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Enviado por robsonm, 22/02/17 8:40:28 PM

Divulgação KSOP

Só dá ele! Paulista, mas residente em Curitiba há sete anos, Gustavo Kamei tem provado a cada dia que a habilidade é mais importante do que a sorte no poker. Após aparecer no Resenha do Poker há cerca de dois meses por ser vice-campeão brasileiro, o jogador ganhou R$ 180 mil em um torneio disputado nos últimos dias em Balneário Camboriú.

Relembre a primeira matéria sobre ele: Jogador radicado no Paraná é vice-campeão brasileiro de poker. “É só estudar”

Na disputa do King’s Series of Poker (KSOP), Kamei ficou em segundo lugar, perdendo no final para o goiano Wender Oliveira, que reside em Maringá e faturou R$ 210 mil. O paranaense Diogo Dill ficou em quarto lugar, ganhando R$ 65 mil.

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No torneio, que prometia R$ 1 milhão em premiação, ocorreram 980 entradas, sendo que cada uma custou R$ 1.500. As informações são do site Super Poker.

“É só estudar que as coisas acontecem. Quanto mais você se dedica, melhor são os resultados”, ensinou Kamei neste blog no final do ano passado. E que resultados!

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Enviado por robsonm, 16/02/17 8:24:19 PM

Imagem: Facebook Poker Pro

 

De vez em quando um jogador que poucas pessoas sabem quem é ganha um torneio no Pro Poker Curitiba (Rua Carlos de Laet, 3952, Boqueirão). Na hora de fazer a tradicional foto da vitória, com as fichas e a mão vencedora, ele se recusa a aparecer, gerando a curiosa imagem dessa matéria. E cada vez mais aumenta a boataria sobre quem ele é.

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Segundo Tiago Atual, gerente de marketing da casa, o “misterioso” tem 28 anos e já joga há mais de seis anos. “No começo, ele não quis aparecer na foto por timidez. Depois começou a gostar da história de manter o mistério”, conta.

Se o “misterioso” não quer repartir os prêmios que ganha com a esposa ou com credores, ninguém sabe. Certo mesmo que cada vez mais a curiosidade dos outros jogadores aumenta a cada torneio que ele crava.

“Tem gente que chega aqui e, antes mesmo de jogar, já quer saber quem é o misterioso. Estamos pensando inclusive em fazer um torneio com ele de máscara no meio”, relata Atual, um dos poucos que sabe a resposta do segredo.

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Enviado por robsonm, 15/02/17 9:48:09 PM

Imagem: Facebook pessoal

 

O caminho das pedras para quem quer evoluir no poker passa por seguir quem conhece mais do assunto. A partir disso é possível estudar, evoluir, corrigir erros e ganhar mais do que perder a longo prazo. Para quem tem este objetivo- basicamente todos os jogadores- a sugestão de hoje é ficar de olho no que diz Yuri Martins Dzivielevski.

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Curitibano e hoje residente na Austrália, onde vive o sonho de poker e surfe, Yuri Martins com certeza foi o jogador que mais apareceu no Resenha do Poker até hoje. Não é por acaso, já que saiu daqui para ser um dos brasileiros com maior sucesso nos últimos anos nas mesas.

No começo do ano, por exemplo, mostramos que este jovem jogador estabeleceu a meta de ganhar R$ 1 milhão no ano com poker. No ano passado, ele apareceu por ter ganhado mais de R$ 240 mil no mundial on-line.  Em 2014, para se ter uma ideia, ele já ganhava destaque na Gazeta do Povo pelo seu desempenho.

Agora, além de seguir com ótimo desempenho nas mesas, Yuri Martins tem se empenhado para alavancar seu canal no Youtube, o Offsuits. No último vídeo, “Coisas que levei tempo para aprender”, ele explica muito bem como jogar dependendo da quantidade de fichas que você possui. Imperdível e, detalhe, o primeiro de uma série que está por vir. Depois não diga que não foi avisado.

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Enviado por robsonm, 13/02/17 9:11:42 PM

Fichas sendo preparadas na Liga Curitiba. Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo

 

A partir desta terça-feira (14) até segunda-feira (20) será disputado na Liga Curitibana a primeira etapa de 2017 do Curitiba Poker Tour (CPT). Neste torneio de poker, a premiação garantida total é de R$ 100 mil.

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A entrada custa R$ 200 para o jogador começar o torneio com 20 mil fichas. No meio da competição ainda é possível fazer o add on, comprando mais 50 mil fichas por mais R$ 200. (Dica do blog: só jogue um torneio com add on se você puder fazê-lo). A Liga, no entanto, tem feito sorteios no seu Facebook de entradas.

