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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 13/02/16 9:31:25 PM

Conversa de boteco. Geralmente é o velho exercício de jogar conversa fora. E aí, geralmente, o cabôco é obrigado a ouvir cada uma. Mas, por supuesto, nem sempre é assim. Um exemplo recente: um daqueles eternos donos da verdade, que falava mais do que a mulher da cobra, dissertava, do alto da suposta bancada, sobre os continentais  problemas do país.

Lá pelas tantas, diante de tantos disparates, alguém, finalmente, resolveu encerrar o papo, com uma só e breve pergunta:

– Você já leu Casa-Grande&Senzala, de Gilberto Freyre? E Os Donos do Poder, de Raymundo Faoro, sobre a formação do patronato político brasileiro?

Silêncio, até que veio um inesperado, porque sincero, “não”.

– Pois é, então acho melhor a gente falar sobre futebol.

Mas, ao saber do episódio, Beronha quis saber, que diabos, o que vem a ser patronato. Tem a ver com patrola?

– Patronato: autoridade de patrão.

– Patrão lembra patrola, abrir caminho… E, como ainda estou de folga, fim de papo, vazei, não sei se com S ou com Z…

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 12/02/16 9:16:57 PM

Deu na BBII – a Briosa, Brava e Indormida Imprensa -, e com o devido destaque: Brasileiros que têm bens no exterior devem declarar a partir da semana que vem.

A notícia: o Banco Central começa a receber, a partir da próxima segunda-feira, a declaração anual da pesquisa de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE) relativa ao ano de 2015.

Estão obrigadas a prestar as informações pessoas físicas e jurídicas residentes no país, que tinham, no exterior, ativos de valor igual ou superior ao equivalente a US$ 100 mil, em 31 de dezembro de 2015. A declaração deve ser entregue até 18h do dia 5 de abril de 2016.

Segundo o BC, “o objetivo primordial da declaração é estatístico, pois contribui para que se conheça, de forma ampla e detalhada, os ativos externos que residentes no Brasil têm, auxiliando análises e pesquisas macroeconômicas”.

Beronha reagiu prontamente:

– Bens no exterior? Me inclua fora dessa…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 11/02/16 7:48:19 PM

Suando em bicas, posto que está longe de ser um cabôco refratário ao calor, professor Afronsius costuma brincar quando a temperatura vai parar lá em cima:

– Decididamente, não sou um homem dos trópicos.

No meio da semana, tentando driblar a canícula, ligou o ventilador e o computador. Na internet, topou com uma matéria que veio a calhar: 10 cidades para fugir do calor, um “roteiro de destinos arejados e refrescantes no Brasil”.

E não é que, logo depois de São Joaquim, “famosa pelas belas paisagens que se formam com as geadas do inverno”, considerado um dos municípios mais frios do Brasil, vem Curitiba como dica?

– Em Curitiba, o dia mais quente registrado nos últimos anos chegou à marca dos 35ºC. Em média, o verão curitibano não passa dos 23ºC e geralmente vem acompanhado de chuva.

Comentário do professor Afronsius:

– Sou mais São Joaquim…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 10/02/16 8:55:43 PM

A Império de Casa Verde conquistou o título de campeã do carnaval em São Paulo, depois de muita confusão. Dois jurados não deram nota em um dos quesitos. Daí o bafafá. Segundo o regulamento, quando um jurado não dá a nota, a escola recebe automaticamente a maior nota atribuída pelos outros jurados naquele quesito. No caso, 10.

Mal comparando, o carnaval curitibano já viveu um problema semelhante: um dos jurados deixou de dar sua nota no quesito evolução, isso em 1987. O episódio foi devidamente registrado pelo jornalista Aramis Milarch em sua coluna Tabloide, no jornal O Estado do Paraná, edição do dia 5 de março.

A bronca do Cadilhe

Seguem trechos da coluna do Aramis, conforme os arquivos do Tabloide Digital –  www.tabloidedigital.com.br

– José Cadilhe de Oliveira, 64 anos, 40 de Carnaval – em 1947 fundou a “Cevadinhas do Amor”, que a partir do ano seguinte seria a Embaixadores da Alegria. Ontem, Cadilhe já usava sua sapiência jurídica para uma causa bem carnavalesca: defender os direitos da Embaixadores da Alegria, que se sente prejudicada pelo fato do quesito evolução no Grupo A ter sido anulado porque o jurado Luís Afonso Burigo, figurinista, esqueceu de dar a nota para a Dom Pedro II. “Com isto fomos prejudicados, pois com este quesito teríamos ficado em segundo lugar e não em terceiro”, protestava, na terça-feira, a presidente da Escola, a atriz Delcy D’Ávila, gaúcha de Cruz Alta, carnavalesca entusiasta.

