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Turistando

Enviado por admin, 30/03/12 5:32:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

Olá pessoal!!!

Um novo serviço turístico está fazendo sucesso em Curitiba. Um tour surpresa, elaborado por curitibanos e para curitibanos, leva pessoas a sentirem e vivenciarem a cidade a partir de experiências diferentes, personagens e lugares históricos desconhecidos considerados representativos para a cultura local.

Detalhes fazem com que curitibanos e turistas vão além dos pontos turísticos tradicionais. No primeiro roteiro, percorrido em fevereiro, as pessoas foram levadas ao túmulo de Maria Bueno, tomaram sorvete no Gaúcho, comeram um mini X-Montanha no Jardim Botânico, conheceram o gato Bóris e conversaram com o músico Plá na Rua XV.

O segundo percurso elaborado pela agência Aster Turismo de Experiência será feito neste sábado (31). Não se animem porque o grupo já está lotado. Mas, isso não impede que você se programe para participar do próximo. O projeto da agência prevê um passeio diferente a cada mês – sempre aos sábados.

Veja o vídeo do passeio feito em fevereiro pela nossa amiga e colega Anna Paula Franco, editora do caderno Turismo da Gazeta do Povo:

Cultura e Lazer | 4:40

Tour surpresa revela uma Curitiba cheia de sensações

Uma agência de turismo desenvolveu um tour surpresa por Curitiba. Os visitantes são levados a vários pontos da cidade, sem saber qual será o próximo destino. O roteiro foi criado com base em sugestões recolhidas ao longo de um mês.

Mais informações no site www.turismoaster.com.br/roteiros/curitiba ou pelos telefones (41) 3079 7233 ou 3079 6233.

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Enviado por admin, 29/03/12 5:33:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

Hoje homenageamos a capital,nos seus 319 anos, com o conto Em busca de Curitiba Perdida, de Dalton Trevisan. Trata-se de uma visão diferente e aprofundada da cidade. De aspectos que poucas vezes paramos para pensar, sob a visão de um grande escritor.

Dalton é reconhecido nacional e internacionalmente (venceu, entre outros, o Prêmio Portugal Telecom 2003) por seus livros de contos. Nasceu na capital paranaense e completa, em junho, 87 anos. Ficou conhecido como o Vampiro de Curitiba, título de um de seus livros. Ele não costuma dar entrevistas e aparecer em público, por isso se criou um certo mistério sobre ele.

É a partir da visão “desse vampiro” que hoje apresentamos uma Curitiba diferente. Confira:

Vida e Cidadania | 5:36

Que Curitiba você viaja? A visão de Dalton Trevisan

No aniversário da cidade, são os próprios curitibanos (natos ou não) que a homenageiam. Eles leram coletivamente um conto de Dalton Trevisan, chamado Em busca de Curitiba Perdida, e mostram neste vídeo quais as outras curitibas que existem por aí.

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Enviado por admin, 23/03/12 6:25:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

Walter Alves / Gazeta do Povo
Entradas da Rua 24 Horas ficam nas ruas Visconde de Nácar e Visconde do Rio Branco.

Olá pessoal!

Hoje vamos falar de um ponto turístico de Curitiba que teve seu auge na década de 1990 – a Rua 24 Horas. Localizada entre as ruas Comendador Araújo e Emiliano Perneta, a galeria tem entradas nas ruas Visconde de Nácar e Visconde do Rio Branco. O espaço passou por uma restauração recente e foi reinaugurado em novembro de 2011, depois de quatro anos fechado.

Nos anos 90, a Rua 24 Horas era o “point” de turistas e curitibanos, que lotavam as mesas dos bares e restaurantes do logradouro para comer, beber e curtir apresentações musicais. Contudo, todavia, porém, entretanto… desde que voltou a funcionar, a Rua não tem feito jus ao seu maior diferencial e pioneirismo no Brasil – não está funcionando 24 horas por dia. Uma pena!

Nesta semana, a pedidos, levei um amigo de Belo Horizonte para conhecer a tão famosa rua. Ao chegarmos à galeria, por volta das 23 horas, ela estava vazia e fechada. Por enquanto, a dica é essa: para conhecer a Rua 24 Horas, vá durante o dia ou começo da noite. A entrada é franca e as lojas ficam abertas das 9 às 22 horas.

