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Enviado por babbocamargo, 31/10/14 10:35:19 PM

Deu na BBI – Briosa, Brava e Indormida Imprensa -, conforme relato do professor Afronsius. A carioca Brassaria Ampolis vai lançar a segunda cerveja do Mussum: depois da Biritis, vem aí a Cacildis.

A primeira chegou ao mercado há um ano, em homenagem ao comediante, que morreu em 1994.

Ao ser informado que a Cacildis vem aí, Natureza Morta recorreu ao próprio Mussum para comemorar:

- Suco de cevadiss deixa as pessoas mais interessantiss.

E seguiu em marcha batida rumo ao Bar VIP da Vila Piroquinha, pois o clima não anda muito bueno. Por motivos mais do que óbvios…

- Todo mundo vê os porris que eu tomo, mas ninguém vê os tombis que eu levo! É drurys

ENQUANTO ISSO…

1 novembro

 

Enviado por babbocamargo, 30/10/14 8:10:39 PM

Não se trata, por supuesto, de O Gabinete do Dr. Caligari (Cabinet des Dr. Caligari., Das),1920, de Robert Wiene, mas que assusta, assusta.

Ou seja, via de regra, sala de espera de consultório de dentista não é o melhor lugar para dar boas risadas. Mesmo quando o tratamento já está pago. Mas, no caso do professor Afronsius, não deu para segurar o riso. Revistas à disposição, para matar o tempo. E, entre os números (atrasados) da Caras, um exemplar da revista chamou a sua atenção de imediato. Na capa, uma foto de considerável tamanho e o título, remetendo para a página 57:

- Luiza Brunet celebra 2 anos de namoro com o magnata Lírio Parisotto.

Aí, professor Afronsius até pensou que seria de bom alvitre enviar um telegrama de efusivos cumprimentos ao casal.

E eis que, de repente, topa com a revista Detetive, voltando a outubro de 1961. Na última página, a seção Eles são de morte. Detalhe: eles com acento circunflexo. Não resistiu: retirou cuidadosamente uma charge de Borjalo, o excelente cartunista de O Cruzeiro. Querem conferir?

Detetive 2

Meia hora depois, quando já deixava o consultório, despediu-se do amigo cirurgião/dentista:

- Há quem tenha medo de ir ao dentista. Eu, pelo contrário, venho aqui alegre e saio mais feliz ainda.

ENQUANTO ISSO… 31 outubro(1)

 

 

 

Enviado por babbocamargo, 29/10/14 8:35:29 PM

Ainda confessadamente atordoado com a zoeira em torno da eleição, professor Afronsius, só para provocar, decidiu dar uma de Armando Falcão, “nada a declarar”. Seguida de um sorriso maroto. Afinal, sua última declaração,a do professor, foi ouvida em quase toda a Vila Piroquinha. O ribombar de 13 potentes foguetes disparados do fundo do quintal, mal terminara a apuração.

- É que, hoje em dia, está difícil conversar, até porque a turma vive plugada no mundo da Lua. Para dizer o mínimo.

Mas, para os amigos, recordou o episódio do encontro de Oscar Niemeyer, Darcy Ribeiro e um índio, que acompanhava o professor. Oscar e Darcy conversavam longamente sobre os mais variados assuntos. O índio, só na escuta, quieto, caladão.

Lá pelas tantas, Darcy quis saber o motivo:

- Estou com preguiça – ouviu como resposta, quase acompanhada de um bocejo.

Em tempo: a reunião dos três é descrita em texto que consta de um painel no Museu Oscar Niemeyer, o do Olho.

Em tempo 2: Darcy Ribeiro era mineiro de Montes Claros, Niemeyer, carioca, o índio, descendente do bravo povo Pankararu, Pernambuco.

ENQUANTO ISSO…

30 outubro(1)

 

 

Enviado por babbocamargo, 28/10/14 8:24:44 PM

Terceiro teleférico do mundo, o bondinho do Pão de Açúcar completou 102 anos na segunda-feira. O engenheiro Augusto Ferreira Ramos desenvolveu o projeto e constituiu a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, à procura de parceria com investidores. Conta a Agência Brasil que o empreendimento foi olhado com suspeita por muitos, inclusive por colegas do Clube de Engenharia, que chamaram Augusto Ferreira de louco e, “com sarcasmo, sugeriram que a linha do teleférico ligasse o Pão de Açúcar ao Hospício Nacional, que também fica na Urca, zona sul do Rio”.

