dificuldades. Mais cedo ou mais tarde, será preciso tirar as pedras do caminho para conseguir avançar.

Aprendemos que perdemos tempo nos preocupando com fatos que muitas vezes só existem na nossa mente.

Aprendemos que é necessário um dia de chuva para darmos valor ao Sol, mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.

Aprendemos que heróis não são aqueles que realizam obras notáveis, mas os que fizeram o que foi necessário e assumiram as conseqüências dos seus atos.

Aprendemos que, não importa em quantos pedaços nosso coração está partido, o mundo não pára para que nós o consertemos.

Aprendemos que, ao invés de ficar esperando alguém nos trazer flores, é melhor plantar um jardim.

Aprendemos que amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de nos fazer felizes. Cabe a nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos.

Aprendemos que o que faz diferença não é o que temos na vida, mas QUEM nós temos. E que boa família são os amigos que escolhemos.

Aprendemos que as pessoas mais queridas podem às vezes nos ferir. E talvez não nos amem tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que não amem muito, talvez seja o máximo que conseguem. Isso é o mais importante.

Aprendemos que toda mudança inicia um ciclo de construção, se você não esquecer de deixar a porta aberta.

Aprendemos que o tempo é precioso e não volta atrás. Por isso, não vale a pena resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro.

O nosso futuro ainda está por vir.
Então aprendemos que devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.


Um abraço a você que esteve comigo na caminhada do ano que passou. Que em 2011 todos os seus sonhos se realizem!

Marlene Heuser

24/12/2010 às 12:34

Mais uma vez, estamos vivendo o clima, o ambiente, os sentimentos e as emoções de uma grande festa.


É NATAL. As luzes da cidade estão acesas.
A natureza se veste de gala ostentando luzes e cores diversas.


É o menino Jesus que vem ao nosso encontro procurando, outra vez, um lugar para nascer.


Vamos abrir espaço em nossos corações e deixemos que ele faça dele a sua morada e realize em nossas vidas seu plano de amor.


Para que, assim, o verdadeiro sentido do Natal não se perca nas trocas de presentes e em algumas palavras frias e sem sentido.


Aproveito este clima de festa para desejar a você um Natal de AMOR e de PERDÃO. Amor, porque é no amor que encontramos o verdadeiro sentido da vida.
Perdão, porque através do perdão damos ao amor o sentido mais pleno.


Mas, sobretudo, desejo que, quando todos se reunirem para celebrar, você receba do céu todas as bênçãos. E que estas bênçãos se estendam a sua família, pois só a FAMÍLIA é o símbolo de um FELIZ NATAL!


Com carinho

Marlene Heuser

18/12/2010 às 12:55

Falar é fácil, cumprir é outra história. Quem nunca cruzou com pessoas que falam, falam e não passa disso. Algumas pessoas costumam fazer juras de amor eterno com palavras doces que mais parecem mel, capaz de endorfinar a pessoa e arrastá-la para o mundo dos sonhos.

Quem promete algo ao seu amor, deve pensar muito bem. As belas palavras, um dia, podem se transformar numa armadilha.

José Felipe, 35 anos, engenheiro deixou a noiva Maria Alice, 27 anos,
advogada “plantada” no altar. Foram três anos de namoro e dois de noivado. Ela lembra que, muitas vezes, se empolgava com manifestações verbais e depois percebia que elas não vinham acompanhadas de ações. Reconhece que se deixava seduzir por belas palavras, cartões postais, bilhetinhos com juras de amor, e-mails com promessas de casamento e flores, muitas flores com cartões maravilhosos. Tudo guardado numa bela caixa rosa.

Maria Alice, sentindo-se lesada, decidiu abrir a caixa rosa e deu entrada numa ação indenizatória. Tinha como provar em juízo que a finalidade do relacionamento era constituir uma família.

