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Sobretudo

Enviado por Luiz Claudio, 10/02/15 5:09:02 PM

A banda americana Alabama Shakes anunciou nesta terça (10/02) que lançará seu novo disco, “Sound & Color” no dia 21 de abril. Como amostra para os fãs, divulgou também um vídeo da música “Don’t Wanna Fight”, primeiro single de trabalho. Curta abaixo:

Enviado por Luiz Claudio, 06/02/15 7:01:54 PM

O músico e compositor uruguaio Jorge Drexler, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original com “Al otro lado del rio”, do filme “Diários de Motocicleta”, confirmou uma única apresentação em Curitiba. Será no dia 29 de março, no Vanilla Music Hall (Rua Mateus Leme, 3690 – Curitiba/PR). Um presente para Curitiba, já que a data marca o aniversário da cidade, mas não tem ligação com nenhuma programação oficial de comemoração.

Recentemente o irmão de Drexler, Daniel, se apresentou em Curitiba durante o lançamento do filme “A Linha Fria do Horizonte”, do diretor curitibano Luciano Coelho.

Veja abaixo o informe enviado pelo produtor Túlio Caio Moura, que confirmou o espetáculo mesmo antes dele ser incluído na programação oficial no site de Drexler, mas já confirmado pelo músico através do Face, como pode ser visto neste print:

Jorge Drexler dizendo um "oi" para Curitiba pelo Facebook

Jorge Drexler dizendo um “oi” para Curitiba pelo Facebook

GANHADOR DO OSCAR, O URUGUAIO JORGE DREXLER ANUNCIA ÚNICA APRESENTAÇÃO EM CURITIBA –

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O ganhador do Oscar de “Melhor Canção Original” pela música “Al Otro Lado Del Río”, que pertence ao filme “Diários de Motocicleta”, do brasileiro Walter Salles, o cantor uruguaio Jorge Drexler se apresenta pela primeira vez em Curitiba, no Vanilla Music Hall, no dia 29 de março. Além de Curitiba, ele se apresenta também em São Paulo, no dia 26 de março, no Teatro Bradesco e em Porto Alegre, no dia 27, no Bar Opinião. Sua última vez no Brasil foi em maio de 2013, com ingressos esgotados em 4 capitais brasileiras.

Jorge volta ao Brasil para trazer ao público as canções de seu último disco em estúdio, intitulado “Bailar En La Cueva” (2014), disco esse que teve participação de Caetano Veloso na faixa “Bolívia”. Essa será a primeira vez que o cantor irá se apresentar com a sua banda completa em território brasileiro. Além das músicas do novo CD, ele irá cantar todos os seus antigos sucessos.

Jorge Drexler, que além de médico formado e cantor, é compositor e teve suas músicas gravadas por artistas como Shakira, Mercedes Sosa, Omara Portuondo e por brasileiros como María Rita, Zélia Duncan e Paulinho Moska.

Os ingressos para a única apresentação do artista no Brasil começam a ser vendidos hoje, dia 6 de fevereiro, através do site da Ingresso Rápido e na loja VM.4 do Shopping Omar.

Serviço:

Jorge Drexler -­ Bailar En La Cueva Tour

Data: 29/03/2015

Local: Vanilla Music Hall (Rua Mateus Leme, 3690 – Curitiba/PR)

Horário: 20h30

Ingressos: www.ingressorapido.com.br e na Loja VM.4 – Shopping Omar

(TODOS COM 50% DE DESCONTO PARA MEIA-ENTRADA)

PISTA

Primeiro Lote: R$160,00 (Valor Inteira)
Segundo Lote: R$200,00 (Valor Inteira)

CAMAROTE

Primeiro Lote: R$260,00 (Valor Inteira)

Site oficial: www.jorgedrexler.com

Facebook: https://www.facebook.com/JorgeDrexlerOficial

———–

Saiba mais sobre Drexler:

O uruguaio Jorge Drexler começou a escrever músicas no ano de 1989, e logo em seguida,

no ano de 1992 lançou o seu primeiro disco, intitulado “La Luz Que Sabe Robar” e nesse

mesmo ano se formou em medicina na faculdade da República Oriental do Uruguai. Suas

composições foram gravadas por artistas como Shakira, Mercedes Sosa, Omara Portuondo e

por brasileiros como María Rita, Zélia Duncan e Paulinho Moska.

