Sexta-feira, 12/03/2010
Todo mundo sabe reconhecer um indivíduo pegajoso. Aquele que gruda nas pessoas igual a um chiclete. Pode acontecer no círculo familiar: pai, mãe, filho, irmão, marido, esposa, namorado (a) ou no campo das amizades.
A pessoa invade o espaço. É insistente. Reclama o tempo inteiro por afeto e companhia. Liga no celular várias vezes ao dia. Faz um escândalo se não é atendida imediatamente no Messenger.
A pessoa excessivamente grudenta, quase sempre, é conhecida na roda dos amigos e na família como “mala”, “chiclete”, “chata”. Quem tem este perfil geralmente é uma pessoa insegura, carente e egoísta.
O egoísmo torna a pessoa insuportável – só vê o lado dela. Fala das suas necessidades, dos seus projetos, das suas vontades e não tem paciência para ouvir os outros. Cobra, mas nem sempre está disposta a se doar.
A insegurança gera a falsa sensação de que é possível controlar a vida das pessoas e a própria vida. Em geral essas pessoas não fazem nada importante sem consultar outras pessoas. O medo de sofrer faz com que peça ajuda para quase tudo. Na hora de comprar um bem material. Dificuldade para escolher entre um curso ou outro e até para fazer escolhas amorosas. A causa pode estar na infância. Pais excessivamente controladores e dominadores podem criar filhos nervosos, inseguros e egoístas.
Muitos relacionamentos amorosos acabam porque a pessoa grudenta sufoca e acaba se tornando controladora e sufocante ou satisfazendo todos os desejos do seu amor. “Benzinho, faço tudo por você”... O excesso de carência afasta a pessoa amada. Quem rasteja e se anula satisfazendo todos os desejos e caprichos, certamente, está pedindo para ser pisado. Todos nós queremos ser admirados e valorizados - dar e receber na mesma proporção. É preciso ter controle sobre as próprias emoções para poder conviver bem com as pessoas a sua volta. Excesso de dependência cria mal estar e baixa a autoestima. Quem não consegue conviver consigo mesmo o ideal é procurar ajuda profissional. Caso contrário, as pessoas a sua volta estarão sempre fugindo porque é muito difícil conviver com cobranças e patrulhamento.
É normal, às vezes, sentir carência, desejar estar com pessoas queridas, pedir um colo, ter dificuldade para receber alguma crítica.
Mas, para tudo existe um limite. É aí que entra o autoconhecimento. Conhecer-se, observar o próprio comportamento - como costuma interagir com as pessoas em geral.
Quer saber se você é uma pessoa “grudenta”?
Observe alguns sinais:
Você recorre a chantagem emocional quando os seus desejos não são
priorizados.
Invade a privacidade da pessoa amada bisbilhotando o Messenger e os emails.
Sente dificuldade para ficar sozinho.
No relacionamento amoroso: cobra demais, faz cenas de ciúme,
desconfia de tudo, briga sem motivo concreto, cobra presença, liga o tempo todo sem ter algo importante para dizer.
Magoa-se com muita facilidade.
Tem poucos amigos porque ninguém agüenta estar na companhia de uma pessoa que só fala de si mesma e não está disposta a ouvir o que os outros têm a dizer.
Necessita constantemente obter aprovação das pessoas para os seus feitos.
Insiste em correr atrás de quem lhe trata com frieza, indiferença ou até já lhe deu vários foras.
Fica enviando declarações de amor através do celular ou do email mesmo sabendo que a pessoa não está afim.
Perdeu a fé em si mesmo, a autoestima anda baixa e os convites para sair andam escassos.
Estamos nesta vida para servir, crescer e evoluir. Caso conclua que é uma pessoa grudenta, aproveite o momento para uma reflexão, talvez mudar o que for preciso.
Relacionar-se também é uma arte!
