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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 26/05/16 8:07:26 PM

Consumidor inveterado (ou invertebrado, como ele mesmo se autodefine) de leite condensado (“melhor que ele só maria-mole e capilé com água”), Beronha quis saber “quem foi o gênio” que inventou o produto.

Ao contrário de recorrer à internet (“vade retro, Satana!”), professor Afronsius apelou para o João, no caso repousando num recorte da seção Pergunte ao João, do velho Jornal do Brasil.

– Trata-se de produto resultante da remoção parcial de água do leite. Quem teve a ideia foi Nicolas Appert, na França, em 1820. Oito anos depois, outro inventor francês, Malbec, aplicou o método ao leite fresco de vaca. Surgiria assim o leite condensado. E a nova forma de tratar o leite rompeu fronteiras e chegou aos Estados Unidos, onde um inventor, Gail Borden, tratou de patentear o método, em 1856.

O lado doce da guerra

Com a Guerra da Secessão (1861-1865), o consumo do leite condensado disparou. Uma maneira genial de preservar os estoques de leite e reduzir o volume, contornando a, por supuesto, falta de refrigeração. O novo produto não mereceu muita atenção, até que, com o início da Guerra da Secessão, o exército dos estados do Norte tratou de incluir o leite condensado na cota de ração destinada às tropas. A partir daí, os soldados, quando voltavam para casa, de licença ou já dispensados do serviço militar, falavam e falavam sobre o tal leite diferente. Um sucesso (comercial) que perdura até hoje.

Beronha:

– Tudo isso só para ficar numa latinha tão mixuruca?

Ele, nosso anti-herói de plantão, devora duas toda noite, antes de ir para o berço.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 25/05/16 9:33:04 PM

O convite/intimação veio do escritor e amigo Carlos Solera: sábado, no Rancho P&R, em São Luiz do Purunã, teremos o lançamento do livro Cantares do Tropeirismo, trabalho assinado por ele, Solera, e José Osmir Fiorelli. A renda do evento será destinada para o Projeto Tropeiro Brasil e, igualmente, ao ICF – Instituto de Cuidados com o Fígado -, entidade filantrópica que trabalha na luta e diagnóstico do câncer.

A programação terá início à tarde: das 15h30 às 17h30, café colonial, lá chamado de Café com Mistura. Já às 17h30, o toque de Cincerro: Ritual do Fogo e Abertura do Pouso Tropeiro do Purunã. Para o anoitecer, das 18h às 19h, haverá a palestra/show com o pesquisador e escritor Carlos Roberto Solera, que falará sobre a importância do tropeirismo na história do Brasil, do Paraná, dos Campos Gerais e de São Luiz do Purunã. Será acompanhado por apresentações musicais pelo Cancioneiro da Rota Silvestre Alves Gomes. Outra atração será com poesias no campo com Eleni Cássia Vieira. Haverá ainda roda de Chimarrão, Artesanatos Rurais e exposição e venda de telas sobre tropeirismo – obras da artista plástica Paula Schmidlin.

Pitaco histórico

Ainda do Solera:

– Em 1706, na região da Serrinha do Purunã, duas sesmarias foram concedidas a  portugueses. Antônio Luis Lamin, o Capitão Tigre, Chefe de Milícias do Mato e fundador da Capela de Nossa Senhora da Conceição do Tamanduá.

Em meados do século XVIII, de acordo com o historiador David Carneiro “quatro locais do atual estado do Paraná, depois de Curitiba, se equivaliam em importância: São José dos Pinhais, Lapa, Castro e Tamanduá”. Naquela época, Tamanduá era povoado em formação. Desde 1970, a Capela é bem cultural, tombado pela Secretaria de Estado de Cultura do Paraná.

A outra sesmaria foi doada para Manuel Gonçalves de Aguiar, que ali implantou a fazenda Os Carlos, ponto de chegada do pioneiro Caminho de Tropas brasileiro, o Caminho dos Conventos, “com abertura oficializada” pelo governo português. Ocupou também o espaço onde hoje se localiza a Vila de São Luiz do Purunã, local então denominado como “Curral de Nossa Senhora”.

De lá para cá, são mais de três séculos de muita história dentro da trajetória dos Campos Gerais, do Paraná e do Brasil, o que será abordado no evento. O pequeno povoamento da região do Purunã e os Campos Gerais do Paraná foram importantes espaços para que essa saga histórica acontecesse na trajetória de nosso país.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 24/05/16 9:04:18 PM

Tempos passados, um jóquei brasileiro chegou a ser tão famoso quanto alguns jogadores de futebol: Luiz Rigoni, montado em Gualicho, um de seus cavalos preferidos. Daí a expressão cheia de entusiasmo que se tornaria corrente, dá-lhe, Gualicho! Até a década de 1970, como garante o professor Afronsius, o turfe nacional viveu a sua era de ouro.

