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Enviado por babbocamargo, 22/08/14 8:12:26 PM

Dando uma espiadela no noticiário da BBI – a Briosa, Brava e Indormida Imprensa -, professor Afronsius ficou sabendo, por conta de uma matéria da BBC Brasil, da história de Júlio de Almeida, “o último prisioneiro da Ilha Grande, no Rio de Janeiro, três décadas após a implosão do presídio”.

Conta o jornalista Gibby Zobel que Almeida, 83 anos, “ganhou liberdade condicional antes da desativação da prisão, em 1994, mas decidiu cumprir lá mesmo o resto de sua pena”. Ele foi para o presídio em 1958 e continuou na ilha após ganhar liberdade condicional. “Neste ano, 2014, ele deve finalmente completar as sentenças por homicídio e roubo”, escreve Gibby Zobel, que conversou com Júlio “na ilha que – de criminosos e presos políticos – passou a receber multidões de turistas”.

Bem antes dos turistas

Vale lembrar Graciliano Ramos e seu livro Memórias do Cárcere, de 1953. Sem acusação formal ou processo, em 1936 foi preso em Maceió e encaminhado para Recife, de onde seria despachado para Ilha Grande, no navio Manaus. Ele e outros 115 presos. O país estava sob a ditadura de Getúlio Vargas. No Rio, até janeiro de 1937, Graciliano passou pela Casa de Detenção até ser conduzido à Colônia Correcional de Dois Rios (na Ilha Grande).

“Permutando cochichos” ou por conta do pronome da “língua Paraná”, alguns dos novos companheiros de cadeia chamaram a atenção de Graciliano, que passara a ser “simplesmente o preso número 3535”.

Está lá, na página 150 do segundo volume: “Os paranaenses, graves, metódicos, arrumavam-se para descansar da melhor maneira, examinavam lentos a sala acanhada, permutando cochichos”.

A descoberta da Língua Paraná

Prossegue o Velho Graça: “Lembrei-me de um caboclo da minha terra, impelido ao Sul finda a ilusão da borracha”. De regresso, “esse tipo me dissera: Vossa mercê não imagina. Em São Paulo há um bando de línguas. Língua Bahia, língua Mato-Grosso, língua Paraná. São diferentes da nossa, mas o senhor entende. O que ninguém entende é a língua Japão: essa é uma língua… Na verdade a do Paraná, como afirmava o tabaréu, compreendia-se bem: contudo o diabo do pronome, arrastado pelo velho Eusébio, chocava-me”. Ou, não “fluía simples e horizontal”.

Capote grosso dos paranaenses

Na página 155: “Afinal a chave rangeu na fechadura da porta, vultos deslizaram sem rumor, os capotes grossos dos paranaenses juntaram-se à entrada”.

Como Graciliano passava boa parte do tempo escrevendo e ensinando alguns presos e carcereiros a ler, o diretor suplente ficou intrigado. Depois de esbugalhar os olhos, inquiriu:

- O senhor é jornalista?

- Não senhor. Faço livros. Vou fazer um sobre a colônia correcional. Os senhores me deram assunto magnífico. Uma história curiosa, sem dúvida.

O médico dá as costas e sai resmungando:

- A culpa é desses cavalos que mandam para aqui gente que sabe escrever.

Memórias do Cárcere foi transposto para o cinema, de modo brilhante, pelo diretor Nelson Pereira dos Santos, em 1984. Carlos Vereza faz o papel do escritor.

Fica mais um registro.

ENQUANTO ISSO…

23 agosto (2)

Enviado por babbocamargo, 21/08/14 8:04:54 PM

Está lá, com amplo destaque, na edição deste mês da Revista de História da Biblioteca Nacional, texto assinado por Alice Melo: patrimônio em perigo. No caso, o Museu de Arte de Londrina.

Indignado com a incúria, professor Afronsius fez questão de endossar o alerta e destacar alguns trechos da matéria:

- As amplas rampas de acesso e os vitrais compridos que servem de parede para o Museu de Arte de Londrina (MAL) expõem o traço curvilíneo e funcional do arquiteto Villanova Artigas, um dos maiores representantes do modernismo paranaense. O prédio do MAL foi construído nos anos 1950 e abrigava a antiga rodoviária da cidade. Por ser um dos primeiros edifícios feitos no estilo que consagrou seu autor, foi tombado como patrimônio histórico estadual décadas mais tarde e transformado em centro cultural.

- Apesar de sua importância histórica e seu papel central no cenário artístico municipal, o museu sofre com a falta de manutenção e investimento em infraestrutura: um fantasma que assombra a cidade desde a destruição do Teatro Ouro Verde, em 2012, por um incêndio provocado por curto-circuito.

