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Enviado por babbocamargo, 26/11/14 8:34:47 PM

- Amor et tussis non celantur. Ou seja, o amor e a tosse não se escondem. No caso, o amor pelo futebol. A tosse, os pernas de pau.

Foi assim, com seu latim ginasiano, que o professor Afronsius comentou a informação de que a equipe master da OAB Paraná, Futebol 7, sagrou-se em outubro campeã no XV Campeonato Brasileiro de Futebol da OAB Nacional. Venceu por 2×0 a equipe da OAB Rio Grande do Norte, em jogo disputado no Rio de Janeiro. Revanche paranaense, já que, em 2013, a equipe acabou batida na decisão pela equipe potiguar, nos pênaltis, isso em Aracaju. Com o título, a equipe paranaense master tornou-se bicampeã do brasileiro de futebol da OAB. O primeiro título veio em 2006, em Florianópolis.

E tem mais: os advogados se preparam para o Panamericano no Chile, em março de 2015, depois para o Brasileiro em Góias, em setembro, e o Campeonato Mundial, em 2016, na Espanha.

Nos finais de semana, Brasil afora, a turma deixa a beca de lado e – alea jacta est – entra em campo para mais um racha. São duas as categorias: livre e master, esta para advogados acima de 40 anos, com três exceções de 37 a 40 anos. Em Curitiba, no entanto, a categoria master admite apenas quem tem mais de 35 anos, sem exceção.

Pode ser futebol de campo (livre) ou futebol suíço (master), como explica o advogado Rodrigo Guimarães (OAB/PR 21748). Bem posicionado no ranking dos craques, pelo que consta…

- Atenção! O número 21748 não é o número de gols que ele já marcou, mas o de registro na Ordem – esclarece Beronha, nosso anti-herói de plantão, preocupado com  informações improcedentes, “que podem dar processo”.

Ainda do prezado amigo Rodrigo, em novo aparte: o seu time (Old Hooligans) sagrou-se campeão dos dois torneios havidos em Curitiba neste ano – A Liga Jurídica no primeiro semestre e o Campeonato de Futebol da OAB – Master no segundo.

São embates empolgantes, mas, como ressalta professor Afronsius, livres de animus abandonandi (intenção de abandonar), animus abutendi (intenção de abusar), animus furandi (intenção de roubar) ou animus laedendi (intenção de matar).

- Impera o aequo animo (ânimo igual, com serenidade e constância).

Ad cautelam.

ENQUANTO ISSO…

27 novembro (1)

 

Enviado por babbocamargo, 25/11/14 8:11:38 PM

- Quero tudo bem explicadinho, tim-tim por tim-tim.

A cobrança feita por uma professora, nos velhos tempos do Grupo Escolar Xavier da Silva, em Curitiba, martelava a cabeça de Beronha até recentemente.

Recorreu ao professor Afronsius e Natureza Morta, que, por supuesto, quiseram saber o que ele tinha feito de errado para levar um sabão em plena sala de aula, para opróbrio do resto da turma:

- Nada. O que eu pretendo tirar a limpo é o tal tim-tim por tim-tim…

O jeito foi acionar a Seção Achados&Perdidos, exclusiva do blog, que pinçou a resposta da Seção Almanaque publicada na edição de novembro de 2011 da Revista de História da Biblioteca Nacional:

- Quem gosta de saber de tudo nos mínimos detalhes ou quer esclarecer algo precisa que as coisas sejam explicadas tim-tim por tim-tim. Desde o início do século XIX, a expressão já aparecia em dicionário da língua portuguesa. Trata-se de uma onomatopeia, ou seja, uma palavra que reproduz um som. Neste caso, o som era o das moedas de ouro ou prata, contadas uma a uma, e isso ocorreu durante a Idade Média e na Época Moderna. Antes do dinheiro de papel, dos cheques e das transferências eletrônicas, após as transações, as moedas de metal eram contadas e lançadas umas sobre as outras. Tim-tim por tim-tim. Onomatopeia.

