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Haiti, 1 ano depois
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Enviado por Gazeta do Povo, 01/03/15 11:59:34 PM

Um trabalho investigativo de jornalistas do The Washington Post fez com que viesse a público a identidade de “Jihadi John”, o terrorista que aparece nos vídeos de execuções realizadas pelo Estado Islâmico. Ao jornal britânico Telegraph, o repórter Adam Goldman contou que oficiais da Inteligência dos Estados Unidos e do Reino Unido sabiam a identidade o terrorista, mas mantiveram-na em segredo. “Fiquei desapontado com o fato de que ele [o terrorista] estava no anonimato, sendo que oficiais americanos e britânicos sabiam quem ele era, mas não revelaram”, disse Goldman. O jornalista também se disse “chocado” com o fato de a identidade de “Jihadi John” não ter sido levada a público por um veículo de comunicação britânico.

Gestos do exterior

Venezuela: morte de estudante de 14 anos aumentou a tensão. Foto: Miguel Gutiérrez /Efe

Venezuela: morte de estudante de 14 anos aumentou a tensão. Foto: Miguel Gutiérrez /Efe

Já faz algum tempo que a situação está conturbada na Venezuela. A morte de um jovem durante uma manifestação na última semana acirrou os ânimos e intensificou o alerta para o risco de mais violência. O jornal espanhol El País publicou um editorial conclamando autoridades, lideranças de oposição e até a comunidade internacional a buscar uma solução o quanto antes. “A Venezuela necessita de uma saída com urgência.”

Beatles

Segundo a investigação, dois amigos de “Jihadi John” eram identificados pelos codinomes “George” e “Ringo”, uma referência aos Beatles.

“Transborda cinismo essa convocação porque, até agora, quem aposta na violência é quem detém o monopólio das armas, ou seja, o governo.”

Trecho de editorial do jornal venezuelano El Nacional, sobre convocação do governo para deter a oposição “que quer chegar ao poder pela violência”.

Enviado por Gazeta do Povo, 21/02/15 11:59:33 PM

Multidão tomou as ruas de Buenos Aires para se manifestar sobre a morte de Alberto Nisman

Multidão tomou as ruas de Buenos Aires para se manifestar sobre a morte de Alberto Nisman

U.S. President Obama is projected onto a large screen as he speaks at the General Session of the 2015 Democratic National Committee Winter Meeting in Washington
A inauguração de novos monumentos nacionais está no centro de uma polêmica criada pelo presidente norte-americano Barack Obama, conforme relatou na última semana o site Mashable. A publicação cita as recentes designações do Monumento Nacional Pullman, instituído em homenagem aos trabalhadores ferroviários do bairro South Side, em Chicago (terra natal de Obama), e do Monumento Nacional Browns Canyon, uma área de preservação de 8,4 mil hectares no estado do Colorado. “Preservação é um verdadeiro ideal americano”, justificou Obama. Alguns republicanos, no entanto, reclamam que o presidente estaria abusando da autoridade. Doug Lamborn diz que a criação do Brown Canyons “priva de direitos os moradores da região”.

Nas ruas

Uma multidão saiu às ruas de Buenos Aires na última quarta-feira (18) para protestar contra a morte do promotor Alberto Nisman, que investigava a presidente Cristina Kirchner. A crise vivida pelo atual governo tem chamado a atenção não apenas da mídia portenha, mas de outros veículos pelo mundo.

Transparência

O jornal espanhol El País cobrou mais transparência da Presidência.“A Argentina é uma democracia moderna e seus cidadãos merecem explicações concretas, não constantes discursos televisivos caracterizados por uma mescla de cifras econômicas sem importância e desdém àqueles que não compartilham a opinião oficial”, diz o texto.

400 mil pessoas participaram da marcha silenciosa convocada por promotores de Justiça em Buenos Aires na última quarta-feira. A eles se somou um grande número de argentinos indignados com o episódio e que também cobram uma postura diferente do governo. A Presidência, por sua vez, argumentou que a passeata era “opositora”.

“Ele não é rei. Chega de agir como o Rei Barack.”

Ken Buck,  político republicano, criticando o presidente norte-americano pela criação de monumentos nacionais.

“Preservação é um verdadeiro ideal americano.”

Barack Obama,  presidente dos Estados Unidos.