E, segundo um expert em turfe, Gualicho e alguns outros animais “eram a autoafirmação nacional em quatro patas”. Isso mesmo. Porque “grandes cavalos, aliados a grandes jockeys, faziam verdadeiros espetáculos, dignos de arrastar multidões aos hipódromos, fosse o da Gávea ou de Cidade Jardim”. Ou por outra, Rio e São Paulo.

Um brinde que virou livro

O turfe empolgava tanto que, por supuesto, não escaparia do humor da PRK-30, programa que marcou época na igualmente gloriosa era do rádio. No comando, Lauro Borges e Castro Barbosa, que estrearam na Rádio Mayrink Veiga, do Rio, em outubro de 1944, e foram em frente.

PRK-30 era o prefixo de uma suposta rádio pirata, onde dois speakers, Megatério Nababo D’Alicerce (Castro Barbosa) e Otelo Trigueiro (Lauro Borges), “apresentavam notícias de impagáveis correspondentes internacionais, cantores internacionais, calouros, todos protagonizados pelos dois humoristas”.

Existe, inclusive, a gravação de parte dos programas, no caso, um brinde da Basf pelos 50 anos da invenção da fita magnética. Na fita VHS, os grandes momentos da PRK-30.

Depois saiu o livro No Ar: PRK-30!, de Paulo Perdigão, com direito a uma segunda edição em 2006. Detalhe: além da história do programa, o livro trazia dois CDs remasterizados com a discografia da dupla de humoristas. Editora: Casa da Palavra. Vale a pena ir atrás (“O meu eu não empresto, não vendo nem dou”, antecipa-se o sempre aflito Beronha).

Retornando a Rigoni e Gualicho, há uma parte inesquecível. Cheio de entusiasmo, o locutor narra um Grande Prêmio Brasil, no Hipódromo da Gávea. Mas, no lugar de Gualicho, temos o Bucéfalo.

O páreo é assim descrito, com total empolgação embora entre as quatro paredes  do estúdio:

– Foi dada a partida! Bucéfalo dispara, livra dois corpos de vantagem, assume a ponta, cruza o disco, pula o muro e segue para a Avenida Brasil…

Dá para imaginar a tal cena: um cavalo correndo pela avenida após cruzar o disco de chegada e saltar o muro do hipódromo.

Coisa (genial) da PRK-30.

ENQUANTO ISSO…

 

 

 

Enviado por babbocamargo, 23/05/16 8:13:44 PM

O tempo passa, o tempo voa e até a poupança Bamerindus deixou de ser uma boa faz muito tempo. Mas, com as baixas temperaturas dos últimos dias, o frio em Curitiba tornou a ser assunto obrigatório. Em qualquer roda.

E não é de hoje, por supuesto. Basta ver que até Graciliano Ramos registrou o frio como uma característica paranaense. Está lá, na página 155 de Memórias do Cárcere, primeira edição (1953), quando ele topa com outros presos políticos:

– Afinal a chave rangeu na fechadura da porta, vultos deslizaram sem rumor, os capotes grossos dos paranaenses juntaram-se à entrada.

Ainda do Velho Graça, agora à página 170 do segundo volume:

– Os paranaenses, graves, metódicos, arrumavam-se para descansar da melhor maneira, examinavam lentos a sala acanhada, permutando cochichos.

Ainda voltando no tempo. Sem acusação formal ou processo, em 1936  o escritor foi preso em Maceió e encaminhado para Recife, onde embarcaria com destino ao Rio de Janeiro no navio Manaus. Ele e outros 115 presos. O país estava sob a ditadura de Vargas. Pau nos subversivos da época. Hospedado no Rio até janeiro de 1937, Graciliano passou pela Casa de Detenção e Colônia Correcional de Dois Rios (na Ilha Grande).

No presídio de Ilha Grande, Graciliano Ramos passou a ser “simplesmente o preso número 3535”. Que, aliás, batia papo e chegou a alfabetizar alguns guardas encarregados de seu isolamento.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 22/05/16 8:52:40 PM

- No meu tempo, aliás, bons tempos, nesse horário só as matinadas de domingo no Cine Ópera, com sessões às 10, 11 e meio-dia.

A queixa do professor Afronsius, inteiramente procedente, dizia respeito a jogo de futebol às 11 horas. Mui especificamente em Curitiba.

Beronha concordou:

– Antes, você corria o risco de ir dormir com a cabeça inchada. Hoje, de acordar com a cabeça inchada.

