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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 17/02/17 2:47:12 PM

Neste domingo, 19, teremos em Curitiba outra etapa do Track&Field Run Series, com largada, às 7 horas, no estacionamento do Shopping Mueller. A prova será disputada nas distâncias de 5 km e 10 km, com duração máxima de 1 hora e 30 minutos. “O T&F Ruan Séries é uma experiência única para quem busca qualidade de vida por meio da prática esportiva. O circuito de corridas de rua é feito para pessoas apaixonadas pelo esporte, que buscam o bem estar físico e valorizam a troca de experiências”.

E aí, ostentando o número 990, teremos em ação Marcelo Micoanski, o Mico, o eletricista/atleta que já foi personagem de matéria do jornalista José Carlos Fernandes, na Gazeta do Povo, em novembro de 2013. Com direito a bela foto no local de trabalho, então um prédio em construção na Avenida João Gualberto. E que, de lá para cá, não parou. Participou, por exemplo, da Meia Maratona Internacional de São Paulo e da 33.ª Maratona Internacional de Porto Alegre, entre outras provas. E continua em forma.

Com início em 2004, o Track&Field® Run Series tornou-se um dos circuitos mais conhecidos do Brasil, atraindo milhares de atletas pelas ruas do país, “que buscam uma experiência única de corrida”.

Em tempo: o shopping fica na Av. Cândido de Abreu, 127.

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 16/02/17 8:39:33 PM

Está na Agência Brasil, matéria assinada pelo repórter Marcelo Brandão: Crime e Castigo é uma das obras preferidas de detentos de presídios federais. Explicando:

– Os detentos do Sistema Penitenciário Federal são recompensados com quatro dias a menos da pena para cada livro que leem. E uma das obras mais lidas por eles é Crime e Castigo. Escrita pelo russo Fiódor Dostoiévski e publicada originalmente no século 19, conta a história de um jovem que comete um assassinato e acaba consumido pela culpa.

Para obter remição na pena, os detentos das quatro prisões de segurança máxima, no Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte e de Rondônia, precisam redigir uma resenha sobre a obra que leram.

Depois da obra de Dostoiévski, temos entre as mais lidas: Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, Através do Espelho, de Jostein Gaarder, Dom Casmurro, de Machado de Assis, Sagarana e Grande Sertão Veredas, de Guimarães Rosa.

Professor Afronsius, cutucando o bigode, comentou com seus botões:

– Já li todos. E tenho os livros em casa para provar que não foi atrás das grades.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 15/02/17 8:43:48 PM

Não que possa sacudir e esquentar o nosso carnaval, mas um persistente folião curitibano pretende sair às ruas cantando uma marchinha supimpa. Que não é daqui, por supuesto. Depois de ler uma matéria de Léo Rodrigues – correspondente da Agência Brasil em Belo Horizonte -, foi atrás da letra de O baile do cidadão de bem.

No tradicional Concurso de Marchinhas Mestre Jonas, que ocorre anualmente no início do carnaval de BH, a vencedora foi a música dos compositores Helbeth Trotta e Jhê Delacroix – que garantiram o prêmio de R$ 6 mil.

Ainda da Agência Brasil: o cidadão de bem é aquele sujeito que protesta contra a corrupção, mas comete diariamente ilicitudes, como estacionar em lugar proibido. E também defende a morte de criminosos, enquanto se diz a favor de vida e contra o aborto. Helberth Trotta com a palavra:

– Nós fizemos uma pesquisa sobre o tema e descobrimos várias curiosidades. Por exemplo, cidadão de bem era o nome de um jornal da Ku Klux Klan, que no início do século passado defendia nos Estados Unidos a supremacia branca e praticava atos violentos contra negros.

Mais: “O concurso abre as festas na cidade. Então, é o momento ideal, quando estão todos curiosos pelas letras. Porque a marchinha é uma crônica sobre comportamentos, um retrato do dia a dia da sociedade”.

Com os versos “Veja só quem vem, é o cidadão de bem, contra a corrupção, taça de champanhe, na manifestação”, a marchinha faz uma crítica aos paneleiros da classe média que saíram às ruas para protestar vestidos com a camisa da seleção e com uma taça de champanhe na mão.

Será que a marchinha emplacaria em Curitiba?

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 14/02/17 8:39:31 PM

A revista Carta Capital desta semana, em texto de Nirlando Beirão, comenta o livro de poesias de Michel Temer, isso mesmo, do vate MT, ou melhor, do poetastro, como bem demonstra a matéria Temer no Parnaso. Do outro lado, no contraponto, temos gente como Mario Quintana, Vinícius de Moraes, João Cabral de Melo Neto, Fernando Pessoa, Gregório de Mattos e o nosso Paulo Leminski. Goleada, resultado mais do que previsível.

Um exemplo da genialidade de MT:

A vida e o tempo              

Chorei lágrimas milhares

Chorei lágrimas centenas

Chorei lágrimas dezenas

Chorei uma única lágrima

Depois, não chorei nunca mais.

