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Memória FC

Enviado por esportes, 23/02/17 7:49:54 PM

O Atlético entrou em campo com seu time reserva para o Atletiba do último domingo (19), que entrou para a história como o clássico que não aconteceu. Os jogadores assinaram a súmula e pisaram o gramado da Baixada.

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Situação que obriga o Furacão a jogar o novo duelo, marcado para a Quarta-feira de Cinzas (1º/3), às 20 horas, com sua equipe suplente? Não neste caso. O motivo? A partida não foi iniciada e pode ser considerada como se não tivesse existido.

A partir daí, reza o que está no 1º parágrafo do 15º artigo do regulamento geral de competições da FPF. Veja abaixo:

“Art. 15 – As partidas não iniciadas e as que forem suspensas até os 30 minutos do segundo tempo, pelos motivos enunciados no parágrafo 1º do Art. 13, serão complementadas, em data e hora determinadas pelo DCO-FPF, caso tenham cessados os motivos que a adiaram ou a suspenderam, desde que nenhum dos clubes tenha dado causa ao adiamento ou à suspensão.
§ 1º – O DCO-FPF marcará nova data para sua realização e dela poderão participar todos os atletas que tenham condições de jogo na nova data marcada para a realização da partida”.

O fato de a FPF ter remarcado o Atletiba, sem sequer aguardar a avaliação do caso pelo TJD-PR, também reforça a disposição de que o clássico será um novo jogo e as equipes poderão utilizar os jogadores que quiserem.

Seria diferente se o Atletiba tivesse sido iniciado e suspenso até os 30 minutos do segundo tempo. Neste caso específico, o Furacão teria que participar do novo clássico com os mesmos atletas que assinaram a súmula do primeiro jogo.

Veja os jogadores que assinaram a súmula do jogo inicial:

Enviado por esportes, 23/02/17 5:51:52 PM

Atlético e Coritiba seguem com a pretensão de transmitir o clássico pelo Youtube e Facebook. Ainda sem nova data confirmada, o Atletiba  deve ocorrer nos dias 1º ou 2 de março. A Federação Paranaense de Futebol (FPF) espera definir a data ainda nesta quinta-feira (23).

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Profissionais do Esporte Interativo já fizeram pedido de credenciamento na FPF, junto com outros membros da equipe, procedimento que será aceito. A falta de credenciamento de participantes da primeira transmissão foi o motivo alegado pela entidade para barrar a investida na web.

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Veicular online o clássico é uma questão de honra para as duas diretorias, confrontadas pela FPF na primeira tentativa. Além da disposição de marcar a história do clássico com a investida inédita na web, serve ainda para “testar” a Federação.

A intenção é realizar a transmissão nos mesmos moldes. Com profissionais de uma produtora contratada, funcionários dos clubes, como as repórteres das duas TVs oficiais das equipes, e o suporte de profissionais do Esporte Interativo.

O canal é detentor dos direitos de transmissão para TV fechada dos dois clubes de 2019 até 2024 e “socorreu” a dupla Atletiba na empreitada do último domingo, com apoio de profissionais freelancers. O clássico não será transmitido pelo EI.

Enviado por esportes, 22/02/17 10:47:04 PM
Albari Rosa/Gazeta do Povo

Albari Rosa/Gazeta do Povo

Tenho uma tese que desenvolvi ao longo dos anos. Normalmente, contratar “medalhões” é uma boa para os times paranaenses. Não tenho um levantamento estatístico e posso até ser desmentido. Mas a impressão geral é essa (claro, há exceções).

Por que? Explico. Nosso futebol é historicamente secundário. Temos apenas dois títulos brasileiros: Coritiba em 1985 e o Atlético em 2001. E possuímos apenas um campeão mundial com o Brasil convocado direto de um time do estado: Kléberson, do Furacão, em 2002.

Naturalmente, nossa produção de jogadores também é secundária. O mesmo vale para o mercado de atletas. Ou seja, boa parte dos “medalhões” – uma forma que se tornou pejorativa para se referir a jogadores consagrados e rodados costuma se dar bem.

