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‘Arena Atletiba’ volta à tona nos bastidores de Atlético e Coritiba

Grafite da Arena da Baixada em uma das entradas do estádio. Foto Gazeta do Povo

 

A ideia de unir Atlético e Coritiba, morando sob o mesmo teto, usando as mesmas dependências, parecia um rompante perdido no passado, mas…

Reportagem publicada no portal UOL traz à tona que a chamada ‘Arena Atletiba’ segue viva nos bastidores dos dois clubes.

De acordo com a apuração do site de notícias, o presidente do Conselho Deliberativo do Furacão, Mario Celso Petraglia, segue insistindo na ideia. Nos bastidores, trata do tema com o primeiro escalão do rival e também com políticos do estado.

Alceni Guerra, vice do Coxa, confirma a insistência de Petraglia no tema, assim como o ex-prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, envolvido na história por causa do crédito que o município tem com o Furacão por causa da construção do Joaquim Américo padrão Fifa.

A proposta já estaria no papel. O Coritiba venderia o terreno do Couto Pereira e aportaria cerca de R$ 80 milhões para a construção da Areninha, outro projeto de Petraglia. Com isso, o Alviverde teria direito a metade da casa do Atlético e ambos mandariam os jogos na Arena da Baixada.

A história, no entanto, é antiga. Também encontra forte resistência de setores influentes no Alto da Glória e na Baixada.

Durante a campanha para comandar o Atlético, Petraglia descartou essa hipótese. “Perdemos um momento histórico de fazer a arena única para os três clubes. Não foi possível, a cultura da vaidade foi contra, a paixão não permitiu. Hoje o estádio é nosso, não tem condições em voltar a ser um estádio comum”, declarou à Gazeta do Povo.

Em 2009, no entanto, o dirigente foi ousado ao tornar pública a ideia. “Vamos quebrar paradigmas, pensar grande, mostrar ao Brasil e ao mundo que somos gente civilizada. Vamos economizar esforços, deixar de ser mesquinhos, de fazer do futebol uma guerra. Vamos fazer o moderno, o que os números nos mostram, o que o mercado nos aponta. Vamos deixar nossa paixão para os 90 minutos da partida e fazer o que é preciso, o que devemos e que o momento nos faculta. Curitiba não comporta duas Arenas”, disse Petraglia.

 

 

 

 
 
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