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Enviado por Marcio Antonio Campos, 26/04/12 2:52:00 PM

Ninguém dá folga para Lawrence Krauss

Divulgação/Site oficial
Lawrence Krauss virou saco de pancada ao achar que podia redefinir o “nada” e escapar impunemente.

Depois que Lawrence Krauss disse ter a chave para o surgimento do universo a partir do nada, ele não para de receber bordoada. A última veio em um dos blogs da Scientific American, o Cross-check (gosto do nome porque remete a um dos meus esportes preferidos, o hóquei no gelo). Nele, o jornalista John Horgan (que joga hóquei de vez em quando, daí o título do seu blog) afirma que a ciência, na verdade, nunca terá a resposta para o que ele chama de A Questão: “por que existe algo, em vez do nada?” Mas é justamente essa a pretensão de Krauss em seu livro, que já comentamos no blog em outras ocasiões.

Horgan lembra a resenha do livro publicada no New York Times por David Albert (eu já havia dado o link aqui no Tubo, mas repetir nunca é demais) para ressaltar a inconsistência da argumentação de Krauss. Ainda que ela esteja certa, não responde A Questão porque leis físicas servem para descrever o comportamento daquilo que já é. E, se algo já é, não estamos diante do nada: no máximo estamos diante de uma redefinição de nada feita sob medida para acomodar as pretensões do ateísmo militante, porque é preciso lembrar que o conceito de nada ontológico é bem mais antigo que esses “nadas com conteúdo” propostos por Krauss e Stephen Hawking (nessa entrevista de Krauss ao The Atlantic dá para ver como ele mete os pés pelas mãos quando fala do “nada”).

(aliás, sobra bordoada também para Richard Dawkins, que escreveu um prefácio bem fora da casinha para o livro de Krauss, dizendo, entre outras coisas, que A universe from nothing é o equivalente na Cosmologia ao que A origem das espécies foi na Biologia: um golpe final no sobrenaturalismo.)

Horgan acredita que uma abordagem melhor d’A Questão virá em um livro que está para ser lançado no meio do ano: Why does the world exist?, de Tim Holt. O autor conversou não apenas com físicos, mas também com filósofos, teólogos e outros curiosos. Horgan concorda que o tema não é exclusividade dos cientistas. “Quando se trata d’A Questão, todos e ninguém são especialistas, porque A Questão é de uma natureza diferente de qualquer outra questão colocada pela ciência”, afirma. E conclui dizendo que o tipo de coisa que Krauss e Dawkins fazem é um desserviço à ciência. “Eles se tornam uma imagem espelhada do fundamentalismo religioso que desprezam”, afirma. É bem por aí.

(Confiram também os comentários ao texto, em que Krauss aparece usando um ad hominem só para levar outra bordoada de Horgan.)

E tem mais Lawrence Krauss!
Neste sábado (ou seja, depois de amanhã), o autor de A universe from nothing debate com Rodney Holder, do Faraday Institute, no programa Unbelievable?, da rádio cristã britânica Premier. O programa começa às 14h30, hora local (10h30 no horário de Brasília, alguém me corrija se eu estiver errado). Parece que há transmissão pela internet; eu estarei ocupado no horário, mas se alguém puder ouvir e fazer um relato depois, agradeço.

——

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      • NOTÍCIAS MAIS COMENTADAS
      • QUEM MAIS COMENTOU
      Ronald Rahal | 11/06/2012 | 14:03

      Sr. Juca, perdão pela demora. Li o artigo e fiquei um pouco confuso. Talvez por causa de meu péssimo inglês. Se entendi corretamente, uma mente analítica é menos suscetível à religiosidade. Enquanto o oposto, a torna mais propensa a acreditar no sobrenatural. E esse sobrenatural, que permeia a religiosidade varia de mente para mente. Creio que não se aplica ao Tema de Espantalho citado pelo sr. Paulo. Até mais.

      Luis | 10/06/2012 | 16:29

      Nada, para mim, somar todas as formas de energia e resultar zero. O que fazer fazer a diferença é a organização do "NADA".

      Juca | 30/05/2012 | 09:16

      Ronald, tem uma resposta a esse estudo: http://www.religiondispatches.org/archive/science/5991/does_analytic_thinking_erode_religious_belief

      Ronald Rahalr | 29/05/2012 | 18:12

      Prezado Paulo, obrigado pelos elogios. O sr. poderia utiiizar essa técnica do "desvio" do espantalho para provar que o meu coelhinho cor de rosa não existe. Ou como o site diz, provar que ele é tão real quanto o "amor" que não precisa do método cientifico para se provar verdadeiro, ou seja lá o que ele entenda como tal. Um abraço.