Na sequência, o troco. E temos :

Paulo Leminski ficaria atordoado. Impossível alcançar a profundidade minimalista do bardo do Jaburu com minúsculas digressões como esta que Leminski rascunhou:

Não discuto

com o destino

o que pintar

eu assino

O nome do livro, caso interessar possa: Anônima Intimidade, Editora Topbooks, 165 páginas, R$ 39,00.

Vade retro. Nem de graça – reagiu um leitor. O homem é ruim em tudo onde mete o bedelho.

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 13/02/17 8:46:16 PM

O cabôco entrou no boteco todo faceiro, chamando a atenção pelo boné vermelho que estampava: NYC 1664. Papo vai papo vem, alguém quis saber:

– O que significa esse NYC 1664?

– Não faço a menor ideia. Ganhei o boné de presente…

Ainda bem que alguém conhecia um pouco da história de Nova Iorque, até por conta do ataque às Torres Gêmeas do Word Trade Center, no dia 11 de setembro de 2001, tratou de esclarecer:

– Cidade de Nova Iorque em 1664. Ela surgiu como um posto de troca comercial dos holandeses, em 1624. Era e foi Nova Amsterdã até 1664, quando a colônia passou para o controle Inglês. Chegou a ser a capital dos Estados Unidos de 1785 até 1790, tornando-se a maior cidade do país desde 1790. Foi rebatizada pelo Duque de York e Albany.

Silêncio, até que alguém não resistiu:

– Bem dizem que bar também é cultura…

Às vezes.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 12/02/17 9:04:32 PM

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) promove uma doação de livros em sua sede – Rua José Loureiro, 211, centro. Eles vieram da família do jornalista Milton Cavalcanti. A entrega das publicações é feita de segunda à sexta, das 9h às 12h e das 13 às 17h30.

Entre dezenas de publicações, temos Rui e a Réplica, de Américo de Moura, de 1949; A Nova Alma do Negócio, de Tom Morris, obra lançada no Brasil em 1998 e exemplares (encadernados – capa dura) da Revista da Academia Paranaense de Letras.

Ainda sobre o jornalista Milton Cavalcanti, editor de economia do jornal Última Hora, que tinha entre as edições regionais a do Paraná, com redação no Edifício Asa, temos outro registro importante. Está na coluna Tabloide, do jornalista Aramis Millarch, edição de dia 4 de fevereiro de 1988:

– Uma coleção completa da “Última Hora”, edição no Paraná, quando do fechamento da sucursal, ficou com o jornalista Milton Cavalcanti. Infelizmente, a coleção que Milton vinha preservando acabou sendo perdida num incêndio em sua residência, restando apenas a incompleta coleção que está na Biblioteca Pública do Paraná.

Eram os 898 números da edição UH Paraná, abrangendo o período de 1º de junho de 1961 a 12 de maio de 1964, quando, com o golpe civil militar de 1964, o jornal foi empastelado – ou, fechado.

Em tempo: hoje, felizmente, todos os artigos de Aramis Millarch foram digitalizados e estão na internet: basta acessar www.tabloidedigital.com.br

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 10/02/17 2:03:09 PM

Outra surpresa – ou tremendo espanto. Depois da proeza em Bogotá, batendo nos pênaltis o Millonarios, o Atleticon terá pela frente o Deportivo Capiatá, do Paraguai, pela Libertadores.

– Com todo respeito ao adversário, confesso que nunca tinha ouvido falar desse time – comentou um torcedor.

Será a primeira vez que os times se enfrentarão. O Capiatá eliminou o Universitario, do Peru. Sobre o Club Deportivo Capiatá: clube da cidade de Capiatá, foi fundado em 8 de setembro de 2008. Manda seus jogos no Estádio Deportivo Capiatá e atualmente disputa a Primeira Divisão do Campeonato Paraguaio.

Capiatá fica na Ruta internacional 1, fronteira com a Argentina, na altura do Km 21.

Surgiu da fusão de clubes da Liga Capiateña de Fútbol, fazendo sua estreia na División Intermedia, a terceira divisão do Campeonato Paraguaio. Em 2012, uma surpresa: vice-campeão, atrás do General Diáz, garantiu o acesso à divisão principal. No ano seguinte, em sua primeira competição internacional, disputou a Copa Sul-Americana de 2014. Eliminou o Danubio, do Uruguai, na primeira fase, e o Caracas na segunda. Mas, nas oitavas de final, nos pênaltis, acabou eliminado pelo Boca Juniors.

Feita a apresentação, resta aguardar os jogos pela Libertadores.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 09/02/17 9:01:50 PM

Muitos torcedores só comemoraram a classificação do Atleticon para a terceira fase da Libertadores muitas e muitas horas depois do término da partida. Caso do Beronha. Afinal, como o jogo começaria às 21h45 (horário de Brasília), ele não resistiu. Às 21h30 já roncava diante da TV.

