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Talento em Pauta

Enviado por Bernt Entschev, 17/03/17 12:39:19 PM

Em 2015, o número de estudantes matriculados na educação superior no Brasil chegou a 8.033.574. O total representa um crescimento de 2,5% em relação a 2014. Os dados são do Censo da Educação Superior 2015, divulgado em outubro do ano passado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

E já que estamos em março, período do início letivo de milhares de calouros e também das formaturas, qual é o momento ideal para que o profissional perceba que está preparado para uma atualização ou aprofundamento profissional?

Minha recomendação é muito clara e objetiva: após a graduação, é importante que o profissional dê um intervalo de três a cinco anos para iniciar uma especialização. É o momento deste indivíduo perceber a importância da teoria e da prática em sua vivência profissional.

A teoria, tecnicamente, ele vai aprender nas instituições de ensino, e a prática no local em que estiver atuando, em seu ambiente de trabalho onde irá executar suas tarefas. É de se pressupor que quando um profissional opta pela especialização ele já tenha um certo conhecimento teórico, uma vivência, uma observação prática de sua atuação para que tenha condições de ampliar esta experiência.

Depois deste período de atualização, é possível dar continuidade ao aprofundamento ou desenvolvimento profissional, neste caso, podemos citar o Mestrado. Em minha opinião, o Mestrado só tem sentido para o indivíduo que possui pelo menos cinco anos de experiência e vivência em determinado campo de trabalho. Desta forma, ele terá condições de interagir com o grupo de pessoas que estará com ele de forma igualitária. As empresas valorizam o profissional que vai além da especialização. Quem possui um Mestrado, pode ser tratado como um profissional altamente capacitado, diferenciado, com plenas condições de definir e escrever, rapidamente, projetos, de forma objetiva e precisa. É um grande avanço quando um indivíduo realiza um Mestrado.

O importante é frisar também que a obsolescência ocorre para todo mundo e de forma muito rápida. Muitas vezes, a pessoa não percebe que está deixando de ser útil, que necessita de atualização.

Além do método tradicional de especialização ou aprofundamento profissional, por meio do estudo em universidades, o aprendizado também pode ser realizado de outras formas, como em estágios fora do país, muito comum em multinacionais. Uma prática que traz muitos resultados para a empresa, além de uma riqueza e vivência internacional fantástica para o colaborador, que volta atualizado em vários processos, e culturalmente mais refinado.

Agora, se você tem um sonho e deseja realizar outra graduação, mesmo depois de muitos anos de formado, como o mercado entende este processo? Digo que precisamos ser muito flexíveis porque, infelizmente, no Brasil, temos que tomar decisões muito sérias sendo muito jovens. É importante entender que o indivíduo mudou, seus desejos, suas ambições já são outras. Por isso, temos que ter a mente aberta de que mudar pode ser preciso e necessário.

Enviado por Bernt Entschev, 10/03/17 2:41:15 PM

Engajamento! Segundo o dicionário Aurélio, envolver ou envolver-se politicamente ou ao serviço de uma causa. Mas, por que é tão difícil conseguir o engajamento dos colaboradores em uma empresa?  Vamos destacar quatro pontos em uma organização para que o colaborador possa sentir-se como parte daquela empresa: comportamento, valores, clareza na comunicação e ambiente de trabalho.

 

As chamadas características individuais de cada pessoa interferem no engajamento. Cada profissional possui sua índole, perfil, e o bom líder é aquele que identifica este conjunto de características pessoais e sabe interagir e conduzir os processos de forma produtiva.  Além disso, as pessoas têm aptidões naturais e estas não são necessariamente iguais de uma pessoa para outra. 

O segundo ponto a destacar são os valores. Cada empresa precisa ter um conjunto de valores, crenças, o que forma a conduta da organização. De tal forma que, quando se tem um determinado valor, é possível gerar um determinado comportamento. Os colaboradores devem se manter sempre alinhados com os valores da empresa.

A falta da clareza da comunicação é uma das falhas nas empresas. Quando se tem a cultura da organização bem definida e assimilada, transparência nas informações, os processos são fáceis de serem absorvidos. Estamos falando de transparência!

