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Enviado por babbocamargo, 30/09/14 8:06:52 PM

Já tinham cantado a bola. O futebol americano vem aí. E, agora, sabe-se que a NFL (National Football League), por dentro do crescimento do esporte entre os brasileiros, prepara-se para o desembarque.

Deu no Zero Hora, por exemplo, que a NFL, “de olho no mercado verde e amarelo”, já divulgou no Facebook oficial uma propaganda do Game Pass (pacote para ver os jogos pela internet) com uma bandeira do Brasil. E estuda colocar um jogo de pré-temporada em gramado brasileiro.

“O crescimento na venda de produtos e do próprio Game Pass são indicativos para a liga que os brasileiros estão se apaixonando a cada temporada pelo esporte. Não é grande risco assegurar que ações da NFL no Brasil estão próximas”, como sublinhou Wendell Ferreira, integrante da editoria online de esportes do jornal gaúcho e, declaradamente, “apaixonado — cada vez mais — pelos esportes americanos”.

Diante da possível polêmica (há quem insista que se trata de “um esporte de colonizado”, ao contrário do nosso futebol), os fãs do futebol americano não deixam por menos. Perguntam quem, afinal, trouxe a primeira bola de futebol para o Brasil? E respondem: um certo Charles Miller, em 1894, e que se tornou pai do (nosso) futebol. E, então, tratado como o rude esporte bretão.

De qualquer forma, como não cabe mais xenofobia nos esportes, um choque de organização e competência não deixa de ser bem-vindo.

ENQUANTO ISSO…

1 outubro

 

 

Enviado por babbocamargo, 29/09/14 9:27:02 PM

Um filme puxa outro. Comentando Cidadão Kane, de Orson Welles, professor Afronsius, depois de elogiar a participação de Joseph Cotten, chegou a uma outra produção deveras interessante, O Mundo em 2020 (Soylent Green), 1973, dirigido por Richard Fleischer.

Joseph Cotten faz o papel de Simonson, enquanto Charlton Heston e Edward G. Robinson encabeçam o elenco.

O tal tablete verde

Diante do interesse de Natureza Morta e do Beronha, o vizinho de cerca (viva) da mansão da Vila Piroquinha contou que, em 2022, o mundo já não é mais o mesmo. Pelo menos para a maioria. Casa grande e senzala. É que o efeito estufa foi arrasador. Em Nova Iorque, 40 milhões de habitantes enfrentam um calor dos infernos. Os ricos, no entanto, vivem em condomínios de luxo.

Mas a comida está virando mais do que um luxo. Um vidro de geleia de morango chega a custar 150 dólares. Aí, um milionário, William R. Simonson (Joseph Cotten), é assassinado. Estranho, morreu sem esboçar a menor reação. Entra em cena o detetive Robert Thorn (Charlton Heston), que constata algo de arrepiar o cabelo.

É que, para alimentar os excluídos, há distribuição de tabletes verdes, os soylente Green, inicialmente produzidos a partir de algas. Mas, e agora dá para contar o fim do filme, com o acréscimo de alucinógenos e, substancialmente, com carne humana. Ou seja, os mortos alimentavam, literalmente, os vivos. O filme foi baseado no romance de Harry Harrison, Soylente Green. E foi o último filme de Edward G. Robinson, magistral ator.

Beronha, com fome, bate em retirada:

- Vou saborear um honesto espetinho de gato.

ENQUANTO ISSO…

30 setembro (1)

 

 

Enviado por babbocamargo, 28/09/14 8:41:04 PM

Pocotó, pocotó, pocotó… E chega mais um emissário (a cavalo) com mensagem do historiador Carlos Solera e de Eleni Cássia Vieira, do Projeto Tropeiro Brasil:

- Definida a data para Seminário Internacional do Tropeirismo em Ibatiba – Espírito Santo.