Uma das primeiras ações dos investidores foi mostrar ao Ministério da Fazenda a importância da obra para projeção do Rio de Janeiro no cenário internacional. Para eles, o bondinho era um melhoramento que embelezaria a cidade e, como um dos primeiros teleféricos do mundo, seria uma demonstração de “competência da engenharia brasileira”.

Ninguém escapa de um apelido

A inauguração teve grande repercussão, dentro e fora do país, por causa das dificuldades de então, que representavam desafio tecnológico, problemas de acesso ao local, ineditismo e falta de mão de obra qualificada. O apelido de “bondinho” foi dado pelos cariocas, que se inspiraram nos bondes que circulavam pela cidade. Com o tempo, os equipamentos foram modernizados e o bondinho teve sua capacidade de transporte ampliada.

Atualmente, segundo a companhia, a média diária de visitantes do bondinho é 4 mil pessoas na baixa temporada e 8 mil na alta temporada, assim considerada a época que vai de dezembro a fevereiro, bem como nos grandes eventos na cidade. O recorde de visitação foi registrado em 30 de dezembro de 2012, quando recebeu 10.767 visitantes. De acordo com a companhia, nesses 102 anos de operação o teleférico foi usado por aproximadamente 40 milhões de pessoas, 47% das quais estrangeiras.

Coisas do cinema

O bondinho serviu de cenário para vários filmes, inclusive um de James Bond, 007 Contra o Foguete da Morte, de 1979. E aí, como no cinema tudo é possível, principalmente quando se trata do agente secreto a serviço da rainha, as Cataratas do Iguaçu foram parar na Amazônia…

Bond navegava pelo Rio Amazonas quando é atacado pela gangue do bandidão Hugo Drax (Michael Lonsdale). Começa a perseguição e, para espanto dos espectadores, principalmente paranaenses, se deparam com as Cataratas.

ENQUANTO ISSO…

29 outubro(1)

Enviado por babbocamargo, 27/10/14 8:37:47 PM

Como diria o jornalista Zé Beto (aliás, Tainha, o do Luzitano com Z, mandou um grande abraço), foi expressionante… No caso, a maneira com que a BBI – Briosa, Brava e Indormida Imprensa – tratou os problemas com as urnas eletrônicas.

Conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no segundo turno 3.238 urnas eletrônicas foram substituídas em todo o país. O que corresponde a 0,75% do total das 434.057 urnas destinadas ao pleito – 428.894 urnas de votação e 5.163 urnas de recepção de justificativas. Do total de equipamentos substituídos, 869 continham o leitor de identificação biométrica.

Breve volta à cédula impressa

Em apenas três seções eleitorais (uma em Minas Gerais, em Unaí, uma em Pernambuco, em João Alfredo, e outra em São Paulo, no Grajaú), foi necessário realizar a votação manual, por meio de cédulas eleitorais impressas. Ou seja, nada de alarmante ou que merecesse a pecha de fiasco, fracasso. Para desespero da turma do contra. Bastaria ver o tamanho dito continental do Brasil, sem falar dos votos de quem está no exterior.

Com a devida distância, no tempo e no espaço, professor Afronsius citou o caso da Apollo 13. Altíssima tecnologia da Nasa, nada que possa ser comparado às nossas urnas eletrônica (aliás, já artigo de exportação), o que não impediu que surgisse um problema. O voo (na época com chapeuzinho) virou filme, no Brasil Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo, 1995, dirigido por Ron Howard, com Tom Hanks no papel principal. O roteiro teve por base o livro Lost Moon: The Perilous Voyage of Apollo 13, de Jim Lovell e Jeffrey Kluger. O filme conta a história da quase trágica missão Apollo 13. Que ficou marcada pelo recado dos astronautas à base de lançamentos:

- Houston, we have a problem here.

Resumindo, ainda que forçando a comparação, tivemos algo mixuruca, um probleminha. Mas a turma do assim não pode, assim não dá, bem que sobrecarregou a barra.

Nesse e em outros lances das eleições 2014.

ENQUANTO ISSO…

28 outubto

Enviado por babbocamargo, 26/10/14 9:11:49 PM

Abstinência forçada. Por conta da lei seca. Assim, professor Afronsius, Natureza Morta e Beronha, depois de bater continência à convocação para exercer o sagrado direito do voto, entraram na contagem regressiva. À espera da reabertura do Bar VIP da Vila Piroquinha.