Em meados de 1989 lançou o seu segundo disco, intitulado “Radar”, esse disco encerrou a

sua etapa no Uruguai e a sua mudança para a Espanha ­ país onde vive até os dias de hoje,

foi lá onde ele gravou “Vaivén”, seu terceiro álbum em estudio, com participações de Joaquín

Sabina, Luis Eduardo Aute e Javier Álvarez…

Mas foi no ano de 2005 que Jorge Drexler ganhou mais notoriedade, ao receber o OSCAR

de “Melhor Canção Original” pela música “Del Otro Lado Del Río”, que pertence ao filme

“Diários de Motocicleta” do brasileiro Walter Salles. Essa foi a primeira música em espanhol

na história da premiação a receber o premio.

Jorge Drexler conseguiu, entre outros premios, 10 indicações aos “Latin Grammy Awards”, 3

indicações aos “Grammy Awards”, 2 indicações aos “MTV Latin Awards” e recebeu o “Premio

de La Música” na Espanha, “Premio Goya” pela melhor canção original por “Que El Soneto

Nos Tome Por Sorpresa”, além de disco de platina no Uruguai e discos de ouros na Espanha

e Argentina.

Suas músicas também foram incluidas em filmes como: “No Sos Vos, Soy Yo”, “Retrato de

Mujer con Hombre al Fondo”, “Las Razones de Mis Amigos”, “Antigua Vida Mía”, “Spoils Of

War”, “Cándida” e outros.

Depois de diversos shows com ingressos esgotados no país em 2013, Jorge Drexler volta ao

Brasil com a sua banda completa para uma única apresentação no Teatro Bradesco no dia

26 de março de 2015, as 21h00. No show ele irá cantar as faixas do seu último disco “Bailar

En La Cueva” (2014), que teve participação de Caetano Veloso na música “Bolívia”, além é

claro, dos seus grandes sucessos.

Enviado por Luiz Claudio, 06/02/15 5:24:48 PM

Protestos musicais tinham meio que sumido por uns tempos, mas agora voltam. Poderia argumentar que é o espírito do carnaval. No entanto, os ritmos não são carnavalescos. Primeiro foi uma versão de “Galopeira” para “homenagear” o governador Beto Richa (claro que com uma outra palavra, semelhante). Agora, o música Vadeco, que já cantou o “pau de selfie” como novo hit do verão (como vocês podem ver num post abaixo) faz uma homenagem ao escândalo abissal da Petrobras. Vejam aí as duas versões:

Primeiro a “homenagem” a Richa

Segundo, a “homenagem” a Petrobras

Enviado por Luiz Claudio, 30/01/15 10:25:22 PM

Na semana passada tive a oportunidade de assistir a shows e a mediar conversas com grandes músicos dentro da Oficina de Música de Curitiba. Foram quatro shows e conversas diferentes em quatro dias. Músicos de localizações, estilos e conceitos diferentes.

