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Enviado por babbocamargo, 29/07/14 7:29:11 PM

Está na Carta Capital desta semana, na matéria de Gianni Carta a respeito do conflito na Faixa de Gaza (faixa? 1,8 milhão de habitantes espalhados por apenas 40 quilômetros de extensão e 10 de largura).

Sobre a chamada Operação Margem Protetora, deflagrada pelo premier israelense Benjamin Netanyahu no início do mês, a revista conta que, no tocante aos ataques ditos “cirúrgicos” de caças F-18, “parecem tão cirúrgicos que até o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, os questionou”. E, durante uma emissão da TV Fox News, ao acreditar que os microfones estivessem desligados, comentou ironicamente:

- Como são cirúrgicos os ataques dos israelenses.

Mas, como se trata de um diplomata, Kerry logo tratou de corrigir o “erro”.

Da imagem ao som

A propósito de indiscrição, professor Afronsius lembrou o programa (humorístico) Candid Camera, de grande sucesso na televisão americana a partir da década de 1940. Foi adaptado no Brasil, por supuesto, virando Câmara Indiscreta, com apresentação de Renato Consorte, Gracinda Freire, Paulo Roberto e Augusto César Vannucci. Com câmeras ocultas, era registrada a reação de pessoas (anônimas) diante de situações inesperadas e/ou desconcertantes. Durou de 1965 a 1967.

Não demorou e os microfones também entraram na dança. Caso de Rubens Ricupero, em 1994, então ministro da Fazenda de FHC. Conversando com o jornalista Carlos Monforte, da TV Globo, não imaginava que a antena parabólica, sintonizada no canal 23, transmitia a conversa. E abriu o jogo:

- Eu não tenho escrúpulos. O que é bom a gente fatura; o que é ruim, a gente esconde.

Pois é…

ENQUANTO ISSO…

30 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 28/07/14 7:33:33 PM

Um dos condutores do Projeto Tropeiro Brasil, o historiador Carlos Solera esteve no último dia 7 no Núcleo Incubador do Campus Ibatiba, do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). Manteve encontro com representantes da Associação Gestora de Turismo Rural de Ibatiba (Geturi), que está incubada no núcleo do campus.

A reunião teve como principais objetivos a organização de um Seminário Estadual de Tropeirismo, a ser realizado em Ibatiba no próximo ano, e a apresentação do Projeto Tropeiro Brasil, já está em andamento no país.

Participam do projeto vários estados, como Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e, agora o Espírito Santo. O objetivo, em primeiro lugar, é conseguir junto à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) o Título de Patrimônio Cultural da Humanidade para o Homem Tropeiro Brasileiro.

Turismo rural

Considerado pai do turismo rural brasileiro, Solera tem dois livros publicados. Foi presidente da Associação Brasileira de Turismo Rural por mais de 20 anos. Com ele, participou da reunião a ex-diretora do Museu do Tropeiro de Ipoema, em Itabira (MG), Elenir Cássia Vieira.

O museu representa o Tropeirismo da Estrada Real, em Minas Gerais. Estiveram também no encontro o prefeito do município, José Alcure, vereadores, representantes das secretarias municipal e estatual de Turismo e do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).

A Geturi é uma associação formada por 11 empreendimentos, que vão de restaurantes e cafés a sítios. Junto com a Secretaria de Turismo de Ibatiba, a associação participou do I Seminário Internacional de Tropeirismo, que ocorreu em Itabira, em 2011. Lá, ficou acertado que os estados participantes promoveriam seminários estaduais. Em Ibatiba, o evento terá o propósito de alavancar o desenvolvimento regional por meio da valorização da cultura tropeira e do turismo, segundo informações da Geturi.

E a tropa continua em marcha.

ENQUANTO ISSO…

29 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 27/07/14 7:56:45 PM

Como se sabe, Segundona não é fácil. Mesmo com jogo domingo à tarde em dia de Sol. E fica muito mais difícil de encarar às 21 horas. Principalmente em Curitiba. Daí ter sido no mínimo dupla a vitória do Paraná sobre o ABC.