Eles participaram como palestrantes do Seminário de Turismo Rural em São Mateus, região leste capixaba, e continuaram em marcha até Ibatiba, Capital Estadual do Tropeirismo – município que faz parte do circuito turístico do Caparaó Capixaba.

Na semana passada, no IFES – Instituto Federal do Espírito Santo – Campus Ibatiba -, ficou definida a semana de 22 de maio de 2015 para a realização do evento.

Dá-lhe, turismo rural

Do encontro participaram, entre outros convidados, Marco Grillo – assessor especial e representante da Secretaria do Estado de Turismo do ES; Flávio E. Pena – diretor do IFES/Ibatiba; Adaucy e Érika, da coordenação do Núcleo Incubador do IFES, associados da GETURI (Grupo de Empresários do Turismo Rural de Ibatiba), mais Rosângela, Vó Rosinha, Laerte e Cristiano, também representantes da vizinha cidade de Iúna; prefeito José Alcure, de Ibatiba, e secretários municipais Marcos (turismo) e Sonia (ação Social), o vereador Jorcy Sangi, representando a Câmara, professor Plínio, professor de Historia-IFES, empresários do comércio e representantes do Jeep Clube de Ibatiba e do jornal A Notícia do Caparaó.

Nova reunião deverá acontecer dia 26 de novembro, para a elaboração de temas, formato e proposições. E, assim, o estado do Espírito Santo entrará definitivamente no mapa do tropeirismo nacional e internacional.

ENQUANTO ISSO…

29 setembro (1)

Enviado por babbocamargo, 27/09/14 9:08:12 PM

Não é fácil. Mais uma campanha eleitoral e a enxurrada de candidatos que prometem mundos e fundos. O problema, também, é a contrapartida (do eleitor) que ainda deixa muito a desejar. Se o time vai mal, a culpa não é da torcida.

Mas, voltando ao desempenho do time, um exemplo: meses depois da posse de um certo presidente, havia quem lamentasse seu voto. “Ele prometeu mudanças, mas minha vida não mudou um tiquinho sequer”.

Pois é, parece que o eleitor votou num presidente só para ele, eleitor. O resto que se dane.

Ainda da mesma eleição: quando saiu o resultado, um cabôco, falando com o dom da verdade, garantiu para todos os presentes, no Bar VIP da Vila Piroquinha:

- Ganhou, mas não vai assumir. Tem 1.500 soldados (sic) prontos para impedir a sua posse.

No dia 1º de janeiro de 2003, porém, Lula, o Sapo Barbudo, como dizia doutor Leonel Brizola, era empossado na presidência.

Com todas as honras de praxe, inclusive as militares.

Um cipoal de candidatos

Em outra campanha eleitoral, mais recente, um eleitor lamentava antes de ir às urnas:

- Tem tanto candidato que eu não sei em quem votar.

Para encerrar, um registro: no livro Futebol Político, de Egídio Serpa, primeira edição, Fortaleza – Ceará, 1976, temos à página 153 um diálogo. O candidato a vereador conversando com um amigo, ao telefone:

- E como vai a campanha? Já tem slogan?

- Tenho. Veja só: Se eu estiver dormindo, não me acorde. Pra vereador, vote no Lorde, que tal?

E, na época de Arena x MDB, era voz corrente:

- Onde a Arena vai mal, mais um time no Nacional. E o campeonato inchava, transbordava – o que transbordava não era qualidade.

Muita gente aplaudia. Principalmente os cartolas.

Depois de 20 anos cassado em seus direitos de cidadão, sem direito ao voto, Natureza Morta não abre mão do jogo democrático. Agora, com o voto biométrico.

ENQUANTO ISSO…

28 setembro (1)

 

Enviado por babbocamargo, 26/09/14 1:03:05 PM

- Sabe com quem está falando?

No país do carteiraço, ainda é possível ouvir a frase proferida de maneira dura, proferida para intimidar. E a coisa vai muito além, principalmente na publicidade. Não basta mais anunciar uma liquidação como queima de estoque, tem que ser uma super queima de estoque.