Lá, você encontra restaurantes, lojas de souvenir, correio, centro de informações turísticas, lanchonetes, papelaria, entre outras. Não deixe de reparar nos arcos e no relógio que marca 24 horas!

Albari Rosa / Gazeta do Povo
Relógio da rua marca as 24 horas.

O que você acha da rua não funcionar 24 horas? O que você mais aprecia no local?

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Enviado por admin, 20/03/12 3:59:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

O movimento de Foz do Iguaçu à cidade argentina de Puerto Iguazú (Missiones) é constante e aumenta nos finais de semana. Os moradores de Foz, assim como os turistas que estão na região das Cataratas, aproveitam para vencer os apenas dez quilômetros de distância até a cidade argentina para apreciar uma boa carne – que incomparavelmente é melhor que a brasileira – além de fazer compras no Duty Free, tomar um sorvete de “dulce de leche”, visitar a feirinha de produtos típicos e passear pelas charmosas ruas da pequena cidade de 37 mil habitantes.

Para quem se dirigir até lá, vale a pena conhecer o ponto onde se encontram os três países (Brasil, Argentina e Paraguai). A marca da tríplice fronteira está no caminho.

Puerto Iguazú é simpática de dia e noite, mas à noite ela fica mais badalada, tanto nos restaurantes (que costumam ter filas), como nas danceterias.

No restaurante Aqva, por exemplo, à noite o ideal é fazer uma reserva para jantar, porque a procura é tão grande que as mesas estão sempre lotadas.

Visitamos a feirinha, que tem produtos coloniais argentinos a um bom preço: é um lugar interessante para comprar alfajores, queijos, temperos argentinos, doce de leite, azeite de oliva e vinhos. Como os produtos são cobrados em pesos, o brasileiro leva vantagem pela valorização do Real. A feirinha funciona desde manhã até o fim da noite e pode ficar aberta pela madrugada, dependendo do movimento.

Puerto Iguazú tem também um cassino – uma oportunidade para tentar a sorte grande. Na ida ou na volta da cidade, vale a pena também parar no Duty Free, porque os preços são muito semelhantes ao do Paraguai, com a diferença de que você compra com mais conforto e segurança.

Para quem não fala nem um pouquinho de espanhol, sem problemas. Os argentinos das Missiones são superatenciosos e, por causa da proximidade com a fronteira, entendem muito bem o português.

Veja o vídeo do passeio que fizemos pela cidade.

Blog Turistando | 2:08

Na Argentina de Puerto Iguazú

A cidade de Missiones, de 37 mil habitantes, está a apenas dez quilômetros do centro de Foz do Iguaçu. Lá, há muito o que fazer: desde comer uma boa carne e tomar sorvete, até compras no Duty Free e na feirinha da cidade.

Bem pessoal. Chegamos ao fim do Especial Cataratas do Iguaçu. Foram sete posts com sugestões de visitas em Foz do Iguaçu e região (se você perdeu algum, procure aqui no blog). Hoje, para fechar a série com chave de ouro, além do vídeo que nós mesmos fizemos, postamos abaixo um vídeo institucional da cidade. Esperamos ter ajudado vocês a fazer um bom roteiro quando forem conhecer as Cataratas do Iguaçu. Até mais!!!

** O blog viajou a convite do Hotel das Cataratas, da rede Orient-Express, e do Iguassu Convention & Visitors Bureau

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Enviado por admin, 13/03/12 6:20:00 PM

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Está em Foz do Iguaçu uma das maiores geradoras de energia do mundo, a Usina Hidrelétrica de Itaipu. E qualquer um, mesmo alguém sem nenhum conhecimento de engenharia, vai ficar boquiaberto ao ver o tamanho da infraestrutura instalada na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

Divulgação Itaipu Binacional
Vista da barragem. Uma das paradas para os visitantes tirarem fotos.

A Itaipu Binacional está aberta para visitação diariamente. O Passeio Panorâmico (o qual tive acesso), dura cerca de uma hora e meia e é feito em um confortável ônibus de turismo: afinal, a Itaipu é quase uma cidade e seria inviável fazer tudo a pé. O passeio começa com um documentário que conta a história da hidrelétrica. Depois, os turistas vão em ônibus para conhecer a barragem, o vertedouro e o lago.

