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Enviado por Luiz Claudio, 29/10/14 10:49:51 AM

Começou mais um Breakout Brasil, programa musical do Canal Sony que escolhe e premia talentos musicais. Neste ano foram mais de 6 mil inscrições de todo o país e apenas 12 grupos foram selecionados para o programa em si.

Funciona no formato reality show, em que os participantes passam por desafios musicais e disputam um contrato de gravação pela poderosa Sony Music. Entre os 12 participantes deste ano estão dois representantes do Paraná, a banda Retrosense, de Maringá, e o Donna Duo, que reúne as cantoras e compositoras Dani Zan, também de Maringá (e Curitiba), e Naíra Motta, de Porto Alegre.

Reprodução de videoclipe da banda ParanoiKa

Reprodução de videoclipe da banda ParanoiKa

Retrosense faz um rock deliciosamente juvenil, com várias vertentes, que passam, como eles mesmo descrevem, por influências tão diversas como Guns N’ Roses, Paramore, The Beatles, Linkin Park, Roxette, Rosa de Saron, The Cranberries.

Já o Donna Duo vai do pop ao samba, passando pela milonga e a MPB. De presença forte pela beleza e pelas vozes e arranjos criativos, as duas casam muito bem o baixo ao mesmo tempo rítmico e melódico suingado de Naíra com a voz potente e guitarra/violão encorpados de Dani.

Esta é a segunda edição do Breakout. No ano passado, a banda paranaense ParanoiKa chegou até a final e deveria ter vencido – caso houvesse justiça em reality shows. Mas foi uma experiência interessante e bem aproveitada por Cesinha Mattos e Karla Hill. Depois disso, eles fizeram vários shows pelo país e também uma excursão breve pela Holanda, de onde voltaram ainda mais cheios de ideias e com um clipe gravado e um disco em andamento, que deve ser lançado no ano que vem.

Pedi para os “paranoiKos” contarem um pouco do novo trabalho, da sua experiência com o programa Breakout Brasil e, como “irmãos experientes”, darem alguns conselhos ao Retrosense e ao Donna Duo. Então lá vai:

Sobre o novo álbum

“A ParanoiKa está em processo de produção do seu segundo CD e dessa vez com mais experimentações. Estamos preparando tanto canções com ‘veia pop como outras mais ‘cabeludas’, em que entra mais o lado experimental. Uma novidade é que teremos mais composições em parceria (no primeiro CD, Cesinha Mattos compôs a maioria). É um diferencial bacana, pois vai diversificar tanto no estilo de letra como nas melodias, incrementando mais a nossa proposta de som. A maioria das músicas será em inglês porém terão músicas em português também.

Um dos diferenciais desse trabalho é que o público irá perceber com mais intensidade aquela pegada eletrônica que já havia no primeiro CD. Dessa vez serão oito sintetizadores diferentes usados na produção (no primeiro disco, foi somente um), o que com certeza trará uma cara nova e arranjos mais sagazes ao trabalho.

Uma das músicas desse novo disco teve um experimento curioso na sua concepção. Fizemos o clipe antes de compor a música. Com imagens captadas na nossa tour pela Holanda, Cesinha editou um roadmovie que serviu de inspiração para a composição da letra e da música. Ficou muito bacana o resultado e lançaremos o vídeo antes do disco.

Não sabemos ainda exatamente como será a distribuição do álbum, mas a previsão é pra março/abril do ano que vem.”

Sobre o Breakout e as bandas

“A consequência em ter participado do Breakout Brasil foi ótima para a ParanoiKa. Tivemos a chance de estar em contato com produtores importantes como o Dudu Marote e o Edu K, conhecer bastante gente do meio musical, trocar ideias e receber orientações. A banda pôde se descobrir mais. Foi um momento em que se abriu muitas portas e ganhamos mais notoriedade fora de Curitiba. Para aproveitar melhor essas oportunidades, a Karla se mudou pra São Paulo e agora trabalhamos a banda em dois locais: eu no estúdio aqui em Curitiba e a Karla com os contatos em Sampa. Periodicamente nos encontramos para gravações, ensaios ou compromissos com divulgação tanto em Curitiba como em SP.

