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Ação social

Vila Verde recebe ação de cultura da paz

Debates, orientações e limpeza do bairro são iniciativas que prometem mudar perfil violento do local

Evento ensinou moradoras a reaproveitar alimentos |
Evento ensinou moradoras a reaproveitar alimentos
 
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A cultura da paz, que pode mudar a realidade de locais atingidos pela violência, envolve pequenas ações do cotidiano, como a maneira de lidar com os conflitos e a disposição em cuidar do ambiente em que se vive. Para promover essas atitudes, começou ontem na Vila Verde, Cidade Industrial de Curitiba, a Semana Vida Verde. A ação faz parte da campanha Paz Tem Voz, do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), e foi idealizado por um grupo de moradores da vila em conjunto com repórteres da Gazeta do Povo, para conscientizar a população de que pequenas atitudes podem melhorar a vida de toda a comunidade. São parceiros do evento a prefeitura municipal de Curitiba, a Abba Promoção Social, Arranjos Educativos Locais do Sesi, Rotary CIC, AECIC e o Banco de Alimentos da Ceasa.

A ideia do evento partiu das conversas nos Cafés com a Comunidade promovidos pelo GRPCom. Ali, alguns moradores apresentaram a preocupação com a limpeza dos espaços públicos, que sofriam muitas vezes com o descaso da própria população e atraíam maus elementos e consequentemente a violência. Durante toda esta semana, diversas atividades serão realizadas na vila buscando essa conscientização.

Na manhã de ontem, cerca de 100 alunos do primeiro e segundo anos do ensino médio do Colégio Estadual Rodolpho Zaninelli participaram de um Círculo de Diálogos sobre os objetivos do Milênio. A conversa foi conduzida por profissionais do Sesi-PR. Além disso, um grupo de 15 mulheres da vila teve a oportunidade de passar o dia todo no Banco de Alimentos da Ceasa, para aprender sobre higiene e reaproveitamento de alimentos. Para a agente comunitária de saúde da vila Silmara Souza, 32 anos, o curso vai enriquecer as conversas durante as visitas feitas à comunidade. “A gente trabalha na orientação e prevenção de doenças no bairro. Lidamos bastante com adolescentes gestantes, as mães de primeira viagem, e poder ensinar como preparar e reaproveitar corretamente os alimentos é muito importante.”

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