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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 26/03/17 8:41:16 PM

Na tela da TV do Luzitano com Z, corre o jogo PSG x Lyon. Chega um cabôco, dá uma olhada e não resiste:

– Oba! É o meu time na França, o PVC…

Silêncio – quase sepulcral. Aí, alguém comenta baixinho com um amigo, citando o bordão do Flávio Stege Júnior:

– É… A desinformação é o nosso esporte.

Como se sabe, PVC vem a ser a sigla em inglês de polyvinyl chloride, ou, em português, policloreto de vinil, plástico mais conhecido como vinil. Já o PSG é Paris Saint-Germain (Paris Saint-Germain Football Club), o maior time da capital francesa. Surgiu em 1970 com a fusão do Paris Football Club, criado um ano antes, e do Stade Saint-Germain, fundado em 1904.

O amigo e a piada

Sobre perder o amigo mas não perder a piada, há um episódio: um poderoso homem de negócios, conhecido por sua avareza, convidou Charles Chaplin para jantar. O gênio, Chaplin, é claro, verificou desde logo que, ali, “não se arriscaria a sobrecarregar o estômago”. No fim, quando acompanhava o convidado até a porta, o anfitrião manifestou a esperança de voltar a vê-lo brevemente:

– Quando, meu amigo, agradaria voltar a jantar?

– Agora mesmo, se fosse possível – retrucou Chaplin.

O risco de perder  o pescoço

Em certos casos, porém, o risco não é perder o amigo, mas o próprio pescoço. No livro Entre sem bater – A vida de Apparício Torelly, o Barão de Itararé, de Cláudio Figueiredo (Editora Casa da Palavra), uma prova disso. Após o fracasso da Intentona Comunista, em 1935, Apparício Torelly, o Barão de Itararé, foi parar no navio presídio Pedro I, ancorado na Baía de Guanabara. Em determinadas noites, policiais invadiam as celas e surravam os prisioneiros. De certa feita, Apparício gritou:

– Viva a Revolução!

Enfurecidos, os guardas partiram pra cima dele, que completou, “com voz meiga”:

– … de 30!

As gargalhadas dos prisioneiros desarmaram os agentes da ditadura getulista.

Preso e espancados seguidas vezes, nem por isso o Barão de Itararé abria mão de sua principal arma – o humor.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 25/03/17 8:34:58 PM

Milton. Milton Ivan Heller. Sobre o amigo que partiu, grande figura, há um rico depoimento dele (como jornalista e escritor) no livro Velhos Vermelhos – História e memória dos dirigentes comunistas no Paraná, de Adriano Codato e Marcio Kieller (organizadores), Editora UFPR, 2008. Área: Sociologia, Antropologia, História e Biografia.

Na apresentação do trabalho, temos:

– Este livro é uma iniciativa pioneira no Paraná. Trata-se de um elogiável esforço de recuperar e preservar a memória dos movimentos sociais e políticos do estado. Isso é feito enfocando-se a atividade de um de seus principais protagonistas, o Partido Comunista Brasileiro, através da fala de seus dirigentes paranaenses. Trata-se de um partido político cuja longa existência desenrolou-se quase sempre na clandestinidade e a falta de registros é enorme, exacerbada num país de tradição oral. A leitura dos depoimentos deste livro nos ajuda a compreender melhor as facetas da militância comunista paranaense e o complexo mosaico político em que ela se inseriu.

Da conspiração nazista à cela 310

Milton também escreveu diversos livros, muitos deles inspirados nos “anos de chumbo” da ditadura militar, quando chegou a ser impedido de trabalhar nos jornais por conta de sua ligação com o Partido Comunista. Entre seus livros mais conhecidos, estão Conspiração Nazista nos Céus da América, Memórias de 1964 no Paraná, A CIA e a Quartelada, Os Crimes Hediondos da Ditadura, O Prisioneiro da Cela 310, entre outros.

