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Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 17/04/14 8:52:26 PM
(Foto: Luiz Costa/SMCS)

(Foto: Luiz Costa/SMCS)

Fui um crítico ferrenho do projeto do viaduto estaiado na Avenida das Torres, em Curitiba, desde que a ideia veio a público. Mas, agora que a obra está pronta e foi entregue aos cidadãos, sou obrigado a admitir publicamente e reconhecer: eu estava certo!

Aos fatos: a obra tornou a cidade um lugar pior – falo com propriedade, já que sou morador do Jardim das Américas e vizinho do viaduto. Ruas calmas do bairro foram alargadas e perderam árvores que formavam um túnel verde. As pessoas que passeavam nas ruas com cães e carrinhos de bebê agora ficam praticamente ilhadas. As pessoas perderam o espaço e a vida comunitária, que respirava por aparelhos, morreu de vez sufocada.

Mas, e os carros?! Há sim! Estes vão bem…bem mais rápido, já que a velocidade das ruas foram aumentadas para 40 km/h; uma pequena diferença que triplica a probabilidade de morte de pedestres ou ciclistas em caso de atropelamento, de 5% para 16%.

Ducci e sua claque: R$ 84 milhões para um cartão postal e uma campanha fracassada.

Ducci e sua claque: R$ 84 milhões para um cartão postal e uma campanha fracassada.

Não cabe aqui voltar a questionar o custo exorbitante, a utilidade ou a falta de bom-gosto estético da obra. Seria como chutar cachorro morto. Além do mais, o “jênio” que teve a ousadia de tirá-la da prancheta já começou a pagar nas urnas o karma político que deveria. (E, se Buda quiser, vai continuar pagando por, no mínimo, mais umas 84 encarnações!).

Mas, já resignado com a fatalidade de que como cidadão-contribuinte me caberia apenas o destino de ajudar a pagar os R$ 84 milhões pela brincadeira e contemplar o monumento ao desperdício, sou surpreendido ao ver que o que era ruim conseguiu ficar ainda pior.

E a culpa já não é mais só do politicamente-finado Luciano Ducci, mas também pode ser dividida com o prefeito Gustavo Fruet, que herdou a bomba, mas conseguiu torná-la ainda pior do ponto de vista urbanístico.

Ao apresentar o projeto do “novo cartão postal” de Curitiba, ainda em 2011, a prefeitura previa que, “além das pistas, o viaduto terá ciclovia compartilhada nas laterais para o trânsito seguro de ciclistas e pedestres”. Pois bem, inaugurada a obra (sem cerimônias), não há demarcação de área exclusiva para ciclistas e pedestres, como projetado e divulgado inicialmente.

Viaduto em uma cidade excludente e carrocrata. (Foto: Reprodução)

Viaduto em uma cidade excludente e carrocrata. (Foto: Reprodução)

Ok. Nas laterais há um guard-rail de concreto como (única) opção para quem anda ou pedala e precisa atravessar o viaduto. Mas isso não é nem de longe uma ciclovia compartilhada.

É simbólico e ao mesmo tempo sintomático que no viaduto há uma placa enorme que faz questão de dizer em letras garrafais: acesso proibido para pedestres e ciclistas.

Vivemos em uma cidade carrocêntrica e excludente. Ainda que, por questões de segurança, não seja recomendável que pessoas andem ou pedalem por ali, uma placa orientando ciclistas e pedestres a usarem a ciclovia compartilhada e devidamente sinalizada seria uma solução mais digna e honrosa. Fruet preferiu o outro caminho…

Ponte para o progresso

Guadalajara (México), Medellín (Colômbia) e Cartum (Sudão) são cidades que também tentaram, sem sucesso, fazer de pontes estaiadas seus cartões postais. No entanto, não se tem registros confiáveis de quantos turistas as obras multimilionárias atraem por ano. Mas não deixa de ser interessante perceber que há algo em comum além das pontes em cidades que oferecem obras faraônicas como símbolo do desenvolvimento…

Enquanto isso, na Holanda…

Hovenring, na cidade de Eindhoven. Rotatória estaiada para ciclistas custou 30 milhões de euros — exatamente o mesmo custo do viaduto estaiado de Curitiba pelo preço médio do euro nos últimos dois anos. Surpreendentemente, ainda não se viu nenhum cartão postal da cidade com a foto da nova ponte — nem para turista, tampouco para campanhas políticas.