Durante o ano são disputadas seis etapas do CPT mais uma final. O campeão do ranking ganha um pacote para a última e mais importante etapa do Brasileiro, o BSOP Milllions. No final deste texto está a programação deste primeiro CPT de 2017.

Obviamente este não é o primeiro torneio em Curitiba no ano. Nestes 45 dias muita coisa já aconteceu, com alguns jogadores comemorando ótimos prêmios. Porém, até para ter um parâmetro, este blog dá mais destaque para torneios que tenham uma premiação garantida igual ou acima de R$ 100 mil.

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Enviado por robsonm, 09/02/17 8:33:30 PM

Hoje o Resenha do Poker não irá falar de grandes premiações, torneios de renome internacional e nem de jogadores que ganham grandes boladas com este jogo. O foco agora é oposto, naquele jogo entre amigos, realizado em casa, a um custo simbólico. Os home games.

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Muitos jogadores de poker utilizam o jogo na verdade como desculpa para reencontrar os amigos uma vez por semana. Nestas disputas, não há dealer e cada um embaralha e distribui as cartas uma vez. Mas como saber quais regras valem e não valem nestes casos?

O Resenha do Poker perguntou sobre isso para Devanir Campos, diretor do Campeonato Brasileiro, aproveitando a conversa que foi utilizada nas duas matérias anteriores. E a resposta básica é: depende da opinião da maioria.

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“Da mesma forma quando você vai jogar futebol, uma pelada no sítio, com familiares e amigos, às vezes a lateral do campo é o muro. Aí os jogadores decidem que vale tabela com o muro. Quando você está jogando poker entre amigos, em casa, é uma atmosfera diferente”, explica Campos.

“ Você pode ter regras mais soltas, pode ter convenções entre os amigos, pode ter um tipo de jogo mais divertido. Vamos dizer assim, o futebol moleque de rua seria aplicado ao poker”, acrescenta.

Isso não quer dizer que vale tudo. Quem já jogou uma pelada sabe que não pode fazer gol de mão, por exemplo. As regras básicas precisam ser mantidas, de forma justa e conhecida por todos, para que o jogo seja divertido para todo mundo. E, em caso de discórdia, vale a opinião da maioria.

“Como em outros esportes, a competição profissional tem que ser tratada de uma certa forma, com uma rigidez absoluta e inquestionável, com uma consistência na aplicação das regras. E o jogo entre amigos, o jogo amador, o jogo de casa, pode ter variações e elasticidades muito maiores do que o jogo profissional”, resume Campos, a quem este blog agradece pela atenção.

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Enviado por robsonm, 08/02/17 6:11:40 PM

Primeira etapa do BSOP 2017 foi disputado em Punta Del Leste. Imagem: Super Poker.com.br

Não será em 2017 que o jogador de poker curitibano poderá participar de uma edição do Brazilian Series of Poker (BSOP), o Brasileiro de Poker, em Curitiba. A falta de um lugar adequado, segundo os organizadores, impede a competição de voltar à capital paranaense, onde esteve pela última vez em 2012.

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“Infelizmente Curitiba, apesar de ser uma cidade maravilhosa, com muito potencial e com número de jogadores fantástico, não tem um hotel com um salão de convenções que comporte o evento hoje em dia”, lamenta Devanir Campos, diretor geral do BSOP.

O problema não é novidade, já tendo sido narrado pela Gazeta do Povo no ano passado. Mesmo assim, persiste.

“Podem existir casas de show e casas de formatura. Só que não encontramos um lugar que tivesse todas as características que o cliente do BSOP está acostumado e com uma relativa proximidade de hotel para que possamos fazer o torneio”, acrescenta.

Atualmente, a única etapa do Brasileiro no estado ocorre em Foz do Iguaçu, o que em 2017 será entre 31 de agosto e 5 de setembro. Para os curitibanos, a etapa mais próxima acaba sendo em Balneário Camboriú, ainda sem data confirmada.

“Curitiba sempre fui um grande celeiro de jogadores, todas as etapas na cidade quebraram ou ficaram muito próximas de quebrar o próprio recorde. É um lugar que com certeza ficaríamos muito felizes de estar novamente”, admite Campos.

Brasileiro já começou…. no Uruguai!

A primeira etapa do BSOP ocorreu nos últimos dias em Punta Del Leste, no Uruguai. O local faz parte do circuito brasileiro por ser um tradicional centro de poker. A novidade neste ano nesta etapa ficou na preparação dos dealers, que estavam bem aquém dos brasileiros.

“Foi feito um trabalho de capacitação com mais de 110 dealers e isso trouxe para o torneio uma experiência fantástica, sem problema algum”, valoriza Campos.

