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Enviado por admin, 12/12/08 8:28:00 PM

Você realmente se diverte na noite?

Olá, boêmios das araucárias… normalmente as sextas-feiras me deixam num clima super “u-hu”, empolgadaço com o fim da semana. Mas esta cinzenta e úmida, com essa garoa de molhar trouxa, me deixou mais contemplativo e filosófico. Principalmente depois de algumas cenas que presenciei nas duas últimas semanas, nas quais dou uma pincelada daqui a pouco.

Por que você sai à noite? Você realmente se diverte, ou às vezes volta para casa com a impressão de que só perdeu tempo e dinheiro? Esses questionamentos me foram inspirados por duas experiências recentes – ambas em festas badaladas, cheias de gente bonita, em lugares da moda.

Mas antes de descrevê-las devo confessar duas deficiências minhas: primeira – eu não compreendo a música eletrônica. Não é que eu não goste, é tipo um idioma que eu não entendo. Tenho certeza de que ela é capaz de dizer coisas lindas, empolgantes, e admiro sinceramente quem domina essa linguagem.

O fato é que nesse idioma eu sou um semi-analfabeto: tenho apenas uma remota idéia do que seja house (é quando tem vocal?) e suas variantes, talvez eu consiga reconhecer uma batida drum’n’bass, acho que sei o que é lounge ou chill out (é aquela música ambiente, mais calminha, né?), e só. Em outros subgêneros (psy trance, techno, break beat, minimal, maximal) então, eu sou completamente ignorante. Também admito envergonhado que não conheço quase nenhum desses “top DJs” gringos que pipocam por aqui quase toda semana – o dessa é o argentino Hernán Cattáneo, que se apresenta amanhã na Liqüe.

Segunda deficiência: normalmente eu estou sozinho em minhas andanças noturnas. Pior, sozinho e trabalhando. Duas enormes barreiras para “entrar no clima” das baladas que eu percorro, porque eu não estou com a minha galera, não posso tomar todas nem “bater cabelo”, como diz o Aldrin, meu colega de blogosfera.

Feitas essas ressalvas, relato as duas experiências de que falei lá em cima. Na semana passada eu estive na Liqüe (onde sempre fui muito bem recebido), numa quinta-feira badaladíssima, de lançamento do concurso Beleza Mundial, da agência de John Casablancas (que inclusive apareceu por lá). E quem estava tocando era o DJ britânico John Jones, do selo Hed Kandi – que os iniciados dizem ser o máximo.

A casa estava lotada, com pessoas lindíssimas e muito bem arrumadas… mas que não me passaram a sensação de que estavam se divertindo “de verdade”. Estavam circulando, vendo e sendo vistos, mas não pareciam estar numa daquelas noites de lavar a alma. Sem falar que o som (pelo menos na pista, perto da cabine) estava ensurdecedor – e olha que eu tenho banda há 13 anos e sempre gostei de ouvir música alta.

Ontem no Cafe De La Musique essa dúvida a respeito da autenticidade da diversão chegou ao extremo. A casa, que tem entre os sócios o ex-piloto Tarso Marques e o empresário paulista Álvaro Garnero, é a sensação do momento nesse segmento de baladas “premium”. Ou seja, já tem bombado normalmente. Mas ontem estava absurdo. Não sei se foi o desfile da coleção de verão da Rosa Chá, se foi a presença do DJ e modelo norte-americano Kevin Barnett, ou se foi pura e simplesmente a badalação, mas a casa estava “socada”.

Divulgação
O DJ norte-americano Kevin Barnett, que tocou ontem no Cafe De La Musique.

A fila de carros numa das pistas da Avenida Batel chegava perto da famosa Pracinha do bairro. Na frente, mais muvuca. Rapazes e garotas belos, endinheirados e bem vestidos se acotovelavam e se espremiam como se estivessem numa estação-tubo, tentando entrar no Inter 2 na hora do rush. Lá dentro, calor da gota e mais empurra-empurra, gente saindo pelo ladrão. E a tal música que eu não compreendo.

Era aniversário do empresário Marco Brotto, que gentilmente me convidou para o seu camarote. Também foi preciso paciência para chegar à área restrita, que tinha dois seguranças gigantescos abrindo lentamente as comportas do pequeno rio de VIPs. Lá em cima, apesar da densidade demográfica, pelo menos dava para se locomover sem ser esmagado. E de lá também era possível observar quase toda a casa – o que me incutiu a dúvida se aquelas pessoas estavam mesmo se divertindo, ou se estavam ali só porque dava status estar ali.

Eu fiquei uma hora e meia, e quando saí – por volta de 1h30, 2 horas – percebi que várias pessoas também tinham chegado à conclusão de que a noite não estava divertida. Os manobristas do Valet Park não venciam a quantidade de carros para trazer. Ou seja, mais fila, confusão, demora para receber os veículos e estresse: caras e meninas ensandecidos, dando piti e gritando com o coitado do funcionário que pedia os carros pelo rádio. Enquanto uma pergunta martelava na minha cabeça: as pessoas pagam para passar por tudo isso?

Não que outras baladas não sejam desgastantes: eu mesmo já fiquei duas horas na fila do Vox, já enfrentei muvuca e calor no Layout, nas primeiras apresentações da Denorex ou em shows que eu queria ver. Mas os momentos que eu passava nesses lugares, com os meus amigos e ouvindo as músicas que eu gosto, compensavam com sobras todo o sacrifício.

Apenas para efeito de comparação: na semana passada eu estive na Wood’s (a trabalho, já que não sou exatamente fã de sertanejo). A casa também estava abarrotada, com uma fila enorme para entrar, e atrai um público semelhante ao das baladas de música eletrônica. Gente bonita, perfumada e produzida, muitos dos quais com grana. Mas lá a galera parecia realmente empolgada. Dançava, cantava junto com as duplas da noite, conversava, paquerava, ria. Não sei se é o ambiente, que é mais informal, ou se é o apelo da música ao vivo, mas a alegria lá dava a impressão de ser genuína.

E vocês, o que me dizem? É possível se divertir de verdade numa balada de música eletrônica?