Hovenring: rotatória estaiada para ciclistas custou 30 milhões de euros, praticamente o mesmo do viaduto de Curitiba.

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Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 14/04/14 7:25:42 PM
Parque Guairacá: cesde o início da gestão Fruet, Curitiba ganhou 1,3 km de ciclovia compartilhada. (Foto: Luiz Costa/SMCS)

Parque Guairacá: desde o início da gestão Fruet, Curitiba ganhou 1,3 km de ciclovia compartilhada. (Foto: Luiz Costa/SMCS)

Até agora, nenhuma nova vaga para estacionamento de bicicletas e apenas 1 quilômetro e 300 metros de ciclovia nova; dentro de um parque. Para não ter que admitir o fato de que a execução dos planos de ciclomobilidade está muito aquém do ideal, a prefeitura de Curitiba passou por cima da legislação e deixou de responder adequadamente a um questionamento feito por um cidadão com base na Lei de Acesso à Informação.

Em vigor desde maio de 2012, a Lei nº 12.527/2011 dá ao cidadão comum o direito fundamental de acesso às informações do poder público. Porém, um requerimento formulado ao Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), com questionamentos claros e precisos  sobre a criação de infraestrutura para bicicletas na cidade, foi respondido de forma evasiva pela Coordenação de Projetos, negando o direito de acesso à informação garantido em lei, sob a justificativa de que os detalhes só poderão ser fornecidos à sociedade “no momento oportuno”.

Cabe lembrar que a referida lei, em seu artigo 32.º, qualifica como conduta ilícita, que enseja responsabilidade do agente público, “recusar-se a fornecer informação requerida nos termos desta Lei, retardar deliberadamente o seu fornecimento ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta, incompleta ou imprecisa”.

A legislação federal só exime a obrigação na prestação das informações por parte do poder público quando o sigilo é imprescindível à segurança da sociedade e do Estado – o que, convenhamos, não parece ser o caso dos paraciclos e ciclovias da capital paranaense.

É extremamente preocupante que critérios subjetivos sejam usados para negar a um cidadão o acesso a um direito. Uma das finalidades da Lei de Acesso é justamente a de fomentar o desenvolvimento da cultura de transparência na administração pública, pilar fundamental para o fortalecimento da Democracia. A prefeitura de Curitiba perdeu um momento oportuno…

Transparência a fórceps

Ippuc projeta 240 vagas para bicicletas na cidade. Paraciclos estão em fase de licitação.

Ippuc projeta 240 vagas para bicicletas na cidade. Paraciclos estão em fase de licitação, mas dados do processo foram omitidos.

Após ter sido questionada pelo blog Ir e Vir de Bike sobre a inconformidade das respostas, a prefeitura de Curitiba enviou ao requerente “informações complementares”, desta vez, redigidas e assinadas pelo próprio presidente do Ippuc, Sérgio Pires. O documento foi enviado como sendo uma resposta a um “recurso” que sequer foi interposto pelo demandante inicial.

É apenas a partir das respostas fornecidas após pressão da imprensa, por exemplo, que é possível saber que, desde janeiro de 2013, não foram criadas novas vagas para estacionamento de bicicletas (paraciclos) em Curitiba. Segundo o Ippuc, foram projetados 25 conjuntos de paraciclos — perfazendo 240 vagas para bicicletas –, que atualmente se encontram em fase de licitação na Secretaria Municipal de Obras Públicas. A resposta oficial, entretanto, não contempla a referência para acompanhamento do processo licitatório, conforme solicitado.

O Ippuc informa ainda que desde o início da atual gestão, a cidade ganhou 1,3 quilômetro de novas vias para circulação de bicicletas, na forma de passeio compartilhado, no Parque Municipal Guairacá. O documento revela ainda que estão em execução 7,2 km de ciclofaixas na Av. Marechal Floriano Peixoto; 19,2 km de passeio compartilhado e ciclofaixa na calçada na Av. Comendador Franco (Av. das Torres), 2,3 km correspondentes à requalificação e ampliação de ciclofaixa na calçada na Av. Getúlio Vargas e mais 600 metros de passeio compartilhado no Parque Guairacá. Isso adicionará aproximadamente 30 quilômetros à malha cicloviária do município – cerca de 10% do Plano Cicloviário apresentado pelo Ippuc. Outros 19,1 quilômetros estão em fase de projetos ou de licitação.

