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Divulgação / O pianista Richard Clayderman O pianista Richard Clayderman
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Aos trinta anos de carreira, Richard Clayderman traz canções românticas de volta ao Brasil

Esta é a quarta passagem do intérprete no País; programação musical conta ainda com shows da banda Scorpions, Emmerson Nogueira e Tao do Trio

11/09/2008 | 17:57 |
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O pianista francês Richard Clayderman, que fez sucesso no Brasil por volta dos anos 80, volta ao país pela quarta vez e se apresenta em Curitiba nesta sexta-feira (12) no Teatro Positivo. Ele promete um show com grandes clássicos de sua carreira, embalados com romance e simpatia.

No campo do hard rock, a banda Scorpions se apresenta em uma grande estrutura montada na cidade de Ponta Grossa também nesta sexta-feira (12). O grupo deve apresentar canções do mais recente CD, assim como grandes clássicos já conhecidos do público.

Serviço

Richard Clayderman. Sexta-feira (12), às 21h. Teatro Positivo (R. Prof. Viriato Parigot de Souza, 5300). Entrada: de R$ 80 a R$ 200 (inteira) e de R$ 40 a R$ 100 (meia). Desconto de 30% para assinantes da Gazeta do Povo na compra de até 2 ingressos. Informações: (41) 3317-3081.

Emmerson Nogueira. Sábado (13), às 21h. Teatro Positivo (R. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300). Entrada: filas 01 a 15 – R$ 70 (meia-entrada). Filas 16 a 28 – R$ 50 (meia-entrada). A meia-entrada é para estudantes, maiores de 60 anos, doadores de 1 kg de alimento não-perecível e de sangue. É obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição do beneficiário, na compra do ingresso e na entrada do teatro. Pagamento somente em dinheiro. Pontos de venda: Disk Ingressos. Informações: (41) 3315-0808 ou 3317-3107.

Scorpions. Sexta-feira (12), às 21h. Centro de Eventos de Ponta Grossa (Ponta Grossa, 3 km do centro). Entrada: Ingresso solidário com 1 kg de alimento ou carteira estudantil - R$ 73. Área VIP Masculino - R$ 305. Área VIP feminina - R$ 255. Pontos de venda: Disk Ingressos. Informações: (41) 3315-0808.

Tao do Trio. Sexta (12) e sábado (13), às 21h. Teatro Paiol (Praça Guido Viaro, s/n.º). Entrada: R$ 15 e R$ 7,50. Informações: (41) 3213-1340.

Layout 80 - Festa com DJ Gúy Pinheiro, Monjolo, Gabriel e Adriano. Sábado (13), às 22h. Buffet du Batel (Al. Dom Pedro II, 183). Entrada: Segundo lote a R$ 35 (masculino) e R$ 25 (feminino). Informações: (41) 3027-1214.

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Divulgação / A banda Scorpions Ampliar imagem

A banda Scorpions

O mineiro Emmerson Nogueira mantém um pé no ramo internacional e apresenta o show “O Clássico dos Clássicos” neste sábado no Teatro Positivo. O cantor apresenta suas próprias versões de músicas internacionais bastante conhecidas.

Já o grupo Tao do Trio apresenta o CD “Rosa que te quero verde” nesta sexta (12) e sábado (13) no Teatro Paiol. O grupo faz uma homenagem à Cartola com a interpretação de seus sambas e poesia.

Para os fãs dos anos 80, ainda há mais uma opção. A casa Layout 80 comemora os seus três anos de idade em grande festa no Buffet du Batel. Neste sábado, o DJ Gúy Pinheiro e três residentes da casa embalam a noite com clássicos dos anos 80 por cerca de oito horas.

Emoção ao som do piano de Clayderman

O pianista francês Richard Clayderman, voz da canção “Ballade pour Adeline”, que fez sucesso no Brasil na década de 80, se apresenta nesta sexta-feira (12) em Curitiba no Teatro Positivo. Com cerca de 80 milhões de discos vendidos e mais de mil shows pelo mundo em 30 anos de carreira, Clayderman promete destilar o romantismo que marcou sua carreira.

Philippe Pagès, verdadeiro nome de Richard, ouvia seu pai ao piano desde seus quatro anos de idade. No ano de 1968, em Viena, na Áustria, fez o primeiro concerto. O esperado nervosismo deu o tom. “Foi um pouco difícil porque eu não sabia como me comportar perante o público”, disse o músico, que, antes de ficar mundialmente conhecido por interpretar clássicos como “Dolannes Melody”, “For Love” e “Letter to My Mother”, já se aventurou em outras batidas. Aos 17 anos, o fã de Paul McCartney e James Taylor tocava teclados em bandas de garagem. Não deram certo. “Foi bom para eu conhecer outros estilos, mas isso acabou há muito tempo”, comentou.

A redenção às baladas românticas aconteceu em 1976. Olivier Toussaint, produtor francês, compôs uma música em homenagem a Adeline, sua filha recém-nascida. Toussaint realizou um concurso entre 30 músicos e Richard Clayderman foi o vencedor, garantindo o direito de executar a obra e gravá-la em LP. Nascia, então, “Ballade pour Adeline”, música com pouco mais de três minutos que alavancou sua carreira por, pelo menos, três décadas.