Mesmo o circo mambembe chega a cidadezinhas do interior anunciando o maior espetáculo da terra. Pobre do Cirque de Soleil.

Vai daí que, do recomendável restaurante Santa Gula, passamos a ter Santa Cura, farmácia.

E foi assim que, matutando com seus botões, professor Afronsius topou com um banner todo amarelo com letras garrafais (garrafais? Oba! Comemorou Beronha) em vermelho:

Estava lá, em ponto em ponto de fácil visualização, uma placa de considerável tamanho:

- Seja primeiro mundo!

Limpeza de fossas e valetas

                   USA

Ubaldino Salmeleque Arcanjo

A conferir a eficiência do serviço.

ENQUANTO ISSO…

27 setembro

 

Enviado por babbocamargo, 24/09/14 8:33:01 PM

Por nossas bandas, até virou nome de relojoaria. Big Ben, com direito ao jingle “preço igual ninguém tem”. Já em Londres, não poucos turistas topam com a Tower Clock e festejam: é o Big Ben!

Aí, o guia trata de explicar:

- Big Ben não é o relógio, mas o nome do sino. Foi instalado em 1859, no Palácio de Westminster. O ministro de Obras Públicas era Sir Benjamin Hall. Como se tratava de um cabôco alto e encorpado, levava o apelido de Big Ben.

De qualquer modo, o Great Bell é pesadão: pouco mais de 13 toneladas (13.760 quilos), com diâmetro de 2,74 metros e 2,39 metros de altura, conforme especificação do fabricante, Whitechapel.

No processo de fundição, o metal em fusão levou 20 minutos para preencher o molde; já a solidificação no molde demorou 20 dias. Foi transportado da fábrica até o Parlamento em uma carruagem puxada por 16 cavalos. Tocou pela primeira vez na torre no dia 31 de maio de 1859.

Desde 31 de dezembro de 1923, a BBC transmite todos os dias as badaladas do sino.

Em 12 de setembro de 2012, o nome da torre e do relógio passou a ser Elizabeth Tower, em homenagem à rainha Elizabeth II – pelos seus 60 anos de reinado.

ENQUANTO ISSO…

25 setembro

Enviado por babbocamargo, 23/09/14 8:15:05 PM

Não que seja um sujeito irascível (ou irrascível, como insiste o Beronha), mas professor Afronsius anda com o sapato cheio. Culpa do celular. Principalmente agora, quando alguns candidatos resolveram disparar mensagens pedindo voto.

- Na semana passada, depois de jogar na Mega-Sena (acumulada), pedi para o dono da minha lotérica preferida, a Lotérica Arriscar é Preciso, que me avisasse em caso de um prêmio sair para Curitiba. No dia do sorteio, quinze minutos depois do dito cujo, eis que recebo uma mensagem. Opa! Numa dessas acertei na mosca! Nada disso, era a tal súplica por um voto…

Do celular ao notebook

Vai daí que o professor Afronsius pretende ir a Foz do Iguaçu. Especialmente para participar da 7ª edição do Torneio Sul-Americano de Arremesso de Celular. Não tanto pelos prêmios (mais de R$ 20 mil) e uma viagem para Porto Seguro, Bahia, com direito a acompanhante, mas pela satisfação de lançar bem longe o dito cujo.

O torneio será realizado na Vila A, no Gramadão de Itaipu, no próximo dia 28.

Em tempo: o candidato (agora, no caso, candidato aos prêmios) poderá arremessar o aparelho velho, mas, se assim o quiser, poderá lançar celulares que ainda funcionam. A competição, que pretende conscientizar os cabôcos sobre a correta destinação final dos resíduos eletrônicos, conseguiu recolher, em seis edições, 1.503 celulares.

- Ainda é pouco. Espero mais, muito mais – lamentou professor Afronsius.

Em tempo II: além do Torneio de Arremesso de Celular, teremos o Mundial de Arremesso de Notebook e o Mutirão de Coleta de Resíduos Eletrônicos.

