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Rolmops&Catchup

Enviado por babbocamargo, 29/05/15 9:34:32 PM

Com tanta roubalheira pipocando por aí, até mundo afora, professor Afronsius acha que, nesse embalo, logo logo a Polícia Federal não terá mais de onde tirar nomes chamativos para batizar suas operações.

– Entre as mais recentes, indo de A a Z, tivemos a Sucuri, Caixa de Pandora, Cavalo de Troia, Medusa, Feliz Ano Velho, a Acrônimo e a Zelotes.

Por mera curiosidade, decidiu então consultar o Dicionário de Gírias, de Sérgio Porto, ele mesmo, o Stanislaw Ponte Preta, conforme A Revista do Lalau, editora Agir, 2008. E pinçou:

Lalau – ladrão.

Jabaculê – negociata. Surgiu na gíria turfística para designar o páreo em que o cavalo vencedor corre dopado; hoje, designa todo e qualquer negócio escuso.

Gaturama – gatuno.

Gruja – gorjeta, propina.

Cala a boca – suborno.

Nota alta – dinheiro grosso.

E, por supuesto, sem duvidar do tremendo poder de criatividade da PF, deixou as sugestões.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 28/05/15 8:40:51 PM

A Operação Cartão Vermelho na Fifa. Ou melhor, operação faxina (haja detergente), que vai longe. E, na esteira das investigações, pipocam denúncias de todos os cantos. Uma delas, publicada no site furacao.com, assinada por Mateus Carneiro, refresca a memória do torcedor. Não só do torcedor atleticano. Título: Personagem de 2005 é um dos envolvidos no escândalo da Fifa.

– Personagem decisivo na não realização da final da Libertadores de 2005 na Arena da Baixada, o ex-presidente da Conmebol, Nicolás Leoz, é um dos envolvidos no escândalo da Fifa divulgado. Leoz presidiu a Conmebol durante os anos de 1996 e 2013 e é um dos 14  (por enquanto) acusados de extorsão, fraude e conspiração para lavagem de dinheiro, entre outros delitos, em um “esquema de 24 anos para enriquecer através da corrupção no futebol”, segundo informou o Departamento de Justiça norte-americano.

Há 10 anos, a Conmebol, sob a presidência de Leoz, obrigou o Atlético a jogar a primeira partida da final da Libertadores, contra o São Paulo, no Beira-Rio. Na época, o motivo alegado para a não liberação da Arena da Baixada para o jogo decisivo foi a capacidade de público no estádio – o regulamento da competição determinava que o estádio da equipe da casa deveria ter 40 mil lugares disponíveis.

Como a capacidade da época na Arena da Baixada era de aproximadamente 25 mil expectadores, a diretoria do Atlético se prontificou a instalar arquibancadas tubulares na reta da Brasílio Itiberê. As arquibancadas provisórias, mesmo com a aprovação do Corpo de Bombeiros, não tiveram a aprovação da Conmebol, e o Atlético teve que jogar a maior final de sua história longe de casa.

A decisão, na época, revoltou os atleticanos. Anos depois, em 2010, uma reportagem publicada originalmente no site CAP4ever (que não existe mais, mas continua no ar) e reproduzida no Blog do Furacão esclareceu detalhes do episódio, que até hoje é discutido pelos torcedores do Atlético – Título da reportagem: A verdade sobre a Copa Libertadores 2005 – Vergonha internacional.

Trechos (a íntegra pode ser lida no site furacao.com):

– Com a ameaça de ser rebaixado de divisão, de perder todos os registros de seus jogadores e por em risco definitivamente o futuro do CAP, a diretoria resolveu naquele momento ser prudente e cedeu à pressão feita pela Conmebol. O jogo foi mesmo confirmado para o Beira-Rio, em Porto Alegre, a mais de 600 quilômetros de Curitiba e do estádio rubro-negro.

– Na capital gaúcha, a diretoria atleticana foi recepcionada pelo governador Germano Rigotto, em jantar no Palácio Piratini. Na ocasião, Rigotto questionou ao presidente Mário Celso Petraglia: “Como os paranaenses deixam isso acontecer? Jamais cometeriam este absurdo, esta injustiça, com o povo gaúcho. Faríamos outra revolução e não tirariam o jogo dos nossos estádios”.

– O São Paulo usava toda sua força nos bastidores para impedir a realização da partida na Arena. Afinal, o clube paulista é um notório freguês do Atlético Paranaense na Arena da Baixada, estádio em que jamais conseguiu uma vitória. E o poder político do tricolor junto à Conmebol não é nada desprezível. O próprio presidente Leoz já se declarou, em mais de uma oportunidade, que quando estudou em São Paulo na sua juventude se tornou ferrenho e fanático torcedor do time do Morumbi!

“Sou são-paulino”, admitiu o presidente da Conmebol.

