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Gazeta investe em plataformas digitais e encerra edição impressa diária

Conteúdo jornalístico será aprimorado e intensificado na web e em uma nova edição impressa de fim de semana

  • Ricardo Sabbag Zipperer
 | Albari Rosa/Gazeta do Povo
Albari Rosa/Gazeta do Povo
 
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A edição desta quarta-feira, dia 31 de maio, é a última da Gazeta do Povo impressa em papel jornal, entregue diariamente no endereço de dezenas de milhares de assinantes e em bancas da grande Curitiba e de cidades do interior e do litoral do Paraná. A partir de amanhã, dia 1º de junho de 2017, a Gazeta passará a circular exclusivamente em suas plataformas digitais, no endereço gazetadopovo.com.br na internet e em seu aplicativo para smartphones e tablets, e também numa edição semanal, impressa em papel de alta qualidade. Com a mudança, o jornal, que já se estruturava como um veículo com foco no ambiente digital, passa a executar a estratégia mobile first, em que a produção de seu conteúdo se dirige, prioritariamente, a dispositivos móveis.

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A mudança reflete as transformações por que passam os veículos de comunicação em todo o mundo e no Brasil, onde o acesso a sites de notícias aumentou 75% nos últimos cinco anos e também para onde migram as receitas publicitárias, que constituem fatia imprescindível para a solvência financeira das empresas de comunicação. “Desde o ano retrasado e especialmente no ano passado ficou muito claro que o modelo do produto é digital e a distribuição, mobile first”, afirma o diretor-presidente do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), Guilherme Döring Cunha Pereira, que edita a Gazeta do Povo.

A Gazeta do Povo inicia sua nova fase falando para um público numeroso. Somente em abril passado, o jornal registrou sua maior audiência de 2017 e a segunda maior da história, alcançando 9,1 milhões de visitantes únicos, segundo dados do comScore Digital Analytix. São leitores que extrapolam, e muito, a audiência paranaense, levando a Gazeta a ocupar um lugar de destaque entre os maiores e mais importantes jornais brasileiros.

Esta é uma das razões que levou a Gazeta a mudar não somente de plataforma de distribuição, mas também a forma como faz sua cobertura jornalística. Ao longo do último mês, o jornal intensificou a cobertura e a entrega para o seu público de temas que extrapolam a fronteira do Paraná, estreando colunistas de renome nacional, ampliando a equipe de reportagem em Brasília. Isso sem diminuir a atenção à cobertura que fez da Gazeta a maior referência paranaense em jornalismo: o jornal continua especialista em temas locais e estaduais. “O leitor da Gazeta nos tem como referência da cobertura local – e jamais abriremos mão disso. Mas este público nos vê também como um porto seguro para entender os movimentos do Brasil e do mundo. Estamos prontos para atender a essa expectativa”, afirma o diretor de redação da Gazeta, Leonardo Mendes Junior.

Para quem acessa a Gazeta em qualquer de suas plataformas, a distribuição de notícias se dá por geolocalização. Ou seja: assuntos de Curitiba acessíveis para quem é da capital e região; do Paraná para quem é do interior do estado; e nacionais para quem não está no Paraná. Este recurso é um dos resultados dos investimentos de mais de R$ 23 milhões feitos em tecnologia, desenvolvimento de sistemas, modernização de equipamentos e melhorias em fluxos internos de trabalho.

Ler a Gazeta, a partir de hoje, significa carregá-la no bolso, na bolsa e mantê-la à noite na cabeceira. Ela está em constante atualização e saberá a hora certa de chamar sua atenção para as notícias mais importantes do momento. Além disso, o jornal passa a oferecer dezenas de novos produtos jornalísticos distribuídos pelas plataformas diversas e em redes sociais.

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