Ao comentar a feliz iniciativa da Itaipu, Natureza Morta, pensando nos chatos que pululam no Bar VIP da Vila Piroquinha, sugeriu a realização do Torneio (pelo menos sul-brasileiro) de Arremesso de Malas no distinto estabelecimento, sob a batuta de Rosbife, o feliz proprietário.

Beronha, nosso anti-herói de plantão, matutou, matutou e não aprovou a ideia.

- Como não tenho muita sorte, posso ser sorteado o mala inicial

ENQUANTO ISSO…

24 setembro

 

Enviado por babbocamargo, 22/09/14 8:34:35 PM

Fim de semana desastroso para os times de Curitiba no Brasileirão, a rodada serviu, pelo menos, para dar mais corpo ao repertório de xingamentos da torcida. Contra a arbitragem, por supuesto, e alguns cabeças de bagre. Além do grito facínora!, Natureza Morta anotou as seguintes pérolas ouvidas no Bar VIP da Vila Piroquinha, nem todas, é verdade, realmente ofensivas:

- Eunuco!

- Quadrilheiro!

- Engazopador!

- Apóstata!

- Rastaquera!

- Nefelibata!

- Biltre!

- Nefrita!

- Apedeuta!

- Inculto!

- Sacripanta!

- Pimpolho!

- Nefando!

- Esculápio!

- Eunuco!

- Nhunho!

- Proxeneta!

- Animus furandi!

- Alpinista social!

Beronha, nosso anti-herói de plantão, que também acompanhou os jogos de sábado e domingo, já anunciou:

- Como futebol é cultura, na próxima rodada vou levar, além da figa da sorte, um dicionário. Para ver se eu concordo e assino em baixo. Afinal, pareço ser, mas não sou um apatossauro qualquer…

ENQUANTO ISSO…

23 setembro

 

Enviado por babbocamargo, 21/09/14 8:13:48 PM

O turista mal-informado chega a levar um susto e fica espantado ao visitar o Palácio de Versalhes. Não pelo luxo, ostentação, o ouro em profusão. É que, em um de seus imensos salões, encontra pinturas de abacaxi em cortinados e peças decorativas. Adornados com ouro puro.

- Contribuição brasileira – afirma o guia. O abacaxi, claro.

De fato, e a presença do nosso singelo abacaxi é desconcertante – remetendo de imediato às espalhafatosas imagens de Carmen Miranda.

Abacaxi de aluguel

Na França dos reinados de Luís XIV e Luís XV, o abacaxi, uma simples bromélia comestível de nome científico Ananás sativus, tornou-se o máximo de ostentação, símbolo de riqueza e poder. Tanto que, para esnobar outros nobres, o abacaxi de Luís XIV, passou a ser produto de aluguel. Isso mesmo, era alugado para abrilhantar banquetes e recepções de outros membros da nobreza. O centro das atenções. Porém, use e devolva.

O primeiro contato do rei Luís XIV com o abacaxi foi um tanto quanto catastrófico. Diante do exótico porque desconhecido fruto, sua alteza tratou de tascar uma dentada, ignorando a casca do dito cujo. Acabou lacerando os augustos beiços.

Já Luís XV (que viraria marca de cigarro no Brasil, séculos depois, coisa da Souza Cruz, anos 1950/60), dono da bola por conta do abacaxi, chegou a construir estufas perto de Paris para tê-lo à disposição.

E continuar humilhando o resto da realeza.

ENQUANTO ISSO…

22 setembro

 

Enviado por babbocamargo, 20/09/14 8:29:52 PM

Se o trabalho dignifica ou enobrece o homem, ainda paira uma dúvida razoável. Uma coisa, porém, é certa: há profissões que enganam à primeira vista. Caso do guia de turismo. Aparentemente, vive na flauta, recebendo para passear e rodar o mundo. Há que se ver, no entanto, o outro lado da moeda: aguentar turista não é fácil. Isso no Louvre ou no Museu do Olho, tanto faz.

