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Direito & Tecnologia

Enviado por Fernando Peres, 26/02/15 5:30:29 PM

Foi compartilhada a notícia de que um Juiz de Teresina, no Piauí, ordenou a suspensão dos domínios do WhatsApp,  whatsapp.net e whatsapp.com com base no Marco Civil da Internet.

É muito difícil fazer uma análise mais profunda do caso específico, pois em razão do segredo de justiça, poucas informações puderam ser disponibilizadas, de modo que, uma interpretação de todo o contexto baseado somente no trecho de uma decisão pode trazer conclusões equivocadas. Independente do caso específico, é importante entender, mesmo que resumidamente, o contexto jurídico de mais esse caso de ordem de suspensão de acesso a sites, aplicativos e serviços na web.

O Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) descreve de forma muito clara as sanções que poderão ser aplicadas em caso de infração às normas da lei :

Art. 12. Sem prejuízo das demais sanções cíveis, criminais ou administrativas, as infrações às normas previstas nos arts. 10 e 11 ficam sujeitas, conforme o caso, às seguintes sanções, aplicadas de forma isolada ou cumulativa:

I – advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas;

II – multa de até 10% (dez por cento) do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício, excluídos os tributos, considerados a condição econômica do infrator e o princípio da proporcionalidade entre a gravidade da falta e a intensidade da sanção;

III – suspensão temporária das atividades que envolvam os atos previstos no art. 11; ou

IV – proibição de exercício das atividades que envolvam os atos previstos no art. 11.

Assim, é possível entender que na suspensão das atividades se resume aos atos previstos do artigo 11, sejam eles:

Art. 11. Em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, de dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional, wwwerão ser obrigatoriamente respeitados a legislação brasileira e os direitos à privacidade, à proteção dos dados pessoais e ao sigilo das comunicações privadas e dos registros.

 

Repito que sem analisar o caso por inteiro, qualquer conclusão será incompleta. De qualquer modo, não será uma grande surpresa se a decisão chegar a ser efetivada em algum momento.

Lembremos-nos do caso do bloqueio do Youtube no ano de 2007, a detenção do diretor do Google em 2012 e a indisponibilização do aplicativo “secret” no ano passado.

fone vermelho

Não existe nenhum problema na aplicação de sanções e eventuais penais aos provedores que não cumprirem as leis que forem competentes, porém é necessário um entendimento imparcial sobre o que as normas vigentes, mesmo que incompletas, permitem que seja realizado.

A decisão, porém, é muito séria e grave, e merece um amparo técnico e jurídico para que tenha um resultado realmente efetivo, e traga benefícios à própria lei.

Muito provavelmente as operadores e provedores que eventualmente receberem a ordem para o cumprimento irão recorrer da decisão.

A proibição do WhatsApp pode ao final significar uma violação ao próprio Marco Civil da Internet, que ainda merece muita atenção, estudo e análise.

Enviado por Fernando Peres, 14/02/15 11:23:09 PM

O termo “internet das coisas” foi criado para se referir à revolução tecnológica que já conecta os itens utilizados em nosso dia a dia à internet, além dos equipamentos informáticos, como utensílios domésticos, ferramentas, etc.

Já podemos ver isso nas casas digitais que podem ser controladas remotamente, por exemplo.

Ocorre que, ao momento em que itens comuns forem conectados à rede, pode se tornar possível acessar suas funcionalidades à distância, como por exemplo, ligar um eletrodoméstico através de seu smartfone.

Isso logo nos demanda a necessidade de entendermos de que forma isso pode interferir em nossa privacidade.

free digital photos

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Mesmo que a temos protegida juridicamente, se faz necessário um esforço muito maior para que não percamos controle disso tudo.

Armazenar os dados de acesso de uma casa na internet não possibilitaria que um cracker os conseguisse e assim invadir fisicamente a sua casa ?

Quem sabe até ligar um aparelho doméstico que ao ser utilizado inwwwidamente pode causar um dano físico no imóvel?

Se ainda pensamos que estamos protegidos dentro de nossas casas, podemos nos enganar ao perceber que ao mesmo tempo que fechamos o trinco das portas, abrimos as janelas para o ciberespaço.

Muitas câmeras de vigilância conectadas à internet sem uma configuração mínima de segurança permitem que curiosos invadam virtualmente as casas em todo o mundo.

