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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 30/08/16 9:24:27 PM

Mais uma eleição pela frente. E, segundo a BBII - Briosa, Brava e Indormida Imprensa -, em Curitiba a eleição para a Câmara de Vereadores vai ser uma pauleira, “a mais disputada de todos os tempos”. São 1.097 candidatos para 38 cadeiras. Ou seja, quase 30 candidatos  para cada vaga. Também houve aumento no número de mulheres concorrendo à Câmara. Conforme o TRE-PR, 30% dos candidatos são do sexo feminino.

Uma luta difícil

Vale lembrar que foi em 1927 que as brasileiras, finalmente, conquistaram o direito de votar. Até então, eram simplesmente proibidas. A mudança veio por iniciativa do governador Juvenal de Faria, do Rio Grande do Norte, que apresentou emenda à Constituição Estadual permitindo o voto “sem distinção de sexos”.

A emenda foi aprovada e, no ano seguinte, as mulheres foram às urnas. Mas, como era uma eleição para o Senado Federal, os votos femininos foram considerados nulos. Segundos juristas, o voto das mulheres só teriam validade em eleições estaduais.

O assunto deu pano pra manga, manga masculina e feminina, e as feministas arregaçaram as suas dando mais força ao movimento pelos direitos civis. Em 1928, vários estados seguiram o exemplo potiguar e passaram a aceitar o alistamento eleitoral “sem distinção de sexos”.

A primeira da América do Sul

Em 1929, finalmente é eleita a primeira prefeita da América do Sul. Alzira Floriano, de Lages, Rio Grande do Norte, ganhou – e o país machista teve que engolir. A discriminação, porém, só terminaria definitivamente em 1932, com a promulgação do Código Eleitoral, permitindo o chamado voto feminino. No entanto, como as eleições foram abolidas de 1930 a 1945, foi preciso esperar a queda do Estado Novo, de Getúlio Vargas, para que elas pudessem votar, efetivamente.

Ah, o golpe do Estado Novo veio no dia 10 de novembro de 1937, quando Getúlio mandou cercar e empastelar o Congresso e baixou uma nova Constituição, virando ditador. O grande “pretexto” para isso foi o Plano Cohen, segundo o qual – uma mentira – os comunistas arquitetavam a tomado do poder. Como se comprovou mais tarde, era uma “hipótese de trabalho” apresentada pelo então capitão Olímpio Mourão Filho (ele mesmo) para a AIB – Ação Integralista Brasileira. Do Plínio Salgado, por supuesto.

Mas, como se sabe, somente em 2010 uma mulher chegaria à presidência da República. E, pior de engolir, seria reeleita por esmagadora maioria de votos. Dá para imaginar a reação dos trogloditas políticos de plantão e seus lacaios.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 29/08/16 9:15:47 PM

Só para variar, posto que o nosso futebol anda meio mal das pernas, um amigo do professor Afronsius resolveu curtir o turfe. E ficou sabendo que o Xaxexixoxu continuando, por supuesto, na ponta dos cascos, bem como o tordilho eletrônico, isso mesmo, tordilho eletrônico, alcunha do Wenzel Blade.

Domingo, no Jockey Club do Paraná, Xaxexixoxu, 5 anos, filho de Durban Thunder e Igara (Know Heights), de criação do Haras Belmont Ltda., foi o grande vencedor do Clássico Governador do Estado, em 1.600m na pista de areia.

E que Wenzel Blade justificou plenamente o cognome tordilho supersônico ao vencer em Curitiba o primeiro embate da chamada clássica do festival do GP Paraná 2016, o Clássico Ciro Frare, em 1.200m na pista de areia, para produtos de 3 e mais anos. Afinal, é o melhor velocista do Brasil. Wenzel Blade, 5 anos, é filho de Blade Prospector e Miss Paraguay (Punk), de criação do Haras Ponta Porã e propriedade do Stud Fenômeno.

Nos tempos do Prado

Aí, professor Afronsius não resistiu. Desligou o computador e sacou do fundo do baú um recorte com texto do grande jornalista (e atleticano) Raphael Munhoz da Rocha, sobre o Jockey Clube. Um trecho:

– O jornal Diário da Tarde, em sua edição de 3 de maio de 1909, reclama da condução para o Prado: “Quem sae do centro da cidade ao meio dia vai chegar ao Prado depois do segundo páreo porque os vehículos da empreza vão numa marcha morosissima, apinhados de passageiros, como se fossem latas de sardinha, parando aqui e ali, para arrumar uma corrente que desengata, para desembaraçar um burro dos arreios, para espera de ¼ de hora no desvio, etc.”