Todos os comprovantes referente ao casamento que não aconteceu, tais como convites, vestido de noiva, pagamento antecipado do buffet, passagens aéreas, reservas de hotel, fotógrafo, ornamentação da igreja, salão e demais gastos correspondentes às providências necessárias para a cerimônia, foram anexados ao processo.

Maria Alice sentiu-se humilhada perante os familiares e amigos e não deixou barato. Ela pediu judicialmente, ao “antigo amor” o ressarcimento de todas as despesas e uma indenização por danos morais.
“Ninguém é obrigado a ficar com quem não quer. Ele deveria ter conversado comigo antes e não me deixar esperando no altar”. O dinheiro da indenização doou para um asilo.

O fato é que existem pessoas que fazem da sedução seu esporte favorito.

Ramon, 28 anos, publicitário, bonito, “sarado” tem fama de Dom Juan.
Ele é do tipo que promete ligar e não liga. Diz que vai aparecer e só aparece na semana seguinte, marca um jantar e muda de idéia, se declara apaixonado e sai com outra, pede em namoro e não age como namorado.

Mesmo agindo desta forma, as mulheres correm atrás dele.

Luciana, 23 anos namorou com ele durante dois meses. Ela ficava se enganando achando que ele mudaria e que com ela as coisas seriam diferentes e poderiam ser felizes para sempre. Aos poucos percebeu que havia uma repetição de padrões e um vaivém de promessas e desculpas, de erros e arrependimentos. Os amigos avisaram que estava entrando numa “furada”. Resolveu apostar. Não deu certo. Abandonou o barco para ir buscar a sua felicidade em um porto mais seguro.

Tanto no amor como na vida, palavras são meras palavras. Sem ação nada acontece...

11/12/2010 às 17:41

Quem é que não gosta de ouvir um elogio? Ele aumenta a confiança e eleva a auto estima. Faço referência ao reconhecimento sincero digno de aplausos e não da adulação interesseira ou banal.

É preciso ter em mente que um elogio sempre gera um clima de simpatia. Por isso, faz bem para a alma reconhecer e ser reconhecido pelas pessoas que nos cercam: amigos, colegas de trabalho ou familiares. Elogiar é louvar as virtudes e os esforços dos outros, da mesma forma como gostaríamos que agissem conosco.

Assim como tem gente que tem dificuldade para praticar o elogio outras se sentem constrangidas quando são elogiadas. E, muitas vezes, respondem: “Eu não mereço”, “Bondade sua”, “Que exagero, nem é pra tanto”. No fundo, se sentem lisonjeadas, mas não assumem. O melhor a fazer é aprender a aceitar com tranqüilidade. Afinal, ninguém é obrigado a dizer aquilo que sente. Recusar por quê?

Um elogio pode operar verdadeiros milagres. Muitas pessoas animam-se quando recebem um elogio sincero. Talvez, naquele dia era tudo o que ela mais precisava para aquietar o seu coração. Infelizmente, movidos pelo nosso egoísmo e nosso orgulho, somos mais propensos a criticar os erros do que elogiar as virtudes de pessoas queridas.

Há quanto tempo você não elogia o seu filho, que fica a sua espera todas as noites? E o seu amor que, pacientemente ouve todas as suas queixas? E aquele colega de trabalho que, dezenas de vezes, tem lhe ajudado nas suas tarefas? As pessoas educadas, gentis e de espírito elevado sabem valorizar seus semelhantes e elogiar o bem que os outros fazem.

Saiba elogiar no seu dia a dia. A melhor fórmula para manter as pessoas queridas à nossa volta é usar a simpatia, a doçura e a gentileza. Tenha em mente que um elogio é um presente. E, é dando que se recebe...


Todo mundo gosta e precisa receber elogios, faz bem ao ego. Já elogiou alguém hoje?