- Vanda Moraes, diretora de Patrimônio Artístico e Histórico-Cultural da Secretaria de Cultura, diz que ainda em 2011 foi elaborado um amplo projeto de reestruturação do prédio, mas que não há verba disponível para colocá-lo em prática: a prefeitura estaria em busca de financiamento.

E reconhece que é possível atribuir “a degradação do edifício à falta de manutenção periódica e preventiva”.

ENQUANTO ISSO…

22 agosto (1)

 

Enviado por babbocamargo, 20/08/14 8:33:18 PM

Mesmo quem acompanha atentamente o futebol achou muito estranho o que viu na primeira fase da Copa Sul-Americana, transmitida pela Fox: em campo, o Club Atlético Rentistas, ou simplesmente, Rentistas.

- Rentistas?

Isso mesmo. Time uruguaio com sede em Montevidéu, 81 anos, levou chumbo do Cerro Porteño, do Paraguai, 2 a 0, e foi eliminado da competição mesmo jogando em casa.

Professor Afronsius não estranhou o nome, muito pelo contrário:

- Está lá, no Dicionário de Termos Financeiros, de Luiz Fernando Rudge: rentista, aquele que vive de rendas. Caberia melhor para um time de Wall Street ou da Bovespa, mas nada mais apropriado para o futebol dos dias de hoje.

ENQUANTO ISSO…

21 agosto (1)

Enviado por babbocamargo, 19/08/14 8:07:57 PM

- Ah, as palavras…

Ligeiramente rabioso, isso mesmo, rabioso, adjetivo, professor Afronsius não se referia ao título do livro autobiográfico de Jean-Paul Sartre, aqui lançado em 1964, pela Difusão Européia do Livro, As Palavras – Les Mots, no original, por supuesto.

É que foi posto a nocaute no seu enfrentamento diário com o livrinho de palavras cruzadas.

- Diferença, linha divisória, o que separa. Latim, 9 letras. Queimei as pestanas. O jeito foi recorrer ao pai dos burros.

Desafio seguinte:

- Doutrina filosófica cujos preceitos se pautam numa única realidade representada somente pelo eu empírico. Doutrina segundo a qual a única realidade no mundo é o eu. 10 letras.

Outra bola na trave. Nova consulta ao Aurelião. E aí, como são surpreendentes as palavras e ficam de tocaia, topou com solípede.

- Ah, ah! Essa eu mato na hora, embora não esteja nas palavras cruzadas. Diz-se de, ou animal que só tem um casco em cada pé. Conheço alguns…

E, dando o bate-papo por encerrado, ia bater em retirada, mas Natureza Morta e Beronha pediram que explicasse que diabos vêm a ser a linha divisória, o que separa, em latim, 9 letras, e a tal doutrina filosófica com 10 letras.

- Pela ordem: discrímen e solipsismo.

Beronha:

- Bem que eu suspeitava…

ENQUANTO ISSO…

20 agosto (1)

Enviado por babbocamargo, 18/08/14 8:12:09 PM

Há candidatos pra tudo e, eleitores, idem. Nenhuma novidade, mas, às vezes, há surpresas. Vai daí que, passando por uma esquina, num bairro de Curitiba, professor Afronsius topou com um display de propaganda eleitoral. Curto e grosso.

- Quero porte de arma.

             2233

Embaixo, o nome do candidato a deputado federal.

Comentando o assunto com Natureza Morta e Beronha, professor Afronsius lembrou que o porte de arma é regulamentado pela Lei 10.826/03, que, no artigo 6.º, dispõe:

- O porte de arma de fogo é proibido em todo o território nacional, salvo em casos excepcionais. Portanto, excepcionalmente a Polícia Federal poderá conceder porte de arma de fogo desde que o requerente demonstre a sua efetiva necessidade por exercício de atividade profissional de risco ou de ameaça à sua integridade física, além de atender as demais exigências do artigo 10 da Lei”.

O documento, com validade de até 5 anos, estabelece que, para portar uma arma, é preciso ter idade mínima de 25 anos. E apresentar, no requerimento à PF, vários documentos e se enquadrar em uma série de condições.

Assim, o tal candidato, não ao porte de uma arma, mas um cargo na Câmara Federal, e se eleito for, precisará tentar mudar a lei. Antes, talvez, fosse recomendável trocar o mote da campanha, posto que, sibilino, dá a entender que porte de arma passará a ser distribuído gratuitamente – como certas vacinas em época de campanha contra epidemias.

De qualquer modo, Beronha, foi rápido no gatilho e disparou, sem trocadilho:

- O número do candidato deveria ser 22-38. Ou 38-45.