Sobre o Partidão, Milton afirmou em seu depoimento para o livro da UFPR, em junho de 2001:

– Parece-me que havia uma preocupação muito grande em aplicar o marxismo à realidade brasileira, quando me parece, pelo bom senso, que deveria ser o contrário: tentar aplicar a realidade brasileira aos ensinamentos e à doutrina do marxismo.

Militante das causas sociais, um atleticano roxo, como, aliás, o atleticano João Saldanha, outro membro do Partido, Milton Ivan trabalhou em veículos de comunicação, como os jornais O Estado do Paraná, Diário da Tarde, O Dia, Diário do Paraná,  na Rádio Cultura, revistas Placar e Panorama, sucursal do jornal Última Hora, em Curitiba, Jornal do Brasil, Rede Globo (MG), até se aposentar das redações em 2001.

Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, Milton Ivan morreu na quarta-feira passada, aos 86 anos. E, a respeito, o Sindijor-PR registrou o passamento com um título mais do que apropriado:

- Milton Ivan Heller, presente.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 24/03/17 7:18:56 PM

A corrupção, por supuesto, não é coisa só de políticos, embora muitos deles se esmerem na prática, com direito ao troféu rouba, mas faz. E a questão, evidentemente, também não é de hoje. Muito menos se trata de uma invenção puramente brasileira.

Entre muitos, apenas um episódio de alta corrupção. Corrupção assumida. O caso do deputado (e jornalista). Mereceu o devido registro na edição de setembro de 2012 da Revista de História da Biblioteca Nacional como o escravoduto, conforme o livro Corrupção, mostra a sua cara, de Marco Morel, Editora Casa da Palavra. Vamos lá:

– A corrupção, acredite, pode pesar nas costas de alguns políticos. Justiniano José da Rocha, que foi deputado entre 1843 e 1856, que o diga. Durante uma Assembleia Geral do Império, ele não aguentou o peso da culpa e, num depoimento emocionado, confessou sua participação num esquema de corrupção. De acordo com o político, que também era jornalista, para escrever reportagens favoráveis ao governo, certo ministro de Estado distribuía escravos a aliados políticos. E com ele, Justiniano teria travado o seguinte diálogo:

– Então, senhor Rocha, não quer um africano?

– Um africano me fazia conta.

– Então por que não o pede?

– Se Vossa Excelência quer, dê-me um para mim e um para cada um dos meus colegas.

Para piorar a situação do deputado, o tal Justiniano era defensor do fim gradual da escravidão.

Há quem tenha comentado, depois de ler a revista:

– Os dois mereciam chibatas em praça pública – por conta do escravoduto.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 23/03/17 7:26:02 PM

Dando uma conferida em seus livros, professor Afronsius topou com A era da incerteza, de John Kenneth Galbraith, Livraria Pioneira Editora, São Paulo, 1979. Um livraço – não apenas pelo tamanho das páginas e pelo seu número – 379.

Galbraith, autor de mais de 40 livros, com posições liberais/sociais, assessor econômico do presidente Kennedy, para dizer o mínimo, começa com os profetas e a promessa do capitalismo clássico, abarcando, por supuesto, Marx, Lênin, a grande empresa multinacional, a democracia, liderança e compromisso.

E, folheando o livro, topou com passagens sublinhadas quando da primeira leitura. Um exemplo: “A educação deve procurar desenvolver o necessário sentido de comunidade (…) Quando empresas, associações comerciais, os generais, burocratas, sindicatos, advogados, médicos, professores colocam seus próprios  interesses pecuniários ou burocráticos acima do interesse público, o povo deve percebê-lo, reagir e opor-se a isso. A educação democrática deve ser uma lição nesse reconhecimento e nesse dever”.

Ainda de Galbraith:

– O poder não é algo que possa ser assumido e posto de lado como a roupa interior.

– A política é a arte de escolher entre o desastroso e o intragável.

