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Segunda-feira, 21/05/2012

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Enviado por Luiz Claudio Oliveira – luizs@gazetadopovo.com.br, 18/05/2012 às 13:04

Salve. Felizmente, além de inteligentes, perspicazes, bem-humorados e de bom-gosto, meus leitores são generosos. Gil Caruso & Luísa Oliveira são o exemplo. Eles me escreveram oferecendo para que eu usasse neste espaço uma crítica que fizeram para a peça "À Meia-noite Levarei o Seu Cadáver", adaptação do filme do José Mojica Marins, o Zé do Caixão, feita pela Cia. Vigor Mortis, dirigida pelo escritor, dramaturgo e cineasta Paulo Biscaia Filho.

Publico mesmo sem ter visto o trabalho, porque está dentro do que eu entendo por crítica, ou seja, é uma opinião pessoal, mas sem ataques pessoais, que expõe argumentos e reflexões sobre o fazer artístico. Claro que é sempre uma opinião pessoal, um ponto de vista com base na recepção.

Desde o início, este blog esteve aberto ao diálogo para que se exponham opiniões e se dialogue. Quem quiser, pode deixar seu comentário sobre esta crítica ou até fazer uma nova.

O espaço também está aberto, é claro, para que os que participaram da obra possam rebater a crítica, se assim o quiserem.

Então, lá vai o texto de Gil Caruso & Luísa Oliveira:


Marco Novack/Divulgação

Marco Novack/Divulgação /

É noite. Num pântano tenebroso caminha o saci...


Este bem poderia ser o início de um roteiro de filme trash genuinamente brasileiro. Um pântano, um saci. A união desses elementos denota claramente a gambiarra que o gênero trash se propõe de maneira ampla: uma xícara de horror, outra de comédia, pitadas de erotismo e ação, formando um bolo grotesco de baixo orçamento e fácil apreensão do público. O trash, apesar de malvisto e pouco respeitado (e essa sempre foi a ideia), é parte vital da cultura de massas tanto devido à quantidade de pessoas que cativa, quanto à variada produção que engloba filmes, quadrinhos, livros, etc.

A produção trash varia muito bem todos os ingredientes citados acima, menos o erotismo. O horror, por ser sempre a base do enredo, aparece das mais diversas formas: invasões de mortos-vivos, catástrofes nucleares, loucura humana, medicina grotesca. De maneira semelhante também acontece com a ação ou a violência, que vai desde hecatombes até o esquartejamento frio à lâmina de bisturi. A comédia, traço fundamental, também não foge à regra, se construindo ora a partir de elementos linguísticos dos diálogos ora pela explicitação do método (tosco) cinematográfico.

O erotismo, porém, é monotônico. Uma mulher gostosa sem roupa transando, uma mulher gostosa sem roupa fugindo, uma mulher gostosa sem roupa apanhando, uma mulher gostosa sem roupa matando, uma mulher gostosa sem roupa. Pode parecer estranho que esse elemento seja tão repetitivo no trash, enquanto assistimos a uma variabilidade considerável dos outros aspectos. Mas, por mais que essa pareça ser uma característica intrínseca desse tipo de produção, é fácil notar que o erotismo em qualquer filme mainstream (e na maior parte dos filmes cult) se reduz sempre ao mesmo, com pequenas variações quanto a quantidade de roupa da atriz feminina. O que nos leva à conclusão de que não se trata de uma característica específica do trash, mas simplesmente de um traço da sociedade patriarcal que equivale sexo a mulher.

Apesar disso, o que havíamos observado, até então, no trabalho da Vigor Mortis - companhia de teatro trash curitibana, da qual pudemos acompanhar as peças “Nervo Craniano Zero” e “The Forsaken Laboratory”, o filme “Morgue Story” e o HQ “Vigor Mortis”- era bem diferente. Em todos os trabalhos a que assistimos, o erotismo foi tratado de maneira criativa, de forma a não reduzir a mulher a objeto sexual, mas fazer troça com isso.

Infelizmente, não foi o que aconteceu na última peça de Paulo Biscaia Filho, diretor da companhia: "À meia noite levarei o seu cadáver". Baseada na obra de José Mojica Marins, a Vigor Mortis montou uma homenagem problemática e simplista ao ídolo do cinema de horror brasileiro.

