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Plataforma de negócios em turismo tem Giba, do vôlei, no quadro de sócios

Empresa criada no Paraná aplicou o conceito de marketplace para vender produtos turísticos na internet e dar visibilidade a empreendimentos fora da rede

  • Anna Paula Franco
O ex-jogador de vôlei Giba é sócio e garoto-propaganda do portal de negócios em turismo lançado em janeiro | Reprodução internet
O ex-jogador de vôlei Giba é sócio e garoto-propaganda do portal de negócios em turismo lançado em janeiro Reprodução internet
 
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Nos últimos 15 anos, o empresário Vadis Luiz da Silva acompanhou o mercado nacional de turismo como consultor nas áreas pública e privada. Em 2004, desenhou o modelo de negócios que sustenta a Gestour Brasil, portal de venda de produtos turísticos criado no Paraná e lançado no início deste ano.

A proposta da plataforma é abrir um canal de vendas na web para empreendimentos que ainda não trabalham com e-commerce, dando suporte gratuito e visibilidade ao negócio na rede. Além de Silva, a empresa tem outros seis sócios, que detêm 25% do empreendimento. Entre eles, o ex-jogador de volêi Giba, um dos investidores e garoto-propaganda da marca.

A independência dos parceiros na gestão de seus produtos – com precificação e condições de compra controladas pelos próprios empreendimentos – é a aposta de Silva para estimular o mercado nacional de turismo. O uso do portal é gratuito e a negociação é feita diretamente com o consumidor final, com o suporte técnico para garantir os pagamentos on-line.

Em um sistema de autoatendimento, o empreendedor cadastra o produto, que é oferecido em seis segmentos diferentes: meios de hospedagem, passeios, translados, parques temáticos, parques aquáticos e destinos. “O conceito de marketplace aplicado ao turismo é uma tendência que começa a ser discutida nos Estados Unidos. Queremos funcionar como uma rede social para fomentar os negócios no setor”, diz.

O cadastro de apenas um produto já dá direito a geração de uma página própria na web com área para e-commerce. A comissão da plataforma é de 3% sobre o total vendido pelo canal. O perfil também será a entrada da página inicial da internet dos computadores usados dentro do empreendimento, aumentando a oportunidade de geração de renda do parceiro. “As vendas de outros produtos turísticos via portal Gestour comprados pelos clientes de nossos parceiros também revertem em 6% de comissão para ele”, explica o empresário.

Pequenos

Silva não descarta oferecer a Gestour como um canal de vendas extra até para quem já está estabelecido na rede. Mas o foco está na prospecção de pequenos meios de hospedagem, por exemplo, ou da hotelaria independente, que hoje corresponde a 91% do parque hoteleiro nacional.

Mas a atração de parceiros está concentrada nos licenciamos de destinos, uma das formas de monetização do portal de negócios. Atualmente, estão no ar no site da Gestour, 28 destinos com 103 produtos oferecidos ao consumidor. A meta é chegar ao fim de 2015 com 400 licenciamentos vendidos.

Para trabalhar como destino licenciado, o parceiro tem status de co-investidor e é responsável pela validação das informações do local turístico, além da divulgação do portal e da prospecção de novos produtos. Na primeira fase, as licenças foram vendidas por valores entre R$ 5 mil a R$ 25 mil, com validade de cinco anos e pagamento parcelado.

Inscrições

Em julho, a Gestour abre inscrições de interessados para uma nova rodada de licenciamento. Os valores serão entre R$ 10 e R$ 45 mil, exceto capitais, onde o investimento varia entre R$ 60 mil e R$ 250 mil, nas mesmas condições e com contrato de exclusividade por praça. A próxima forma de geração de renda do portal será a ativação da publicidade dentro da plataforma, a exemplo do que já ocorre com uso de palavras-chave e base de dados de usuários do Facebook e Google.

Para chegar ao trade e aos novos parceiros, Silva e Giba estão em contato com entidades do setor, percorrendo todos os estados para exposição do portal e apresentação do produto. No segundo semestre, o plano é participar de feiras especializadas e finalizar as versões em 11 idiomas do site. “A estratégia é global, mas a atuação é local. Queremos aproveitar o legado da Copa do Mundo, em que nossa receptividade foi bem avaliada pelo estrangeiro”, diz.

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