De fato, outros tempos.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 28/08/16 7:57:26 PM

Depois de ler uma notícia da Agência Brasil sobre a revitalização da Bacia do Rio São Francisco, que deve demandar em investimento de cerca de R$ 30 bilhões, professor Afronsius teve um estalo – e recorreu a um recorte da Carta Capital, de junho.

Milagre de São Francisco. Abastecidas pelas águas do Velho Chico, vinícolas investem na qualidade do vinho para promover o enoturismo no Sertão.

A matéria, assinada por Marsílea Gombata, destaca que “temperaturas altas favorecem a produção de vinhos: e o Sertão nordestino copia o Alentejo. Com oferta de sol o ano todo, a região destaca-se pelos espumantes. Mais: A Rio Sol, da portuguesa Global Wines, cultiva na região 25 tipos de uvas, como Cabernet, Aragonês e Chenin Blanc. Vinte e cinco tipos.

E, ainda sobre a região, “o bode perde espaço para o carneiro na gastronomia local”.

Segundo Beronha, estaremos lá em breve. Já que não vai dar bode em nenhum sentido.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 27/08/16 8:59:53 PM

Coisas desconcertantes. Do Beronha. Todo aflito, ele chegou para o dedo de prosa e foi nocauteando todo mundo com uma pergunta certeira:

– O que significa hipostasiado?

Silêncio. Aí, professor Afronsius decidiu sair detrás do toco.

– De onde você tirou isso?

– De uma revista.

– Da Academia Brasileira de Letras? – brincou.

– Não. De uma revista sobre disco voador…

Aí, com o fio da meada, deu pro pontapé inicial.

– Partindo do início. Hipóstase. Substantivo feminino. Ficção ou abstração falsamente considerada como real.

E foi em frente: quis ver a revista que trata de UFOs. Estava lá. Um pesquisador, em determinado texto, afirma dispensar qualquer hipóstase. No caso, algo hipostasiado, ou seja, que confere realidade a algo metafórico ou fictício. Ficção ou abstração falsamente considerada como real.

Impactante. Tanto que nosso anti-herói de plantão agradeceu e picou a mula, mais aturdido de quando chegou.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 26/08/16 8:47:54 PM

Futebol de luto. Aos 90 anos, faleceu na quinta-feira Adolpho Krüger Pereira, o Afinho. Nascido em Paranaguá, foi artilheiro e ídolo do Clube Atlético Ferroviário. Um dos muitos ídolos do igualmente saudoso Boca Negra.

Sobre personagens e o clube da Vila Capanema, nos anos 1960 foi lançada a série Café Alvorada no Esporte. Com textos de Maurício Fruet, a publicação, ilustrada como HQ, traz a história do time (também foram brindados pela série o Atlético e o Coritiba) e a íntegra da ata de fundação (12 de janeiro de 1930), bem como a lista de presidentes até Ney Simas Pimpão, 1963/1965 (ele foi reeleito) e Hipólito José Arzua (conselho diretor), 1965/1967.

A família da RVPSC

O Ferroviário nasceu para “congregar a família da então Rede Viação Paraná-Santa Catarina”, mais tarde Rede Ferroviária Federal. Em reunião na residência de Ludovico Brandalize foi eleita a primeira diretoria, sendo escolhido presidente Francisco Alves Guimarães.

Em 1937, o CAF conquistaria o primeiro título de campeão paranaense. E, no campeonato, aplicou uma tremenda goleada no Savóia, 6 a 0. O Ferroviário formou com o Coritiba e o Atlético o chamado Trio de Ferro do futebol paranaense.

O que poucos conhecem hoje, mesmo os torcedores da velha guarda, é a letra do hino do Ferroviário. A revistinha traz:

Hino do CAF

- Ferroviário eu quero, quero, quero

Você brilhar

Respeitando o adversário

Tua equipe há de triunfar (BIS)

O Colorado, da Vila Capanema

Quando entra no gramado

Sempre leva esse lema

De lutar pra defender

A sua sina

Ferroviário “Campeão da Disciplina”.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 25/08/16 8:35:17 PM

Confirmada a descoberta de um exoplaneta com tamanho semelhante ao da Terra. Localizado a uma distância adequada de seu Sol, permite a presença de água na superfície e, consequentemente, a existência de vida.

Ao comentar a notícia, que leu na Agência Brasil, professor Afronsius foi interpelado pelo Beronha:

– Exoplaneta? Que diacho é isso?

– Um planeta que orbita uma estrela fora do Sistema Solar.

