Quinta-feira, 09/09/2010
Cristian Rizzi / Gazeta do Povo
Confusão ao final do jogo obrigou o árbitro Edivaldo Elias da Silva a suspender o jogo aos 42 minutos do 2º tempo
29/06/2008 | 18:42 | Gazeta do Povo atualizado em 29/06/2008 às 20:42Uma vaga jã foi preenchida, com muitos méritos, pelo Nacional de Rolândia. A equipe do Norte do Paraná venceu o seu jogo contra o já eliminado Francisco Beltrão por 3 a 2 e coroou uma excelente campanha com o título da 2ª divisão e o direito de disputar a Série Ouro em 2009.
Pênalti gera confusão
A sonhada volta para a elite do Operário parecia certa. Vencendo o jogo por 1 a 0, o time de Ponta Grossa ia garantindo sua presença na primeira divisão. Nem o gol de empate do Foz tirava do “Fantasma” a conquista. Mas um pênalti, cometido por Nelsinho em Kanu, aos 40 minutos do segundo tempo.
Aí a confusão começou. Os jogadores do Operário disseram que o goleiro teria recebido a falta antes da penalidade e o árbitro Edivaldo Elias da Silva não marcou. Muito empurra-empurra se seguiu e jogadores e comissão técnica das equipes alegaram agressões. A Polícia teve que intervir.
O técnico do Operário, Rodrigo Müller, decidiu tirar os jogadores do gramado alegando falta de segurança para retomar a partida. Uma chuva de copos plásticos, latas de cerveja e pilhas de rádios caiu no gramado.
Então o árbitro afirmou que daria cinco minutos para o time visitante voltar, o que não aconteceu. Edivaldo Elias suspendeu o jogo aos 42 minutos do segundo tempo e foi claro ao afirmar: “Agora o tribunal vai decidir”.
O procedimento do TJD a partir de agora vai se basear no que o árbitro relatou em súmula.
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