Na Vila Capanema, 4.056 torcedores – 3.308 pagantes. Temperatura na casa dos 10,5 º C. É mole? Renda: CR$ 48.340,00.

Além da reabilitação, vitória de 1 a 0, a turma venceu a hipotermia. Aplaudiu, inclusive, batendo os dentes. Felizmente, nenhum óbito.

Se o futebol brasileiro continuar nessa bagunça, sem bom sendo ou o Bom Senso FC, há quem preveja para o próximo campeonato partidas da Terceira Divisão (ou série C) às 3 da madrugada.

Quem viver, ou sobreviver, verá.

ENQUANTO ISSO…

28 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 26/07/14 8:43:59 PM

- Não esqueça o guarda-chuva!

- É bom levar o pulôver, vai esfriar no fim da tarde…

Estes são os conselhos mais ouvidos em Curitiba. Não de hoje. Sábios conselhos. Quanto ao guarda-chuva, a Sua Majestade o Guarda-Chuva, ninguém sabe exatamente como ele surgiu. Há registros de mais de 3 mil anos mostrando sua presença na Mesopotâmia. No caso, para proteger a nobreza dos raios solares. A patuleia, que perdeu até o direito ao acento no E, por conta da reforma ortográfica, ficava ao léu.

Uma coisa é certa: o que seria da gente, principalmente em Curitiba, sem o guarda-chuva? Aliás, como repete Natureza Morta, Sua Majestade o Guarda-Chuva. O problema, no entanto, é que o dito cujo se tornou descartável, ou seja, frágil. Pode deixar você na mão no meio do caminho. Basta enfrentar um ventinho mais forte pela proa.

Altamente descartável

Professor Afronsius, a propósito do descartável, recorda que não muito antigamente era comum o cabôco levar guarda-chuva para consertar. Ou esperar que batesse palmas no portão o (também) imprescindível amolador de facas, foices e outros objetos cortantes de uso pelas famílias, incluindo o guarda-chuva. Ele durava anos e anos. Hoje, nem pensar. Rapidamente, descarta-se o dito cujo e compra outro em qualquer lojinha. Ou esquina, dependendo das condições meteorológicas do momento.

- Basta ver o que tem de guarda-chuva largado, ou melhor, descartado nas lixeiras de rua.

Primeiro, o guarda-sol

Ainda da Mesopotâmia: 3400 anos atrás, lá, região do atual Iraque, os guarda-sóis, como os abanos, eram feitos de folhas de palmeiras, plumas e papiro. No Egito, adquiriram significado religioso e, na Grécia e em Roma, eram tidos como artigo exclusivamente feminino.

Apenas no século XVIII, graças à obstinação do comerciante inglês Jonas Hanway (pelo jeito era de Curitiba ou passou por aqui, segundo Beronha), o guarda-chuva virou um sucesso. Apaixonado por guarda-chuvas, versão inglesa do guarda-sol tropical, o tal Jonas conseguiu torná-los dignos também de um gentleman. Embora ridicularizado em vida, após a sua morte, em 1786, os ingleses aceitaram sair às ruas munidos do providencial acessório.

O tempo passou e, hoje, tudo descartável, há novidades e mais novidades. O guarda-chuva Nubrella, por exemplo, “tem desenho inovador e dispensa o uso das mãos”. Vai acoplado à cabeça. Já o tal de Senz aposta na aerodinâmica, que segura ventos de até 112 km/h, segundo o fabricante.

Encerrando: como há previsão chuva em Curitiba hoje, amanhã, terça e quarta, siga o conselho: não esqueça em casa Sua Majestade o Guarda-Chuva.

Não há marquises suficientes para protegê-lo.

ENQUANTO ISSO…

27 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 25/07/14 10:13:41 PM

Longe da pretensão de se meter em briga diplomática, professor Afronsius, a respeito da posição do governo brasileiro na questão da (mais recente) ofensiva israelense na Faixa de Gaza, fez questão de não deixar passar em branco a declaração do porta-voz Yigal Palmor, do Ministério das Relações Exteriores de Israel.