Primeiro foi Alegre Corrêa, com seu convidado Guinha Ramires, dois gaúchos que moram em Florianópolis e fazem música um som mais puxado para o jazz, mas com a influência marcante da música brasileira e da assim chamada worl music. Corrêa foi guitarrista da banda do jazzista Joe Zawinul e também tocou na Viena Art Orchestra. Na segunda noite foi Filó Machado e seu neto Felipe Machado, paulistas que tocam música brasileira banhada por outras influências sonoras. O avô tocou com nata da música brasileira, foi fundador dos Originais do Samba e tem músicas gravadas e/ou parcerias com Djavan, Aldir Blanc e Cacaso, entre outros. Na terceira noite, foi Tiganá Santana e Sebastian Notini, um baiano e um sueco que fazem música brasileira-africana-cancioneira deliciosa, com um violão especialmente desenvolvido por Tiganá para dar mais grave ao instrumento. Por fim, tudo terminou num baile de Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro, filho e pai que são tradição e novidade do Pará, com seus sons amazônicos dançantes.

Muitas histórias a cada dia que pretendo compartilhar com vocês aqui aos poucos. Por enquanto, vou mostrando um pouco do som de cada um, na ordem das apresentações em Curitiba:

Primeiro, Alegre Corrêa e Guinha Ramires, numa apresentação no Sofar em Florianópolis, tocando a música Gondwana, que está na apresentação que trouxe a Curitiba:

Aqui Filó Machado e Felipe Machado, em espaço informal que não permite truques, tocando o clássico Take Five:

Na terceira noite,a participação especialíssima desta dupla que consegue fazer um som fino, elegante e encantado, Tiganá Santana e Sebastian Notini, tocando Elizabeth Noon:

Por fim, como disse, tudo acaba em baile juntando tradição e modernidade da música amazônica com Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro (como não achei um vídeo legal só com os dois, vai aí o clipe de Legal e Llegal, do primeiro disco, “Kitsch pop cult”):

Enviado por Luiz Claudio, 20/01/15 8:10:10 AM

O músico e produtor Vadeco entrou na onda do pau de selfie, a moda desse verão. Vadeco, que se iniciou nas artes musicais com a saudosa banda Vadeco e os Astronautas e hoje está em voo solo e produzindo para outros mais do que para si mesmo, misturou eletrônica com funk e bom humor para retratar o hit do verão.

Então, pega o pau de selfie do Vadeco:

Enviado por Luiz Claudio, 24/12/14 12:07:05 PM

(À maneira de um conto de Natal, SQN)

Carroca_Poty

Quando eu era uma pequena versão de mim mesmo e morava em uma pequena rua de uma então ainda pequena Curitiba, tinha um amigo que, apesar de também criança, trabalhava ajudando o irmão mais velho dele a transportar lenha com uma carroça. Isso implicava, é claro, em também ajudar a carregar e a descarregar a madeira. Um trabalho puxado para uma criança. Mas nós, os amiguinhos que jogávamos bola enquanto ele trabalhava, sentíamos um pingo de inveja quando tínhamos de parar o jogo para ele e o irmão passarem com a carroça pela rua que nos servia de estádio (hoje se diz Arena). Para nós, que não esfolávamos as mãos, não rasgávamos as calças e as camisas nem dormíamos com dor por causa do esforço, aquilo de ficar andando de carroça mais parecia uma aventura.

Por vezes, pegávamos carona na rabeira da carroça que passava, para breves deslocamentos. Uma vez, por alguma razão, o irmão dele não estava junto e Chico passou ele mesmo pilotando aquele bólido puxado por uma magnífica égua que não teria feito feio nos mais refinados jockeys clubs ingleses (era como eu fantasiava sobre a esquálida criatura). Ele me convidou para subir e, em vez de ir na rabeira, me aboletei no “cockpit”, para acompanhá-lo em uma entrega.

No meio do caminho de uma rua deserta, ele se empolgou e foi exigindo mais velocidade do puro sangue que nos puxava. Gritava “Vai! Vai!” e batia com as rédeas no lombo marrom do animal. Sentíamo-nos em Monza ou Interlagos, mais felizes do que pinto no lixo. Velocidade total e só faltava a narração do garoto do “taca-le pau!” para dar mais emoção. A carroça corcoveava ao passar pelos buracos da rua de terra e nós tínhamos de nos segurar no banco para não sermos expelidos daquela Ferrari de madeira. Gargalhávamos de felicidade.