04/12/2010 às 14:22

Drica, 37 anos, advogada, divorciada há oito anos mora com o filho de 10 anos. Ela nunca conseguiu engrenar um namoro sério. Seus relacionamentos não passam de alguns encontros. Há pouco tempo acreditou ter encontrado alguém que valia a pena: 45 anos, divorciado, dois filhos, bem humorado e aparentemente interessado. Nos dois encontros iniciais ela omitiu a existência do filho. Quando ele soube, simplesmente sumiu. O ex-marido casou dois anos após a separação, com uma mulher sem filhos. “Reconheço que o homem que se separa tem mais facilidade para encontrar alguém logo porque, geralmente, os filhos ficam com a mãe. Não busco um pai para o meu filho – isso ele já tem. Sou independente, não preciso de ninguém para nos sustentar. Só quero namorar. Então, por que o homem desaparece quando descobre que a mulher tem um filho? Preconceito? Crueldade?”, desabafa.


Mulheres que optam por não ter filhos são alvo de pressão social por parte de amigos, parentes, colegas de trabalho e até de estranhos. Em contrapartida são os alvos preferidos de homens solteiros e divorciados com ou sem filhos que não pretendem aumentar a prole, não querem assumir filho(s) de outro homem ou daqueles que abrem mão da paternidade. Outros temem assumi-los por questões financeiras, comodidade ou por machismo.

Muitos homens não assumem abertamente que na hora da escolha preferem as solteiras, depois as separadas/divorciadas sem filho e, por último, as descasadas com filho – dependendo da idade deste filho. Percebo que existe uma escala hierárquica: crianças pequenas e pré-adolescentes ou adolescentes, a situação é crítica. A preferência é por sem filho ou já adulto e independente.

Este é um problema que atinge um número grande de mulheres. Segundo algumas pesquisas mais de 80% das mulheres divorciadas/separadas têm filhos e, a grande maioria delas são chefes de família. A boa notícia é que, mesmo não sendo fácil assumir uma família semipronta, cresce o número de homens solteiros que estão se relacionando com mulheres com filho. Também são muitos os casais que juntam as famílias semiprontas e, com ou sem dificuldades, a receita fica completa – os meus – os seus e, muitas vezes, os nossos. Prevalece o amor.

Caro leitor, as palavras da Drica refletem a realidade dos dias atuais?

27/11/2010 às 14:47

É possível amar duas pessoas ao mesmo tempo?

Mariela, 32 anos, não sabe o que fazer. Seu coração está dividido entre duas pessoas. “Tenho um namorado que me ama, é bonito, honesto, trabalhador e muito carinhoso. Estamos juntos há três anos. Mas no inicio do ano no MBA reencontrei uma grande paixão da adolescência e nos envolvemos. Ele diz me amar e quer que eu termine o namoro para ficarmos juntos. A razão diz fica com um e o coração, fica com o outro.”

Escolher entre duas pessoas é sempre difícil porque implica em perdas. Na verdade, penso que quando entra uma terceira pessoa é porque a porta está aberta. Já não existe mais paixão, sobrou companheirismo, amizade, parceria. A pessoa que aparece vem para abalar a estrutura, causar um turbilhão em um casamento ou namoro longo que aparentemente era tranquilo.

É possível gostar das duas pessoas, só que cada uma é um ser único, tem características distintas. Significa que a forma de gostar ou de amar é diferente. Pode ser uma ligação carnal – física; interesses sociais ou econômicos ou amor que nasce do companheirismo, da amizade – uma relação sem sobressaltos, tranquila. Muita gente fica na encruzilhada sem saber que rumo seguir. O coração bate por um, mas talvez fosse ter uma vida muito diferente e até melhor com o outro. Como saber?

Nesta situação há quem opte por se relacionar com as duas pessoas sem qualquer conflito ou remorso. Outras sentem mal estar por mentir e enganar. A descoberta quase sempre gera crise e desconfiança. O medo de escolher errado e se arrepender pode desencadear um grande estresse, principalmente, quando a relação não é satisfatória ou não existe abertura para conversar sobre o assunto.