Estou apaixonado por uma amiga. Somos advogados, cursamos a faculdade juntos e até já trabalhamos no mesmo escritório no início de nossas carreiras. Temos 34 anos, somos solteiros, sem filhos e cada um tem o seu próprio escritório, inclusive, no mesmo prédio. No entanto, não deixamos de nos ver um dia sequer. Almoçamos juntos ou quando isso não é possível, vamos até a confeitaria para tomar um café. Nos finais de semana nos encontramos com os amigos ou saímos para almoçar ou pegar um cineminha. Ao longo desses 17 anos de convivência dividimos alegrias e tristezas. Choramos juntos a morte de nossos pais e sempre vibramos juntos com as nossas conquistas amorosas. Só que nunca tivemos muita sorte nesta área. Nenhum dos dois sabe o que é ser feliz no amor.
Recentemente recepcionei um amigo canadense. Assim que ele chegou saímos os três para jantar. Ele ficou encantado com ela, literalmente apaixonado. Confesso que pela primeira vez fiquei louco de ciúmes. Senti vontade de jogá-lo do 18°andar e despachá-lo no próximo vôo. Quando ele tocava no assunto eu o desestimulava dizendo que ela continua apaixonada pelo ex-namorado. Ela também o achou interessante, mas eu desconversei dizendo que ainda pensa na ex. Assim que meu amigo viajou, comecei a me sentir incomodado. Algo mudou. Não consigo mais ser espontâneo, quando estou com ela minhas pernas tremem, fico muito enciumado quando conta que foi paquerada. Estou apaixonado, mais do que isso, eu a amo. E agora, Marlene? Elias
Existe uma linha tênue entre o amor e a amizade. Uns fogem outros lutam por esse amor. No amor não existem garantias é preciso correr o risco. Segundo Shakespeare, “nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de errar”.
Amigo é aquele que nos conhece do avesso, discorda quando achamos que estamos certos, manda baixar a bola quando extrapolamos, conhece nossos defeitos, mas jamais nos julga por causa deles. A amizade verdadeira é uma espécie de amor incondicional.
O ser humano é sociável por natureza. Ele necessita de laços sociais porque sente um vazio, tem a sensação de incompletude e o amor alivia esse vazio. A amizade verdadeira não se perde ao se falar de amor até porque o amor já está dentro dela.
A questão é tentar entender se não esta confundindo as coisas. Sim, enquanto ela mantinha interesses, paqueras ou até namoros com pessoas que lhe eram desconhecidas, o ciúme inexistia. Bastou um amigo seu se interessar por ela para o sentimento aflorar? Reflita: inconscientemente não seria uma questão de competição? O que o meu amigo tem que eu não tenho?
Muitas pessoas vivem histórias de amor maravilhosas que começaram com uma amizade. Por que não? É difícil diferenciar amor e amizade mesmo sabendo que o amor nasce de um desejo inconsciente, ou seja, o amor acontece ou não. Já um amigo pode ser escolhido de forma mais racional. E no caso da amizade o desejo pode acontecer somente de um lado, quando falamos em amor não correspondido.
Os desencontros nas relações humanas são comuns e não há como prever se o namoro irá estragar a amizade. Costumo dizer que com o passar do tempo é a amizade entre o casal que faz o vínculo se fortalecer.
Vale lembrar que o sucesso de um relacionamento está nos detalhes: na maneira como cada um encara suas dificuldades, aceita os desafios, é preciso que estejam ligados na mesma voltagem, não basta o casal ter gostos comuns. E esses detalhes só aparecem no dia a dia. O humor matinal, a TPM, os hábitos de higiene, deixar a toalha molhada em cima da cama, levar três horas pra trocar de roupa, gritar com o porteiro, hoje não, estou com dor de cabeça..., jogar futebol com os amigos, passar a tarde no salão de beleza, tudo isso faz parte da vida a dois e não de um relacionamento de amizade. ´
É difícil prever as reações da outra pessoa. Mas, ficar pensando sem encarar os fatos não vale a pena. Afinal, a fila anda e o objeto do seu amor pode encontrar outra pessoa. Você tem 50% de chances de ser correspondido e tem a mesma porcentagem de receber um não ou de até estragar a amizade. Vai depender do seu tato para abordar o assunto, afinal são 17 anos de convivência e, provavelmente, ela levará isso em consideração se ela apenas o vê como um grande e querido amigo.