Para as bandas Donna Duo e a Retrosense, que são ótimas cada uma em seu estilo, o ensinamento que foi importante para nós e que queremos passar é o de ouvir e aceitar críticas. Dessa maneira as bandas podem se reinventar e refinar o seu som. Também trabalhar muito com as redes sociais criando um discurso junto ao seu público, ensaiar o quanto for possível para os shows saírem legais e tão logo for possível apresentar um trabalho novo que pode ser um single, um videoclipe. Tem que aproveitar a exposição e mostrar trabalho.”

Programe-se: Breakout Brasil. Canal Sony. Domingos, às 21h30. www.breakoutbrasil.com

Links de vídeos da ParanoiKa:

Another chance, Live in Holland

Ficando Louca, Live in Holland

Último clipe “Vale quanto for”

Links para a banda Retrosense:

Links para o Donna Duo

https://www.youtube.com/watch?v=XYId5n1ng5g /

https://www.facebook.com/donnaduo

http://open.spotify.com/user/breakoutbrasil/playlist/5WcDPoOVIW0S4bl2EQCYCw

Enviado por Luiz Claudio, 15/10/14 10:39:02 AM


Da coluna Acordes Locais, desta quarta-feira (15/10/14), na Gazeta do Povo:

Lá pelos idos de antigamente, quando eu era um piazinho de Curitiba mal saído das fraldas, fiz uma breve oficina de harmônica (pra quem não sabe, é a popular gaita de boca) com o maestro Maurício Einhorn, um dos expoentes do instrumento no Brasil e no mundo. Mal sabia eu da importância do músico e também mal sabia soprar uma gaitinha. Saí de lá com algumas músicas assassinadas no bico. Alguns colegas feras viriam a fazer parte da Orquestra de Harmônicas de Curitiba. Essa mesma orquestra, após um breve hiato, retornou aos palcos e no sábado e no domingo, na Capela Santa Maria, fará seu concerto comemorativo de aniversário de 35 anos de atividades.

Orquestra Harmônicas de Curitiba - Foto de Maringas Maciel

Orquestra Harmônicas de Curitiba – Foto de Maringas Maciel


A OHC foi oficialmente fundada com um concerto em 1979, no dia do aniversário de Curitiba, 29 de março. De lá para cá, foram centenas de apresentações no Brasil e no mundo, três LPs e cinco CDs lançados, e até uma participação com música na novela Sonho Meu, da Rede Globo, de 1993. Seus fundadores foram Ronald Pereira da Silva (já falecido) e Eduardo Manoel Marques Pereira.

Agora, quem responde pela coordenação musical da OHC é o músico Bene Chireia. Com patrocínio da Hering (a fábrica de harmônicas, não a de roupas) eles estão planejando um novo disco para o ano que vem, além de uma sequência de shows a começar por este comemorativo. Como principal mudança, o grupo adotou, além das harmônicas, uma equipe de músicos de base.

Segue uma breve entrevista com Chireia:

Quais os músicos atuais da Orquestra de Harmônicas de Curitiba, dos harmonicistas e os tipos de harmônicas, e os de base também?

Participam agora os seguintes músicos: Bene Chireia (Harmônica Cromática, Polyphonias), Gilberto Lima (Harmônica Cromática, Harmônica Baixo), Gustavo Daher (Harmônica Cromática – Polyphonia, Vineta), Indiara Sfair (Harmônica Cromática), Leandro Lopes (Harmônica Cromática, Harmônica Baixo, Vineta, Polyphonia) e Renato Daher (Harmônica). E no grupo de base estão Fabio Hess (Guitarra), Fernando Rivabem (Bateria), Samuel Trone (Baixo) e Paulo Mendes (Percussão)

Já está definido o repertório do show?

O repertório é o seguinte:
“Sugar Blues” (Clarence Williams)
“Delicado” (Waldir Azevedo)
“Peg Oh My Heart” (Alfred Bryan/Fred Fisher)
“Dardanella” (Felix Bernard/Johnny Black)
“Over the Rainbow” (Harold Arlen)
“12th Street Rag” (Euday Bowman)
“Por Una Cabeza” (Carlos Gardel/Alfredo Le Pera)
“Linda Flor” (Henrique Vogeler)
“Estrada do Sol” (Dolores Duran/Tom Jobim)
“Dança Húngara” (Johannes Brahms)
“Valparaiso Blues” (Marcelo Ricciardi, Benê Chiréia)
“Orpheus” (Jacques Offenbach)
“Saint Louis Blues” (W.C.Handy)
“Bicho Carpinteiro” (Angelo Reale)
“Tico-Tico no Fubá” (Zequinha de Abreu)
“Fantasia Improviso” (Frédéric Chopin)

Este mesmo repertório irá fazer a base do disco que vem por aí ou serão feitos novos arranjos?

