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Enviado por babbocamargo, 23/07/14 8:42:22 PM

Deu no The New York Times: “Cientistas estudam a fórmula do talento. Há muito tempo os cientistas discutem sobre as contribuições relativas de prática e talento natural para o desenvolvimento do desempenho de elite”. E esse debate “avança para um lado e para o outro a cada século, mas um estudo publicado na edição atual do periódico Psychological Science ilustra em que pé se encontra o debate e dá dicas de que caminho a pesquisa vai seguir”.

Ou seja, sobre talento, a coisa continua na mesma, está lenta. A propósito, professor Afronsius recordou um comentário ouvido em uma de suas visitas a Fortaleza. Diante da lerdeza do garçom, o gerente de um restaurante justificava-se diante dos fregueses:

- O problema aqui é sempre o mesmo, o talento. Tá lento aqui, ta lento acolá…

Uma lista quilométrica

Na verdade, o real talento é o que não falta aos irmãos cearenses. Vamos de José de Alencar e Rachel de Queiroz a Euclides Pinto Martins, o engenheiro mecânico que, piloto, entrou para a história universal. Voo de Nova Iorque ao Rio, durante cinco meses, com sucessivas escalas em seu hidroavião. Isso em 1922.

Tem mais uma pá de gente, não necessariamente pela ordem de importância: Chico Anysio, Renato Aragão, Tom Cavalcante, Florinda Bulcão (depois Bolkan), Humberto Teixeira, O Doutor do Baião, Delmiro Gouveia, que construiu a primeira hidrelétrica do País, dom Hélder Câmara, Expedito Parente, que desenvolver e patentear o biodiesel, e muitos outros.

Quanto ao tá lento, vale a brincadeira, até porque, computador que é computador, alta tecnologia, volta e meia provoca a exclamação:

- Xi! Essa coisa tá lenta de novo…

ENQUANTO ISSO…

24 julho (1)

 

Enviado por babbocamargo, 22/07/14 8:47:29 PM

O que você sabe da Primeira Guerra Mundial?

Beronha:

- Ela veio antes da Segunda.

Depois de gongar o nosso anti-herói de plantão, professor Afronsius voltou a recomendar a leitura da Revista de História da Biblioteca Nacional, que, na edição de julho, traz em seu dossiê A Grande Guerra, que completou 100 anos, com uma “carnificina sem precedentes”.

No texto Combate locais, efeitos globais, do professor Stefan Rinke, da Freie Universität Berlin e coautor de Brasilien in der welt (O Brasil no Mundo), ficamos sabendo que “mundo” significava a Europa das grandes potências, com poderio econômico e tecnologia em alta (basta ver o uso de gases venenosos nos combates) e, a reboque, suas colônias, que entraram na briga compulsoriamente.

Soldados das colônias

Tanto que “a Grã-Bretanha e a França recrutaram, no decurso da guerra, grandes quantidades de soldados nas suas colônias, muita vezes à força. Os domínios britânicos no Canadá, da Austrália e da Nova Zelândia participaram fortemente. Só da Índia vieram mais de 1 milhão de combatentes”. E prossegue o professor Stefan Rinke: “A França mobilizou quase meio milhão de homens de seu império colonial na África e na Ásia”. E, por conta de um acordo com a China, “56 mil trabalhadores chineses, os ‘Kulis’, foram para a França, e outras dezenas de milhares para a Inglaterra como mão de obra nos campos e nas fábricas, para substituir os homens que tinham ido para a guerra”.

Ressalta a RHBN que, somente no dia 1 º de julho de 1916, o exército britânico perdeu cerca de 60 mil soldados na Batalha do Somme. Estima-se que o conflito deixou cerca de 10 milhões de mortos.

Revanchismo em marcha

A Primeira Guerra Mundial ocorreu de 1914 a 1918. Entre 1870 e 1914, o mundo vivia uma grande euforia, conhecida como Belle Époque (Bela Época). Os países ricos registravam grande progresso no campo econômico e tecnológico. Até que a Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro formaram a Tríplice Aliança, tendo no outro extremo a Tríplice Entente, composta pela Rússia, França e Inglaterra. Outros historiadores ressaltam o espírito de revanchismo entre a França e a Alemanha, já que no final do século XIX, durante a Guerra Franco-Prussiana, o país havia perdido a região da Alsácia-Lorena para os alemães – e desejavam poder retomar o território.

O assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, enquanto fazia uma visita a Saravejo, região da Bósnia-Herzegovina, foi um dos estopins da guerra. O criminoso era um jovem que pertencia a um grupo sérvio (Mão Negra), contrário à intervenção da Áustria-Hungria na região dos Balcãs. Insatisfeito com as atitudes tomadas pela Sérvia contra o criminoso, o império austro-húngaro declarou guerra à Sérvia no dia 28 de julho de 1914.

Os Estados Unidos entraram no conflito em 1917, ao lado da Tríplice Entente. O Brasil foi um dos últimos países a deixar a condição de neutralidade. O estado de guerra contra o “Império Alemão” foi decretado no dia 26 de outubro de 1917, nos últimos meses do conflito.

E o risco de uma terceira guerra mundial? A resposta é de Albert Einstein:

- Não sei como será a terceira guerra mundial, mas sei como será a quarta: com pedras e paus.

ENQUANTO ISSO…

23 julho (1)

 

Enviado por babbocamargo, 21/07/14 8:48:53 PM

Um jogo para entrar na história. Professor Afronsius comentava a primeira partida do Atlético na nova Arena:

- Afinal, não é todo dia que temos futebol com um silêncio de meter medo. Até parecia visita de turistas no interior da Basílica de São Pedro.

Segundo Beronha, um silêncio deveras ensurdecedor

Já no Bar VIP da Vila Piroquinha, torcedores faziam a sua parte. E, na expectativa de gols, um deles chamou a atenção da turma para a observação feita pelo comentarista, de que o Atlético “procura lateralizar o jogo”.

- Pior se decidir recualizar os pontas e o meio-campo.

- Ou bicudizar o esquema de jogo… Bola pro mato.

De fora, mas presente

Já na Baixada, segundo o site furacão.com dezenas de fanáticos foram ao estádio. Ficaram do lado de fora, é claro, mas receberam os jogadores festivamente e a presença foi importante, como fez questão de destacar depois o técnico Doriva. Vitória de 2 a 0 sobre o Criciúma e ascensão ao G4.

- A torcida, apesar de não participar diretamente da festa dentro do estádio, fez a sua parte na entrada e isso nos motivou. Foi uma vitória importantíssima em casa. Um dia histórico, o primeiro jogo oficial na Arena.

Quanto ao lateralizar o jogo e a punição de 4 partidas com portões fechados, Natureza Morta não deixou por menos:

- Há que se inviabilizar a presença dos maus torcedores. Em qualquer praça esportiva.

ENQUANTO ISSO…

22 julho

Enviado por babbocamargo, 20/07/14 7:52:07 PM

Depois de se desculpar pelo inevitável comentário (“parece que foi ontem”), professor Afronsius citou no dedo de prosa junto à cerca (viva) da mansão da Vila Piroquinha os 45 anos da descida do homem na Lua.

20 de julho de 1969 – os astronautas americanos Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisaram na Lua e retornaram quatro dias depois, com a Apollo 11. Coube a Armstrong proferir a frase de efeito preparada com a devida antecedência:

- Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.

Até o final de 1972, tivemos mais viagens à Lua, mas os vôos da Apollo 18,19 e 20 foram cancelados.

Apesar do impacto causado pela notícia (homem na Lua!), muita gente até hoje não acredita na façanha. Até porque “São Jorge a cavalo, cuja imagem seria formada pelas sombras no satélite da Terra, não iria permitir a chegada de alienígenas”…

Torcendo por Snoopy

De qualquer modo, o vôo mais simpático foi o anterior, o da Apollo 10: tinha como mascotes personagens de quadrinhos. Peanuts, Charlie Brown e Snoopy, criados por Charles Schulz.

O módulo de comando era Charlie Brown e, Snoopy, o módulo lunar. Perfeito.

- Bem melhor do que a Apollo 11, cujo módulo lunar era nada mais nada menos do que a Eagle – uma agressiva águia deitando suas garras em solo estranho. Esta terra também tem dono. Será?

ENQUANTO ISSO…

21 julho (1)

 

Enviado por babbocamargo, 19/07/14 8:14:58 PM

Perder faz parte do jogo, embora de 7 a 1 seja de arrasar. Mas o que dizer, então, de 12 a 1? Em 1958, quando o Brasil festejava a primeira conquista da Copa, na Suécia, um time mineiro, que resolvera, como agora, beber na fonte as lições do futebol europeu, virou escândalo nacional, acusado de “manchar a imagem do Brasil e do principal esporte nacional”. Verdadeiro crime de lesa-pátria. Como sempre, havia dinheiro por trás. E, por supuesto, um empresário espanhol – em parceria com um jornalista brasileiro.