Aborde o assunto com sutileza em tom de brincadeirinha e preste atenção nos sinais. Veja como será a reação dela. Pergunte meio que brincando: e seu lhe pedisse em namoro, você acha que teríamos alguma chance? Espere a reação dela e, certamente, você saberá como conduzir a conversa. É a hora para abrir ou não o seu coração...
Tenho 33 anos e nunca tive um namoro mais sério. Todos os homens que conheci nunca passaram de casos mal resolvidos. Na verdade, mal começados e mal terminados. Nunca parei para tentar entender o acontece comigo. Sou uma mulher bonita, vaidosa e financeiramente independente.
No inicio do ano um fato interessante chamou minha atenção. Durante minha avaliação anual meu gerente deixou muito claro que preciso trabalhar minha falta de persistência, meus medos - ser mais corajosa na hora de encarar desafios. ”Você não aparenta ser o que realmente é”, disse.
Passei dias pensando a este respeito e conclui que existe uma correlação com a minha vida amorosa. Sempre que fui cobrada para assumir o namoro de uma forma mais séria, arrumava desculpas para cair fora. Não quero mais fingir que sou poderosa. Não quero mais passar a impressão de que não preciso de ninguém. Anseio por um relacionamento estável, mas quando me lembro das palavras do meu chefe fico insegura e não sei por onde começar... Luciana, Florianópolis/SC.
Toda ação resulta de uma atitude. Nossas escolhas interiores são sempre fruto das circunstâncias. Quando não podemos mudar as coisas, podemos mudar nossas atitudes para com elas.
Todas as nossas atitudes interiores, positivas ou negativas, que determinam o tipo do nosso comportamento, são aprendidas na infância com o exemplo das atitudes e comportamentos dos adultos nossos pais, familiares, professores, ao enfrentarem as dificuldades e perigos.
A liberdade do homem inclui a liberdade de tomar uma posição sobre si mesmo para enfrentar qualquer tipo de medo. O sentido da vida e os valores são as razões que motivam e movem o ser humano a adotar um determinado comportamento, como ser forte, resistir, ter coragem para continuar.
A atitude de coragem é insubstituível e indispensável, para desenvolver e defender a integridade da nossa personalidade, nos momentos difíceis. As pessoas que têm atitudes de coragem criam uma atmosfera de segurança nos seus relacionamentos pessoais, familiares ou profissionais.
O corajoso luta contra as adversidades e desafia os erros, a injustiça e sai fortalecido de uma crise transformando a própria vida positivamente.
A cada dia plantamos sementes daquilo que desejamos construir em nossas vidas. Escolhemos atitudes, comportamentos, conscientes ou não, e tecemos nossa colcha de retalhos do cotidiano. Passado, presente e futuro estão intimamente relacionados nesta construção. O passado é nossa história, carregada de significados e crenças que trazemos para nosso presente. O presente é o momento em que podemos dar um novo sentido e modificar nossa história, elaborando e tecendo com novas cores nossa colcha. E o futuro é onde desejamos chegar, mas também o que podemos alcançar a partir do que somos e fazemos hoje.
No entanto, percebemos diariamente que tecer nossa colcha é difícil: objetivos mal definidos e em desacordo com o que acreditamos, muitas vezes, nos levam a agir em desacordo ou de modo conflitante frente ao que somos e almejamos ter ou ser.
Deixamos de construir oportunidades de crescimento em função do conflito entre o que somos, desejamos e, na realidade, fazemos.