Um envolvimento amoroso que se forma em paralelo a outro gera angústia e confusão na vida dos envolvidos. Ainda mais quando se observa que na ficção as historias quase sempre terminam com um final feliz. Em Passione, novela das 21 h, da TV Globo, Diana (Carolina Dieckmann) casa com Gerson (Marcelo Antony), mas seu coração balança tanto por Mauro (Rodrigo Lombardi) que ela joga o casamento para o alto para ficar com ele. Já Felícia (Larissa Maciel) descobriu que não foi abandonada por Gerson (Marcelo Antony) quando estava grávida da filha do casal. Ambos estão mexidos com toda essa reviravolta de sentimentos. Felícia abriu seu coração com Totó (Tony Ramos) e colocou um ponto final numa historia que mal começara.

Mariela, só você pode resolver este seu dilema. Talvez uma pessoa próxima – mãe – irmã – amiga, enfim, pessoas que te conhecem bem, digam algo, mas ninguém conhece o seu coração tão bem quanto você. Apenas lembre-se que as nossas escolhas são feitas de acordo com o nosso jeito de ser. Se você é uma pessoa emocional, escolherá pelo coração, se é mais lógica, pela razão. A decisão deve ser bem pensada e colocada de forma clara e transparente. Feita a escolha é hora de deixar um dos dois partir, aceitando a perda. Ele tem o direito de encontrar alguém que o faça feliz.

20/11/2010 às 16:14

Procuro ir a festas e baladas sempre na companhia de amigos. Tento nunca estar só. Prefiro arrumar qualquer desculpa para não ir desacompanhado. Faço de tudo para ficar quieto num cantinho. E quando alguma garota se aproxima sei que fico vermelho, o ritmo cardíaco aumenta, minhas mãos ficam molhadas, sinto uma vontade imensa de desaparecer. Dos 15 aos 18 anos achava normal, mas agora aos 25 anos percebo que a timidez esta atrapalhando a minha vida. -Luiz

A timidez pode ser definida como um desconforto diante de situações sociais que atrapalha o indivíduo na conquista de seus objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais.

As pesquisas demonstram que aproximadamente 50% das pessoas sofrem com a timidez em algum momento de suas vidas. Sendo que 40% dos casos de timidez têm remissão espontânea. Os outros 60% precisam de ajuda profissional.

A timidez pode ser crônica ou situacional. Na timidez crônica a pessoa experimenta dificuldade em praticamente todas as áreas do convívio social. Ela não consegue paquerar, falar com estranhos, fazer amigos, falar em público, enfim, o prejuízo é generalizado. Já na timidez situacional a inibição se manifesta em ocasiões específicas e, portanto, o prejuízo é localizado. Por exemplo, a pessoa não experimenta dificuldades no amor, mas morre de medo de falar em público. Este é o tipo mais comum de timidez e, também, a mais fácil de ser vencida. Uma pessoa considerada extrovertida e comunicativa, pode sentir-se inibida no momento de uma paquera. Muitas pessoas usam inconscientemente a extroversão para encobrir a timidez e, em muitos casos, fazem uso do álcool, de antidepressivos ou calmantes como fuga.

Fracassos amorosos, profissionais, acidentes, fofoca ou crise financeira são motivos que podem levar o indivíduo à introversão. Ele opta pelo isolamento prefere ficar no computador, assistindo tv e arranja desculpas para não sair de casa.

Costumo ouvir no meu dia a dia: “Sou tímido até conhecer bem a pessoa”... ou “Sou tímido somente na hora da abordagem, não consigo chegar na pessoa”.
Quando a timidez se torna patológica passa a ser denominada fobia social. A timidez patológica tem todas as características da timidez crônica, contudo é bem mais intensa. Neste caso a pessoa passa a evitar a exposição social como: frequentar restaurantes, participar de debates ou cursos, ir a lugares dançantes ou qualquer tipo de exposição na mídia, pode abandonar a faculdade, se afastar dos amigos e prefere ficar em casa. Quando por algum motivo a pessoa é submetida a tais situações, certamente, aparecerão sintomas como sudorese, taquicardia, tremores intensos, náuseas ou desconforto abdominal.