– Outra prova de que tanto apego da Conmebol a um item do regulamento foi mesmo de ocasião foi dada no ano seguinte. Pachuca, do México, e Colo-Colo, do Chile, fizeram a final da Copa Sul-Americana de 2006. O regulamento era o mesmo da Libertadores, mas o primeiro jogo da decisão foi disputado no Estádio Hidalgo, em Pachuca, com capacidade para 30 mil expectadores.

Beronha, nosso anti-herói de plantão, muito revoltado:

– Chama o tar de FBI!

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 27/05/15 7:12:29 PM

Uma breve conferida na exploração do pré-sal mostra que a produção deve crescer 70% neste ano. A produção em áreas das bacias de Santos e Campos atingiu recentemente a marca de 800 mil barris de petróleo por dia (bpd), configurando novo recorde.

E a produção de petróleo no pré-sal tem contribuído de forma expressiva com o crescimento da produção no país, neste ano, em relação ao ano passado. Em dezembro, o pré-sal produziu média de 667 mil bpd, enquanto em janeiro de 2014 a produção média foi de 358,8 bpd, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A propósito, professor Afronsius citou um comentário atribuído a Herman Kahn, ele mesmo, o diretor do Hudson institute, estrategista militar e teórico da Rand Corporation, famoso no Brasil, no fim dos anos 1960, por conta do Projeto Grandes Lagos, para desenvolver a Amazônia.

Afinal, segundo a farfalhante figura, o Brasil não tinha petróleo, já chamado de ouro negro, e chegaria ao ano 2000 como um país miserável. Assim, deveria plantar eucaliptos nas áreas pesquisadas pela Petrobras. Daí a piada:

– Quantos barris mesmo de eucaliptos o Brasil vai produzir por dia?

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 26/05/15 8:20:52 PM

Embora a turma ostente uma longa experiência quanto à instabilidade (ou maluquice mesmo) do tempo em Curitiba, onde tudo é possível (a começar por uma brusca e radical mudança a cada intervalo comercial da TV), há quem espere por uma providencial, embora tardia, invenção: a galocha multiuso.

– Ué, onde já se viu uma coisa dessas? – comentou Natureza Morta, até ficar sabendo, via professor Afronsius, que já está à venda o guarda-chuva que abre para cima.

Saiu na Carta Capital, com a informação acessória “preço não disponível”.

– Claro, em Curitiba deverá chegar custando o olho da cara…

Adeus ao convencional

Voltando à novidade: trata-se do Kazbrella, que “subverte o que é convencional num guarda-chuva”, como informa Felipe Marra Mendonça, na coluna Prazer de ponta.  O guarda-chuva abre para cima, o que evita molhar pisos quando é fechado, “além de ser mais fácil de usar do que seus primos, mais comuns”.

E como seria a galocha multiuso?

– Primeiro, para usuário masculino, teria um desenho mais sofisticado, eliminando aquele bico achatado. E ganharia saltos, do tipo sapato Samello social clássico, mais cadarço, evidentemente. Tudo produzido com um material que permitisse uma visita ao engraxate da Rua XV. E, claro, pronto para uso em cerimônias oficiais, festas de aniversário, bailes, casamentos e outros eventos sociais. Continuaria impermeável, por supuesto, mas sem perder o brilho, o requinte.

Já que, com o Kazbrella, o guarda-chuva deixará de ser um irritante acessório ao voltar para casa ou chegar ao trabalho, por que não a galocha século 21? Afinal, ela surgiu nos anos 1960 e, hoje, de atualizado, oferece apenas a linha feminina, que é do tipo, altamente sofisticada.

Fica a sugestão para algum professor Pardal de plantão.

ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 25/05/15 7:37:50 PM

- Não ganhemo nem perdimo. Impatimo.

Essa era a velha desculpa do torcedor ao justificar um resultado que, dependendo das circunstâncias, poderia até ser bom, principalmente quando se joga fora de casa contra um adversário que, mesmo lanterna, merece respeito o devido respeito.

Professor Afronsius lembrou do ganhemo, perdimo e impatimo ao ler a declaração do técnico Marquinhos Santos, sobre a atuação do Coritiba na Ilha do Retiro. Mesmo com a derrota para o Sport, disse ter gostado da atuação do time, pois, acredita, “a postura fora de casa já melhorou”.

Dentro desse raciocínio – o grupo está em ascensão -, a partir de agora empate na casa do adversário será vitória e, a partir daí, vitória mesmo algo a ser comemorado como conquista de título.

A conferir, segundo Beronha, ainda baleado, posto que não se recuperou da bebemoração após a massacrante (1 a 0) vitória do Atleticon sobre o Galo Mineiro.