Recentemente, foi assim com Paulo Baier, no Furacão, e Marcelinho Paraíba, no Coxa (apesar de tudo) para citar apenas dois. Kléber Gladiador está comprovando a tese no Alviverde e, Carlos Alberto, no Rubro-Negro, parece estar indo pelo mesmo caminho.

Creio que Anderson também vai confirmar a “teoria”. O meia nascido no Grêmio, e que estava em baixa no Internacional, é extraclasse. Ninguém joga no Porto e passa oito anos no Manchester United por acaso. E o camisa 18 tem apenas 28 anos.

O que Anderson já jogou por aí, e com quem dividiu vestiário e enfrentou pelo mundo, está bem acima do futebol paranaense. E mesmo do cenário nacional. Caso queira, e parece querer, Anderson tem bola para sobrar no Coxa.

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Enviado por esportes, 22/02/17 10:00:28 PM

A proibição do gramado sintético da Arena fez reviver a rivalidade entre Eurico Miranda e Mario Celso Petraglia. Dois dos dirigentes mais polêmicos do futebol brasileiro, ambos se detestam. E não escondem isso de ninguém.

Foi o Vasco, do presidente Eurico, que levantou a proposta de barrar o piso artificial do Furacão. Curiosamente, os cariocas nem experimentaram o recurso, afinal, passaram 2016 suando na Série B.

LEIA MAIS: Petraglia insinua ‘represália’ em veto à grama sintética do Atlético

A “tese” de Miranda é que o sintético cria um “desnível técnico”. Balela. O Atlético sempre foi forte em casa desde que inaugurou a Arena. Os números comprovam. A diferença da Baixada é a mesma do campo da Vila Belmiro, de São Januário, do Itaquerão…

Se o veto não foi uma represália direta ao Atlético, como Petraglia insinuou, certamente o Vasco de Eurico não tem a menor simpatia pelo Rubro-Negro. Há um desentendimento histórico entre os cartolas.

Desavença que viveu seu ápice em 2004. E as circunstâncias são obscuras até hoje. Há quem jure que Petraglia e Eurico saíram no tapa numa reunião do Clube dos 13, por causa da distribuição de cotas da TV. Não há confirmação.

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O fato é que o clima pesado entre os dois só piorou desde então. Naquele mesmo ano o vascaíno armou para cima do Atlético. Em jogo decisivo para as pretensões do bicampeonato do Rubro-Negro no Brasileiro.

Eu estava lá em São Januário, na cobertura do jogo. Nunca vi nada igual. Foi um inferno na Terra. Um estádio socado de gente (ingresso quase de graça) e 10 mil pessoas forçando a entrada do lado de fora. Teve muito mais.

Desde então, os dois bateram boca várias vezes. Da última vez, após o jogo que selou o rebaixamento do Vasco, em 2013, na goleada por 5 a 1 do Atlético, em Joinville. Confronto marcado pelo episódio de violência nas arquibancadas.

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Enviado por esportes, 22/02/17 8:36:25 PM
Albari Rosa/Gazeta do Povo

Albari Rosa/Gazeta do Povo

Mario Celso Petraglia falou ao site da revista Veja sobre o veto à grama sintética do Atlético. O presidente do Conselho Deliberativo do Furacão deu uma declaração um tanto insegura. Afirmou que foi tudo combinado. Entretanto, completou que não pode provar.

“Foi tudo combinado. Não posso afirmar que são represálias [por não ter vendido os direitos de transmissão do Paranaense], porque se é feita uma acusação dessas, tem de provar. Mas é muito estranho tudo isso”, afirmou o cartola, ao site de Veja.

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Petraglia prosseguiu: “É uma injustiça. Temos aprovação da Fifa, temos aprovação da CBF, fizemos um investimento enorme, mudamos toda a estrutura do estádio em função disso e toda a programação de shows. Nosso futebol é o retrato do país, infelizmente”.

A discussão sobre a proibição encampada pelos clubes na CBF ainda vai longe, bem longe. De certo, que o Furacão não deve contar com a Fifa. Pra variar, a entidade deve lavar as mãos. O caminho, óbvio, é ganhar o apoio de mais times pela liberação.