Que tal inicialmente procurar a sua verdade? Se o que você aparenta ser não condiz com o que você é, certamente, é porque vive criando máscaras. E máscaras nada mais são do que defesas. É uma forma de se defender da possibilidade de sofrer, de se magoar, de se entregar e não ser correspondida.
Encarar de frente os seus "fantasmas" abre a possibilidade de poder entregar seu coração, sem medo de ser feliz! Não hesite em procurar ajuda profissional.
O uso da linguagem do "nós" é uma consequência natural de um sentimento de parceria, de ser do mesmo time, e da confiança em ser capaz de enfrentar os problemas juntos.
As pessoas frequentemente queixam-se dos casais que constantemente referem-se a si mesmos como "nós" - os críticos afirmam que isso revela convencimento, presunção e até abrir mão da individualidade.
Mas um novo estudo, realizado na Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, divulgado na BBC, sugere que os cônjuges que usam "a linguagem do nós" são mais capazes de resolver seus conflitos do que aqueles que se mantêm no "eu e você".
Menos estresse fisiológico
Os pesquisadores analisaram as conversas entre 154 casais de meia-idade e mais velhos sobre os pontos de desacordo em seus casamentos e descobriram que aqueles que usaram pronomes como "nós", "nosso" e "nós" se comportaram mais positivamente em relação um ao outro e demonstram menos estresse fisiológico.
Por outro lado, os casais que enfatizam sua separação, usando pronomes como "eu", "meu" e "você" foram considerados menos satisfeitos em seus casamentos. Isso foi especialmente verdadeiro para os casais mais velhos. Seu uso de pronomes que denotam separação foi mais fortemente ligado a casamentos infelizes, de acordo com o estudo.
Compartilhamento da identidade
Além disso, o estudo descobriu que os casais mais velhos se identificam mais como "nós" do que os casais de meia-idade, sugerindo que enfrentar obstáculos e superar desafios juntos a longo prazo, incluindo criar suas famílias, pode dar aos casais um maior sentido de compartilhamento da identidade.
"A individualidade é um valor profundamente enraizado na sociedade [ocidental] mas, pelo menos na esfera do casamento, para ser parte de um 'nós' vale muito a pena ceder um pouco do 'eu'", diz Robert Levenson, coautor do estudo publicado no último exemplar da revista Psychology and Aging.
Sentimento de parceria
Estudos anteriores demonstraram que o uso de "nós" ou da "linguagem da separação" é um forte indicador da satisfação conjugal em casais mais jovens.
Estes últimos resultados, contudo, levam essas conclusões várias etapas à frente ao demonstrar o quão poderoso essa correlação é em casais mais estabelecidos, relacionando-a com as emoções e com as respostas fisiológicas que ocorrem quando os cônjuges se unem ou se polarizam em face de divergências.
"O uso da linguagem do "nós" é uma consequência natural de um sentimento de parceria, de ser do mesmo time, e da confiança em ser capaz de enfrentar os problemas juntos," afirmou Seider Benjamin, outro participante da pesquisa.
Para refletir: "Eu e você" versus "nós": quando se trata da satisfação conjugal, os pronomes realmente importam?
Verão é a temporada do calor, sol, praia, pele bronzeada e das viagens. Tudo exala sensualidade. Sair na noite, conhecer gente nova e numa atmosfera de aventura e desejo tudo pode acontecer.
Vivemos a era da mutabilidade, da velocidade e da portabilidade. O tempo passa muito rápido. E com isso assistimos a fragilidade e as mudanças de comportamento. Os relacionamentos amorosos e de amizade, muitas vezes, deixam de ser duradouros porque mudam os desejos dos envolvidos.
O fast love – amores rápidos- deixou de ser exclusividade dos “amores de verão” e das “folias de carnaval”. Atualmente os relacionamentos rápidos e sem compromisso fazem parte do cotidiano das pessoas.
