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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 24/04/15 8:16:07 PM

Fiel a uma marca cerveja até a última gota – em todos os sentidos -, Natureza Morta chega ao Bar VIP da Vila Piroquinha e vai pedindo:

– A de sempre!

Vai daí que, ao topar com a propaganda de uma cerveja com o rótulo Proibida, ficou meio encucado. Conversando com o professor Afronsius e Beronha, foi informado que existem outros nomes também estranhos, como DevassaVilã e etc.

Mas, como não conhece ninguém que seja dado ao estranho hábito de consumir rótulos, sossegou o pito.

No entanto, sem pretender invadir o balcão alheio, o dos publicitários e do pessoal de marketing, resolveu dar algumas dicas para futuras pirotecnias em lançamentos cervejísticos:

– Por que não Bem Gelada? Já que a maioria dos consumidores chega pedindo “uma bem gelada”, seria sucesso garantido. De vendas. Poderia ser, também, Mais Uma! Com ponto de exclamação. Ou A Antepenúltima.

Beronha, nosso anti-herói de plantão, gostou: A Antepenúltima.

– Afinal, como todos sabem, gelada ou quente, a última a gente só toma no cemitério.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 23/04/15 8:45:17 PM

Embora não abra mão de sua leitura diária, até pelo fascínio só das palavras, professor Afronsius está longe da pretensão de ser um filólogo.

– Filólogo? Que diacho vem ser isso? – atalhou, iracundo, Beronha.

– O estudioso da filologia, que vem a ser o estudo de uma língua em todos os seus aspectos e também dos escritos que a documentaram.

Breve pausa:

– Obrigado, Aurélio!

Vai daí que ele, o Afronsius, tem sempre à mão o Dicionário do Aurélio. Aliás, recentemente, lendo um artigo sobre paleografia…

– Pale, pale… o quê? – Beronha de novo.

– A paleografia é o estudo das escritas antigas. Deriva do grego palaio que significa antigo e graphia que significa escritura.

– Ah, entendi – Beronha outra vez, agora já preparado para afofar o pelo. Pelo de peludo sem o chapeuzinho.

Do códice à supressão do fonema

Graças ao artigo sobre paleografia, ficou sabendo o professor Afronsius  que códice (substantivo masculino) é a forma característica do manuscrito em pergaminho, semelhante à do livro moderno. E que a tinta ferrogálica é composta de sulfato de ferro, ácido galotânico e um aglutinante, em geral a goma-arábica dissolvida em água.

E a letra cursiva?

Essa, sem trocadilho, ele tirou de letra, dispensando o dicionário: letra manuscrita, geralmente pequena, traçada de maneira rápida e corrente.

E dextrogiro?

O que vira para a direita. No caso, o ângulo da letra. O antônimo vem a ser levogiro.

– Antônimo? Você quis dizer antonômio… – Beronha, desistindo de afofar pelo.

– Antônimo. Palavra com significado oposto ao de outra.

Enfim, chegando onde pretendia, professor Afronsius citou o desconcertante substantivo feminino apócope.

– Simples. Apócope, ensinam os filólogos, vem a ser a supressão de fonema ou de sílaba no fim de uma palavra. Exemplo: bel por belo. Daí, quem sabe, inconscientemente, chegamos ao hoje maçante porque recorrente “tudo belê?”, que vem – ou vinha a ser – tudo beleza?

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 22/04/15 8:03:00 PM

No dedo de prosa com Natureza Morta e Beronha, debaixo de guarda-chuva, é claro, professor Afronsius comentou que tinha agendado uma compra de DVDs. É que, lendo a coluna Calçada da Memória, de José Geraldo Couto, Carta Capital de 4 de fevereiro deste ano, ficou sabendo de três lançamentos. Filmes de Rock Hudson – no caso, ao lado de James Stewart e Gina Lollobrigida.

A saber:

- E o Sangue Semeou a Terra (1952), de Anthony Mann.

Nele, Hudson faz o papel de um jogador que ajuda o líder de uma caravana de colonos (James Stewart) a perseguir ladrões de gado e de víveres.

- Herança Sagrada (1954), de Douglas Sirk; aqui, Hudson aparece como índio.

- E Quando Setembro Vier (1961), de Robert Mulligan, “deliciosa comédia romântica” com Gina Lollobrigida.

A vida paralela 

No texto central de José Geraldo Couto (Rock Hudson – Uma vida secreta), algo que os  fãs certamente ignoravam até 1985, por conta da hipocrisia do star system hollywoodiano.

– Símbolo de beleza viril, Rock Hudson só teve a homossexualidade revelada pouco antes de morrer, aos 59 anos, vitimado pela Aids.