Até mesmo uma Smart TV pode capturar a suas conversas. Mesmo que não os dados não sejam utilizados inwwwidamente, com certeza ninguém também faz questão de que isso aconteça.

O mais importante nisso tudo é termos sempre em mente a importância da proteção de nossa privacidade em tudo o que nos for possível controlar.

Ao conectar um equipamento em casa ou na empresa é muito importante que as configurações máximas de segurança sejam observadas.

Enviado por Fernando Peres, 10/02/15 3:35:10 PM

Mesmo com todas as ações de segurança que são realizadas para a proteção do usuário de internet, muitos problemas poderiam ser evitados com a adoção de simples medidas de prevenção pelos próprios internautas.

O projeto “Segurança na Rede” lança uma cartilha com inúmeras dicas para o uso correto e seguro da Internet voltado para usuários de todas as idades.

A Cartilha dá dicas de segurança em compras em lojas virtuais, acesso ao internet banking, uso de redes sociais entre várias outras situações que já se tornaram comuns para a maioria dos usuários.

LOGO

A criação da cartilha é uma das ações criadas pelo projeto com o propósito de disseminar dicas simples, porém importantes, que irão prevenir eventuais problemas, como por exemplo, a ocorrência de crimes cibernéticos, onde na maioria das vezes a falta de atenção do usuário se torna um dos maiores facilitadores para a ocorrência dos crimes.

Quem desejar colaborar compartilhando as dicas do projeto wwwe acessar o site www.segurancanarede.com.br e lá encontrará maiores informações sobre como interagir com as ações propostas pelo projeto.

Enviado por admin, 26/01/15 3:30:00 PM

Por muitas vezes tomamos conhecimento de crimes cibernéticos contra crianças e adolescentes, em situações que o monitoramento do uso da internet pelos próprios pais colaborou para a identificação do crime e do criminoso.

É wwwer dos pais educar os filhos, e esse princípio não wwwe ser negligenciado nas relações virtuais. Antigamente os pais queriam saber quem eram os amigos dos filhos, por onde andavam e o que faziam.

Nas atividades convencionais isso era muito mais fácil do que nas relações virtuais dos filhos. Hoje não perguntam “quem são seus amigos do Facebook”, “em quais sites você navega” ou com “quem conversa no chat?”.

Para alguns pode parecer ridículo, mas atitudes como essa podem evitar grandes dores de cabeça além de agressões físicas e morais aos filhos.

O monitoramento dos pais sobre os filhos não prejudica sua privacidade por razões como:

1.É wwwer legal dos pais educar os filhos. Dever não quer dizer que possuem somente o direito, mas a obrigação. Essa educação wwwe ser estendida ao mundo virtual. O Código Civil pátrio, registra em seu artigo nº 1.634 que:

Art. 1634. Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores:
I. dirigir-lhes a educação e criação.

freedigitalphotos.net

2.Os pais respondem na esfera cível pelos atos praticados pelos filhos. Caso o adolescente venha a cometer um crime, como por exemplo, a difamação (Art. 139 do Código Penal), a vítima poderá buscar a penalização e desagravo pelo ato, contra os pais. Poderão assim responder criminalmente e serem responsabilizados também pela reparação civil. Os tutores e curadores assumem a mesma responsabilidade. Recorremos mais uma vez ao Código Civil, agora no artigo nº 932, sobre responsabilidade dos pais:

Art. 932. São também responsáveis pela reparação civil:
I – os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;
II – o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados, que se acharem nas mesmas condições;

Com certeza mesmo para esse controle, que é wwwer dos pais. Existe um limite. A intimidade do filho wwwe ser preservada, e cada pai e mãe wwwe ter a consciência de saber identifica-la. O objetivo desse controle wwwe ser tão somente com o propósito de garantir a sua segurança, e não wwwe ser utilizado como forma de repreensão á sua individualidade.

Educação virtual

Os pais wwwem orientar seus filhos do mesmo modo que o fariam em relação ás atividades e relacionamentos convencionais. O diálogo wwwe preceder o uso consciente da internet. Algumas dicas que podem ajudar no uso correto da internet por crianças e adolescentes:

•Evite disponibilizar o uso do computador em local que não seja visível pelos pais. O computador na sala é melhor do que no quarto da criação.