Por mais que as pessoas queiram aproveitar todas as oportunidades que aparecem durante o carnaval, é da natureza humana querer ter alguém para chamar de seu. Namorar, casar e formar uma família ainda é o sonho de muitas pessoas. Esta mais difícil sim encontrar um novo par amoroso. Mas, como cupido profissional, asseguro que homens e mulheres, num determinado momento de suas vidas, querem encontrar a felicidade amorosa.
Quem não se rende aos encantos de uma paixão?
Quem vive uma paixão repentina e sente o coração fisgado, jura que no coração não se manda. O papo flui, todos os momentos são mágicos, então que seja infinito enquanto dure.
A história pode continuar, sim. Um tórrido “rolo” de carnaval sem compromisso pode subir a serra.
Para que isso aconteça o ideal é segurar o “tchan”, dar um tempo para se conhecerem melhor, trocar telefones, e-mails e MSN. É importante definir quem vai tomar a iniciativa do contato e já conversarem sobre um próximo encontro.
Carnaval é sinônimo de alegria, de curtição. Mas com responsabilidade – uso do preservativo – alcool e direção não se misturam.
Seduzir e deixar-se seduzir pode ser divertido e prazeroso. E se for flechado pelo cupido, é só aproveitar!
Bom feriado!
Na Alemanha é possível os sogros resgatarem os presentes de casamento oferecidos aos genros ou noras em caso de divórcio. A decisão foi tomada pelo Supremo Tribunal Federal que permite a exigência de devolução desses presentes.
A discussão surgiu a partir do divórcio de um jovem que recebeu 29 mil euros dos sogros para a compra de um apartamento. Quando o casal decidiu pela separação, os pais da noiva quiseram recuperar o dinheiro. Inicialmente um tribunal regional recusou o pedido, mas posteriormente o Supremo aceitou a reavaliação do caso.
Os sogros ganharam a causa porque na época do casamento presentearam o casal presumindo que a filha se beneficiaria de alguma forma. Para evitar este tipo de complicações, o tribunal aconselha que os presentes sejam dados exclusivamente aos filhos, e não ao casal.
Neste último final de semana, em Santa Maria/RS, uma fatalidade transformou a alegria da noiva Suelen Haygert, 27 anos em uma tristeza profunda. Ela estava a caminho do altar quando o advogado Wayne Kirschoff de Melo, 30 anos, teve uma forte crise de asma enquanto se dirigia para a igreja. A mãe e o irmão o levaram para o hospital onde quatro médicos tentaram salvá-lo. Quando a noiva chegou, ele já estava morto.
Apesar do momento de dor, as famílias dos noivos doaram o bolo e o bufê para uma creche. Os presentes estão sendo devolvidos.
Luis Henrique, 41 anos, empresário, as vésperas do casamento recebeu um envelope (sem remetente) que continha inúmeras fotos da noiva saindo de um motel com outro homem.
Profundamente envergonhado, comunicou aos convidados que não haveria casamento e que todos os presentes estariam sendo doados à uma instituição de caridade.
Não existem regras com relação a notificação. O cancelamento da cerimônia deve ser feito por telefone. Não é necessário dizer o motivo da ruptura. O ideal é que este serviço seja realizado por uma pessoa desconhecida dos convidados ou pelo próprio cerimonial, para evitar perguntas e constrangimentos.
Bem, com relação aos presentes penso que é sempre bom tentar manter a educação e optar pela devolução.
Qualidades todo mundo tem, os defeitos é que têm de ser toleráveis...
O avanço tecnológico tem tornado o ser humano mais individualista. Nos conscientizamos de que somos seres inteiros e não mais metades. Trabalhando o autoconhecimento é possível aprender a estabelecer relacionamentos com mais respeito pelas diferenças e menos excesso de direitos e de possessividade sobre o parceiro.
