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Luta Livre

Enviado por Fernando Rudnick, 24/03/17 6:02:40 PM
Foto: Instagram

Tiezerini e José Aldo Foto: Instagram

No Brasil, as botas pneumáticas — também chamadas de botas de compressão — viraram moda entre clubes e jogadores de futebol há cerca de um ano.

Não raro, aparecem com destaque no Instagram dos boleiros em recuperação nos principais departamentos médicos do país. Em viagens e concentrações, antes e depois dos jogos, lá estão elas.

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Febre no futebol, o equipamento é utilizado por lutadores de MMA nacional há pelo menos três anos. Nomes como José Aldo, Vitor Belfort e Wanderlei Silva foram os pioneiros, conta o fisioterapeuta Adriano Tiezerini, autoridade nacional quando o assunto é recuperação de lutadores.

“A tecnologia foi inventada nos Estados Unidos e tem sido muito utilizada na NFL e na NBA. No Brasil, foi o nadador Cesar Cielo quem começou a usar. Depois dele, trouxemos para Curitiba”, fala Tiezerini, que atende atletas de vale-tudo desde o início dos anos 2000.

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A principal função da bota, que trabalha com ar comprimido, é a drenagem da área. Ou seja, elimina fluídos e ajuda na recuperação do atleta. Existe também a versão para os braços.

“Ela otimiza o próximo treino, acelera o tempo de recuperação e previne novas lesões. Ajuda a eliminar edemas”, cita o fisioterapeuta, que ajudou a desenvolver o único modelo nacional do equipamento.

Segue a recuperação ! ✌️⚽️ Uma publicação compartilhada por Carlos Alberto (@calberto_oficial) em

É a REBOOT auxiliando os atletas de um dos maiores clubes brasileiros! ⚽️⚫️#Flamengo #reboot #rebootGo #rebootMax obrigada @drtannure pela confiança, é uma satisfação para nós ajudarmos com a REBOOT a trazer ótimos resultados para o Flamengo. #repost @drtannure with @repostapp ・・・ Ontem a vitória foi importante Mas precisamos recuperar pois quinta já temos outro desafio e Recovery é assunto sério para o Flamengo. Em nosso CT, utilizamos toda a tecnologia disponível no mercado em favor de nossos atletas. A REBOOT da @estekmedical_sports tem nos ajudado muito na preparação e recuperação dos atletas. Com ela conseguimos acelerar a recuperação muscular no pós treino, no pós jogos, não só para fazer o recovery, mas também diminuindo o risco de lesões. A REBOOT também auxilia na drenagem linfática e o retorno venoso, sendo mais uma excelente ferramenta utilizada para a melhoria da performance de nossos atletas. Vamos trabalhar para deixar nosso atletas prontos para quinta! #vaipracimadelesmengo #treinamentoeficiente #treinamentofuncional #performancefisica #medicinadoesporte #recovery

Uma publicação compartilhada por @estekmedical_sports (@estekmedical_sports) em

Enviado por Fernando Rudnick, 24/03/17 2:46:48 AM

Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

“Não gosto do cara, vou resolver nas vias de fato e ainda vou ganhar um troco”.

Wanderlei Silva precisa de apenas uma frase para resumir por que voltará da aposentadoria para enfrentar o americano Chael Sonnen no próximo dia 24 de junho, no Madison Square Garden, em Nova York.

O curitibano terá 41 anos de idade na data do Bellator 180 – a maior e mais importante edição do principal concorrente do UFC. Quatro anos e três meses depois de pendurar as luvas de MMA, o Cachorro Louco voltará a seu habitat natural.

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No ringue, em três rounds válidos pelos meio-pesados (até 93 kg), Wand colocará seu legado em xeque diante de um desafeto declarado. Rivalidade que ganhou corpo com provocações, declarações polêmicas e até um entrevero de verdade nos bastidores do reality show The Ultimate Fighter Brasil 3, em 2014.

Eles chegaram a ter o duelo marcado para o UFC 175, mas o brasileiro foi punido por fugir de um exame antidoping, enquanto o gringo foi pego trapaceando na mesma coleta surpresa.