O dito cujo exoplaneta, batizado de Próxima B, orbita ao redor da Próxima Centauri, a estrela mais próxima do nosso sistema solar – a 4,2 anos-luz da Terra.

E tem gente comemorando: “É uma das descobertas astronômicas mais importantes do século”. O planeta recém-descoberto fica a uma distância de 7 milhões de quilômetros da sua estrela. Isto equivale apenas a 5% da distância entre a Terra e o Sol, mas, uma vez que a estrela Próxima Centauri é muito mais fria, o exoplaneta é uma “zona habitável” e tem uma temperatura que permite que a água se encontre em estado líquido.

Beronha, nosso anti-herói de plantão, ficou entusiasmado:

– Estado líquido? Vou preparar a mochila. É pra lá que eu vou de mala e cuia, porque por aqui a coisa tá insuportável. Se é habitável e tem água, deve ter cerveja…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 24/08/16 7:46:34 PM

De 2014, o documentário A Lei da Água, dirigido por André D’Elia, não perde a atualidade. Encomendado e bancado pela WWF, SOS Mata Atlântica, ISA, IDS e Bem Te Vi Sustentabilidade, mostra a importância das florestas para a conservação das águas e aponta os problemas que serão causados com o Código Florestal aprovado pela bancada ruralista no Congresso.

O Código, por supuesto, define o que deve ser preservado e o que pode ser desmatado nas propriedades rurais e cidades brasileiras. Mas o documentário mostra que “a lei reduz a capacidade das florestas para proteger mananciais de água, já que diminui a área que deve ser protegida nas nascentes”. Mais: “desmatamentos ilegais feitos por milhares de proprietários rurais desde 1965, quando o antigo Código Florestal foi promulgado, acabaram sendo legalizados pelo novo código sob o título de área rural consolidada”.

Preservar não é importante

O alerta continua valendo e o documentário, ao denunciar a anistia “a quem destruiu 29 milhões de hectares de florestas ilegalmente no país”, convoca a sociedade para iniciativas e ações “que evitem que o meio ambiente e os recursos hídricos continuem a ser tratados com descaso”.

Até porque, em determinado momento do documentário, temos um deputado criminosamente irresponsável que, tentando justificar sua posição, recorre ao argumento mais esfarrapado do mundo:

Produzir alimentos é tão ou mais importante que preservar o meio ambiente.

Isso mesmo. Aí, há que se invocar a fábula do porco assado. Aquela mesma. Para assar a carne de porco, tocava-se fogo na floresta.

Ou, como dizia e martela o professor Sergio Ahrens, engenheiro florestal, bacharel em Direito, pesquisador em Planejamento da Produção e Manejo Florestal, da Embrapa Florestas, Colombo/PR, “a lei dos homens não revoga as leis da natureza”.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 23/08/16 8:45:33 PM

Como se sabe, o goleiro Weverton foi convocado por Tite para a Seleção Brasileira – a principal. Detalhe: foi a primeira convocação realizada pelo novo treinador, logo após a conquista da medalha de ouro olímpica, no último sábado.

Ainda como registrou o site Furacao.com, “agora parece que Weverton conquistou seu espaço de modo definitivo, especialmente depois de ter defendido o pênalti decisivo da conquista contra a Alemanha”. A convocação é para os jogos contra Equador e Colômbia, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.

Beronha, com o devido endosso do professor Afronsius e de Natureza Morta, não deixou por menos:

– Eu torci muito pela Seleção Olímpica e pelo Weverton. Não necessariamente nessa ordem.

– O melhor goleiro das Olimpíadas. Quiçá o melhor da próxima Copa do Mundo.

– Invicto no Rio e invicto na decisão do Campeonato Paranaense 2016, que, como se sabe, o Atleticon tascou 3×0 na Baixada e 2×0 no Couto Pereira…

Nos passos de Caju

Falando em convocação, há que citar Alfredo Gottardi, o Caju, a Majestade do Arco. Aos 27 anos, foi o primeiro jogador do Atlético a ser convocado. Isso em 1942, quando disputou o Sul-Americano, em Montevidéu. Devido à II Guerra, a Copa do Mundo não pôde ser realizada.

Caju atuou ao lado de Domingos da Guia, Zizinho, Tim e outros grandes nomes da época. Foi titular nos cinco jogos e teve atuações destacadas. O Brasil ficou em terceiro lugar, perdendo para argentinos e paraguaios. Caju, no entanto, guardou agradáveis recordações daquele torneio, conforme também destacou o site Furacão.com.