Paris x Nova Iorque

De seus tempos de viajor, professor Afronsius anotou alguns disparatados comentários. Como o do cabôco que se perdeu em Paris ao tentar chegar por conta própria à estação do metrô. Resgatado, desancou, ofegante:

- Civilizada mesmo é Nova Iorque. As ruas não levam nomes complicados como Rue de Vaugirard e, pasmem, Rue Vasco de Gama! Nova Iorque usa números… qualquer um entende.

Ainda em Nova Iorque, após um passeio, retorno ao hotel, alguém lamenta e critica:

- Que fiasco! A Estátua da Liberdade me deixou frustrada. É pequenininha. Pensei que fosse maior que o Cristo Redentor…

O guia não resiste:

- A estátua mede 46,50 metros, 92,99 metros incluindo o pedestal. Já o Cristo Redentor tem 38 metros de altura, oito estão no pedestal e trinta na estátua. Agora, se você adicionar o Morro do Corcovado, com seus 710 metros de altura…

Cortina de celulares

Museu do Louvre. A tentativa de apreciar Mona Lisa. Com a calma que o momento e a circunstância exigem. Um matagal de celulares, máquinas fotográficas e outros bichos na frente.

Lá pelas tantas, ouve-se claramente:

- Nossa, o coitado do Leonardo dormiu no ponto! Esqueceu de pintar a sobrancelha da Gioconda! Que mancada lamentável…

Sobre a ausência de sobrancelhas, o guia tenta justificar, na saída: na época da Renascença, séculos XV e XVI, era costume raspar os pêlos do rosto. Essa é a explicação mais aceita, mas há outras, como a de que Leonardo, no retoque final, teria pincelado as sobrancelhas sobre a tinta já seca do rosto. E lá pelo século XVII, num trabalho de restauro, aplicaram um produto errado, que acabou dissolvendo aquele ponto da pintura. Quanto à suposição de que Mona Lisa seria um rapaz, vem uma breve aula de história:

- Com o tal enigmático sorriso, Mona Lisa foi inspirada em uma modelo de nome Lisa Gherardini, que começou a posar em 1503. O Brasil tinha 3 anos de descobrimento. A cidadã era a terceira esposa do mercador florentino Francesco Del Giocondo, 19 anos mais velho, segundo as más línguas. A Gioconda, La Joconde em francês.

Da sala para o banheiro

Leonardo da Vinci levou 4 anos executando o trabalho e jamais chegou a concluí-lo como desejava. É que Francesco Del Giocondo, impaciente com a demora, proibiu sua mulher de continuar posando – e deu o cano, não pagou o serviço. O quadro seria colocado numa sala, mas acabou num banheiro. Banheiro do rei francês Francisco I, que comprou pintura. Pagou o equivalente a 15,3 quilos de ouro.

A pintura, até onde foi possível ver, ao vivo e a cores, tem 77 centímetros de altura por 53 de largura.

De qualquer modo, é uma das grandes obras de arte produzidas graças ao mecenato.

- Mecenato? Era algum curso de desenho por correspondência?

Já na Pirâmide de Gizé, o guia chama a atenção de um jovem turista:

- Por favor, retire o modernoso chiclete que você amassou com os dedos e deixou grudado num bloco de calcário que tem 4.500 anos. Pelo menos.

Curitiba, Centro Cívico. O guia, coitado, é inquirido:

- Por que o Museu Oscar Niemeyer é chamado Museu do Olho, hein?

Daí a eterna afirmação de Beronha, nosso anti-herói de plantão:

- Nenhum tipo de trabalho nunca me atraiu. Além de chato, é altamente cansativo.

Já Natureza Morta segue à risca uma decisão tomada na primeira viagem ao exterior, numa excursão:

- Só viajo sozinho. E não abro o bico, nem a pau, Juvenal!

ENQUANTO ISSO…

21 setembro

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