A RHBN cita como fonte o Almanaque Brasil.

- E eu que cheguei a acreditar, com o passar dos anos, que se tratava de alguma coisa ligada às Aventuras de Tintim e Milu – respirou agradecido e aliviado nosso anti-herói de plantão.

Professor Afronsius aproveitou para informar que As Aventuras de Tintim e Milu, ou Milou, no francês, é criação do belga Hergé, quadrinhos lançados em janeiro de 1929.

ENQUANTO ISSO…

26 novembro (1)

 

Enviado por babbocamargo, 24/11/14 7:51:51 PM

Normalmente, segunda-feira não é um dia bem-vindo. Bem cedinho e com mau tempo, menos ainda. É um clarear que se pronuncia aziago, principalmente para quem sai de casa para o trabalho. E não foi diferente para o professor Afronsius, posto que palmeirense roxo.

- Bom dia! Tudo bem?

- Dia. Passar bem – rosnou ao primeiro cumprimento.

Afinal, como explica, é a tal noblesse oblige, não que venha ser ele um descendente de nobres ou adepto da casa-grande, muito pelo contrário.

- É que há muito tempo deixei de levar no bolso o meu soco inglês. Ou soco de inglês, como escreveu certa vez uma jornalista. Coisas da vida, ou da profissão. Só me restou como defesa a tal noblesse oblige.

Sobre isso, a tal nobreza obriga, Natureza Morta prefere a criançada. Com sua sinceridade de colocar qualquer um a nocaute. Conta ele que, certa feita, chegando ao ponto do ônibus, topou com um vizinho, acompanhado do filho, um menino ainda, visivelmente arrastado para a escola.

Mas, automaticamente, largou o tradicional bom dia.

O piá, uma espécie de Denis, o Travesso, fechou a cara e devolveu:

- Bom dia? Não sei por que…

É por essas e outras que Beronha, nosso anti-herói de plantão, está definitivamente convencido:

- Por mais que se esforce, segunda-feira nunca chegará a sábado. Não tem cafife, ops, cacife.

ENQUANTO ISSO…

25 novembro (1)

 

Enviado por babbocamargo, 23/11/14 8:28:52 PM

Muita sorte traz azar. É o que disse e assina embaixo professor Afronsius, tanto que nunca jogou, nem mesmo no bicho. Vai daí que ficou satisfeito com o resultado da Mega-Sena, sorteio do concurso 1655…

- 1655? Deixa eu anotar pra fazer minha fezinha amanhã… – interveio Beronha.

Voltando ao jogo legalizado. Dois apostadores, um de Cianorte, Paraná, e outra do Rio, vão dividir R$ 135 milhões.

- Já pensou apenas um ganhador? Seria um tremendo azarado, iria virar o Uruguaio – acrescentou professor Afronsius, voltando a citar o caso do personagem de Luis Fernando Veríssimo em Os Espiões, livro de 2009, Editora Alfaguara. Para quem não leu – e não sabe o que está perdendo -, Uruguaio é um cabôco que, na imaginária cidade de Frondosa, teve a infelicidade de ganhar o bolão quando da final da Copa de 50.

Talvez o único brasileiro a cravar 2 a 1 e ter tamanha infelicidade de acertar na mosca. Passou a ser hostilizado pela população. Apedrejamento de sua casa, banido de todos os bares e outros locais públicos, amaldiçoado pela família, os amigos etc etc.

Passou a ser execrado na rua, apontado como “o uruguaio”. E de nada adiantou ter doado a metade (ou mais da metade) do maldito prêmio a instituições de caridade – e outras nem tanto, como a dona do lupanar de Frondosa, que ficava atrás do cemitério.

Continuou amaldiçoado, marcado pelo apelido de Uruguaio. O sujeito que traiu o Brasil. Um crime sem remissão.