•Crie regras de uso do computador. Existem softwares que podem lhe ajudar nessa tarefa, como limitando o acesso à sites de pornografia, delimitando horários de uso, etc.

•Ensine sobre o uso correto da internet também em celular e tablets. Um correto acompanhamento também desses equipamentos pode colaborar na segurança dos filhos.

Você pode utilizar a cartilha de orientação para o USO CORRETO E SEGURO DA INTERNET, organizada pelo projeto SEGURANÇA NA REDE, através do site www.segurancanarede.com.br .

 

Enviado por Fernando Peres, 07/11/14 12:15:26 PM

Milhares de empresas já anunciam que participarão de uma grande promoção coletiva, chamada “Black Friday”, inspirada em uma ação de vendas criada nos Estados Unidos, que acontece sempre na última sexta-feira do mês de novembro, após o feriado de Ação de Graças.

Você muito provavelmente já wwwe ter visto algum anúncio na internet ou recebido algum e-mail, que começam a chegar em dezenas sobre essa promoção.

dor de cabeca

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Os descontos oferecidos no Brasil são muito mais modestos que os da promoção americana, e muitas empresas, principalmente as virtuais, foram notificadas pelo PROCON por indícios de maquiagem nos descontos.

Depois da última promoção, o que se viu na maioria dos casos, foram depoimentos de consumidores indignados com altos preços praticados, além daqueles que eventualmente foram enganados por criminosos, que utilizaram este momento para criar, divulgar e vender produtos através de lojas virtuais falsas.

Infelizmente isso aconteceu para milhares de pessoas.

Desse modo, tome muito cuidado com essas promoções, e não se encante com valores e promoções muito chocantes. Pesquisa de valores nessas horas são muito importantes.

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Algumas dicas rápidas que podem ajudar na sua decisão:

*Desconfie de valores exorbitantemente baixos em lojas desconhecidas;

*Novamente: Loja desconhecida ? Redobre o cuidado. Consulte as referências, telefones e endereço de contato, e confirme tudo ;

*Verifique se a loja possui reclamações de outros consumidores relatando casos abusivos;

*Pesquise os valores mesmo que a loja anuncie que está com desconto. Você pode ter surpresas ao descobrir que em outra loja o mesmo produto, fora da promoção, está mais barato.

*Evite comprar por impulso. O planejamento nessas horas pode evitar inconvenientes futuros.

*NA DÚVIDA ?! NÃO COMPRE !

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Outras dicas podem ser encontradas aqui também:

*Cartilha com dicas de segurança para usuários de internet ensina como navegar com maior segurança na rede

*Relação do Procon já lista mais de 400 lojas virtuais não recomendadas para compras

*Aprenda como evitar golpes em compras em sites estrangeiros

*Aprenda como evitar golpes em sites de compras coletivas

*Compras em sites estrangeiros

*Aprenda a fazer compras seguras na internet

*Decreto altera Código de Defesa  do Consumidor incluindo previsão para comércio eletrônico e compras coletivas

*Você sabe seus direitos ao fazer compras pela internet ?

Enviado por Fernando Peres, 28/10/14 12:22:51 PM

A Polícia Federal tem um canal direito na internet para que as vítimas ou testemunhas de crimes virtuais, para os casos de crimes de ódio, pornografia infantil, genocídio e tráfico de pessoas possam denunciá-los.

A página é  http://denuncia.pf.gov.br/

Sempre que tomar conhecimento de um crime, guarde as provas e denuncie o quanto antes. Quão mais rápido as autoridades policiais tomarem conhecimento melhor. Evite fazer uma propaganda involuntária ao denunciar o crime pelas redes sociais. A publicidade do crime nem sempre ajuda, pois pode fazer com que o criminoso elimine as provas, além de que muitos curiosos venham a acessar a página.

Polícia Federal

http://denuncia.pf.gov.br/

A página da Polícia Federal indica que se trata de um canal exclusivo para crimes ocorridos na internet, e se o crime a que se tem conhecimento foi cometido por outros meios, wwwe ser feito um contato telefônico discando o número 100.

Enviado por admin, 22/09/14 10:10:00 PM

Você tem o costume de ler com cuidado os contratos que lhe pedem para assinar, mesmo que sejam propostos por empresas e pessoas conhecidas?

Apesar de muitas vezes existir o incômodo das inúmeras páginas e letras pequenas, wwwemos ter sempre essa atenção. Porque depois de assinado, o combinado não é caro.