Puro esquecimento

Ainda do amigo Aramis:

– A Mocidade Azul reconquistou o troféu de campeã do concurso oficial – já que havia perdido no ano passado para a sua arquirrival Dom Pedro II, justamente no empate da bateria. Este ano, foi um ponto a mais neste quesito que lhe deu uma espremida vitória de 73 por 72 pontos.

– Como o jurado Luís Afonso Burigo, 41 anos, figurinista e ex-ator, distraiu-se na hora de passar a limpo a folha de pontuação, esqueceu de atribuir os pontos para a Dom Pedro II no quesito evolução. Como prevê o regulamento, o item foi anulado para todas as escolas e, assim, a Embaixadores da Alegria, que havia feito uma bonita apresentação, merecendo nota máxima em evolução, perdeu preciosos pontos.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 09/02/16 8:34:00 PM

Dizem que no Carnaval vale tudo. Em qualquer esfera. Pode ser, mas, mesmo assim, acompanhando parte do desfile das escolas do Rio de Janeiro, professor Afronsius ficou um tanto quanto assustado. Como se sabe, a Unidos da Tijuca levou para a avenida o tema Semeando Sorriso, a Tijuca festeja o solo sagrado.

Um belíssimo desfile, como os demais, por supuesto, já que as escolas remetem o espectador a performances no melhor estilo Cirque Du Soleil.

Neste ano, a Unidos da Tijuca prestou homenagem à cidade mato-grossense Sorriso, reconhecida como a capital nacional da soja. E foi aí que o professor Afronsius fez cara feia. Forçando, posto que já nasceu feio. É que, ao se referir a um grupo fantasiado de espigas de milho, o comentarias da TV não deixou por menos:

– Eles estão representando a soja…

Entre um pé de milho e a soja vai uma tremenda diferença. Para dizer o mínimo.

Do Mato Grosso para o mundo

Sorriso, isso mesmo, é um município da região norte do Mato Grosso, às margens da BR-163. Está entre as dez maiores cidades do Estado. A população é de um pouco mais de 80 mil habitantes, reunindo migrantes de todas as regiões do país, principalmente do Sul e Nordeste. A emancipação político-administrativa de Sorriso ocorreu em 1986, mas sua colonização começou na década de 70.

O site oficial da prefeitura informa ainda:

Em 26 de dezembro de 1980,”a pequena agrovila encravada em pleno sertão mato-grossense foi elevada a categoria de distrito, pertencente ao município de Nobres. Em 20 de março de 1982 foi instalada a Subprefeitura no Distrito de Sorriso”.

No dia 13 de maio de 1986, com a Lei 5.002, o distrito de Sorriso foi elevado à categoria de município, desmembrado das cidades de Nobres, Sinop e Paranatinga. Sinop, como se sabe, é velha conhecida dos paranaenses.

Individualmente, Sorriso é o município que mais produz grãos no Brasil: 3% da produção nacional e 17% da produção estadual. Em seus 600 mil hectares agricultáveis, produz mais de 5,6 milhões de toneladas de grãos em um único ciclo de cultura; além de 26,4 mil toneladas de pluma de algodão. A soja é a principal cultura, atingindo quase 84% da produção, seguida pelo milho. E aí voltamos à reação do professor Afronsius:

– Depois da soja, o milho lidera, mas não é por isso que se vai confundir uma leguminosa com o cereal da família das gramíneas

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 08/02/16 8:10:16 PM

Sob a batuta do quarterback Peyton Manning, o Denver Broncos faturou o terceiro Super Bowl de sua história. No Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia, o Broncos derrotou o Carolina Panthers por 24 a 10. E o futebol americano, mais uma vez, dominou a audiência em todo o mundo. E dando show.

Mas, como muita gente ainda, ainda, reclama (“não entendo esse jogo”), a Agência Brasil, na véspera da decisão, cumpriu o papel da imprensa, o de bem informar. Ao noticiar a decisão do Super Bowl, publicou uma segunda matéria, também assinada por Marcelo Brandão: Entenda o futebol americano.

– O futebol americano é um jogo de conquista de território. Cada time tem quatro jogadas para avançar dez jardas (9,14 metros) com a bola. Caso avance, ganha direito a mais quatro jogadas e assim por diante. Caso não consiga, devolve a bola para o time adversário, que terá sua oportunidade de atacar.