O Ippuc informa ainda que está elaborando o projeto para implantar bicicletários em sete terminais de ônibus – que serão implantados com verbas do PAC 2, do Governo Federal.

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Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 11/04/14 4:57:56 PM
Protesto de ciclistas por criação do bicicletário no Mercado Municipal (Foto: Priscila Maris)

Protesto de ciclistas por criação do bicicletário no Mercado Municipal (Foto: Priscila Maris)

O Mercado Municipal de Curitiba recuou da decisão de proibir bicicletas em seu estacionamento e anunciou que, em um prazo máximo de 30 dias, vai converter uma das vagas dos carros em um bicicletário.

A decisão foi tomada ontem (10) pela Associação dos Comerciantes Estabelecidos no Mercado Municipal (Acesme), permissionária do estacionamento, em reunião com representantes da prefeitura de Curitiba. Há cerca de um mês, a Acesme havia proibido a o estacionamento de bicicletas no local alegando não possuir estrutura física e de segurança para isso.

A revogação da proibição ocorreu apenas três dias após o fato ter sido noticiado pelo blog Ir e Vir de Bike. O post teve grande repercussão, com mais de 13,6 mil visualizações, 100 compartilhamentos, 80 curtidas pelas redes sociais. A prefeitura interviu junto à Acesme através da Secretaria de Abastecimento e propôs uma solução para o problema.

 

Segundo um dos representantes da prefeitura presentes na reunião, a Acesme garantiu que já tem verba para custear a implantação do paraciclo e deve iniciar o levantamento de preços nos próximos dias. Como a benfeitoria será custeada integralmente pela associação, há a dispensa de licitação. O compromisso é de que o paraciclo esteja em funcionamento no prazo máximo de 30 dias.

Bom negócio para todos

Mercado Municipal vai construir bicicletário em seu estacionamento.

Mercado Municipal vai construir bicicletário em seu estacionamento.

O bicicletário implantado será com suportes no formado de “U invertido”, considerado o mais adequado, e terá capacidade para acomodar no mínimo dez bicicletas. O uso do espaço será pago pelo usuário e deve ficar entre R$ 1,5 e R$ 2 a hora.

A título de comparação, o preço por hora de um veículo no estacionamento é de R$ 6. A mesma vaga, com capacidade para 10 bicicletas pode gerar entre R$ 15 e R$ 20 pelo mesmo período, uma rentabilidade até 233% maior, o que prova que dar espaço para a bicicleta também é um bom negócio.

Em contrapartida, o ciclista terá controle de entrada e saída, como é feito com os veículos, e a garantia de que o estacionamento é juridicamente responsável pela segurança de sua bicicleta durante o período em que estiver no local.

Paraciclo

Independentemente do bicicletário no estacionamento, a prefeitura de Curitiba está encaminhando o processo de licitação para implantação de um paraciclo gratuito no entorno do Mercado Municipal. O blog Ir e Vir de Bike apurou que o processo está paralisado no Ippuc por conta de uma contestação da Procuradoria Geral do Município (PGM), que exige que o órgão comprove documentalmente que o local que receberá o equipamento é de fato uma área pública.

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, “não é possível precisar uma data para a instalação, mas espera-se que o processo esteja concluído até o fim deste semestre”.

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Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 10/04/14 9:24:49 PM

Manual com legislação comentada sobre bicicletas no trânsito e adesivo sobre respeito ao ciclista serão entregues junto com a CNH.

Quem quiser tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Paraná ou passar pelo curso de reciclagem de motoristas terá de saber obrigatoriamente as questões da legislação envolvendo as bicicletas e os ciclistas no trânsito. O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) deverá tornar obrigatório o conteúdo em pelo menos uma das 30 questões que compõem o teste teórico para emissão da carteira de motorista.

O compromisso de incluir as questões do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) nos testes foi formalizado em uma reunião na tarde desta quinta-feira (10) entre representantes da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu (CicloIguaçu) e o diretor-geral do Detran-PR, Marcos Traad.Atualmente, as provas do Detran são geradas por sorteio aleatório com base em um banco de dados com um total de 1.540 questões — das quais apenas 22 se referem diretamente à legislação de trânsito sobre bicicletas, ciclistas ou ciclovias. Atualmente, a probabilidade de que um motorista responda ao menos uma questão sobre a bicicleta no trânsito é de 1,42% — ou seja, de cada 70 provas aplicadas, apenas uma acaba recebendo esse tipo de conteúdo.

