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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 06/07/15 6:57:57 PM

Noticiou a BBIIBriosa, Brava e Indormida Imprensa – : um telescópio da Austrália detectou sinal emitido pela galáxia PKS B1740-517, perto da constelação de Ara, lançado há 5 bilhões de anos.

A Organização para a Investigação Industrial e Científica da Commonwealth da Austrália (Csiro) acrescentou que a descoberta permitirá conhecer um período pouco estudado da história do universo.

– Oba! – comemorou Natureza Morta.

A emissão de rádio com 5 bilhões de anos estava “gravada” em gás de hidrogênio e viajava em direção à Terra, “que é pelo menos 500 anos mais jovem que essa galáxia”. Outros observatórios não puderam captar este sinal, quase imperceptível, “porque estava escondido no fundo do som de rádio. No entanto, o silêncio radioeletrônico do observatório permitiu que o sinal fosse captado claramente”.

Já o Beronha não deixou por menos, traduziu o sinal captado:

Ú-úúúú! E aí, tudo belê? Logo estarei com vocês no face. Com certeza.

O caldo de uma panela fervendo

Para falar sério, professor Afronsius preferiu recorrer ao livro Criação Imperfeita, do confiável físico Marcelo Gleiser, Editora Record, 2010. Abordando Cosmo, Vida e o Código Oculto da Natureza, ele ensina:

– Embora aparentemente sereno, o Universo está em permanente ebulição, como se fosse o caldo de uma panela fervendo. Ou seja, em transformação.

E, para que o cidadão comum possa entender o que se passa, é ainda do físico a receita para fazer uma galáxia numa xícara de café:

– Basta você pôr um pouco de creme bem devagar sobre o café e misturar delicadamente os dois fluidos por alguns segundos. Em pouco tempo você verá uma galáxia espiral surgir na sua xícara.

Nova intervenção do nosso anti-herói de plantão, o Beronha:

– Não entendi bulhufas. Bem mais fácil é captar o recado da tal  galáxia, a PKS B1740-517… Que não é prefixo de trem.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 06/07/15 11:08:08 AM

Atendendo solicitação do Beronha, que quis saber qual a ligação dos cubeiros com o cubismo, professor Afronsius tratou de explicar: foi um movimento na pintura e, em menor escala, na escultura, desenvolvido por volta de 1907. Pablo Picasso e Georges Braque à frente. Eles, rompendo com a descrição realista da natureza, propunham “revelar a estrutura permanente dos objetos, em vez da sua aparência em determinado momento ou lugar”. Os temas eram apresentados sob uma multiplicidade de ângulos, em lugar de mostrá-los a partir de um único ponto de vista fixo. Assim, vários aspectos diferentes do mesmo objeto poderiam ser observados simultaneamente.

– Deu para entender?

– Não muito. É mais complicado do que o tal do enxadrismo…

A arte em movimento

Das artes plásticas o cubismo chegou à literatura e à poesia. O que era reproduzido de maneira fiel à natureza, desde o Renascimento, deu lugar à decomposição e geometrização das formas naturais.

O marco inicial do cubismo é considerado o quadro Les demoiselles d’Avignon, de Picasso, obra de 1907. Nela é possível visualizar referências a máscaras africanas, fonte de inspiração inicial do cubismo, assim como contatos com as obras de Paul Cézanne.

O algoz e as vítimas

Ainda de Picasso, não dá para deixar de lado um episódio: na Exposição Internacional e Paris, em 1937, o artista apresentou Guernica no pavilhão da República Espanhola. Medindo 350 por 782 cm, a obra remete ao bombardeio da cidade de Guernica por aviões alemães, com o apoio do ditador Francisco Franco. Era a Guerra Civil Espanhola, ou Guerra de Espanha.

Três anos depois, com Paris ocupada pelas tropas nazistas, um oficial alemão, ao ver o painel, quis saber de Picasso quem tinha feito aquilo:

– Foi você?

– Não, foram vocês.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 04/07/15 6:48:01 PM

Sobre cubismo, muita gente pode falar de cátedra. E sobre os cubeiros, quem se habilita? Gilberto Freyre dedicou páginas e páginas de Casa Grande&Senzala à higiene doméstica e pública dos tempos coloniais. Uma cena comum era ver escravos carregando sobre a cabeça barris de excrementos, então conhecidos como tigres. E eles, os barris, fizeram parte do cotidiano por muito, muito tempo. Tanto que, no lugar dos escravos, entraram em cena os cubeiros, encarregando-se do nauseabundo serviço.

Na época, as casas não dispunham de fossas sépticas nem água encanada. Os dejetos eram descartados em rios. O cubeiro fazia a coleta. Só no final do século XIX a coleta e o destino dos dejetos começaram a ser modificados para entrar nos eixos.