Enviado por Gazeta do Povo, 14/02/15 11:59:55 PM
Pipocas foram oferecidas no lançamento da campanha do Ukip / Foto: Suzanne Plunkett/Reuters

Pipocas foram oferecidas no lançamento da campanha do Ukip / Foto: Suzanne Plunkett/Reuters

Neil Farage, líder do partido ultranacionalista britânico Ukip, promoveu na última quinta-feira (12) o lançamento da campanha da legenda às eleições gerais. O local escolhido foi inusitado: um cinema na cidade de Canvey Island.

Segundo reportagem do jornal The Guardian, que fez uma análise dos bastidores da campanha, o objetivo é abocanhar entre 14% e 17% dos votos. O Ukip está entre os representantes da extrema direita europeia, que nos últimos anos vem ganhando espaço em muitos países, empunhando bandeiras como austeridade econômica e políticas anti-imigração. “Farage precise mostrar que continua sendo o principal nome para romper com o atual Sistema político britânico”, diz o jornal.

Em alta

No ano passado, o Ukip foi o grande vencedor das eleições europeias, conquistando 27,4% dos votos e elegendo 24 deputados. Com isso, o partido somou 11 cadeiras a mais do que tinha em 2009, além de ter obtido sua primeira bancada na Eurocâmara na Escócia. O Partido Conservador, de David Cameron, ficou em terceiro.

Sim, nós podemos

Na Espanha, a vantagem é do partido socialista PSOE. O jornal El País divulgou uma pesquisa sobre as eleições da região da Andaluzia. A legenda tem 35,2% das intenções de voto, contra 29,1% do PP. A expectativa maior fica por conta do Podemos, partido de extrema esquerda que pode ganhar impulso com a vitória da Coligação da Esquerda Radical na Grécia. A sigla está em terceiro, com 14,9%.

Enviado por Gazeta do Povo, 07/02/15 11:59:35 PM
Morte de piloto jordaniano gerou protestos inflamados em Amã. Foto: Jamal Nasrallah/Efe

Morte de piloto jordaniano gerou protestos inflamados em Amã. Foto: Jamal Nasrallah/Efe

Na última semana, o Estado Islâmico (EI) deu novas provas de sua crueldade e terror. Dois reféns que eram mantidos sob seu poder, o jornalista japonês Kenji Goto e o piloto jordaniano Muaz Kasasbeh foram brutalmente assassinados diante de câmeras. Em artigo publicado na revista The New Yorker, o jornalista George Packer faz uma análise dos métodos violentos aplicados pelo grupo jihadista. Para ele, o EI usa a violência não como um meio, mas como um fim. “A questão não é usar um determinado nível de violência para atingir objetivos específicos. A violência é a questão e, quanto pior, melhor. O Estado Islâmico não deixa um rastro de milhares de cadáveres como meio para atingir um objetivo. A chacina é o seu objetivo – chacina em nome de uma purificação maior. Execuções em massa são a prova do profundo comprometimento do Estado Islâmico com sua visão”, resume.

Os jogos do sr. Putin

Membro do parlamento ucraniano mandou recado pela gravata. Foto: Gary Cameron/Reuters

Membro do parlamento ucraniano mandou recado pela gravata. Foto: Gary Cameron/Reuters

Na Europa, líderes de diferentes países tentam encontrar uma solução para o conflito na Ucrânia, que se arrasta há quase um ano e se intensificou nos últimos dias. Em editorial publicado na última sexta-feira, o jornal britânico The Guardian defendeu ações mais duras contra a Rússia e seu presidente, Vladimir Putin, sob o risco de novos conflitos surgirem em breve. “Os jogos do sr. Putin precisam ser interrompidos imediatamente, visto que não se sabe qual será o próximo movimento.”

Mais de 5 mil mortos

e 12 mil feridos já foram contabilizados pela ONU nos conflitos entre forças ucranianas e rebeldes separatistas desde que teve início o embate, em fevereiro do ano passado.

Enviado por Gazeta do Povo, 31/01/15 11:59:46 PM

Era uma visita com importante significado diplomático. Na última semana, o presidente norte-americano, Barack Obama, foi à Arábia Saudita para manifestar suas condolências pela morte do rei Abdullah. Porém, o evento teve repercussão negativa entre muitos sauditas. Não por alguma atitude ou palavras de Obama, sequer por causa dele. A responsável pela polêmica foi a primeira dama Michelle, que, contrariando uma tradição do país, não usou véu sobre a cabeça durante a visita. Apesar de a vestimenta não ser obrigatória a estrangeiras, nas redes sociais houve muitas críticas, especialmente pelo fato de que, em visita à Indonésia, outro país predominantemente muçulmano, Michelle cobriu a cabeça. Até mesmo um vídeo circulou na internet, supostamente da tevê estatal saudita, em que a imagem da primeira dama aparecia borrada.