Sede do Detran-PR: bicicletas serão conteúdo obrigatório na prova para emissão da CNH.

Sede do Detran-PR: bicicletas serão conteúdo obrigatório na prova para emissão da CNH.

Com a mudança, o sistema passará obrigatoriamente a incluir uma questão na prova teórica, tornando o conteúdo parte do processo de aprendizagem dos novos motoristas. “Isso gera um efeito positivo e envolve também os Centros de Formação de Condutores (CFCs), que passam a ensinar o tema com mais atenção”, avalia Traad. O resultado esperado é, através do processo educacional, fomentar a cultura do respeito e aumentar a segurança nas ruas e estradas do Paraná tanto para quem dirige quanto para quem pedala.

Segundo o Detran, ainda não há prazo definido para essa nova exigência entrar em vigor, mas houve o compromisso do diretor do órgão em colocá-la em prática. O próximo passo será a formação de um grupo de trabalho interno para implantar a medida e fazer as mudanças necessárias no sistema de informações que gera o conteúdo das provas do Detran-PR. Essa alteração é simples uma vez que autorizada, segundo fontes da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar). “Se a mudança no sistema é fácil, então há como fazer. É uma medida altamente pertinente e interessante”, diz Traad.

Para complementar as questões já existentes no banco de dados do Detran-PR, a CicloIguaçu e os ciclistas em geral também poderão dar contribuições, com conteúdo pertinente ao tema das bicicletas no trânsito.

CNH e manual

Na reunião, também foi discutida a idéia de entregar ao todos os motoristas do Paraná, junto com a CNH, uma cópia do manual sobre a legislação de trânsito e os ciclistas. O material, produzido pela ONG Transporte Ativo, traz uma coletânea dos artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que fazem referência aos ciclistas, com interpretação e comentários. O condutor também deverá receber um adesivo referente ao artigo 201 do CTB, que considera infração média, passível de multa, deixar de guardar distância de 1,5 metro ao passar ou ultrapassar bicicleta. A operacionalização da medida será estudada pelo coordenador de educação para o trânsito do Detran-PR, Juan Ramón Soto Franco.

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Enviado por Alexandre Costa Nascimento, 09/04/14 5:17:57 PM
Servidores do Senado promovem Bicicletaço para exigir infraestrutura para quem usa a bike no dia a dia.

Servidores do Senado promovem Bicicletaço para exigir infraestrutura para quem usa a bike no dia a dia.

Um movimento em favor do uso da bicicleta começou a ganhar força nos corredores do Senado Federal, em Brasília. Não, infelizmente (ainda?) não são as Suas Excelências que resolveram pedalar de terno e gravata. Os servidores da Casa promoveram um “bicicletaço” na última segunda-feira (7) para reivindicar à administração da Casa a melhoria da infraestrutura de apoio aos ciclistas, com a construção de paraciclos e vestiários, para que mais servidores possam optar por esse meio de transporte. As informações são da Agência Senado.

Os servidores se encontraram no Museu Nacional às 8h e, depois de percorrerem 2,5 quilômetros, chegaram ao Congresso Nacional, onde foram recebidos pela diretora-geral-adjunta do Senado, Ilana Trombka. Ela apresentou os planos da diretoria-geral, que incluem a construção em breve de novos paraciclos, alguns deles próximos a vestiários com chuveiros.

Um dos idealizadores do bicicletaço, Sílvio Saraiva, que trabalha no gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), considera que Brasília, cidade plana com grande período de estiagem, oferece boas condições para os ciclistas, cabendo agora às autoridades incentivar o uso da bicicleta.

Em apoio à causa, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (9), uma moção de apoio aos servidores. “Parabenizamos os servidores pelo ato de conscientização denominado 1º Bicicletaço no Senado, lembrança de que atitudes simples e cotidianas como usar a bicicleta em lugar do automóvel podem fazer muito por uma vida saudável e pela sustentabilidade do planeta. O Senado deve ser um exemplo nessa direção. A CDH confia em que a causa dos servidores será atendida muito brevemente”, disse a presidente da comissão, senadora Ana Rita (PT-ES).

É a bicicleta transformando as cidades e o jeito de se fazer política. Uma noticia que renova a esperança de que coisas boas podem sim ocorrer em Brasília…

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