Dificuldades na Paquera

Tem gente que é mestre na arte da paquera. Outras pessoas encontram muitas dificuldades neste momento.

Faça uma séria autoanalise. Se responder SIM à maioria das questões abaixo, avalie como poderá vencer a inibição.

* Dificuldade para aproximar-se da outra pessoa
* Sofrimento por crises de ansiedade
* Medo de ser rejeitado
* Baixa autoestima e indisposição para um novo relacionamento
* Dificuldade para iniciar uma conversa
* Dificuldade para conduzir uma conversa, mantendo o interesse do interlocutor
* Insegurança
* Dificuldade para transformar o bate-papo amigável em conversa de paquera
* Dificuldade para demonstrar sinais de interesse
* Dificuldade para perceber os sinais de interesse no outro
* Depreciação: é muita areia para o meu caminhãozinho
* Dificuldade para "concluir" a paquera.

Todo mundo já enfrentou uma situação difícil pelo menos uma na vida causada pela insegurança. É perfeitamente normal querer se isolar depois de terminar um relacionamento, ficar inseguro na hora de ser apresentado a alguém interessante.


Dicas para vencer a timidez:

- Listar as situações onde a timidez atrapalha e tentar, aos poucos, enfrentar uma a uma. Caso os resultados demorem a aparecer, seja paciente, não desista.

- Inclua a malhação na sua vida. A sua autoestima ficará elevada. Além de melhorar o corpo e fazer com que se sinta mais confiante, os exercícios também podem ser uma maneira de conhecer gente nova, seja na academia ou nas caminhadas no parque.

- Use a timidez a seu favor na hora da paquera. Você não tem coragem de abordar alguém interessante. Então, lembre-se que muita gente se sente muito atraída por alguém que se mostra misterioso e inacessível. Lance alguns olhares de longe e deixe que a outra parte tome a iniciativa. Só não vale ficar calado na hora que a pessoa se aproximar.

- Tente superar o seu jeito reservado e puxe papo com pessoas que não fazem parte do seu círculo de amizades. Para ir treinando converse com pessoas na fila do banco, do cinema, no estádio de futebol ou no salão de beleza. Inscreva-se num curso de oratória. É pouco provável que ali encontrará algum conhecido. E seus colegas de curso também estão querendo perder a inibição. Aos poucos, perceberá que não é tão difícil como parecia.

- Domine a ansiedade: tente aprender a relaxar, valendo-se de técnicas simples de respiração: inspiração e expiração lenta e profunda.

- Não tenha medo de enfrentar situações temidas. Encare aos poucos as situações que geram ansiedade analisando friamente o seu desempenho. Aprenda a congratular-se pelos sucessos da mesma forma como se pune pelos fracassos.

- Não seja masoquista, pare de esperar o pior. Pensamentos negativos atraem ações desastrosas, e fazem com que já entre derrotado em todas as situações.

- Encontre o seu próprio estilo. Pare de espelhar-se em modelos, pessoas famosas ou influentes. Cada um é um ser único e deve procurar descobrir e explorar as suas potencialidades e qualidades, desenvolvendo um estilo próprio que, certamente, atrairá a atenção das pessoas.

- Não dá para agradar a todos. É preciso aprender a lidar com o medo da rejeição. As suas crenças limitadoras podem sabotar o seu julgamento. Faça um teste: passe a anotar toda vez que é rejeitado e quando é aceito.

- Se alguém o inibe, deixe de vê-lo como um ser superior e passe a enxergar os seus erros e defeitos.

- Pare de se levar tão a sério. Aceite que têm defeitos e qualidades. Não tente impressionar se esforçando em parecer o que não é.

- Não se menospreze quando alguém lhe fizer um elogio. Acredite, a pessoa está sendo sincera. Não precisa ficar encontrando justificativas tipo: “Você diz isso porque é meu amigo”.