Mesmo que exista a possibilidade jurídica de revisão de um contrato em que alguma cláusula ou o resultado alcançado nesse contrato se mostre abusivo, de qualquer modo pode se tornar desvantajoso e lhe causar uma dor de cabeça desnecessária.

Pacificado que a leitura atenciosa dos contratos que assinamos se faz extremamente importante, passamos para outra questão: os contratos eletrônicos na internet.

Podemos definir contratos eletrônicos aqueles em que a forma em que são realizados foge aos termos convencionais registrados em papel, sendo então concretizados através de meios e equipamentos eletrônicos, e mais especificamente vamos citar o contrato produzido através da internet.

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Esses contratos podem ser intitulados de vários modos, como por exemplo, “termos” de compromisso, confidencialidade, uso, etc., mas independente do modo como são abordados, delegam direitos e obrigações a todas as partes.

Juridicamente um contrato não necessita de uma forma pré-determinada para que ele seja válido, podendo inclusive ser até mesmo verbal, assim os contratos eletrônicos são perfeitamente válidos.

Pode parecer uma definição um tanto quanto óbvia, mas se não inválido ou ilegal é válido, ou seja, não havendo nenhuma questão, cláusula ou obrigação proibida por nosso ordenamento jurídico, ele será eficiente.

A maioria deles são contratos de adesão, ou seja, são obrigações que são propostas sem a possibilidade da outra parte (você) mudar os termos e cláusula. A única escolha permitida é aceitar ou não aquelas condições.

Você pode talvez até não perceber, mas lhe é apresentado um contrato em praticamente todos os serviços, mesmo que gratuitos, que lhe possibilitam realizar um cadastro (como por exemplo, um serviço de e-mail ou rede social) e principalmente em compras em lojas virtuais.

O que não for delimitado pela nossa legislação poderá ser determinado pelos contratos. Assim, caso não se atente a essa importante etapa, poderá aceitar condições em uma compra virtual que poderão não ser favoráveis ao consumidor, como por exemplo, a cidade em que se fará a assistência técnica de um equipamento ou mesmo em caso de uma disputa judicial qual o foro elegido para a resolução de questões.

Isso pode acontecer quando são assinados contratos de empresas e entidades internacionais. Você poderá não ser auxiliado pela justiça nacional e até mesmo esse contrato poderá ditar que as disputas judiciais serão realizadas em outro país, inviabilizando o interesse e as compensações por eventuais perdas que o consumidor tenha absorvido.

Importante lembrar que o que estiver normatizado em nossa legislação prevalece sobre qualquer outro termo, e pode ser considerado abuso, caso ela não siga. O mesmo vale para o Código de Defesa do Consumidor, que por sinal acredito que wwweria ser leitura obrigatória para todo cidadão, sem exceção.

Vale a pena compartilhar algumas dicas que poderão evitar surpresas futuras:

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  • Não tem segredo, qualquer contrato vale a pena ser lido. Não “assine em branco”.
  • Ao realizar uma compra na internet, verifique informações como: 1. Condições para assistência técnica, 2. Lugar (cidade) para a resolução de problemas e ações judiciai, 3. A previsão para a desistência ou troca do produto.
  • O contrato wwwerá prestar informações sobre a empresa ou a entidade. Um contrato correto e bem feito wwwerá registrar, por exemplo, o nome e razão social e endereço do vendedor.
  • Caso quiser registrar o contrato, guarde uma cópia da tela (Print Screen), do documento por completo. Para questões mais sérias e se você precisar registrá-lo para usar como uma prova em uma ação judicial, por exemplo, você wwwerá fazer uma ata notarial em um cartório. Esse documento terá fé pública, que naquela página e naquela data, aquelas informações estavam lá.

•Vale reforçar : leia-o!

Enviado por Fernando Peres, 15/09/14 9:45:00 PM

Alguns provedores de e-mail e redes sociais como o Google e o Facebook disponibilizam a opção de dupla verificação de autenticação, que poucas pessoas utilizam. Essa dupla verificação permite, por exemplo, que ao acessar o seu e-mail com a senha já cadastrada, uma segunda senha temporária seja enviada para o seu celular, de modo que somente quem tiver esse acesso (esperamos que somente você) poderá acessar a página. Medidas como essa ajudam em muito a evitar que terceiros acessem inwwwidamente a sua conta.