Apesar das referências, o roteiro da peça conseguiu deixar de lado o caráter declaradamente eugenista do personagem a que visava, Zé do Caixão, mas manteve a imagem de mulher como frágil, prostituta, objeto sexual, carne de açougue e animal de sacrifício. Essa característica não apareceu simplesmente porque o protagonista era machista – o que, em princípio, não teria problema algum – mas transpareceu através das escolhas narrativas e cênicas do roteirista e diretor. Um exemplo é a própria construção do caráter humorístico, que usou preceitos sexistas como base, seja nos monólogos do protagonista, seja na ambientação das cenas de violência.

Ao invés de olhar criticamente para a obra de Mojica e lidar com seus problemas de maneira criativa, catastroficamente, a Vigor Mortis encenou um clichê dos mais agressivos, que não só carece de brilho, como reforça a mentalidade sexista de uma plateia que aplaude mecanicamente.


Gil Caruso & Luísa Oliveira

Enviado por Luiz Claudio Oliveira – luizs@gazetadopovo.com.br, 17/05/2012 às 18:40

Mais uma da Crocodilla, com direção de Miguel Thomé:

Enviado por Luiz Claudio Oliveira – luizs@gazetadopovo.com.br, 15/05/2012 às 20:22

Estou um tanto ausente nesta semana, então mando um vídeo com algo que é muito baixo para descrever:

09/05/2012 às 17:44

Quem nunca foi à Sociedade 13 de Maio? Sempre ativa em quase 124 anos de idade, que serão comemorados neste sábado, em Curitiba.

O Filipe Castro me repassou o seguinte texto, que eu compartilho com vocês para divulgar a festa:


 /

A Sociedade Operária Beneficente Treze de Maio completa 124 anos em Curitiba, neste dia 13 de maio de 2012.

Comemorado como marca da Abolição da Escravatura (suposta libertação do povo negro no Brasil), o dia 13 de Maio de 1888 se configurou como importante data para todo o povo brasileiro, principalmente para os afro-descendentes.

No mesmo ano foi estabelecida a fundação da Sociedade Treze de Maio, que este ano comemora 124 anos de história, como o primeiro clube de negros do Paraná e o segundo do Brasil, e através de muita resistência e luta mantem-se ativa até os dias de hoje, promovendo festas, shows e bailes, aulas de capoeira e oficinas de maracatú, entre outras atividades.

Excepcionalmente nesse ano, em virtude do dia das mães, a festa da casa será realizada no dia 12/05, sábado. As comemorações se iniciarão às 17h do sábado dia 12/05 com missa na Igreja Nossa Senhora do Rosário, no Largo da Ordem.

Logo em seguida um arrasto de Maracatú seguirá tocando da igreja até a porta do clube, que abrirá suas portas à todos a partir das 20h com uma bela programação que conta com roda de capoeira, roda de choro e muito samba de primeira até de manhã.

Serviço:

Festa de aniversário de 124 anos da Sociedade Treze de Maio

Data: 12 de maio de 2012 – Sábado
Local: Sociedade Treze de Maio - Rua Clotário Portugal 274 – São Francisco
Abertura da casa às 20h
Ingressos: R$ 20,00 até às 23:30
Informações: 91986607
sociedadetrezedemaio@gmail.com

Programação:

17 Horas: Missa na Igreja Nossa Senhora do Rosário

19 Horas: Arrasto de Maracatu do grupo Itá saindo da igreja até a porta da Sociedade Treze de Maio

20 Horas: Abertura da casa com DJ André Gomide

21 Horas: Grupo de Capoeira Angola Resistência e Arte

22 Horas: Sessão solene

23 Horas: Roda de choro

00 Horas: Regional Malaria e convidados (Samba)

02 Horas: Ciro Mora

Enviado por Luiz Claudio Oliveira – luizs@gazetadopovo.com.br, 08/05/2012 às 13:42

Os que me acompanham sabem do carinho que tenho pelo projeto Playing for Change. Já foram muitos posts a respeito. Então não falarei mais nada, apenas "posto" aqui o último clipe deles, uma homenagem ao México, lindo e querido:

Enviado por Luiz Claudio Oliveira - luizs@gazetadopovo.com.br, 04/05/2012 às 16:13

Este videocast com o violonista Mário da Silva tem história. Foi o primeiro gravado no estúdio da Gazeta do Povo e traz a brilhante técnica deste instrumentista que é professor e estudioso do violão brasileiro e do violão paranaense. No entanto, um problema técnico com o cromaqui (painel de cor verde que permite que se insira na imagem um fundo diferente ao original do ambiente) quebrou a cabeça dos técnicos que fizeram a gravação do vídeo, atrasando-o por muitos dias. Enfim e felizmente, o problema foi corrigido e o videocast ficou pronto.

Não vou escrever muito sobre o entrevistado porque ele mesmo se apresenta na entrevista. E nos presenteia com sua técnica e sensibilidade, que fazem dele um dos maiores nomes do violão brasileiro atual.

Vejam, comentem e compartilhem:

SOBRETUDO | 34:35

Videocast com o Violonista Mario da Silva

Mario da Silva, professor da Escola de Música e Belas Artes, fala sobre sua carreira de violonista, sobre o violão paranaense e a técnica em que se especializou, além de tocar músicas inéditas

Enviado por Luiz Claudio Oliveira - luizs@gazetadopovo.com.br, 03/05/2012 às 16:39

A banda paranaense-gaúcha-paraguaia Giovanni Caruso & O Escambau acaba de voltar de uma excursão por terras paraguaias. Muito bem sucedida e divertida. O Ivan Rodrigues, baterista de muitas mãos e muitos ritmos, comentou que a banda havia feito um diário de viagem e perguntou se eu me interessaria. o resultado está descrito aí abaixo, em texto, fotos e vídeo. Confiram:

Sexta-feira, 13/4/2012


 /
Chegamos e nossa foto já estava no caderno de cultura do jornal “ABC Color”, fomos direto da rodoviária a uma agência de modelos fazer nossa inscrição para trabalhar como acomodadores na área VIP do show do Paul McCartney.

Dali fomos direto montar o palco e passar o som no bar “Planta Alta”. O cenário era idêntico àquele dos Beatles no terraço da Apple, mas no lugar de Londres, Asunción e dos Beatles, o Escambau. Ademais, diferente da apresentação dos besouros, era aberto ao público.

Foi fantástico, inesquecível. Muitas bandas sonham em tocar num cenário como este, nós estávamos o realizando em pleno centro de Asunción. Menos de uma hora após terminar o show, corríamos semi-bêbados para juntar as coisas, um temporal estava se anunciando e viria a desabar com violência pouco tempo depois.Começamos nossa tour Paraguay com a sorte ao nosso lado.

Sábado, 14/4/2012


 /
Neste dia tocamos em dois lugares. No fim de tarde nos apresentamos num palco montado em pleno cais do porto de Asunción (outro cenário maravilhoso, rente aos barcos e navios ancorados ali no Rio Paraguay), numa feira de artes e diversidades chamada “Puerto Abierto” – entrada franca. Acabou sendo um show histórico no fim das contas. Devido a expectativa de chuva, acabaram transferindo o palco para o hall de entrada do porto e foi a primeira vez que ali se viu e se fez um espetáculo, levando em consideração que o país vem de uma ditadura ainda recente e que o porto é, todavia, campo de batalhas políticas, território hostil, segundo os próprios organizadores, a qualquer ramo afastado da própria política.

Dividimos o palco com uma banda de reagge argentina chamada “Natura Manda”.

Mais tarde nos destinamos ao bar “Rockero”, no qual trabalhamos na portaria cobrando as entradas das 21h à 1h, quando começamos a tocar. O bar estava explodindo de gente e fizemos um show muito bom. Ficamos bebendo entre novos amigos paraguayos até amanhecer. A essa altura o Led – teclados – já estava fazendo planos e cálculos para morar no Paraguay.

Domingo,15/4/2012

Fomos para uma casa em San Bernardino, as margens do Lago de Ypacaraí para descansar um pouco e curar a ressaca. Mas, na real, acabamos fazendo uma festa de arromba com os amigos do pai da Lolo. Rock’n’Roll da pesada.