Criar um novo modo de amar, baseado na igualdade dos sexos, respeito, sinceridade e afinidades é essencial para manter uma boa relação amorosa. No entanto, antes de assumir um compromisso mais sério, é importante observar o comportamento do outro, assim é possível descobrir se este relacionamento tem futuro. Também é importante pensar sobre os altos índices de divórcio e na dor e no sofrimento que a ruptura do vínculo de uma separação provoca.
Em primeiro lugar, pergunte para si mesmo(a):
O que eu quero? O que espero do parceiro(a)? Com quem viveria feliz? Seja realista, cuidado com as diferenças não negociáveis. Você adora dançar e ele (a) não suporta. Você ama o dia e ele (a) adora sair a noite para badalar. Desista, esta história de um conserto aqui, um reparo ali e ele (a) ficará perfeito(a), isso não existe! As pessoas não mudam, às vezes só trocam de amor...
Avalie algumas qualidades e aproveite para observar se você também as tem:
• Caráter: Difícil defini-lo. Avalie: lealdade, integridade, decência, disponibilidade, gentileza e honestidade. Descarte o conquistador incorrigível.
• Amizade: Se a pessoa se mostrar amiga e companheira, tiver gostos e paixões afins, poderá tornar sua vida muito mais rica.
• Estilo de vida: Avalie questões fundamentais como: Pretendem ter filhos? Onde irão morar? Como pretendem administrar as carreiras? E o item religião, como fica?
• Sexo: Você gosta do toque, do corpo, do cheiro e do seu gosto? É bom lembrar que o sexo tem um fator importantíssimo e decisivo na união, mas sozinho não segura um relacionamento.
• Gentileza: é uma qualidade que se manifesta de forma simples, é fazer coisas simples para agradar o ser amado.
• Senso de humor: uma pessoa que é capaz de rir de si mesma e manter vivo o senso de humor, mesmo frente a uma situação difícil, é um tesouro.
• Capacidade de comunicação: na hora de administrar os conflitos saber manter o equilíbrio, conversar a respeito e saber escutar é importante para superar as diferenças.
• Cumplicidade: é fundamental dividir esperanças e medos.
• Respeito: quem respeita a si mesmo, certamente respeitará o parceiro. Saberá valorizar seus sentimentos, seus objetivos e prioridades.
• Compromisso: é individualista ou fazem planos juntos? É um termômetro para avaliar se ambos buscam uma relação séria, estável e duradoura. Se perceber que ele(a) tira o corpo fora, desista!
Continuo vendo pessoas insatisfeitas porque não sabem bem o que fazer da vida.
A maioria delas não tem metas claras e definidas. Sonham acordadas com a felicidade, com as vitórias, mas tem pouca disposição para os sacrifícios. Ninguém vive somente de vitórias. As dificuldades e as derrotas fazem parte da vida. Sem elas é impossível virar o jogo, trilhar o caminho do sucesso.
Pare e reflita sobre os seus planos traçados há dez anos. A balança está equilibrada? Lembrou de colocar ali a qualidade de vida, atitudes positivas, viagens, saúde, amor, relacionamentos, paz de espírito e outros itens, impossíveis de contabilizar em números?
Lembra daquele amigo da faculdade, sempre entusiasmado e com vários projetos interessantes e metas bem definidas? Tem notícias dele?
Se você anda sem rumo e sem metas, procure saber dele e trace um paralelo com a sua vida. Talvez você esteja apenas levando a vida, vivendo...
Se você não está satisfeito com os resultados obtidos, saiba que eles são a colheita das sementes que você plantou no passado. Se você continuar fazendo o que sempre fez, certamente, continuará obtendo os mesmos resultados.
Costumo dizer que muitas vezes a gente não sabe o quer, mas sabe muito bem o que não quer. Segundo Freud, muito do nosso querer, que vive angustiando a nossa vida, na verdade, não é nosso e, sim, dos nossos pais. Acalme-se, você não precisa ser sempre bonzinho, cordato ou submisso o tempo todo. Você pode e deve aprender a dizer, não! Não quero! Não gosto!
