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Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 27/06/14 11:15:29 AM
Ir e Vir de Bike: de mudança para um novo ciclo.

Ir e Vir de Bike: de mudança para um novo ciclo.

Há um momento na vida em que é preciso tirar as rodinhas de apoio e aprender a pedalar sozinho com as próprias pernas, mantendo sempre o equilíbrio. Por isso, o Ir e Vir de Bike está de casa nova. Após três anos hospedado aqui no site da Gazeta do Povo, o blog dá início a um novo ciclo e passa a ser editado de forma independente sob domínio próprio (www.irevirdebike.com.br).

Essa mudança tem como objetivos ampliar os horizontes de atuação do Ir e Vir de Bike e consolidar o blog como um importante fórum de discussão sobre mobilidade urbana sustentável, referência para os movimentos cicloativistas do Paraná e de todo o Brasil.

Nestes três anos de estrada, o blog contribuiu para os avanços na ciclomobilidade de Curitiba, dando voz aos que pedalam. Como resultado, atingiu milhões de leitores e conquistou a confiança de mais de 58 mil seguidores, que leem e compartilham as notícias e informações sobre o universo das duas rodas pela fan page do Ir e Vir de Bike no Facebook.

Aliando o jornalismo e a paixão pelo universo das duas rodas, o blog seguirá cumprindo seu papel estratégico de promover a bicicleta como ferramenta transversal, em torno da qual gravitam temas que afetam diretamente a vida de todos, tais como cidadania, mobilidade, urbanismo, transporte público, meio ambiente, saúde, educação, esporte e lazer.

Tudo isso com um trabalho feito com independência, prestando serviço, apontando as falhas e apresentando propostas, cobrando o poder público com firmeza, mas sem abrir mão da ética e dos princípios do bom jornalismo.

À Gazeta do Povo, fica registrado o agradecimento por ter acreditado desde o início que a bicicleta é um assunto que merece o devido espaço – no papel, na tela do computador e, principalmente, nas ruas. Nas páginas do jornal, nos blogs, rádios ou televisões, cada vez que a bicicleta entra na pauta, a discussão sobre o futuro das nossas cidades fica mais rica e democrática.

Aos leitores e amigos do pedal, fica o convite para que sigam pedalando e acompanhando o Ir e Vir de Bike.

Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 27/05/14 4:28:01 PM
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Pneu furado logo pela manhã: frustração.

didierPara um ciclista — viajante ou peregrino — nada é mais frustrante do que iniciar o dia com o pneu furado. Foi assim que a quinta etapa do Bike Compostela começou em Logroño. Além disso, um braço do suporte do bagageiro entortou com o peso dos alforjes, impedindo a roda traseira da minha bicicleta de girar livremente.

Esses pequenos contratempos atrasaram nosso pedal em mais ou menos uma hora, mandando para o espaço o já escaço bom-humor que tenho ao acordar cedo.

Mas não foi preciso pedalar muito para entender que, mesmo diante dos tombos e contratempos da vida, o importante é seguir em frente pelo Caminho.

Antes da entrada de Najera, tivemos um encontro emocionante com Didier, um francês que também está fazendo o Caminho de Santiago de Compostela sobre duas rodas – mas as dele são paralelas e presas a uma cadeira.

Portador de esclerose múltipla, Didier perdeu a capacidade de andar há cinco anos. Há alguns meses, iniciou em Bordeux, na França, sua peregrinação. Em sua cadeira de rodas, ele percorre entre 20 e 25 quilômetros por dia na Rota Jacobea. Durante a jornada, ele perdeu sua mochila com dinheiro e todos os seus pertences. Desde então, vem usando as coisas que encontra pelo caminho, deixada por outros peregrinos, e recorrendo à caridade para comer e se hospedar nos albergues.

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Sem andar há cinco anos, o francês Didier percorre o caminho em busca de um milagre: dar apenas um passo.

Seu objetivo é chegar em Santiago de Compostela em busca de um milagre. “Acredito em Deus e quero voltar a caminhar. Nem que seja para dar apenas um passo”, diz.

Antes de alcançar seu objetivo, Didier diz que já sente os pequenos milagres do caminho acontecendo em sua vida. “Me sinto melhor fisicamente e também de coração. Não consigo parar e tenho de seguir em frente”, relata.

Mais que uma história emocionante, o exemplo força e perseverança de Didier é um tapa na cara do caminho para quem reclama da vida — ou de um mísero pneu furado. Ou, ainda, de quem pode caminhar e, mesmo assim, não sabe bem para onde ir…

Leia o diário da aventura Bike Compostela

Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 22/05/14 5:21:56 PM
Símbolo da peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela.

