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Enviado por babbocamargo, 16/09/14 9:46:53 PM

O filme é de 1941. Embora fã de carteirinha de Orson Welles, professor Afronsius só pôde ver Cidadão Kane (Citizen Kane) décadas depois. Aliás, viu e reviu.

- Oito vezes, para ser mais exato. Isso graças a cinematecas e cinemas de arte, como o velho e saudoso Cine Riviera, em Curitiba – fez questão de explicar.

Coisa de cinéfilo. Mesmo sabendo quase tudo sobre Welles, desde A Guerra dos Mundos, ainda procurava uma peça para fechar o mosaico do, em sua opinião e de muita gente, um dos maiores filmes de todos os tempos. Faltava seu rosebud: o trailer, o decantado trailer!

Mas, como a vida tem coisas de cinema, eis que, semanas atrás, conseguiu – acidentalmente – conferir o esperado trailer de Cidadão Kane.

- Por obra e graça da TAM. Foi num voo internacional. Estava lá, à disposição dos passageiros, no aparelho acoplado ao encosto das poltronas. E dava para programar a sequência: o filme e o trailer – ou o trailer e o filme.

Aqui, antes da Europa

Citizen Kane foi lançado no Brasil no dia 16 de junho de 1941. E, espantoso, aqui chegou antes de estrear na Europa. Roteiro e direção de Orson Welles, que, por supuesto, faz o papel de Kane. No elenco, Agnes Moorehead, Buddy Swan, Dorothy Comingore, Erskine Sanford, Everett Sloane, Fortunio Bonanova, George Coulouris, Georgia Backus, Gus Schilling, Harry Shannon, Joseph Cotten, Paul Stewart, Philip Van Zandt, Ray Collins, Ruth Warrick, Sonny Bupp e William Alland.

Em tempo: Herman Manckiew participou da elaboração do roteiro. Na fotografia, outro mestre, Gregg Toland, e, idem na montagem, Robert Wise. Filme da Mercury Productions e RKO Radio Pictures Inc.

Quem é esse cara?

A história é um decalque da vida de William Randolph Hearst, o magnata da imprensa americana. Hearst tentou torpedear o filme de todas as formas e maneiras. Quanto ao trailer, a crítica não deixou por menos: foi “tremendamente inovador”, como o filme. Quebrando a tradição do cinema, não traz cenas do filme, mas provocações dos bastidores com súbitas aparições de personagens que reagem à imperial figura central do filme. Um contraponto por trás das cenas oficiais.

O trailer começa com um boom (aquele microfone que lembra uma girrafa) que é deslocado até o expectador. Ouve-se uma voz marcante:

- Como vai você? Senhoras e senhores, este é Orson Welles.

Ele fala sobre o filme, ou melhor, sobre a atração quem vem em seguida: as coristas.

- Francamente, senhoras e senhores, estamos apenas mostrando coristas para fins de sensacionalismo.

E apresenta o elenco de Cidadão Kane, caracterizados e acuados pela câmera. De Welles/Kane, ou Kane/Welles, só a voz.

Em 1998, o American Film Institute elegeu Cidadão Kane um dos melhores filmes de todos os tempos.

Do trailer de 4 minutos aos 119 minutos de projeção. Welles tinha 25 anos.

ENQUANTO ISSO…

17 setembro (1)

Enviado por babbocamargo, 04/09/14 8:10:14 PM

Não que seja remanescente do tempo da pedra lascada, professor Afronsius finalmente chegou à era do computador:

- Só para usar o tal e-mail, afinal, bem mais prático do que o telegrama, telex e telefone com fax.

Mas já anda preocupado com a, como diz o Beronha, nova novidade.

- Arrumei sarna pra se coçar.

É que, dia desses, surgiu na tela do computador um alerta: “Cuidado. Há 13 bilhões de novos vírus. Entre eles o Seedabutor. Sequestrador de navegadores, redireciona para pesquisas sites nocivos”.

Agora que possuía o nome do novo meliante, o tal Seedabutor, foi atrás de mais informações.

Da brincadeira ao roubo

Ficou sabendo, por uma entrevista de João Eduardo Vieira, professor de Análise de Sistemas e Tecnologias da Informação(Fatec) de Carapicuíba (SP), que vírus “nada mais são do que pequenos programas desenvolvidos com o objetivo de causar algum dano ao usuário do computador”. Mais:

- Disparar vírus pela internet pode ser simplesmente uma brincadeira (sem-graça) para apagar arquivos e alterar o sistema operacional do usuário infectado ou roubar informações sigilosas. O tipo de vírus mais comum é o chamado trojan bancário, feito para pegar dos computadores alheios informações de contas bancárias e de cartões de crédito. Por isso é importante sempre fazer operações ou compras online em sites com certificado de segurança.