– E com todo respeito à presidenta Dilma, que, como se sabe, é torcedora do CAM.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 24/05/15 8:10:52 PM

O registro foi feito no site furacao.com: 22 de maio, uma data importante para o Atlético. Depois de 8 anos, voltava para casa, a velha Baixada. É que, em 1986, o Rubro-Negro passou a mandar seus jogos no Estádio do Pinheirão, só voltando a jogar na Baixada em 1994, após ampla reforma e ampliação.

Ampla reforma e ampliação para a época. Com capacidade para 20 mil pessoas, o jogo de reinauguração ocorreu no dia 22 de maio. Vitória de 1 a 0 sobre o Flamengo.

A equipe atleticana recebeu no Caldeirão do Diabo o Flamengo de Sávio e Cia. Uma ensolarada tarde de sábado o Atlético, sepultava a fase Pinheirão. De triste memória, até pelo destino do estádio. Com um gol do Ricardo Blumenau, alguém se lembra, o rubro-negro paranaense venceu o carioca. Festa da torcida. Que voltaria a perder a casa, até retornar definitivamente ao Joaquim Américo padrão Fifa.

Por falar em Arena, outra data importante: 24 de maio. Ganhar do xará mineiro não é fácil, muito menos com a arbitragem que se viu…

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 23/05/15 7:37:47 PM

Como se sabe, há arquivos e arquivos. Os Arquivos Implacáveis de João Condé, os do fatídico SNI e os da (ainda) tenebrosa CIA. Sobre os últimos, graças ao Ato de Liberdade de Informação, lá dos EUA, vieram à luz coisas sinistras dos bastidores do golpe civil militar de 64. Devida e amplamente documentadas. A História agradece.

De top secret ao sebo

Em recente incursão a um sebo, em Curitiba, professor Afronsius resgatou uma revista que dedica edição especial aos 50 anos da redentora, como diria Stanislaw Ponte Preta.

Já tinha lido muita coisa a respeito dos bastidores da quartelada – principalmente livros, “livros à mão cheia” -, mas, desta vez, além de breve mas alentados textos, foi brindado com farta reprodução de documentos do Departamento de Estado, White House, CIA e outros órgãos afins. Liberados pelo Freedom Information Act (Ato de Liberdade de Informação).

Abaixo, um dos documentos, de 30 de março 64. O golpe em marcha nas Alterosas.

E, dos antecedentes do golpe com a Operação Brother Sam (ajuda envolvendo inclusive submarinos desbaratinados e, é claro, agora um vistoso porta-aviões singrando o Atlântico rumo Sul), chegamos à Operação Condor (1970, ação conjunta das ditaduras do Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Paraguai e Bolívia) e ao ciclo dourado do revezamento dos generais presidentes.

Temos abaixo outro documento da Central Intelligence Agency, liberado em outubro de 1999.

Em tempo: trata-se de publicação da On Line Editora, que, por supuesto, pode ser adquirida pela internet.

– Bem mais fácil do que apelar para a sorte esperando encontrá-la num sebo, aconselhou o sortudo professor Afronsius, uma vez que ele, por sua vez, não abre mão de suas garimpagens em prateleiras não virtuais. – Trata-se até de uma questão de higiene mental.

ENQUANTO ISSO…

 

Enviado por babbocamargo, 22/05/15 9:02:58 PM

Venha conversar com Mike Bruza na Gibiteca de Curitiba!

O convite partiu de Maristela Garcia, programador artístico cultural da Gibiteca de Curitiba. O cara é peixe grande, como Beronha gosta de dizer.

De fato. Mike Bruza trabalha como consultor, produtor e criador de conteúdo para o público infantil, no mundo todo. Já produziu shows para Disney, Dremworks, Warner Bros, Netflix entre outras. E é o responsável pela criação de marcas curiosas. Um exemplo: a logo design do Central Perk, que vem a ser a cafeteria que aparece no seriado Friends.

Estará na Gibiteca para uma palestra sobre produção de conteúdo, storytelling e sua experiência para as empresas americanas.

Istóri o quê?, quis saber nosso anti-herói de plantão.

– Contador de história, o bom contador de história.

Será segunda-feira, dia 25, às 19 horas – Rua Presidente Carlos Cavalcanti,  533 – Solar do Barão – Centro. Detalhe: entrada Franca!

Beronha, outra vez:

– Oba! E é di grátis

ENQUANTO ISSO…

 

 

Enviado por babbocamargo, 21/05/15 7:57:09 PM

Há quem prefira percorrer antiquários, mas, bom mesmo, são os sebos.

– Garimpar prateleiras! Uma alegria que se renova em cima do velho, do passado, garante professor Afronsius, que não deixa por menos.