Para ajudar a matar o tempo, professor Afronsius sacou do bolso do paletó seu bloquinho de anotações (junto caíram decalques e panfletos Dilma 13) e passou a ler frases sobre cerveja e citações, começando por Chico Buarque, em Feijoada Completa:

- Salta cerveja estupidamente gelada prum batalhão… E vamos botar água no feijão! (aliás, hoje, Chico deve ter reforçado o estoque de cerveja e colocado muito mais água no feijão)

Professor Afronsius, recompondo-se, foi em frente:

- A cerveja é a prova viva de que Deus nos ama e nos quer ver felizes.

Benjamin Franklin

- Se Deus soubesse que nós beberíamos cerveja, nos teria dado dois estômagos.

David Daye

- Eu daria toda a minha fama por segurança e uma cerveja inglesa.

Willian Shakespeare

- Faça sempre lúcido o que você disse que faria bêbedo. Isso o ensinará a manter sua boca fechada.

Ernest Hemmingway

- Era um homem sábio aquele que inventou a cerveja.

Platão

- Um país não pode ser um país de verdade senão tiver ao menos uma cerveja e uma empresa aérea. Ajuda se tiver uma equipe do futebol, ou armas nucleares, mas o mais importante é a cerveja.

Frank Zappa

- Vender uma cerveja ruim é um crime contra o amor cristão.

13.ª lei da Cidade de Augsburg

- A perfeição não pode ser concebida sem uma forte dose de egoísmo, orgulho, tenacidade e de cerveja.

Charles De Gaulle

- Eu não posso oferecer nada mais que sangue, labuta, suor e cerveja.

Winston Churchill

- Eu sou muito crente nas pessoas. Se houver verdade, podemos superar todas as crises nacionais. O principal são os fatos reais e a cerveja.

Abraham Lincoln

- Existe uma coisa que me afeta profundamente. Os homens que não acreditam nos seus líderes nem na cerveja.

Walt Whitman

- Sem dúvida, a maior invenção da história da humanidade é a cerveja. Eu admito que a roda também é uma grande invenção, mas a roda não desce tão bem com uma pizza.

Dave Barry

- Eu mataria todos neste quarto por um gole de cerveja.

Homer Simpson

- Nem todos os produtos químicos são maus. Sem elementos químicos tais como o hidrogênio e o oxigênio, para o exemplo, não haveria nenhuma maneira fazer água, um ingrediente vital para a cerveja.

Dave Barry

- 24 horas num dia, 24 garrafas num engradado. Coincidência? Não me parece…

Stephen Wright

- Por vezes, quando reflito na quantidade de cerveja que bebo, fico envergonhado. Mas depois, olho para o copo e penso em todos aqueles trabalhadores da cervejeira e nos seus sonhos e desejos. Se eu não bebesse esta cerveja, poderiam ficar sem trabalho e com os seus sonhos destruídos. Portanto penso: é melhor beber esta cerveja e deixar que os sonhos deles se concretizem, do que ser egoísta e pensar só no meu fígado.

Babe Ruth

Em tempo: antes de abrir a primeira cerveja, professor Afronsius ressaltou que a nossa contém glúten. Trata-se de uma proteína composta pela mistura de gliadina e glutenina, que se encontram naturalmente na semente de muitos cereais, como trigo, cevada, centeio e aveia. A ingestão de glúten provoca danos na parede do intestino delgado, em algumas pessoas.

- Mas, se viver é perigoso… – atalhou nosso anti-herói de plantão, já de copo na mão e com sede de camelo no oitavo dia, pronto para uma dupla bebemoração.

ENQUANTO ISSO…

27 outubto(1)

 

 

Enviado por babbocamargo, 25/10/14 9:51:16 PM

Tempos atrás, sem as mídias sociais e outros bichos, os candidatos eram obrigados a pegar eleitores a laço. Era a campanha corpo a corpo. Acontecia de tudo, mas ao vivo.

Em Curitiba, um candidato a prefeito, um tanto esbaforido (já havia percorrido a pé vários quarteirões), entrou com seus cabos eleitorais numa loja de roupas. Partia para cima de quem via pela frente. Depois de cumprimentar efusivamente funcionário por funcionário, todo sorridente, estendeu a mão sem ser correspondido no gesto: a figura, postada junto à vitrine, nada mais era do que, evidentemente, um imponente manequim.

Chapéu custou um chapéu do eleitor

Interior do Estado. Um outro político compareceu a um comício cuidadosamente preparado em bairro distante. Distante e pobre, mas, por supuesto, um considerável nicho eleitoral. Fez um inflamado discurso tendo como palanque a carroceria de um caminhão. Para impressionar, levara o seu chapéu de estimação, usado em pescarias no Mato Grosso. À época, o MT era um só.