E por fim, o ambiente de trabalho. As empresas precisam oferecer um ambiente de trabalho agradável, onde as pessoas possam confiar umas nas outras, com condições ergonométricas adequadas, sentir-se bem.

 O engajamento significa você obviamente adquirir estes mesmos valores ou processar estes mesmos valores, ter este mesmo comportamento e os mesmos objetivos. Assim, você começa a se sentir parte daquela organização, daquela família profissional.

Por Bernt Entschev

Enviado por Bernt Entschev, 03/03/17 9:48:31 AM

Segundo o IBGE, o Brasil tem 204 milhões de habitantes, sendo que cerca de 50% representam a nossa força de trabalho, com idades entre 16 e 65 anos. Destes, vamos descontar os cerca de 12 milhões de desempregados e mais 10 milhões de funcionários públicos, cujos empregos são diferenciados. Sobram cerca de 80 milhões de pessoas trabalhando, ou seja, 80 milhões de postos de trabalho, seja como funcionários, profissionais liberais, empresários ou empreendedores.

Vivemos uma crise dupla: a de governo e a que reflete a mecanização e robotização das empresas. Muitos postos de trabalhos estão sendo substituídos por máquinas e softwares. Vejamos o exemplo dos bancos. A cada dia aumenta a automação dos processos, de forma que é possível prever que, em poucos anos, as agências não sejam mais necessárias. A expectativa é que existam apenas escritórios onde os correntistas irão resolver questões que não conseguiram solucionar pela internet ou caixas automáticos.

Em 2017 a expectativa é que as empresas voltem a crescer, ainda que em ritmo lento. Se pensarmos que a cada ano entram cerca de dois milhões de pessoas no mercado de trabalho e mais o número necessário de novos postos para absorver os desempregados, mesmo gerando 3 milhões de empregos/ano (um número utópico, que exigiria um crescimento do PIB de cerca de 7% ao ano), ainda seriam necessários uns 12 anos para termos todos trabalhando.

O que isso quer dizer? Que faltam vagas, sobram trabalhadores e a disputa por um posto de trabalho é ferrenha. Então, planejamento e visão de mercado podem ajudar a sair das estatísticas e encontrar uma vida profissional ativa e, é claro, gratificante.

Então, onde estão os empregos? Com clareza, é possível ver boas perspectivas nas áreas de tecnologia e automação. Por questões conjunturais, o agronegócio continua em alta, principalmente aquelas áreas que não envolvam financiamentos de longo prazo. Da mesma forma, o ramo da alimentação, tanto no varejo quanto nas grandes redes de comércio, vai continuar empregando. Há uma tendência de melhoria na construção civil, especialmente com edifícios residenciais e comerciais, que tiveram poucos lançamentos em 2016.

Um aspecto que não pode ser deixado de lado por quem procura um trabalho é o empreendedorismo. Cada vez mais, ter seu próprio negócio se revela uma alternativa viável para quem não encontra um emprego formal.  É necessário estudar o mercado, preparar-se para as várias situações típicas de quem vai empreender, escolher o ramo tanto pelo conhecimento quanto pela afinidade. Dessa forma a chance de ter um empreendimento bem sucedido aumenta.

Com essas informações (e outras que possa obter no dia-a-dia, na Internet, nos meios de comunicação) faça sua análise e pense em suas perspectivas. Observe o mercado e veja onde estão as vagas que poderiam ser suas. Vá em frente e tenha um 2017 de muito sucesso!

Enviado por Bernt Entschev, 24/02/17 9:38:53 AM

 Cada pessoa tem um talento especial. Pode ser artístico, técnico, matemática, escrita, enfim, todos temos algo em que nos destacamos. Aproveitar esse dom no mercado de trabalho é mais que um privilégio: é necessário. Significa que você estará fazendo o que gosta e fazendo melhor do que a maioria das pessoas.

Além do talento, na profissão há habilidades que podem ser adquiridas e desenvolvidas com a prática e o esforço pessoal. Entre elas, a capacidade de entender e se relacionar bem com as pessoas. É um recurso bastante valorizado. Algumas pessoas já nascem com a vocação para a liderança.  Outros aprendem ao observar os líderes e seguir seus passos.