- Há muitos tipos de vírus. Os mais conhecidos são os simples, que infectam programas e arquivos e são normalmente ativados quando o usuário clica em algum link de internet ou programa executável (aqueles de terminação .exe).

- O principal responsável pela contaminação da máquina é o usuário. Normalmente ele clica em links que vêm de e-mails recebidos de desconhecidos. Claro que pode haver também a autoexecução do vírus, mas ela é muito mais rara. Nesse último caso, o vírus está em alguns sites e, quando o internauta entra na página e tenta ver um vídeo ou baixar algum programa, o vírus vai junto.

- Quem desenvolve esses vírus são pessoas com grande conhecimento em programação e em sistema operacional de computadores. E, por incrível que pareça, existe um comércio de vírus pela internet, principalmente aqueles para roubo de senha de banco e cartões, finalizou o professor João Eduardo Vieira.

Diante do quadro que se desenhou à sua frente, professor Afronsius concluiu que a batalha contra os vírus não vai ter fim. Quem vai ganhar, na contrapartida, é a indústria (paralela) dos antivírus.

Assim, já pensa em retornar ao telégrafo. Sem fio, é claro.

- Não sou tão troglodita assim.

ENQUANTO ISSO…

5 setembro (1)

Enviado por babbocamargo, 03/09/14 9:10:13 PM

Dia 17, Brasília dá início à Semana do Lago Limpo 2014, quarta edição. Ao dar a notícia, a Folha do Meio Ambiente, em matéria assinada pelo jornalista Silvestre Gorgulho, comenta que o mutirão de limpeza do Paranoá, antes do início do período das chuvas, é executado pela Agência Reguladora de Água, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal – ADASA.

Para quem aprecia as águas apenas de longe – e vê tudo cor de rosa -, uma passagem do texto pode causar espanto. É um comentário sobre o resultado do mutirão anterior: foram recolhidas 9,1 toneladas de lixo. A maioria, plástico e vidro.

Mas tem de tudo, conforme explicou um dos voluntários. Que disse mais:

- É incrível como a população faz do lago Paranoá um grande lixão. As pessoas não se dão conta de que tudo que é jogado nas ruas e ou nos passeios, até um toco de cigarro, acaba chegando ao lago pela rede pluvial.

Há vários tipos de lixo retirados do lago. Madeira, muito plástico, até garrafas PET, latas de bebidas, utensílios variados como carrinhos de supermercado, monitores de computador, cones de trânsito, sapatos, cadeiras e restos de obra, chaves, bateria de celular e muitas outras coisas. Até dentaduras.

Seguindo o ritual japonês

Já em Curitiba, o exemplo dado por japoneses durante a Copa do Mundo (torcedores realizaram a coleta de lixo ao deixar as arquibancadas) levou o Atlético Paranaense a um desafio, apostar no igual comportamento da galera rubro-negra e dos times visitantes. Tanto que anunciou para a partida contra o América-RN, que marcou o retorno à Arena, a distribuição de 20 mil sacos de lixo –  esperando a pronta colaboração do distinto público.

No caso do Japão, que enfrentou a Costa do Marfim, a Grécia e a Colômbia, nos três jogos os torcedores receberam nota 10: removeram todo lixo, que foi depositado nas caçambas, na saída dos estádios.

Resta conferir, ou torcer, se o mesmo ocorreu na Arena da Baixada agora padrão Fifa.

ENQUANTO ISSO…

4 setembro

Enviado por babbocamargo, 02/09/14 8:48:27 PM

Ao ler na BBII – a Briosa, Brava e Indormida Imprensa – que o registro da candidatura de Paulo Maluf (PP) a deputado federal foi gongado pelo TRE de São Paulo, professor Afronsius aproveitou para recomendar um texto da revista Carta Capital da semana passada. Mais precisamente a matéria de Nirlando Beirão sobre Paris, mostrando a Plaza Brésil.

Está lá, na página 75, a respeito do Plaza Athénée, o primeiro dos hôtels-palaces a reabrir:

- O hotel recuperou-se até da circunstância absolutamente involuntária de ter servido aos excessos endinheirados de um dos brasileiros de estimação, o ex-prefeito Paulo Maluf, a quem a polícia francesa foi buscar, certa noite, na sua suíte, por causa de um mandado de prisão da Interpol. Obviamente, o doutor Paulo, com sua voz de adenóides, nunca mais deu as caras por lá.

Isso foi em 2005.