- Lesa-pátria? – interveio Beronha.

- Sim. Atentado ou crime contra a pátria. Traição à pátria – explicou professor Afronsius, que trazia um exemplar de agosto de 2010 da Revista História da Biblioteca Nacional (“essa revista eu recomendo”).  No texto de André Carazza dos Santos “É proibido perder”, temos que, Brasil campeão do mundo pela primeira vez, euforia total, um time mineiro, no caso, ou escândalo, o Bela Vista FC, de Sete Lagoas, Minas, roubava a cena.

Ingressando no profissionalismo naquele ano, lançou-se numa incrível excursão pela Europa. Deu o maior xabu, segundo o professor Afronsius. Afinal, disputou 23 partidas. Perdeu 19. Uma de 12 a 1. Só ganhou duas.

Propaganda enganosa

Ainda do texto de André Carazza dos Santos, autor, aliás, de A Copa do Mundo no Brasil (1950): Belo Horizonte e o Ideal de Cidade Almejado para Encantar os Estrangeiros, a cartolagem e políticos tentaram impedir a excursão do Bela Vista, acionando a CBD (Confederação Brasileira de Desportos), o CND (Conselho Nacional de Desportos) e até o Itamaraty. As embaixadas brasileiras não deveriam dar cobertura ao time.

Temia-se uma propaganda negativa do “melhor futebol do mundo”. Diante da catástrofe, todo mundo desceu a lenha no time mineiro.

Para complicar ainda mais, tinham vendido o peixe na Europa como se o Bela Vista fosse “o legítimo campeão brasileiro”. Coisa do empresário, certamente. Ou do jornalista.

Algumas manchetes refletiram a indignação nacional: O Globo, do Rio, tascou “Tragédia nacional”. O Diário da Tarde, de Minas, também pegou pesado: “Uma tragédia esportiva sem similar na história do soccer brasileiro”.

Na Inglaterra, o Newcastle tinha aplicado uma sonora (como se dizia) goleada de 12 x 1 no Bela Vista. Apesar dos pesares, o time encerrou sua excursão em outubro e, na chegada a Sete Lagoas, os jogadores “tiveram uma recepção triunfal”. Afinal, conforme o noticiário, tinha realizado “a mais falada excursão de clube brasileiro”.

Mas, a partir de então, o CND passou a ser tremendamente rigoroso na concessão de licença para excursões de clubes brasileiros.

Jogo a jogo

O Bela Vista pegou o Olympique de Marselha (levou de 3×1), o Real Madri (2×1), Alemanha Aachen (2×1), Lausane (epa! essa o BV venceu por 3×2), Fortuna Düsseldorf (2×0), VfB Stuttgart (2×0), Heide, da Alemanha (nessa também deu Brasil, 1×0), Grasshoppers, da Suíça (1×1), Bologna (3×2), Borussia Dortmund (4×1), Selecionado de Leipzig (1×1), Selecionado de Copenhague (2×1), Holstein Kiel (5×3), Werder Bremen (3×0), Concordia Ihrhove (1×0), Eintracht Frankfurt (2×0), Blauw-Wit, Holanda (6×0), Birmingham City (5×0), Newcastle (12×1), Middlesbrough (4×0), Sheffield United (4×0), (Luton Town (8×0) e Tottenham (3×1).

Bom mesmo foi o Galo

Ainda da Revista de História da BN: “Excursões de clubes brasileiros a terras estrangeiras eram frequentes. Essas viagens representavam oportunidades de levantar algum dinheiro, além de proporcionar um intercâmbio saudável de táticas e conhecimentos futebolísticos. O primeiro time profissional brasileiro a fazer uma excursão à Europa foi o Clube Atlético Mineiro, em 1950. Ao contrário do Bela Vista, o Galo fez uma campanha vitoriosa, derrotando clubes tradicionais como Hamburgo, Schalke 04 e Munique 1860. Superou também um inverno rigoroso, disputando vários jogos em temperaturas negativas”.

Fica o registro.

ENQUANTO ISSO…

20 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 18/07/14 8:06:32 PM

Já imaginou uma revista “imprópria para menores até 18 anos”, inteiramente voltada para “histórias policiais verídicas”, de circulação nacional, 66 páginas e “assinatura anual, pelo correio”? Pois é, ela existiu e, em recente incursão a um sebo, professor Afronsius localizou alguns exemplares de 1960.