Dica do Dia

De vez em quando o poker traz grandes histórias. Em Punta, um jogador conseguiu a vaga no evento principal através de um satélite de apenas US$0,33. Chegou na mesa final e faturou US$ 10.480. A história foi contada aqui pelo Super Poker.

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Enviado por robsonm, 06/02/17 7:12:51 PM

Imagem: Site Real Poker

 

O que pode falar em uma mesa de poker? Pode “falinha”? O que é inadmissível? Um jogador já chegou a urinar enquanto estava jogando. Qual é o limite? Para responder estas e outras perguntas o Resenha do Poker conversou com um dos maiores especialistas- provavelmente o maior- em torneios no Brasil: Devanir Campos, diretor do Brasilian Series of Poker (BSOP), o Brasileiro de poker.

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O que pode falar?

Campos lembra que o poker é um jogo social, divertido, em que as pessoas fazem amigos e que é legal que tenha bate-papo. Mas existe o limite.

“O jogador não pode falar, discutir, de qualquer forma, a mão que está acontecendo naquele momento. Se a mão acabou, o dealer já está embaralhando, ele pode imediatamente começar a comentar uma mão que passou, perguntar, fazer brincadeira, tudo mais”, conta.

Campos lembra que alguns jogadores fazem a “entrevista”, fazendo perguntas durante a mão para conseguir alguma informação, mas que na opinião da maioria de diretores do torneio do mundo isso traz mais prejuízos do que benefícios.

“É difícil estabelecer um limite de até onde é o correto e até onde você pode acabar revelando informações substanciais do jogo para alguém que você conheça e ser encarado como uma jogada antética. Para não ficar na subjetividade da análise, proíbe-se a fala sobre a mão enquanto ela está acontecendo”, explica.

E o Kassouf?

No último Mundial de poker, o WSOP, o inglês William Kassouf incomodou muita gente por ter falado demais durante as jogadas, sendo inclusive eleito por este blog como o maior babaca de 2016 no poker. Segundo Campos, no Mundial as regras são diferentes da maioria dos torneios.

“A regra da série mundial é muito sui generis e muito complexa. Ela diz que o jogador pode falar com o outro desde que esteja no um contra um, você não tenha mais ação para tomar e o outro não pode responder. Ou seja, a direção do torneio tem que fazer um check em quatro ou cinco caixinhas para saber se o jogador está entrando em todas as condições para saber se a regra está sendo cumprida ou não. Uma regra que traz mais potencial de ser quebrada do que qualquer coisa”, alerta.

O que é falinha?

“A falinha não está no dicionário, tem diferentes interpretações. Tem gente que acha que fazer esta entrevista dos jogadores é a falinha. Para outros a falinha é mais a piadinha, falando algo cômico da jogada de outra pessoa. É difícil dizer exatamente. Na verdade a gente convencionou no BSOP que o termo é amplo e fica restrito a tudo que diz respeito a mão que está acontecendo naquele momento. Então, como não pode falar sobre a mão, não pode falinha”, explica.

Urinando na mesa e os limites

Durante um evento em Bahamas no ano passado, o jogador Antônio Esfandiari, conhecido mundialmente, entrou no noticiário por causa um motivo esdrúxulo. Após fazer uma aposta que precisava se ajoelhar a cada passo e sem conseguir mais andar, ele decidiu urinar em uma garrafa enquanto estava na mesa jogando. Resultado: foi eliminado do torneio.

“O fato que passou com o Esfandiari foi uma das cenas mais grotescas que eu já ouvi falar no poker. Mas já aconteceu de tudo. Teve torneios que teve briga”, lembra Campos.

“Temos regras muito claras de conduta comportamental. Qual é o pensamento: tem que ser um ambiente justo, aprazível, confortável, para todos”, explica.

“Todos os tipos de comportamento abusivo, agressivos, e que fogem de um convívio natural de uma sociedade, são coibidos de forma muito enérgica. Se, por exemplo, o jogador tomou algumas cervejas a mais e está agindo de uma forma agressiva, não está sendo corte com outros participantes, vai ser coibido. Até o jogador que está com uma higiene corporal de uma forma a incomodar os participantes do lado, também vamos coibir. Comportamentos agressivos, seja com outro jogador, com qualquer pessoa trabalhando no torneio, seja com a torcida, tudo o que foge do convívio normal e de uma boa regra de convivência, precisa ser coibido”, garante.

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Enviado por robsonm, 02/02/17 8:48:48 PM

Espaço Poker oferece aula para iniciantes. Foto: Divulgação.