Por isso, o duelo não deixa de ser um risco calculado. Com uma recompensa milionária, diga-se de passagem.

“O Bellator quer ser maior que o UFC e tem de começar pelo dinheiro. Vou ganhar mais do que recebia lá. Conseguiram passar de sete dígitos, além da participação no pay-per-view. Tem tudo para ser uma ótima bolsa, vai valer todo o trabalho”, conta o paranaense que marcou época no evento japonês Pride, no início dos anos 2000.

“Acho que nesse dia [24 de junho] o Bellator vai ser, sim, maior que o UFC”, confia o lutador, que desde o ano passado trocou definitivamente a vida em Las Vegas pelo retorno às origens na capital paranaense.

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O retorno de Wanderlei, na verdade, deveria ter acontecido na virada do ano. Estava tudo certo para ele enfrentar o croata Mirko Crocop no Rizin, em Saitama, no Japão. Porém, um acidente de bicicleta mudou seus planos.

O veterano precisou ter o ombro operado e não se recuperou totalmente até a luta, que acabou cancelada. “Algumas pessoas me criticaram porque não fui lutar com o Crocop. Ia ganhar uma bolada, era um milhãozinho, mas não seria honesto com ninguém lutar sem condições. Avisei eles com quase um mês e meio de antecedência”, defende-se.

Para diminuir o risco de mais um cancelamento, o curitibano garante que está treinando ‘na pontinha dos dedos’ com a equipe Evolução Thai, liderada pelo técnico André Dida. Mas isso não quer dizer facilidade. Ao contrário.

Ainda mais porque o americano, oriundo do wrestling, tem as qualidades necessárias para teoricamente anular o estilo agressivo do brasileiro. Além de estar em atividade há mais tempo, já que enfrentou Tito Ortiz em janeiro deste ano — Sonnen foi derrotado por finalização.

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“Se aquela luta com o Anderson [Silva, pelo título dos médios, em 2010] fosse de três rounds, o Sonnen teria ganhado. Ele tem um jogo perigoso, é um grande atleta. Eu estou treinando todos os dias com o Dida e estamos bolando um game plan em cima disso, com várias armas novas. Vou ter o antídoto”, afirma.

“Estou encarando essa luta como uma reestreia. Só vou saber como vou me sentir a hora que entrar no cage. Nesse período participei de muitos eventos [como convidado], mas quando você vai para competir é outra coisa. Vou estar no ginásio mais famoso do mundo, lutando contra o meu maior rival. São todos ingredientes diferentes”, emenda Wanderlei.

Se o retorno for positivo, com vitória, os fãs podem aguardá-lo no ringue pelo menos mais uma vez. Mas a volta também pode marcar o adeus definitivo.

“Se por acaso não sair do jeito que quero, aí sim [posso parar de vez]. Depende da minha performance”.

Enviado por Fernando Rudnick, 23/03/17 7:05:50 PM

Quatro anos depois de se aposentar, o lutador curitibano Wanderlei Silva anunciou nessa semana que voltará a lutar em junho, aos 40 anos de idade — o adversário será o americano Chael Sonnen, seu desafeto desde a época do UFC.

O Cachorro Louco, no entanto, não desliga do noticiário político nem durante sua preparação para o retorno aos ringues. Antes apoiador contumaz de Jair Bolsonaro (PP-RJ), o atleta já não garante que o deputado é seu candidato para presidente nas eleições de 2018.

“Agora tem o Dória aí”, elogia Wanderlei, citando o atual prefeito de São Paulo, João Dória (PSDB).

“Ele tem um exemplo de gestão até aqui. Ele não depende de salário, de conchavo, para pagar seu condomínio. Espero que não seja um cavalo paraguaio. Começou com todo o gás, tomar que continue”, fala o paranaense.

“Na verdade seria um Dream Team ter o Dória e o Bolsonaro juntos. O Bolsonaro cuidando das leis e o Dória da organização”, ressalta Silva, que não descarta se lançar candidato a deputado ou senador daqui a um ano.