– Nascido em Winnetka, Illinois, filho de um mecânico de automóveis e uma telefonista, Hudson parecia ter pouco mais que a beleza e o porte atlético a oferecer ao cinema. Nas peças de colégio não conseguia decorar as falas. Trabalhou como empregado do correio e, durante a Segunda Guerra Mundial, serviu como mecânico de aviões. Depois foi motorista de caminhão.

– Descoberto pelo pioneiro Raoul Walsh, que o lançou em Sangue, Suor e Lágrimas (1948), passou a ter lições de atuação, canto, dança, esgrima e natação. Atuou em papéis secundários em faroestes e filmes de ação.

– Foi Douglas Sirk, com quem trabalhou em melodramas notáveis como Sublime Obsessão e Palavras ao Vento, quem descobriu nele densidade e sutileza que iam além dos dotes físicos e da voz profunda.

– Foi indicado ao Oscar por Assim Caminha a Humanidade (1956), de George Stevens.

Aí, professor Afronsius se mandou, atrás dos DVDs.

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 21/04/15 7:23:29 PM

Depois de uma espera que, para ele, parecia interminável (quase duas semanas), finalmente chegou à banca favorita do professor Afronsius a edição de abril da Revista de História da Biblioteca Nacional.

– Leitura mais do que recomendável. Talvez, sem sabe, obrigatória.

Alimentação – decifrando o ato de comer é o assunto de capa. Na Carta do Editor, Rodrigo Elias assinala que, “da disponibilidade e escolha dos itens constitutivos da dieta à forma de consumo, os grupos humanos imprimem em seus modos de comer as marcas de suas formações sociais”.

Já viu galinhando ciscando?

De um estágio onde estávamos próximos da produção dos alimentos, chegamos à produção de alimentos maciçamente industrializados. E, como frisa o editor, “hoje, pessoas que nunca viram uma galinha ciscar consomem – e desperdiçam – seus lanches crocantes de frango diariamente”.

Mas, pulando de assunto, ou mudando de prato, professor Afronsius leu primeiro a matéria Salve os Invasores!, de Angélica Fontella, na seção Em Dia, que mostra o trabalho e o avanço das bibliotecas comunitárias da Bahia.

– Afinal, leitura alimenta o espírito – justificou.

O projeto é promovido pela rede EMredando Leituras, a partir de ideia que nasceu em Salvador, na Biblioteca Comunitária do bairro Calabar, em 2007.  Rodrigo Pita, coordenador da biblioteca e diretor da Associação Ideologia Calabar, explica o porquê de invasão:

– Sentíamos o peso dessa palavra na pele, pois ela era usada pela grande mídia para discriminar, rebaixar, humilhar.

Concluída a leitura, professor Afronsius não resistiu. Fez questão de mostrar aos amigos uma das fotos da “Invasão Literária”. Nela, sensacional, um dos manifestantes exibe um cartaz onde se lê:

Eu só abaixo a cabeça para ler um bom livro.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 20/04/15 8:42:05 PM

O velho e manjado Leão da Receita Federal anunciou ter dado início a um esforço estratégico (mais um) de fiscalização no Imposto de Renda Pessoa Física 2014, ano-base 2013, para combater fraudes e infrações à legislação tributária. Nada contra.

Mas, segundo a BBII Briosa, Brava e Indormida Imprensa -, de imediato serão intimadas 80 mil pessoas em março e abril e, até o fim do ano, mais 200 mil contribuintes serão notificados para prestar informações.

Beronha, nosso anti-herói de plantão, reagiu com certa revolta:

– Mas que pressa! Eu que nem comecei a preencher a declaração de 2012, ano-base 2011…

Professor Afronsius:

– Mais terrível mesmo é o outro Leão, o Leão da Estradinha…

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 19/04/15 8:12:14 PM

Muito já se falou sobre o tempo em Curitiba. Afinal, ao que parece, São Pedro dedica uma atenção toda especial à cidade. E gosta de inovar, surpreender.

– E de modo tão desconcertante quanto os últimos desempenhos do Atleticon… – segundo professor Afronsius.

A nova novidade, como Beronha insiste em dizer, foi registrada no início da tarde de sábado.

Dando sua salutar caminhada até o Bar VIP da Vila Piroquinha, Natureza Morta, que, pra variar tinha esquecido o guarda-chuva, foi pego de surpresa. Um toró. Acelerou os passos e, na quadra seguinte, a chuva era bem mais leve. Na outra quadra, nada de chuva, nem um pingo.

– É aquela coisa de quando você rega o jardim. Despeja água num ponto, ergue o bico do regador e passa para outro ponto. É a chuva tipo regador, que está vigorando por nossas bandas.