- Não se considere uma pessoa problemática se alguém sugerir ajuda profissional. A psicoterapia pode dar apoio emocional e ajudá-lo a entender seus medos e suas inseguranças. Se você tem resistência a este tipo de ajuda, tente outros meios como: cursos de expressão corporal – teatro – dança de salão – grupo voluntário. O mais importante é vencer o desafio para perder os seus medos. É possível superar a timidez e ter uma vida normal. Não permita mais que ela continue atrapalhando e bloqueando a sua vida!

12/11/2010 às 12:12

Em 2009, foram registrados 935.116 casamentos em todo o país.
Índices estão na pesquisa de Registro Civil divulgada nesta sexta.

O número de mulheres que se casam com homens mais jovens que elas aumentou no ano passado. A mudança foi observada na pesquisa Estatísticas do Registro Civil de 2009, divulgada nesta sexta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístsica (IBGE), que mostra que os percentuais cresceram gradativamente, passando de 19,3% em 1999, chegando a 21,3% em 2004 e finalmente a 23%, no último ano da pesquisa.

“As mulheres estão se casando com homens mais novos. Pode ser que futuramente esse número se torne ainda maior. É uma mudança de comportamento, ainda mais porque as mulheres estão casando mais tarde do que antes”, explicou Adalton Amadeu Bastos, gerente da pesquisa. O estado com maior percentual de casamentos cuja mulher é mais velha é o Amapá (26,2%). Distrito Federal (26,1%), Amazonas (25,6%) e Rio Grande do Norte (25,0%), também registraram índices elevados.


Casamentos nos quais a mulher tem idade maior, por grupo de idade da mulher:

15 a 19 anos = 1,1%
20 a 24 anos = 17,3%
25 a 29 anos = 33,9%
30 a 34 anos = 24,7%
35 a 39 anos = 11,9%
40 a 44 anos = 5,7%
45 a 49 anos = 2,8%
50 a 54 anos = 1,3%
55 a 59 anos = 0,6%
60 a 64 anos = 0,3%


Apesar de em 2009 a maior taxa de casamento permanecer entre as mulheres de 20 a 24 anos, observou-se o aumento da idade média das mulheres ao casar. Em 1999, a taxa de mulheres de 30 a 34 que casavam era de 10,6%. Já em 2009, este índice ficou em 17,2%. Foi possível analisar também que a taxa de nupcialidade para pessoas do sexo feminino do grupo etário de 15 a 19 anos, em 2009, foi inferior à observada em 1999.

Ao todo, foram registrados 935.116 casamentos em todo o país em 2009. Segundo o Instituto, em relação a 2008, observou-se uma redução de 2,3%, o que interrompeu a sequência de crescimento que vinha sendo observada nos últimos seis anos. Fonte: G1

Caro leitor: Qual a sua opinião sobre este assunto?

09/11/2010 às 18:57

Todos sonhamos com a felicidade. E quando ela bate a nossa porta, nem acreditamos. Experimentamos a euforia e o medo. Medo de não dar certo e sofrer. Há quem diga que nunca sofremos tanto por amor. A grande roda do amor gira e, muitas vezes, sem nós.

A liberdade de amar, que vivemos nos dias atuais, faz a nossa felicidade, mas tem também o seu reverso: a liberdade daqueles que amamos em não nos amar mais.
Não existem garantias para o coração. Nem seguro-amor. Estamos em uma nova era, com mais liberdade, mas sem uma moral definida, que também pode trazer insegurança, novos medos e novos instintos de proteção.

Muita gente gostaria de poder voltar aos modelos anteriores: crer em Príncipe Encantado, um casamento eterno sem conflitos, uma paixão à primeira vista que caiu do céu.