Segundo o jornal The Jerusalem Post, Palmor disse que “essa é uma demonstração lamentável de porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático”. O Brasil tinha criticado o uso desproporcional da força israelense em suas incursões.

Quanto ao dito cujo porta-voz, Professor Afronsius, simples e diplomaticamente, pinçou da História a participação brasileira na então recém-criada Organização das Nações Unidas (ONU), em 1947. Foi o chanceler Osvaldo Aranha quem presidiu a II Assembléia Geral, que votou o plano para a partilha da Palestina, o que, pelas vias diplomáticas, culminou na criação do Estado de Israel – no dia 15 de maio de 1948.

O brasileiro Osvaldo Aranha foi reconhecido pelo povo de lá como um dos articuladores para criação do Estado de Israel. E, em sua homenagem, há, inclusive, uma rua em Tel Aviv que leva seu nome.

Ainda diplomaticamente, mais nada a dizer.

ENQUANTO ISSO…

26 julho

Enviado por babbocamargo, 24/07/14 7:12:23 PM

Como nunca escondeu seu interesse pela aeronáutica, Natureza Morta quis saber mais sobre Euclides Pinto Martins, o engenheiro mecânico cearense entrou para a história da aviação mundial. Piloto, em 1922 ele iniciou o inédito voo de Nova Iorque ao Rio. Foram 4 meses, com muitos problemas e sucessivas escalas do hidroavião.

A bordo do Sampaio Corrêa II

Pinto Martins (Camocim, 15 de abril de 1892 – Rio de Janeiro, 12 de abril de 1924), como detalha matéria de Melquíades Júnior, publicada no Diário do Nordeste, edição de 16 de abril de 2012, pilotava o hidroavião chamado Sampaio Corrêa II. O primeiro Sampaio Corrêa estava no fundo do mar. Após avarias devido a uma tempestade perto de Cuba, tinha ido pro beleléu. Foi preciso montar um segundo aparelho.

No dia 19 de dezembro de 1922, a amerissagem em Camocim. A viagem começou em novembro do mesmo ano e só foi concluída no Rio em fevereiro de 1923. A façanha em um hidroavião biplano foi patrocinada pelo jornal The New York World, que buscava com o raid, como se dizia na época, o pioneirismo de uma viagem entre as Américas do Norte e do Sul. Foram 5.678 quilômetros com cem horas de voo, interrompido pelos mais variados problemas. Climáticos e técnicos. O primeiro pouso em águas brasileiras tinha ocorrido no dia 17 de novembro de 1922, quando Martins e seu colega Walter Hilton pousaram na foz do Rio Cunani (Pará).

Com  a cara e a coragem

Voltando no tempo, ainda do texto do Diário do Nordeste: em 1909, Antonio Pinto Martins mandou o filho para os Estados Unidos com aproximadamente US$ 300 no bolso e a obrigação de estudar e voltar mais capacitado. Ele não sabia falar inglês: a língua seria o primeiro desafio. Chegando lá, com ajuda de alguns amigos, o filho de Antônio aprendeu a se virar e manter os estudos.

Pinto Martins matriculou-se na Drexell Institute, uma universidade da Filadélfia onde três anos depois se formaria em Engenharia Mecânica. “Seus olhos já brilhavam para os meios de transporte que ganhavam nova dimensão no mundo pós-revolução industrial e se tornavam, literalmente, a locomotiva do crescimento econômico”, conclui o relato jornalístico.

Mais pioneirismo

Aproveitando, ainda do Ceará: você sabia que Redenção foi o primeiro município brasileiro a abolir a escravidão? Após Redenção, muitos outros municípios cearenses seguiram o exemplo e libertaram seus escravos. Quando foi assinada a Lei Áurea (13 de maio de 1888), no Ceará já não havia mais trabalho escravo. Daí o Ceará ser chamado até hoje de Terra da Luz.