Fomos assim pela eternidade de uns dois ou três quarteirões até chegarmos ao local da entrega, uma pacata padaria, que naquele tempo era enorme, com seu forno a lenha, que distribuía pães para toda a região. Porém, ao pararmos e olharmos para trás, vimos que a movimentação da carroça, aos socos, tinha feito mais da metade da carga cair pelo caminho.

Tivemos de voltar e buscar toda a lenha espalhada pelo chão, colocar de novo na carroça e depois descarregar tudo. Ali eu aprendi que o trabalho dele era muito mais duro e dolorido do que eu imaginava, mas isso não me impediu de continuar com aquela pontinha de inveja de alguém que tinha uma carroça para, além de trabalhar, se divertir, mesmo com algumas dores pelo corpo no fim do dia. Claro que é só porque eu não fazia isso todo dia.

Triste é que, depois que o irmão dele ficou sabendo da nossa “aventura”, deixou até de dar carona na rabeira, quando nos encontrava. Depois veio o progresso, asfaltaram a rua, eles venderam a égua e compraram um pequeno caminhãozinho e a vida nunca mais foi tão feliz quanto naquelas breves duas ou três quadras.

Enviado por Luiz Claudio, 01/12/14 3:57:48 PM

Divulgados todos os nomes indicados ao Troféu Gralha Azul de Teatro de 2014. Confira:

Trofeu_GRALHA-Azul

Teatro Guaíra divulga os indicados ao Troféu Gralha Azul – 35ª edição

Artistas paranaenses que se destacaram em 2014 concorrem ao Troféu Gralha Azul, premiação anual realizada em parceria com o Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado do Paraná (SATED), Sindicato dos Empresários e Produtores de Espetáculos e Diversões do Estado do Paraná (SEPED) e Teatro Guaíra. A entrega do prêmio será no dia 16 de dezembro às 20h30, no Guairinha, com entrada franca.

Nota de Esclarecimento – Troféu Gralha Azul
O Teatro Guaíra comunica que por equívoco do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão no Estado do Paraná – SATED, o ator Johnny Leal foi indicado erroneamente como ator Revelação no Prêmio Troféu Gralha Azul 2014. O SATED/PR, corrigiu a informação antes fornecida ao Teatro Guaíra, e, nesta, comunica que o referido ator não possui registro profissional no SATED/PR. Em respeito as regras do edital do Troféu Gralha Azul, o ator Johnny Leal foi desclassificado por estar com sua situação profissional irregular.
Em anexo o comunicado do SATED/PR.

Comissão Julgadora: Fernando Cardoso, Fernando Klug, Janaina Matter, Alitheia Silva, Loverci Ferreira, Daniel Valenzuela, Edson Bueno, Regina Razolinni. Wellington Silva, Cristovão de Oliveira, Jeff Bastos, Franklin de Albuquerque e Ricardo Westphalen

Indicados:

ESPETÁCULO
“DUAS CRIATURAS GRITANDO NO PALCO” do Grupo Cambutadefedapada
“ENTRE TANTOS CONTRATEMPOS” da Cia dos Palhaços
“AS MOCINHAS DA CIDADE” da Cia Máscaras de Teatro
“TCHEKHOV” da Ave lola Espaço de Criação
“PISCINA […]” da Zétola Atelier de artes

ESPETÁCULO PARA CRIANÇAS
“RAPUNZEL E MAIS ALGUMA HISTÓRIA CABELUDA” da Cia Regina Vogue
“MÚSICA DO PORTÃO PARA DENTRO – MPB PARA CRIANÇAS”
“BITA E OS ANIMAIS” da Cia Regina Vogue
“O CAMINHO DOS GIRASSÓIS” do Pé no Palco e Mataveri Cultural
“E SE FOSSE…” da Uma (Certa) Cia. Cênica