Faz sentido.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 18/04/15 10:13:03 PM

Com as exceções de praxe, o underdog Flávio Stege Júnior entre elas, quem acompanha (de longe) o beisebol americano estranhou os jogos da quarta-feira: todos os times usavam camisa com o mesmo número, 42. Todos, sem distinção.

É que, “aposentado” em 1997, o número só passou a ser utilizado no Dia Jackie Robinson, que foi mais do que um jogador, como se verá.

Na Revista de História da Biblioteca Nacional, edição de janeiro 2014, sob o título História de uma lenda, texto assinado por Bruno Garcia conta que foi no dia 15 de abril de 1997, numa partida entre Dodgers e Mets, que o então presidente Bill Clinton e Bud Selig (comissário, ou chefão da Liga) “declararam que o número 42 seria aposentado de toda a Liga”. A partir de então, “o dia 15 de abril era declarado feriado nacional, e o 42 significaria mais que um simples número na cultura estadunidense”.

Muito antes da luta pelos direitos civis

Ainda da RHBN:

– Em 1947, quase vinte anos antes do grande movimento pelos direitos civis, Robinson foi contratado pelo Brooklyn Dodgers,  provocando um imenso alvoroço nos Estados Unidos. Conhecido pelo temperamento difícil, ele precisou de muito sangue frio no seu primeiro ano na Liga. Onde quer que fosse, uma multidão o seguia. Além dos negros, que o julgavam um herói, também apareciam os inconformados racistas. Torcedores que xingavam, cuspiam e gritavam, rivais que se recusavam a jogar com um negro e mesmo companheiros de time que se diziam ofendidos pela presença de Robinson.

– Tudo isso é narrado, inclusive, no filme 42 – A história de uma lenda, de Brian Helgeland, de forma simples e direta. Destaque para o confronto com o Philadelphia Phillies e seu treinador, Ben Chapman que insultava Robinson todas as vezes que entrava em campo. Mais tarde, a agressividade do treinador rival seria vista como momento chave para união dos Dodgers, já que mesmo aqueles que ainda tinham alguma resistência a Robinson passaram a partilhar um pouco do preconceito que ele sofria.

A outra guerra, dentro de casa

– Sua entrada em cena teve o apoio de Branch Rickey, gerente do clube. Como o filme esclarece aos poucos, Rickey tinha suas razões para quebrar o resistente tabu de negros no esporte. Os Estados Unidos do pós-guerra não escondiam o conservadorismo de um patriotismo triunfante, preparando-se para enfrentar o que ficaria conhecido como Guerra Fria.  Soldados negros que lutaram contra o racismo nazista voltavam para seu país e eram intimados a assumir seu lugar dentro de uma sociedade extremamente hierarquizada.

De medalhista de prata a faxineiro

– Robinson testemunhara na própria família a dificuldade de ser um atleta negro. Seu irmão, Mack Robinson não conseguiu nada além de um emprego como faxineiro depois de conquistar uma medalha de prata nas Olimpíadas de 1936 (em Berlim).

– Depois de uma bem sucedida carreira como atleta universitário, Robinson foi convidado a participar dos treinos do Montreal Royals na Flórida. Como não podia ficar no mesmo hotel dos seus companheiros, foi hospedado na casa de um político negro. O ótimo desempenho no treino valeu um contrato com o Dodgers, de Rickey. A partir daí, o que se vê é o desafio de um atleta fenomenal e um homem de raro caráter contra um país que naturalizava o racismo.

Ao longo de toda temporada, Robinson conquista o apoio do time, dos seus torcedores, confronta e convence jornalistas e se destaca de tal forma que ganha o prêmio de Novato do Ano. Ao longo de sua vitoriosa carreira, foi eleito o melhor jogador da temporada de 1949 e campeão da Liga em 1955.

– Em reconhecimento a sua carreira e contribuição não apenas ao esporte, em 1997, mais de vinte anos depois da sua morte (1972), seu número 42 foi aposentado de todos os times da Liga.

Em 200 foi criado o Dia Jackie Robinson, no qual todos os jogadores de todos os times vestem o número 42. Nada mais justo.

Afinal, todos nós, de uma forma ou de outra, nascemos ou somos 42. Ou qualquer número que seja.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 17/04/15 10:11:36 PM

Afixado em um poste, o cartaz (com uma foto colorida) chamou a atenção de quem passava pela rua (não só do professor Afronsius):

- Procura-se Riobaldo. Gratifica-se.

Talvez por quebrar a rotina, já que comum mesmo são os avisos e apelos para recuperar cachorros, perdão, pets, que sumiram do mapa, o pequeno cartaz deu o que falar. Ou melhor, pouco o que falar, já que se tratava de uma ave. De cor amarela.