Nos últimos textos o Resenha do Poker já trouxe como aprender a jogar poker em três minutos e quais mãos são boas para ser o primeiro a aumentar. Se, mesmo assim, para você este jogo de baralho ainda é muito difícil, duas casas de poker de Curitiba oferecem aulas de graça para quem quer aprender a jogar.

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Uma delas é o Espaço Poker (Rua Marquês do Paraná 700, Água Verde). Toda segunda-feira, às 19 horas, os interessados têm uma hora de aula. No mesmo dia, às 20 horas, os novos jogadores podem experimentar jogar um torneio também gratuito, com premiação em dinheiro.

A outra casa é a Pro Poker (Rua Carlos de Laet, 3952, Boqueirão). O esquema é o mesmo. Todos os domingos, às 16 horas, a casa oferece um curso de graça e quem participar aprenderá temas como ranking de mãos, ring game, torneios e postura na mesa. No mesmo dia, às 17 horas, acontece o torneio gratuito, também com premiação em dinheiro.

Como este blog não tem a intenção de privilegiar nenhuma casa de poker da cidade, vale lembrar que existem mais dois lugares onde se pode jogar, a Liga Curitibana (Rua Martim Afonso 700, esquina com Brigadeiro Franco, Centro) e a República do Poker (Luiz Parigot de Souza, n°100, atrás do Clube Literário, Portão).

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Enviado por robsonm, 31/01/17 3:53:01 PM

Divulgação: BSOP 2016

O curitibano Luiz Renato Feres, 32 anos, mudou de vida nos últimos seis meses. Formado em Design, mas jogador profissional de poker desde 2013, Feres conheceu o Método de Rose- também praticado por Yuri Martins- em agosto de 2016, o que o impulsionou em uma vida mais saudável. Hoje ele acorda cedo, é vegetariano, faz yôga, exercícios físicos e já perdeu 20 quilos.

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Tudo isso influenciou para que o jogador fosse um dos destaques brasileiros no Turbo Championship Of Online Poker (TCOOP), que terminou no último domingo (29), com uma série de torneios on-line de poker. No evento 3, em que a entrada custava US$ 82, Feres ficou na terceira colocação, faturando US$ 33.917,54. Já no evento 37, com a entrada a US$ 320, ele ficou no segundo lugar, ganhando um prêmio de US$ 72.869,71.

Ou seja, já descontando o investimento nos outros torneios e outras premiações que recebeu, o jogador acabou tendo um lucro em 11 dias de torneio de cerca de US$ 100 mil, o equivalente a R$ 315 mil.

“O método me deu confiança para acreditar em mim mesmo e estar preparado para enfrentar a reta final destes torneios. Graças ao autoconhecimento adquirido com a meditação, por exemplo, pude não ficar nervoso e fazer as melhores jogadas”, explica.

Membro desde 2013 de um time de poker, o POCARR, onde hoje é um dos representantes da empresa na América Latina, Feres segue estudando diariamente para seguir em alta no jogo. Residente atualmente em Floripa, ele não se ilude com a premiação, que pretende investir e utilizar em outros torneios, sempre com os pés no chão. Tudo para seguir evoluindo e representando bem os jogadores curitibanos.

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Enviado por robsonm, 26/01/17 4:33:16 PM

Fernando Vieira, jogador profissional, explica no vídeo como jogar poker.

Existe um ditado no meio do poker em que você precisa de cinco minutos para aprender a jogar e uma vida inteira para realmente dominar o jogo. A Liga Curitibana Poker Team, um dos grandes times de poker do país, fez melhor, precisando de menos de três minutos para ensinar o básico para quem nunca teve esta experiência na vida.

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É normal os iniciantes se assustarem com palavras estranhas, como flop ou big blind. Mas fique tranquilo, pois é muito mais simples do que parece. Existem vários tipos de jogos de poker no mundo, mas o mais jogado, e que é explicado no vídeo abaixo, é o Texas Hold’em.

Fica aqui um agradecimento especial para o time da Liga por liberar o vídeo .

Confira abaixo:

Reforçando:

O botão é a melhor posição da mesa pois é a última a falar. Do lado esquerdo dele fica o small blind e a esquerda deste fica o big blind. Quando se fala que o blind (aposta obrigatória) está 50/100, por exemplo, significa que o small coloca 50 e o big é obrigado a colocar 100. A cada rodada o botão anda para a esquerda.

Não memorizou qual combinação de cartas é mais forte ou mais fraca? Veja abaixo o ranking de mãos.

Por fim, vale lembrar que o poker é muito mais do que isso, que é necessário estudar para avançar no jogo. Mas para brincar com os amigos, saber o básico já ajuda!

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