Concordo com a socióloga Patrícia Delahaie: “Quando o coração arde, lançamo-nos ao amor intensa e rapidamente demais. Quando o coração está blindado, faremos de tudo para não nos arriscar. Para nós, o amor é perigoso demais, as rupturas numerosas demais, as angústias intensas demais, as mulheres “complicadas” demais, e os homens “egoístas” demais. Assim, permanecemos protegidos dos encontros. Preferimos sonhar com o amor e a felicidade a vivê-los. Preferimos imaginar um amor ideal ou relembrar um amor perdido. Muitas pessoas encontram o Grande Amor sem poder vivê-lo. Elas se sentem disponíveis, mas não estão. Estão marcadas demais pelas tristezas do amor ou pelas dores de infância. Elas também podem privilegiar outro aspecto da vida, como a carreira. Ou ainda sonhar com uma relação idealizada e se fechar para o amor. Não sofrer é nosso direito, mas também nossa tristeza”.

No meu dia a dia percebo o quanto as pessoas se tornam reféns do medo de amar. Faço referência ao medo que impede a criação de vínculos reais entre duas pessoas. Do medo de compartilhar a vida e a intimidade com alguém especial. De um sentimento paralisante quando alimentado pelas decepções do passado. Para muita gente falta coragem para transformar as dores do passado em lições, em aprendizado, para que as experiências atuais ou próximas possam ser gratificantes. Coragem não é a ausência do medo, é sim a capacidade de avançar, apesar do medo. Caminhar para frente. Enfrentar as adversidades, vencendo os medos.

Raul, 41 anos, solteiro, costuma se referir a sua vida amorosa da seguinte forma: “Ninguém perde o que não tem. Como não suporto perder, jamais viverei um grande amor. Assim não correrei o risco de perdê-lo.”

Ele é um arquiteto bem sucedido, bonito, envolvente e por onde passa atrai admiradoras. Nunca é visto sozinho. Suas paqueras são tantas que chegam a gerar ciúmes nos amigos. Mas, já no início deixa bem claro que não passa de paquera. Não se apaixone, não estou disponível. E outras desculpas mais.

Aos 28 anos a noiva de Raul o deixou plantado no altar. Nunca mais entregou seu coração. Não se permite confiar. Diz que até tentou engatilhar algo mais sério, mas já em seguida caiu fora e ainda foi acusado de não querer compromisso, sem-vergonha, Dom Juan.

Ele reconhece que, muitas vezes, sem perceber, fugiu destruindo conquistas preciosas. Garante que quando conheceu Ilana, chegou a pensar: “Agora, vai!” - não foi. Já no segundo encontro a psicóloga disse a ele: “Raul, você tem um coração blindado, to fora! Procure ajuda, se desejar, posso recomendar um colega”.

A felicidade dá medo, sim! É preciso encontrar forças para atenuá-lo. Para vivenciar o amor é preciso tentar, arriscar-se, inclusive ao fracasso. A pré-condição para isso é manter o equilíbrio interior e uma autoestima saudável. A vida é um risco. Com medo de perder, não se ganha.

Para uma vida feliz a dois é importante encontrar um parceiro que esteja na mesma sintonia, não exigir o que ele não tem à oferecer. Paixões avassaladoras podem criar mais chances de rupturas, sofrimentos e períodos de solidão. O amor acontece ao seu tempo. Sem pressa. Devemos aplicar ao amor o princípio de precaução que nos deixa disponíveis, mas não cegos e precipitados.


Caro leitor: Por que tantos desencontros se a roda do amor não se cansa de girar?

04/11/2010 às 12:33

Um bom vendedor vê possibilidades onde outro vê obstáculos

Um garotão inteligente, vindo da roça, candidatou-se a um emprego numa grande loja de departamentos da cidade. Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado ali.

O gerente perguntou ao rapaz:

- Você já trabalhou alguma vez?

- Sim, eu fazia negócios na roça.
O gerente gostou do jeitão simplório do moço e disse:

- Pode começar amanhã. No fim da tarde
venho ver como se saiu.