Segunda-feira,16/4/2012

Outro dia de “descanso”. Batemos uma bola, tomamos um banho no lago e fomos almoçar por volta das 17h - o Led dormindo -, foi quando nos telefonaram dizendo que o Paul McCartney estava hospedado numa casa na mesma micro-cidade em que nos encontrávamos. Acabou a paz. Fomos atrás do velho, encontramos a tal casa, trocamos uma idéia com a empregada, esperamos na frente, plantados e, obviamente, não deu em nada. Cervejas, fogueira e cama.

Terça-feira,17/4/2012

Acordamos e voltamos para Asunción, direto pro Estádio Defensores del Chaco trabalhar, cheios de orgulho, na “Staff” do McCartney. Trabalhamos como acomodadores na área VIP, começou o show, tiramos as camisas verde-limão escrito “Host” e corremos, imediatamente, para ficar o mais próximo possível do nosso ídolo. Foi foda demais!!! Mágico. E ainda por cima recebemos Gs$ 50.000 pra isso, surreal, hahaha. Veja fotos postadas no Facebook aqui.

Quarta-feira,18/4/2012

Fomos na rádio “Rock’n’Pop” e no jornal “ABC Color” fazer entrevistas e divulgação.

Nessa altura metade da cidade já sabia que haviam uns brasileiros fazendo um escambau por ali. Saiu neste dia um vídeo de um improviso que fizemos de “bis” no primeiro show (veja abaixo). Um amigo da Lolo (Ramiro Gomez) gravou e nem percebemos, editou, lançou e ficou bem legal, foi bastante compartilhado por lá e acabou nos obrigando, inclusive, a colocar a tal música no nosso repertório.

Já estávamos até sendo reconhecidos com uma certa frequência pelas ruas. A noite, o Led (ele outra vez!) quebrou o pé pulando o muro do hotel de madrugada pra comprar cerveja (heheh!).

Quinta-feira,19/4/2012


 /
Era o dia do nosso último show, estávamos todos apaixonados pelo Paraguay (especialmente pelo povo e pela comida) e concordando que era essa a nossa viajem profissional com melhor aproveitamento até então. À noite tocamos num Irish Pub denominado “Kilkenny” – showzasso! Som maravilhoso.

Pra coroar nossa tour, apareceu no fim da noite um véio gordo com cara de mafioso, brasileiro, nos convidando para sua festa, na sua boate, onde, teoricamente, apareceriam algumas das grandes figuras do Heavy Metal que estavam se apresentando em Asunción. Fomos, bebemos, nos divertimos e nos despedimos do Paraguay desta maneira, levando o cano do Charlie Sheen, Gene Simons e cia.

Terminamos a noite entre amigos que fizemos por lá, tomando cerveja e matando a fome com aqueles maravilhosos “lomitos” paraguayos.


Enviado por Luiz Claudio Oliveira - luizs@gazetadopovo.com.br, 02/05/2012 às 18:02

Neil Young e Crazy Horse lançarão um novo disco em junho. Os pedidos de reservas já estão abertos. E o primeiro clipe, muito divertido, já foi para o YouTube.

Confira:

Enviado por Luiz Claudio Oliveira - luizs@gazetadopovo.com.br, 02/05/2012 às 15:28

Digão Duarte manda boas notícias, olha só:

O filme “Nervo Craniano Zero” abre o Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre


Marco Novack

Marco Novack / Cena do filme Nervo Craniano Zero, de Paulo Biscaia Filho, com estreia nesta sexta, no Festival de Cinema Fantástico de Porto AlegreCena do filme Nervo Craniano Zero, de Paulo Biscaia Filho, com estreia nesta sexta, no Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre


Nesta sexta-feira, 04 de maio, tem início a oitava edição do Fantaspoa – Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre, que em sua abertura exibirá em première mundial o filme “Nervo Craniano Zero”, novo longa-metragem do diretor Paulo Biscaia Filho (o mesmo de “Morgue Story – Sangue, Baiacu e Quadrinhos”, que também abriu a edição de 2009).