Para valorizar e destacar seus talentos, o primeiro passo é fazer um autorretrato. Não pense que é simples. É preciso sinceridade e objetividade. Sente-se e escreva seus melhores atributos. Seja bem específico. Guarde esse texto e reflita sobre ele por alguns dias. Discuta essas ideias com alguém de sua confiança, que conheça você a fundo. Depois de uma semana, volte à lista e analise-a com frieza. Quais são realmente suas qualidades? Onde você se destaca? O que tem de mais positivo? Fique com os pontos mais relevantes.

Uma vez ciente dessas informações, você deve destacá-las no seu currículo (se estiver procurando emprego) ou no seu dia-a-dia profissional (se estiver trabalhando). Ao se relacionar profissionalmente, lembre sempre de evidenciar essas qualidades, mesmo nos pequenos gestos. Há uma frase engraçada, bastante repetida nos meios empresariais: “não basta botar o ovo, tem que cacarejar”.  Não deixa de ser verdade. Através de suas atitudes e comportamentos, deixe claro seu potencial, sem ser arrogante, mas com clareza. Assim todos à sua volta estarão cientes do que de melhor você pode oferecer na profissão.

Enviado por Bernt Entschev, 17/02/17 9:59:30 AM

O ciclo de estudos normalmente começa na infância. Após o ensino fundamental e médio, vem a graduação e, muitas vezes, a pós-graduação. É nesse ponto que muita gente se sente satisfeita com os conhecimentos adquiridos e esquece da necessidade de atualização permanente.

Para começar, devo ressaltar que a formação acadêmica deve ser acompanhada da prática profissional. Como dois lados de uma mesma esfera, elas se completam. Não recomendo, por exemplo, a um recém-formado já entrar na pós-graduação antes de ter exercido pelo menos um ou dois anos de profissão. Ele terá pouco a contribuir no grupo de estudos e vai assimilar menos do que se tivesse mais experiência.

Um ponto a ser observado é que os conhecimentos ficam obsoletos muito rápido. Então, em pouco tempo após sair de um curso, você já descobre que o que aprendeu está ficando velho. Por isso, minha sugestão é que o profissional faça uma reciclagem a cada período de três a cinco anos. Seja uma especialização, curso de aperfeiçoamento, mestrado, enfim, o que julgar mais adequado. Mas que jamais deixe de se atualizar.

Na hora de escolher o curso, além do aprofundamento na profissão, pense também na possibilidade de áreas correlatas à sua área de atuação. Hoje o mercado busca profissionais multitarefas, e essa pode ser uma boa forma de aumentar sua empregabilidade, especialmente tem tempos de crise econômica. Lembre que a atualização é uma obrigação do profissional, não da empresa. Então não espere ninguém fazer isso por você.

Enviado por Bernt Entschev, 10/02/17 11:23:27 AM

Há várias empresas, tanto nacionais quanto internacionais, que são vistas como melhores que outras para se trabalhar. Pense um pouco e com certeza vai lembrar alguns nomes.  Elas são desejadas e seus funcionários são os principais divulgadores das vantagens de atuar nessa organização. Quero falar aqui sobre os caminhos que levam uma empresa a tornar-se esse objeto de desejo.

Em primeiro lugar, estão os valores. E como uma empresa cria esses valores? Na maioria das vezes, vem dos fundadores. É como se fosse “a cara do dono”. Então, essas crenças vão se espalhando conforme os novos funcionários vão entrando, até tornar-se o que chamamos de cultura organizacional. Quando são valores que as pessoas admiram e compartilham, isso já se torna um atrativo. A transparência nas relações com todos os stakeholders é uma atitude natural e permanente.

Outro ponto é que as boas empresas oferecem um ambiente de trabalho agradável tanto do ponto de vista físico (com móveis ergonômicos, conforto térmico) quanto emocional. Isso quer dizer que as pessoas trabalham satisfeitas, a colaboração é estimulada, as metas são viáveis e os resultados são reconhecidos publicamente. Ao lado disso, salários de acordo com as funções, com pagamentos em dia e respeito a todas as normas trabalhistas. E benefícios que foquem a saúde dos funcionários e suas famílias, incluindo também alimentação e propostas para lazer.