– Eu tinha degustado umas e muitas outras no Luzitano com Z… – justificou nosso anti-herói de plantão, ainda pesadamente de ressaca.

De qualquer modo, festejou:

– Esse time só me dá alegrias! Mesmo quando estou nos braços do Morfeu… Atenção! Morfeu, o deus grego dos sonhos! E que isso fique bem claro!

Quanto ao placar, 4 a 2 nos pênaltis (Weverton defendeu um e desviou uma bola para o travessão), após a derrota por 1 a 0 no chamado tempo regulamentar, também nenhuma surpresa:

– Se até a seleção brasileira depende dele…

E tudo isso sem “ajuda” do ligeiramente polêmico gramado sintético. A propósito da tal grama, temos um ponto final no que não passou de um esboço de polêmica: o piso sintético atleticano acaba de ter renovado o certificado FIFA Pro (o mais alto nível de certificação da entidade).

No mais, bola pra frente.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 08/02/17 9:21:26 PM

Houve um tempo em que dispor de um telefone em casa era um luxo, coisa de rico. Hoje, ao observar cenas do cotidiano, praticamente todo mundo abduzido pelo celular e quejandos, até mesmo quando passeia com o pet e atravessa a rua sem observar o semáforo ou está dirigindo o carro sem tirar o olho do aparelhinho, há quem pergunte sobre os orelhões:

– Essa coisa ainda existe?

Sim, existe, mas como uma peça decorativa que atrapalha o apressado pedestre, herança da cidade de antanho. Segundo a Seção Achados&Perdidos, exclusiva do blog, o orelhão, oficialmente TUP – Telefone de Uso Público – foi projetado por Chu Ming Silveira, arquiteta e designer brasileira, nascida na China. Seu lançamento ocorreu em abril de 1972, inicialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Rapidamente, espalharam-se pelo país inteiro e em países da América Latina, caso do Paraguai, Peru e Colômbia, em países africanos como Angola e Moçambique, na China e em outros cantos do mundo.

E chegou ao fim uma prática bastante comum: bater na porta da casa do vizinho e fazer um pedido:

– Dá pra me emprestar o telefone por alguns minutos? Coisa rápida.

Não raras vezes, o vizinho, aflito, ouvia um sonoro não – acompanhado de um conselho:

– Vai no armazém da esquina que tem telefone público…

Eram aparelhos semipúblicos instalados em estabelecimentos comerciais que firmavam contrato com a Companhia Telefônica Brasileira, empresa de capital canadense que, à época, era responsável pela telefonia em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Os telefones realmente públicos só despontaram nas calçadas brasileiras em meados de 1971, quando mais de 93 milhões de pessoas espalhadas pelo país nem sonhavam em carregar um telefone no bolso. Ou na bolsa. A telefonia móvel? Algo ainda distante. O primata do telefone celular só entraria em cena em 1973.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 07/02/17 9:12:35 PM

A revista Carta Capital desta semana publicou uma excelente matéria sobre as arenas da Copa do Mundo no Brasil. Está, por supuesto, sob a rubrica Economia e é assinada por Miguel Martins. O raio-X mostra que, “elitizadas, as arenas apresentam prejuízos milionários e continuam a drenar recursos públicos”.

Destaca o drama do ex-“maior do mundo”, o Maracanã, que, após reforma de 1,2 bilhão de reais, “afastou os torcedores populares e atualmente não tem condições de sediar um jogo de futebol”.

A receita do sucesso

No alentado texto sobre a agonia das arenas, Miguel Martins cita um trabalho publicado no ano passado sobre a viabilidade econômica dos 12 estádios da Copa de 2014. Trata-se de estudo elaborado por Thiago Sousa Barros, doutorando em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e professor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). Segundo o levantamento, “que considera a projeção original de receitas, os custos operacionais e o pagamento de investimento inicial em cada estádio, apenas três deles mostram-se rentáveis nos próximos 20 anos”.

– Quais, quais são eles? – quis saber um atleticano já aflito por natureza.

Voltando ao texto da Carta Capital: Arena Pernambuco, Arena da Baixada e Beira-Rio. Já a maior parte das demais arenas “tem uma estimativa de entradas inferior à de gastos para as duas próximas décadas”.

Ou seja, “com a atual projeção de receitas, nove arenas são inviáveis a longo prazo”.

E não é de hoje

Depois de ler a matéria, há também quem tenha citado uma entrevista publicada em jornal de Curitiba em janeiro de 2002: Arion Cornelsen, ex-jogador e ex-presidente do Coritiba, declarava que, com a Arena, o Atlético estava muitos anos à frente do Coxa. E disse à imprensa (abre aspas):

– Na década de 70, dominamos o futebol do Estado. Hoje, o Atlético está 50 anos à frente.

ENQUANTO ISSO…

 

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