Baixou o frio

Esquiando em Boston: nevasca prendeu pessoas dentro de casa / Foto: Brian Snyder/Reuters

Esquiando em Boston: nevasca prendeu pessoas dentro de casa / Foto: Brian Snyder/Reuters

A nevasca que atingiu os EUA na última semana pode não ter sido histórica como se anunciou, mas paralisou alguns estados do nordeste. O site Mashable apresenta um dado interessante sobre os dias de mau tempo: nesse período, aumentou muito a quantidade de downloads ilegais. Em Rhode Island, por exemplo, o incremento foi de 57%, enquanto em Connecticut ficou em 33%.

Bridge

O seriado policial The Bridge, exibido pelo canal FX, aparece no topo da lista dos produtos mais baixados. Em Rhode Island, o incremento nos downloads da série foi de nada menos que 1.358%.

Enviado por Gazeta do Povo, 24/01/15 11:59:46 PM

CARTELES EN APOYO A CRISTINA FERNÁNDEZ EN MEDIO DE CONMOCIÓN POR CASO NISMANMarcelo Novillo, whose son Adrian was a victim of a violent crime, cries as he holds up a sign that reads "I am Nisman" in Buenos Aires

A misteriosa morte do promotor argentino Alberto Nisman, ocorrida horas antes de ele levar a público denúncias de que o governo teria encoberto os autores de um atentado terrorista, ganhou repercussão internacional e intrigou a opinião pública. Os dois principais jornais argentinos cobraram uma rígida investigação sobre o caso. Em editorial, o La Nación criticou severamente a Justiça argentina, que tem precedentes de não esclarecer mortes relacionadas com escândalos políticos. “Um trabalho inquestionável pode abrir o caminho para reverter o histórico nefasto de nossa Justiça em temas como esse, de enorme transcendência institucional”, diz o texto. No Clarín, a analista política Pilar Rahola, classifica o caso como “o escândalo mais grave da história argentina recente”. “A partir de agora, se abre um inferno de perguntas, ao mesmo tempo que as vergonhas do Gabinete K [Kirchner] explodem em um escândalo de proporções cósmicas”, avalia.

Pressão internacional

Fora da Argentina, o caso Nisman também ganhou repercussão na mídia. Em editorial, o The New York Times defendeu a formação de um grupo internacional de juristas para investigar o atentado de 1994 e criticou a presidente Cristina Kirchner. No jornal Washington Times, o analista Luis Fleischman defende que o governo norte-americano adote medidas como a suspensão de vistos a membros do governo argentino e considere os líderes do país persona non grata.

Pelo facebook

Chama a atenção a forma como a presidente Cristina Kirchner tem se manifestado sobre o caso Nisman: sem entrevistas ou pronunciamentos, apenas por meio de textos no Facebook. O Clarín não poupou a conduta. “Ela se sente cômoda em seu café Facebook, compartilhando suas impressões com os paroquianos virtuais.”

Enviado por Gazeta do Povo, 17/01/15 11:59:22 PM
Sequestros perpetrados pelo Boko Haram são frequentes no norte da Nigéria, e o mais significativo deles ocorreu há mais de nove meses, quando mais de 200 meninas (foto) foram raptadas em uma escola de Chibok, no estado de Borno / Foto: Reuters TV/Reuters

Sequestros perpetrados pelo Boko Haram são frequentes no norte da Nigéria, e o mais significativo deles ocorreu há mais de nove meses, quando mais de 200 meninas (foto) foram raptadas em uma escola de Chibok, no estado de Borno / Foto: Reuters TV/Reuters

Líderes da África Ocidental consideram a criação de uma força militar conjunta para combater os insurgentes islamistas do Boko Haram, e uma reunião sobre o assunto está marcada para esta semana. O Boko Haram matou milhares de pessoas no ano passado em sua campanha para implantar um califado islâmico na região e é visto como a maior ameaça de segurança da Nigéria, país mais populoso da África e maior produtor de energia do continente. O Boko Haram também lançou ataques além fronteiras, em Camarões e Níger.