Filho de canadenses de ascendência escocesa, nasceu em Iona Station, Ontário (15 de outubro de 1908). Tornou-se cidadão dos Estados Unidos em 1937, já que, na época, não se aceitava a dupla cidadania. Morreu aos 97 anos, no Hospital Mount Auburn, em Cambridge, Massachusetts. De causas naturais.

Mas, na verdade, continua vivo. Cada vez mais vivo – e de leitura obrigatória.

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 22/03/17 8:00:54 PM

Por conta do Dia Internacional da Felicidade – é, existe data pra tudo -, há quem tenha ficado duplamente triste na segunda-feira. Afinal, segunda-feira é aquele tortuoso dia de voltar ao batente e, ainda na segunda, tomou conhecimento de uma pesquisa da ONU: Noruega é considerada o país mais feliz do mundo; o Brasil fica na 22ª posição. O ranking abrange 115 países.

A data foi criada pela ONU em julho de 2012 e as comemorações ocorrem desde 2013, conforme matéria da Agência Brasil. Seria uma forma de “reconhecer a importância da felicidade na vida das pessoas em todo o mundo”.

Há os mais infelizes

Além dos mais felizes, tem a relação dos mais infelizes do planeta. Qual a receita da felicidade? O informe da ONU combina seis fatores: PIB per capita, expectativa de vida saudável, apoio social (ter alguém em quem confiar em momentos difíceis), ausência de corrupção no governo e nas empresas, liberdade social e generosidade (medida por doações recentes).

Segundo a lista, os 10 países mais felizes são, pela ordem: Noruega, Dinamarca, Islândia, Suíça, Finlândia, Holanda, Canadá, Nova Zelândia, Austrália e Suécia. No outro extremo, os 10 países mais infelizes do mundo são: República Centro-Africana, Burundi, Tanzânia, Síria, Ruanda, Togo, Guiné, Libéria, Sudão do Sul e Iêmen.

Em 2015, a ONU e os seus estados-membros lançaram os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que buscam acabar com a pobreza, reduzir as desigualdades e proteger o planeta. Segundo as Nações Unidas, esses são três aspectos que podem levar ao bem-estar e à felicidade das nações.

Comentário do Beronha, nosso anti-herói de plantão:

– Concordo. A coisa por aqui tá feia. Tirando o Atleticon, que só me dá alegria.

E justificou: a Caixa Econômica, patrocinadora master da camisa atleticana desde a temporada de 2012, renovou seu contrato com o clube. A novidade foi a possibilidade de substancial aumento na receita aferida para veicular o nome do banco estatal nos uniformes oficiais do clube. O contrato que era de R$ 6 milhões anuais passou para até R$ 11 milhões, dependendo das conquistas e do fator exposição da marca no decorrer do período.

Segundo o site furacao.com, “o valor global indica que o clube pode incrementar sua receita em até 83%, aumentando a diferença em relação a seu tradicional o rival, que assinou contrato com a Caixa pelo valor de R$ 7,5 milhões”.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 21/03/17 7:48:06 PM

Em mais um dia empacado nos engarrafamentos que tomaram conta de Curitiba, o motorista conseguiu chegar ao boteco. E desabafou:

– Me senti um personagem do Federico…

– Quem? Você quis dizer Frederico.

– Não. Federico, Federico Fellini. O do filme 8 e Meio – ou, no original, Otto e Mezzo.

De fato. Oito e Meio (Itália/França – 1963), com Marcello Mastroianni, Anouk Aimée, Sandra Milo e Claudia Cardinale, começa num engarrafamento. Mastroianni faz o papel de Guido, um produtor de cinema em crise – tanto no campo profissional como no sentimental – e que se vê preso num engarrafamento de trânsito.

Para o crítico Rubens Ewald Filho, “se Federico Fellini era indiscutivelmente um gênio, sua obra-prima é um filme ainda mais autobiográfico, a partir do próprio título Oito e Meio. A história de um cineasta famoso em crise, que acha que não tem mais nada a dizer. Fica enrolando o produtor, a equipe, a estrela Claudia Cardinale, todos esperando suas instruções, enquanto mistura lembranças do passado e imagens de sua fantasia”.