“Estourando de cheios”

Conta Gilberto Freyre, à página 644, que os barris eram chamados de tigres. “Barris que nas casas-grandes das cidades ficavam longos dias dentro de casa, debaixo da escada ou num outro recanto acumulando matéria. Quando o escravo os levava é que já não comportavam mais nada. Iam estourando de cheios.”

Quanto à higiene pessoal, Freyre registra que, em 1850, os alunos de internatos nas capitais eram obrigados a banhar os pés nas quartas e sábados e a tomar banho geral uma vez por semana.

No momento inoportuno

Mesmo quem nasceu muitas décadas depois teve, no entanto, a chance de conhecer os cubeiros. Conta um amigo do professor Afronsius que, já 1950, ao morar em São Gabriel, Rio Grande do Sul, casas mais afastadas ainda dependiam dos cubeiros para despachar os dejetos. A propósito, conta um episódio:

– Na hora do almoço, família à mesa, eis que adentra ao recinto um cubeiro. Passa carregando um cubo vazio e sai com o outro, cheio – ou “estourando de cheio”. Diante da indignação do dono casa, ouve do cubeiro:

– Estão reclamando do quê? Isso é de vocês mesmos.

Em busca do vaso apropriado

Médico sanitarista e cientista, Antônio da Silva Mello publicou um estudo sobre “a atitude física da defecação” e, ato seguinte, inventou uma nova privada, “mais apropriada para os brasileiros”. Os vasos importados eram excessivamente altos, “considerada a estatura baixa da maioria da população”. A altura adequada do dito cujo deveria ser de 20 a 30 centímetros, defendia.

Providenciou o registro de patente da patente nos Estados Unidos, Inglaterra, Argentina, Portugal, Itália e Espanha, sem sucesso. Somente em 1964 o Ministério da Saúde liberou o uso do “artefato”, com a garantia de que não continha nenhum defeito técnico e apresentava vantagem entre as outras latrinas “por não permitir o respingo provocado pela queda das fezes na água”.

Quanto ao cubismo, que deixou Beronha boiando (ou à deriva), é outra história, bem mais apreciável e até fácil de deglutir.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 03/07/15 7:49:52 PM

Na Alemanha, segundo informa a BBII – Briosa, Brava e Indormida Imprensa -, descobriram que um homem convivia com centenas de ratos dentro de casa. Todos de estimação.

Cofiando o bigode, professor Afronsius não deixou por menos:

– Entre homem e ratos, prefiro e recomendo Ratos e Homens.

Referia-se ao livro de John Steinbeck (1902-1968), Prêmio Nobel de Literatura 1962. Publicado originalmente em 1937, o romance teve em português uma edição de alta qualidade da L&PM Pocket, Porto Alegre, em 2005.

Lutando pela vida na Grande Depressão

A história: dois amigos (George, “pequeno, porém astuto”, e Lennie, “grandalhão, uma verdadeira fortaleza humana, mas com a inteligência de uma criança”)  sobrevivem fazendo bicos em fazendas da Califórnia durante a Grande Depressão, década de 1930.

Com maestria, por supuesto, JS aborda a solidão e a ânsia por uma vida digna. Não poucos críticos apontaram no caso de George e Lennie “traços da história de Caim e Abel”.

O livro foi transposto para o cinema (Of Mice and Men) em 1939 por Lewis Milestone e, em 1992, por Gary Sinise. Outra obra famosa de Steinbeck adaptada para as telas foi As Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath), com direção de John Houston, em 1940.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 02/07/15 7:38:51 PM

Beronha foi à Baixada na quarta-feira para prestigiar o Furacão. Mas só ficou sabendo do resultado quando a Arena estava praticamente vazia. E isso por conta de um atencioso funcionário, que o cutucou.

– Amigo, desculpe, mas está na hora, estamos de fechando o estádio…

– Hãã… Desculpe… Sabe quanto foi o jogo?

Por conta do já chamado infeliz horário (22 horas, pombas! É demais), nosso anti-herói de plantão, que costuma dormir cedo, pegou no sono aos 15 minutos do primeiro tempo. Não viu os 2 gols da vitória que manteve o tabu de 33 anos – em Curitiba, isso mesmo, o São Paulão Futebolzão Clubão, como diz Natureza Morta, não canta de galo diante do Rubro-Negro.

E, como completaria o professor Veronese, o Boca de Pato Branco:

– Essa rotina me cansa…

Quanto ao nocauteante horário de 10 da noite para jogos de futebol, desagrada até mesmo quem curtia a Sessão Corujão.

