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Mercado da bola: quem seu time está contratando para o Brasileirão

Clubes do Brasileirão agitam o mercado da bola durante os estaduais. Veja os jogadores que estão na mira do seu time.
Clubes do Brasileirão agitam o mercado da bola durante os estaduais. Veja os jogadores que estão na mira do seu time.

O Brasileirão 2018 começa dia 15 de abril e os principais clubes da competição não estão parados no mercado da bola. Enquanto os estaduais entram na fase decisiva, os dirigentes amarram negociações para entrar no principal campeonato do país.

Confira as especulações, acertos e sondagens de Atlético-PR, Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio, Internacional, Paraná, São Paulo, Corinthians, Palmeiras, Santos, Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo.

Abaixo as principais contratações e vendas dos clubes brasileiros para o Brasileirão de 2018. Você pode filtrar o vai e vem do mercado por time ou por status da negociação. O monitoramento é feito em tempo real e leva em consideração a confirmação do clube para decretar a contratação de forma oficial, a partir de março. A seleção do gráfico abaixo pode ser por clube ou status da negociação.


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5 motivos para acabar com os pontos corridos no Brasileirão

Nº 1: Justiça monetária

Pretensamente a maior vantagem dos pontos corridos seria sua suposta justiça. Afinal, não há mistério: todos jogam contra todos, quem faz mais pontos é o campeão. Então vamos falar de justiça em um campeonato em que times como Corinthians e Flamengo recebem mais de 100 milhões de direitos de tevê e Chapecoense e Sport recebem um quinto disso. Qual a justiça nisso? Vão disputar o campeonato em condições iguais? Desde que os pontos corridos foram implantados, somente os times com mais grana levaram o título, como o São Paulo, e o Fluminense com a grana da Unimed. Bahia, Coritiba, Atlético Paranaense campeões? Esqueça. Vitória, Bangu, Brasil de Pelotas, Londrina, entre os primeiros? Nunca mais. “Ah!”, dirão os coxinhas das tevês a cabo, “o campeonato por pontos corridos também premia os clubes melhor administrados, como o Cruzeiro”. O que nos leva ao segundo ponto.

Nº 2: Craque da rodada: o balancete financeiro

Que lindo, não? Um campeonato de futebol feito para premiar o time com a melhor estrutura FORA DE CAMPO, com o melhor centro de treinamento, que paga em dia os jogadores, que tem um marketing sensacional, um plano de sócios excelente, uma arena ultramoderna, superávit nas contas, e por aí vai. Tudo muito bonito. Mas preciso ser chato e lembrar a todos de que nada disso é futebol. Se vamos usar essa métrica para decidir o campeão brasileiro, vamos contratar uma auditoria, fazer um ranking dos clubes mais bem administrados e transmitir tudo ao vivo antes do Domingão do Faustão. Se bobear, vai dar tanta audiência quanto os tediosíssimos jogos do Brasileirão por pontos corridos naquela fase em que o campeão já tem 897 pontos de vantagem sobre o segundo colocado e ainda faltam 1.345 rodadas para terminar o campeonato.

Nº 3: É chato pra dedéu

“Todo jogo é uma final”, dizem os espertalhões, lembrando que a primeira rodada vale tanto quanto a última. Sim, mas vá explicar isso ao CORAÇÃO do torcedor. Não tem argumento racional que tire o sujeito de casa nas primeiras rodadas, quando ainda restam um trilhão de rodadas para o fim do campeonato.

Nº 4: Entreguismo, golpismo, neoliberalismo

Já aconteceu mais de uma vez. Em 2009, para prejudicar o Palmeiras, o goleiro Felipe, então no Corinthians, nem pulou na hora do pênalti em uma partida contra o Flamengo. Naquele mesmo ano, o Grêmio colocou um time de garotos para jogar contra o mesmo Flamengo no Maracanã na rodada final, para evitar que o rival Internacional fosse campeão (a vitória do Grêmio daria o título ao Colorado). A CBF, para evitar esse tipo de mutreta (lembram da história que os pontos corridos são justos etc. e tal?) foi obrigada a marcar todos os clássicos para a última rodada do campeonato. A medida, porém, já foi abandonada.

Nº 5: O Brasileirão não tem final

Essa mesma galera que considera a simples hipótese de acabar com os pontos corridos uma afronta pessoal, baba ovo para um evento chamado SuperBowl, que nada mais é que a grande final da temporada do futebol americano. “Ai”, exclamará o aflito defensor do “calendário racional no futebol brasileiro”, “nós já temos a Copa do Brasil, que tem final.” Legal, fera. Então vamos fazer mais um campeonato com final: o Brasileiro. Daí teremos dois. E vamos caprichar na final do Brasileirão. Vale até a CBF programar um show no intervalo, ou alguma frescura do gênero.