Terça-feira, 09/02/2010
A montagem de Emerson Rechenberg já fez cinco temporadas em Curitiba desde sua estréia, em 2005. Também participou de festivais no interior do estado e cumpriu três meses de exibições em São Paulo.
Bia Franzolin
Ampliar imagem
Mobilidade do espaço contribui com a atuação de Zanardini
Rechenberg considera a adaptação do conto homônimo de Dostoievski a mais completa que já fez. Levou oito meses testando frase por frase com o primeiro ator da montagem, Nawbert Cordeiro (que recebeu o Prêmio Gralha Azul de 2005 pela atuação).
Agora, quem encarna o ermitão irônico, suscetível e rancoroso, fechado em um mundo à parte, é Ade Zanardini. Ao encenar o monólogo, ele é fiel ao texto do autor russo. “Não mudei palavra nenhuma, apenas enxuguei alguns trechos para obter um espetáculo de pouco mais de uma hora”, conta Rechenberg.
Para o diretor, a temporada no Cleon Jacques tem significação especial. “Fui aluno de Cleon na faculdade (no Curso Superior de Artes Cênicas do Centro Cultural Teatro Guaíra/PUC, atual Faculdade de Artes do Paraná). Além disso, foi aqui que apresentei Colônia Penal, em 2001”, conta.
Presentes de casamento: em que situações devem ser devolvidos?
ATUALIZADOhá 1h
ATUALIZADOhá 4h
Os melhores preços estão aqui, clique e compare!
Powered by: Buscapé