- Agora, pelo menos, dois felizardos dividirão não só prêmio, mas, sorte dupla, o peso de tanta grana, peso até por conta da inveja alheia.

ENQUANTO ISSO…

24 novembro (1)

 

Enviado por babbocamargo, 22/11/14 8:05:58 PM

Graciliano Ramos ficou conhecido não apenas por Vidas Secas e Memórias do Cárcere, entre outras obras, mas pela sua passagem pela prefeitura de Palmeira dos Índios.

A propósito, a Seção Achados&Perdidos, exclusiva do blog, pinçou a edição de maio de 2000 da revista República, que tinha como editor Luiz Felipe d’Avila e, como diretor de redação, Wagner Carelli. E temos uma preciosidade, a matéria A princesa nua e suja de Graciliano. Quem assina o texto é José Luiz Vitu do Carmo, que foi a Palmeira dos Índios. As fotos são do arquivo do Instituto de Estudos Brasileiros da USP.

Breves trechos:

- O escritor arredio foi um tocador de obras que enfrentou fazendeiros e moralizou o comércio.

- Prefeito a contragosto, mandou os pedintes quebrar pedras em troca de dinheiro. Eles não foram mais vistos na cidade.

- Um fiscal hesitou em multar o pai de Graciliano. “Prefeito não tem pai”, ouviu do Velho Graça.

Brincalhão ou poço de azedume

O escritor, “tido ora como brincalhão, ora como um poço de azedume”, foi eleito prefeito em 1927 e empossado no ano seguinte. Em 1932, renunciou e se transferiu para Maceió, onde foi nomeado diretor da Imprensa Oficial. Nascido em 27 de outubro de 1892, em Quebrangulo, sertão de Alagoas, era o primeiro dos dezesseis filhos de Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Ramos.

A lista do voto de cabresto

Graciliano foi eleito com 433 votos. Não teve adversário. Imperava o voto de cabresto, só votava quem estava na lista elaborada pelos donos do poder. Aceitou concorrer depois de muito hesitar, sendo afinal convencido por amigos de diferentes grupos políticos de que, por sua honradez, era o único nome de consenso. Não participou da campanha eleitoral, não fez promessas nem se envolveu em composições políticas para a escolha dos conselheiros municipais (vereadores).

E diria:

- Se a minha estada na prefeitura dependesse de plebiscito, talvez eu não obtivesse dez votos.

Fazendeiros poderosos desrespeitavam as terras dos vizinhos. Graciliano os enquadrou. E promoveu demissões para ajustar sua equipe e teve superávit de quase 20% nos dois anos em que foi prefeito.

Sobre o Código de Posturas

Era um mundo governado pelo bacamarte, mas ele pôs em vigor um Código de Posturas que igualava pobres e riscos, impedia a venda de carne estragada, cobrava impostos de pecuaristas mal-acostumados. Um destes, que também era conselheiro municipal, cargo equivalente ao atual de vereador, foi cobrar-lhe explicações, dizendo que nunca vira semelhante desproposito. Graciliano respondeu que convinha pagar logo o tributo, ou seria acrescido de multa. A lei existia, explicou, e até o reclamante era um dos que a haviam subscrito:

- Não tenho culpa de você ser burro e assinar papel sem ler.

Para finalizar, ainda do texto de José Luiz:

- É improvável que nos próximos anos – 70 ou mais – a literatura brasileira produza muitos outros exemplares da espécie de Graciliano Ramos. Já a política brasileira, essa nem parece interessada.

ENQUANTO ISSO…

23 novembro (1)

Enviado por babbocamargo, 21/11/14 7:58:07 PM

Demorou, mas, finalmente, a capoeira de roda vai ser reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Dança, luta, um símbolo de resistência. Na semana que vem, em Paris, o Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural e Imaterial da Unesco anunciará sua decisão.