ENQUANTO ISSO…

3 setembro

Enviado por babbocamargo, 01/09/14 9:04:51 PM

Na busca desesperada de votos, como se sabe, vale tudo. Foi o que constatou, com uma certa surpresa, professor Afronsius. Ao dar sua tradicional caminhada pelo bairro, a certa altura deu de cara com um decalque, afixado no vidro dianteiro de um carro estacionado.

etoV

aimúM

31-31-31

Ficou encucado. Só mais tarde, ao dirigir seu possante Fusca 66, conhecido na vizinhança como Stallone, homenagem ao ator Sylvestre Stallone, que, a bem da verdade, se chama Michael Sylvester Gardenzio Stallone, isso mesmo Gardenzio, matou a charada.

Ao ver pelo retrovisor que se aproximava uma ambulância, deu passagem ao veículo, que, tradicionalmente, traz bem visível o alerta: aicnâlubma – aicnâlubma que, na imagem invertida no espelho, vira ambulância.

- Já estão usando até a linguagem do espelho para garimpar votos nos engarrafamentos do trânsito curitibano.

Natureza Morta concordou. E, sem recorrer ao espelho, decifrou o decalque de propaganda eleitoral:

- Vote Múmia – 13-13-13.

Beronha:

- Eu não voto em múmia, nem seco, molhado ou invertido. Mas vou aproveitar o número como palpite no bicho que corre às 6 da tarde. E não falha.

ENQUANTO ISSO…

2 setembro

Enviado por babbocamargo, 31/08/14 8:07:38 PM

Sinal dos tempos. Ou, como prefere professor Afronsius, sinal do fim dos tempos. É que, de passagem pelo Bar VIP da Vila Piroquinha, o que mais ouviu no início, meio e fim das conversas foi “eu vi na internet que…”

- Eu vi na internet, nunca eu li na internet.

Talvez por isso os constantes desencontros na informação. O famoso “pegou o recado na escada”. Ou seja, tudo na base da orelhada, do ouvi dizer. Na hora de dar o recado, o efeito pode ser catastrófico mesmo quando de mensagem positiva.

Não que, até o advento da internet e das ditas mídias sociais, a informação fosse totalmente confiável, segura. Basta lembrar um episódio do século XIX, envolvendo o Imperador Pedro II. Retornando de viagem, desembarcou no porto do Rio de Janeiro. Como havia machucado a perna, precisava de auxílio para andar.

Um dos jornais, diário dos mais influentes, noticiou que “o Imperador desceu do navio apoiado em duas maletas”.

No dia seguinte, publicou a errata:

- O imperador desceu do navio apoiado em duas mulatas.

ENQUANTO ISSO…

1 setembro

Enviado por babbocamargo, 31/08/14 12:41:53 PM
Enviado por babbocamargo, 30/08/14 9:08:15 PM

Cada um na sua. Do dito guardador de carro ao catador de papel, passando pelo revendedor de folhas do EstaR e o cambista de moedas, é preciso madrugar e defender com unhas e dentes o seu pedaço. E alguns trocados. Como tudo é reflexo da sociedade, há quem fature mais explorando o trabalho alheio.

Assim, do gato que arrebanhava trabalhadores no campo, os chamados boias-frias, chegamos, inevitável, ao gato urbano.

Privatizando a via pública

Um desses boias-frias do asfalto mora no Boqueirão, mas trabalha no Juvevê, nas ruas próximas a um hospital. Virou guardador de carros. Isso em ponto privilegiado pelo movimento de veículos. Para não perder o espaço, disputadíssimo pelos colegas, é obrigado a amanhecer no pedaço. Assim, quem o traz (ou arregimenta) numa velha Kombi é o malandro federal, gato moderno. Que não traz só ele. Outros guardadores credenciados vão descendo em locais de propriedade exclusiva. Bobeou, dançou, perdeu o ponto.

- Pode deixar, eu cuido do carro, doutor! Tudo limpo!

Do talão que não vale 1 milhão

Já o revendedor de EstaR é explorado por quem adquire em quantidade os talões de estacionamento e repassa os ditos cujos para venda, ou revenda, folha por folha, acima do preço. No fim da jornada, presta contas. O grosso do faturamento fica com o patrão; sobram alguns trocados para o empregado sem vínculo.

Em algumas estações tubo, fim do expediente parte, das moedas é substituída por dinheiro papel. As moedas vão socorrer o pequeno comércio, onde ajudam a resolver o problema da falta de troco. O cambista é ressarcido, mas há, evidentemente, uma especie de bônus. Nos bares, ou em alguns bares, um aperitivo e um salgadinho. Na faixa, por supuesto.

O catador de papel, puxando carrinho ou não, também é obrigado a defender seu território. Principalmente de concorrentes que, ao menor descuido, atacam seu depósito, geralmente reduzido a um cantinho sob a marquise de um prédio.