Próximo ao meio dia entrou na loja um senhor franzino, de bermudas e chinelos. Os vendedores ficaram estáticos e nem deram atenção ao cliente, exceto o novo vendedor que sorrindo veio ao seu encontro. Em poucos minutos conversavam sem parar.

Os colegas passaram o dia com pena do pobre coitado. Passara o dia atendendo um único cliente. Por que perder tanto tempo com um sujeito com uma aparência dessas?

Às 17:30 h o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:

- Quantas vendas você fez hoje?

- Uma!

- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia. De quanto
foi a sua venda?

- Dois milhões e meio de reais.

- Como conseguiu isso???

- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Depois vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem grossa, para pescaria pesada. Perguntei onde ele iria pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então o acompanhei até seção de náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e o levei à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete com tração nas quatro rodas.

Perplexo, o gerente perguntou:

- Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?

- Não, senhor. Ele entrou aqui para comprar um pacote de absorventes para a mulher, e eu disse: “Já que o seu final de semana está perdido, por que o senhor não vai pescar?”


Quem vê cara, vê bolso?

Esta história faz lembrar o que aconteceu -em 2006 - quando decidi trocar de carro. Confesso que estava em dúvida, por isso, visitei uma meia dúzia de concessionárias. No sábado, pela manhã, voltava do parque Barigui e um impulso me fez entrar na única concessionária – da região - que ainda não tinha visitado.
Desci do carro de tênis, bermuda, camiseta, meio descabelada e suada, afinal saira de uma caminhada. Pensei duas vezes, mas mesmo assim resolvi entrar.

Um vendedor veio ao meu encontro, perguntou qual o modelo de meu interesse e, pasmem, em menos de dois minutos me deixou falando sozinha para atender um senhor de terno e gravata.

Meio incrédula, sai de fininho, constrangida, mas no fundo, dando risada, afinal já sabia o carro que iria comprar. Sai dali e voltei a uma concessionária que visitara no dia anterior. O vendedor veio ao meu encontro muito sorridente. Fechei o negócio e contei a ele o que acabara de acontecer no seu concorrente.

Na terça-feira fui buscar meu carro novo com uma super produção: cabelo, roupa, sapato, unhas, perfume. Sai feliz, em direção à concessionária onde me senti humilhada.

Fui direto à mesa do tal vendedor. Nossa, o tratamento foi de princesa. Tive certeza de que não me reconheceu, até porque no sábado nem prestou atenção na minha pessoa.

Foi mostrar os modelos, olhei e escolhi um similar ao meu que estava estacionado lá fora. Pedi a ele que chamasse o seu gerente. Eu os convidei para se dirigirem à porta e dali apontei para o meu carro novinho.

- Acabei de retirar da concessionária. Só passei por aqui para mostrar que tenho condições de comprar um carro desses. No sábado este seu vendedor me deixou falando sozinha e foi atender outra pessoa. Certamente, não acreditou que uma pessoa que sai do parque de bermuda e tênis pode entrar na loja para comprar um carro. É proibido entrar de tênis? Se for, coloque uma placa, por favor! Sai apressada, sem querer ouvir uma palavra sequer.

Até hoje não sei se agi certo. Tenho certeza que aprendi algumas lições. Uma delas: conto até dez antes de julgar alguém.

Muitos de nós costumamos sim julgar as pessoas pelas aparências, mesmo sabendo que estas podem ser enganadoras.

Todo mundo quer ser aceito, mas quem disse que precisamos ser todos iguais? Onde está escrito que devemos medir as pessoas pelas aparências?

E o mais triste é que, se a aparência desagrada, marcamos a pessoa e nos prevenimos contra ela e suas atitudes, ou seja, fingimos que ela não existe. Mas, quem é discriminado, um dia pode agir da mesma forma estúpida. Vale lembrar que antes de julgar, criticar ou condenar alguém é preciso tentar se colocar no lugar da pessoa.


E você, caro leitor, já passou por alguma situação parecida?

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