Este repertório será a base do novo disco e também serão feitos novos arranjos.

Já tem um calendário de shows próximos, vai ter turnê?

Temos eventos fechados em Curitiba e a Virada Cultural em novembro

Tem projeto aprovado para o disco e shows?

Temos um projeto aprovado (Fomento em Música – FCC) para realizar apresentações em espaços públicos de Curitiba no próximo ano (Boca Maldita, Ruinas de São Francisco, etc..)

Convidados especiais?

Teremos a participação (na apresentação de domingo) do músico Raule Alves (Souzaphone)

* * * * *

Apesar do nome, a Orquestra de Harmônicas de Curitiba não é um grupo ligado à Fundação Cultural de Curitiba e sobrevive do apoio de fãs e patrocinadores. A história, a discografia completa da OHC e alguns áudios e vídeos estão disponíveis no site www.harmonicasdecuritiba.com.br

Programe-se

Orquestra Harmônicas de Curitiba – 35 anos

Capela Santa Maria (R. Conselheiro Laurindo, 273), (41) 3321-2845. Dias 18 às 20h e 19 às 19h. R$ 30 e R$ 15.

* * * * *

Música no supermercado

Muito boa a iniciativa do Supermercado Condor de Curitiba, que está acolhendo a Big Time Orchestra em shows dentro de suas lojas para o lançamento do CD e do DVD Night. A primeira apresentação aconteceu no Condor da Nilo Peçanha, no dia 8 e já há mais três agendadas, sempre no horário das 18h30: dia 16, no Champagnat, dia 17 no Água Verde, e dia 30, no Novo Mundo. O CD e o DVD também estão à venda nas lojas Condor. Parabéns e que outros estabelecimentos também adotem a ideia.

Enviado por Luiz Claudio, 11/09/14 8:00:52 AM

O escritor agitado e agitador cultural Geraldo Magela Cardoso está aprontando mais uma. Reuniu uma turma da artistas haitianos que estão na região de Curitiba para um show neste sábado, no TUC, Sala Ivo Rodrigues. Para os desinformados, o TUC fica na Galeria Julio Moreira, que passa por baixo da Rua Nestor de Castro, atrás da Catedral, que liga a Praça Tiradentes ao Largo da Ordem.

O show terá representantes do rap, do reggae, da street dance e performances poéticas, entre outros. Entrada franca.

Confira:

CuTUCando a inspiração apresenta multishow com os haitianos

Rap,(Team Fresch) Band Recif, reagge com SKIN D, music Group), Street dance com Avionsom Val e performances poéticas.

Dia 13/09/2014
Sábado. Teatro Universitário de Curitiba
Galeria Julio Moreira – 19:00 horas – entrada franca.

Haitianos_showTUC

Enviado por Luiz Claudio, 09/07/14 1:31:14 PM

labrador_palco

O título dessa coluna é inspirado no samba “Bebadosamba”, de Paulinho da Viola, que deu nome ao álbum lançado em 1996. Mas, além do título, essa coluna não tem mais nada a ver com Paulinho da Viola ou com o samba. Tem a ver com beba, do verbo beber, mas não com o samba (nada contra, adoro). É que vou falar de uma banda que tem sua história ligada à cerveja, mas uma produção mais próxima à do vinho. Entendeu? Não? Então puxa a cadeira, abre a primeira garrafa e me deixa explicar.

Por aqui, abri a minha primeira cerveja, a Labrador Iniciantes, uma pilsen, levinha, para começar os trabalhos. Sim, cerveja Labrador, “uma cerveja como você nunca ouviu”, que experimento para falar da banda Labrador, “uma banda como você nunca bebeu”, que se lança, em cerveja, EP e CD.

As cervejas fazem parte da estratégia de lançamento do EP, que vem em um pen drive em forma de abridor de garrafa (dá para notar que tem publicitário na banda, não é?!). A primeira música é justamente “Iniciantes”, essa que estou bebendo, quer dizer, ouvindo. E tem mais três músicas e cervejas que beberei na sequência: “Logo Depois”, uma brown ale; “Nem Tudo São Flores”, uma weiss, e, por fim, “Stasis”, uma stout.