A primeira parada é no vertedouro. Ele tem a função de descarregar a água não usada para a produção de energia, o que quer dizer que precisa eliminar água do lago represado para não transbordar. Se você é daqueles que têm sorte, no dia da visita vai encontrar o vertedouro aberto: é impressionante ver a força da água descendo pelo vertedouro e a fumaça úmida e gelada que se forma ao cair no rio. Dali, o ônibus faz uma segunda parada com vista geral para a barragem, seguindo para o passeio final por cima da barragem, com vista privilegiada para o lago de Itaipu, já no lado paraguaio.

A barragem tem 7,9 mil metros de extensão e 196 metros de altura, o que equivale a um prédio de 65 andares. Para sua construção, foram usados 12,3 milhões de metros cúbicos de concreto, volume suficiente para construir 210 estádios de futebol como o Maracanã. Ela ganhou ainda estrutura de ferro e aço que daria para construir 380 torres Eiffel.

Confira um pedacinho do passeio que o blog fez pela usina:

Blog Turistando | 2:37

Por dentro da Itaipu

O passeio panorâmico para conhecer a usina dura cerca de uma hora e meia, com direito a duas paradas: no vertedouro e onde se tem uma vista geral da barragem. A primeira turbina girou em dezembro de 1983. A produção de energia começa em maio de 1984.

Outras opções
É possível conhecer a Itaipu à noite, todas as sextas-feiras e sábados, quando a barragem de concreto é iluminada com 519 refletores e 112 luminárias.

Também existe o Circuito Especial que, além de fazer o que o Passeio Panorâmico faz, leva os turistas ao coração da hidrelétrica para ver as turbinas funcionando. A Itaipu tem 20 turbinas que, em pleno trabalho geram, cada uma, 700 megawatts – energia suficiente para abastecer uma cidade de 2,5 milhões de residências.

História
Na entrada da usina, vale a pena gastar alguns minutos para entender a construção da Itaipu. Fotos mostram como era o local e como ficou depois da intervenção. Cerca de 9 mil moradias foram feitas para abrigar os homens que trabalharam na obra.

Dicas:
– É bom ir de calças e com sapato fechado, porque para alguns passeios há restrições quanto ao tipo de roupa, por uma questão de segurança.
Valor das entradas: R$ 22 (integral) ou R$ 11 (meia-entrada) para o Passeio Panorâmico; R$ 56,10 (integral) ou R$ 28,05 (meia-entrada) para o Circuito Especial. O horário de visitaçao inicia às 8 horas e termina às 16 horas. O passeio para ver a iluminação noturna da barragem custa R$ 13,20 (integral) ou R$ 6,60(meia-entrada). Mais informações: www.itaipu.gov.br

Veja na próxima terça-feira o passeio que fizemos pela cidade argentina chamada Puerto Iguazu.

** O blog viajou a convite do Hotel das Cataratas, da rede Orient-Express, e do Iguassu Convention & Visitors Bureau

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Enviado por admin, 06/03/12 3:19:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)


As Cataratas do Iguaçu são um dos pontos de turismo mais visitados do Brasil, por isso é inevitável ter sempre filas e muita gente nos mirantes voltados para as 275 quedas d’água. Mas este não é um problema para quem pode dormir, nem que seja uma noite (se o seu bolso permitir, vale a pena ficar mais tempo), no Hotel das Cataratas, o único que está dentro do Parque Nacional do Iguaçu. Isto porque o parque abre aos visitantes das 9 às 17 horas. O que quer dizer que, fora deste horário, o hóspede do hotel tem o privilégio de andar sozinho pelas trilhas, acessar os mirantes com tranquilidade e curtir muito a natureza.

Divulgação
Vista da fachada do Hotel das Cataratas.

Saindo do hotel por volta das 8 horas, é possível fazer toda a trilha sozinho. O máximo que você vai encontrar é algum hóspede e muito quati. É neste horário também que aparecem os tucanos: muitos vão ao hotel para comer os passarinhos chamados guaxos, que fazem ninhos nas palmeiras que existem no hotel. Dá pena de ver o tucano agindo para ter a sua caça, mas o cenário é deslumbrante.

Outro atrativo à parte é ver as quedas das Cataratas em noite de lua cheia (o hotel oferece o passeio). Os hóspedes provavelmente terão, com exclusividade, a vista do arco-íris lunar (todo prateado).

Divulgação
A parte da piscina recebe “visitas” ilustres como lagartos e guaxos.