ENQUANTO ISSO…

19 agosto (1)

Enviado por babbocamargo, 17/08/14 7:08:41 PM

Ao concluir a leitura das 430 páginas de Foi-se o Martelo – A história do comunismo contada em piadas, de Bem Lewis, Editora Record, 2014, professor Afronsius recomendou o livro. E não resistiu. Contou duas das piadas:

Qual a diferença entre comunismo e capitalismo?

- Capitalismo é a exploração do homem pelo homem… E o comunismo é exatamente o contrário.

A outra, à página 194:

- Dizem que o capitalismo norte-americano está à beira do abismo e que, em poucos anos, o comunismo vai ultrapassá-lo.

Beronha ficou interessado, no livro, mas desistiu da empreitada:

- 430 páginas? É uma leitura muito pesada

ENQUANTO ISSO…

18 agosto (1)

 

Enviado por babbocamargo, 16/08/14 8:22:15 PM

Por supuesto, há narradores e comentaristas de futebol que gostam de neologismos. E já que esporte é cultura, há quem espere uma notável contribuição: transmissões recheadas com expressões em latim. A sugestão é do professor Afronsius, que descarta qualquer toque de absurdo na proposta:

- Afinal, nos velhos tempos já tivemos coisas recorrentes como free kick, referee, offside, handicap, foul, corner kick

Desse modo, o torcedor poderá enriquecer seu vocabulário:

- Tal time é melhor ab incunabulis; foi um lance com animus necandi. Sem esquecer os torcedores baderneiros: sub lege libertas.

Diante do espanto de Beronha,apressou-se em explicar:

- Ab incunabulis – desde o princípio. Animus necandi – intenção de matar. Sub lege libertas – liberdade dentro da lei.

E, caso interessar possa, listou outras expressões que poderão elevar o padrão das transmissões:

Ab absurdo – partindo do absurdo (que o Íbis venha a ser campeão do mundo…)

Abyssus abyssum invocat – um abismo chama outro abismo (assim, a ZR…)

Ad exemplum – para exemplo (do sucesso de tal time…)

Ars gratia artis – arte pela arte (graças a ela, o futebol conquistou o mundo…)

Capitis diminutio – diminuição de capacidade (levou a cartolagem à decadência acelerada…)

Ex officio – por obrigação, dever do cargo (o técnico elogiou o time após a derrota de 7 a 1…)

In octavo – em oitavo (mas em condições de chegar no G4…)

In transitu – de passagem (meteu uma bicuda na bola e fez o gol…)

Motu proprio – pela própria deliberação (pediu dispensa do posto de capitão do time…)

Nihil obstat – nada obsta (que o técnico seja um retranqueiro e adepto do bola pro mato, mas…)

Per jocum – por brincadeira (a volta de Felipão ao comando da Seleção…)

Proh pudor! – que vergonha! (o juiz inventou um pênalti no final do jogo…)

Quantum sufficit – o suficiente, o estritamente necessário (é manter em dia o pagamento dos boleiros…)

Quod abundat non nocet – o que abunda não prejudica (daí o preparo físico ser fundamental em campo…)

Stricto sensu – no sentido restrito (foi tremenda mancada escalar o fulano na lateral…)

Sub judice – sob o juízo, à espera de uma decisão do juiz (ainda não podemos comemorar a conquista dos 3 pontos…)

Suo tempore – em seu devido tempo (o time é jovem, vai embalar…)

Victis honos – honra aos vencidos (porque nosso futebol corre o sério risco de sepultar o fair- play…)

Vox faucibus haesit – a voz ficou presa na garganta, pela forte emoção (depois do quarto gol do Ziquita naquele histórico 4 a 4 do Atlético contra o Colorado…)

ENQUANTO ISSO…

17 agosto (1)

Enviado por babbocamargo, 15/08/14 8:09:16 PM

Por conta da pancadaria nas arquibancadas da Arena Joinville, em dezembro do ano passado, última rodada do Brasileirão, 19 sócios do Atlético Paranaense foram punidos pelo clube. E respondem judicialmente pelo episódio. Detalhe importante: aceitaram a proposta da Câmara de Ética e Disciplina do rubro-negro e vêm participando, desde então, de reuniões e ações em projeto sociais, atividades promovidas pelo 13 º Batalhão da Polícia Militar e pela Chácara Meninos de 4 Pinheiros.

A informação está no site oficial do Furacão. Presidente da Câmara de Ética e Disciplina do CAP, Dionisio Banaszewski explica que a parceria com a PM e com a Chácara Meninos de 4 Pinheiros “tem como objetivo propiciar penas alternativas e oferecer uma nova oportunidade aos torcedores”.