      Ronald Rahal | 29/05/2012 | 12:34

      Quanto ao principio antrópico é uma visão limitada. Na verdade, há condições no Universo que permitem a vida. Mas não necessariamente implica que o homem seja seu objetivo final. Seria o mesmo que râs à beira de uma lagoa cogitassem que o único propósito do Universo fosse a existência da lagoa e de seus ocupantes. Como disse Sagan, seria um grande desperdício de espaço. E caro Marcio, feliz retorno. (2)

      Ronald Rahal | 29/05/2012 | 12:28

      O discurso do sr. D.R. é muito bonito, filosófico, mas cai na simploriedade de sempre. Deus precisa existir e ponto final. O que apenas demonstra como a crença em deuses é arraigada na humanidade. O que tudo explicava agora, à medida que a ciência avança, torna-se cada vez mais desnecessário. Mas há aqueles que continuam a acreditar numa entidade sobrenatural, como se tudo esclarecesse, o que na verdade, nada esclarece. É apenas mais cômodo. (1)

      THESS | 10/05/2012 | 18:46

      Visite o blog: http://livrocibercelulas.wordp... ou busque no google: LIVRO CIBERCÉLULAS A princípio pode parecer um livro sem relevância; porém, trata-se de uma análise aprofundada do universo subconsciente – sabedoria que existe dentro de nós mesmos. Permita-se conhecer a existência humana por um novo prisma. ESTE LIVRO IRÁ TE SURPREENDER!

      Paulo | 02/05/2012 | 20:12

      Ronald Rahal apresenta o raciocínio do tipo 'falácia do espantalho': "Que fazia Deus ANTES de criar o Universo? Estava cansado de ficar o TEMPO todo ..." Lição de casa: encontrar onde está a falácia. Dica: tem a ver com a 'existência' do 't_mp_' (ou 'criação' para os amigos :-) http://neoateismodelirio.wordpress.com/tag/falacia-do-espantalho/

      D. R. | 01/05/2012 | 20:07

      ... “criou” todas as coisas superiores a ela, inclusive a inteligência e a consciência. Essa cosmovisão era mais fácil de ser aceita antes do Big Bang, pois a grande maioria dos cientistas acreditavam que o universo era eterno e estático. Com a Teoria do Big Bang, comprovou-se que o universo teve um começo no tempo; e, portanto, teve uma causa; o que dificultou muito essa linha de raciocínio. Fora as incríveis evidências do princípio antrópico nas constantes cosmológicas.

      D. R. | 01/05/2012 | 20:03

      ...(ou logos), amor, poder, etc. Seria algo cuja existência naturalmente é eterna e sem causa. Já para os materialistas, esse ENTE ETERNO não é algo inteligente ou consciente, mas algo como uma energia ou partícula primordial que pelo tempo e acaso mais seleção natural “criou” todas as coisas. Notem que, neste caso, o tempo tem que existir naturalmente. Nesta cosmovisão de baixo para cima, a matéria ou energia ou partícula primordial eterna (aliada ao acaso + tempo + seleção natural) ...

      D. R. | 01/05/2012 | 20:00

      ...(aqueles que para existir precisam de uma causa anterior). E esse ente ou ser eterno nós chamamos de DEUS. Estranhamente, o Deus revelado por Jesus Cristo possui todas essas qualidades. Nesta cosmovisão de cima para baixo, a suprema inteligência (ou Logos) criou a matéria e a energia, o universo e tudo o que existe. Notem que essa suprema inteligência eterna não precisaria necessariamente ter um cérebro, órgãos e membros; ela poderia ser um ente espiritual ou abstrato como a própria razão ...

      D. R. | 01/05/2012 | 19:57

      ... Portanto, logicamente e necessariamente, tem de existir pelo menos um ENTE ETERNO que nunca foi criado e não causado por nada, mas que é causa de todas as outras coisas. Isso gera duas cosmovisões do mundo; uma que vai de cima para baixo e outra que vai de baixo para cima. Para São Tomás e os filósofos gregos e os crentes, esse ENTE ETERNO necessariamente tem de ser infinitamente grande, sábio e poderoso; pois, ele tem de possuir todas as qualidades que dá ao entes contingentes ...