Gesticulou bastante, entusiasmado, um boneco de mola, e, toda vez que se referia ao padroeiro da cidade, tirava o chapéu em reverência ao santo. Ao final da performance, ao se despedir, procurou o chapéu:

- Cadê?!

Desnorteado, passou a gritar “ladrões, bando de ladrões!”.

De volta à cidade, ficou sabendo que o chapéu estava na cabine do caminhão, devidamente guardado por um dos diligentes cabos eleitorais. É que tinha caído em um momento de maior exaltação e fora prontamente recolhido. Tudo esclarecido, mas era tarde. Muito tarde. Não se elegeu. Votação? Pífia.

E tem ainda o famoso discurso de um candidato, que discursava e batia no bolso:

- Aqui, aqui nunca entrou dinheiro público!

Ao que, do meio do público, alguém gritou:

- Calça nova, hein…

ENQUANTO ISSO…

26 outubto(1)

 

 

Enviado por babbocamargo, 24/10/14 9:14:30 PM

Criada para “manter a paz e promover a cooperação internacional na solução dos problemas econômicos, sociais e humanitários”, a Organização das Nações Unidas completou nesta semana 69 anos.

Ao ler a notícia na Agência Brasil, professor Afronsius ficou sabendo que o termo Nações Unidas foi usado pela primeira vez no dia 1º de janeiro de 1942, por Winston Churchill e Franklin Roosevelt, quando 26 governos assinaram em Washington a Carta do Atlântico. Nela, se comprometendo a continuar o esforço de guerra contra os países do Eixo – Alemanha, Japão e Itália.

Mas, oficialmente, a ONU só passou a existir em outubro de 1945, após a ratificação da Carta pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança. Ou seja, Reino Unido, Estados Unidos, União Soviética, França, República da China e pelos outros 46 países signatários, entre eles o Brasil. Aliás, o Brasil continua pleiteando sua inclusão no Conselho de Segurança como membro permanente.

Vendo como o mundo anda hoje, há quem pergunte:

- Deu certo?

Professor Afronsius tem lá suas dúvidas, mas está convencido que, ruim com ela, muito pior seria sem ela.

Afinal, entre dezenas de unidades, tem as Forças de Paz (os Capacetes Azuis), o Tribunal Internacional de Justiça, a Unesco, a Unicef e algumas outras, de eficiência comprovada.

ENQUANTO ISSO…

25 outubro(1)

Enviado por babbocamargo, 23/10/14 8:08:23 PM

Coisas da política. Em qualquer lugar do mundo. Nos EUA, o presidente Barack Obama, com a popularidade em queda (tão em baixa quanto Bush Jr.), já está sendo chamado de pato manco.

Como explica Eduardo Graça, em matéria da revista Carta Capital, pato manco é um  tradicional carimbo do repertório político norte-americano.

Pato manco – não confundir nunca com Pato Branco, muito pelo contrário – significa que, mal das pernas, está capengando. Não vai longe.

Já por nossas bandas, a campanha eleitoral brindou um certo candidato com outra imagem, igualmente arrasadora:

- Ele é tão inútil como cinzeiro em motocicleta.

No mais, tanto lá como aqui, o importante é ir às urnas. Mas todo cuidado com patos e os cinzeiros em lugares não indicados.

ENQUANTO ISSO…

24 outubro(1)

 

 

 

Enviado por babbocamargo, 22/10/14 9:11:52 PM

Não foi a primeira vez, mas, mesmo assim…

Preparando-se para sair de casa, ao estender o braço para pegar o celular, em repouso sobre a escrivaninha, eis que pinta uma ligação. O trepidar característico e o toque do dito cujo dão um tremendo susto no professor Afronsius.

- Não é a primeira vez, mas quase morri do coração – contaria mais tarde.

Imediatamente veio-lhe à mente o filme Tempos Modernos (Modern Times), 1936, de Charles Chaplin, no qual Carlitos luta para sobreviver ao ser literalmente engolido pelas engrenagens do admirável mundo novo.

E lembrou também de O Velho e o Novo (Staroye i Novoye), 1929, de Sergei Eisenstein e Grigori Aleksandrov. O Velho e o Novo, ou, como preferem outros, A Linha Geral.

Pouco tempo depois, já caminho do trabalho, caiu-lhe como uma luva uma frase da economista Maria Conceição Tavares, embora citada em outro contexto:

- Eu sou uma adolescente do século XX e me identifico com ele, a favor do que era bom, e contra o que era ruim.

ENQUANTO ISSO…

23 outubro(1)

 

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