Vale aproveitar também a estrutura do hotel. A arquitetura é de 1958, com um estilo todo peculiar. Na torre existe um mirante onde as pessoas costumam apreciar o pôr-do-sol (o sol se põe “atrás” das quedas).

São 193 apartamentos e, 17 deles, têm vista exclusiva para as quedas. O hotel tem dois restaurantes (que servem aos hóspedes e quem está apenas passeando pelo parque) e uma piscina onde os lagartos, vez ou outra, costumam passar por ali. Pela manhã também há um agrado: funcionários costumam levar um docinho aos hóspedes, desejando um bom dia.

Como é o único hotel que está dentro do parque, ele tem o compromisso de ajudar a preservar a natureza. Tem projetos de proteção aos animais do parque (como o Carnívoros, que cuida das onças) e também possui uma lojinha que apóia o artesanato da região: o programa é chamado de Ñanwwwa.

Desde 2007, a Rede Orient Express assumiu o Hotel das Cataratas e uma grande reforma levou mais requinte aos apartamentos e ambientes. O hotel tem uma agência de turismo que ajuda os turistas a eleger os passeios.

Conheça um pouco desta estrutura neste vídeo:

Turistando Curitiba | 2:35

Hotel das Cataratas

Os hóspedes que ficam no hotel têm o privilégio de passear pelas trilhas vazias, admirar com calma (sem muita gente) os principais pontos, ver as Cataratas em noite de lua cheia (inclusive o arco-íris lunar) e dormir ouvindo o barulho das quedas.

Serviço
As diárias do Hotel das Cataratas variam bastante, conforme o período de hospedagem, quantidade de dias e, inclusive, se se trata de uma noite de núpcias ou não. Existem vários tipos de suítes. As diárias partem de R$ 670 até R$ 2.850. Mais informações: www.hoteldascataratas.com.br ou pelo telefone (45) 2102-7000.

Divulgação
Hotel tem 193 apartamentos. Todos foram reformados recentemente.

Veja na próxima terça-feira o passeio que fizemos pela hidrelétrica Itaipu.

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Enviado por admin, 02/03/12 6:10:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

Ricardo Moraes / Reuters
Novas notas de Real.

Olá, turisófilos!!!

Dindin, tutu, gaita, grana, bufunfa, tostão, cascalho, faz-me rir… esses são alguns dos apelidos dados ao dinheiro no Brasil. Comecei este post com essa curiosidade para falar de um gasto inevitável para qualquer turista – as despesas com alimentação.

Curitiba é uma cidade que tem se despontado em gastronomia. Aqui, como em outros grandes centros urbanos, é possível encontrar comidas típicas de vários países e de diversas regiões do país. Basta uma volta em feiras noturnas para encontrar quitutes – doces e salgados – de receitas polonesas, peruanas, chilenas, baianas, mineiras… Restaurantes? Alemães, japoneses, mexicanos, ingleses… Sem esquecer, claro, de Santa Felicidade, o nosso bairro italiano.

Quanto você vai gastar para comer em Curitiba? Bom, isso vai depender se você é daqueles turistas que gosta de apreciar a culinária regional, se curte conhecer restaurantes badalados, se você não liga a mínima para isso…

Se você quer controlar a grana com comida, pensar em R$ 30 por dia daria uma boa base de gastos – pensando em R$ 5 para um lanche no café da manhã, R$ 15 para almoçar em um buffet por quilo, R$ 5 para um lanche no jantar e mais R$ 5 para bebidas durante o dia.

Compras em supermercados ajudam a economizar. Uma lasanha de micro-ondas custa, em média, R$ 8. Um pacote de bolachas ou uma lata de refrigerante, R$ 1,50. Já para fazer uma refeição num dos shoppings da cidade, você vai gastar R$ 11 num combo sanduíche + suco, de R$ 13 a R$ 20 em menus do McDonald’s, cerca de R$ 25 em combinados de salada + carne + massa.

Roberto Custódio / Jornal de Londrina

Se você quer esbanjar e jantar em algum restaurante, os preços variam bastante, claro! Tem opções para todos os gostos e bolsos. Acho que uma boa base de cálculo é pensar em R$ 70 por pessoa. Mas não digam que não avisei: você pode encontrar um quiosque de cachorro quente e gastar R$ 10, comer uma pizza a R$ 20, se empanturrar em um rodízio de carnes ou comida japonesa por R$ 50 e até desembolsar R$ 200 (ou mais!) em locais mais refinados.