DIREÇÃO
JOÃO LUIZ FIANI por “As mocinhas da Cidade”
CÉSAR ALMEIDA por “Os dois amores de Colombina”
ANA ROSA TEZZA por “Tchekhov”
ÁLVARO BITTENCOURT por “Piscina […]”
RICARDO BEHRENS por “Entre tantos contratempos”
RAFAEL CAMARGO por “A curiosa história de…”
LYLIAN DE SOUZA por “Do cão Fez-se o dia”
GABRIEL GOROSITO por “Duas criaturas gritando no palco”

DIREÇÃO ESPETÁCULO PARA CRIANÇAS
MAURICIO VOGUE por “Rapunzel e mais alguma história cabeluda”
FÁTIMA ORTIZ por “O caminho dos girassóis”
MAURICIO VOGUE por “Bita e os animais”
TALITA NEVES por “E se fosse…”
MAURICIO VOGUE por “Música do portão pra dentro – MPB para crianças”

ATRIZ
MÁ RIBEIRO por “Bifes_1”
REGINA BASTOS por “Tchekhov”
NATHALIA LUIZ por “Entre tantos contratempos”
LUDMILA NASCARELLA por “À saída do teatro depois da apresentação de uma nova comédia”
FABIANE DE CEZARO por “Do cão Fez-se o dia”

ATOR
MARCELO RODRIGUES por “Tchekhov”
ALISSON DINIZ por “As mocinhas da Cidade”
LUIZ PAZELLO por “Piscina […]”
FELIPE SARRAFO por “Entre tantos contratempos”
VAL SALLES por “Tchekhov”

ATRIZ COADJUVANTE
TACIANE VIEIRA por “Música do portão pra dentro – MPB para crianças”
LILIAN MARCHIORI por “Música do portão pra dentro – MPB para crianças”
ELIANE CAMPELLI por “O beijo no asfalto”
INGRID BOZZA por “Receita de Curitibana”
JANA MUNDANA por “Rapunzel e mais alguma história cabeluda”
“INGRID BOZZA por “As mocinhas da Cidade”
ELIANE CAMPELLI por “Só (a) você”

ATOR COADJUVANTE
ELIEZER VANDER BROCK por “Entre tantos contratempos”
LUCAN VIEIRA por “E se fosse…”
WELLINGTON SILVA por “O beijo no asfalto”
SIDY CORREA por “Duas Criaturas gritando no palco”
SÁVIO MALHEIROS “E se fosse…”

REVELAÇÃO
GABRIEL COMICHOLI por “Satyricon Delírio”
MÁRCIO MATOS por “As Richas”
ALEXANDRA SCOTTI por “Música do portão pra dentro – MPB para crianças”
LARISSA MARTINS por “Receita de Curitibana”

ILUMINAÇÃO
FERNANDO DOURADO por “A curiosa história de…”
RODRIGO ZIOLKOWSKI por “Tchekhov”
WAGNER CORRÊA por “Morada”
WAGNER CORRÊA por “Marlon Brando, Whiskey, Zumbis e Outros Apocalipses”
BETO BRUEL por “Duas criaturas gritando no palco”

SONOPLASTIA
ROSY GRECA por “O Caminho dos Girassóis”
MATEUS FERRARI e JEAN- JACQUES LEMÊTRE por “Tchekhov”
CANDIÊ MARQUES E DORIANE CONCEIÇÃO por “Entre tantos contratempos”
PAULO BISCAIA por “Marlon Brando, Whiskey, Zumbis e Outros Apocalipses”
THIAGO LIMA por “Tumba de Cães”
L.P DANIEL por “A curiosa história de…”

FIGURINO
FELIPE CUSTÓDIO por “ E se fosse…”
CRISTINE CONDE por “Tchekhov”
PAULO VINICIUS por “A curiosa historia de…”
FELIPE CUSTÓDIO por “Bita e os Animais”
PAULO VINICIUS por “Música do portão pra dentro – MPB para crianças”