Símbolo da peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela. (ACN/Ir e Vir de Bike)

Dizem que o Caminho de Santiago de Compostela começa no exato momento em que você toma a decisão de percorrê-lo. A frase tem lá sua verdade filosófica e espiritual, mas nada se compara a ansiedade da véspera de se colocar o pé na estrada – ou melhor, o pedal, já que o objetivo da aventura Bike Compostela é justamente o de percorrer sobre duas rodas a mais famosa rota de peregrinação cristã do mundo.

Após meses sonhando e planejando essa jornada, amanhã (finalmente!) cairemos na estrada para enfrentar os primeiros dos cerca de 750 quilômetros do chamado Caminho Francês.

Bicigrinos: os peregrinos da bicicleta.

Bicigrinos: os peregrinos da bicicleta.

Estamos na cidade de Saint-Jean-Pied-de-Port, uma comuna de apenas 2 mil habitantes, encravada em um vale dos Pirineus Atlânticos, no País Basco Francês, quase na divisa com a Espanha. O dia de hoje foi usado para descansarmos das 30 horas acumuladas de viagem entre Curitiba-Campinas-Lisboa-Madri-Pamplona-Saint-Jean e também para finalizarmos os últimos preparativos antes de iniciarmos o Caminho. Isso incluiu desencaixotar e montar as bicicletas (alugadas por aqui), preparar os equipamentos e passar a bagagem do mochilão para os alforjes.

Também aproveitamos o tempo livre para percorrer as vielas medievais e conhecer histórias e lendas do local, acumuladas desde a Idade Média. Há muito simbolismo e tradição na cidade em torno da peregrinação. A principal delas é a hospitalidade dos albergues para com os peregrinos.

Credencial do Peregrino: salvo-conduto para percorrer o Caminho.

Credencial do Peregrino: salvo-conduto para percorrer o Caminho.

Aqui, a sensação não é a de que o tempo parou, mas a de que ele inexiste ou pouco importa. Caminhando às margens do rio Nive, é possível ouvir apenas o canto dos pássaros, o barulho das águas e do vento soprando na copa das árvores. Neste cenário, pode-se ver a paz e a tranquilidade no rosto de pessoas dos quatro cantos do planeta que se lançam com fé em busca de um sonho – e resolveram fazer isso no ritmo da caminhada e da pedalada.

Os peregrinos chegam à cidade pelo Portal dos Peregrinos –reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco e partem pela Porte d’Espagne (saída), que ao longo dos séculos deu passagem para papas, reis, legionários romanos e os exércitos de Carlos Magno e Napoleão. Além, é claro, de milhões de fiéis rumo a Santiago de Compostela. Amanhã, somam-se a essa lista mais dois peregrinos que sonharam pedalar pelo Caminho.

Leia o diário da aventura Bike Compostela

Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 15/05/14 8:24:09 PM
Carro sobre a faixa preferencial de bicicletas: todos devem aprender a compartilhar o espaço.  (Foto: Manu Saboia)

Carro da Prefeitura sobre a faixa preferencial de bicicletas: todos devem aprender a compartilhar o espaço. (Foto: Manu Saboia)

A implantação de uma via acalmada na Av. 7 de Setembro – um dos principais eixos viários do Centro de Curitiba –, com a criação de uma faixa para circulação de bicicletas, tem gerado intensos e acalorados debates nas redes sociais e fora delas. Isso tudo antes mesmo da conclusão da obra e completa sinalização do local.

Revoltados, muitos ciclistas que trocaram a canaleta do ônibus expresso pelas faixas demarcadas na lateral da pista têm postado fotos de carros invadindo a área que, em tese, deveria ser exclusiva dos ciclistas.

Mas é preciso muita calma nesta hora! Os motoristas não estão errados (ao menos, não desta vez!). O conceito da via acalmada, na qual a velocidade máxima permitida é de 30 quilômetros por hora, é o do compartilhamento do espaço de circulação. Na prática, isso significa que o ciclista tem a preferência, mas não a exclusividade sobre o espaço demarcado – o que ocorre somente nas ciclovias e ciclofaixas regulamentadas e nas bici-caixas dos cruzamentos semaforizados.

Goste-se ou não da proposta, é assim que a via calma da 7 de Setembro vai funcionar daqui pra frente — e isso vale tanto para motoristas quanto para os ciclistas. “Em verdade, todos teremos de reaprender normas de trânsito e a praticar doses maciças de tolerância”, avalia o arquiteto do Ippuc Antônio Miranda, um dos responsáveis pelo projeto da via calma.