Detetive, este era o nome. Custava Cr$ 30,00. No sebo, R$ 10. Publicação quinzenal da Empresa Gráfica O Cruzeiro, tinha como diretor-secretário Austregésilo de Athayde. Ele mesmo, Belarmino Maria Austregésilo Augusto de Athayde, em 1951 galgado à condição de imortal da Academia Brasileira de Letras, que presidiu de 1958 até 1993.

Pagando copyright à Fawcet

Com “agentes em todas as cidades do Brasil e correspondentes nas principais cidades do mundo”, Detetive dependia basicamente do “copyright 1959 Fawcett Publications, Inc., U.S.A.”, isso mesmo. A contribuição nacional (“shorts” e seções) resumia-se a palavras cruzadas (nada a ver com a solução dos grandes crimes), charges de Borjalo, Carlos Estevão e sacadas de Vão Gôgo, à época pseudônimo de Millôr Fernandes (uma delas: “Roubava, sim. Mas só em defesa própria”). Pessoal da revista O Cruzeiro, eles compareciam na página “Eles são de morte…”  A seguir, dois exemplos:

 

Detetive 2

Detetive 3

Ronda (quinzenal) dos atropelamentos

Havia ainda a Ronda dos Atropelamentos. Isso mesmo: uma página registrando os atropelamentos (e colisões) da quinzena no Rio de Janeiro. Pela charge acima, de Carlos Estevão, dá para imaginar a maluquice no trânsito.

Ficava-se sabendo, por exemplo, que “o jornalista e escritor Brito Broca, de 58 anos de idade, quando tentava atravessar a Praia do Flamengo, foi colhido por um automóvel, tendo morte imediata. O motorista fugiu”.

Ou que “Clóvis da Rocha Moog, de 53 anos de idade, funcionário público, residente na Rua Itabi, 408, em Colégio, quando tentava atravessar a Avenida Brasil, em frente à entrada da Ilha do Governador, na motocicleta de chapa 3-53, foi colhido por um auto, sofrendo fratura do braço esquerdo, sendo internado no Hospital Getúlio Vargas. O motorista fugiu”.

De 12 casos, em 9 os motoristas fugiram. Os outros 3 foram capotamento.

ENQUANTO ISSO…

19 julho (1)

 

 

Enviado por babbocamargo, 17/07/14 8:21:23 PM

Não foi de 7 a 1, mas foi de arrasar. Professor Afronsius, que costuma dormir cedo para levantar mais cedo ainda, encarou o jogo das 22 horas, em Macaé, e curtiu a madrugada feliz da vida. O que não deve ter ocorrido com o amigo Arizão Silveira, rubro-negro (carioca) doente.

- Esse Atleticon só me dá alegria.

Ao bater o Flamengo por 2 a 1, o Furacão, na estréia do técnico Doriva, ampliou a série invicta e agora soma seis partidas sem derrotas na competição. E agora ocupa a 6.ª posição no Brasileiro, com 16 pontos, mesma pontuação do Fluminense, que fecha o G4, mas está à frente pelo número de vitórias.

Natureza Morta fez questão de assinar embaixo (Beronha, para variar, tascou o polegar direito) e demonstrou certa preocupação e já foi avisando:

- Não abrimos mão de Doriva para substituir o Felipão…

No mais, que bom saber que o quase quarentão Paulo Baier continua estraçalhando. Deu show na vitória do Criciúma sobre o Fluminense. No domingo, vem matar a saudade na Arena da Baixada.

Beronha:

- Espero que só vença a saudade…

Pena que o jogo será com portões fechados, sem torcida. Culpa dos maus torcedores.

ENQUANTO ISSO…

18 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 16/07/14 8:10:15 PM

Já com saudade do Carro do Sonho, sem falar da Segundona (“teremos algum 7 a 1 entre os rebaixados?”), Natureza Morta, ao dobrar uma esquina do Juvevê, topou com o veículo da Turma da Pamonha. Ao comentar a descoberta com professor Afronsius, ficou sabendo mais detalhes do (bom e eficiente) negócio.

- Pamonha feita na hora em qualquer época do ano.

- Muito bom, até porque problema é ser o pamonha da turma.

Ainda sobre nomes de empreendimentos comerciais, citou a Lavanderia Lava Roupa Todo Dia, da qual é cliente há muitos anos.

