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Estrangeiros

Curitiba com ípsilon

Naquele início de século, 20% dos moradores de “Coritiba” – que depois passa a ser grafada “Curityba” – eram estrangeiros

As bobinas do jornal eram transportadas em carroças |
As bobinas do jornal eram transportadas em carroças
 
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Naquele início de século, 20% dos moradores de “Coritiba” – que depois passa a ser grafada “Curityba” – eram estrangeiros e tudo acontecia no centro da cidade

Havia 70 sapatarias, seis hotéis e apenas três restaurantes, mas a paquera acontecia mesmo nos footings da Rua XV: rapazes de um lado; moças em sentido oposto, para os olhares se cruzarem. O comércio era intenso na Victrix, no Louvre e na Casa de Novidades, onde se vendia lança-perfume no carnaval. A frota de veículos resumia-se a charretes e algumas linhas de bondes elétricos: Batel-Estação e Praça Tiradentes-Juvevê eram as mais lotadas e o “passe” custava até 300 réis, a menos que fosse em dia de partida de foot-ball, quando caía para 100 réis. Naquele ano de 1919 o Britânia venceu o América diante de uma “assistência” (torcida) animada e foi bicampeão paranaense, provando ser um grande scratch. Quer dizer, time.

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