Sobre capoeira, professor Afronsius citou um filme: O Homem do Sputnik, 1959, de Carlos Manga, com Oscarito, Alberto Peres, César Viola, Cyll Farney, Jô Soares, Neide Aparecida, Norma Bengell, Oscarito e Zezé Macedo. Resumindo: o Sputnik cai no Brasil, em plena guerra fria. E provoca uma corrida de espiões, das duas potências. O satélite soviético vai parar nas mãos de Anastácio Fortuna (Oscarito).

Lá pelas tantas, Cyll Farney, que faz o papel de Nélson, enfrenta Jô Soares, ele mesmo, que é american spy. Diante da malemolência do gringo, o brasileirinho recorre à da capoeira – e leva a melhor.

Já Natureza Morta optou por invocar Upa Neguinho, 1967, de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri, na voz de Elis Regina, é claro. E tascou o vinil na radiola:

Upa neguinho na estrada

Upa pra lá e pra cá

Vigi que coisa mais linda

Upa neguinho começando a andar

Upa neguinho na estrada

Upa pra lá e pra cá

Vigi que coisa mais linda

Upa neguinho começando a andar

Começando a andar, começando a andar

E já começa a apanhar

Cresce neguinho me abraça

Cresce me ensina a cantar

Eu vim de tanta desgraça mas muito eu te posso ensinar

Capoeira, posso ensinar

Ziquizira, posso tirar

Valentia, posso emprestar

Liberdade só posso esperar

Beronha elogia e reclama:

- Excelente, mas, pombas, este nosso blog é mudo, não tem som…

ENQUANTO ISSO…

22 novembro (1)

 

Enviado por babbocamargo, 20/11/14 8:39:44 PM

O que seria da gente sem o delivery? Diante da pergunta de Natureza Morta, professor Afronsius foi obrigado a confessar:

- O caos, mas eu fui obrigado a dispensar tal serviço. Culpa do Schnaps.

E explicou: o pessoal que trabalha como motoboy é ótimo, demonstrando muita perícia e coragem para enfrentar o trânsito. Faça chuva ou faça sol. Mas, assinante de um jornal, observou uma paulatina mudança de humor de Schnaps. Schnaps vem a ser o seu cãozinho de estimação. Apesar do tamanho – quase uma baleia – e do peso.

Como é criado solto no quintal e no jardim, Schnaps passou a latir feito um endemoninhado pela manhã, momentos antes da passagem do motoboy.

Para elucidar o mistério de premonição canina, deu uma de Sherlock Holmes, ou, na versão brasileira, Berloque Xolmes.

- O eficiente motoboy, ou motobói, passava pela rua em velocidade e ia atirando as encomendas com uma pontaria incrível, sem parar. Depois, bastava ao morador ir ao jardim, quando quisesse, e apanhar os pacotes plásticos.

Ocorre que, conforme depoimento de um vizinho, de certa feita, quando do lançamento do embrulho, atingiu Schnaps. Na cabeça.

- Ainda bem que não era a edição de domingo. Volumosa.

Daí a bronca do cachorro, que passou a uivar cada vez que ouvia o barulho de uma moto que se aproximava.

De qualquer modo, professor Afronsius viu-se obrigado a concordar com Beronha:

- Esse motoboy, ou motobói, está na profissão errada. Daria um excelente cestinha na seleção brasileira – garantiu nosso anti-herói de plantão.

ENQUANTO ISSO…

21 novembro (1)

Enviado por babbocamargo, 19/11/14 7:40:43 PM

Segundo a BBI – Briosa, Brava e Indormida Imprensa -, o robô Philae estudou por 60 horas o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. E, alvíssaras!, encontrou na superfície do cometa “uma grande quantidade de gelo”.

Ao saber da descoberta, Beronha também comemorou:

- Tem gelo? Ótimo, genial! Então, basta levar a cerveja! É pra lá que eu vou!

