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Urnas eletrônicas: ‘Quero fazer tudo o que for possível para evitar fraudes’, diz Fux em café da manhã com jornalistas

(Foto: Nelson Jr./Ascom/TSE)
(Foto: Nelson Jr./Ascom/TSE)

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Fux, quer implementar uma “auditoria em tempo real” das urnas eletrônicas nas eleições de 2018. Pela proposta — ainda não regulamentada — uma amostra das urnas seria auditada uma hora antes do início da votação, às 7h, por “grupos interessados”.

“Quero fazer tudo o que for possível para evitar fraudes”, afirmou o ministro durante café da manhã com a imprensa nesta quinta-feira (8). A auditoria seria uma etapa extra de segurança para garantir que o processo eleitoral transcorra sem violações. Assim, a votação paralela, que já ocorre hoje, não seria alterada.

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A ideia surge em meio à discussão sobre a segurança da urna eletrônica e sobre a capacidade de implementação do voto impresso em 2018 — previsto por lei. Na segunda-feira (5), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação de inconstitucionalidade contra a reintrodução do voto impresso. Fux afirmou que irá “implementar com transparência” o que for decidido pela Corte.

Fake news
Fux afirmou que o combate às “fake news” (termo em inglês para notícias falsas) será uma das maiores preocupações de sua gestão à frente do TSE. Segundo o ministro, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal passarão a integrar a comissão consultiva criada por Gilmar Mendes, seu antecessor, para tentar barrar a disseminação de “fake news” durante as eleições.