      D. R. | 01/05/2012 | 19:54

      Também penso que há muito mais motivos para se acreditar em Deus do que não acreditar. Acredito que todos no mundo concordam é que DO NADA ABSOLUTO NADA PODE VIR A EXISTIR. Mesmo com Hawking e Krauss argumentando que pode, mas o "nada" deles não é o nada absoluto; quando digo NADA ABSOLUTO é nada mesmo: nem matéria e energia, nem espaço e tempo, nem espírito, nem matemática, nenhuma entidade real ou abstrata. ...

      Ronald Rahal | 01/05/2012 | 12:13

      Para os que estiverem interessados, deixo este link. Cada um tire suas próprias conclusões. http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1083511-raciocinio-logico-pode-afetar-fe-em-deus-diz-pesquisa.shtml

      Mario | 01/05/2012 | 01:10

      Li o Universe From Nothing e achei ótimo, um livro que nem em 200 anos o sr marcio campos teria capacidade intelectual de escrever.

      Lambari | 01/05/2012 | 00:58

      E mais! No Bart Ehrman e no Brian Greene ninguem tem coragem de dar bordoada!

      Lambari | 01/05/2012 | 00:55

      Sensato mesmo é dizer que foi deus que criou tudo, numa epoca em que os Sumerios ja tinham inventado a cerveja e domesticado caes! Hahaha! Bordoada no blogueiro que acredita nessas coisas.

      Miguel Carqueija | 30/04/2012 | 17:58

      Alô, Ronald. A existencia de Deus é atingida pela alta Filosofia - de um São Tomás, Santo Agostinho ou santo Alberto magno por exemplo. Como o nada não pode ter produzido o universo, só resta a explicação de um Deus eterno e onipotente. Por que o bloqueio mental de não aceitar Deus? Não vejo dificuldade alguma.

      Ronald Rahal | 30/04/2012 | 15:22

      Tem razão sr. Carqueija, vamos seguir o conselho do sr.os396. O bom senso diz que o Sol gira em torno da Terra, assim como todo o Universo. E exercitar o raciocínio como fazem Krauss e Dawkins não embota o cérebro, como no caso de se acomodar com conceitos simplórios que exigem pouco esforço.

      Lauro | 30/04/2012 | 11:55

      Miguel, "ridículo" é achar com tanta convicção que apenas a sua teoria é a correta e desconsiderar tudo o mais. E novamente você tenta impor sua visão preconceituosa e distorcida sobre o ateísmo o vinculando ao tal "nadismo". Ateísmo não é Niilismo, aprenda a diferenciar. Novamente você se equivoca ao tentar relacionar ateísmo como uma espécie de "religião". Uma coisa não tem nada a ver com outra.

      Edem de Almeida | 29/04/2012 | 20:54

      Se o tudo que conhecemos veio do nada, acho que seria muito simples reproduzir em laboratório esse nada que gera tudo, não é mesmo? O u esse nada é uma nada tão cheio de complexidades, ou seja, tão carregado de tudos, que agora seja impossível se conseguir um nada tão fabuloso. É mais fácil acreditar em Deus que acreditar em um nada que é tem mais adjetivos que Deus.

      os396 | 28/04/2012 | 10:24

      Exatamente Miguel. Contraria o bom senso. Daí tem se a necessidade de inventar teorias mirabolantes como a de Krauss e Dawkins que os torturarão para sempre.

      Ronald Rahal | 28/04/2012 | 09:54

      E sr. Carqueija, alegar que o Nada procede de Deus, também não explica coisa alguma. Reparou que tal afirmativa não passa de uma tautologia? Supere esse impasse, como o fizeram Krauss e Hawking,pondo o cérebro para trabalhar, e não se conformando com afirmações simplórios do tipo "assim foi pela vontade de Deus", ou por que "Deus quis" que nada explicam.

      Miguel Carqueija | 27/04/2012 | 17:49

      os396, concordo com você. É como eu já disse aqui, mesmo que os ateus não tenham gostado: ateísmo é "nadismo" - a religião do Nada. É ridículo pretender que o "nada" tenha criado o universo. Ao menos nisso o Marcos A. acertou, contraria as leis da física.