CENÁRIO
AORELIO DOMINGUES por “Entre tantos contratempos”
GUENIA LEMOS por “Marlon Brando, Whiskey, Zumbis e Outros Apocalipses”
FELIPE GUERRA por “Tchekhov”
RONALD LIMA por “À saída do teatro depois da apresentação de uma nova comédia”
GUENIA LEMOS por “Amorfo”
ENÉAS LOUR por “As Feras”
CLEVERSON OLIVEIRA por “A curiosa história de…”

TEXTO ORIGINAL E/OU ADAPTADO
FÁTIMA ORTIZ por “O caminho dos girassóis”
RHENAN QUEIROZ por “Música do portão pra dentro – MPB para crianças”
JOÃO LUIZ FIANI por “As mocinhas da cidade”
ANA ROSA TEZZA por “Tchekhov”
CÉSAR ALMEIDA por “À saída do teatro depois da apresentação de uma nova comédia”
MARCELO BOURSCHEID por “Do cão Fez-se o dia”

Enviado por Luiz Claudio, 26/11/14 4:34:35 PM

Da coluna Acordes Locais, publicada nesta quarta-feira (26/11) no Caderno G da Gazeta do Povo:

A Guerra da Cultura em Curitiba

O caro e raro leitor talvez não saiba, mas está ocorrendo uma guerra cultural em Curitiba. Neste fim de 2014, um grupo de artistas e produtores reuniu-se sob o nome de Frente Acorda Cultura Curitiba e lançou um manifesto com críticas à gestão cultural da cidade e pedindo uma audiência pública com o prefeito Gustavo Fruet. A partir daí foram várias batalhas deflagradas. A Fundação Cultural de Curitiba respondeu em nota oficial, o presidente da FCC, Marcos Cordiolli, um dos alvos das críticas, deu uma entrevista a esta Gazeta defendendo-se e admitindo que “superestimou sua capacidade de ação”. A Frente fez uma nova investida e rebateu alguns pontos da entrevista. Quem quiser se aprofundar ver aqui abaixo, neste blog Sobretudo, para acessar os vários capítulos da história toda.

Não tenho espaço aqui para explicar tudo o que está acontecendo, mas faço algumas reflexões sobre o “momento cultural” de Curitiba e desde já apoio integralmente o pedido para que haja uma audiência pública entre o prefeito Gustavo Fruet e a Frente Acorda Cultura Curitiba, o quanto antes para que se inicie uma “conferência de paz” e sejam assumidos compromissos reais pautadas pelas necessidades e reivindicações dos artistas e produtores culturais da cidade.

Aproveito para apontar alguns problemas que o público não conhece.

Fachada do Conservatório de Música Brasileira de Curitiba - Foto de Felipe Rosa

Fachada do Conservatório de Música Brasileira de Curitiba – Foto de Felipe Rosa

Pagamentos atrasados – Os profissionais dos grupos estáveis das áreas de música do município, que recebem seus pagamento através do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac – uma organização social que executa as políticas para a área de música da cidade), estão há três meses sem receber seus vencimentos. O Icac hoje administra a Camerata Antiqua de Curitiba e os seus desdobramentos em Coro e Orquestra, o Conservatório de Música Popular Brasileira de Curitiba, a Orquestra À Base de Sopro, a Orquestra À Base de Corda, o Vocal Brasileirão e o Coral Brasileirinho, além de todas as atividades realizadas por esses grupos. Também é o responsável pelas séries Terça Brasileira no Paiol e Domingo Onze e Meia.

Sem papel higiênico – Algumas unidades da Fundação Cultural de Curitiba não estão recebendo suprimentos como material de limpeza e até papel higiênico. Nestas unidades os próprios funcionários fazem uma “vaquinha” para comprar o que precisam.