Em 1963, Oito e Meio ganhou o Oscar de filme estrangeiro e também o de melhor figurino em preto e branco. Mais recentemente, uma enquete com 30 importantes cineastas apontou-o como o maior filme europeu de todos os tempos e Fellini, por supuesto, como o autor mais influente.

Ainda sobre o filme, temos CI(S)NE, ensaios 1964-1969, do curitibano Lélio Sotto Maior Júnior, publicação de 1995:

– Lubitsch é um pessimista dissimulado, Fellini é um otimista dissimulado. Obra mágica, antinaturalista, Fellini 8 e ½ é inquestionavelmente o maior Fellini (ou é o anti Fellini?). Pela primeira vez, o universo particular (e metafísico) do cineasta veio acrescido de uma supervisão racional, de autocrítica, quer dizer, do outro (Daumier e o Grilo Falante), capaz de ultrapassá-lo qualitativamente. E, portanto, não é um Fellini que auto se nega, mas um Fellini que se supera despojando-se totalmente num burlesco exorcismo.

Comentário de um frequentador do boteco:

– Se é obra de arte, que venha o engarrafamento de amanhã…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 20/03/17 8:58:42 PM

Não muito tempo atrás, analistas da Opep alertaram para o fato de que a queda do investimento – devido aos preços baixos – poderia pôr em perigo o futuro abastecimento de petróleo devido à quebra da descoberta e das explorações de novas jazidas.

Aí, há quem tenha recordado a velha luta para a criação da Petrobras. Luta que ganhou força em 1946, em defesa da soberania brasileira sobre o recurso natural. Sete anos depois surgiria a Petrobras. E agora, em defesa do pré-sal, nosso amigo não resistiu: recorreu ao velho grito de guerra:

O monopólio integral do petróleo pela Petrobras é imperativo de segurança nacional.

Afinal, para um país que não teria petróleo, isso mesmo, avalia-se que disponha entre 70 e 100 bilhões de barris equivalentes de petróleo e gás natural mineral. Assim, poderá se tornar grande exportador de petróleo.

Quando aos interesses de fora, basta lembrar que, anos 1960, o futurólogo Hermann Khan, do Hudson Institute, de Nova Iorque, e a serviço do Departamento de Estado norte-americano, defendeu para o Brasil do futuro um caminho: o Projeto dos Grandes Lagos Amazônicos.

Petróleo? O Brasil não teria um pingo. Isto posto, as áreas pesquisadas seriam mais indicadas para o plantio de eucaliptos, afirmou o badalado futurólogo.

Mas, como viver é perigoso, para todos os lados, o tempo passou rapidamente e uma das  respostas brasileiras veio em tom de piada, cutucando os gringos do Departamento de Estado e os entreguistas nativos:

– Quantos barris de eucalipto a Petrobras vai mesmo produzir por dia?

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 19/03/17 6:57:37 PM

Como afirmou o poeta Ferreira Gullar, a crase não foi feita para humilhar ninguém. De fato. Nem a crase ou certas palavras que dão um nó na cabeça do cabôco. Prebostado é um exemplo. Nada mais do que alguém que ocupou o cargo de preboste. Isso mesmo, preboste, antigo juiz militar, magistrado, antigo funcionário dos reinos e impérios.

Outro exemplo: lendo na Carta Capital uma matéria sobre o livro O Melhor do Humor Brasileiro, antologia de Flávio Moreira da Costa, houve quem empacasse numa tal de derrisão.

De nada adiantou recorrer aos mais letrados.

– Consulte o Aurélio.

– Já consultei e não encontrei a palavra. No Mini Aurélio nem no Aurelião

– Tentou o Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Morta – Palavras que sumiram do mapa, de Alberto Villas?

