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Estrela do funk curitibano, MC Mayara faz show no James nesta quinta (20)

Principal expoente do eletrofunk curitibano, a cantora teve carreira relâmpago e contabiliza milhões de visualizações na internet. Ingressos na hora custam R$ 35

  • Sandro Moser
MC Mayara: a menina do Bacacheri virou estrela na internet. | Divulgação
MC Mayara: a menina do Bacacheri virou estrela na internet. Divulgação
 
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Estrela do funk curitibano, a MC Mayara comanda nesta quinta-feira, às 23h59, uma “noite de pankadão” no James Bar, tradicional reduto indie da boemia curitibana, no centro da cidade. A cantora de 23 anos é o grande nome do eletrofunk, a vertente curitibana do gênero, e seus vídeos contabilizam muitos milhões de acessos na internet.

O eletrofunk é um fenômeno nascido nas pistas curitibanas, na década passada, e classificado como um subgênero do funk que mistura música eletrônica com o funk carioca.

O mais recente vídeo de Mayara foi filmado na favela da Rocinha no Rio de Janeiro. Nele, a MC curitibana usa gírias do twerk, a dança característica do funk pankadão.

Depois do show de Mayara, no James, haverá um concurso de twerk. Veja o novo vídeo da música “Viciada” da MC Mayara:

A curitibana Mayara Juliana nasceu cresceu no bairro do Bacacheri. Em 2012, viveu a transição relâmpago que muitos fãs um dia já sonharam: da plateia das baladas de eletrofunk para a principal estrela da companhia em poucos meses, após gravar os vídeos de seus hits como “Ai, como eu tou Bandida” e “Teoria da Branca de Neve”.

A “anti-popozuda”

“Às vezes eu fico pensando e chego a me assustar: será que isto está acontecendo mesmo comigo?”, se perguntava Mayara, em entrevista a Gazeta do Povo há três anos, no auge do sucesso.

O produtor Alexandre Alves conta que a aposta em Mayara deu-se pela diferença: seu “visual de menina” em comparação com os das “mulheronas” que dominam a cena carioca. Em poucos meses, o que parecia improvável aconteceu e Mayara “bombou” na web.

“A figura dela casou com uma ideia que a gente tinha de arrumar uma menina com cara da ‘vizinha do lado’, mais magrinha, sem aquela onda de popozuda. Hoje, não dá pra falar do funk sem falar dela”, explica Alves.

Em pouco tempo, os clipes de Mayara tiveram milhões de acessos (remunerados pelos sites) que mudaram a vida da menina e de toda a cena eletorfunk de Curitiba que só faz crescer desde que Mayara estourou.

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