O lutador, contudo, garante que uma eventual candidatura ainda depende da quantidade de pedidos que ouvir nas ruas. E seria praticamente impossível conciliar a vida de lutador com a política.

“Muita gente me pede. Mas se for para ser candidato, quero fazer bem feito. Se o povo quiser, pode até ser [que me candidate]. Mas eu não vou colocar um centavo meu”, frisa.

Enviado por Fernando Rudnick, 23/03/17 6:04:04 PM

Se você ainda não garantiu presença in loco na segunda edição do Katana Fight Gold, neste sábado (25), às 19 horas, em Curitiba, não perca tempo procurando ingresso.

O evento de MMA criado no ano passado quer explorar outro nicho de mercado.

Ao invés de tentar lotar um ginásio, vender milhares de entradas, o Katana vai acontecer no octógono da academia Evolução Thai, onde treinam o lendário Wanderlei Silva e os lutadores do UFC Francisco Massaranduba, Godofredo Pepey e Serginho Moraes, por exemplo.

Voltado para um público VIP, o torneio terá 50 mesas ao redor do ringue — com preços entre R$ 400 e R$ 600 –, e bebida liberada. Todas foram compradas antecipadamente.

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“É um evento VIP, que deixa o público muito perto do atleta. Teremos open bar, tudo livre, o garçom leva seu whisky, sua cerveja na mesa. Um rolê de luxo, como costumam dizer. E em cima desse show, com lutas muito bem casadas, teremos uma inédita transmissão via internet em alta definição“, diz o empresário Fábio Lau, 42 anos.

Sócio do técnico André Dida na Evolução Thai, Lau vive o mundo da luta desde 2009. Com quase uma década de experiência, decidiu investir na web para tornar seu evento mais conhecido.

Serão quatro câmeras Full HD e acesso dedicado para até 1000 pessoas. O pay-per-view custa R$ 14,90 e pode ser comprado aqui.

“Inicialmente, queremos quebrar um paradigma. O povo brasileiro ainda não está acostumado a comprar lutas na internet. Se não me engano somos os primeiros do Brasil a fazer uma transmissão dessas”, afirma Lau.

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“Vai ser uma surpresa muito grande se chegarmos a 1000 espectadores. Com mais de 500 já será um sucesso nesta primeira vez. Temos de criar o hábito no público”, completa o empresário, que investiu cerca de R$ 12 mil para contratar uma empresa especializada para mandar a imagem do CT da Evolução Thai para todos os continentes.

Mas o verdadeiro sucesso do Katana, é claro, depende da qualidade das lutas. E para se destacar nesse quesito, a aposta é em confrontos entre atletas curitibanos (ou radicados na cidade) e lutadores de outras cidades do país.

A luta principal tem o atleta da casa Cristiano Frohlich contra o baiano Leonardo ‘Leleco’ Guimarães, ex-UFC.

“O estilo do evento é nosso trunfo para crescer”, garante Lau.

Katana Fight Gold 2 

84 Kg: Cristiano Frohlich “Urso” vs. Leonardo “Leleco”
77 Kg: Eduardo Camelo vs. Junior Orgulho
77 Kg: Eduardo Garvon vs. Thiago Seriguela
66 Kg: Max “Magnum” Lima vs. Fábio Lima
57 Kg: Matheus Silva “Teeik” vs. Hamyrez Santos
70 Kg: Kaick “Chuck” Brito vs Elder Allan Amorim
93 Kg: Jhonny Walker vs. Luiz Guilherme “Soldado”
57 Kg: Kaick Alencar vs. Michel Costa
70 Kg: Francivaldo “Massarinha” vs. Carlos Leal “The Lion”
57 Kg: João Elias “Alicate” vs. Luan Henrique
89 Kg: Klidson Abreu vs. Mário Miguel
66 Kg: Wanderson Santos vs. Maicon Carvalho

Enviado por Fernando Rudnick, 23/03/17 2:35:26 PM

O lutador Joseph Nehm passou vergonha duas vezes na última sexta-feira (17), no KOP 54, em Grand Rapids, nos Estados Unidos.