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      fabio | 25/04/2009 | 21:56

      continuando o comentario acima..... O lugar ideal, é um lugar com muita gente,mais não socado de gente,lugar de muita paquera, e principalmente lugar onde realmente vai gente para curtir a noite e a vida e nao lugar onde vai gente que nao sabe o que quer ou para fazer tipo e encher a cara somente, se é só para encher a cara,entao va a um bar,sai mais barato e aproveia se mais.. Abraços e ate mais galera...

      fabio | 25/04/2009 | 21:53

      Boa noite Eu ja fui em muitas baladas e ja cheguei a seguinte conclusão; Lugares que vão muito plaiboyzinho,patricinha e etc só serve para fazer tipo, e nada mais que isso. Na minha opinião,balada boa é lugar bom de pegar mulher,boa musica. Ambiente propicio,pois tem muita gente que vai a balada como se tivesse indo a um shoping,desanimando a noite. Lugar vazio é ruim, e lugar lotado tambem, pois afinal de contas,que graça tem em ir a um lugar onde nao da para dançãr,andar,conversar e etc,

      Fernando Teixeira | 19/04/2009 | 15:09

      Isso não é so um fenômeno de vocês. Aqui no RS é a mesma coisa. O fato é que as pessoas parecem sentir mais prazer na busca e manutenção do status do que pela música. Hoje a musica eletronica está na moda, e para se ter status tem que acompanhar a moda,esse povo nao procura diversão, mas promoção. Quem de fato compreende a linguagem da musica eletronica não perde tempo indo em lugars "cool" com dj's gringos. Prefere ir numa private com som de qualidade e gente que realmente quer dançar e-musi

      Daniel | 27/03/2009 | 15:19

      Vá numa balada de clubber, de gente que GOSTA de música eletronica, e não de quem quer aparecer. Aí você re-faz seu post. E quem associa AINDA a música eletronica as drogas, tem que parar de assistir televisão e ir ler um livro. É tudo questão de gosto. Vai na Lique quem quer aparecer e/ou ouvir boa musica eletronica. E vai na Woods quem quer aparecer e/ou ouvir sertanejo.

      Alexandre | 02/01/2009 | 10:05

      Acho q o Ricardo confundiu meu comentário. Não que eu não tenha grana, mas é q acho um saco ter q ir pra um lugar e aguentar a muvuca, fila pra isso e pra aquilo. Acho q tudo aqui se resume a GOSTO. Tem gente q adora uma fila, uma muvuca, um empurra-empurra, e isto pode ser tanto em baladas eletrônicas, sertaneja, rock. Eu não gosto. Tem gosto pra tudo, ou o q seria das gordinhas?

      Sam | 31/12/2008 | 11:26

      e outra você foi num dia que era um evento especial, Luigi – com todo o respeito - eu aprecio os seus comentários sobre a noite curitibana, mas acho que o “Universo Eletrônico” deveria ser feito por alguém mais novo, quando quiser uma opinião mais revitalizada, manda um e-mail. Convido você pra ir a uma balada comigo e amigos, que vão para curtir e não pelo status e tenho certeza que você terá uma opinião completamente diferente sobre as famosas “baladas de status”. Abraço.

      Sam | 31/12/2008 | 11:25

      e sabe controlar tudo pela musica. E não são os mais novos não! Tenho muitos amigos que tem 20 anos a mais que eu e sabem como curtir uma balada como eu, tem o espírito jovem e curtem a musica eletrônica sem preconceito e as vezes muito mais que muitos jovens. Okay, agora vamos falar de baladas curitibanas, eu freqüento semanalmente e essa coisa de enfrentar fila, eu não conheço, pega um camarotezinho e já exclui essa possibilidade....

      Sam | 31/12/2008 | 11:24

      Ah... Vou ter que dar o ar da graça por aqui, concordo com os comentários de muitos por aqui, mas pessoal, vamos pensar em faixas de idade, os mais jovens, como eu, nascidos na década de 80, cresceram ouvindo o fenômeno eletrônico, muito novo eu já conhecia os “sabores” da musica eletrônica, e amo, quem gosta, gosta da batida, sabe quando o DJ vai fazer a “virada”, que IPOD n faz, o DJ de verdade, sabe sentir a energia do publico e alterar para AQUELA musica quando o clima ta meio down....

      Ana Lucia | 30/12/2008 | 16:22

      Sorry Ricardo, mas neste blog nao existe lista VIP. Nao gostou?? Pegue o teu "dinheiro" e VAZA!!!

      Ricardo | 30/12/2008 | 14:07

      Voce tá por fora Ana Lucia VAZA!

      Ana Lucia | 29/12/2008 | 16:39

      Fala serio Ricardo!!! Vc nao tem dinheiro coisa nenhuma. Vc so faz o tipo. E mesmo se tiver dinheiro, vc e um trouxa.. Rico que e rico, nao gasta tanto dinheiro assim numa balada. Pare de pagar mico!

      Ricardo | 29/12/2008 | 16:22

      Caro Alexandre, para estes problemas, existem listas VIP´s , que nao pega fila e se estressa. Portanto, não me estresso com nada, sempre frequento os mesmos lugares, por isso, essas regalias. Ah quanto ao preço das bebidas, eu tenho dinheiro...balada cara é para gente com dinheiro. Se voce nao quer pagar 10 numa long neck, vá para o buteco da esquina, lá eh bem mais barato. Obrigado

      Alexandre | 27/12/2008 | 23:17

      Ótimo post, mas e daí? Tem gente q acha ser "Status" ir no Terraço, ou no Karaoke da XV. Agora uma coisa é verdade, EU (eu disse EU) não pago uma grana preta pra enfrentar fila, tomar long neck a 10, ser empurrado e maltratado, fila pra entrar, fila pra sair. Tem gente q gosta, e acho q isso não é questão de burrice, é questão de gosto. Qto ao movimento, q se f... o movimento, o q importa é eu sair e curtir o lugar, seja musica eletronica, samba, pagode, rock, punk

      Fernanda | 26/12/2008 | 16:13

      Qualquer lugar que esteja excessivamente lotado impossibilita a diversão! O Vox é um lugar que já foi bom. Ultimamente anda tão lotado que mal dá para dançar. Eu, particularmente, não curto música eletrônica, mas, acredito que não seja exatamente o estilo da música que interfira na diversão, mas sim, as pessoas que frequantam cada tipo de balada. Algumas baladas são procuradas por pessoas que querem se divertir, outras, por pessoas que querem apenas desfilar. Dançar? Não, estraga a maquiagem...

      Guilherme Raicoski | 25/12/2008 | 16:02

      Luigi, é possivel sim! A questão é: é possivel se divertir ouvindo musica eletronica nessa baladas "top"? Conheço bem todos os estilos de musica eletrônica, e tudo depende do ambiente. A casas "top" de curitiba tocam basicamente o dito house comercial (128 bpms, vocais femininos, groovezinho tranquilo); O problema é o ambiente; tente visitar uma rave, ou a The Week, D-Edge e casas semelhantes em São Paulo; vc chega à conclusão que ha vida (e muita) na musica eletrônica!

      Marcelo Machado | 24/12/2008 | 12:51

      Luigi, este é um post bacana porque vai no âmago do lance de sair de casa para ir a uma balada. Em mim o tédio atinge a música branca em geral: música eletrônica, balada anos 80 e música sertaneja. Quando é música negra (não exatamente feita por negros), aí a coisa muda de figura e eu realmente me divirto, ainda que sozinho. Infelizmente Curitiba tem pouca música negra. Pouco balanço, pouco samba, pouco funk, pouco groove. Outro problema sério: mulher bonita, só em balada chata. Uma tragédia.