Na reunião de segunda-feira, no congresso técnico no Rio de Janeiro, o Rubro-Negro contou com o suporte de apenas cinco dos 20 clubes da Série A: Coritiba, Sport, Bahia e Palmeiras, além dele, evidentemente. Quinze embarcaram na sugestão do Vasco.

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Enviado por esportes, 21/02/17 10:25:47 AM

Na votação do congresso técnico da CBF, o Coritiba votou a favor da grama sintética nos estádios do Brasileiro. Em outras palavras, o Coxa manteve a postura de parceria com o Atlético, único clube que detém o piso artificial, que tem mantido nos últimos tempos.

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Outros clubes apoiaram a ideia: Palmeiras, Sport e Bahia, além do Rubro-Negro, evidentemente. O único ponto colocado pelo Coxa, que acabou aprovado, foi a permissão para que as equipes façam um treino de véspera do jogo na Arena.

Foram cinco votos a favor da grama e 15 contra. O Atlético foi representado por um advogado do clube, Rodrigo Gama Monteiro. Da parte do Alviverde, o presidente Rogério Bacellar foi ao encontro realizado na sede da CBF, no Rio de Janeiro.

A ideia de proibir a grama sintética partiu do presidente do Vasco, Eurico Miranda. A maioria acatou e o recurso está vetado a partir de 2018. O Atlético prometeu que vai buscar reverter a decisão das agremiações.

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Enviado por esportes, 20/02/17 9:25:52 PM

Arquivo Gazeta do Povo

Você possivelmente já deve ter recebido o telefone do presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF) no grupo da sua família no WhatsApp. Torcedores de Atlético e Coritiba começaram a divulgar o telefone após o Atletiba e os compartilhamentos explodiram.

Tudo para fazer pressão sobre Hélio Cury, por causa da não realização do Atletiba e a guerra que está sendo travada entre o cartola e os dois clubes. Já há algum tempo é assim: as batalhas ocorrem também, e às vezes principalmente, no meio virtual.

Naturalmente, virou motivo de preocupação para o staff do dirigente. Desde a noite de domingo (19), a FPF tem buscado “apagar o incêndio”. Emerson Fukushima, advogado da entidade, assumiu a linha de frente de um conflito que ainda vai longe.

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Enviado por esportes, 20/02/17 8:24:32 PM
Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Jonathan Campos/Gazeta do Povo

E eu que achei que a polêmica sobre o gramado sintético da Arena já estava superada. Eis que, veja só, após sugestão de Eurico Miranda, os clubes decidiram banir o piso artificial do Brasileiro. Quinze votaram a favor e cinco contra. Vale para 2018.

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É, sem dúvida alguma, um escracho. Ou, como dizem por aí, todo dia um 7 a 1 diferente. Eurico Miranda é o presidente do Vasco e, logo, tem poder constituído. Agora, convenhamos, fosse um futebol sério, ninguém daria mais bola para o que o cartolão fala.

Como de costume, a justificativa é amparada no “achismo”. Os clubes acreditam que o Atlético tem “vantagem técnica”. E pensam isso por quê? Basicamente, porque o Furacão fez excelente campanha em casa no Nacional.

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Agora, o que temos de científico sobre o assunto? O certificado da Fifa que, após análise técnica do piso, apontou que a diferença para os gramados naturais é insignificante. Jogar na Arena é tão diferente como atuar na Vila Belmiro ou no Serra Dourada, por exemplo.

Há ainda outra posição que, naturalmente, não foi levada em conta: a dos jogadores e treinadores. Boa parte, nas incansáveis perguntas sobre o gramado da Baixada após os jogos, disse que o piso artificial não é problema.

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O veto é extremamente grave considerando ainda o nível dos gramados do Brasileiro. Há para todos os tipos, gostos e, quem sabe, “sabores”. Muitos em péssimas condições, como o do campeão brasileiro Palmeiras, por causa dos shows realizados no Allianz Parque.

O gramado de Flamengo e Botafogo foi outro destaque negativo. Na Arena da Ilha, partidas de primeira divisão nacional, de um país cinco vezes campeão mundial, foram disputados em cenário digno de suburbana, com todo o respeito ao futebol amador.

