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Comidas que não podem faltar nas ceias de final de ano

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As festas de final de ano trazem, em sua comida, muitos significados. Peru, carne suína, lentilha e panetone são alguns dos itens que fazem parte da tradição de Natal e Réveillon. Veja porque

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As ceias de final de ano, como o Natal e o Réveillon, são momentos de confraternização entre a família os amigos e sinônimo de mesa farta. A data vem cercada de inúmeros preparativos que envolvem desde a decoração, a preparação da mesa, a lista de presentes, a figura do Papai Noel e, principalmente, a ceia de com as tradicionais receitas que não podem ficar de fora dessas comemorações.

Por superstição ou tradição, itens como carnes, aves, panetones e frutas não podem ficar de fora da ceia, além das frutas secas que costumam ser servidas tanto como entrada, detalhes do prato principal ou ingredientes da sobremesa. Mas você sabe como eles se tornaram tão tradicionais e quais os seus significados?

Confira as comidas que não podem faltar nessas datas e a tradição por trás delas:

Peru ou ave natalina: consumido pelos norte-americanos no Dia de Ação de Graças, a ave indica prosperidade e fartura por sua grande quantidade de carne. No Brasil, além do peru, é comum usar o chester na ceia natalina.

Peru ou ave natalina: consumido pelos norte-americanos no Dia de Ação de Graças, a ave indica prosperidade e fartura por sua grande quantidade de carne. No Brasil, além do peru, é comum usar o chester na ceia natalina.

 

Panettone: pouco se sabe sobre o pão de frutas secas que decora as mesas natalinas. Ele teria surgido em Milão, na Itália, e as padarias de Milão produziam este pão no Natal como presente. O costume se tornou uma tradição, como os ovos de chocolate na Páscoa.

Panetone: pouco se sabe sobre o pão de frutas secas que decora as mesas natalinas. Ele teria surgido em Milão, na Itália, e as padarias de Milão produziam este pão no Natal como presente. O costume se tornou uma tradição, como os ovos de chocolate na Páscoa.

 

Rabanada: Por trás da história da rabanada, muitas lendas e uma origem incerta. Sabe-se que foi criada pela necessidade do reaproveitamento do pão (amanhecido), tendo em vista que sempre foi considerado um ingrediente sagrado, até mesmo por representar o corpo de cristo para os católicos. A sua origem sempre se remete a Portugal, mas em todo o mundo é possível encontrar variações da rabanada, como o “Eggy bread” na Inglaterra, o “French toast” nos EUA, e o “Pain Perdu” na França. Isso mostra que é mais provável uma forte influência francesa na origem da rabanada do que uma portuguesa.

Rabanada: Por trás da história da rabanada, muitas lendas e uma origem incerta. Sabe-se que foi criada pela necessidade do reaproveitamento do pão (amanhecido), tendo em vista que sempre foi considerado um ingrediente sagrado, até mesmo por representar o corpo de cristo para os católicos. A sua origem sempre se remete a Portugal, mas em todo o mundo é possível encontrar variações da rabanada, como o “Eggy bread” na Inglaterra, o “French toast” nos EUA, e o “Pain Perdu” na França. Isso mostra que é mais provável uma forte influência francesa na origem da rabanada do que uma portuguesa.

 

Pernil ou Lombo suíno: tradição nas mesas de Réveillon por ser considerado um bicho que “fuça” a comida. Por isso, acredita-se que consumir carne suína na virada do ano dá sorte e “empurra a vida para frente”, ao contrário das aves, que são vetadas nessa época, porque “ciscam para trás”.

Pernil ou Lombo suíno: tradição nas mesas de Réveillon por ser considerado um bicho que “fuça” a comida. Por isso, acredita-se que consumir carne suína na virada do ano dá sorte e “empurra a vida para frente”, ao contrário das aves, que são vetadas nessa época, porque “ciscam para trás”.

 

Frutas frescas: servir frutas e usá-las para decorar a mesa era um costume romano para homenagear o solstício de inverno no Hemisfério Norte, a noite mais longa do ano – quando a Terra está mais distante do Sol.

Frutas frescas: servir frutas e usá-las para decorar a mesa era um costume romano para homenagear o solstício de inverno no Hemisfério Norte, a noite mais longa do ano – quando a Terra está mais distante do Sol.

 

Frutas secas e castanhas: também eram utilizadas desde a Roma antiga, quando eram oferecidas como presente. Cada tipo de fruta seca tinha um significado especial para os romanos. As avelãs, evitavam a gula; as nozes, simbolizavam prosperidade; e as amêndoas, protegiam dos efeitos causados pelo excesso de bebida.

Frutas secas e castanhas: também eram utilizadas desde a Roma antiga, quando eram oferecidas como presente. Cada tipo de fruta seca tinha um significado especial para os romanos. As avelãs, evitavam a gula; as nozes, simbolizavam prosperidade; e as amêndoas, protegiam dos efeitos causados pelo excesso de bebida.

 

Lentilha: a lentilha também é um ingrediente obrigatório na mesa de Ano Novo. Costume trazido por imigrantes italianos que diziam que "comer lentilha no Ano Novo, dinheiro o ano todo".

Lentilha: a lentilha também é um ingrediente obrigatório na mesa de Ano Novo. Costume trazido por imigrantes italianos que diziam que “comer lentilha no Ano Novo, dinheiro o ano todo”.

Agora que você já sabe o significado das comidas das festas tradicionais de final do ano, que tal aprender uma receita? Veja o vídeo abaixo do Lombo suíno recheado com damascos e ameixas , do chef Guilherme Guzella e inspire-se. Boas festas!

 

E pra quem ainda quer aprender outros pratos, a  Espaço Gourmet Escola de Gastronomia oferece diversas aulas com temas festivos durante os meses de novembro e dezembro. Confira o calendário.

 

SERVIÇO:

Espaço Gourmet Escola de Gastronomia

Rua. Alameda Prudente de Moraes, 129 F – Mercês Curitiba, PR

Telefone: 3019-0437

 

 

 

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