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Ronrono

Enviado por Bruna Covacci, 14/10/16 6:33:33 PM

Uma cliente da loja PetSmart da cidade de Raleigh, estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, compartilhou recentemente um tweet mostrando uma linda gatinha vestindo uma blusa feita de meia e dá pra entender por que ela fez isso quando a gente vê a foto:

“Estou na loja e eles acharam uma gatinha na tempestade e a vestiram com uma blusinha”, escreveu a cliente em seu tweet, que já foi compartilhado mais de 64 mil vezes e curtido por mais de 113 mil pessoas. A gatinha foi resgatada do Furacão Matthew e a cliente, chamada Sarah, reparou nela depois de ouvir uma família perguntando sobre adotar um novo gato. Uma assistente trouxe, então, a pequena filhotinha, enrolada numa blusinha feita de uma meia, e é claro que foi amor à primeira vista e a família imediatamente aceitou adotar a gatinha.

Essa sortuda gatinha de três ou quatro semanas de vida foi salva do Furacão Matthew na Carolina do Norte, EUA.

 

Enviado por Bruna Covacci, 10/10/16 3:25:32 PM
Nutmeg em família. Foto: reprodução.

Nutmeg em família. Foto: reprodução.

Nutmeg foi adotado em 1990 por Liz e Ian Finlay, na Inglaterra. Na época, quando foi levado ao veterinário para tratar um abcesso no pescoço, a família ficou sabendo que o bichano já tinha, aproximadamente, cinco anos de idade.

Para comprovar que Nutmeg é o gato mais velho do mundo, Liz e Ian estão procurando os documentos que provam este tratamento. Mesmo que não seja possível comprovar a estimativa de cinco anos do veterinário na época, é provável que o médico tenha registrado que o bichano já era adulto em sua primeira consulta — ou seja, que já tinha dois anos. A hipótese lhe daria 28 anos, mais do que o suficiente para bater o atual campeão, Corduroy, de 26.

31 anos equivalem a 129 anos felinos. Com apenas três dentinhos na boca, Nutmeg gosta de comer frango assado com molho de carne e é fã do bife Felix Meaty, feito especialmente para os bichanos.

Enviado por Bruna Covacci, 06/10/16 11:45:10 AM
Modelo de máscara veneziana.

Modelo de máscara veneziana.

Os gatos são os únicos animais representados nas tradicionais máscaras carnavalescas venezianas. O motivo? Uma antiga lenda diz que um homem chinês chegou com seu gato à Veneza sem mais nada: nem móveis, nem dinheiro. O bichano auxiliou o homem a livrar todos os ratos de um palácio e tornou o seu dono rico, recompensado por um nobre morador da cidade.

Gatinho na sacada em Veneza.

Gatinho na sacada em Veneza.

Os bichanos eram escassos na região desde o século 14, época em que a peste negra devastou a Europa. O agente causador da doença era a bactéria Yersinia pestis, que começou contaminando marmotas na Ásia Central. As pulgas que picavam esses bichos mordiam também os mercadores que transitavam pela movimentada Rota da Seda, que ligava a Europa ao Extremo Oriente. A bactéria começou a contaminar os ratos europeus e fez a epidemia se alastrar rapidamente.

Gato gondoleiro, ilustração de um souvenir veneziano.

Gato gondoleiro, ilustração de um souvenir veneziano.

Os gatos seriam uma boa numa situação como essa, já que são predadores naturais dos ratos e ajudariam a controlar a disseminação da peste. O problema é que os felinos andavam em falta e ainda eram associados à bruxaria. Alguns chegaram a ir para a fogueira porque existia uma crendice de que eles eram encarnações de demônios.

Pela necessidade, no entanto, os venezianos chegaram ao ponto de ir até a região da Dalmácia para trazer um navio cheio de gatos. Eles não tinham outra tarefa a não ser a de caçar ratos e se transformou em símbolo de sorte. Atualmente, é impossível não notar os bichanos circulando entre as calles e ruelas mais tranquilas venezianas. É normal ver os bichanos nas janelas das casas, nas pequenas pontes entre os canais e até mesmo junto aos turistas nos restaurantes e bares em busca de alguma sobra de comida. Eles deixam a paisagem ainda mais bonita.

Enviado por Bruna Covacci, 24/08/16 4:14:32 PM

Thor vive na Bélgica e é um bichano da raça bengal, considerada descendente direta do leopardo asiático, que pode ser domesticada.

 

Com seus olhos verde esmeralda e uma pelagem perfeita – até mesmo sua barriga tem pintas, ele foi considerado nas redes sociais o felino perfeito.

 

E você, o que achou dele?

Enviado por Bruna Covacci, 19/08/16 12:02:28 PM

Maine Coon é uma a raça canadense de gatos domésticos. Conhecido como gatos gigantes, eles têm pelos sedosos e longos. Chegam a pesar até 12 quilos e atingem 1,20 metros de comprimento.

 

Além de tudo, são dóceis e carinhosos. Por ser um apaixonado pelos gatos da raça, o fotógrafo Robert Sijka fez uma série de fotos com gatos de cores, tamanhos e idade diferentes.

A primeira aparição dos bichanos foi em 1878 numa exposição de gatos.

 

Em 1895 um Maine Coon ganhou o prêmio de Best of the Best (Melhor gato da exposição) e a raça continuou acumulando prêmios e honras até que o Persa ganhou o favoritismo. Nos anos 50 começou a ser declarada como extinta, erroneamente.

Enviado por Bruna Covacci, 15/08/16 5:43:24 PM

O Havaí tem uma parada obrigatória para quem gosta dos bichanos, o Lanai Cat Sanctuary. Pessoas do mundo todo visitam o santuário que abriga, aproximadamente, 500 gatinhos. Quem passa pro lá pode ficar o tempo que quiser, brincando e fazendo carinho nos moradores da ilha.