Nas boas empresas, o sucesso é visto como uma via de mão dupla: se a organização o tem, o profissional também. Buscar alcançar esse objetivo juntos faz com que a caminhada seja mais estimulante e recompensadora. Por isso, os gestores pensam no futuro dos funcionários, criando planos de carreira bem planejados, que permitem o crescimento individual e coletivo. Esses planos valorizam os méritos e o potencial do indivíduo, sem favorecimentos. Assim, o profissional sabe onde pode chegar na organização.

Quero deixar claro que todas essas qualidades não se aplicam apenas a grandes empresas. Há excelentes empregadores em companhias médias e pequenas. Basta o olhar do gestor sobre essas questões para dar à empresa um destaque positivo no mercado de trabalho.

Enviado por Bernt Entschev, 03/02/17 10:36:31 AM

Profissionais talentosos normalmente se destacam no mercado de trabalho. Muitas vezes, são cobiçados pelas empresas e atraídos com diversas vantagens, que vão de salários acima da média, comissões sobre produção, benefícios diversos e horários flexíveis.  Mas há muito mais a motivar esses profissionais. Sua escolha envolve questões mais profundas do que um holerite.

Um dos principais chamarizes para bons profissionais é a ética. Boas empresas têm valores e princípios que são aceitos e admirados pela comunidade. Sua gestão é transparente em relação a fornecedores, clientes, funcionários. Cumprem não apenas com todas as obrigações legais e trabalhistas, mas também honram o que é prometido. Elas resistem aos convites para lucro fácil, tão comuns atualmente. Isso as torna atraentes. Pense em companhias, sejam nacionais ou multinacionais, com ótima reputação. Aquelas que quando você vê um amigo comunicar na rede social qual seu novo emprego, você pensa: nossa, também gostaria de trabalhar lá.  São essas.

Outro fator importante é a organização e competência na gestão.  Os objetivos são claros e os profissionais recebem o suporte necessário para atingí-los. Não estou dizendo que é fácil. Mas todo profissional talentoso gosta de um desafio.  Tendo as condições adequadas, o desafio é um motivador a mais na escolha do emprego.

Ao reunir as condições citadas anteriormente, as boas empresas conseguem como consequência um bom ambiente de trabalho. A competitividade é saudável e as pessoas se sentem bem ao entrar ali.  Vários bons profissionais reunidos tornam o ambiente estimulante.

Tudo isso pode atrair até mais do que bons salários. Claro que profissionais e empresas precisam compartilhar valores e metas de crescimento. Então, fique atento à imagem das companhias nas quais você gostaria de trabalhar. Perceba como ela se apresenta no mercado, como seus colaboradores a descrevem e se estão satisfeitos.  E pense nisso quando for procurar seu próximo emprego.

Enviado por Bernt Entschev, 27/01/17 11:00:57 AM

A resiliência é a capacidade de lidar bem com problemas inesperados e mudanças não planejadas. É uma palavra que ganhou espaço nos últimos anos. Isso não acontece por acaso. Pessoas resilientes apresentam facilidade na tomada de decisões e desenvolvem mais a produtividade. Por isso, os gestores de capital humano estão sempre em busca de profissionais que tenham essa característica, principalmente para cargos de liderança.

Confira algumas capacidades das pessoas resilientes e entenda o porquê do interesse que elas geram:

  • São pessoas que administram bem suas emoções. Não deixam que os imprevistos tirem seu foco do trabalho e dos objetivos.
  • Esses profissionais controlam mais seus impulsos. Mesmo sob pressão, conseguem manter-se calmos e olhar com frieza para a situação. Isso é decisivo na hora de uma negociação e na tomada de decisões em momentos de crise.
  • São indivíduos naturalmente otimistas. Continuam firmes em seu propósito e conseguem ver o lado bom das situações. Isso acaba influenciando de forma positiva quem está à sua volta.
  • Possuem capacidade de analisar o ambiente de forma objetiva. Captam as informações e são atentos aos detalhes. Isso ajuda a reagir adequadamente diante do inesperado.
  • Cultivam a empatia, ou seja, conseguem perceber como os outros estão se sentindo. Com isso, são capazes de dar respostas mais eficientes e corretas diante das situações envolvendo os colegas de trabalho, clientes e subordinados.
  • Os resilientes têm muita confiança em si mesmos. Eles acreditam realmente que são capazes de solucionar os problemas. Por isso, não temem imprevistos.