A densidade das músicas e a graduação alcoólica vão num crescendo. Essa mesma característica de crescendo e de variações espalha-se por todo o trabalho da banda formada por Allan Yokohama (Terminal Guadalupe, Poléxia e Humanish) na bateria, Lucas Borba (Terminal Guadalupe e Móbiles) na guitarra, Érico Klein, no vocal, Bruno Nogueira, na guitarra, Chico Marés, nos teclados, e Pedro Andrade no baixo. Cada faixa varia de intensidade dentro dela mesma.

Enquanto abro e provo a segunda, vamos falar um pouco sobre a banda que passeia sem temores entre a baixa e a alta fermentação. Ela surgiu em 2010. No ano seguinte, teve o single “Deserto” incluído entre os melhores do ano por alguns sites especializados em música, como o Scream and Yell. Em 2012 – e aí mais uma prova da ligação com a cerveja – venceu o Festival Kaiser Sound, e um dos prêmios foi a gravação de um disco, de onde surgiu Dia, Noite e Horas a Mais, que está finalmente prensado e vai ser lançado em breve.

Como vocês podem perceber, o EP e o CD já estão sendo preparados há um bom tempo. Daí a comparação que a produção da banda está mais para vinho do que para cerveja. Mais demorada.

labrador_cervejas

Essa brown ale, a terceira, está uma delícia. Mas acho que ainda não contei que o EP foi masterizado no mítico estúdio Abbey Road, em Londres, por Geoff Pesche, o engenheiro que já assinou trabalhos de Gorillaz, New Order, Blur, Kylie Minogue, entre muitos e muitos outros. Já o álbum teve a produção de Tomás Magno (Skank, Rappa, Nando Reis).

É difícil falar sobre o som da banda, dar uma descrição apropriada, ainda mais depois de tanta cerveja. Deixa eu tomar mais um gole, respirar fundo, hmmm. Rock-pop, cada música parece priorizar um instrumento diferente. O vocal unido ao teclado dá um tom levemente etéreo, quebrado por um baixo possante e uma bateria crua, sem firula. O sabor recende por vezes ao rock progressivo. Por momentos o buquê é inglês, talvez no dedilhado da guitarra. Porém, há um leve toque nacional, que deixa no palato um quê de frutas tropicais dos anos 1980.

Quem quiser saber como é o som, terá uma bela oportunidade amanhã, se comparecer ao Wonka (R. Trajano Reis, 326). Tem show junto com a banda Monreal.

Vamos à stout, pois a vida pede sempre mais e eu, assim como o malte, já estou ficando torrado.

Hmmmm. O fato é que “a cada passo em falso eu empurro o chão pra baixo”. E esses caras estão cada vez melhores, sensacionais, curto muito eles todos, ehh, são gente boa pra caramba. Ó, moram aqui, ó. Gente boa, ic, mas o que eu estava falando mesmo? Ah esses labradores são uns cachorros maravilhosos. O que? ic, mas não são.? ah, da banda? são também uns cachorr… quer dizer, ic, cerveja boa, da Klein, né!? Acabou? saideira? num tem? mas a banda ainda tá tocano … banda boa … ótima ideia essa … essa … de dar cerveja junto com o disco, ou é o disco junto com cerveja? Mas já acabou? … Rebebendo … quer dizer … Recomendo.

Enviado por Luiz Claudio, 04/07/14 9:02:40 AM

Radiocaos. Precisa dizer mais? Então olha só o que vai tocar nesta semana em Curitiba, Rio, São Paulo e Lisboa (sim, também Lisboa):

Radiocaos

Enviado por Luiz Claudio, 02/07/14 7:50:57 AM

Guantanamera

O Playing For Change lança mais um vídeo matador. 75 cubanos em vários pontos do mundo, interpretam o clássico Guantanamera. Divirtam-se com o som e as imagens:

Enviado por Luiz Claudio, 09/05/14 7:59:51 AM

Atrasado e desatento como sempre, deixei (muitos deixaram) passar esse evento superinteressante que acontece em Curitiba. Então, sem mais demora, repasso e compartilho o que recebi:

Joyce e o Coral Curumim

Joyce e o Coral Curumim

2º ENCONTRO BRASILEIRO DA CANÇÃO INFANTIL – CURITIBA 2014

De 8 a 10 de maio acontece em Curitiba, o 2º Encontro Brasileiro da Canção Infantil. Durante 3 dias músicos, pesquisadores, compositores, professores, produtores e estudantes de toda a América Latina se encontram em mesas redondas, oficinas, palestras e apresentações, para partilhar experiências e promover ações em prol da construção de um universo sonoro mais adequado ao público infantil.

