Seu app Gazeta do Povo está desatualizado.

ATUALIZAR

Caro usuário, por favor clique aqui e refaça seu login para aproveitar uma navegação ainda melhor em nosso portal. FECHAR
PUBLICIDADE

Ideologia

Garota que se identifica como menino processa escola por uso de banheiro - e ganha 800 mil dólares

Ash Whitaker, que nasceu mulher, alegava que funcionários da escola monitoravam suas idas ao banheiro masculino

  • Da Redação
Ash Whitaker foi aluna da escola Tremper High School, em Wisconsin, nos Estados Unidos. | Reprodução/ABC News.
Ash Whitaker foi aluna da escola Tremper High School, em Wisconsin, nos Estados Unidos. Reprodução/ABC News.
 
0 COMENTE! [0]
TOPO

Uma estudante que se identifica como garoto recebeu US$ 800 de indneização após sua escola monitorar suas idas ao banheiro masculino.

Ash Whitaker estudou na Tremper High School, em Wisconsin, nos Estados Unidos. Pouco antes de completar o ensino médio, Whitaker processou a escola alegando que, além de professores a acompanharem ao banheiro masculino, também era obrigada a usar uma pulseira de identificação para diferenciá-la dos outros estudantes. 

Acordo

Em um acordo pelo fim do processo, o conselho escolar do distrito de Kenosha determinou o pagamento de US$ 800 mil; a família de Ash Whitaker receberá US$ 150 mil, enquanto os US$ 650 mil restantes serão utilizados para o pagamento das custas do processo. 

“Ganhar esse processo foi muito empoderador e me fez sentir que posso realmente fazer algo para ajudar outros jovens trans a viverem de modo autêntico”, disse Whitaker. “Se alguém falar que você não merece isso, prove que eles estão errados”, completou.

Motivação financeira

De acordo com o distrito, a motivação para o acordo foi financeira, pois os custos para levar o caso até a Suprema Corte seriam mais altos do que o valor pago à família do estudante. 

Gary Kunich, um dos membros do conselho que votaram contra o acordo, apontou que o caso pode abrir precedente para outros processos no país e trazer mais custos. 

“Isso dá brecha para processos adicionais e custos adicionais e vejo que temos dois problemas. Temos o argumento dos direitos civis de um lado, e de privacidade do outro”, disse Kunich. “Quero que a Suprema Corte resolva isso de uma vez por todas, não apenas para o nosso distrito, mas também para outros distritos”, concluiu. 

o que você achou?

deixe sua opinião

PUBLICIDADE

mais lidas de Educação

PUBLICIDADE