Cada time conta com 11 jogadores titulares de ataque e 11 de defesa. O quarterback é uma espécie de “camisa 10” do time. É das mãos dele que sai a maioria das jogadas de ataque, seja lançando a bola para outros jogadores ou entregando nas mãos de um companheiro para uma corrida. Em algumas jogadas, ele mesmo corre com a bola.

A principal pontuação do jogo é o touchdown e vale seis pontos. Um touchdown acontece quando um jogador recebe a bola no fundo do campo adversário ou corre com ela até lá (local chamado de “end zone”). Após o touchdown, o time tem direito a tentar um ponto extra, chutando a bola no meio das traves. O time também pode tentar uma conversão de dois pontos, através de uma jogada normal de ataque a partir da linha de duas jardas, passando ou correndo com a bola até a end zone.

Outra pontuação recorrente nas partidas é o field goal. É um chute executado pelo kicker, jogador que só entra em campo em situações de chute. O field goal rende três pontos ao time se a bola chutada passar pelo meio das traves no fundo do campo. Após uma pontuação, a bola é devolvida ao adversário, para que ele inicie sua campanha de ataque.

Existem várias situações caracterizadas como falta no futebol americano. Dentre elas estão agarrar a grade do capacete do adversário, atingir o adversário “cabeça com cabeça” ou acertá-lo após o término da jogada.

Professor Afronsius leu, agradeceu, copiou e arquivou o texto.

– Quando alguém disser que não entende esse tal jogo, passo-lhe uma cópia. Não precisarei mais dar o recado: consulte o Flavio Stege Júnior, o underdog do Luzitano com Z.

ENQUANTO ISSO…

 

 

 

Enviado por babbocamargo, 07/02/16 8:09:37 PM

País do futebol? Que seja e continue assim, mas, também e igualmente, já é o país do futebol americano, que continua arrebanhando fãs pelo Brasil afora. Para irritação de alguns que ainda acham que é “coisa de colonizado”.

Segundo a BBIIBriosa, Brava e Indormida Imprensa -, “a cada ano mais brasileiros acompanham o principal campeonato de futebol americano, a National Football League (Liga Nacional de Futebol), ou simplesmente NFL”.

E o Super Bowl, a grande final da Liga, disputada por 32 times dos Estados Unidos, é o ápice. No ano passado, a edição teve uma torcida de 114 milhões de pessoas só nos Estados Unidos. Um ano antes, as transmissões alcançaram 112 milhões de telespectadores.

Segundo mercado

Pesquisa do Ibope Repucom, encomendada pela ESPN, revelou que 27 milhões de brasileiros têm interesse pelo esporte. O Brasil, de acordo com a pesquisa, é o segundo maior mercado da NFL fora dos Estados Unidos. À frente do Brasil, só o México.

O Super Bowl de 2015, segundo a ESPN Brasil que transmite a NFL, foi visto por mais de meio milhão de pessoas. A maior audiência nos últimos quatro anos, superando em 73% o número de espectadores da edição anterior.

Não dá para ignorar, por supuesto.

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 06/02/16 9:09:57 PM

Depois de morar anos, muitos anos, na Marechal Mallet, Juvevê, um cidadão descobriu, enfim, quem foi o homenageado que virou nome de rua em Curitiba. Émile Louis Mallet, mais conhecido como Emílio Mallet, ou Barão de Itapevy. Foi um militar brasileiro, embora nascido na França, em Dunquerque, em 10/06/1801. Viria a falecer no dia 2/01/1886, no Rio de Janeiro.

Em 1932, o decreto 21.196 conferiu a ele o título de Patrono da Artilharia Brasileira.

E o Marquês de Sapucaí, quem foi?

História na passarela

A Beija-Flor de Nilópolis leva a resposta a quem já foi muitas vezes à Marquês de Sapucaí, que dá nome à passarela do samba, e ainda não sabe quem foi o marquês. Um mineiro. Nasceu em Congonhas de Sabará, que depois passou a ser chamada de Nova Lima. Isso, ou tudo isso, deu gancho para o enredo Mineirinho Genial! Nova Lima – Cidade Natal. Marquês de Sapucaí – O Poeta Imortal!

A Agência Brasil, em matéria de Cristina Índio do Brasil, traz uma entrevista com Fran Sérgio, um dos carnavalescos que compõem a comissão de criação da Beija-Flor. Ele reconhece que a história do Marquês é, pelo menos até certo ponto, desconhecida. E conta:

– É uma personalidade muito importante para a época dele e que é pouco falada. As pessoas não conhecem; muitos nem sabem que ele é brasileiro. Acham que ele é português e que veio para o Brasil.