Beronha, que não é pamonha e a tudo ouvia, aproveitou e saiu cantando Juventude Transviada, de Luiz Melodia:

Lava roupa todo dia, que agonia

Na quebrada da soleira, que chovia

Até sonhar de madrugada, uma moça sem mancada

Uma mulher não deve vacilar

Eu entendo a juventude transviada

E o auxílio luxuoso de um pandeiro

Até sonhar de madrugada, uma moça sem mancada

Uma mulher não deve vacilar

Cada cara representa uma mentira

Nascimento, vida e morte, quem diria

Até sonhar de madrugada, uma moça sem mancada

Uma mulher não deve vacilar

Hoje pode transformar, e o que diria a juventude

Um dia você vai chorar, vejo clara as fantasias.

ENQUANTO ISSO…

17 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 15/07/14 8:05:36 PM

Realizada em duas etapas, a 1.ª Conferência Municipal Extraordinária de Cultura encaminha-se para a segunda, neste mês (dias 19 e 26) e em agosto (dias 2 e 9), como informa a sempre eficiente Maristela Garcia, da Gibiteca de Curitiba.

Em pauta, gestão pública, participação cidadã, fomento e participação à cultura e mapeamento cultural. Local: Uninter, edifício Moreira Garcez, 7.º andar. Informações pelos telefones (41) 3213-7522 e (41) 3213-7566.

Foram elaborados três documentos para nortear os debates. Continuam em pauta as mudanças nos programas de fomento e reformulações no Conselho Municipal da Cultura. Já foi apontada a necessidade urgente de ampliar o orçamento municipal a ser investido nas ações culturais.

Em relação aos programas de financiamento, foi revista a posição da Conferência de 2013, que havia deliberado pelo fim do programa de incentivo à cultura por intermédio da chamada renúncia fiscal. A Conferência aprovou a continuidade do programa, mas com reformulações. Outra proposta relacionada aos programas de fomento é a criação de um edital permanente multiáreas.

A cabeça de cada um

Ao tomar conhecimento do debate sobre cultura, professor Afronsius ficou feliz. E lhe veio à mente a (lamentável) frase “Sempre que ouço a palavra cultura, tenho vontade de sacar uma arma”. Ela foi atribuída a Joseph Goebbels, o encarregado da propaganda de Hitler, e a Hermann Goering, o chefe da Gestapo. Tanto faz, posto que farinha do mesmo saco. Mas há, inclusive, quem faça uma correção: a frase é de um personagem de peça escrita pelo dramaturgo Hanns Johst. Tanto faz, é mais farinha do mesmo saco, já que se tratava de um adepto do nazismo. Ou simpatizante, como se tentou minimizar.

E, citação por citação, professor Afronsius optou, por supuesto, por Martin Luther King:

- Não se honra a cultura comemorando o genocídio.

ENQUANTO ISSO…

16 julho (1)

Enviado por babbocamargo, 14/07/14 8:49:44 PM

O possível legado da Copa. Depois de ouvir a declaração de Beronha (“Legado? Claro. Ainda tô com uma baita ressaca…”), professor Afronsius decidiu consultar outras pessoas e bisbilhotar textos de sua biblioteca. Antes, porém, tomou a liberdade de adaptar um aforismo bastante conhecido:

- A educação de um povo não se mede apenas pelo estado de conservação dos banheiros públicos. Basta ver os estádios em dia de jogo.

Isto posto, foi em frente.

- Neném Prancha: jogador de futebol tem que ser que nem sorveteria: ter muitas qualidades.

Ainda de Neném Prancha:

- O futebol é simples; o difícil é querer jogar bonito. Jogador é o Didi, ele joga bola como quem chupa laranja.

De um certo Pelé:

- O segredo do grande jogador é jogar com entusiasmo e, sobretudo, pensar cada jogada antes da bola chegar aos pés. O importante, portanto, não é ver a jogada, mas antever.

Maurice Baquet, ator e violoncelista:

- A automação dos gestos é absolutamente indispensável. O jogador deve ser capaz de driblar e tocar a bola sem olhar para o chão, deixando os olhos livres para ler o jogo.

- Como ensinou Gandhi, não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.

- Freud tem razão: o pensamento é o ensaio da ação.

- Da Vinci: quem pensa pouco, erra muito.

- Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças. Darwin.

ENQUANTO ISSO...

15 julho (1)

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