      Gabizão | 21/12/2008 | 17:19

      Quee post bom. Siga essa linha para o blog;

      Luciana | 20/12/2008 | 11:38

      Há fala serio musica eletronica??? Tah se vc tah em uma balada e tok 1 musik ainda passa, mas por favor se divertir em uma noite só com musik eletronica não dah neh... Balda msmo já era tem algumas boas mas .... ALGUMAS...

      gaby | 19/12/2008 | 18:52

      Meu pensamento é o seguinte. Eu me fodo o dia inteiro trabalhando estou quebrada aí me apareçe uma amiga que fica me atormentando as idéias até me convencer de ir pra uma balada!Beleza...Chego lá Estacionamento R$10,00 Entrada R$20,00 Consumação + ou - R$50,00 há...esqueci da gasolina.Digamos + R$20,00...PORRA são 100 reais...E o pior, um aperto do kct, dançar...Como? cerveja parece mijo.Quero ir embora...Haaa não! Pare de ser chata amanhã é domingo vc não trabalha...Vai se foder...To fora!

      paula | 19/12/2008 | 16:07

      Psytrance, house... kkkkkkkkkkk. O lixo tem vários nomes, não é? Tipo Heavy Metal, que tem 468 nomes diferentes pra falar da mesma porcaria. "Quem viveu intensamente os anos 90 sabe do que eu estou falando. Hoje eh o lugar que dá status às pessoas e não ao contrário": kkkkkkkkkkkkkk Era a mesma coisa. Só que no espelho, com os patéticos punkekas e adjacentes fazendo cara de mauzinhos no Linus, no Porão, no Estorvo ou no Bar do Meio. Tb era o lugar que dava status... negativo. Tem cada uma...

      Fil | 19/12/2008 | 11:19

      hahahahahah isso q dá a correria pra escrever.. sai tudo errado!! kkkk mas pros fãs de musica eletrônica tem a Sothis essa sabadão e a Insane no ano novo lá na praia!! vamo q vamo!

      FIUFIU | 18/12/2008 | 19:52

      XIHHHHHH..TEM ALGUÉM Q N SABE ESCREVER STATUS..HIHIHI

      Fil | 18/12/2008 | 17:46

      Creio q o problema aí não é o estilo musical, mas sim o local q vc foi! Realmente, os tipicos lugares q o povo vai pelo Suatus. Adoro samba, rock, mpb. mas sou fã mesmo é de musica eletronica, mas precisamente de psytrance. House não é minha praia. E é o q mais toca nessas baladinhas. E concordo ctg qdo disse q tem q "dominar essa linguagem". É diferente mesmo a maneira como curtimos o som. E prefiro mil vezes as raves do q as baladas fechadas. Lá não tem empurra empurra

      Marcia | 18/12/2008 | 12:14

      Amei a matéria! mandou super bem! naum importa o estilo de balada, o importante eh curtir, esse negócio de pagar para sofrer, em lugares abarrotados n ta com nada. Tem muita balada aproveitável em curitiba, para todos os gostos, todos os dias da semana. Vamos nos divertir e gastar num lugar que valha a pena...

      José | 18/12/2008 | 10:59

      Bom e velho empório, cerveja de garrafa, um monte de amigos, só não tem aquela mulherada emperequetada (geralmente) e você sai fedendo cigarro (e bastante). Mas vale a pena, todo mundo se diverte, enxe a cara, não gasta muito e ouve música boa. Por isto ele está lá a muitos anos, enquanto estas baladinhas mudam de nome, de lugar, etc.

      Marina | 18/12/2008 | 10:13

      Ótimo post, Luigi! Concordo com cada palavrinha!!! Vou te confessar quando foi a última vez que realmente me diverti numa balada: no show da sua banda, a DeLorean, no Mondo Birre dia 15/11! Amigos + capirinha + música boa = NOITE PERFEITA!

      Paulo Eduardo | 18/12/2008 | 09:56

      Luigi, concordo com você em todos os itens enumerados se vale ou não a pena sair nas baladas curitibanas. Há tempos me faço essa pergunta. abraços

      Simprão | 17/12/2008 | 23:02

      Adorei o post meu caro. Mesmo. Abraços

      Aldrin Cordeiro | 17/12/2008 | 19:36

      Por isso que eu vou a Strike a Pose e ao Templo, porque em ambas, diferentemente dos lugares batéis de Curitibocas, eu posso me rasgar a vontade e bater muito cabelo. Midivirto lictros! Luigi, tem que ir na próxima Strike, em fevereiro! Ahaza! Ah, e eu gosto de música eletrônica... e os lugares citados neste post só tem gente fazendo carão (e povo mal educado, pelo menos se comportaram assim quando arrisquei passar por lá).

      Sabrina | 17/12/2008 | 16:08

      É só ver a cara de tonto desse DJ que você sabe o nível das pessoas que vão prestigiar seu trabalho, tá aí o Ricardo para provar o que estou dizendo. Não considero esse tipo de gente músico, são apenas tocadores de CDs compostos por outros, que produzem o lixo eletrônico. Com a criação do Ipod e do formato mp3, poderíamos perfeitamente substituir esse tipo de trabalho. Na boa Poneyass, menos rodeio e assuma que você também acha um lixo esse estilo musical.

      Valt | 17/12/2008 | 15:49

      Balada boa ja era... hoje em dia eh tudo modinha, ninguem se identifica com o movimento, so pensa nas aparencias. Quem viveu intensamente os anos 90 sabe do que eu estou falando. Hoje eh o lugar que dá status às pessoas e não ao contrário.

      Tati | 17/12/2008 | 11:52

      Junior eu não acho q seja pequeno. Tenho certeza kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Só de pensar que a" mulherada" (segundo ele), se sujeita a um cara como esse embrulha o estomâgo..... Agora pense o tipo de mulher q faz isso, com a intenção de beber nas costas do mané.

      Junior | 17/12/2008 | 11:21

      Vocês não acham que o Ricardo deve ter um p. pequeno? kkkk

      Tati | 17/12/2008 | 11:14

      Nossa esse ricardo é um idiota perfeito, ou melhor um perfeito idiota. Um cara desses só chama atenção e é notado por seres acéfalos como ele. Se orienta. "gasto 500 por balada, e a mulherada gosta" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ta bom então.... Paula, descasca ele vai pra gente rir um pouco mais

      Junior | 17/12/2008 | 10:50

      De duas uma: ou a Paula é uma baranga ou é sapata, porque o rancor é característico!

      Junior | 17/12/2008 | 10:46

      Aliás, João Paulo, o correto seria "identificaM-se algumas pérolas". Olha a corcordância! kkkk

      Junior | 17/12/2008 | 10:43

      João Paulo de Freitas, que filosofia de boteco é essa?! "Livre arbítrio", "liberdade e gama de opções", "vivemos o maior problema Cultural" hahaha Caracas, realmente o mal-estar da civilização está nas baladas! Pobres baladeiros, zumbis drogados, perdidos na vida! Dá um tempo!

      Fernando | 17/12/2008 | 10:04

      Kct, aquele Ricardo ali é um babaca...

      Lu | 16/12/2008 | 21:19

      Post da Ana Lucia: Falando em tosqueira...sem mais comentários.

      Joana | 16/12/2008 | 20:00

      Bom post Salsinha. Seria uma auto-reflexão? Isto é uma coisa boa, pois esta sua coluna estava enveredando para ser mais uma coluninha jet-set estilo Reinaldo Bessa (ou seria Bôça?) noticiando as "inhas" e "inhos" da "soçaite" e vitaminados da "naite" que com chazinhos e feijoadas fazem "filantropia" e seus filhinhos "bombam nas baladas stailes". Vc tem inteligência e capacidade pra fazer coisa melhor com este espaço que tem aqui. Aproveite!