Enfim, turismo gastronômico também pode ser feito em Curitiba! Aos poucos, nossos posts trarão algumas opções de restaurantes também!

Que dicas gastronômicas não podem faltar aos nossos visitantes? Deixe seu comentário abaixo!

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Enviado por admin, 28/02/12 10:00:00 AM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

No dia em que soube que faríamos o passeio de barco, chamado de Macuco Safari, até as quedas das Cataratas do Iguaçu, confesso que fiquei com frio na barriga. Sabia que o passeio era seguro, mas há sempre um pingo de emoção por não saber o que de fato iria acontecer.

Divulgação/Macuco Safari
Bote inflável tem cadeirinhas que deixam o passeio mais confortável.

Chegamos ao local bem cedo. Fomos recepcionados por uma equipe bem preparada que fala da trilha que precisamos percorrer até o lugar do embarque. Pegamos uma espécie de Jeep com poltronas ao ar livre e o guia literalmente nos inseriu no mundo da Mata Atlântica, com explicações sobre a flora e a fauna nativas. Nosso passeio incluiu uma trilha de 600 metros e 350 degraus: o contato com a natureza é maravilhoso. Conhecemos também uma cachoeira chamada de Macuco – foi aí que descobri que o nome do passeio se wwwe a uma ave de mesmo nome.

Depois da trilha, chegamos ao embarque. Muita gente saiu correndo para comprar capas de chuvas, mas, como me anteciparam que eu iria me molhar de qualquer jeito, resolvi poupar este dinheiro e curtir a água gelada na pele. O barco é um bote inflável com poltronas fixas e bem estáveis, para minha surpresa.

O Macuco faz um passeio tranquilo pelo Rio Iguaçu até chegar às quedas. O mais bacana é que, nas proximidades da Garganta do Diabo, o barqueiro para alguns minutos para contemplação e muitas fotos: as Cataratas vistas debaixo também são inexplicáveis.

O aviso vem em seguida: guardem bem os equipamentos eletrônicos porque agora vocês vão se molhar. Eu arrisquei: passei umas cinco voltas de papel filme na filmadora e mais um saco plástico por cima (tudo para tentar mostrar para vocês um pouco do passeio). O esforço foi compensado: apesar de o saquinho bater na lente da filmadora, é possível ter uma ideia da força da água e do susto que ela dá quando você chega bem embaixo. Os gritos são inevitáveis. O barqueiro coloca os turistas literalmente embaixo d’ água umas três vezes. O bote fica embaixo da queda forte por nem um minuto, mas volta mais duas vezes para a alegria de todos.

Quando a água forte e gelada bate na pele, a sensação é de medo, mas na realidade parece que a água das Cataratas lava a alma. O dia do passeio estava quente, então não deu tempo nem de sentir frio. Na volta fica a sensação de que você não acredita pelo que passou. E a vontade de fazer de novo logo chega.

Confira uma parte de nosso passeio neste vídeo:

Blog Turistando | 2:23

É para se molhar

O passeio de barco, chamado de Macuco Safari, é uma aventura à parte. Um carrinho leva os turistas a uma trilha (opcional) e depois as pessoas seguem à pé até o embarque. O banho de água, muito fria, é inevitável. Mesmo assim, vale a pena!

Dicas:
– Tente ir com uma roupa leve (de preferência do tipo dry fit), que seca mais facilmente.
– Você até pode comprar uma capa de chuva, mas acho que o legal do Macuco é ir para se molhar mesmo.
Leve máquina fotográfica e filmadora, mas também um saquinho impermeável para colocar os equipamentos antes de entrar debaixo das quedas (o risco de entrar água é grande).
– É possível levar outra muda de roupa para se trocar nos vestiários que existem no local.
– Os guias fornecem colete salva-vidas. O uso é obrigatório.
O passeio dura cerca de 1h45.
– O valor do ingresso para o Macuco Safari não está incluso na entrada do Parque Nacional do Iguaçu. Os adultos pagam R$ 140 e as crianças R$ 70.
– Ao optar pelo passeio do Macuco, pegue o ônibus e desça no ponto correspondente ao Macuco (que fica antes do início das trilhas tradicionais).
– Mais informações: www.macucosafari.com.br ou (45) 3574-4244.

