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Prometida para o segundo semestre, Oficina de Música é descartada em 2017

Presidente da FCC diz que realização do evento neste ano é inviável financeiramente e que ele deverá ser retomado no primeiro trimestre de 2018

  • Da Redação
Atividades da última Oficina de Música, realizada em 2016 | Henry Milléo/Gazeta do Povo
Atividades da última Oficina de Música, realizada em 2016 Henry Milléo/Gazeta do Povo
 
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Maior e mais tradicional evento de música do estado, a Oficina de Música de Curitiba não irá mesmo acontecer em 2017. Após ser cancelada pelo prefeito Rafael Greca (PMN) no início do ano, a prefeitura chegou a anunciar que o evento seria realizado no segundo semestre. Na última quinta-feira (30), porém, o presidente da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), Marcelo Cattani, afirmou que a oficina só deverá ser retomada em 2018.

A declaração foi feita durante uma reunião pública na Câmara Municipal para discutir o assunto. Cattani afirmou que, embora tenha sido criada a expectativa de que a Oficina pudesse acontecer em julho, a medida tornou-se inviável devido à falta de recursos.

Embora o presidente da FCC tenha assegurado a volta da Oficina de Música, não há garantia de que ela ocorra em janeiro, como é tradicional. “Temos a autorização de programar a próxima oficina para o primeiro trimestre de 2018. Ainda precisamos de um planejamento para definir o calendário e um plano de marketing para reposicionar o evento. Mas vamos tentar recuperar esse tempo perdido”, disse.

O custo total da Oficina de Música de 2017 estava estipulado em R$ 1,7 milhão. Desse montante, a gestão passada da prefeitura já havia repassado R$ 420 mil para o Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac), a fim de cobrir a pré-produção do evento. À atual gestão da prefeitura caberia o investimento de cerca de R$ 900 mil, já previstos em orçamento. Outros R$ 300 mil viriam de patrocínios parciais pela Lei Rouanet.

No entanto, Greca optou por cancelar o evento antes mesmo de tomar posse no cargo, alegando que a área da Saúde seria a prioridade em sua gestão. “Enquanto a saúde correr riscos não haverá música”, justificou o prefeito à época. O evento era realizado ininterruptamente desde 1983 e atraía participantes de todo o Brasil e de outros países.

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