      João S. | 16/12/2008 | 18:33

      Balada, pra mim, é igual: * Amigos, * Cerveja Gelada, * Banda de Rock. Viva o rock!

      Ana Lucia | 16/12/2008 | 18:26

      Pelo jeito o vibrador da paula nao esta funcionando direito,pois ela decidiu aparecer aqui para poder se aliviar um pouco!

      Felipe | 16/12/2008 | 17:12

      Isler....frase típica de curitibano "nao gostou, vai embora.." é povinho desprovido de educação

      Isler | 16/12/2008 | 16:24

      Luigi, nota 10 seu post! Sou fã de lugares pra dança de salão e vejo o mesmo problema, pessoas que querem aparecer no lugar, que não respeitam nada e ninguem. Só um ps: Se o pessoal reclama tanto da cidade de Curitiba e do Povo de Curitiba, tem milhares de outras cidades de portas abertas esperando vocês. Curitiba é como é. O Curitibano é como tem que ser.

      Indiana Marchioro | 16/12/2008 | 15:52

      fala sério psytrance é muito bom é o que há de bom na noite, não consigo acreditar que tem gente não curte....

      paula | 16/12/2008 | 15:40

      Nossa, sr Poniwass! O cérebro pegou no tranco? Descobriu a pólvora? Entendeu que a "nite" é para gente tosca como a maioria dos que escrevem aqui? Parabéns!!! Só falta agora o resto do rebanho também descobrir o óbvio, mas este rebanho aqui - o da "nite" - é de muares e acho difícil acontecer algo fora do contexto. hihou hihou... Ah, e para lidar com "música" eletrônica, tem uma dica: se mexa sempre, não pare de se mexer que o efeito pernóstico é menos incômodo. Hihou! hihou!

      João | 16/12/2008 | 14:40

      Divirta-se da maneira que viocê ache melhior, porém respeite acima de tudo a vocês mesmo se não jamais você vai se divertir realmente!!!!!!!!!!!!!!

      João Paulo de Freitas | 16/12/2008 | 14:39

      Vendo alguns posts abaixo identifica-se algumas pérolas mesmo que guardo por esses minutos que escrevo aqui!!! Hoje vivemos o maior problema Cultural o que dá livre arbítrio de se escolher tudo o que se pode fazer ,há uma liberdade e uma gama de opções, porém para vários espíritos nao tão completos e elevados se perdem sem nem entenderem o que estão fazendo ali...Fazer carão, mostrar a carinha, curtir um som, beber umas, tomar um ácido , uma bala, de que isso acrescenta, aliás ...continua,...

      Junior | 16/12/2008 | 11:05

      A propósito, o comentário da Ane foi excelente. Agora, não entendo porque tanta gente associa balada à coisa ruim. Conheço muita gente com "conteúdo" que curte balada para se divertir com amigos, e não para usar drogas e caçar. Generalização é estupidez!

      Junior | 16/12/2008 | 11:00

      Caro Luigi, um post interessante como o seu merecia comentários à altura. Quanta gente burra escreve aqui! Eu sou fã de música eletrônica, mas não consigo me divertir de verdade nos ambientes que você citou. Concordo que com você. Paga-se caro e a sensação no final é de que não foi aquilo tudo. Uma sugestão, que vale para quem não é reacionário e não vive no mundinho de Alice: experimente uma balada gls. Por exemplo, The Week em SP. Garanto que é diversão na certa!

      james | 16/12/2008 | 10:39

      aposto que o james, ali ao lado, estava bem mais divertido, bem frequentado e mais económico (de acordo com o novo acordo ortográfico). qto a povo da techneira, duvido q alguém saiba quem são os djs q tocam na liqui. esse povo só vai lá pq é liqui. e sinceramente, o objetivo da balada é sexo. todo mundo sabe disso. e os prayboy e as baranga da liqui querem sexo. pronto falei. bando de VACOS.

      JMTF | 16/12/2008 | 09:33

      desculpe luigi,mas que questão hein? misturou tudo...Misturou eletrônico, com desejo de aparecer, lugar lotadoe na verdade poucos responderam a pergunta e ainda se entregou, citando nas entrelinhas o "jaba" que os caras te "pagam" pra aparecer na fotinho do viverbem de domingo com uma entrada "vip".cara: uma coisa de cada vez...faça um post sobre a real necessidade de aparecer, sobre musica, sobre jabá de jornalistas, interesse indiduaise coletivos...aflora mais esse seu lado "filosófico"...argh

      xará | 16/12/2008 | 01:47

      Caro xará, isso que vc chama balada tem target apenas entre os manés.

      edson | 15/12/2008 | 21:00

      o comentario do tal de ricardo mostra bem o estilo "curitibano" de ser. arrogante, metido a besta, valorizam o status, dinheiro, aparencias, mas vazios, sem educação. não da para generalizar, mas sabemos que a coisa aqui é assim. uma lastima para uma cidade que se diz civilizada.

      Re | 15/12/2008 | 18:07

      A questão não é música eletrônica e sim o povo curitibano. Vc descreveu bem Luigi, gente que só sai para ver e ser vista. Superficiais, arrogantes, elitistas. Qualquer balada assim não rola. Sem contar que chega um momento na vida da gente que é bem mais legal sair e bater um papo com amigos, namorar, casar e se tocar que estamos ficando velhos pra aguentar qualquer coisa (calor, empurra empurra etc) para se divertir um pouco. Não sinto a menor saudade de baladas desse tipo.

      joquim | 15/12/2008 | 16:20

      Cara, não sou de ler suas colunas...essa ta EXCELENTE!

      Caroline Miranda | 15/12/2008 | 16:10

      Otimo post Luigi! Ricardo, ainda bem que vc tem dinheiro... Do jeito que vc e tosco, so pagando mesmo !

      Ricardo | 15/12/2008 | 15:49

      Eu tenho dinheiro e gasto quanto eu quiser numa balada. Sempre vou na lique, eon, cafe la musique, gasto geralmente uns 500 reais por balada e a mulherada gosta. Cada um tem que cuidar da sua vida, paro meu carro na frente da balada para aparecer mesmo, e dai???? Se nao gostou, vaza, vai para outro lugar!!!

      Eddie k | 15/12/2008 | 15:10

      Para muitas pessoas ( curitibanos e curitibanizadas ) " chiques " a noite só serve para ver e ser visto - fórmulas vazias, frases feitas e rótulos - realmente pagar algo como 100 reais para entrar numa (ro) balada dessas é de gosto duvidoso .... coisa para " golddiggers ". falei .

      ane | 15/12/2008 | 15:10

      Concordo plenamente...essas noites de luxo e glamour não estão com nada!!! Ninguem se diverte de verdade não podem se mexer muito senão estraga o modelo...

      Rodrigo | 15/12/2008 | 14:31

      Mandou bem, meu velho!!!!! Good Job!