Os sócios que participam dessas ações sociais terão seus processos suspensos. Caso não cumpram o acordo, ou cometam qualquer outra irregularidade, terão os processos reabertos e julgados, assim como os torcedores que não optarem pela pena alternativa. O site também ouviu o major Manoel Jorge dos Santos Neto, chefe de planejamento do 13º BPM.

Ações antiviolência

As ações serão realizadas ao longo dos próximos meses e, além disso, “os torcedores se comprometeram a difundir ações antiviolência e de prevenção de álcool e drogas entre os demais integrantes da torcida. Nesta mesma linha, o site oficial da Torcida Organizada Os Fanáticos fará postagens periódicas com artigos sobre prevenção de drogas”.

Para um dos torcedores punidos, as ações comunitárias são uma oportunidade de mostrar o outro lado da torcida organizada.

- Aquilo que aconteceu em Joinville foi um acidente de percurso. Nossa torcida existe para fazermos a festa e celebrar o Atlético. Queremos ajudar o clube. E aproveitamos esta oportunidade para melhorar a imagem da torcida organizada. Todos nós trabalhamos, somos pessoas do bem e queremos fazer de tudo pelo Furacão.

Professor Afronsius foi mais adiante:

- Que a iniciativa tenha sucesso. Renda frutos. Aliás, poderia ser imitada por outros clubes e suas torcidas organizadas quanto à participação em atividades de cunho social, não só em caso de cumprir pena alternativa por baderna.

ENQUANTO ISSO…

16 agosto (2)

Enviado por babbocamargo, 14/08/14 7:59:07 PM

Depois de dar meia banda (de carro) por Curitiba (“sim, meia, posto que não tenho estofo para uma banda inteira”), professor Afronsius jogou a toalha.

- Como diria o Mussum, nosso trânsito é drurys.

De fato. E não apenas pelo crescente número de veículos (1.360.996 até março, com 1.003.126 motoristas habilitados), mas também pela desatenção de pedestres, irresponsabilidade de ciclistas, motociclistas e boa parte da turma do skate.

Vai daí que, assumindo um tcham de ar diabólico, no melhor estilo doutor Silvana, defendeu a implantação de rodízio. Lembrando por Natureza Morta que o rodízio de veículos em São Paulo, implantado em 1997, ajudou, mas não resolveu o problema, professor Afronsius carregou ainda mais no ar facial doutor Silvana.

- Não, não apenas rodízio de placas, eu defendo um rodízio de placas entremeado por rodízio de pedestres.

- Pedestres?

- Isso mesmo, rodízio de pedestres. Por idade, ocupação, altura ou pelo time que torce. Um dia, só carros. No outro, só pedestres.

Radicalismo doutor Silvana à parte, professor Afronsius não deixa de ter certa razão quanto ao comportamento do cidadão que atravessa a rua sem olhar para os lados, não respeita sinal e ignora olimpicamente a faixa de pedestres. Quase todo mundo ligadão no fone de ouvido, trocando mensagens pelo celular, batendo foto ou curtindo o cachorrinho todo empetecado na extremidade da guia. Os motoristas que se lixem.

E o vice-versa é inevitável.

ENQUANTO ISSO…

15 agosto (2)

Enviado por babbocamargo, 13/08/14 9:35:37 PM

Segundo Beronha, duas coisas são uma violência contra a natureza humana: levantar cedo, ou seja, antes do meio-dia, e trabalhar. Em qualquer horário. Mas, o pior mesmo, segundo nosso anti-herói de plantão, é ser alvo de chacotas ou piadas de mau gosto quando no desempenho de uma função.

De fato. É, ou era, bastante comum a gozação em cima de trabalhadores dando duro na beira de estradas ou na construção civil. Passa, ou passava, um gaiato e disparava:

- Essa moleza vai acabar!

Mãos à obra

Quando se aventurou a atuar (“sim, trabalhar nunca”) como jardineiro – esperando sombra, água fresca e algumas frutas maduras ao alcance da mão -, Beronha não durou muito no metiê. Outono, folhas e mais folhas para juntar, recolher e depositar no lixão de um condomínio. Depois do outono, por conta das chuvas e ventanias em Curitiba, mais folhas e galhos pela frente. Miríades, teria chegado a exclamar.

Foi aí que um colega de trabalho deu a sugestão:

- É melhor fazer o seguinte. Pegue uma árvore de cada vez, leve até o depósito, chacoalhe bem, e traga a árvore de volta. É bem mais prático e eficiente do que ficar usando vassoura, o barulhento e irritante aspirador/sobrador de folhas, o rastelo, o ancinho…

Quase levou uma bifa. E perdeu um colega de trabalho, posto que Beronha pediu demissão:

- Não tolero piada de péssimo mau gosto – justificou-se.

ENQUANTO ISSO…

14 agosto (1)

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