Domingo, 14/03/2010
Ando sumido destas bandas, certo? Mas não sumi de todo. Estou diariamente na Gazeta do Povo, com a charge política - afinal, o Mestre Ademir Paixão tirou suas merecidas férias de março - e volta e meia falo bobagens no Twitter.
Cachorro

Por falar em Cachorro, olha só, meu amigo Marco Jacobsen, brilhante chargista da FOlha de Londrina desenhou algumas histórias do Cachorro com o traço dele. Ficou divertido, vejam:
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Quero aproveitar para postar o desenho de um cachorro que fiz dia desses.

Mas, ei, não sei desenhar só cachorros. Sei desenhar cangurus, também:

Acho que a palavra mais vezes escrita por aqui é cachorro. Mas quer saber? Prefiro gatos. Eles não latem, não são fedorentos, tomam banho por conta própria e não abanam o rabo para qualquer um. E olha que na infância só tive sabujos como fiéis companheiros das ruas.
Fim das férias que me dei deste blog.
Achei que tive uma brilhante ideia ao comentar sobre a Tessália e O Maior Trapezio de Curitiba como eventos culturais da cidade, mas descobri -através do comentário da Celina- que outro autor, Chico Barney, escreveu antes sobre o mesmo assunto - e bem melhor e mais engraçado. Está no Vai Trabalhar, Vagabundo
Bom...agora fiquei sem assunto. Vou falar sobre narizes. Dia desses operei o meu, desvio de septo. Desvio de septo é quase uma fimose respiratória. Incrível descobrir que é possível respirar pelas duas narinas. Incrível descobrir que você pode sentir cheiros. Alguém lembra da respiração daquele monstro do filme Pague Para Entrar, Reze Para Sair? Pois é, eu respirava igual e não percebia. Só faltava babar igual a ele. O meu receio era ficar com um nariz igual ao do Cartola. Se isso acontecesse, eu provavelmente pediria para deixarem meu queixo igual ao do Noel Rosa.
Ahn...isso aqui não tá funcionando. Volto daqui a pouco, quando tiver alguma ideia razoável.
Saudades do Cachorro?



Algumas das ilustras que gostei de fazer para a Gazeta do Povo:
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Esse é o título do segundo capítulo de uma fotonovela que escrevi para a revista Inventa! Olhos Marejados de Sangue! Sou péssimo para nomes, mas este eu curti. Vem daqueles filmes de terror dos anos 70, com novela B da Record.
Fotonovela é o mais próximo que consigo chegar, em termos de produção, de uma história em quadrinho ou um filme. Mas cinema é uma coisa que ainda não descarei completamente de minha vida insossa de cartunista. Tenho escrito alguns roteiros para curtas, de produção a custo baixíssimo. Vai que um dia alguém se interessa em filmar? Ou...vai que algum dia eu mesmo resolvo filmar? Tenho um roteiro de terror, um policial e um de humor. Ei, abaixo a capa da revista e os atores, Glauco Caruso e Rafaela Zimermann.
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Enquanto as novas tiras não vêm, segue um link onde deposito as charges políticas.
Fim de ano para aqueles que habitam as profundezas das redações de jornal significa: prepare-se, vamos trabalhar dobrado nessas duas semanas de Natal e Ano Novo.
Como sou desses que gostam de trabalhar sob pressão, acabo me divertindo mais do que estressando. A seguir, uma parte do carregamento de desenhos que produzi nesses últimos dias:
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Ufa. Tem mais ainda, peraí:
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E, por fim, a charge política de hoje. Se quiser ler mais charges que saem na Gazeta do Povo (segundas-feiras) e na Folha de S. Paulo (segundas e quintas, alternado), clica aqui.

Voltei. Agora para falar sobre um assunto que todos nós gostamos, certo? Zumbis!
Na próxima encarnação eu gostaria de nascer cineasta e roteirista de cinema. Mas desses que conseguem por suas ideias em prática, com orçamentos milionários. Por enquanto, me contento em apenas ter ideias para sinopses, entre uma charge e outra.

Pensei em um desses filmes com três histórias, todas de terror, que se passaria em, claro, Curitiba. Ele teria o singelo nome de Contos de Natal de Zumbis.
HISTÓRIA 1
O Ataque dos Zumbis Gigantes
Um jovem casal apaixonado está sentado nas mesinhas da rua em uma lanchonete no Alto da Glória, fazendo planos para o Natal mais feliz de suas vidas. Está calor, estão tomando suco, ela de vestido e ele de bermuda e chinelos.
De repente, uma pessoa passa correndo em desespero, e logo mais outra e enfim, uma pequena multidão. O que era calmaria vai se transformando num caos. Um carro em disparada acerta um poste ao lado deles quase ao mesmo tempo que um garçom é arremessado para a rua. Enfim, eles se dão conta de que algo está muito errado.
Os clientes começam a sair do bar quando emerge do chão, rasgando o asfalto, um zumbi de proporções gigantescas, agarrando um homem numa mão e arremessando um carro em direção a um prédio.
A cena se abre para todo o bairro e vemos zumbis de 10 metros de altura se arrastando pelas ruas, enquanto outros vão saindo do chão, e a mulitdão correndo em disparada pela principal avenida do bairro.

