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Pachequinho, do Coritiba,  e Eduardo Baptista, do Atlético, vão medir forçar no clássico do próximo fim de semana. | Albari Rosa e Jonathan Campos/Gazeta do Povo
Pachequinho, do Coritiba, e Eduardo Baptista, do Atlético, vão medir forçar no clássico do próximo fim de semana.| Foto: Albari Rosa e Jonathan Campos/Gazeta do Povo

A semana que antecede o clássico Atletiba do próximo sábado (3), no Couto Pereira, pela 4.ª rodada do Brasileiro, será de cenários bem diferentes para Coritiba e Atlético: de um lado, tranquilidade coxa-branca. De outro, tensão rubro-negra.

Mandante, o Coxa está com moral. Além de conquistar o título estadual, justamente contra o Furacão, largou bem na Série A: são duas vitórias em três partidas e a quarta colocação, com seis pontos, apenas um a menos do que o líder Corinthians.

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Mais do que os resultados, são as exibições sob o comando de Pachequinho que empolgam torcida e atletas. Mesmo na derrota para o Santos, fora de casa, na segunda rodada, o saldo foi de confiança. Discurso confirmado no triunfo sobre o Vitória, no jogo seguinte, em Salvador.

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Agora, a conquista dos três pontos sobre o Atlético credenciaria o Coritiba a alcançar a liderança ao término da rodada — tudo isso com uma semana de treinamentos exclusiva para o Atletiba, sem jogo no meio de semana.

O panorama do Furacão é diferente. A equipe ainda não venceu no Brasileiro. Com apenas um ponto, é vice-lanterna, à frente apenas do Atlético-GO, que não pontuou. Além disso, são quatro tropeços seguidos na Baixada, com três derrotas e um empate.

Pilar da boa campanha em 2016, o sistema defensivo atleticano, por sua vez, segue instável neste ano. Entre Estadual, Libertadores, Copa do Brasil e Série A, são 14 gols sofridos nos últimos sete jogos, média de dois por partida.

Na outra ponta, o setor ofensivo sofre com o desacerto da artilharia. Ninguém parece capaz de reverter a má fase. Além dos veteranos Grafite e Eduardo da Silva, que alternam na titularidade, o Furacão apostou em repatriar Ederson, artilheiro do Nacional com a camisa do clube em 2013.

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Para completar, antes do Coxa, o Furacão ainda enfrenta o Santa Cruz, quarta-feira (31), na Baixada, pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Na ida, empate sem gols. Uma desclassificação precoce para os pernambucanos seria desastrosa.

Incertezas que permeiam o clube em meio à chegada do técnico Eduardo Baptista, que fez sua estreia no banco de reservas no empate com o Flamengo, no último domingo (28), e corre contra o tempo para ajustar a equipe de acordo com seu método de trabalho.

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