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Enviado por admin, 24/02/12 6:58:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

Pretende visitar Curitiba no período de carnaval? Então você não pode perder algumas festas populares que são realizadas neste período. Embora grande parte da folia na cidade seja alternativa, menos focada em desfiles ou blocos e mais em eventos underground, não falta animação e alto astral.

Uma destas festas é a Zombie Walk – uma caminhada em que milhares de pessoas se vestem e se maquiam de zumbis e percorrem ruas do centro da cidade. Mas esta mobilização não é exclusividade dos curitibanos. Ela é realizada em vários locais no mundo. Em Curitiba, no entanto, ganhou grande comoção popular e passou, há três anos, a ser realizada durante o domingo de carnaval.

Hoje, faz parte do chamado Psycho Carnival – grande evento realizado na cidade durante o feriado, cujas principais atrações são os shows de rock em locais públicos e particulares.

A Zombie Walk é um evento gratuito e aberto a quem quiser participar, fantasiado ou não. Na última edição, realizada no dia 19 de fevereiro, reuniu cerca de 4 mil participantes e colocou-se como uma das maiores do mundo, segundo a organização do evento.

Vale citar que a diversão é garantida para todas as idades. Jovens adultos e famílias inteiras participam do percurso dos zumbis, que sai da Praça Osório e chega à Praça Santos Andrade. Tudo pela Rua XV de Novembro, a mais famosa da cidade.

Após a caminhada, há, de costume, apresentações musicais nas Ruínas do São Francisco – um espaço para shows sediado em um conjunto de construções antigas da cidade. É bom ter um bom par de tênis e boa disposição para acompanhar todo o evento, que dura uma tarde toda.

A seguir, você confere um vídeo que gravamos durante a última edição do evento. Divirta-se e anote esta dica em sua agenda!

Vida e Cidadania | 8:42

Zombie Walk: mortos-vivos invadem ruas de Curitiba

A edição 2012 da Zombie Walk reuniu cerca de duas mil pessoas no Centro da capital. A marcha dos mortos-vivos contou com zumbis de noivas, palhaços, barbie e até cachorro.

>>>Mais informações podem ser obtidas no grupo oficial da Zombie Walk Curitiba no Facebook.

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Enviado por admin, 22/02/12 3:08:00 PM

Versões em inglês (english) e espanhol (castellano/español)

Para ver um tucano voando ou “pendurado” em uma árvore dentro do Parque Nacional Iguaçu é preciso ter sorte ou ficar muito atento à movimentação das aves na mata. Se você costuma ser um azarado nestas horas, não se preocupe. Bem pertinho das Cataratas existe o Parque das Aves, onde é possível chegar bem próximo de várias espécies de tucanos da região, além de araras, periquitos, papagaios, jandaias e tantos outros pássaros.

Divulgação/Parque das Aves
Os tucanos estão por toda a parte e é possível chegar bem pertinho deles.

O parque tem cerca de 1 mil aves de 130 espécies, algumas oriundas de outros continentes. É possível ainda visualizar ali alguns répteis e entrar num borboletário que tem inúmeras espécies de borboletas.

Câmeras colocadas estrategicamente também mostram como são os filhotes de tucanos e como eles se desenvolvem.

O parque tem trilha pavimentada de aproximadamente 1,4 mil metros que passa por dentro da mata nativa. O passeio dura cerca de 30 minutos (dependendo de sua pressa). É possível entrar em grandes viveiros e ver as aves voando de um lado para o outro. Os amantes da fotografia vão se divertir tentando fotografar os animais.

Confira (abaixo) o vídeo com o passeio que fizemos pelo Parque das Aves:

Blog Turistando | 2:08

Conhecendo o Parque das Aves

São cerca de 130 espécies de aves distribuídas em viveiros gigantes, onde você pode entrar e ficar bem próximo dos animais. O passeio demora cerca de 30 minutos por uma trilha de 1,4 mil metros.

Serviço: a entrada para o parque custa R$ 20. Ele está localizado na Avenida das Cataratas, Km 17,1. Horário de funcionamento das 8h30 às 17h30. Telefone (45) 3529-8282. O parque tem lanchonete e loja de souveniers. Mais informações em www.parquedasaves.com.br

Confira na próxima terça-feira o passeio de barco (Macuco).

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