Por tudo isso, profissionais resilientes são respeitados e seguidos. Eles alcançam mais facilmente cargos de gestão. Se você não percebe em si essas características, que tal começar a ler a respeito e buscar atitudes que estimulem a resiliência? Há muita informação na Internet e em livros. Você só tem a ganhar.

Enviado por Bernt Entschev, 20/01/17 9:11:10 AM

Existem evidentes vantagens no trabalho em grupo. A resolução de problemas é mais fácil, o desgaste menor e a produtividade aumenta. Não por caso, vários teóricos da administração empresarial já se debruçaram sobre o tema, com análises diversas, apontando como tirar o melhor proveito do esforço coletivo. É que realmente funciona.  Existem, é claro, profissionais que trabalham individualmente. São artesãos do seu ofício. É o caso do dentista, do artista plástico, do médico, entre outros. Mas mesmo nessas, em algumas situações, é preciso atuar em grupo.

Habitualmente, são os grupos que dão o tom da produtividade da organização. É quase impossível que grandes empresas sejam bem sucedidas sem um trabalho em equipe bem orquestrado. O trabalho é dividido em partes e cada um tem sua função. Claro que assim fica mais fácil administrar.

Por isso, na hora de contratar, as empresas valorizam tanto quem sabe trabalhar em equipe. E você, está preparado?

Minha primeira sugestão é aprender tudo sobre trabalho em grupo. Leia a respeito, há vários textos em livros e na Internet. Entenda como é possível incentivar e organizar as pessoas. Veja como é possível colaborar de forma mais efetiva. E tente aplicar isso tudo no seu dia-a-dia.

Para que isso dê certo, é preciso uma boa dose de autoconhecimento. Afinal, pessoas não são máquinas. Não é possível motivar os outros se você não sabe suas próprias motivações. Saiba quando ceder, insistir, oferecer e receber. Perceba qual é seu papel no grupo. É necessário saber ouvir e demonstrar o desejo de contribuir com os outros. A boa administração do tempo é fundamental. Então, empenhe-se nisso.

Como esses cuidados, suas competências no trabalho em equipe serão melhores e notadas na empresa. Isso com certeza fará diferença na sua carreira.

Enviado por Bernt Entschev, 13/01/17 12:04:07 PM

Negociação tem vários sentidos e definições. Desde a busca de um acordo que seja satisfatório para todas as partes envolvidas até a comunicação eficaz para a tomada de decisões conjuntas. Gosto de pensar a negociação como a arte de influenciar pessoas. De vender uma ideia ou um serviço de forma que todos fiquem satisfeitos. Isso vale também para a carreira. É preciso apresentar suas habilidades de forma que sejam atraentes e possam oferecer benefícios para quem os contrata ou utiliza.

Para atingir esse objetivo, deve-se pensar em algumas questões. Primeiro é preciso cultivar os relacionamentos. Afinal, boa parte do sucesso profissional vem exatamente disso. Não existe empresa sem pessoas. Saiba ouvir, valorizar as habilidades dos outros e estimule os relacionamentos especialmente com as chefias e outros que sejam responsáveis pela tomada de decisões. Apresente suas ideias nos momentos adequados e seja coerente.  Tente sempre contribuir de forma positiva para a solução dos problemas e para o alcance de objetivos.

Pense na sua carreira como um produto e a apresente de forma compatível com suas metas.  Lembre que não existe na prática uma separação entre vida profissional e pessoal. Uma é complemento da outra. Levamos nossa profissão para onde vamos. Muitas pessoas não gostam, mas a empresa onde trabalham vira quase um sobrenome. É assim o mercado de trabalho atual. Então esteja ciente disso e cuide da sua imagem o tempo todo.

Quando o momento se apresentar, negocie. Ofereça ao mercado uma habilidade especial, um serviço diferenciado. Destaque de forma objetiva todos os benefícios que seu trabalho vai trazer ao cliente ou à empresa.  Valorizando o que oferece, fica mais fácil obter como retorno o pagamento adequado e os benefícios que acredite ser pertinentes. Quem tem mais a oferecer sempre terá mais a receber.

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