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Londres 2012

Casa Brasil é inaugurada e vai custar R$ 23 milhões

Governos pagam valor milionário para montar estrutura de promoção aos próximos Jogos, no Rio, em 2016

Texto publicado na edição impressa de 20 de julho de 2012

A Casa Brasil abre hoje suas portas em um suntuoso edifício à beira do Rio Tâmisa, em Londres, apresentando um forte sotaque carioca e uma pitada brasileira. Os 2.200 metros quadrados da Somerset House serão dedicados a promover muito o Rio e a Olimpíada de 2016 e um pouco do resto do Brasil. A Casa Brasil vai custar R$ 23 milhões. O município e o estado do Rio fizeram um aporte de R$ 4 milhões. A previsão é de que 1.500 visitantes passem por dia pelo local.

A Copa 2014, evento que ocorre dois anos antes dos Jogos cariocas, só foi lembrada em ato falho de Patrícia Hespanha, diretora da Rio-2016. “A Casa Brasil servirá para promover o Rio como próxima sede da Cop... da Olimpíada e fazer um trabalho de divulgação entre as pessoas que estarão envolvidas com a realização dos Jogos.”

O espaço abre com a inauguração de três exposições. Uma promove o Brasil como destino turístico, a outra divulga a produção de arte contemporânea do país e a terceira foca a Rio-2016. A cidade é a grande protagonista da Casa Brasil. Já na entrada da Somerset House, o visitante terá a sensação de estar em Copacabana.

As paredes foram envoltas por uma foto em 360º da praia, com céu ensolarado e pessoas de biquíni em tamanho real. Já a mostra de filmes, a partir de segunda, só terá produções cariocas. Os Jogos de Londres ficarão de fora. “Optamos por não transmitir aqui porque já existem muitos espaços com transmissão ao vivo em Londres”, declarou Hespanha.

Segurança

Após o fracasso no plano de usar segurança privada nos Jogos, os organizadores de Londres agora estão sendo questionados sobre o tratamento dado aos soldados deslocados para reforçar a segurança do evento. Foi publicada no Twitter, por @CombatCameraman, foto de soldados dormindo em bancos em um hangar em Tobacco Dock, em Londres.

O comitê organizador dos Jogos tinha contrato com a empresa G4S para o treinamento de 13.700 seguranças. Mas, na semana passada, a empresa revelou que não teria como cumprir o acordo. Foram, então, desviados mais 3.500 militares para a operação de segurança do evento. No total, serão 17 mil.

James Bulley, diretor de instalações do comitê organizador, disse que toda força de trabalho dos Jogos, incluindo militares, tem a disposição locais para descansar, comer e até ver tevê nos momentos de folga. “Nós colocamos estruturas adicionais para os militares que estão fora do perímetro de algumas arenas. Tendas e cabines, esse tipo de estrutura, com tevê, água e tudo mais”, disse.

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