– Sou do papel e não abro. Não abro mão, mas abro livros, revistas e velhos gibis. Só não entendo como alguém se desfaz de livros, revistas e gibis, remetendo-os aos sebos, talvez com algum toque de desdém…

E o Zé Carioca, um paulista

Em sua mais recente incursão, encontrou uma publicação de 2012 (Aventuras na História, Editora Abril), em ótimo estado, que trata da II Guerra Mundial. A Segunda Guerra Aqui.

A presença norte-americana, por supuesto, não se limitou ao forte aquartelamento em Natal, Rio Grande do Norte. Orson Welles, por exemplo, aqui chegou devidamente patrocinado pelo Office of Interamerican Affairs. A ordem era conquistar corações e mentes. E não só ele por aqui aportou no início de 1941. Walt Disney montou seu QG no Rio de Janeiro.

Com a ajuda de cartunistas pátrios como Luiz Sá e J. Carlos, Disney criou o Zé Carioca. Ou, como sublinha a publicação, não criou, encontrou. É que o músico José do Patrocínio Oliveira, paulista de Jundiaí, integrava o Bando da Lua, o grupo de Carmem Miranda. Ele vivia nos EUA e foi quem interpretou o papagaio Zé Carioca na animação Alô, Amigos, de 1942.

Pois é, o Zé Carioca com sotaque paulista.

Ainda da revista: “O personagem ainda é publicado no Brasil, enquanto ninguém se lembra mais dele no exterior.”

 ENQUANTO ISSO…

Enviado por babbocamargo, 20/05/15 7:47:32 PM

Não é fácil, ou, por outra, está cada vez mais difícil. São 1.406.049 veículos em Curitiba e, juntamente com a frota, crescem as queixas dos motoristas. Trânsito caótico! Professor Afronsius pede um aparte:

– Não são 1.406.049 veículos. São 1.406.048. Eu aposentei o meu pé de bode

Mas boa parte das queixas diz respeito aos guardadores de carros, ou flanelinhas, que, mal você estaciona o bólido junto ao meio-fio, surgem como donos do pedaço e intimam, na base da coação:

– Doutor, pode deixar comigo que ninguém tasca!

– Em primeiro lugar, não sou doutor coisa nenhuma. Em segundo,  cabe às autoridades específicas proteger o meu patrimônio volante em espaços públicos.

Vai daí que, na volta, encontrou o carro riscado. E nem sinal do prestativo guardador.

Já em Porto Alegre…

Não é de hoje o problema, e muito menos exclusivo de Curitiba. Em Porto Alegre, como relatou Juliano Rodrigues, colunista do Zero Hora, na edição de 14 de abril (“Pelo fim dos flanelinhas”), em 2009 a prefeitura de Porto Alegre, em acordo com o Ministério Público do Trabalho e a Brigada Militar, “regularizou” a função de flanelinha.

– Para quem não lembra, vou resumir o que dizem as regras sobre o trabalho dos guardadores de carro e peço a você que tente se recordar de uma situação em que elas tenham sido devidamente aplicadas: a contribuição pelo trabalho do guardador é espontânea, sem valor fixo; é obrigatória a entrega de um tíquete ao motorista; o flanelinha deve se apresentar ao serviço em perfeitas condições de higiene e sóbrio; em eventos com horário marcado, ele deve permanecer até uma hora após o término. Seis meses depois da promulgação da lei, ninguém a cumpria.

Profissão, desde quando?

Ao justificar o título do artigo, o colunista frisou que “este texto é escrito por alguém que não considera profissão a função de flanelinha, ou guardador de carro, ou seja lá como queiram ser chamados aqueles que ficam na espreita de motoristas para, em espaço público, achacá-los sem qualquer fiscalização das autoridades. Faço essa ressalva por reconhecer que a opinião que tenho sobre o assunto provavelmente está calcada na minha total incapacidade de observar qualquer resquício de atividade profissional no “trabalho” feito por essas pessoas.

A exceção, os honestos e cordiais

Ainda do artigo no jornal ZH:

– No papel, as regras são ótimas. A aplicação delas, porém, é risível. Salvo raríssimas exceções de guardadores honestos e cordiais, o que existe é intimidação aos motoristas. Alguém recebe tíquete quando deixa o carro aos cuidados de um flanelinha? A contribuição é mesmo espontânea? Bom, mais do que um gesto espontâneo, pagar pelo “serviço” dos guardadores é uma atitude compulsória e prudente, já que ajuda a evitar que o seu veículo sofra algum tipo de dano (por parte do próprio flanelinha, aliás).

– Em uma atitude corajosa, em 2013, a prefeitura de Caxias do Sul proibiu a função de flanelinha. A de Porto Alegre poderia reconhecer o fracasso na ideia de regularizar essa “profissão” e reproduzir a iniciativa caxiense na Capital. Seria um gesto de humildade e de respeito com os porto-alegrenses que, afinal, são os verdadeiros donos dos espaços públicos da cidade.

ENQUANTO ISSO…

 

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