Outros comentários, agora colhidos por Natureza Morta no decorrer da tarde, sobre jogo de futebol às 11 horas – em Curitiba:

– Com chuva e frio, jogo às 11 nem mesmo na Arena com o telhado fechado e aquecedor…

– Jogo às 11 de domingo, em Curitiba, nem Barcelona x Sevilla na decisão da Copa do Rei…

– Jogo às 11 da manhã, em Curitiba, é algo temerário mesmo em pleno verão.

E o comentário, talvez definitivo:

– Em Curitiba, jogo às 11 da manhã de domingo é pra matar a turma da balada

Independentemente dos resultados de Santos x Coritiba e de Atlético x Atlético Mineiro, dificilmente, mesmo em caso de vitória, o que não houve, boa parte dos torcedores pulou da cama cedo, não pelo futebol. Ou temor de chegar em casa atrasado para o almoço com a família.

– Afinal, havia mais torcedores na missa do que na Arena da Baixada, arrematou Natureza Morta.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 21/05/16 3:37:57 PM

O convite é do amigo Alberto Melo Viana, bom de bola (nos rachas do pessoal da redação de O Estado do Paraná, nos velhos tempos do jornal nas Mercês, não dava pra segurar o endiabrado Baiano) e melhor ainda como profissional da fotografia:

– Não perca a exposição Arquétipos, de Sonia Lyra, no Museu da Fotografia – Cidade de Curitiba, no Solar do Barão.

Baiano, curador da mostra, dá algumas dicas:

– A experiente psicóloga Sonia Regina Lyra, analista junguiana, e com passagem por várias artes, nunca imaginou que a partir de 2012, quando fez um curso para acompanhar uma sobrinha, a fotografia entraria para sempre em sua vida com tanto vigor e potência. Ela que é amante da lua desde tenra idade, agora domina a luz do sol e as várias luzes artificiais necessárias para o ofício de imprimir com a luz. Mas como Sonia é uma acadêmica, uma estudiosa, além de um curso técnico procurou também se aprimorar na teoria da imagem fotográfica num curso de pós: A doutora em teorias junguianas retorna às aulas para estudar as teorias da luz e da semiótica. Isto é um pouco de Sonia Lyra.

Muito além do visível

Agora, com a palavra o fotógrafo e historiador Pedro Karp Vasquez, que escreve uma apresentação na exposição e no catálogo:

– Assim como os pintores pré-Rafaelitas procuravam ser “sinceros e fiéis à obra de Deus”, Sonia Lyra também utiliza a criação artística como símbolo, buscando desvelar o mistério e a alma secreta das coisas para remeter o espectador a uma dimensão além do visível. Um território situado para lá do chamado mundo real: o território eterno o imutável dos arquétipos, a um só tempo nossa verdadeira terra natal e nossa destinação final.

De volta ao curador:

– A exposição tem 19 fotos das inúmeras já realizadas, que representam determinados mitos, contos, visões e sagas, tais como Lilith, Eros, Narciso e Psiquê; Pierrot e Colombina; Afrodite e Súcubo, etc. Serão fotos de grande  tamanho que estarão inaugurando as três novas salas de exposição do Museu. A mostra exigiu um enorme trabalho na edição das fotos que estarão expostas entre milhares já realizadas. Vai até o dia 17 de julho.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 16/05/16 9:32:40 PM

Domingo, ao bater o Miami Het por 116 a 89, o Toronto Raptors garantiu uma vaga (histórica) na final da Conferência Leste da NBA.

– Leste, Leste – reforçou o Flávio Stege Júnior, o underdog do Luzitano com Z.

É, costa leste, porque, segundo o Lance!, na edição daquele dia, em que, aliás, trocou o Atlético-PR pelo Atlético-MG, o jogo seria pela Conferência Oeste. Daí o Flávio quase ter subido nas tamancas. Até porque havia um agravante: o poderoso rotativo já tinha mancheteado, com destaque, Começa o Brsileirão.

Tempos atrás, quando um jornal cometia um erro, o culpado era sempre o mesmo (“prendam os suspeitos de sempre”, como diria o capitão Louis Renault, de Casablanca), ou seja, a revisão. Coisa do passado, por supuesto.

Mas, para comprovar que era um dia de trocar alhos por bugalhos, não só na BBII, a Briosa, Brava e Indormida Imprensa, alguém pediu uma Antarctica. Nada de novo. O espanto estava na tampinha da garrafa: Skol.

– Está faltando um revisor também na linha de produção, comentou o freguês, acrescentando: só espero que o líquido seja de uma genuína Antarctica.