Como chegar lá
O primeiro passo é parar de ocupar a sua mente e energia com frustrações do passado. O que não deu certo naquela época deve servir como experiência, bagagem de vida e como alerta para não errar novamente. Esse é o momento de parar de se fixar no passado e voltar a atenção para o presente e para o futuro. O que você quer para a sua vida daqui para diante? Como gostaria de ser? O que gostaria de mudar?
As pessoas mais felizes são aquelas que têm um projeto de vida ou um propósito na vida: pode ser um objetivo ou um conjunto de crenças que lhe dão sentido. Sem isso, fica-se à deriva, e a felicidade sempre será vulnerável às influências externas. O outro é sempre culpado pela minha infelicidade.
As pessoas bem sucedidas pessoal e profissionalmente, permitem-se sonhar e ter ambição. Estou me referindo a ambição sadia. Intimamente elas fantasiam como gostariam que as coisas acontecessem ou fossem.
Sem um projeto de vida, um sonho, uma perspectiva ou um desejo concreto, não se chega a algum lugar. Boas intenções e idéias criativas não se transformam em sucesso, sem uma ação.
Quantas vezes você já se surpreendeu pensando: “Não sou capaz de conseguir ou não sou bom o bastante”. Não caia neste tipo de armadilha, fuja de frases e situações autodestrutivas.
Mire-se em bons exemplos e em coisas agradáveis, para poder olhar além do aqui e agora e ao menos ter a chance de tentar. Não existe êxito e sucesso sem tentativa. Pare de se autolimitar tentando encontrar desculpas para os outros e, principalmente, para você mesmo. Ao invés disso, sugiro que se dê a chance de dizer: “Vou ser bom nisso... Tenho capacidade para atingir meus objetivos. Sou um ser normal, posso amar e ser amado, fazer e ser feliz”.
Tenho 24 anos e meu namorado 21. Nos damos muito bem fora da cama.
O fato de eu ter mais experiência sexual do que ele vem transformando a nossa vida num verdadeiro inferno. Toda vez que vamos para a cama, ele parece pensar no que eu fiz ou deixei de fazer com outros homens. Confesso que não consigo ser espontânea, pois temo o julgamento dele o tempo todo. O que faço? Eduarda – SC
Em uma relação a dois, o sexo é um elemento importante para a manutenção dessa relação, porém, por si só, não basta. Faz-se necessário afeto, envolvimento, consideração, intimidade, respeito, criatividade, espontaneidade, cumplicidade, erotismo, entre outros, inclusive paciência e tolerância para administrar as diferenças de cada um.
Você reconhece que tem mais experiência do que ele na cama. Da forma como colocou, na verdade, é você que não está se sentindo bem com a situação. Sim, você diz que ele “parece pensar” isto significa que ele não diz nada; você anda apavorada e com medo que ele faça algum tipo de cobrança. Mas, se ele fica questionando os seus relacionamentos é porque é inseguro em relação ao próprio comportamento. Por causa disso julga o seu passado. Não se iluda. Se você o ama e quer continuar com ele, não alimente fantasias. Mesmo casando ele poderá sempre jogar na sua cara o seu passado. Não podemos mudar os outros, somente a nós mesmos. Será que vale a pena manter um compromisso com alguém que, por imaturidade, condena a liberdade sexual que você teve? Ninguém tem o poder de mudar o passado de ninguém.
Converse com o seu namorado, de preferência quando não estiverem na cama, e abra o seu coração sobre as suas emoções. Dê-lhe a chance de saber o que se passa com você para poder mudar a forma de pensar.