– Também. Nada.

O jeito foi apelar para o Caldas Aulete. Deu certo.

Derrisão. sf. 1. Riso de zombaria.

2 Dito, comportamento ou gesto irônico ou sarcástico que revela desprezo por alguém ou por algo.

Pl.: -sões. F.: Do fr. dérision.

Concluída a incursão, digna de um candidato ao fardão da Academia Brasileira de Letras, o nosso humilde cabôco não deixou por menos:

– É… Enriquecer seu vocabulário dá trabalho e às vezes funde a cuca mais ainda. Mas, num país de bacharéis…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 18/03/17 7:41:24 PM

Encalhado no quinto congestionamento em sequência, um motorista de Curitiba viu-se obrigado a sorrir. Não pelo transtorno, agora diário, agravado pela greve no transporte coletivo, que descarregou mais automóveis nas ruas. Sorriu porque, parado atrás de um caminhão de Santa Catarina, viu uma pequena placa afixada na parte inferior do veículo:

Oficina mecânica

1000 Tão

E pensou: poderia haver uma réplica, aproveitando a ideia:

Barbearia

1000 Tinho…

Nisso, puro malabarismo, um ciclista consegue avançar driblando os veículos. Num recorte  de cartolina, o recado para quem continuava trancado:

Sorria.

É menos

um carro

Já no banheiro de um boteco, certa vez um cabôco topou com o cartaz, afixado na parede acima do vaso:

Não seja

tímido.

Puxe a descarga

Aí, o motorista lembrou uma cena: final de semana em Itapoá, passeando pela Avenida Principal, perto do Hotel Rainha de Itapoá, chegou a uma frondosa árvore, em frente a uma lanchonete. E, em meio à espessa folhagem, uma pequena placa branca pendurada em ponto bem visível para os transeuntes. Tanto que todo mundo interrompia a caminhada para ler o aviso:

Não alimente o macaco

Apesar das tentativas, ninguém conseguiu matar a curiosidade: não alimentar, mas ver o tal macaco.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 17/03/17 7:37:21 PM

No dia 15, um aniversariante não foi esquecido. Alexander Pereira Cardoso. Ou seja, Alex Mineiro, que completou 42 anos. E o site furacao.com fez o devido registro. Afinal, como Paulo Bayer, entre os craques mais recentes, Alex Mineiro virou ídolo na Baixada.

Natural de Belo Horizonte, foi revelado pelas categorias de base do América-MG. Passou pelo Cruzeiro, Vitória, União Barbarense e pelo Bahia. Chegou ao Rubro-Negro em 2001. No mesmo ano, foi campeão brasileiro, sendo um dos maiores responsáveis pela conquista do título. Nos quatro jogos finais, o atacante marcou oito gols, tornando-se o herói do maior título rubro-negro da história. Maior título da história até então, posto que a história continua sendo escrita, agora na Libertadores.

Durante a sua primeira passagem pelo Furacão, Alex Mineiro foi emprestado ao Tigres, em 2003, mas retornou no mesmo ano. Após a sua saída em 2003, defendeu outros quatro clubes e retornou em 2007 e 2010.

Alex Mineiro aposentou as chuteiras no dia 1º de agosto de 2010, mas os seus momentos marcantes da história do Furacão não saem da sua cabeça e da cabeça do torcedor.

– A lembrança do dia 23 de dezembro sempre vem em minha cabeça. É muito bom relembrar esse momento inesquecível para mim e também para todos os atleticanos. Tudo aquilo que aconteceu ficará marcado. A energia da torcida, que foi fantástica, sempre apoiando todos os jogadores. E, lógico, os gols decisivos na hora certa – relatou Alex Mineiro ao site oficial do CAP.

Depois do futebol, passou a atuar no ramo imobiliário, em Belo Horizonte. Com o mesmo talento e eficiência. Continua um craque.

ENQUANTO ISSO…

 

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