- Ei, brother, isso tem dono!

“Atire uma moeda”

A propósito de sobrevivência, professor Afronsius citou um documentário de 1960: Tire Dié, “atire uma moeda”, de Fernando Birri. Apontado como o criador do Cinema Novo argentino, Birri mostra o drama de moradores da periferia de Santa Fé, nos anos 1950, quando a Província atraía o grande capital em investimentos industriais. De uma vila campesina muito pobre saem crianças para, junto aos trilhos, acenar aos passageiros do trem e pedir que joguem alguma moeda.

“Sem nada em suas mãos para trocar pelo dinheiro, correm apenas com um grito na goela sedenta, pedindo para que os passageiros lancem uma moeda”, como bem destacou um crítico de cinema.

ENQUANTO ISSO…

31 agosto (2)

Enviado por babbocamargo, 29/08/14 9:11:14 PM

Pode parecer estranho, ou puro masoquismo, mas professor Afronsius não perde a propaganda eleitoral. E, caso necessário for, explica essa obstinação:

- Fiquei mais de 20 anos à espera do reencontro com as urnas, o voto direto. Subtraíram décadas de minha cidadania, e isso eu não perdôo. Aliás, levei até borrachadas da polícia, na rua, com a UNE. Não abro mão do meu sagrado direito ao voto.

E tem na ponta da língua o comentário de Winston Churchill:

- Ninguém pretende que a democracia seja perfeita ou sem defeito. Tem-se dito que a democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos.

Natureza Morta concorda em número, gênero e grau – e título de eleitor. Apesar dos engazopadores de sempre, prefere a arma do voto para o rodízio no poder. A propósito de engazopadores na política atual, a questão é, por supuesto, antiga, muito antiga, de milênios. Basta ver um tal de Chnemhotep. No Egito Antigo, conforme o livro História da Arte, de E. H. Gombrich, ele não deixava por menos, até porque não era escolhido por votação da patuleia. Era nomeado. A ficha, ou cartão/papiro intimidatório do dito cujo:

Chnemhotep  

Administrador do Deserto Oriental, Príncipe de Menat Chufu, Amigo Confidencial do Faraó, Conviva Real, Superintendente dos Sacerdotes, Sacerdote de Horo, Sacerdote de Anúbis, Chefe de Todos os Segredos Divinos e Mestre de Todas as Túnicas.

De certa forma, com a devida distância do tempo, lembra alguns dos nossos candidatos às eleições de outubro.

ENQUANTO ISSO...

30 agosto (3)

Enviado por babbocamargo, 28/08/14 8:06:20 PM

Não deve ser privilégio de um só boteco o chamado cantinho da farmácia.

- Cantinho da farmácia?

- Sim, cantinho da farmácia. Onde só tem xarope.

Embora também se considere um xarope (afinal, “a autocrítica sempre prevalece”), professor Afronsius gostou da informação que lhe foi passada no Bar VIP da Vila Piroquinha. E, com ela, a prova, visível e audível: um cabôco visivelmente irritado com o papo furado na mesa ao lado. Furado e em voz alta. Quase megafone.

Ele, o cabôco, simplesmente pretendia acompanhar o jogo de futebol na TV tomando uma bem gelada. Não era possível. A todo instante era instado a responder coisas descabidas e obrigado a ouvir os mais mirabolantes comentários. Os assuntos iam da política de Obama para o Iraque ao dinheiro do vizinho (“ele ganhando por mês 15 mil real“) e o cartão transporte em Curitiba.

Tudo em tom professoral, ou, como diz Mino Carta, aquelas pessoas que “falam com o dom da verdade”.

Tratado Geral dos Chatos

Xarope, chato de galocha, gangorra (quando ele senta você levanta), mala, maçante e por aí vai. Os adjetivos proliferam. Tanto que chato ganhou espaço no Dicionário do Aurélio, com direito a mais um verbete – maçante.

O assunto, sem ser chato ou maçante já sendo, chegou a merecer um estudo profundo, de fôlego. Tratado Geral dos Chatos, 1962, livro de Guilherme Figueiredo. Nele, o irmão do general João Figueiredo monta até um painel com catálogo dos tipos de chatos, do catalítico ao logotécnico.

E é definitivo ao provar que o problema é para sempre, já que ”os chatos não se chateiam”.

Mas, isto posto, é melhor ir ficando por aqui, seguindo o conselho do professor Afronsius.

- Está parecendo uma roda gárrula. Ou tagarela, a quem assim o preferir.

ENQUANTO ISSO…

29 agosto (2)

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