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Nocauteado em apenas 10 segundos pelo rival Ryse Brink, o americano tentou finalizar o juiz da luta após o rápido duelo. Visivelmente desorientado, Nehm agarrou o árbitro, o colocou para baixo e tentou aplicar um mata-leão. Ele só foi parado assim que seus treinadores entraram no ringue para separá-lo.

Veja abaixo como foi:

Enviado por Fernando Rudnick, 22/03/17 4:51:37 PM
Foto: Gazeta do Povo/Hugo Harada

Foto: Gazeta do Povo/Hugo Harada

O Atlético não se esqueceu do sucesso do UFC 198, em maio do ano passado, na Arena da Baixada. Tanto que já se mexe nos bastidores para tentar lotar novamente seu estádio — na ocasião, o público foi recorde (45.207 pagantes).

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Mario Celso Petraglia, presidente do Conselho Deliberativo, disse nessa terça-feira (21) que o clube negocia a utilização anual da Baixada com outro campeonato de lutas.

O Bellator, principal concorrente do UFC, é um possível nome. Recentemente, a organização confirmou que vai estrear no lendário Madison Square Garden, em Nova York, com Wanderlei Silva e Chael Sonnen como luta principal.

“Queremos participar dos eventos, estamos trabalhando para um outro grupo de lutas marciais para que façam eventos aqui. Usaríamos todos os anos, janeiro e fevereiro, para que não atrapalhasse o nosso calendário”, comentou o dirigente em reunião organizada por um grupo de apoiadores.

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De acordo com Petraglia, o UFC não retornou à cidade em 2017 porque o mercado brasileiro ainda é restrito e é preciso montar um card de lutas relevante para conseguir lotação máxima.

Por outro lado, o cartola comemorou o retorno — de mídia e também financeiro — conquistado com o Ultimate. E ainda por cima ressaltou que o Atlético recebeu muito mais do que a proposta inicial pela cessão do estádio.

“O UFC pagou R$ 80 mil de aluguel em Fortaleza [no último dia 11 de março], usaram 20 dias, destruíram e foram embora. No Atlético foi diferente. Nós não alugamos por R$ 500 mil, que foi a proposta inicial. A primeira reunião demorou 15 minutos e eles foram embora”, contou Petraglia.

“Depois fizemos um entendimento. Ganhamos muito mais do que vocês pensam e muito menos que gostaríamos [A apuração do blog aponta que o valor recebido pelo evento foi de aproximadamente R$ 1 milhão]. Mas tem o valor intangível, como o estudo da Universidade Federal que diz que trouxe R$ 54 milhões de receita para a cidade“, completou o presidente.

Enviado por Fernando Rudnick, 22/03/17 2:32:41 PM

O lutador de MMA americano Jon Koppenhaver, mais conhecido como War Machine, pode pegar prisão perpétua após ser julgado culpado por 29 crimes contra sua ex-namorada, a atriz pornô Christy Mack, em agosto de 2014.

O julgamento durou duas semanas e terminou nessa segunda-feira (20), em Las Vegas (EUA) — a sentença final será lida no dia 5 de junho.

Agressão, sequestro e assédio sexual estão na extensa lista de delitos cometidos pelo então lutador do Bellator e UFC, hoje com 35 anos. Ele escapou da acusação de tentativa de homicídio.

War Machine deixou a namorada com 18 ossos quebrados, incluindo uma costela e o nariz. Além disso, a atriz teve o fígado perfurado no ataque do lutador.

Pelo Twitter, Mack comemorou a condenação. “Foi uma grande vitória para mim e para as vítimas de violência doméstica em todo o mundo. Por favor, continuem a denunciar e se mantenham fortes”, postou a americana, que na época divulgou fotos de como ficou após as agressões.

Veja abaixo:

Enviado por Fernando Rudnick, 20/03/17 6:30:46 PM

Quatro anos após irem às vias de fato no backstage do TUF Brasil 3, Wanderlei Silva e Chael Sonnen vão lutar de verdade. Pelo menos a data já está marcada.