      Ronald Rahal | 27/04/2012 | 17:30

      um desserviço à sociedade? Bem faz ele e Krauss, que até já escreveu para o Papa expondo seus pontos de vista, em assumir essa bandeira, tentando trazer um pouco de luz a este mundo ainda assombrado por muitos demônios. E

      Ronald Rahal | 27/04/2012 | 17:29

      simplórias que nada explicam. Por último Dawkins é do jeito que é assim como Krauss, não por prestarem desserviço e sim pela atitude do radicalismo dos militantes religiosos, que não poupam esforços para atacar tudo que ofende seus dogmas. Uma história antiga que remete ao tempo da autoridade da Igreja em todos os assuntos. É bom frisar que antes do “militante ateu” Dawkins nascer já era proibido o ensino da Evolução nas escolas americanas dos estados sulistas. Então quem é radical e pratica.D

      Ronald Rahal | 27/04/2012 | 17:28

      em seu trono celestial sem qualquer razão para justificar sua existência? Há teorias dentro da Cosmologia que respondem ao como e ao porque sem se recorrer a entidades sobrenaturais ou motivos sobrenaturais cujas razões são sempre relegadas aos insondáveis desígnios que nadam explicam. Quanto às críticas de Horgan a Hawking e Krauss, é no mínimo paradoxal, já que fazem ciência e não projetos de fé, procurando usar o raciocínio para explicar o Universo e não se satisfazer com explicações..C

      Ronald Rahal | 27/04/2012 | 17:25

      Quanto ao desserviço de Krauss, seria o mesmo que dizer que Darwin fez o mesmo ao propor sua Teoria da Evolução, polarizando opiniões. Que mal há em preterir explicações sobrenaturais? O bordão falacioso dos crentes de que a Ciência explica o como e não o porquê, é tacanha e limita-se ao pressuposto de que ele se explica pela atividade de um demiurgo, que parece esclarecer tudo e na verdade, nada esclarece. Que fazia Deus antes de criar o Universo? Estava cansado de ficar o tempo todo sentado B

      Ronald Rahal | 27/04/2012 | 17:23

      Caro Márcio o jornalista John Horgan também recebeu sua “bordoada” do Nobel Phill Anderson por advogar que nada mais resta para a Ciência descobrir, a não ser preencher alguns vazios. E recebeu bordoadas de outros cientistas também, por essa visão tacanha do fim da Ciência. Visão semelhante com a dos cientistas do fim do século XIX, até o advento dos “annus mirabilis” de Einstein no século XX, que mudou tudo. Tal afirmação lembra-me o fim da história advogado por Francis Fukuyama. A

      Juca | 27/04/2012 | 15:41

      Eu acho que ficou bem claro que o desserviço de Krauss e Dawkins está nos seus ataques à religião, e não no trabalho deles como cosmólogo ou biólogo. A questão não é de ler mais, é de ler direito.

      Marco | 27/04/2012 | 14:50

      Se fala que Dawkins presta um desserviço a Ciência, só pode ser porque não leu mais nada escrito pelo cientista. Pergunte a outros cientistas se eles pensam como o pseudojornalista! Melhor para ele e para o Márcio Campos não opinarem sobre assuntos nos quais seu conhecimento é ínfimo ou, no mínimo, absurdamente tendencioso, unilateral. Quem estão chamando de fundamentalistas? Risível que cegam-se p/a lógica e para aquilo que a Ciência terá a oferecer. Limitem-se ao hóquei então...

      Marcos A. | 27/04/2012 | 09:15

      Não concordo que o Universo tenha surgido do nada da mesma forma como não concordo que tenha sigo gerado por um ser superior. Para mim, a primeira contraria as leis da física e segunda contraria a lógica.

      Bruninho queimadinho | 27/04/2012 | 03:29

      A pergunta certa é "por que existe o universo?" e não "quem criou o universo?", assim definitivamente se elimina qualquer ser mitologico irracional. Logo de estabelecer a pergunta certa "por que existe o universo?" então concordo que Hawkings (embora forneça uma boa resposta), ainda não consegue responder à pergunta. Ficará a questão "por que?" a nos torturar para sempre.

      os396 | 26/04/2012 | 17:26

      Realmente é o ápice da irracionalidade redefinir o nada como sendo a resposta para resolver o problema da criação do universo. É bem verdade que o tipo de coisa que Krauss e Dawkins fazem são um desserviço à ciência, assim como o são para a fé os fundamentalistas religiosos.

      Lauro | 26/04/2012 | 16:01

      O problema não é o número de respostas, mas sim a falta de CERTEZAS nessa questão. Por que a resposta teológica (católica) seria a "correta"? Só acho temerário Horgan afirmar tão categoricamente que "a ciência, na verdade, nunca terá a resposta (...)" Não quer dizer que uma nova teoria revolucionária surja daqui a anos, décadas ou séculos. Ele é as vezes muito pessimista em relação ao avanço do pensamento científico, sobretudo quando fala da "estagnação" que estaria ocorrendo na Ciência.

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