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Preço do botijão de gás de cozinha fica mais caro no Paraná

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O consumidor paranaense já paga mais caro pelo botijão de gás de 13 quilos. Segundo o Sindicato dos Revendedores do Estado do Paraná (Sinregás-PR), em média o preço do botijão de cozinha aumentou R$ 1. O presidente do Sinregás-PR, José Luiz Rocha, afirma que a subida do preço se deve pela parada de 28 dias da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana.

A Repar parou as atividades nesta segunda-feira (4) para manutenção de equipamentos. Rocha afirmou que as distribuidoras, que compram o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) direto da Petrobras, já repassaram o aumento para as revendedoras – que fazem o papel de intermediário e vendem o produto para os consumidores -, desde o dia 1.º de agosto. O aumento para o consumidor também foi imediato. Em alguns locais ainda é possível encontrar o produto com o preço antigo, dependendo do estoque da revenda.

De acordo com o presidente do Sinregás-PR, a justificativa da elevação de preços dada pelas distribuidoras é que o gasto com o transporte será aumentado, pois precisarão buscar em outros lugares o GLP, com a Repar em Araucária fechada. “Não temos alternativa a não ser aumentar o preço para o consumidor”, afirmou Rocha. Em setembro também poderá haver outro aumento para a população.

No dia 1.º haverá dissídio coletivo e a elevação dos salários dos trabalhadores em revendedoras também poderá ser repassado aos consumidores. “Também temos que lembrar dos aumentos represados. Desde dezembro de 2002 o preço do botijão de 13 quilos não sobe na refinaria”, afirmou o presidente do Sinregás-PR. O aumento no valor de combustíveis, veículos, salários e energia não teriam sido repassados aos consumidores. Isso teria feito muitas revendas fecharem as portas.

“O mercado é livre. A concorrência é muito acirrada, não posso falar que o aumento será de R$ 1 (ao consumidor). Pode ser mais ou menos, na média o preço ficará R$ 1 mais caro”, disse Rocha. Em Curitiba, o preço de um botijão de 13 quilos variava entre R$ 29 a R$ 35. Agora esses valores passaram a girar entre R$ 30 a R$ 36.

“Existe uma variação grande de preços. Depende da forma de prestação de serviços. Locais centrais cobram um preço, em regiões mais afastadas e para serviços oferecidos durante a noite o valor cobrado é outro”, definiu.

Aumento oportunista

De acordo com a assessoria de imprensa da Repar, a parada por um mês da refinaria não vai afetar a distribuição de GLP. A Petrobras afirma que tem estoque suficiente para atender a demanda durante os 28 dias em que haverá a manutenção de equipamentos.

Segundo a assessoria, a parada foi planejada há dois anos e a unidade de GLP ainda não parou. Isso vai acontecer somente na semana que vem, a partir do dia 11. Nesta segunda-feira (4) parou a unidade de processamento de diesel e gasolina.

O aumento, segundo a assessoria da Repar, deve ter sido por outro motivo, pois não há riscos de desabastecimento de gás de cozinha para os consumidores.

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