O Lanai Cat Sanctuary tem 25 mil metros quadrados e, como os gatos não estão confinados em espaços determinados, eles podem explorar toda a propriedade, sendo livres do jeitinho que mais gostam de viver.

 

Quem se apaixonar por um felino pode adotá-lo. Se os gatinhos não arranjarem um lar, podem viver a vida inteira no santuário.

Enviado por Bruna Covacci, 08/08/16 11:11:21 AM
Gato enfermo. Foto: Pixabay.

Gato enfermo. Foto: Pixabay.

O alerta veio da Unidade de Vigilância de Zoonoses de Curitiba: desde 2014 há um aumento significativo de casos de esporotricose felina na cidade, em especial na Cidade Industrial de Curitiba, onde foram diagnosticados 52 bichanos nos últimos dois anos. De acordo com Ana Paula Mafra Poleto, veterinária da unidade de vigilância de zoonoses de Curitiba, a enfermidade é fúngica e contraída no ambiente, tanto que, antigamente, ela era chamada de doença do jardineiro.

O comportamento de caçador é o maior inimigo do gato nesse caso. “A contaminação ocorre no contato das garras do animal com locais com a presença do fungo, como cascas de árvores para arranhar e o solo para enterrar as fezes”, explica. Com o fungo instalado, o felino transmite a doença através de arranhões, mordidas e contato direto com a pele lesionada. A doença pode atingir o sistema linfático e até ser mortal para o gato que vai ficando debilitado aos poucos. Já nos seres humanos ela pode provocar lesões gravíssimas na pele.

Gatos que têm acesso à rua têm risco de contaminação. Uma forma de evitar a doença é a castração, que torna os animais mais caseiros, assim como proibir que os felinos saiam de casa. Se o animal estiver contaminado é importante o ser humano só manuseá-lo com luvas e sempre lavar as mãos. E procurar um veterinário e um médico.

Não existe vacina contra a doença. O tratamento é por meio de antifúngicos orais e costuma ser longo. De acordo com Ana Paula, feridas profundas que não cicatrizam devem ser observadas e são o principal sintoma da doença.

 

 

Enviado por Bruna Covacci, 08/08/16 10:08:13 AM

Se você já tentou usar o tradicional “PSS-PSS-PSS” para chamar um gato quando estava fora do Brasil deve ter percebido que nem sempre eles reagem, não é? Aparentemente, os bichanos estão acostumados a atender por sons diferentes, dependendo da região em que vivem.

Na Ucrânia: "Kets-Kets-Kets".

Na Ucrânia: “Keets-Keets-Keets”.

De acordo com uma coletânea feita pelo site Bored Panda, na Inglaterra eles dizem “CHH-chh-chh”, enquanto em Israel o som é semelhante com o brasileiro, embora seja mais comedido, com “ps-ps-ps”. Na Índia ele é o mais literal possível, com “miau-miau” e na China “miao-miao-miao”.

Na China "Miao-Miao-Miao".

Na China “Miao-Miao-Miao”.

A seguir, confira a galeria com outras formas de chamar os bichanos:

Enviado por Bruna Covacci, 02/08/16 4:49:10 PM

Alguns apreciadores de whisky conhecem minuciosamente o processo de produção da bebida. Saber como a cevada é cultivada e trabalhada, assim como de onde vem a madeira dos barris e onde o destilado ganha corpo, cor e sabor através do tempo enriquece o processo de degustação. Mas para garantir a sobrevida da cevada que vai se tornar a bebida favorita de muita gente, não há muita tecnologia: é preciso contar com a destreza e o trabalho preciso de um gato.

A estocagem de cevada em uma destilaria atrai uma grande quantidade de roedores enquanto o mel atrai abelhas. A doçura do grão recentemente malteado é um elixir. Assim, as destilarias constantemente elegem um guardião felino como o expert em controle destes pequenos meliantes, que adoram se refestear nesta matéria-prima.

No caso da escocesa The Famous Grouse, Towser foi a responsável pelo sossego dos produtores por 24 anos. Ela chegou a eliminar oficialmente 28.899 mil, indo parar no Guiness Book como a melhor caçadora  do mundo. Quem visita a destilaria pode ver o busto de bronze que homenageia esta felina de longas madeixas caramelo, que não bebia em serviço.

Não se sabe ao certo o número das caças de Towser ao longo de sua vida, mas o Guiness Book fez um estudo usando uma amostragem das proezas da gata durante alguns dias e tirando a média final com o tempo que ela permaneceu na destilaria. Sendo assim, o número pode não ser preciso, mas pegar em média três roedores por dia não é para qualquer uma.

 

Enviado por Bruna Covacci, 19/07/16 10:00:23 AM

Esses são Blue, o irmão mais velho, e suas irmãs Meadow e Little Willow, uma família de três gatos cegos adotada por Catherine Magno.

A história desses gatinhos começa um pouco antes do Natal de 2014, quando eles foram encontrados em um depósito abandonado em Dubai, nos Emirados Árabes. Naquela época eles já tinham perdido a visão devido a uma gripe felina que não foi tratada por seus antigos donos.

Depois de serem resgatados, os irmãos foram viver em um abrigo temporário. Blue, o mais velho, quase foi adotado sozinho pelo vizinho de seu antigo dono. Mas o pobrezinho não conseguia viver sem suas irmãs e chorava a noite toda enquanto procurava por elas. Reunidos de volta no abrigo, os três acabaram sendo adotados definitivamente por Catherine em fevereiro de 2015.

Apesar de imaginar que teria um desafio difícil pela frente, a adaptação dos três foi rápida. E, exceto pelo fato de não enxergarem, eles não são diferentes de outros gatos.

 

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