A sessão será realizada às 19h no CineBancários, no Sindicato dos Bancários, com ingressos a R$ 5,00. Após a exibição, o diretor e a atriz e cantora Uyara Torrente, que integra o elenco principal do filme, conversarão com o público presente.

Veja o trailer:



Mais informações:
http://nervocranianozero.com
http://www.fantaspoa.com


 /

Enviado por Luiz Claudio Oliveira - luizs@gazetadopovo.com.br, 02/05/2012 às 13:43

Da coluna Acordes Locais, publicada às quartas, no Caderno G, da Gazeta do Povo:

Electro rock, electro pop e, agora, synthpop. São alguns dos rótulos utilizados para descrever o encontro do pop e do rock com a música eletrônica e o sintetizador. Não é nada moderno, como se pode pensar.

A música entrou nos laboratórios mais ou menos junto com o surgimento do rádio. Desde aquela época, houve muitas experimentações. No início do século 20, o russo Lev Thermen, que ficou mais conhecido na Europa como Léon Theremin, inventou um instrumento que levou o nome de teremin. Usado até hoje, responde a impulsos elétricos e interferências causadas pelo próprio corpo humano ao se aproximar de uma antena. Foi, digamos, o avô do sintetizador como o conhecemos hoje.

Muitos anos e alguns grupos alemães de nomes estranhos depois, o electro, ou synth, está em alta e muito presente em Curitiba neste mês de maio. Coincidentemente, três bandas estão em plena atividade e lançando trabalhos ao mesmo tempo, todos ligados ao synthpop. Vamos a eles.


Divulgação

Divulgação / Formada em 2008, a banda ParanoiKa faz rock com sintetizadoresFormada em 2008, a banda ParanoiKa faz rock com sintetizadores

ParanoiKa (www.paranoika.com.br) – A banda formada em 2008 por Karla Hill (vocal), Cesar Mattos (guitarra e sintetizadores), Joel Jr. (bateria) e Carlos Kolb (baixo) está lançando seu primeiro disco. São 13 músicas, algumas delas já conhecidas por quem acompanha a banda pela internet. Influências, além das óbvias que vêm pelo sintetizador, também de rock mais clássico e de indie rock, com levadas de trip-hop.

O álbum já está disponível para ser baixado pelo site da banda. Ela também fará o lançamento do produto físico, ainda sem data marcada. Há videoclipes simples e bons rolando pela internet. A Paranoika compõe em inglês e português e tem músicas que não fazem feio em pistas de dança.

Mixtape (www.mixtapeofficial.com) – A banda começou também em 2008, como um power trio de rock cantando em português, mas se transmutou em um duo e adotou o eletrônico como base há cerca de um ano e meio. Pris Elias (vocal, guitarra e teclados) e Helen Negrão (baixo, synths e programação) tiveram de se refazer ao adotar os aparelhinhos diabólicos que estão na base de suas novas músicas.

Elas estão lançando, aos poucos, pelo Soundcloud, o seu novo trabalho, que é o álbum Find Your Own Way Home. Será uma canção nova a cada sexta-feira até o dia 21 de maio, quando o disco ficará disponível integralmente. Têm um trabalho mais pop e já fez algumas homenagens a ícones como Madonna – há clipes disponíveis na internet. Tem tudo para tocar nas rádios, em qualquer FM pop.

Chanceller (chanceller.tnb.art.br) – Banda nova, com gente experiente, que tem forte inspiração em Depeche Mode. Após um EP e um single, a banda capitaneada por Luciano Saul Cardozo está lançando, no próximo sábado, no Front Bar (R. Treze de Maio, 940), em Curitiba, seu primeiro álbum, chamado Painted in Black (o nome lembra, mas não tem nada a ver com Rolling Stones).

Das três, é a banda que mais se apoia nos teclados. Usa e abusa deles, o que a deixa com uma sonoridade mais oitentista e cria climas que variam do dark ao dance. Após o lançamento em Curitiba pretende excursionar pelo país.

Este é um espaço público de debate de idéias. O Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM) não se responsabiliza pelos artigos e comentários aqui colocados pelos autores e usuários do blog. O conteúdo das mensagens é de única e exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.
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