O brasileiro e o americano se enfrentam no dia 24 de junho, no lendário Madison Square Garden, em Nova York, no Bellator 180. A agência de notícias AP divulgou a notícia nesta segunda-feira (20).

Será apenas o segundo evento pay-per-view da história do principal concorrente do UFC. “Sempre dissemos que quando fossemos a Nova York, traríamos o maior e melhor card de lutas da história dessa companhia”, disse o presidente do Bellator, Scott Coker, à AP.

Último estado a liberar o MMA nos EUA, Nova York recebeu seu primeiro grande evento em novembro do ano passado, quando Conor McGregor conquistou o cinturão peso-leve do UFC.

Sem um ídolo tão grande quanto o irlandês, o Bellator aposta na grande rivalidade entre Silva e Sonnen para tentar organizar um evento tão marcante quanto o do concorrente.

Enviado por Fernando Rudnick, 12/03/17 5:36:34 AM
Foto: Instagram/UFC/Divulgação

Foto: Instagram/UFC/Divulgação

O UFC Fortaleza, nesse sábado (11), ganhou um candidato a nocaute do ano. O brasileiro Edson Barboza acertou uma incrível joelhada voadora no segundo round da luta contra o iraniano Beneil Dariush.

Veja abaixo o golpe rendeu US$ 50 mil ao lutador carioca.

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Na luta principal, Kelvin Gastelum acabou com Vitor Belfort no primeiro round. Assista a sequência final de golpes da luta.    

 

 

Maurício Shogun também fez bonito no Nordeste. No terceiro round, ele usou uma ótima combinação para derrotar Gian Villante.

 

Enviado por Fernando Rudnick, 12/03/17 4:56:23 AM
Instagram/Divulgação

Instagram/Divulgação

Ao lado de Edson Barbosa, o americano Kelvin Gastelum, 25 anos, venceu o prêmio de melhor performance do UFC Fortaleza, que terminou na madrugada desse domingo (12).

O algoz do carioca Vitor Belfort, contudo, já tem outro rival à mente. E o potencial adversário também é um grande ex-campeão.

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Anderson Silva é um cara que definitivamente me interessa para ficar nos médios [até 84 kg]”, disse Gastelum, originalmente um meio-médio [até 77 kg], mas que subiu de categoria por causa de recorrentes problemas para derrotar a balança.

“Silva é uma lenda e ele está acima de mim no ranking. Quero lutas que me deixem mais perto de lutar pelo cinturão”, avisou o lutador de ascendência mexicana. Na verdade, Anderson é o nono, enquanto o americano é o oitavo na lista.

Gastelum, que ganhou o carinho da torcida cearense por causa de seu jeito descontraído (ele chegou a cantar Wesley Safadão algumas vezes), contou que não teve problemas de peso desta vez. Comeu a semana toda, ao contrário do que acontecia nos meio-médios, mas ainda vê a categoria de baixo com mais potencial para ser campeão.

“Sou um dos melhores meio-médios do mundo. Se for descer, tem de ser para disputar a oportunidade pelo título”, completou o aluno do curitibano Rafael Cordeiro, líder da academia Kings MMA.

Resultados UFC Fortaleza

Kelvin Gastelum venceu Vitor Belfort por nocaute técnico no primeiro round
Maurício Shogun venceu Gian Villante por nocaute técnico no terceiro round
Edson Barboza venceu Beneil Dariush por nocaute no segundo round
Ray Borg venceu Jussier Formiga por decisão unânime
Bethe Correia x Marion Reneau foi empate majoritário
Alex Cowboy venceu Tim Means por finalização no segundo round
Kevin Lee venceu Francisco Massaranduba por finalização no segundo round
Serginho Moraes venceu Davi Ramos por decisão unânime
Joe Soto venceu Rani Yahya por decisão unânime
Michel Trator venceu Josh Burkman por finalização no primeiro round
Jeremy Kenedy venceu Rony Jason por decisão unânime
Paulo Borrachinha venceu Garreth McLellan por nocaute técnico no primeiro round

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