Diagnóstico incompleto e irreal? – Em sua entrevista para a Gazeta do Povo, o presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Marcos Cordiolli afirmou: “Quando assumimos a FCC recebemos um diagnóstico incompleto e irreal sobre vários aspectos da gestão. Isso nos levou a superdimensionar nossas capacidades de atuação. Se há um mea culpa que wwwemos fazer é o de que superestimamos nossa capacidade de realização em função das dificuldades que de fato encontramos.”

A afirmação é contestada pelos funcionários da Fundação Cultural que participaram da elaboração dos relatórios de diagnósticos de todas as áreas da FCC. Segundo eles, não seria de interesse dos próprios funcionários esconder a situação precária em que já viviam (há que se reconhecer que o desinteresse dos prefeitos pela gestão cultural de Curitiba não vem de agora). Os problemas foram expostos nos relatórios que, ou não foram lidos pelo atual presidente da FCC, ou, se lidos, a esses não foi dada a wwwida atenção.

Cultura não é evento – Cultura é um processo, não um evento. A cultura não é eventual, é feita e vivida diariamente e não só por artistas. Precisa fluir constante como um rio. Se há seca, o rio mingua e a água deixa de aparecer na torneira. Se o caro e raro leitor está lendo este jornal agora, seja no papel ou pela internet, esse é um processo cultural que o distingue de quem não o lê (aqui, sem julgamento de valores, por favor, apenas explicando o processo).

Quando um artista se apresenta ao público, está mostrando o resultado de um processo que se inicia muito antes. O público que convive com o ato ou o produto final está ele próprio a consumir e a fazer e reproduzir cultura. Quando se vai ao teatro, se lê um livro, ou escuta um disco, ou vai a um bar conversar com amigos, quando estamos no local de trabalho, quando nos vestimos, quando fazemos sexo, quando pegamos o ônibus ou o carro, tudo isso é um processo cultural.

O artista pode ser (não necessariamente, mas quase sempre) um tradutor, explicador, reprodutor, ou contestador desse processo.

Mas isso tudo é filosofia de botequim. O que interessa na discussão sobre a cultura de Curitiba é menos quem tem razão, do que a própria discussão. Estava tudo muito parado nesta cidade (como me disse um poeta na abertura da Litercultura). Portanto, espero que a reflexão leve a alguma atitude e não deixe tudo como está. Para isso, é fundamental que o prefeito Gustavo Fruet se mexa, faça alguma coisa, começando por receber os representantes da Frente Acorda Cultura Curitiba e junto com eles elabore mais do que só promessas.

Enviado por Luiz Claudio, 26/11/14 3:51:12 PM

Programação lítero-cultural no TUC está agitada neste fim de semana.

Na sexta, as tradutoras tomam conta do espaço.

No sábado, será a vez dos Malocabillys. Confira:

tradutoras_Cutucando

Cutucando_MalocaBilly

Tem mais alguma sugestão de programa cultural para o fim de semana? Coloca aí:

Enviado por Luiz Claudio, 25/11/14 1:21:23 PM

O músico Daio Baroni

O músico Daio Baroni

O músico e compositor Daio Baroni, veterano na cena muscal de Curitiba, está produzindo só agora o seu segundo disco, que levará o nome de Tempo Bom. Desde 1988 ele mostra seu talento que mistura música brasileira com um quê de pop. Seu primeiro disco, chamado Boneca de Pano, foi lançado em 1998. O nome refere-se a uma composição e também a um grupo musical formado por ele, um quinteto.

Nesta sexta-feira, Daio Baroni vai apresentar as composições de seu novo trabalho no show Tempo Bom, com entrada gratuita, no Sesc Água Verde.

Serviço
Show Tempo Bom, com Daio Baroni e banda
Dia 28/11 Sexta – 20 h
Local: Sesc Agua Verde-Av, República Argentina,944
Entrada franca

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