      Fernando | 15/12/2008 | 13:38

      Tbm evito a palavra BALADA... ela me soa superficial, e me lembra minha mãe falando: - Filho, vai em alguma balada hj de novo? - Como quem diz: vc vai sair de volta, no meio de um monte de gente bebada, voltar tarde, e correr risco na rua de madrugada? Dou créditos pra ela nessas horas.

      Inconformado | 15/12/2008 | 12:37

      Olha, Salsinha... demora, mas de vez em quando vc acerta no que escreve. Até a gíria "balada", na minha singela opinião, sempre foi sinônimo de futilidade, que representa uma mistura de gasto excessivo e perda de tempo e paciência pra muitos quererem parecer o que "não são" para poucos que "são" e estão pouco se lixando se vc é ou não.

      Sabrina | 15/12/2008 | 11:23

      Parabéns pelo post Luigi, depois daqueles sobre baladas em SC você se redimiu. A melhor balada é a que você mesmo faz junto com seus amigos, pode ser sentado no meio fio na frente de casa ou jogando baralho com sua turma. A "night" é o lugar perfeito para encontrar pessoas que dizem: "quer encher o vazio??? enche a cara...". Esse tipo de gente, após chegar em casa geralmente precisa de uma combinação de fluoxetina e rivotril para manter o pique de festa! Parabéns pelo post...

      Felipe | 15/12/2008 | 11:04

      quer encher o vazio??? enche a cara..., o copo,,!! ta resolvido

      patricia | 15/12/2008 | 11:01

      Sabem pq ninguem se diverte mais??? pq tentam preencher um vazio e não sabem como preencher...e sabem como preencher este vazio??? A resposta está em Deus só ele nos dá alegria eterna e não passageira....só Ele é capaz de mudar vidas, salvar, curar, assim como fez comigo, fará com vcs...espero que todos pensem bem nisso!!!depoimento de uma ex-baladeira que hj é bem mais feliz curtindo baladas diferentes, curtindo a vida de maneira bem melhor.

      Felipe | 15/12/2008 | 10:50

      post sensacional Luigi!

      Zé Galo | 15/12/2008 | 10:23

      Já balada eletrônica em geral é coisa do passado fora do Brasil. É festa só de boiola ou de usuário de bala no resto do mundo. Curitiba então tá uns 5 anos atrasada, agora que tá chegando a night hip-hop "de luxo". Público brasileiro de balada eletrônica genérica em "boates da moda": 1º pretendentes a playboy e mercenárias tentando "vender o peixe"; 2º usuários de bala; 3º caras e gatas a fim de pegar gente bonita e bem produzida; 4º GLS (às vezes em 2º ou 3º); 5º aficcionados pela música

      Alexandre | 15/12/2008 | 10:11

      Eu precisava deixar um post aqui, pois me identifiquei demais com suas palavras Luigi. Jà fui muito fã de baladas, música, gente bonita. Mas hoje eu paro e penso se tudo isso é diversão de verdade ou se não foi pura perda de tempo e dinheiro. Um grande parabéns pelo post e a questão levantada com ele Luigi, acho muito sensato o que vc disse, e quem sabe fará muitos pensarem sobre isso...

      Zé Galo | 15/12/2008 | 10:06

      Essa história de "balada pra fazer estilo" já é assunto velho... Qualquer um com discernimento sabe diferenciar as coisas e seleciona sua night preferida. Pra se divertir é hip-hop, pagode e sertanejo. P/ quem gosta da música em si as opções são shows e "top-DJs".

      Rogério Rossi Horochovski | 15/12/2008 | 08:50

      A maioria dos posts aqui são julgamentos de valor baseados apenas nos próprios valores de quem faz os posts. Nada mais natural, mas é preciso ter a consiência disto. Sim, tem gente que se diverte em balada "premium" com música eletrônica. O que testemunho hoje em dia é que no sentido mais óbvio de diversão, realmente casas que tocam música sertaneja tem sido a opção primeira da maioria, pois lá "divertem-se" mais, no sentido da descontração. Aí já vai alguém dizer que sertanejo é lixo.

      Rogério Rossi Horochovski | 15/12/2008 | 08:30

      Acho que alguns aproveitaram uma brecha e deram aos comentários do Luigi tons que nele não existem. Em nenhum momento ele fez julgamento de valor quanto as baladas, como sempre lançou o tema apenas. Como já falaram, o fato é que as pessoas buscam mais do que apenas uma coisa só. Sem citar nomes, por questão ética, Este mesmo povo em um dia quer se matar de rir e se divertir, em outro quer ver e ser visto. Nem uma coisa ou outra é mais ou menos legítima. São valores que vem de fora para a balada

      debora | 15/12/2008 | 07:54

      se vc está saindo para se DIVERTIR, pq não sai de maneira confortaevl (sapatilha, tenis, etc, etc)? Pq as pessoas vão olhar e comentar?Então, ao MEU ver, são realmente apenas posers. Ultimamente, aos 23 anos, eu e meu namorado , de 30 aficcionado por musica eletronica , temos preferido fazer casal de "velho", sair pra jantar, ver um filme, ou no maximo sentar a vontade no café do teatro com pessoas interessantes e divertidas. =) Esta é apenas a minha resposta para a sua pergunta...

      debora | 15/12/2008 | 07:51

      continuando... (algumas vao de salto alto pra fazer tipo na terra). As ultimas vezes que fui apenas passei raiva. Ate mesmo pq hj em dia alguns dj´s já nem tocam mais o set de verdade, eles tocam musica eletronica de rádio, q é o que essas pessoas querem ouvir na verdade. Eu adoro salto alto, mas qq pessoa normal sabe q é impossivel vc realmente se divertir se ser incomodada pelo desconforto do sapato numa balada/rave eletronica. ...

      debora | 15/12/2008 | 07:49

      Eu já fui fã e ja me diverti muuuiiito em balada eletronica e em raves. Hj em dia eu não perco tempo indo nem em uma nem em outra. Simplesmente porque antes quem ia nesses lugares era quem realmente gostava, entendia e ia pra se divertir. Hj em dia esses luagres são feitos para "posers". Uma rave custa 80 reais pra entrar, pra que? Pra ver meninas de calça apertada, bota de astonauta, pochete, cabelos longos de chapinha e pirulito na boca pra fazer tipo...

      Paulo | 15/12/2008 | 00:54

      E te digo mais, alem disso tudo mencionado por vc encontramos mulheres nada interessante que pousam de bacana e são a maior feiosa... Tem umas ainda que jogamos a pior conversa de todas e levamos fácil... Mulheres que não se valorizam!!! Estava parado em uma balada e simplesmente a moça foi direto para me beijar... Claro, nao beijei!!! Mas pq pagar mulheres de programa se na balada ta mais facil? Não existe mais mulheres interessantes na noite, só encontramos para aquilo e nada mais mesmo

      moises | 14/12/2008 | 23:57

      Menos baladas, mais barzinhos. Afinal, balada é baile de máscaras - ninguém aparenta o que realmente é... num boteco, as palavras molhadas com álcool se mostram mais puras e verdadeiras... se tiver um espaço para um bate coxa - MELHOR!!!