Destruição

A Anistia Internacional e a Human Rights Watch publicaram na última quinta-feira imagens de satélite que mostram a destruição provocada pelo Boko Haram na região de Baga, no nordeste da Nigéria. Pelo menos 3,7 mil estruturas, em sua maioria casas e pequenos comércios, foram destruídas. Na foto, os pontos vermelhos representam a vegetação, que também foi arrasada pelos militantes.

Enviado por Gazeta do Povo, 10/01/15 11:59:30 PM
Foto: Stringer /Reuters

Foto: Stringer /Reuters

Os atiradores chegaram à escola para meninas na cidade iraquiana de Falluja, ao meio-dia, com uma entrega especial: pilhas de longas vestes negras com luvas e véus, a norma de vestimenta agora necessária para as mulheres em áreas governadas pelo grupo extremista Estado Islâmico. “Estes são a versão de inverno. Certifique-se que cada aluna receba um”, disse um dos homens a um supervisor na escola no início de dezembro.

Os extremistas estão trabalhando para cortar as mulheres da vida pública no território controlado pelo Estado Islâmico, que se estende por centenas de quilômetros da periferia da cidade síria de Alepo, no oeste do país, até a fronteira com a capital iraquiana, a leste.

O grupo tem se destacado pelas atrocidades, incluindo os horrores que causou às mulheres e meninas da comunidade iraquiana minoritária e mulheres e meninas yazidis foram sequestradas e entregues como escravas aos extremistas.

De acordo com um relatório da Anistia Internacional, as reféns, incluindo meninas entre 10 e 12 anos, são torturadas, estupradas e submetidas a escravidão sexual. Diversas garotas sequestradas cometeram suicídio.

Punições

Ativistas dizem que ao menos oito mulheres foram apedrejadas até a morte por suposto adultério em áreas controladas pelo EI na Síria. Militantes andam armados com pedaços de pau, golpeando mulheres com vestes consideradas inapropriadas.

Foto: Unit Bektas/Reuters

Foto: Unit Bektas/Reuters

“Os danos físicos e psicológicos causados pelo tratamento que o EI confere às mulheres, as onerosas instruções impostas ao seu jeito de se vestir e as restrições à sua liberdade de movimento demonstram um tratamento discriminatório de gênero.”

Painel de investigação de crimes de guerra da ONU.

Patrulha

Uma brigada do Estado Islâmico composta somente por mulheres, chamada Al-Khansa (foto destaque), patrulha as ruas em algumas áreas para impor restrições de vestuário. Em todo o território, as mulheres têm de usar o khimar, um manto que cobre a cabeça, os ombros e o peito. Muitas vezes, os militantes forçam-nas a colocar também um véu sob re seus rostos.

Enviado por Gazeta do Povo, 03/01/15 11:59:01 PM

Presos sem acusações justificadas ou por “críticas ao governo”, cerca de 30 jornalistas sofrem nas prisões da Eritreia, que se tornou o maior cárcere de jornalistas na África, segundo o último relatório sobre liberdade de imprensa da Repórteres Sem Fronteiras.

O número exato de jornalistas presos não é claro, pois o governo impede a entrada de observadores internacionais no país, afirmou o diretor para a África do Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ), Tom Rhodes. Conhecida como “a Coreia do Norte da África”, a Eritreia está em último lugar do ranking da RSF de liberdade de imprensa de 2014.

info planeta web 040115

Sem correspondentes

Khaled Abdullah/ Reuters

Desde 2001, quando o presidente Issayas Afeworki (foto) fechou todos os veículos de comunicação de propriedade privada na Eritreia, os correspondentes estrangeiros foram expulsos e não há mais nenhum no país. Enquanto isso, os censores do governo filtram as notícias que chegam do exterior. A única forma de obter informações não censuradas pelo governo é em sites de emigrantes, embora seja necessário fazer estas consultas com precaução, porque basta a denúncia de um vizinho rancoroso para acabar preso.

“Há uma linha vermelha que não pode ser ultrapassada, mas às vezes os jornalistas nem se dão conta. Eles tapam os seus olhos e te levam para uma prisão.”

N. F. jornalista que fugiu da Eritreia após ser preso três vezes e que prefere não ser identificado

Enviado por Gazeta do Povo, 27/12/14 11:59:27 PM
Erik S. Lesser/Efe

Erik S. Lesser/Efe

Estreou na quinta-feira o filme A Entrevista (foto), cujo lançamento havia sido suspenso pela Sony Pictures devido a ameaças de hackers. Segundo o site Motherboard, a companhia pediu ao Twitter a retirada de cópias dos e-mails enviados pelos hackers que foram divulgados na rede social.

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