Via Calma: preferência não é uso exclusivo. (Foto: Cesar Dornfeld)

Via Calma: preferência não é uso exclusivo. (Foto: Cesar Dornfeld)

Os resultados da 7 de Setembro devem orientar a implantação do modelo em outros eixos da cidade, totalizando 60 quilômetros de vias acalmadas. A Av. Joao Gualberto — entre o Centro e o Terminal do Cabral – e a Padre Anchieta – Centro/Campina do Siqueira — devem ser as próximas a receber esse tipo de infraestrutura. Futuramente, elas podem ser convertidas em ciclofaixas exclusivas.

A concepção desse tipo de espaço tem o mérito de servir de laboratório para ensinar o respeito mútuo no trânsito curitibano. Ali, o motorista pode aprender que o ciclista também é parte do sistema de tráfego e levar esse espírito a outras ruas da cidade, ajudando a “pacificá-las”. Parece ingenuidade acreditar que isso é possível? Mais ingênuo ainda é esperar que os 300 quilômetros de ciclovias prometidos na campanha saiam do papel para começar a pedalar.

Este é um desafio que exige uma mudança de comportamento de todos. Mas o caminho é um só: se queremos uma cidade mais humana, com respeito e harmonia, é preciso saber compartilhar o espaço. É hora de parar de apontar para o erro dos outros e simplesmente fazer o que é certo.

Motoristas, ciclistas e pedestres podem e devem viver em equilíbrio, respeitando as diferenças e especificidades; com preferência do menor para o maior, do não-motorizado sobre o motorizado. Por óbvio, isso não exclui a responsabilidade da Prefeitura de Curitiba e da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) de fiscalizar o cumprimento da legislação de trânsito no local e de promover campanhas educativas e prestar as devidas orientações para o correto uso do espaço, de forma a reduzir a incidência de conflitos, aplicando as sanções necessárias quando for o caso.

Modos de usar a Via Calma da 7 de Setembro

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Motorista/Motociclista

A rua é de todos. Respeitadas as leis de trânsito, o cidadão sobre uma bicicleta tem o mesmo direito de ir e vir do que você em seu carro;

A área demarcada é preferencialmente dos ciclistas. Se precisar usá-la, sinalize adequadamente sua intenção;

O ciclista tem preferência na via e nos cruzamentos. Seja gentil e ceda a passagem!

A velocidade máxima da via calma é de 30 km/h. Se estiver com pressa, use os binários nas vias paralelas;

Respeite a marcação das bici-caixas nos cruzamentos. Essa área é exclusiva dos ciclistas;

Dê preferência aos pedestres nas travessias elevadas. Se alguém for atravessar, pare o carro e dê a passagem;

Entenda: assim como o pedestre, o ciclista não é obrigado a usar o capacete.

Ciclista
placa-bike Nunca, jamais, sob hipótese alguma use a canaleta do ônibus expresso. Não há desculpa, não há argumento, não tem “mas” nem “mi-mi-mi”. Lugar de bicicleta é na via, junto com os veículos. Dê o bom exemplo e ocupe seu espaço!;

A rua é de todos. Respeitadas as leis de trânsito, o cidadão dentro de um carro tem o mesmo direito de ir e vir do que você sobre sua bicicleta;

Você tem a preferência na área demarcada, mas os carros também podem usá-la. Fique atento à indicação do motorista e às setas dos veículos;

Quando o motorista ceder a passagem, agradeça com um sorriso no rosto e um “joinha”! Gentileza gera gentileza;

A velocidade máxima de 30 km/h também vale para quem pedala. A rua não é pista de treino;

Respeite o sentido da via e o sinal vermelho. As leis de trânsito são para todos;

Use os equipamentos de segurança e sinalização obrigatórias em sua bicicleta;

Dê preferência aos pedestres nas travessias elevadas. Se alguém for atravessar, pare a bike e dê a passagem;

Tente fazer isso em todas as ruas da cidade.

Pedestres
432_1_ggNunca, jamais, sob hipótese alguma caminhe na via de tráfego. A área tampouco é pista de cooper;

A rua é de todos. Respeitadas as leis de trânsito, todos têm o direito de ir e vir;

Atravesse a rua apenas nas faixas de pedestre e travessias elevadas;

Não se esqueça que a canaleta do ônibus expresso continua com velocidade acima dos 30 km/h. Tenha cuidado ao fazer a travessia.