      Marcus | 14/12/2008 | 23:41

      Eu na verdade curto musica eletronica bem de vez em quando, mas acredito q a galera q curte mesmo o som vai mais em rave private e tal, eh bem mais massa, vc tem espaco eh sempre em chacaras alucinantes, tem espaco tem natureza a vibe eh muito melhor, acho q quem vai nessas baladas da batel vai em busca de status e ficar se matando pra mostrar quem tem mais dinheiro, sou muito mais um barzinho de reggae "Deus, perdoe a pobreza da nobreza" - Natiruts

      Teco | 14/12/2008 | 23:29

      q pena de todos vcs seus pobres feios... as duas baladas q o bobo comentou, sao simplesmente as melhores de ctba...altas gatas, muita festa e curtição.. acredito q vcs nao acham divertidas essas baladas por acharem "as mulheres de ctba dificeis e metidas"... coisa de fracassado... bj a todos

      Carolina | 14/12/2008 | 22:43

      Concordo com o Literattus, a balada serve pra se divertir, pra rir, dançar, curtir... nem se seja uma pizza com amigos...

      Carolina | 14/12/2008 | 22:40

      Sei q o foco é a música eletrônica, mas vou falar de uma forma geral! Tenho 1 amiga q é apaixonada por música eletrônica e curte horrores quando escuta! O ponto onde quero chegar é: quem gosta, curte, seja o que for!Mas não é isso q leva essa galera pras bladas de Curitiba, é o status idiota q ronda essa cidade, onde a aparência vale mais do q qualquer coisa!Gente bonita por fora e PODRE por dentro, capaz de sofrer,tratar mal o coitado do manobrista e pra que? Só pra dizer "eu estive presente!"

      Literattus | 14/12/2008 | 22:27

      Luigi, finalmente, depois de um longo e tenebroso inverno você escreveu algo que preste...cara, essas baladas que você descreveu são uma piada...gente "limpinha" com atitude podre...isso não é balada, isso é pura estupidez, se mostrar pelo "dever" de se mostrar...além do mais, essas pessoinhas "limpinhas" só sabem tomar energético, passar gel e perfume, se mostrar...e só. Cara, balada mesmo é se divertir, mesmo que seja comendo uma pizza com os amigos...

      Guilhe Grandi | 14/12/2008 | 21:48

      Olha, eu curto muito música eletrônica, e sou um baladeiro de plantão. Ou seja, eu me divirto e muito na noite. Agora, a pergunta mais pertinente é: será que aquele povo que usa a pista de dança como uma pista de cooper, e fica andando a noite intenra, se diverte? Porque isto é algo extremamente irritante! Vc está lá dançando, e pra todos os lados o povo só sabe andar, andar e andar!

      Helo | 14/12/2008 | 20:59

      Luigi, eu sou uma que adora música eletrônica, apesar de também não entendê-la direito, a batida me fascina. Danço até me acabar, não estou nem aí se o cabelo vai ficar horrível, se tem ou não gente olhando, pq eu saio pra me divertir, não pra pagar de bacana. Volto pra casa feliz, mas concordo contigo que a maioria dos locais anda bem socada, sem ventilação, sem educação e sem noção de preço. Às vezes pagamos bem mais do que vale, mas se foi bom, valeu a pena! Abraço!

      Denise | 14/12/2008 | 20:57

      Ontem, te vi lá no Harmonia, no samba. Não sei se é o ambiente, o que foi, mas a balada estava ótima - pra mim, pelo menos. Eu curti a música ao vivo (mesmo sendo bastante escrachada, a banda era boa), a descontração da galera, foi legal. Eu não encaro balada eletrônica e quase nenhuma que não tenha ingredientes fundamentais pra uma noite ficar realmente gostosa: amigos legais, cerveja gelada, preço honesto no cardápio e música que me agrade.

      rodrigo | 14/12/2008 | 19:10

      Prezado Luigi, venho por meio deste informar que admiro muito seu trabalho, pricipalmente quando voce nao escreve nesta coluna...

      Bia | 14/12/2008 | 19:02

      Eu adoro música eletrônica, danço a noite inteira, não tem coisa melhor pra lavar a alma. Quando você gosta da música, o ambiente fica empolgante, mas nada é possível num lugar onde não dá pra se mexer, né? rs Vc falou da Woods, pois vou contar que uma vez fiquei na maldita fila da Woods duas horas para entrar, e quando cheguei na porta o segurança falou que não ia permitir que ninguém mais entrasse. Porra, mas a gente ficou duas horas na fila e tinha mais um milhão de pessoas atrás de mim!

      Bia | 14/12/2008 | 19:01

      Eu adoro música eletrônica, danço a noite inteira, não tem coisa melhor pra lavar a alma. Quando você gosta da música, o ambiente fica empolgante, mas nada é possível num lugar onde não dá pra se mexer, né? rs Vc falou da Woods, pois vou contar que uma vez fiquei na maldita fila da Woods duas horas para entrar, e quando cheguei na porta o segurança falou que não ia permitir que ninguém mais entrasse. Porra, mas a gente ficou duas horas na fila e tinha mais um milhão de pessoas atrás de mim!

      Karla | 14/12/2008 | 18:26

      Ôpa, olha eu aqui me identificando com os desabafos(mais do que com as opiniões de que techno seja melhor que sertanejo ou vice-versa). SINTO FALTA da manifestação da ORIGINALIDADE, ONDE QUER QUE SEJA! Não sei se é porque tenho 35 ou se é por pura maturidade desenvolvida que justificam minha falta de interesse total por "baladas burguesas" do século XXI. Estas não ficarao para a história porque são totalmente fakes e descartáveis.

      Giselle | 14/12/2008 | 18:11

      A paz e harmonia, confrontando com um otimo clima de alegria e vibração ... onde ngm é melhor que ngm ... todo mundo esta ali pelo único prazer de estar bem consigo mesmo, cada um do seu jeito, cada um de sua forma, mais todos em busca da VIBE PERFEITA! Esse é o espírito TRANCE! Infelizmente musica eletronica virou "modinha" por isso q esta desse jeito! Ahhh e essas coisas tb acontecem em sertanejo, forro, funk , barzinhos e etc. Sem generalizar galera!!!

      Sandro Rogerio - Inglaterra. | 14/12/2008 | 17:46

      Playboy`s de vila sao iguais em todos os lugares, usam de tudo pra se aparecer! Money can`t buy me love...

      rodrigo andrade | 14/12/2008 | 15:18

      já frequentei muitos locais socados de gente, principalmente na minha juventude, pegar grade ou seja ficar exprimido no pé do palco era algo que todos se matavam para estar ali... mas pagar 40 pra entrar nessas lugares, 5 pela cerveja choca e ainda ser mal atendido e não conseguir nem se mexer pela super lotação desses lugares.. é dose.. há uns tempos eu fui na lique pra ver o ambiente e so consegui descobrir como a elite curitibana é sem graça e mediocre...