Richard Clayderman não é compositor. É intérprete e tem o piano como companheiro. Qual o segredo, então, do sucesso que conseguiu atravessar pelo menos duas gerações? “O segredo é que eu amo tocar piano. Minha platéia gosta de ouvir boa música. O segredo é o meu estilo”, resumiu o francês, que se apresenta no Brasil pela quarta vez.

Para os shows no Brasil, o clássico eternizado “Ballade pour Adeline” – com algo a mais – e, talvez, uma ou outra composição brasileira em companhia de seis músicos que Clayderman ainda não conheceu. “Há detalhes que fazem “Ballade pour Adeline” soar diferente. Vou sentir o público na hora tentar dar um ‘turbo’ nela”, disse o fã das melodias de Antônio Carlos Jobim e das músicas de Toquinho e Vinícius. O que é certo no repertório é “My Heart Will Go On”, tema do filme Titanic (1997).

Hard rock com Scorpions

A banda alemã de hard rock Scorpions se apresenta nesta sexta-feira (12) em Ponta Grossa. Após quatro décadas de shows pelo mundo, o grupo traz a turnê “eletroacústica” chamada “Humanity World Tour” com uma mescla do mais recente álbum de estúdio com clássicos da carreira.

Devem fazem parte do repertório canções do álbum “Humanity – Hour I”, lançado no ano passado, assim como as já conhecidas do público “Rock You Like a Hurricane” e “Still Loving You”.

Clássicos revisitados

O mineiro Emmerson Nogueira, conhecido por suas versões de músicas populares, traz o show “O Clássicos dos Clássicos” para o Teatro Positivo, Curitiba, neste sábado (13). Sobre seu trabalho, o cantor falou sobre a responsabilidade de não apresentar inéditas ao público, mas sim canções clássicas de bandas consagradas. “Depois de um tempo, acho tudo ruim”, disse Nogueira. O cantor afirmou, no entanto, que acha o sentimento algo positivo para o seu trabalho. “Eu sempre tenho certeza que fiz o máximo que eu podia”, completou.

Em seu trabalho mais recente, chamado “Dreamer”, Nogueira abusou de canções que não são populares entre o seu público. “Isso foi um risco. Apesar da música não ser inédita, acaba soando como inédita para as pessoas no Brasil”, disse ele, que colocou no repertório do álbum a música “Daniel”, do australiano Lior. “Foi uma maneira de estar evoluindo no meu trabalho”, explicou.

Ele disse que muito do preconceito ao seu trabalho é por conta do desconhecimento. “A gente nem briga para as pessoas reconhecerem ou não o que é cover, mas ficamos chateados quando alguém que não conhece fala sobre isso”, disse.

O músico explicou que, na maioria das vezes, cover é tido como o artista que canta exatamente como está na gravação do CD, algo que difere do seu trabalho. “É mais fácil criar uma coisa nossa, mesmo que seja uma música de outra pessoa, do que tocar igual a pessoa toca, principalmente se tratando de clássicos como Pink Floyd, Eagles, Led Zeppelin. O desafio é maior ainda”, completou.

Nogueira explicou que, para ele, “tem como você ser artista da maneira que você se identifique”. Um exemplo foi o baixista Arthur Maia, que segundo ele, é conhecido por ser um grande músico, mas não por seu trabalho autoral. “A própria Elis Regina, quando começou a carreira, cantava interpretações de outras pessoas”, completou. “Eu acho que você faz a sua própria história dentro de cada caminho que você escolhe”, desabafou Nogueira.

Homenagem à Cartola

O grupo vocal “Tao do Trio” interpreta canções do CD “Rosa que te quero verde”, composto por sambas feitos por Cartola. Algumas das composições são individuais, e outras feitas em parceria com Carlos Cachaça, Roberto Nascimento, Elton Medeiros, entre outros.

Responsável pela produção e arranjos, Vicente Ribeiro explicou que após várias reuniões chegou-se ao consenso de abranger toda a carreira do compositor, desde seu início na Mangueira até a redescoberta nos anos 60. As músicas selecionadas deveriam ser adequadas à sonoridade do Tao do Trio.

No show do Paiol, a banda reúne os instrumentistas que participaram do disco: Ricardo Janotto - ô Rosinha (percussão), Vina Lacerda (pandeiro), Vinícius Chamorro (violão de 7 cordas), Sebastião Interlandi Jr. (flauta) e Vicente Ribeiro (cavaquinho/teclado), além de Glauco Sölter (baixo), o único que não participou das gravações.

Oito horas de anos 80

Os DJs Gúy Pinheiro, Monjolo, Gabriel e Adriano comandam a festa de três anos da casa Layout 80. Para comemorar, mais de duas mil pessoas devem dançar por mais de oito horas ao som dos maiores clássicos dos anos 80.

O local contará com estrutura de camarotes VIP, bares amplos e lounges para descanso. A promessa é superar a primeira grande comemoração da casa, que levou cerca de 1500 convidados ao Castelo do Batel em 2006, e também a festa de dois anos, que arrastou 2500 pessoas noite adentro em uma mansão no bairro Barigüi.

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