Tenha paciência e respeito com o seu namorado. Não assuma o posto de “eu sei mais do que ele”. O que você vai ganhar com isso além da ilusão de ser superior a ele? A sexualidade é o pano de fundo da identidade masculina. Ele precisa se sentir seguro na cama. Deixe-o tomar a iniciativa, guie as suas mãos mostrando como gosta de ser tocada e descubra o que ele gosta. Aproveite o momento para vivenciar de forma intensa a relação e não pense nos seus fantasmas.
Caro leitor: você tem alguma dica para a Eduarda?
Lendo o seu artigo “coração partido”, conclui que o meu vive partido não somente na vida amorosa. Vivo rodeada de gente, mas sozinha. Conquisto as pessoas, mas elas não permanecem na minha vida por muito tempo.
Os meus relacionamentos não duram e não consigo entender porque isso acontece. Às vezes, me sinto numa ilha deserta. Sem amigos, no trabalho parece que sou transparente, falam comigo somente o essencial. Os vizinhos não olham na minha cara. O meu irmão e meus pais me ignoram. O meu namorado passa semanas em silêncio, sem trocar uma palavra sequer.
Estou triste e quero resolver meus problemas de relacionamentos. Sei que preciso identificar os sintomas.
Laura, 24 anos, operadora de telemarketing
Parece que nos dias de hoje o prazo de validade dos relacionamentos em geral anda vencendo mais cedo. As pessoas alegam falta de tempo e não ter paciência para ouvir, dar atenção e se importar (ou se importam do seu jeito).
É difícil se preparar para perder pessoas queridas. Mesmo as melhores amizades podem ter fim. Como entender que o outro tem o direito de seguir o seu caminho sozinho? Os casamentos passam por crises. Os vizinhos discutem por causa da música alta. Os colegas de trabalho podem transformar o escritório num campo de batalha por inveja. No trânsito uma discussão boba pode se transformar em tragédia.
Não estar em sintonia com os ambientes e com o convívio das pessoas a nossa volta pode gerar um problema com proporções epidêmicas. Uma ameaça ao bem-estar que pode matar.
É possível reconhecer, por meio da própria experiência, os seguintes sintomas:
Silêncio: é um sinal não-verbal que diz: “Neste momento, não quero ouvir a sua voz”. “Deixe-me sozinho (a)”. Para alguns, é uma forma de isolar-se de novos sofrimentos. Para outros, é a maneira de retribuir o mal. Ao recusar-se a falar, as pessoas procuram fazer o outro sofrer.
Irritação: “Para mim basta!” “Você quer deixar de me incomodar?”“ O que você disse?” “Cale a sua boca!” “Você não manda em mim.”
Você reconhece alguma dessas frases? Certamente já escutou ou disse alguma delas aos gritos.
Partida: amigos leais, por muito tempo, repentinamente evitam um ao outro, arrumam desculpas esfarrapadas ou nem ao menos dizem adeus. Simplesmente não ligam, não atendem ao telefone, somem ou quando se vêem, ficam distantes.
Aval: lamentavelmente, muitas pessoas necessitam de aliados para se promover, esconder as próprias falhas e mostrar que o outro errou.
Prepotência e arrogância: tal comportamento atrai antipatia e a falta de humildade inviabiliza qualquer tipo de relacionamento saudável.
Terrorismo: neste caso a pessoa faz uso de métodos desleais. Fulmina as pessoas com olhares e palavras furiosas. Muitas vezes, na hora da raiva, ela usa algum deslize para difamar e acabar com a reputação de alguém.
Se você reconheceu alguns destes sintomas, chegou a hora de resolver o problema.
Caso não consiga resolver sozinha, não hesite em buscar ajuda profissional.
Caro leitor: como a Laura pode evitar que os relacionamentos se deteriorem?
8 vezes mais dinheiro para o Paraná
ATUALIZADOhá 4h
Lady Gaga e Beyoncé fazem clipe épico; veja fotos, vídeo e análise
ATUALIZADOhá 11h
Os melhores preços estão aqui, clique e compare!
Powered by: Buscapé