Único probleminha, segundo professor Afronsius e Natureza Morta:

- Para chegar lá, você terá de percorrer 400 milhões de quilômetros da Terra. Ou, seguindo o roteiro do Philae, fazer uma viagem de 6 bilhões de quilômetros pelo espaço, durante 10 anos,  e de carona na sonda Rosetta, que desembarcou o Philae no cometa.

É meio complicado, admitiu nosso anti-herói de plantão, que decidiu optar pelo Bar VIP da Vila Piroquinha:

- Bem mais perto. E não precisa levar a cerveja.

ENQUANTO ISSO…

20 novembro (1)

Enviado por babbocamargo, 18/11/14 8:29:34 PM

No mais recente dedo de prosa junto à cerca (viva) da mansão da Vila Piroquinha, Natureza Morta quis saber do professor Afronsius se ainda existe bolacha Maria.

- Não faço ideia.

- E enceradeira?

- A última vez que ouvi falar em enceradeira foi quando do lançamento da enceradeira industrial…

De qualquer modo, sobre a bolacha Maria, disse ter lido que ela surgiu em 1874, por obra e graça de um padeiro inglês. Salvo engano, para os festejos de casamento da grã-duquesa Maria Alexandrovna, da Rússia, com o Duque de Edinburgo.

Quanto às enceradeiras, foram aposentadas até pela cera de brilho instantâneo, para não falar dos novos pisos, os, outrora, assoalhos. Aliás, também tiveram fim a caixinha de costura, o rolo de macarrão e a sacolinha de crochê, sempre bem guardados em algum ponto da casa?

Beronha mete a colher e põe a enceradeira novamente em campo:

- Sucesso mesmo foi o Zinho enceradeira. Na Copa de 1994, Zinho foi titular absoluto no meio-campo de Carlos Alberto Parreira. Mas, preso ao esquema de marcação, sem poder avançar para o ataque, recebeu muitas críticas por ficar girando num espaço limitado. Com a conquista do tetracampeonato, muita gente teve que engolir suas críticas. Ou varrer as críticas para baixo do tapete. Com vassoura – arrematou nosso anti-herói de plantão.

Mas, aproveitando a sessão nostalgia, quis saber se ainda tem uso o chá de arnica, o chá de boldo, o emplastro Sabiá, a Emulsão de Scott – com o terrível óleo de fígado de bacalhau – e o chá de losna.

Diante do silêncio sepulcral, deu tchau e se mandou.

- Está na hora de ouvir o Repórter Esso.

ENQUANTO ISSO…

19 de novembro

 

Enviado por babbocamargo, 17/11/14 8:30:08 PM

Beronha, nosso anti-herói de plantão, não concorda, mas há certas ocasiões em que frequentar um boteco (a contento) é impraticável. Dia de Atletiba, por exemplo, com transmissão pela TV. Mas há outras circunstâncias, quando aparece o cliente chamado gangorra: quando ele desce o tundá, a turma do outro lado levanta. E sai de fino.

Dia desses, no Bar VIP da Vila Piroquinha, apareceu um cabôco que não parava de falar. Pior, falava com o dom da verdade, ou como “proprietário exclusivo da verdade, um latifúndio totalmente improdutivo”.

Sem que ninguém tivesse perguntado, começou a falar de sua última viagem.

- Estive no Mato Grosso do Sul. Pescaria. Uma beleza. Já marquei outra viagem, agora para conhecer o Mato Grosso do Norte

Aí, professor Afronsius, recordando passagem do livro autobiográfico Meu Último Suspiro, 1982, de Luís Buñuel, citou uma passagem. Ao fazer uma radiografia do cliente de boteco, Buñuel diz que ele, o dito cujo cliente de boteco, é movido por dois objetivos:

- Participar de uma peña, algo como um alegre e barulhento reencontro com amigos, ou simplesmente ficar bebendo e olhando, tal qual um guru de monastério, para a parede.

- É, mal comparando, o meu caso, o de cada vez mais guru de monastério – arrematou professor Afronsius.

ENQUANTO ISSO…

18 de novembro

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