Você tema preferência nas travessias elevadas. Quando lhe derem a passagem, seja gentil e agradeça com um sorriso!

 

Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 28/04/14 6:33:04 PM
(Foto: Juliano Cunha – Banda B)

(Foto: Juliano Cunha – Banda B)

Na manhã desta segunda-feira (28), a ciclista Letícia Rodante ia pedalando para a casa do noivo, onde almoçaria com ele. Mas ela não chegou ao destino: foi atropelada em um cruzamento por um caminhão, enquanto trafegava em uma ciclovia paralela à BR-277. Arrastada por cerca de cinco metros, ela morreu na hora e no local. Letícia tinha 36 anos e deixa uma filha de 13 anos.

Não se trata apenas de mais um a acidente de trânsito ou mera fatalidade. É impossível ignorar o fato de que a morte da ciclista foi causada por um veículo grande e pesado, levando nas laterais o brasão da Prefeitura de Curitiba. O motorista – que confessou à Polícia Rodoviária Federal que já se envolveu em um acidente que deixou um menor morto (e ainda não foi julgado) – é apenas mais um cúmplice. Há muito simbolismo na morte de Letícia e os fatos falam por si.

Conheço bem o trecho onde ocorreu o atropelamento, em uma ciclovia paralela à BR-277, no bairro Jardim das Américas. É por ali que passo todas as vezes que vou ao Centro pedalando. Trata-se de um trecho precário, com asfalto rachado, praticamente tomado pelo mato e sem qualquer tipo de sinalização ou iluminação. Mas é a única infraestrutura disponível para quem quer acessar o Centro a partir deste ponto da cidade – é isso, ou arriscar-se no acostamento da BR. Chegamos ao ponto em que nem mesmo as ciclovias são um lugar seguro para quem quer pedalar em Curitiba.

Letícia Rodante (Reprodução/Facebook)

Letícia Rodante (Reprodução/Facebook)

A morte de mais um ciclista nas ruas da cidade é perturbadora. Não é a primeira, nem a segunda. Já são quantas mortes desde o início do ano? Puxando pela memória, dá quase uma fatalidade a cada 15 dias…

Isso tudo sob um governo que prometeu fazer de Curitiba uma cidade exemplo em ciclomobilidade, cujo prefeito foi tomar posse pedalando – e que tem pessoas comprometidas com a causa das duas rodas em cargos comissionados no Ippuc e na Setran. Mas, prestes a alcançar metade de seu mandato, o que Fruet tem a mostrar, além do saldo trágico e de meia dúzia de promessas, das quais só cumpriu 1%?

Recentemente, a prefeitura de Curitiba comemorou o fato de que o número de mortes no trânsito ter caído 20% no ano passado. Porém, o saldo é de 191 pessoas que perderam a vida nas ruas da cidade em 2013, algo ainda bastante incômodo e significativo.

Nova York colocou como meta zerar as mortes no trânsito daquela cidade em uma década. Qual o plano de Curitiba? Quantas mortes são toleradas por ano por aqui? Como reduzir o número de fatalidades? Será que é possível chegar lá usando apenas os conselhos engraçadinhos de uma personagem fictícia “que sabe tudo de bailão, de Facebook e, claro, de trânsito moderno”?

No limite

A esperança de que as coisas podem melhorar está por um fio. A cada morte registrada, a utopia de uma cidade humana vai ficando mais distante. Casos como o de hoje tornam inviáveis quaisquer argumentos para convencer as pessoas de que é possível ir de bike e voltar vivo para casa. Ninguém quer ser mártir de uma causa. O que os ciclistas querem é apenas poder optar por um meio de transporte alternativo, eficiente e viável para curtas distâncias.

É preciso se ter em mente que essa onda de desilusão pode frear um dos poucos impulsos de energia cívica que ainda resistem em uma cidade cada vez mais individualista. Mas, como bem observou o leitor do blog Ítalo Moura ao comentar o post sobre a morte de Letícia, no fim das contas, a prefeitura vai acabar cumprindo sua promessa de resolver o problema da ciclomobilidade. A solução é simples: “Sem ciclistas, sem problemas”.

Outro lado

Por meio de nota publicada por meio das redes sociais, a Prefeitura de Curitiba diz lamentar profundamente o acidente que resultou na morte da ciclista e informa que o motorista do caminhão envolvido no acidente vai passar por perícia médica e está afastado de suas atividades. “A Prefeitura acompanha as investigações dos órgãos responsáveis sobre as circunstâncias do acidente para então avaliar que procedimentos serão adotados”, completa a nota.

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