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Veja como fazer essa configuração em alguns serviços:

* Google

* Facebook

* Twitter

* Microsoft

Enviado por admin, 11/09/14 6:15:00 PM

Um Pai de um adolescente, ao saber que seu filho tinha cometido um crime na internet, criando um perfil falso no Twitter, de uma pessoa renomada da cidade em que viviam, mesmo sabendo que cada mensagem era visualizada por mais de 50 mil pessoas disse… “Ele estava somente brincando”.

Muitas pessoas ainda não possuem a consciência de que a Internet pode ser tornar indomável quando propagamos uma mensagem, principalmente se for algo que irá atingir outra pessoa de forma nociva.

Tratando-se ainda de crianças e adolescentes, os Pais wwwem possuir uma atenção especial sobre de que forma os filhos utilizam a internet, não só dentro como fora de casa.

A responsabilidade sobre todos os atos dos filhos recai sobre os Pais e Responsáveis, inclusive na internet.

Em caso de algum dano, seja ele material ou moral, causado por uma criança ou adolescente os Pais serão responsabilizados, conforme ensina o artigo 932 do Código Civil, que diz que:

Art. 932
São também responsáveis pela reparação civil:I – os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;
II – o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados, que se acharem nas mesmas condições;

Isso pode acontecer quando o adolescente ofende a honra de uma pessoa, difamando-a por exemplo. A pessoa ofendida poderá buscar a reparação inclusive através de indenização por danos morais.

Recentemente um aluno de uma escola criticou de forma exagerada a sua professora. Nesse caso, os reconhecimentos do erro do filho pelos pais fizeram que ele pedisse desculpas a professora publicamente. Em outro caso extremamente semelhante, os Pais tiveram conhecimento do ocorrido demasiadamente tarde, e do mesmo modo não tomaram nenhuma providência para inibir a ofensa à também uma professora.

rgbstock.com

A Internet tem sido um meio para a ocorrência de outra prática, o Bullying. Do modo convencional poderia ser definido como atos físicos ou psicológicos contra um indivíduo. Porém na internet, apesar de ser somente um ataque psicológico, pode ser feito utilizando-se não só de palavras, imagens e vídeos, mas um de seus maiores perigos é a rápida e fácil propagação que isso possa atingir.

O Cuidado e atenção dos pais em relação aos filhos vale tanto para saber se eles não sofrem de cyberbullying de forma passiva, ou são os causadores dessas agressões contra outros adolescentes.

Cada pai com certeza saberá o melhor modo de poder tratar desse assunto. Mas além do wwwer de assistir os filhos, ele também tem o Direito e wwwer de prestar-lhes a Educação necessária.

Temos como tradição algumas situações como dizer aos filhos para não dar atenção á estranhos na rua, ou então ao saírem de casa questionar com quem estarão durante esse período. Na vida virtual deles podemos tomar as mesmas precauções.

Muitos Pais podem ter um receio em monitorar as ações cibernéticas dos filhos, em relação a uma possível invasão de privacidade, porém não cometem nenhum crime, e pelo contrário, praticam o exercício do “Poder Familiar”, conforme registrado no artigo 1.630 do Código Civil Brasileiro que explica que :

Art. 1.630.
Os filhos estão sujeitos ao poder familiar, enquanto menores.

Vale ainda ressaltar o que diz o artigo 1.634, também do Código Civil :

Art. 1.634.
Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores:I – dirigir-lhes a criação e educação;
II – tê-los em sua companhia e guarda;
VII – exigir que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição.

Além de ensinar aos filhos que wwwem tratar os assuntos na internet com uma grande cautela, todas essas precauções ajudarão que pessoas mal intencionadas não tentem enganá-los. Sem intenção nenhuma de alarmar, porém com o propósito de evitar acontecimentos mais graves, wwwemos lembrar que a internet tem se tornado uma ferramenta de grande uso de pedófilos e aliciadores de menores.

Em reportagem realizada em um programa de TV, foram demonstradas algumas técnicas que essas pessoas usam, através da internet, para entrar em contato e tentar convencer a adolescentes.

Em que pese que não seja uma tarefa fácil, algumas dicas podem ajudar a pelo menos minimizar algumas dessas preocupações.