– Uma das muitas lembranças foi o cumprimento que recebeu do goleiro argentino Vaca, que atravessou o campo para felicitá-lo após uma defesa excepcional. O Sul-Americano serviu ainda para que ele ganhasse um título e tanto: foi eleito o melhor goleiro da América do Sul.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 22/08/16 9:09:39 PM

Impossível tentar escapar de certas coisas. Ou, como prefere o Beronha, “não dá para fugir do cobrador de vermelho postado no portão de sua casa”.

Não há como negar. Jogos Olímpicos foram um sucesso. Apesar da torcida contra.

Basta ver (ler) que “a imprensa americana se rendeu ao sucesso dos Jogos Olímpicos Rio 2016”, conforme matéria de José Romildo, correspondente da Agência Brasil.

– Após a cerimônia de encerramento, domingo à noite, jornais, rádios, canais de televisão e sites dos Estados Unidos destacaram a organização dos jogos, o calor e a amizade do povo brasileiro, os resultados e recordes alcançados, em uma demonstração de que a mídia do país mudou sua percepção em relação ao evento. Antes dos jogos, o noticiário era dominado por previsões pessimistas, indicando que a competição poderia se transformar em um grande fiasco.

De hóspedes a amigos

E, na cerimônia de encerramento, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, agradeceu a participação dos brasileiros para o sucesso do evento.

– Chegamos como hóspedes, saímos como amigos, disse, emendando, em português: “Esses foram Jogos Olímpicos maravilhosos na cidade maravilhosa”.

Adeus ao complexo de vira-lata

Espera-se que seja uma (mais uma) pá de cal no complexo de vira-lata. Aquele mesmo, diagnosticado por Nelson Rodrigues, para quem “temos dons em excesso. E só uma coisa nos atrapalha e, por vezes, invalida as nossas qualidades. Quero aludir ao que eu poderia chamar de complexo de vira-lata”.

Nelson Rodrigues conclui: “Estou a imaginar o espanto do leitor: — O que vem a ser isso? Eu explico. Por complexo de vira-lata entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.

Isso mesmo, “que se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo”.

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 21/08/16 8:45:28 PM

Com a Rio 2016, o apoio das Forças Armadas à prática esportiva ficou bem patente – patente sem trocadilho. E até causou surpresa para muitos brasileiros, que simplesmente não sabiam disso. Dos 462 atletas da delegação brasileira, 145 – quase um terço – são militares. E as Forças Armadas pretendem ampliar o investimento na formação de atletas.

A propósito disso, em 1958 um exemplar da Revista do Clube Militar, número 151, já mostrava esse lado pouco conhecido. E que não se limitava aos esportes.

Na parte dedicada às artes, por exemplo, a publicação cita figuras famosas. Começa por Freud, o Sigmund: “O fascínio da obra de arte decorre de seu poder liberatório. Quem a contempla alcançou, não obstante as diferenças individuais, a mesma satisfação que o artista obteve no momento de criar. O prazer estético resulta de uma comunicação profunda”.

O teatro em alta

Quanto ao teatro, ficamos sabendo que, “no próximo número daremos detalhes, com uma reportagem, sobre o Teatro de Militares (A.R.T.E. – sigla de Artistas Representantes do Teatro no Exército), que mostrará aos colegas do Exército que já se faz um bom teatro nos meios militares e que, infelizmente, pouca gente sabe disso”.

A revista informa ainda que estão sendo mantidos contatos para levarmos nosso Teatro de Militares (oficiais e sargentos formam o elenco) “aos nossos pracinhas em Suez” e, “um fato inédito na história do Teatro”, “um conjunto cênico, com peças genuinamente brasileiras, de Luiz Iglésias e Paulo Magalhães, para militares no estrangeiro”.

Brasil x Argentina

O xadrez, por supuesto, também está presente: um torneio, em disputa da taça General San Martin, reuniu militares de unidades brasileiras e argentinas, no Clube Militar, Rio de Janeiro. Instituído em 1948, pela Confederação Brasileira de Xadrez, o troféu, nas séries realizadas em 1958, teve como um dos pontos altos a partida que reuniu o comandante H. Caspary, do Brasil, e o 1.° tenente H. de La Vega, da Argentina, “respectivamente os campeões das Forças Armadas dos seus países”.

O mesmo La Veja venceu a prova extra realizada no Clube da Aeronáutica, na disputa do Troféu Santos Dumont. Campeão invicto, foi aclamado como “o mais forte entre todos os enxadristas que disputaram os torneios no Rio e em Buenos Aires”.

É isso. E que assim continue. Sendo ouro, prata ou bronze.

ENQUANTO ISSO…

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