Na programação educativa, nomes como Eugenio Tadeu (UFMG – Belo Horizonte), Jorge Sossa(Academia Superior de Artes – Colombia), Indioney Rodrigues (UFPR – Curitiba) e Julio Brum(selo de música infantil Papagayo Azul e Butia – Uruguai) participam ao lado de outros profissionais de todo o país, das palestras e mesas com temas diversos, e que terão transmissão ao vivo pelo site www.musipar.org. Nas oficinas, destinadas ao público adulto, são oferecidas abordagens educativas, como “A canção na Escola” (Rosa Maria Fontoura/PR), opções lúdicas, como “Jogos de Mãos” Fernanda Souza (PR) e de produção, “A Razão da Canção”, com Jean Garfunkel (SP).

Entre as apresentações, está o pocket show da musicista Silvia Negrão, que concorre ao 25° Prêmio da Música Popular Brasileira com o álbum infantil “Rabiola, Ola, Catibiribola” e o coral curitibano Curumim, que faz a abertura do evento. Os shows “Eu Não Gosto de Cebola” (Marcio Coelho e Ana Favaretto), “Pra Começar” (Meninas Cantoras da Klabin com Lydio Roberto, Mara Fontoura e Rosy Greca), e “Cabeça de Vento” com Bia Bedran, integram a programação musical oficial dos 3 dias do Encontro.

O 2º Encontro Brasileiro da Canção Infantil é articulado pela Gramofone Produtora Cultural e pelo Fórum Musipar, com o apoio da Fundação Cultural de Curitiba, e alia-se ao Movimento Brasileiro da Canção Infantil, um movimento que articula ações de intercâmbio e de pesquisa da canção infantil desde 2010, ano da realização do 1° Encontro Brasileiro da Canção Infantil.Todas as informações estão disponíveis no site: www.musipar.org.

Ouça o trabalho dos participantes do Encontro aqui:
https://soundcloud.com/cancaoinfantil2

Veja mais:
Julio Brum: https://www.youtube.com/watch?v=l9UMQBmaXT0
Bia Bedran: https://www.youtube.com/watch?v=6e72jx6zUc0

No facebook:
https://www.facebook.com/segundoencontrobrasileirodacancaoinfantil

SERVIÇO
2° Encontro Brasileiro da Canção Infantil
Programação e inscrições: www.musipar.org
Data: de 08 a 10 de maio de 2014.
Hora: Horários diversos, de acordo com a programação.
Local: Positivo Ambiental – Rua Itupava, 985 – Hugo Lange CEP: 80040-455
Valor: de R$ 30 a R$90, incluindo mesas redondas, palestras e shows.
Informações: (41) 3228 1044 ou pelo email cancaoinfantil2@gmail.com

Enviado por Luiz Claudio, 01/05/14 2:32:13 PM

Minha homenagem aos trabalhadores de todo o mundo, legalize ou clandestino.

Somos todos duros, pero com ternura e alegria:

Enviado por Luiz Claudio, 22/04/14 8:23:58 PM

SarauSuave

Vou repassar aqui algumas informações sobre o Sarau Suave que alguns músicos do Paraná farão em Sampa nesta quarta, para divulgar o Festival Suave, que acontece nos dias 9, 10 e 11 de maio:

Leo Fressato, Téo Ruiz, Bernardo Bravo e Uyara Torrente, unem-se na noite de quarta-feira no Espaço Art’er, galeria de artes localizada na Vila Madalena, para um Sarau com clima leve, alegre e descontraído na companhia de pessoas que prezam por momentos prazerosos e de qualidade, sendo com certeza uma pequena amostra do que prometem ser os três dias do Festival Suave à beira mar. (www.festivalsuave.com.br)

O evento tem início às 19h e a entrada é gratuita, o limite de público é de 60 pessoas que, além das apresentações musicais, também terão a oportunidade de apreciar obras de artistas visuais que também integram o Festival. As obras ficarão expostas na galeria durante todo o mês de abril. Após as apresentações o palco será aberto para possíveis participações de artistas que lá estiverem.