      Juvenal | 14/12/2008 | 14:40

      Luigi meu caro, não sei se o problema é em CUritiba mesmo porque ate as "Baladas" e bares rock'n'roll ao metal extremo são um tedio...Parece missa do domingo de manhã, as meninas com aquelas roupas de catolica beata os rapazes sem beber e achando tudo um saco com cara de "eu sou malvado". Muito chato muito sem graça...Em shows aquele empurra-empurra. Um tédio. Só bebendo muito pra aguentar

      Alexandra | 14/12/2008 | 13:06

      (continuação) Fora a saída com o vallet já comentada por você, um menino teve a audácia de pegar o coitado do funcionário pela gola da camisa e levar até um carro que já tinham trazido e falar "se acharam esse carro pq não são capazes de trazer o meu???" Um absurdo, eu prefiro ir em lugares com menos "status" (como a woods por exemplo, que recebe todo tipo de gente e todo mundo se diverte MUITO) do que ir em lugares onde a concentração de dinheiro é grande mas a de educação é zero!

      Alexandra | 14/12/2008 | 13:04

      Olá Luigi, estive na mesma festa que você e enfrentei o mesmo problema na saída dos estacionamentos... a conclusão a que eu cheguei é que dinheiro não compra educação, as pessoas dentro do local esbarravam sem culpa em qualquer um, derrubavam bebida, pisavam no pé e não estavam nem aí, em qualquer lugar pode acontecer mas pelo menos é de bom costume parar e pedir desculpas para a pessoa não? (continua)

      LADY KATE | 13/12/2008 | 19:43

      PODE ATEH NÂO PALECER, MAS EU GOSTO-ME MESMO EH DUM BOM E VELHO ROCKN´ROLL!!!1 PIXIES..THE JESUS AN MELY..P FICARME 1 POUCO MAIS ALTERNATIVA, AGOLA O SALSICHÂO!!!!ESSE SIM GOSTA DUM TUCH TUCH..SEI Q ELE FIK FACELO..COM AQUELAS LUZES NEGLAS REFLETINDO-SE NO MESMO..AI AI..AXO Q TAMBM ESTOU-ME 1 POUCO FILOSÓFICA HJ..

      Matheus | 13/12/2008 | 19:32

      Concordo com a sua coluna. Costumava sair todos os dias, dá uma sensaçao de ter muitos amigos, em bares, balada, etc. Mas quando vc precisa de algum apoio, são realmente poucos os que ficam, que são realmente amigos, e nao companheiros de balada. Ainda, sobre sair pra se divertir, ou apenas para nao ficar em casa, tambem já me aconteceu, e faço as mesmas perguntas... será que esse povo de balada curte a noite mesmo?

      Karina | 13/12/2008 | 16:19

      deixa decepcionada é quando vem algum show legal pra curitiba e o unico lugar é o master hall.Lugar onde me sinto péssima,com aqueles seguranças enormes.Além dos preços absurdos.Logo,sempre que o show é lá acabo não indo só pra não me estressar.E assim acabo me divertindo muito em casa.É muita burrice pagar pra se estressar,mas cada um é cada um.

      karina | 13/12/2008 | 16:15

      Faz um tempo que parei de sair,antigamente saia de segunda a segunda,mas sentia um vazio enorme.É tudo falso.Atualmete só saio pra matar as saudades das minhas amigas e mesmo assim depois de duas horas de bate papo já estou louca pra voltar pra casa.Mesmo na época em que saia ia apenas em barzinhos,me negava a ter que enfrentar fila pra pagar e ainda ser mal tratada devido ao absurdo numero de pessoas.Mesmo no Vox,fui poquissimas vezes e entrava bem cedo,pra não me estressar.O que as vezes me...

      claudia | 13/12/2008 | 15:26

      É ridículo. É graças a turma do "cabelo chapinha" que estamos no fundo do poço em termos de cultura. Que graça tem ficar ouvindo barulho que eles chamam de música e fedendo cigarro, desfilando pra outros vazios como eles? Eu, hem!!!!

      Michele | 13/12/2008 | 14:51

      Sim, é possível, apartir do momento em que os frequentadores se importarem mais em se divertir.. dançar.. curtir.. do que aparentarem ser o que muitas vezes não são, só pra poder contar mais tarde para os amigos qual fulano ou fulana "pegaram" aquela noite. Adoro música eletrônica, mas sinceramente me dá nos nervos ver a maioria parados como robos, com a mesma cerveja na mão a noite inteira...e as garotas sem dançar, para não estragar o visual. Quer ficar parado....vai pra um barzinho!!!

      THIAGO JHONY | 13/12/2008 | 14:42

      Musica eletronica é bom, sim, mas em RAVES ,... Baladinha de playboy, é só pra ter STATUS . Falou !

      Chris | 13/12/2008 | 14:38

      ...a consideração realizada por Rodrigo, logo abaixo, resume perfeitamente algumas situações: "pegar notoriedade por osmose"..rs ótimo post, Luigi, parabéns. Hoje há uma gama de lugares com boa música dentro dos quais é possível encontrar diversão e se sentir bem. Porém quando o que mais interessa é o "demonstrar status", a noite se vai e perde o sentido de ser, exceto para "aqueles"...

      Tiago | 13/12/2008 | 14:19

      e volto aqui pra lembrar que sou um amante do som eletronico, e dou uma dica pra quem nao entende, quem provavelmente goste de sons como Pink Floyd, Joy Division, ira entender o que significa o som eletronico, simples e pura evolucao. Obrigado

      André | 13/12/2008 | 14:16

      Claro que dá para se divertir, só depende do que vc tomou...kkkkk!!!! E outro detalhe: o povo que quarta está na Woods é o mesmo de quinta/sábado na Lique, ou seja balada ruim pode ser eletrônica ou sertaneja, o povo é o mesmo. E para os que não gostam de balada, fiquem em casa, ninguém os obriga a sair de casa ok?! E aproveitem para aprender a escrever!

      Tiago | 13/12/2008 | 14:14

      Luigi, melhor descrissao feita sobre as noites de Curitiba, mas vale ressaltar que isso mostra o caos de nossa cultura que nao possue uma identidade propria e somos influenciados de forma massiva pela cultura americana, de viver de aparencia entre outros pobres conceitos divergidos dessa cultura de falsos ideais.

      Antonio | 13/12/2008 | 14:00

      Concordo com Luigi, recentemente estou me sentindo da mesma forma que ele, e tbm hj em dia é só status. Se tratando de Musica Eletronica e Sertanejo, a Eletronica não traz felicidade, afinal, é só "tuch tuch", quando as outras vc pode cantar, soltar a garganta.