É evidente que há um descompasso absurdo. Fosse uma medida para padronizar os pisos de todos os estádios, e transformar os campos de jogo em mesas de sinuca, como são na Inglaterra, ainda vá lá. Não é o caso. O nivelamento é por baixo.

Enfim, não surpreende. Quando a discussão sobre o futebol brasileiro conta com Eurico Miranda no debate, o resultado não poderia ser diferente. E assim vamos em frente, torcendo para que uma nova Alemanha não apareça no caminho.

Enviado por esportes, 20/02/17 11:34:04 AM

O presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Hélio Cury, tinha Atlético e Coritiba como principais inimigos. A dupla bancou uma chapa para sacar o cartola da entidade nas últimas eleições, e perdeu. E move ainda um processo contra o dirigente.

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Por causa do intempestivo comportamento no Atletiba do Youtube, entretanto, Cury ganhou oposição no Brasil inteiro. Em poucas horas, viu sua rejeição, simplesmente, explodir. Como jamais poderia imaginar. São os novos tempos.

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O cartola bateu boca, ao vivo, em dois canais por assinatura nacionais, ESPN Brasil e Esporte Interativo. Foi tema de Juca Kfouri e Ricardo Boechat, dois dos jornalistas de mais audiência no país. O caso virou notícia no país inteiro e até na mídia internacional.

As redes sociais, como é natural, também provocaram um estrondo. Todos as páginas que tratam de futebol abordaram o tema. O alcance é incomensurável e o impacto incalculável. Por óbvio, o desgaste para o cartola é enorme.

Não quero desmerecer a causa de Atlético e Coritiba, de forma alguma. Agora, na guerra particular pelo poder do futebol paranaense, entre Cury e a dupla Atletiba, o clássico que não ocorreu foi um golpe tremendo para os dois clubes.

Enviado por esportes, 20/02/17 11:11:05 AM

Escrevi aqui neste blog que o Atletiba do domingo 19 de fevereiro foi histórico. Será para sempre lembrado pelo que ocorreu (ou não ocorreu) na Baixada. Mas foi relevante também por outro motivo, extremamente triste.

Um torcedor morreu por causa do clássico. O coxa-branca de apenas 16 anos integrava a caminhada da torcida Império Alviverde quando tomou um tiro disparado por um policial militar. Não resistiu e faleceu no Hospital Cajuru. Foi noticiado pela Gazeta.

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As duas situações são importantes e merecem toda atenção. A revolta de Atlético e Coritiba e a morte de um torcedor. É evidente que uma vida não se recupera, mas é preciso separar as coisas e tratar ambas com o valor devido.

As circunstâncias da tragédia ainda são confusas. A assessoria da PM diz que houve um tumulto, momento em que arma do policial disparou acidentalmente. A nota da Império não trata de confusão alguma, afirma que estava tudo certo para a escolta.

O que ocorre normalmente nestes casos? A polícia afirma que “tudo será investigado”. O policial é afastado e o processo ocorre internamente (secretamente). E, quase sempre, o responsável acaba por ser deslocado para cumprir funções administrativas.

Aparentemente foi mesmo um acidente. É leviano afirmar qualquer outra coisa. Como disse, os detalhes ainda não são conhecidos. Mas quem frequenta estádios sabe como agem alguns policiais no contato com as torcidas.

É muito comum ver armas (letais? não letais?) apontadas para torcedores, indiscriminadamente. Também é frequente observar viaturas circulando em alta velocidade, passando próximas ao públicos. Entre outros comportamentos, digamos, arriscados.

Veja bem. Não estou querendo diminuir a importância do trabalho da PM. Há, evidentemente, um problema sério e complexo de violência relacionado ao futebol e a corporação é fundamental para conter o avanço das confusões (no domingo mesmo, foram várias).

Agora, é fato também que a imensa maioria dos torcedores não tem nada a ver com os conflitos. Mesmo entre as torcidas organizadas. E a PM é o braço do estado, um agente público, não uma máquina de propagar mais violência.

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