O comentário mais comum ao redor do poste:

– Ué, o canarinho fugiu da gaiola?

– E que nome mais estranho pra um canário. Riobaldo…

Professor Afronsius aproveitou para meter o bico:

– Talvez o Riobaldo tenha fugido com Diadorim.

Aí que ninguém entendeu mais nada. Riobaldo e Diadorim?

Enquanto batia em retirada, professor Afronsius pensou com seus botões:

– Coitada da calopsita, ou caturra, mais especificamente Nymphicus hollandicus, ave Psittaciformes pertencente à família Cacatuidae.

Já foi produto de exportação

Originária da Austrália, a espécie foi descoberta em 1792. E chegou a ser considerada papagaio de crista – ou pequena cacatua. Nativa de pântanos australianos (“Existe isso por lá? Pensei que só tivessem cangurus”, interveio Beronha), a calopsita acabou classificada como o menor membro da família Cacatuidae.

Os primeiros exemplares chegaram ao Brasil nos anos 1970. A Austrália, em 1994, proibiu a exportação de calopsitas, mas como já havia criadores no Brasil, a calô veio para ficar.

Ficar. Ou fugir, para desespero de algum proprietário.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 16/04/15 8:21:28 PM

Além do Firmino, o Siqueira. Explicando: ao acompanhar um jogo pela TV, professor Afronsius achou bacana ver em campo um jogador com nome nada pomposo, retumbante, simplesmente Firmino. Aí, ficou sabendo que o alagoano Roberto Firmino joga na Alemanha, no Hoffenheim.

Dias depois, lendo os comentários de Afonsinho na revista Carta Capital de 8 de abril, gostou também de ver o título do texto: Caboclo Firmino. Escreveu o agora craque no jornalismo:

– Sob o signo da esperança, a Páscoa pode ter chegado antes que acabe a Quaresma. Dunga “invocou” o caboclo Firmino outra vez para a Seleção, e ele de novo deu o recado. Do novo é o que precisamos no esporte e na vida brasileira, sem abrir mão dos mais experientes.

De Biguaçu para o mundo

Dias depois, novamente diante da TV do Bar VIP da Vila Piroquinha, professor Afronsius acompanhou Atlético de Madrid x Real Madrid, pela Champions League.  Zero a zero, mas com outro agradável detalhe: havia um Siqueira em campo.

Com a ajuda de Natureza Morta, situou-se: trata-se de um catarinense de Biguaçu, Guilherme Madalena Siqueira, ou apenas Siqueira, lateral esquerdo, 28 anos. Oriundo das categorias de base do Figueirense e Avaí, foi contratado no início da temporada junto ao Málaga, e, como Firmino, também faz sucesso.

Hendrik , Johannes e Anton

– Nada contra, mas depois de tantos Franz Anton Beckenbauer, Hendrik Johan Cruijff e Johannes Jacobus Neeskens, nada melhor do que ver Firmino e Siqueira em evidência – comentou professor Afronsius.

Beronha concordou:

– É, até porque tem nome de jogador que dá nó na língua dos locutores…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 15/04/15 8:18:20 PM

Como costuma dizer o Flávio Stege Júnior, o underdog do Luzitano com Z, a desinformação é nosso esporte. Dia desses, no Juvevê, aproveitando a presença de uma viatura da Setran nas proximidades, uma senhora, irritadíssima, procurou os agentes para reclamar e exigir imediatas providências:

– Amassaram a lataria do meu carro! E estava corretamente estacionado!

Os agentes interromperam o trabalho e foram até o local. De fato, o carro estava amassado. No capô, atingido por um pesado galho de árvore que, fragilizado pela ventania e as chuvas bem curitibanas, acabou desabando.

Lamentaram o episódio (“coisas que acontecem”), deram algumas dicas e, como não se tratava de acidente, mas de incidente, trataram de voltar ao trabalho. Não sem antes ouvir alguns impropérios e a inevitável queixa:

– Não servem pra nada mesmo, só para aplicar multa!

É um caso para o Siate ou Samu?

Ainda por conta da desinformação que campeia à solta, o pessoal do Samu e do Siate é constantemente prejudicado em suas missões específicas.

É preciso saber diferenciar os dois serviços. Siate vem a ser Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência. Coordenado pelos bombeiros, é responsável pelo atendimento de traumas, por supuesto. Já o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), atende casos clínicos.

– Cada serviço tem uma referência hospitalar determinada pela sua central de regulação, por isso é importante chamar o correto. Assim procedendo, os serviços ganham agilidade e tempo no socorro – como já ressaltou um dos responsáveis pelo Samu. Com o devido endosso do pessoal do Siate.

E, certamente, da Setran.

ENQUANTO ISSO…

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