ENQUANTO ISSO…

25 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 23/07/14 8:42:22 PM

Deu no The New York Times: “Cientistas estudam a fórmula do talento. Há muito tempo os cientistas discutem sobre as contribuições relativas de prática e talento natural para o desenvolvimento do desempenho de elite”. E esse debate “avança para um lado e para o outro a cada século, mas um estudo publicado na edição atual do periódico Psychological Science ilustra em que pé se encontra o debate e dá dicas de que caminho a pesquisa vai seguir”.

Ou seja, sobre talento, a coisa continua na mesma, está lenta. A propósito, professor Afronsius recordou um comentário ouvido em uma de suas visitas a Fortaleza. Diante da lerdeza do garçom, o gerente de um restaurante justificava-se diante dos fregueses:

- O problema aqui é sempre o mesmo, o talento. Tá lento aqui, ta lento acolá…

Uma lista quilométrica

Na verdade, o real talento é o que não falta aos irmãos cearenses. Vamos de José de Alencar e Rachel de Queiroz a Euclides Pinto Martins, o engenheiro mecânico que, piloto, entrou para a história universal. Voo de Nova Iorque ao Rio, durante cinco meses, com sucessivas escalas em seu hidroavião. Isso em 1922.

Tem mais uma pá de gente, não necessariamente pela ordem de importância: Chico Anysio, Renato Aragão, Tom Cavalcante, Florinda Bulcão (depois Bolkan), Humberto Teixeira, O Doutor do Baião, Delmiro Gouveia, que construiu a primeira hidrelétrica do País, dom Hélder Câmara, Expedito Parente, que desenvolver e patentear o biodiesel, e muitos outros.

Quanto ao tá lento, vale a brincadeira, até porque, computador que é computador, alta tecnologia, volta e meia provoca a exclamação:

- Xi! Essa coisa tá lenta de novo…

ENQUANTO ISSO…

24 julho (1)

 

Enviado por babbocamargo, 22/07/14 8:47:29 PM

O que você sabe da Primeira Guerra Mundial?

Beronha:

- Ela veio antes da Segunda.

Depois de gongar o nosso anti-herói de plantão, professor Afronsius voltou a recomendar a leitura da Revista de História da Biblioteca Nacional, que, na edição de julho, traz em seu dossiê A Grande Guerra, que completou 100 anos, com uma “carnificina sem precedentes”.

No texto Combate locais, efeitos globais, do professor Stefan Rinke, da Freie Universität Berlin e coautor de Brasilien in der welt (O Brasil no Mundo), ficamos sabendo que “mundo” significava a Europa das grandes potências, com poderio econômico e tecnologia em alta (basta ver o uso de gases venenosos nos combates) e, a reboque, suas colônias, que entraram na briga compulsoriamente.

Soldados das colônias

Tanto que “a Grã-Bretanha e a França recrutaram, no decurso da guerra, grandes quantidades de soldados nas suas colônias, muita vezes à força. Os domínios britânicos no Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia participaram fortemente. Só da Índia vieram mais de 1 milhão de combatentes”. E prossegue o professor Stefan Rinke: “A França mobilizou quase meio milhão de homens de seu império colonial na África e na Ásia”. E, por conta de um acordo com a China, “56 mil trabalhadores chineses, os ‘Kulis’, foram para a França, e outras dezenas de milhares para a Inglaterra como mão de obra nos campos e nas fábricas, para substituir os homens que tinham ido para a guerra”.

Ressalta a RHBN que, somente no dia 1 º de julho de 1916, o exército britânico perdeu cerca de 60 mil soldados na Batalha do Somme. Estima-se que o conflito deixou cerca de 10 milhões de mortos.

Revanchismo em marcha

A Primeira Guerra Mundial ocorreu de 1914 a 1918. Entre 1870 e 1914, o mundo vivia uma grande euforia, conhecida como Belle Époque (Bela Época). Os países ricos registravam grande progresso no campo econômico e tecnológico. Até que a Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro formaram a Tríplice Aliança, tendo no outro extremo a Tríplice Entente, composta pela Rússia, França e Inglaterra. Outros historiadores ressaltam o espírito de revanchismo entre a França e a Alemanha, já que no final do século XIX, durante a Guerra Franco-Prussiana, o país havia perdido a região da Alsácia-Lorena para os alemães – e desejavam poder retomar o território.

O assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, enquanto fazia uma visita a Saravejo, região da Bósnia-Herzegovina, foi um dos estopins da guerra. O criminoso era um jovem que pertencia a um grupo sérvio (Mão Negra), contrário à intervenção da Áustria-Hungria na região dos Balcãs. Insatisfeito com as atitudes tomadas pela Sérvia contra o criminoso, o império austro-húngaro declarou guerra à Sérvia no dia 28 de julho de 1914.

Os Estados Unidos entraram no conflito em 1917, ao lado da Tríplice Entente. O Brasil foi um dos últimos países a deixar a condição de neutralidade. O estado de guerra contra o “Império Alemão” foi decretado no dia 26 de outubro de 1917, nos últimos meses do conflito.

E o risco de uma terceira guerra mundial? A resposta é de Albert Einstein:

- Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus.

ENQUANTO ISSO…

23 julho (1)

 

Enviado por babbocamargo, 21/07/14 8:48:53 PM

Um jogo para entrar na história. Professor Afronsius comentava a primeira partida do Atlético na nova Arena:

- Afinal, não é todo dia que temos futebol com um silêncio de meter medo. Até parecia visita de turistas no interior da Basílica de São Pedro.

Segundo Beronha, um silêncio deveras ensurdecedor

Já no Bar VIP da Vila Piroquinha, torcedores faziam a sua parte. E, na expectativa de gols, um deles chamou a atenção da turma para a observação feita pelo comentarista, de que o Atlético “procura lateralizar o jogo”.

- Pior se decidir recualizar os pontas e o meio-campo.

- Ou bicudizar o esquema de jogo… Bola pro mato.

De fora, mas presente

Já na Baixada, segundo o site furacão.com dezenas de fanáticos foram ao estádio. Ficaram do lado de fora, é claro, mas receberam os jogadores festivamente e a presença foi importante, como fez questão de destacar depois o técnico Doriva. Vitória de 2 a 0 sobre o Criciúma e ascensão ao G4.

- A torcida, apesar de não participar diretamente da festa dentro do estádio, fez a sua parte na entrada e isso nos motivou. Foi uma vitória importantíssima em casa. Um dia histórico, o primeiro jogo oficial na Arena.

Quanto ao lateralizar o jogo e a punição de 4 partidas com portões fechados, Natureza Morta não deixou por menos:

- Há que se inviabilizar a presença dos maus torcedores. Em qualquer praça esportiva.

ENQUANTO ISSO…

22 julho

Enviado por babbocamargo, 20/07/14 7:52:07 PM

Depois de se desculpar pelo inevitável comentário (“parece que foi ontem”), professor Afronsius citou no dedo de prosa junto à cerca (viva) da mansão da Vila Piroquinha os 45 anos da descida do homem na Lua.

20 de julho de 1969 – os astronautas americanos Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisaram na Lua e retornaram quatro dias depois, com a Apollo 11. Coube a Armstrong proferir a frase de efeito preparada com a devida antecedência:

- Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.

Até o final de 1972, tivemos mais viagens à Lua, mas os vôos da Apollo 18,19 e 20 foram cancelados.

Apesar do impacto causado pela notícia (homem na Lua!), muita gente até hoje não acredita na façanha. Até porque “São Jorge a cavalo, cuja imagem seria formada pelas sombras no satélite da Terra, não iria permitir a chegada de alienígenas”…

Torcendo por Snoopy

De qualquer modo, o vôo mais simpático foi o anterior, o da Apollo 10: tinha como mascotes personagens de quadrinhos. Peanuts, Charlie Brown e Snoopy, criados por Charles Schulz.

O módulo de comando era Charlie Brown e, Snoopy, o módulo lunar. Perfeito.

- Bem melhor do que a Apollo 11, cujo módulo lunar era nada mais nada menos do que a Eagle – uma agressiva águia deitando suas garras em solo estranho. Esta terra também tem dono. Será?

ENQUANTO ISSO…

21 julho (1)

 

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