Serviço:
SARAU SUAVE
Quando: 23/04 às 19h
Local: Espaço Art’er
Entrada: Gratuita
Rua Harmonia, 797 – Vila Madalena
Telefone: (11) 3926-2512 | Site: www.espacoarter.com.br
Convênio com estacionamento na Rua Harmonia, 899

Enviado por Luiz Claudio, 15/04/14 11:01:15 PM

Da Coluna Acordes Locais, publicada nas quartas-feiras, na Gazeta do Povo:

A banda Humanish adapaptou seu som para o formato semi-acústico do Sofar e aprovou. A foto é de Karla Keiko

A banda Humanish adapaptou seu som para o formato semi-acústico do Sofar e aprovou. A foto é de Karla Keiko

O mundo gira cada vez mais rápido. Tudo corre, nos atropela. Há cada vez mais coisas para fazer, mais informação para digerir. As opções nos oprimem, temos cada vez menos tempo e tudo exige pressa.

A geração nativa da internet, no entanto, vem encontrando meios para uma vida mais suave, mais pé no chão, mais alternativa sem abandonar a tecnologia. Três eventos culturais que acontecem neste outono ignoram a pressa e apontam caminhos de suavidade, serenidade e proximidade, quase intimidade entre artistas e público. São eles o Sofar Sounds, o Vire o Disco e o Festival Suave.

Projeto Sofar

A produtora do Sofar em Curitiba, Aline Moraes, e o músico e produtor Dilson Laguna, que trouxe o projeto para o Brasil

A produtora do Sofar em Curitiba, Aline Valente, e o músico e produtor Dilson Laguna, que trouxe o projeto para o Brasil

No domingo passado o Projeto Sofar Sounds estreou em Curitiba cinco anos depois de ter sido criado em Londres e percorrido 70 cidades do mundo. Hoje tem mais de 20 mil pessoas inscritas e 3,5 milhões de visualizações de seu canal no Youtube. Apesar do sucesso, é um evento tipicamente alternativo. O conceito vem desde o nome, um acrônimo de Sounds From a Room, e se propõe a promover o encontro de músicos e plateia de uma forma quase íntima.

Quem trouxe o projeto a Curitiba foi o músico e produtor Dilson Laguna, o mesmo que introduziu o conceito no Brasil, por São Paulo e se expande para Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte. A ideia é aportar uma vez a cada bimestre em Curitiba, mas há uma Copa no meio do caminho.

O bar Dama Dame, ali no comecinho da Tapajós, nas Mercês, recebeu o Sofar num fim de tarde de um domingo nublado. Das 12 bandas e músicos pré-selecionados na lista enviada para a matriz em Londres, 4 foram escolhidos: Bernardo Bravo, Rosie Mankato, Dú Gomide e Humanish. Todos num formato semi-acústico e assistidos por alguns privilegiados que ficam bem junto dos músicos.

A produtora-executiva do projeto em Curitiba, Aline Valente Lobo, aprovou a estreia. “Para os 70 convites que tínhamos disponíveis, foram mais de 180 inscritos com acompanhante. Tivemos um feedback muito positivo do púbico que compareceu. A maioria ainda não tinha conseguido entender o que era o Sofar, como as coisas iriam acontecer, era tudo muito misterioso… depois ficaram encantados com o formato, a proximidade com o artista, o novo som.”

O Sofar é um tanto secreto. As pessoas só ficam sabendo onde será realizado 48 horas antes. E as bandas só são reveladas no dia das apresentações. Ou seja, o público vai quase no escuro. E foi bem surpreendido na estreia em Curitiba.

As bandas também aprovam a proximidade com a plateia, mesmo as que têm de fazer adaptações para se enquadrar no formato semi-acústico. Foram os casos da Aldac (em São Paulo) e da Humanish em Curitiba, e um pouco também da Rosie Mancato (novo projeto de Rosanne Machado, ex-Rosie and Me) que fez a sua estreia mundial justamente nesse Sofar de Curitiba. A exigência de adaptação acaba revelando às próprias bandas outras possibilidades de apresentação em pocketshows.

Se todos gostaram, Du Gomide adorou a simplicidade e proximidade. “Queria fazer sempre assim”, resumiu ao final do minishow.