      João | 13/12/2008 | 12:23

      Concordo plenamente com seus comentários, pagar caro, ver gente desinteressante, se sentir em uma lata de sardinha, e sair puto surdo e fedendo cigarro! Não entro mais nessa fria, e pelos comentários quanta gente insatisfeita com as baladas! Tai uma grande oportunidade! Um nicho de mercado a ser explorado, a dos insatisfeitos.

      bruno | 13/12/2008 | 12:20

      Na real a galera ta com dor de cotovelo de não pode entrar numa lique ou la musique e se sentir a vontade... frequento estes tipos de baladas e nunca me fez mal... varias meninas lindas, boa musica e curtição sim... acho q isso vai depende mto do q cada um curte!! valeuuu

      Ana paula martins | 13/12/2008 | 11:50

      Olha como uma pessoa recetemente separada ..sei que as baladas são uma grande ilusão...mais sair é bom ...mas não exagera na dose é melhor ainda ...so saio pra me destrair e ser feliz ..se não nem saiu... bjsss

      game over | 13/12/2008 | 10:07

      Realmente Luigi,é verdade o que você disse!!!O problema da maoiria das pessoas que curtem baladas eletrônicas,é que elas não curtem a música,e sim,vão para o local para reparar na roupa que está vestindo,para curtir uma "droguinha" e outras coisas que eu despenso o comentário...São pouquíssimos os que curtem o som e que realmente levam a sério o estilo!Algumas pessoas estão na balada eletrônica perdidas,porque não sabem o que estão fazendo lá,apenas estão no local para mostrar status!!!

      Karen T. | 13/12/2008 | 09:50

      Olha, digamos que tenho dois lados da moeda. Realmente, estas baladas eletrônicas e technos são um porre. Tem mais gente querendo se aparecer do que gente que realmente curte o som. Infelizmente!!! Mas para o Dj que está ali para se apresentar é ótimo, ta enchendo o bolso dele né, porque este tipo de balada é cara em todos os aspectos, entrada, consumação e estacionamento, sem falar no stress durante toda ela. É ruim para quem curte de verdade, e para estes o melhor são as raves que tem espalhadas durante o ano em fazendas particulares. Ao menos tem espaço, mas ainda assim tem lá seus percalços, custo caro na entrada, consumação, estacionamento e gasolina para você chegar até o local (porque geralmente é longe), e ainda assim você vai trombar com um bando de adolescentezinhos filhinhos de papai que só estão lá para se aparecer, mas ao menos garanto que não vai ter muvuca com problema de espaço não.

      Luba | 13/12/2008 | 08:18

      parte dos jovens de hoje em dia. É uma pena, porém a vida de muita gente da nossa cidade (e imagino que isso não seja só daqui de Curitiba, com certeza) gira em torno de em QUAL balada a pessoa foi, e não se estava legal, com os amigos, boa música etc. No entanto, não creio que esse público específico ao qual me refiro vá se expressar aqui (por que entrariam no site da Gazeta do Povo?). Parabéns pelo blog e especificamente pelo post.

      Luba | 13/12/2008 | 08:15

      Mandou bem no post. Muita gente freqüenta certos locais só para no dia seguinte poder responder, com a boca cheia, a pergunta dos colegas - Você foi aonde ontem? Fui a tal balada... Sinceramente, pagar o preço que se paga para entrar num lugar desses, com gente que te olha torto se vc não estiver "bem vestido" (conceito que varia muitíssimo...) é realmente intrigante. Creio que isso seja um reflexo da sociedade consumista, que vive de aparências e da falta de cultura e de livre arbítrio por....

      Rodrigo | 13/12/2008 | 08:14

      Na verdade não é a musica em sí, é o local. Se vc vai numa casa "chick" que dá status, pode tocar até Tiririca que as pessoas que querem aparecer, mostrar que sao bonitos e tem grana, vao se abarrotar da mesma forma, principalmente se tiver gente de nome no lugar para pegar "notoriedade" por osmose.

      Cris | 13/12/2008 | 06:19

      Luigi, sem dúvida o Woods é muito diferente, o astral é contagiante, mesmo para quem não curte o sertanejo. Os techneiros que me desculpem, mas atualmente as pessoas não curtem muito viver de aparência a não ser as sem conteúdo. Que perde o tempo precioso da vida andando para lá e para cá no interior de uma balada, somente para ser vista...(ridículo) O Top do momento é cantar, dançar..sorrir..isso sim é ser feliz e resolvida. beijos

      Xico | 13/12/2008 | 01:00

      hey! eu tinha visto vc saindo da lique akele dia, eu tava no durvas tomando uma cerva e resolvi ir no james,e nisso reparei na quantidade de carros importados ali na lique e senti uma enorme vontade de nunca entrar ali, pq eh realmente SÓ STATUS e nada de diversão, e isso é algo q tenho percebido nas baladas, cada vez mais abarrotadas de gente e zero diversão,so me diverti esse dia por causa da bera no durvas e james e wonka bem tranquilos.

      André | 13/12/2008 | 00:55

      Com certeza isso não é diversão! Diversão é ficar em casa lendo um bom livro, ouvindo música de qualidade, sair para jantar com uma boa companhia... Enfim, balada é lixo feito para massagear o ego de uns poucos solitários.

      Valter | 13/12/2008 | 00:11

      Pois é seu Luigi, música eletrônica, para mim sempre foi esse a da Década de 70 e 80, onde tínhamos Erasue, Information Society, Kon-Kan, entre muitas outras múticas eletrônicas de verdade, enfim, a batida era eletrônica, porém com letras e músicas entendive´s, não o "martelinho" de hoje em dia... eu fico feliz de ter vivido a última década da música verdadeira, a década de 80!!! Abços!!!

      Thiago Medeiros | 13/12/2008 | 00:05

      Mandou muito bem Luigi. Musica eletrônica é tão ruim que acho que só os que adoram se chapar com bala e etc. pra realmente curtir este tipo de som. Chato, repetitivo e normalmente alto o suficiente para ninguem conseguir dialogar nestes lugares. Eu passo longe.

      Marcos | 12/12/2008 | 23:44

      Frequentar locais fechados, com fedor de cigarro, cerveja choca, gente tropeçando em você e som alto a ponto de, quando você sai de uma espelunca dessa estar quase surdo não é sinônimo de diversão e sim de burrice. Quem vai a lugares assim tá afim de aparecer e arrumar "gente fácil", para depois, no começo da semana, fazer média com os outros.... BALADA É LIXO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      Marcio | 12/12/2008 | 21:08

      Continuando, prefiro poder ir aonde quiser, quando quiser e, principalmente, porque quero. Ser capaz de me divertir com minha namorada no Burger King da avenida Batel depois de passar duas horas numa fila sem conseguir entrar num lugar badalado cujo nome esqueci, sem precisar provar nada pra ninguém. Taí o segredo para se divertir na noite.

      Marcio | 12/12/2008 | 21:05

      Luigi, post sensacional! Não sou muito da noite, mas acho que posso dar meus pitacos nesse negócio de "sair para se divertir" vs. "sair para ser visto". E isso não resume a baladas de música eletrônica não. Olha, viver de aparência, de ver e ser visto, deve ser um porre. Não só pela "obrigação" de estar em lugares onde você realmente não gostaria de estar, mas acho que quem leva esse tipo de vida deve saber, lá no fundo, que viver de aparência significa não ter mais nada para mostrar. (continua)

      Zed | 12/12/2008 | 20:39

      Uhmmmm...acho que esse tema vai ser bem polêmico, quero só ver no que vai dar, a galera da "techneira" vai cair matando!

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