Professor Afronsius achou  o texto insuficiente. E foi atrás do restante, já que a matéria não citava nem o nome de registro do cabôco. E pinçou o que se segue:

– Poeta e músico, Cândido José de Araújo Viana (eis o nome!) é o marquês que  veio a ser primeiro – e único – Visconde com Grandeza e Marquês de Sapucaí. Nasceu em Nova Lima, então Congonhas de Sabará, no dia 15 de setembro de 1793. Faleceu no Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1875. Foi ministro da Fazenda e ministro da Justiça, conselheiro de Estado, deputado geral, presidente de Província e senador de 1840 a 1875, eleito pela província de Minas Gerais. Ocupou a presidência do Senado de 1851 a 1853.

Bacharel em direito, acabou deputado constituinte em 1823 e deputado geral representando Minas Gerais por três mandatos. Ocupou as presidências das províncias de Alagoas e do Maranhão. Foi ainda procurador da Coroa, fiscal do Tesouro e ministro do Supremo Tribunal de Justiça, ministro da Fazenda e nomeado membro extraordinário do Conselho de Estado a partir da data de sua criação.

A Beija Flor vai mostrar também que, antes de chegar à capital do império, o nosso Cândido foi para Portugal, estudar em Coimbra, por supuesto. Depois já com muita saudade do Brasil, voltou.

No mais, que o desfile seja um sucesso.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 05/02/16 9:26:12 PM

Tradicional frequentador de sebos, livrarias, bancas de revistas, professor Afronsius topou no meio da semana, na banquinha da esquina, com uma oferta um tanto quanto inusitada.

Estava na capa de uma revista que se dedica a temas e assuntos históricos, com destaque:

- Oferta imperdível! 2 revistas por apenas R$ 12,90.

1 revista nova + 1 revista já publicada.

Detalhe: o preço do exemplar normal é R$ 12,90. A segunda revista, mantendo a capa tradicional e os grampos, vem encartada. O primeiro exemplar trata da espionagem no mundo. O outro, a Máfia, da origem à sua presença em outros países.

Todo mundo já viu, por supuesto, promoções do tipo queima de estoque, do comércio varejista, mas, em termos editoriais, não deixa de ser uma novidade. De liquidação de estoque passamos à liquidação de encalhe. Ou, talvez mais exatamente, sinal dos tempos internéticos. Em tempo: alto astral (em caixa baixa mesmo) é o nome da editora. Encalhe, em se falando de jornal ou revista, é a parte de uma edição que circulou mas não vingou, não foi vendida.

De qualquer forma, Beronha achou ótimo. E quer mais, que a moda pegue o quanto antes:

– Já pensou, no boteco? Você paga uma e toma duas cervejas!

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 04/02/16 10:04:51 PM

Vivendo e aprendendo. Ou, no caso, ouvindo a aprendendo. Preocupado com os seguidos acessos de fúria (transformados em latidos) do Schnapps, seu cãozinho de estimação, professor Afronsius acabou descobrindo mais uma do admirável mundo novo. Pet incluído.

– E não é que existe um spray antilatido? Comprei um pro Schnapps.

Beronha:

– Spray? Pro tamanho do bicho, acho mais indicado um soco-inglês…

Ignorando o comentário, professor Afronsius citou outros instrumentos recomendados para o adestramento de animais. Adestramento?

– A palavra é meio forte. Seria melhor, mais indicado, curso de boas maneiras caninas.

Em busca da cueca perdida

Sobre novidades e passadismo, Beronha contou, bem baixinho, a sua desconfortável experiência: para renovar seu pequeno estoque de cuecas, afinal, ano novo cueca nova, ele esteve batendo de porta em porta, em várias lojas, e voltou com a mão abanando:

– Incrível! Não existe mais a cueca samba-canção. Só tem cueca apertada, estilo sunga de natação…

Professor Afronsius concordou – e foi além:

– Samba-canção você só encontra no dicionário. Está lá, no Aurélio: Pop. Cueca de tecido, e cujas pernas cobrem parte das coxas. Pl.: sambas-canção(ões). Eu vivi o mesmo drama. Pior ainda. Sem encontrar a dita samba-canção, fui obrigado a ouvir uma provocativa sugestão:

– Samba-canção? Você deve procurar essa tal de cueca em algum antiquário. Pode ser que encontre.

ENQUANTO ISSO…

 

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