Os músicos

Bernardo Bravo - O projeto Sofar estreou em Curitiba pouco depois das 17h30 do domingo (13/04/2014) com a apresentação do músico e compositor Bernardo Bravo cantando “Carnaval em Curitiba”, que está no seu disco solo, “Arlequim”, lançado no ano passado. O disco é com piano e voz, mas ali era voz e violão. Depois, veio “Estrela de Bilhar”, gravada pela Janaína Fellini (veja vídeo abaixo) e com a participação de Dú Gomide e de João Félix. Este último permaneceu para uma retomada do duo Felix Bravo, em mais duas músicas. De certa forma reviveram no Sofar o projeto da Casinha, em que produziam shows no quintal da casa no Centro Cívico.

Rosie Mankato - Rosanne Machado fez no Sofar a primeira apresentação pública do seu novo projeto. Com Thomas Kossar na guitarra e Tiago Barbosa na bateria, era quase a formação da falecida Rosie and Me. Foi o primeiro show e há apenas um vídeo disponível, de “Chino” (veja lá abaixo), por isso não dá ainda para saber ao certo como será o som do novo disco, “Palomino”, que está em fase de finalização. Dá para perceber que a delicadeza da voz, a sutileza dos arranjos devem prevalecer. O folk continua ali, mas um tanto mais limpo (ou a palavra certa seria “clean”?). Em um vídeo dos ensaios que foi publicado no Facebook até brinquei que a música “The Big Fight” parece um “western-bossa-nova”. Depois da amostra no Sofar, aguardo ainda mais o lançamento do novo trabalho.

Du Gomide - Ele jura que foi só coincidência ter se apresentado no mesmo dia do Bernardo Bravo, que não tem nada de panelinha na história. Isso porque ele tocado com Bravo que agora estava ali com ele (e mais Fernando Lobo). E a apresentação continuou num alto astral, com Du talvez sendo o músico mais à vontade com o formato da apresentação. Parecia estar em casa com os amigos. E fez a plateia cantar com ele e sua guitarra mágica.

Humanish - Foi a banda que teve de fazer mais adaptação de seu som para o formato do Sofar. Allan Yokohama e Marano mostraram um “lado B” da banda com novos arranjos, acrescido de violino, e apresentaram apenas três músicas. Abriram melancólicos, principalmente com “Deserto e Coração”, que ficou parecido com uma moda de viola medieval. Para rebater, terminaram com um rock-baião divertido, a mais aplaudida da noite. A banda também tem planos para lançar um novo trabalho ainda neste ano.

Festival Suave

Mesmo em grandes eventos, a busca pela calma e suavidade está presente. É o caso do Festival Suave (www.festivalsuave.com.br), organizado pela produtora Tertúlia, de Curitiba, e que será realizado nos dias 9, 10 e 11 de maio em Ilha Comprida, Litoral Sul de São Paulo. Segue a trilha do já consagrado Psicodália, que acontece em Santa Catarina. Um festival para acampar, aproveitar a natureza, fazer novas amizades e, é claro, curtir um som. Também há outras atividades, como aulas de yoga e outras oficinas.

Entre as atrações desse evento de estreia estão Du Gomide, Curumin, Leo Fressato, A Banda Mais Bonita da Cidade, Trombone de Frutas, Estrela Leminski e Téo Ruiz, e Metá Metá.

Vira o Disco

Em 2008, os americanos, que adoram uma estatística, descobriram que 97% dos jovens dos EUA nunca haviam entrado numa loja física de música. A constatação fez com que os comerciantes de discos criassem o Record Store Day, que tem como objetivo levar as pessoas de volta às lojas promovendo, entre outras ações, shows ao vivo. Ou seja, de novo a proposta de promover o encontro entre artistas e público.

Hoje, 700 lojas aderiram por lá. Por aqui, a Livraria Cultura comprou a ideia e desde 2012 promove o Vire o Disco, um dia com pocket shows, discotecagem e descontos em suas lojas. Neste ano acontecerá no domingo depois da Páscoa, dia 27 de abril.

Em Curitiba, se revezarão pelo palco, pela ordem, Rodrigo Del Arc, Emerson Caruso Trio, Willbilly Rawide e Rosie Mancato. Além do show, os músicos também batem um papo com a plateia, com a intermediação de Paulo Dalla Stella, que já produz o talk show Curitiba Connection, outro projeto bacana da livraria.

Bons e suaves encontros a todos.

Bernardo Bravo e Janaína Fellini em “Estrela da Bilhar”

Rosie Mankato – Chino

Du Gomide em Perdi no Poker

Humanish – Deserto e Algodão

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