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Futebol paranaense: pobre de técnica, de ideias e de homens

 
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Outro dia escrevi que o futebol pode ser triste ou alegre.

Pode ser uma coisa artificial, calculada ou divertida e bem-humorada.

Depende do enredo e dos atores. A Champions League é um sucesso com a classificação de Real Madrid, Atlético de Madrid, Monaco e Juventus para as semifinais.

Mas torcedores e jogadores do Bayern de Munique choram os graves erros da arbitragem na partida em que a equipe alemã foi eliminada.

Os torcedores do Barcelona devem estar tristes pela constatação do fim de uma era, afinal os furos da defesa e a queda de rendimento do supercraque Iniesta, que começou a sentir o peso dos anos para continuar jogando em alto nível, foram escancarados nos confrontos com o sólido campeão italiano.

Por aqui tudo poderia ser alegria não fossem os enredos preparados e os maus atores que entram em cena. Poderia falar do futebol brasileiro no geral, mas me limito ao futebol, ao pobre futebol paranaense. Pobre de técnica, de ideias e de homens.

Sorri a torcida do Paraná pela excelente campanha do jovem time de Wagner Lopes na Copa do Brasil, mas, ao mesmo tempo, lamenta o pênalti não assinalado no jogo decisivo com o Atlético que custou a sua eliminação do Campeonato Estadual.

Os maus atores estão ligados à Federação, com destaque ao seu presidente que proibiu a realização do clássico Atletiba por puro capricho e mais adiante propôs ao STJD o cancelamento da competição que a própria entidade organizou e administra.

Mas teve mais. O Atlético, com todo direito, solicitou a antecipação da partida de domingo com o Londrina porque terá compromisso pela Libertadores da América três dias depois. Não foi atendido.

No dia seguinte, o TJD da Federação exagerou na dose ao aplicar as punições para os jogadores envolvidos na confusão registrada na Vila Capanema ao final do clássico Paraná e Atlético. Todos mereciam ser punidos, parece indiscutível, porém as penas foram desproporcionais aos acontecimentos.

A diretoria do Coritiba pediu árbitro de fora por temer influências externas.

São as faces do futebol: alegre no campo e triste fora.

Rodada

O Coritiba está pressionado a reverter a vantagem obtida pelo Cianorte.

Pode não ser uma tarefa fácil, entretanto está distante de ser difícil.

Por mais que o Cianorte tenha reunido méritos para chegar onde está, não há termos de comparação entre o peso financeiro dos clubes e a capacidade técnica dos elencos.

Sinceramente, não consigo enxergar o Coxa eliminado pelo Cianorte dentro do Alto da Glória.

O Atlético poderia ter liquidado a fatura com o Londrina na Arena da Baixada. Agora terá de correr mais no Estádio do Café.

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