Na hora de pagar a conta, o mesmo freguês não resistiu e cedeu à provocação:

– Agora só falta o bar não me cobrar nada e ainda me pagar pelo que bebi…

 ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 15/05/16 7:34:15 PM

Futebol? Ontem, domingo, boa parte dos frequentadores doLuzitano optou, como pauta principal das conversas, o UFC 198. Com destaque para o tal de Stipe Miocic. O gringo nocauteou o gaúcho Fabrício Werdum e conquistou o cinturão peso-pesado do UFC em plena Arena da Baixada.

E, ele mesmo, Maurício Shogun, o primeiro curitibano a entrar no card principal do UFC 198, conquistou a vitória na decisão dividida dos árbitros.

Depois de ouvir os comentários, Beronha, meio envolto a engulhos, comentou sentir inveja dos lutadores, “embora um seja mais feio do que o outro”. Explicou:

–  O problema são as dores de coluna. Inveja porque eles não devem ter problemas de coluna como eu…

Em tempo: o grupo de novos adeptos do UFC era formado por tradicionais telespectadores de jogos de futebol, mas, torcedores do Atlético, Paraná e Londrina…

Quanto ao Atleticon, quem levou a pior foi o Lance! A edição de ontem estampou no cabeçalho das três páginas dedicadas ao jogo em São Paulo: Palmeiras x Atlético-MG. Isso mesmo. Atlético-MG.

Segundo Beronha, cabe recurso para recuperar os pontos perdidos:

– Quem levou chumbo não foi o rubro-negro, foram os mineiros. E, em qualquer dúvida, a gente chama o Shogun…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 14/05/16 8:05:27 PM

Da velha Baixada da “curva da laranja”, dos “pinheiros do velho Max”, do ginásio que virou clube noturno, da placa do Vadeco e do alambrado que torcedores como o professor Carrilho mordiam desesperadamente, conforme o andamento do jogo, eis que chegamos ao UFC 198.

– Quem diria, hein? Comemora professor Afronsius.

E tem mais: segundo informação do site Furacão, “sem muito alarde, o Atlético instalou um novo espaço para eventos ao lado da Arena da Baixada. Ainda funcionando de modo provisório durante o UFC 198, o espaço foi montado no piso superior do estacionamento do estádio. Por enquanto, foi usado para o treino aberto do UFC e a instalação de food trucks para o evento”.

Na próxima semana, “a intenção do clube é de oferecer o espaço para diversos eventos, com capacidade para até 7 mil pessoas. Futuramente, no local será instalada a Arena Indoor (ou Areninha)”.

Afinal, há muito tempo estádio deixou de ser espaço exclusivo para jogos de futebol. Até porque, depois da lambada de ontem…

Mas, a propósito da Arena de multiuso, que está bombando, a Seção Achados&Perdidos, exclusiva do blog, pinçou um recorte de jornal, de janeiro de 2002: em entrevista, Arion Cornelsen, ex-jogador e ex-presidente do Coritiba, declarava que, com a Arena, o Atlético estava muitos anos à frente do Coxa. Arion Cornelsen disse à imprensa (abre aspas):

– Na década de 70, dominamos o futebol do Estado. Hoje, o Atlético está 50 anos à frente.

Beronha:

– Se em 2002 estava 50 anos à frente, imagine hoje… Apesar dos 4 a 0 do Parmeiraço.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 13/05/16 10:12:55 PM

Essa foi contada pelo professor Afronsius, na semana passada. Um cidadão chegou e pediu uma informação:

– Onde fica a Rua Vereador Troaldo Túlio?

– Em Santa Felicidade. Aproveitando: é Toaldo e não Troaldo. E, ele, dá nome a uma avenida, não a uma rua.

O cabôco agradeceu e se foi.  Aí, professor Afronsius lamentou que não deu tempo para falar mais sobre o vereador. Quando da chegada dos italianos a Curitiba, priscas eras, a atual avenida era uma via muita utilizada também no transporte de madeira. Hoje, liga os bairros de Santa Felicidade, São Braz e Orleans.

Augusto Toaldo Túlio (1918-1957) era filho de um casal de lavradores. Nasceu e se criou em Santa Felicidade. Participou do Coral São Pio X e, no futebol, do Trieste e do Iguaçu.

Foi eleito vereador em 1950 e chegou a se tornar prefeito interino durante a gestão de Manoel Ribas. Faleceu aos 39 anos. Em 1958, a avenida ganhou o seu nome. Justa homenagem.

Ainda sobre homenagem, o professor Afronsius citou Alma das Ruas, obra em três volumes da professora Maria Nicolas, com biografias de personagens que deram nome a ruas, praças e logradouros públicos de Curitiba. Isso nos anos 1950.

ENQUANTO ISSO…

 

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