HISTÓRIA 2
O Sobrevivente
Um garoto está na janela a espera de Papai Noel. Ao que parece, seus pais já foram dormir e apenas a luz do pinheirinho ilumina a casa. Ele está com a cara colada no vidro, olhando as ruas deserta do Alto da Glória. Ele mora numa casa com um vasto jardim, e entre as silhuetas das árvores, podemos ver o céu estrelado.
O garoto ouve um barulho na chaminé. Ele sente que alguém está descendo por ali. Um homem cai na fuligem e quando o garoto se aproxima pensando se tratar de Papai Noel, ou uma pessoa vestida de Papai Noel, um zumbi amedrontador o faz urinar nas calças.
Ele corre para o quarto dos pais no andar de cima mas percebe que eles próprios se tornaram zumbis. No quarto, sua irmã menor está devorando o gatinho. Ele corre para a rua, mas todos se transformaram em zumbis.
O garoto corre para a garagem, pega o rifle de caça do pai e sai atirando em todos os zumbis que econtra pela frente.
No final, a polícia, também mortos-vivos, consegue capturá-lo e matá-lo. Os pais zumbis do garoto agradecem ao policial: - Obrigado, senhor. Não sei como poderíamos viver com uma criatura viva dessas em nossas casas.
HISTÓRIA 3
Zumbis do Espaço Sideral
Discos voadores estão sobrevoando a cidade, tomada pelo medos e o caos. O exército nada pode fazer contra armas poderosas dos invasores. As pessoas correm em meio as chamas e crateras abertas pelo bombardeio. Uma nave maior pára exatamente sobre o Alto da Glória e por um duto de luz, centenas de zumbis começam a descer e apavorar os habitantes do pacato bairro de Curitiba. No entando, para a sorte de todos, os zumbis do espaço sideral são tão evoluídos, que se tornaram vegetarianos.
Nos extras, uma história sobre uma torcida organizada de time de futebol zumbi, devora os jogadores e torcedores do time adversário.
FIM
Agora, se você quiser saber como proceder em caso de invasão de zumbis, veja este vídeo.
Wowa-weewa!

Wow, muito tempo sem atualizar o Salmonelas, espero não ter perdido meus 3 ou 4 leitores. Ei, amanhã - terça-feira, dia 01/12 é aniversário do Woody Allen, se não me engano. E, se não me engano novamente, é o dia em que Diogo Portugal, Tiago Recchia e eu -ahn, para quem não sabe, Benett- estaremos na Fnac Curitiba, a partir das 19h00 falando sobre humor, no stand-up e nas páginas dos jornais. Estão todos convidados para ouvirem a gente falar as besteiras que a gente costuma falar por aí - dessa vez sem legendas.
Alguns desenhos que ilustraram a Gazeta do Povo por essas semanas.
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Ah, sim, estou no Twitter, como 97,4% da população nerd do Brasil:
Outra releitura dos Simpsons, de Matt Groening, dessa vez para a Gazetinha.


Não se preocupem fãs do Paixão. Ele só tirou uma merecida folga de alguns dias para descansar o esqueleto e amanhã reassume de volta a página 2, com suas caricaturas sensacionais e seu humor único. Segue aqui algumas charges que desenhei durante a semana de ausência do mestre:
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03 - a versão do autor

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Hot Dog

O Cachorro, aquele que arrebata corações e depois os atira pela janela; aquele que usa as lingeries das garotas para limpar o vão dos dentes; que assoa o nariz nas calçolas bége, como forma de protesto; que canta Wando ao pé do ouvido das meninas; que quando assobia, elas correm aos seus pés...Cachorro, o ícone da canalhice bastarda, o José Mayer de 4 patas.
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Ei, vocês querem ler charges políticas? Clica aqui!

Vocês sabem que é o Capitão Presença, certo?
Bem, Capitão Presença é o heroi dos esquecidos, dos desprevenidos e dos que estão na fissura.
E ele estará amanhã em Curitiba lançando mais uma edição de sua revista Tarja Preta - não, não é mais um fanzine. Tem colaboração de Fabio Zimbres, MZK, Arnaldo Branco, que é o criador do personagem, Allan Sieber e até um sujeito ordinário chamado Benett. As assessorias de imprensa deveriam se mobilizar para cobrir o evento antes que a fumaça tome conta do lugar. Onde, quando, como, quem e por quê? Aqui:

Opa, firme?

A queda do muro de Berlim aconteceu há 20 anos, o U2 até está organzindo uma show em que será erguido outro muro, para os que não pagaram ingressos não possam ver nada. Mas não é dessa queda que estou falando. Estou falando de um queda que sofrí de um muro no colégio Marista Pio XII há 30 anos.
Eu levei uma porrada de um moleque maior porque eu estava...ahn...fazendo umas piadas sobre ele. Caí de cabeça no chão e acho que desmaiei. Lembro flashes de ir para o hospital numa maca, depois o médico raspando minha cabeça para fazer um curativo, que se assemelhava a uma faixa de índio e, depois, eu voltando para a sala de aula com cara de b...
Triste, não? Bem, para animar, segue umas tiras infames para erguer o astral.
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Compositores contam a história da música do Paraná
ATUALIZADOhá 18h
Que signo você é? Qual o seu prato?
ATUALIZADOhá 19h