  1. Saibam quais são os hábitos de seus filhos na internet, quais tipos de sites ele acessa e o que mais gosta de fazer.
  2. Acompanhe as atividades de seus filhos nas Redes Sociais
  3. Procure deixar o computador em um local visível dentro de casa, como por exemplo, na sala.
  4. Determine os horários que eles poderão usar o computador.
  5. Instale filtros e controle quais sites poderão ser acessados ou bloqueados. Existem programas que emitirão um alerta caso sejam digitadas palavras chave que você pode configurar.
  6. Um bom antivírus instalado e atualizado também ajudará a evitar que sites e arquivos maliciosos sejam acessados
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Ensine a seus filhos que :
  • Jamais se deixem fotografar em situações constrangedoras, inclusive através de uma web cam ou celular.
  • Não wwwem enviar fotos e informações pessoais a desconhecidos. Mesmo que ainda sejam pessoas confiáveis, essas informações podem cair em mãos erradas e causar transtornos irreparáveis.
  • Devem tomar cuidado ao adicionar novos “amigos virtuais”, e não marcarem encontros com amigos virtuais. Caso haja essa necessidade que o faça em locais públicos e vá acompanhado.
  • Ao publicarem algo na internet isso não ficará restrito aos amigos. Pessoas de má fé podem utilizar dessas informações para prejudicar outras pessoas.
  • Caso observarem algo de estranho no computador, que comuniquem aos Pais, e caso seja necessário, entrem em contato com um profissional para fazer uma averiguação mais profunda.
  •  
Enviado por Fernando Peres, 05/09/14 6:09:08 PM

Muitos de nós tivemos já triste experiência de perder um notebook, um tablet ou celular, ou até mesmo casos de roubos e furtos, nas mais diferentes situações.

Depois de passar por essa dor de cabeça, começamos a pensar o que poderíamos ter feito para prevenir, ou menos minimizar as consequências, que não se restringem a danos materiais, mas podem nos prejudicar ainda mais em razão das informações e arquivos no aparelho.

Algumas dicas (para que possamos seguir antes de um eventual incidente) podem nos ajudar, e não precisam de muita explicação, mas em razão da sua importância precisam ser lembradas.

freedigitalphotos.net

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1 – BACKUP

Além do tradicional backup dos documentos, você poderá ainda fazer um backup automático de seus documentos na nuvem. Programas como Dropbox, Google Drive, entre muitos outros, podem ajudar a evitar que a perda de equipamentos traga mais consequências. Fazendo o backup automático, você poderá ter as últimas alterações dos documentos e suas versões mais recentes, caso se esqueça de fazer o backup manual com mais frequência.

2 – PERDA DE PEN DRIVE E HD’S

Que tal colocar uma senha nos seus dispositivos de armazenamento ? Você pode utilizar o software TrueCrypt para criptografar o seu pen drive ou HD, de modo que terceiros mal intencionados não tenham acesso aos arquivos, caso estejam na posse do equipamento. Você não terá o equipamento de volta, mas evitará que os arquivos e informações sejam utilizados inwwwidamente.

3 – CRIPTOGRAFIA NO NOTEBOOK

Você pode utilizar o mesmo processo de criptografia em seu computador, evitando que os arquivos sejam acessados inwwwidamente. O programa TRUECRYPT criptografa os arquivos de modo que somente quem tem a senha poderá acessá-lo.

4 – E SE O CELULAR, TABLET OU NOTEBOOK PUDESSE SER LOCALIZADO ?

Você pode instalar o software de rastreamento PREY em seu computador, que além de fazer um rastreamento da provável localização do aparelho ainda tem inúmeras outras funcionalidades como enviar uma mensagem para o aparelho, bloquear o seu acesso através de uma senha, em alguns casos tirar uma foto com a câmera do aparelho e ainda muitas outras funcionalidades que poderão ajudar na localização do equipamento. São informações que poderão inclusive ajudar a polícia nas investigações.

Todos os programas citados tem sua versão gratuita.

Você não terá uma garantia da localização do equipamento, pois dependerá de que aquele que esteja com o aparelho o utilize sem fazer qualquer alteração prévia, mas em alguns casos poderá lhe ajudar com muitas informações.

Essas dicas são somente algumas que podem ajudar a diminuir eventual dor de cabeça na perda ou furto de aparelhos eletrônicos, mas que já ajudaram muitos usuários.

A prevenção precede a contenção.

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