Tanto que, ao deixar a Baixada, rumo ao ponto de ônibus mais próximo (8 quadras), Beronha, apesar da vitória e a volta ao G4, lamentava:

– Saudade do meu beliche…

Em tempo: parece que mais gente dormitava durante a partida, caso do goleiro Wewerton, que, aos 27 do segundo tempo, entregou a bola para o Centurión marcar. Mesmo sem bocejo, foi uma tremenda cochilada.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 01/07/15 7:16:13 PM

Coincidência. Depois de reler trechos (sublinhados a lápis) de Casa Grande&Senzala, Gilberto Freyre, Livraria José Olympio Editora, 1964, professor Afronsius ficou sabendo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) certificou Cuba como o primeiro país (do mundo) a eliminar a transmissão entre mãe e filho de sífilis e HIV.

Quase um milhão de grávidas em todo o mundo se infectam com sífilis anualmente. E, sobre a doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum, está lá, no estudo de Freyre sobre a formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal, página 440:

– É absurdo responsabilizar-se o negro pelo que não foi obra sua nem do índio, mas do sistema social e econômico em que funcionaram passiva e mecanicamente. Não há escravidão sem depravação sexual.

Já fomos “A terra da sífilis por excelência”

Mais, de Freyre:

– O negro se sifilizou no Brasil. Um ou outro viria (da África) já contaminado. A contaminação em massa verificou-se nas senzalas coloniais.

E conta que Joaquim Nabuco colheu um manifesto escravocrata de fazendeiros com as seguintes palavras, “tão ricas de significação: a parte mais produtiva da propriedade escrava é o ventre gerador”.

De Freyre – ainda: “A sífilis fez sempre o que quis no Brasil patriarcal. Em princípios do século XVIII já o Brasil é assinalado em livros estrangeiros como a terra da sífilis por excelência”.

Já as cobaias no Alabama…

Pulando do livro do mestre de Apipucos para outro registro histórico, classificado de “um dos episódios mais vergonhosos do século XX: de 1932 a 1972, em Tuskegee, cidade do Alabama, foi realizado um estudo sobre a sífilis. Num atentado contra a ética e a moral, um grupo de negros americanos permaneceu sem tratamento para que o curso da doença pudesse ser avaliado, mesmo com a existência de medicamentos efetivos.

O polêmico estudo rendeu diversos artigos que foram publicados em renomadas revistas científicas. As questões sobre a ética do estudo foram denunciadas pela repórter Jean Heller do New York Times em 26 de julho de 1972 e em novembro de 1974 foi publicado o relatório final do estudo”.

Nada a acrescentar.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 30/06/15 9:02:09 PM

Como se sabe, na semana passada, e numa iniciativa ousada, a Disney em Orlando, Paris e Hong Kong proibiu o uso de pau de selfie nos domínios do Mickey Mouse. O tal bastão já tinha sido proibido em algumas filas, mas agora a decisão vale para toda e qualquer fila nas dependências dos parques.

Como alguém já disse, e até fez uma charge, depois do self-made man chegamos ao selfie-made man

Segundo Beronha, no Luzitano com Z, às vezes pintam alguns selfies por lá.

– Mas o que tem mesmo a dar com o pé são os paus. Pau-d’água.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 29/06/15 7:52:20 PM

Reza o provérbio: “nada é tão ruim que não possa piorar”. Sobre isso, a coluna de ontem de Diogo Olivier, no jornal Zero Hora, não deixa por menos:

– O futebol da Seleção Brasileira ainda pode piorar.

E vai explicando: “O futebol da Seleção eliminada pelo Paraguai, lanterna das Eliminatórias e cheio de refugos de clubes brasileiros, foi uma vergonha. Nada justifica atuação tão ruim contra um time cujo centroavante é o mesmo há 15 anos”.

Afinal, “é preciso mecânica também para atacar, e não só para defender. Triangulações pelos lados, o falso 9 recuando para abrir espaço, um dos volantes se somando aos homens de frente. Nada. Sem Neymar, a Seleção foi medonha”.

E, como o presidente da CBF garantiu a permanência de Dunga na Seleção, conclui o articulista: “Pode piorar: é só chegar em 6.º nas Eliminatórias e ficar fora de uma Copa pela primeira vez. Você duvida? Eu, não”.

– Nem eu – assinou embaixo professor Afronsius, com a anuência do Natureza Morta e do Beronha.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 28/06/15 7:25:21 PM

- Falando o português escorreito, foi uma catástre.

A queixa do Beronha, inteiramente procedente, menos quanto ao escorreito português, procede inteiramente. Nosso anti-herói de plantão comentava o jogo do Brasil contra o Paraguai, pela Copa América.

Segundo a crônica especializada, o time de Dunga “começou o jogo dando aquela pinta de que não passaria sufoco, mas terminou asfixiado. Abriu o placar com Robinho no primeiro tempo, se encolheu de maneira inexplicável, tomou o empate de Derlis González em uma besteira de Thiago Silva e foi superado nas penalidades: 4 a 3”.

Resumo: não teremos Brasil e Argentina na semifinal.

No mais, professor Afronsius citou uma frase do escritor Mark Twain, um dos primeiros grandes críticos da imprensa e, isso, há mais de um século.

Existem leis para proteger a liberdade da imprensa. Mas não existe nada decente para proteger as pessoas da imprensa.

Na versão futebolística brasileira, temos:

– Existem leis para proteger os jogadores, seus altos salários e o comando da seleção e da Fifa. Mas não existe nada decente para proteger os torcedores do mau futebol.

Mais complacente, Natureza Morta interveio:

– Poderia ser pior. A rigor, poderíamos ter perdido não de 4 a 3, mas de 4 a O. Melhor do que 7 a 1.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 27/06/15 9:15:57 PM

Diante do inevitável, a morte, cada um pipoca a sua maneira. Há, inclusive, quem recorra à tanatologia. Mas, sem nenhuma confirmação vinda do além, parece que o melhor caminho é se socorrer no bom humor. Caso de um curitibano que quase bateu com as 10 devido a um problema cardíaco.

Superado o obstáculo, ao reencontrar os amigos, aflitos em saber o que tinha ocorrido, ele abria um sorriso e respondia, candidamente:

– Ora, apenas fiz um tour pelas UTIs de Curitiba.

A caminho do centro cirúrgico

Já um outro cabôco, amigo do Beronha, ao ser removido do quarto do hospital para a sala de cirurgia, aproveitou os últimos segundos de lucidez antes do efeito nocauteante da anestesia: acenava para as pessoas que estavam ou percorriam o corredor, profetizando:

– Adeus, adeus! Foi um prazer conhecê-los! A gente se reencontra lá, do outro lado!

Horas depois, acordou no leito do hospital. A primeira coisa que viu foi o dedo indicador da patroa, que disparava impropérios numa tremenda bronca:

– Seu palhaço! Tinha que fazer aquilo? Assustou pacientes, médicos e visitantes!

O insuperável humor bíblico de Lauand

Mas, e se ainda é preciso sair em defesa do bom humor, poder-se-ia citar um livro, O Bom Humor na Bíblia, do professor Luiz Jean Lauand.  Ensina ele:

– Na Bíblia, o bom humor de Deus se expressa inspirando ao hagiógrafo certos relatos e formulações divertidas que, pela acuidade, tornam-se mais sugestiva e facilmente recordáveis.

Em seus provérbios, comparações e nessa oriental arte de associação de realidades, o humor bíblico é insuperável. Alguns exemplos: “Goteira pingando sem parar em dia de chuva e a mulher briguenta são semelhantes!” (Pro 27, 15); “O preguiçoso põe a mão no prato: levá-la à boca é muita fadiga”.

Mais:

– Ao indicar, por exemplo, que é necessário prudência na escolha do conselheiro, o Eclesiástico (37, 11 e ss.) ensina – de modo vivo e concreto – que não se deve pedir conselho: “à mulher sobre a rival; ao medroso, sobre se é o caso de fazer guerra; ao negociante, sobre a mercadoria; ao comprador, sobre venda; ao invejoso, sobre gratidão; ao egoísta, sobre generosidade; ao preguiçoso, sobre qualquer trabalho; ao empreiteiro, sobre o acabamento de uma tarefa; ao servo indolente, sobre um trabalho”.

E o Quincas morreu sorrindo

Para encerrar, temos A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água, de Jorge Amado, 1959. Joaquim Soares da Cunha, “respeitável cidadão casado e com filhos, que leva uma vida pacata de funcionário público”, decide viver como um vagabundo, “entregando-se aos vícios mundanos, especialmente a bebida, quando recebe o apelido de Quincas Berro D’água”. Recebe o apelido de Berro D’água “por um dia estar em um boteco, a Venda do López, e quando vai beber algo que pensa ser cachaça, assusta-se e berra para o Mercado todo ouvir, dizendo em alto e bom tom Ááááááguuuua! As pessoas junto dele em um primeiro momento assustam-se, mas depois caem na gargalhada e passam a chamá-lo não apenas de Quincas, mas sim, Quincas Berro D’água”.

Quanto à morte e a segunda morte de Quincas, restou a controvérsia: para a família, morrera de causas naturais; para os amigos, tirou a própria vida ao atirar-se nas águas do mar, pois temia ser enterrado num caixão. Rumo à cova, exibia um sorriso.

É preciso mais?

ENQUANTO ISSO…

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